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BEBÊ MORRE NO ROCHA FARIA EM CAMPO GRANDE!! FAMÍLIA ACUSA DE NEGLIGÊNCIA

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O Ano Novo da família da Dona Eliana será de luto. Familiares acusam os médicos do Hospital Municipal Rocha Faria , em Campo Grande, na Zona Oeste, de negligência.

A morte aconteceu antes mesmo do bebê nascer.

Vejam o relato da mãe 👇

Meu nome é Eliana e a minha filha estava grávida de 40 semanas e há uma semana começou a sentir contrações e perdeu líquido. Corremos para o Hospital Municipal Rocha Faria. Durante esses dias foi 7 vezes para o hospital, ora a cegonha levava, ora alguém levava.
Ontem mais uma vez chamei a cegonha e fomos porque ela já não estava aguentando mais de tanto sofrimento. Vomitou até sangue e sem comer desde sexta feira.

O enfermeiro da cegonha examinou , ouviu os batimentos do bebê estava normal. Chegamos umas 16:40hs no hospital Rocha Faria, ela passou na triagem, depois na médica e por fim internaram ela. Colocaram no soro com medicação, mas ela não tinha dilatação e continuava sentindo dor. O médico disse que se fosse cesária seria somente hoje (03/01) às dez horas.

Levaram pra uma cesária de emergência e o bebê nasceu morto. Mataram meu netinho, essa é a verdade. Precisamos denunciar mais uma vez aquele hospital. Quantos bebes vai ter que morrer lá por descaso e omissão de socorro. A cesária já deveria ter sido feita há muito tempo.

Conclusão as duas da manhã o médico foi verificar os batimentos do bebê né já não ouviu. 😭😭😭

RSPOSTA DO HOSPITAL

A paciente procurou a Maternidade algumas vezes e com queixas variadas.
No dia 30/12/21, realizou USG obstétrica que não evidenciou nenhuma anormalidade e mostrou Líquido amniótico normal, ou seja , não havia ruptura das membranas ovulares. Exame obstétrico normal e não havia indicação de internação.
Em 02/01/2022, às 16h , procurou a Maternidade do HMRF, onde no exame físico , foi evidenciado perda de líquido amniótico .
Imediatamente, foi internada e seguiu- se o protocolo . Iniciou antibiótico venoso, exames laboratoriais e Cardiotocografia.
Paciente seguiu sob vigilância obstétrica.
O desfecho clínico-obstétrico não foi o esperado por se tratar parto de baixa complexidade, porém a placenta já foi encaminhada ao Histopatologico.
A Maternidade está solidária com a dor da família e está prestando todo o suporte médico e psicológico necessário.

 

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