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Bolsonaro diz que “dispensa” votos de quem pratica violência

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O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou na noite desta quarta-feira (10/10), que dispensa votos de quem pratica “violência” contra opositores. A declaração do candidato se dá em meio a casos de violência causados por desavenças políticas – no domingo (7), o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, de 63 anos, conhecido como Moa do Katendê, foi assassinado a facadas em Salvador. O agressor admitiu que uma discussão política foi a motivação do crime e teve a prisão prisão preventiva decretada nesta quarta-feira.

“Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar”, escreveu Bolsonaro no Twitter.

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣

@jairbolsonaro

Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar.

Em uma segunda postagem na rede social, Bolsonaro disse haver um “movimento orquestrado forjando agressões” para o prejudicar e ligando sua campanha ao “nazismo”.

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣

@jairbolsonaro

Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar.

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣

@jairbolsonaro

Há também um movimento orquestrado forjando agressões para prejudicar nossa campanha nos ligando Nazismo, que, assim como o Comunismo, repudiamos completamente. Trata-se de mais uma das tantas mentiras que espalham ao meu respeito. Admiramos e respeitamos Israel e seu povo!

Na terça, durante uma entrevista no Rio, um repórter questionou Bolsonaro com a seguinte pergunta: “Como o senhor vê esses atos de violência que têm sido cometidos em nome ou apoio do senhor?” O candidato respondeu: “A pergunta deveria ser invertida. Quem levou a facada fui eu. Se um cara lá que tem uma camisa minha comete um excesso, o que tem a ver comigo? Eu lamento, e peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle. A violência e a intolerância vêm do outro lado e eu sou a prova disso”, afirmou

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