Última homenagem a Rhuan tem muita tristeza e a presença da família da assassina

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A morte do garoto Rhuan Maycon deixou o Brasil consternado. O menino de nove anos foi morto pela mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, e a companheira dela, Kacyla Priscyla. As duas confessaram o crime que ocorreu no dia 31 de maio. Elas estão presas e a condenação de cada uma pode chegar a 57 anos.

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Rhuan morava com as duas mulheres em Samambaia, no Distrito Federal. O enterro do corpo do menino foi feito em Rio Branco, capital do Acre, onde moram as famílias do pai e da mãe. O enterro, de acordo com um tio-avô ouvido pelo Jornal de Brasília, foi marcado pela tristeza das pessoas presentes, mas não havia revolta.

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A família da mãe de Rhuan, Rosana, também esteve presente no local, despedindo do menino. Lúcio Barreto, o tio-avô, contou que não houve hostilidade em relação à presença de familiares de Rosana.

Segundo ele, o velório foi bem tranquilo e não houve qualquer confusão envolvendo as pessoas presentes. Do lado família de Rosana, estavam a avó de Rhuan e três tios. Os quatro estavam consternados com a morte do garoto.

O avô paterno, Francisco das Chagas, tinha a guarda do menino, mas Rosana fugiu com Rhuan Maycon de Rio Branco, passou por algumas cidades, até chegar ao Distrito Federal. Ela estava acompanhada de Priscyla e de sua filha, também menor de idade.

Em uma das fotos do enterro que circula pelas redes sociais, o caixão branco com o corpo de Rhuan está no gramado do cemitério, à beira da cova. Um homem e uma mulher choram ao lado do caixão e há muitas pessoas em volta.

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