A Carteira de Identidade Nacional (CIN) passa a ganhar um papel ainda mais importante para os brasileiros que desejam viajar pela América do Sul. A partir de um novo acordo firmado entre países da região, o documento poderá ser utilizado como identificação oficial para entrada em oito nações sul-americanas, eliminando a necessidade de apresentação do passaporte em determinadas situações.
A medida contempla os seguintes destinos: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Com isso, milhões de brasileiros poderão realizar viagens turísticas de forma mais prática, utilizando apenas a nova identidade nacional como documento de viagem.
O acordo, firmado em maio de 2026, tem como objetivo facilitar a mobilidade entre os países participantes e tornar os processos migratórios mais rápidos e eficientes. Um dos principais diferenciais da nova Carteira de Identidade Nacional é a presença de um QR Code de validação, que permite às autoridades verificarem a autenticidade das informações de maneira mais ágil e segura.
Apesar da novidade, algumas regras importantes devem ser observadas pelos viajantes. A principal delas é que apenas a versão física da CIN será aceita nos postos de imigração e nas fronteiras. A versão digital do documento, disponível em aplicativos oficiais, não poderá ser utilizada para ingresso nesses países.
Outro ponto de atenção é o estado de conservação do documento. As autoridades recomendam que a carteira esteja em boas condições, sem rasuras, danos ou sinais que possam dificultar a identificação do portador ou a leitura dos dados.
Especialistas do setor de turismo acreditam que a medida poderá incentivar ainda mais o intercâmbio cultural, o turismo e os negócios entre os países sul-americanos. Além disso, a simplificação dos procedimentos pode representar economia de tempo e recursos para milhares de viajantes.
Enquanto muitos comemoram a novidade, algumas dúvidas ainda circulam entre os brasileiros. Afinal, a CIN realmente poderá substituir o passaporte em todas as situações? Quais serão os critérios de fiscalização adotados em cada país? As respostas devem ficar mais claras à medida que a nova regra entrar em vigor e começar a ser aplicada nas fronteiras da região.