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Justiça do Rio de Janeiro nega pedido de liberdade para “Dr. Bumbum”

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A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de revogação da prisão preventiva do médico Denis Cesar Barros Furtado, 45 anos, conhecido como Doutor Bumbum”. Preso desde o dia 19 de julho, ele é acusado de homicídio qualificado pela morte da bancária Lilian Calixto, 46 anos. A paciente viajou de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro, a fim de fazer um procedimento estético nos glúteos com o médico.

A cirurgia estética foi feita na casa de Denis Furtado, numa cobertura na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. A bancária passou mal e acabou morrendo horas depois, ao ser levada pelo médico para um hospital, no mesmo bairro.

 

 

De acordo com o juiz Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti, da 1ª Vara Criminal do Rio, os motivos que levaram o médico à prisão permanecem inalterados.

“É imperioso observar que a prova da existência do crime e os indícios suficientes de autoria já restaram sobejamente expostos, conforme fundamentado pela decisão que decretou a prisão. Observo, desta forma, a presença intacta dos requisitos que admitem a prisão preventiva”, anotou o magistrado.

“Portanto, por não ter sido trazida pela defesa qualquer alteração das situações fáticas ou jurídicas, que ensejaram a decretação da medida prisional, indefiro o pedido de revogação da prisão preventiva”, concluiu o juiz, na decisão.

O magistrado marcou uma audiência para ouvir testemunhas da morte da bancária Lilian Calixto para a próxima terça-feira (11/12).

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