Em uma revelação chocante que lança novas sombras sobre o já obscuro caso do assassinato da vereadora Marielle Franco, vem à tona a história de um amigo próximo de Ronnie Lessa, o ex-policial militar acusado de estar por trás do crime. Este amigo, cuja identidade permanece sob proteção, foi encontrado morto apenas um mês após o trágico desfecho da parlamentar, gerando suspeitas e questionamentos sobre as circunstâncias de sua morte.
Segundo informações obtidas, o advogado André Luiz, uma figura conhecida no círculo social de Lessa, foi a última pessoa conhecida a ter interação direta com o amigo em questão. Luiz compartilhou uma conversa reveladora na qual foi informado sobre o plano de execução contra Marielle Franco. O advogado relata que o conhecimento do plano veio à tona durante um encontro casual em que ele e Lessa estavam compartilhando um uísque.
Este encontro, aparentemente inofensivo, teria ocorrido dias antes do assassinato que chocou o país e mobilizou movimentos de direitos humanos em todo o mundo. A conversa entre Lessa e seu amigo levantou suspeitas de que o conhecimento prévio do crime não estava limitado a um círculo restrito de indivíduos diretamente envolvidos.
A morte subsequente do amigo, sob circunstâncias ainda nebulosas, levanta preocupações sobre a possibilidade de uma tentativa de silenciar aqueles que poderiam expor detalhes adicionais sobre o planejamento e execução do assassinato de Marielle Franco. Até o momento, as autoridades não comentaram oficialmente sobre a conexão entre esses eventos, mas fontes próximas à investigação indicam que esse novo desenvolvimento está sendo levado a sério.
A perda de Marielle Franco foi não apenas uma tragédia pessoal para seus familiares e amigos, mas também um golpe para os movimentos sociais e de direitos humanos aos quais ela dedicou sua vida. A revelação de que mais uma vida pode ter sido perdida em conexão com seu assassinato apenas intensifica a demanda por justiça e por respostas que até agora permanecem evasivas.




