Câmara do Rio aprova programa de saúde para idosos

O projeto que cria o Programa Municipal de Apoio à Saúde Integral da Pessoa Idosa foi aprovado em segunda discussão pela Câmara do Rio, na sessão extraordinária desta quarta-feira (21/10). Voltada a pessoas com 60 anos ou mais, a proposta prevê ações de prevenção, capacitação profissional e acompanhamento na rede pública municipal.

O que prevê o programa de saúde integral do idoso

O texto busca integrar os serviços municipais de atenção básica e especializada. Assim, a proposta pretende facilitar o acompanhamento dos pacientes e o encaminhamento para diferentes tipos de atendimento.

Entre as medidas previstas estão campanhas de orientação sobre alimentação saudável, prevenção de quedas, saúde mental e envelhecimento ativo. Além disso, o projeto estabelece a capacitação contínua de profissionais da atenção primária para atender às necessidades específicas da população idosa.

Indicadores e parcerias para a saúde integral do idoso

O programa prevê a criação de indicadores para acompanhar as condições de saúde dos idosos. Para isso, as unidades municipais poderão usar informações que já coletam. Esses dados poderão orientar o planejamento de novas ações e o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos.

A proposta também permite que a prefeitura forme parcerias com universidades, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil. As iniciativas deverão ser voltadas à saúde da população idosa.

De acordo com o texto, o programa deverá funcionar com a estrutura e os recursos já disponíveis na Secretaria Municipal de Saúde. Portanto, a proposta não prevê criação de cargos ou unidades de atendimento nem aumento de despesas.

Projeto segue para decisão do prefeito

O autor do projeto é Junior da Lucinha (PSD). Na justificativa, ele afirma que o crescimento da população idosa aumenta a necessidade de serviços preparados para as particularidades dessa faixa etária.

Segundo o autor, o programa busca contribuir para melhorar a qualidade de vida, reduzir complicações de saúde e diminuir a pressão sobre unidades hospitalares de maior complexidade. A proposta segue agora para sanção ou veto do prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).