Arquivo da categoria: Campo Grande

Você sabia? A igreja Matriz Nossa Senhora do desterro em Campo Grande pegou fogo?

Antes de você pensar que isso acorreu por esses dias, esse texto vai contar do primeiro incêndio na igreja no século passado no bairro de Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro.

Viaje um pouco da história do nosso bairro

 

O ano era 1882. O local, atual centro de Campo Grande. O fato, um incêndio que praticamente destruiu o atual símbolo histórico do bairro, a Igreja de Nossa Senhora do Desterro. A grande questão é que, construído em 1938 no comando do Coronel Aristarcho Pessôa Cavalcanti de Albuquerque, o atual 13° Gbm – Corpo de bombeiros, localizado na Avenida Cesário de Melo, fica localizado a alguns metros da igreja. Porém, à época do ocorrido, como ainda não havia a coorporação em Campo Grande, houve a necessidade de chamar os bombeiros da Corte, trazidos por um trem especial, levando 40 minutos para chegar ao local. Se esse fato tivesse ocorrido nos dias atuais, em poucos minutos a igreja estaria sendo “socorrida”.
    Mas, por ironia do destino, o fato ocorreu antes da existência do corpo de bombeiros no bairro, sobrando poucas coisas da igreja. Sorte é que, com esforço de fazendeiros, ajuda do governo e outras pessoas do bairro, e principalmente do padre Belisário dos Santos, a igreja foi reconstruída e segue imponente no núcleo de Campo Grande. Agora, bem próxima de um Corpo de Bombeiros.
Abaixo, foto histórica da igreja Nossa Senhora do Desterro, em sua fachada original desde 1882.
Fonte: www.panoramio.com.Photo of foto

 

Moradora cria abaixo-assinado para aumentar linha de ônibus em Campo Grande

Cansada de tanto esperar por horas na fila por ônibus , moradora cria um abaixo assinado e convida a todos para assunarem

Veja abaixo o seu depoimento

O intuito desse abaixo assinado é aumentar a linha de ônibus 830 cgxserrinha

553 pessoas já assinaram. Ajude a chegar a 1000

Eu Isabella castro estou fazendo esse abaixo-assinado em nome de todos os estudantes que necessitam dessa linha e por conta dos poucos ônibus chegam todos os dias atrasados, e quando eles vem são em péssima qualidade, todos eles (2/3) são  caindo pedaços sempre parando no meio do caminho por falha no motor, esperamos as vezes mais de 2h e isso quando não vai direto para a garagem.

Assim como nos estudantes temos direitos de uma boa educação, temos direito também de um bom transporte público, não é justo com nós e nem com os moradores da linha campo grandexserrinha, pois tem vans mas não aceitam gratuidades escolares e as vezes nem de idosos. Isso tem que acabar, merecemos uma providência e respeito, pois somos estudantes e não vagabundos.

Clique no link

http://chng.it/cmw4vSzVfN

 

Hoje tem bloco de carnaval em Campo Grande!! Vamos curtir?

Se liga nessa programação: às 17h teremos Baque Mulher e às 20h o Bloco Se Tu Fô Eu Vô!

O evento vai de 14h às 0h e conta também com aquele DJSet esperto da Ki-Calô e da Cardume Produções!

Ingressos antecipados a R$5 (poucas unidades online)!

Na hora: R$10 com nome no mural do evento (leve print) até 18h ou com fantasia o dia todo! R$15 após 18h ou sem nome na lista ou sem fantasia.

Entrada na hora só em dinheiro.

 

Casa bosque fica situada  Estrada da Caroba, 449 – Campo Grande, Rio de Janeiro – RJ, 23085-590

 

HOMEM É PRESO SUSPEITO DE MALTRATAR GATOS EM CAMPO GRANDE

 

HOMEM É PRESO SUSPEITO DE MALTRATAR GATOS

Um homem, que não teve a identidade revelada, foi preso na manhã da sexta-feira por suspeita de maltratar gatos e comercializar animais silvestres.

De acordo com o presidente da comissão de defesa dos animais, vereador Luiz Carlos Ramos Filho, e as equipes da subsecretaria municipal de bem-estar animal (Subem) e da delegacia de proteção ao meio ambiente (Dpma) voltavam de uma operação e, quando passavam pela Rua Maetinga, em Inhoaiba, na Zona Oeste, viram um homem batendo num gato.

“Uma covardia, ele bateu na cara do bicho. Imediatamente paramos. Ele nos xingou de otarios. Os policiais o prenderam em flagrante”, contou Luiz Carlos.
Ainda de acordo com o presidente, na casa foram encontradas armadilhas e gaiolas, gatos doentes e animais silvestres, como jabutis e pássaros.

“Os vizinhos nos contaram que o homem vendia pássaros, jabutis e também cobras. Maltratar animal e comercializar animais silvestres são crimes. Sem falar no desacato à autoridade e ao funcionário público. Estamos todos trabalhando e fomos ofendidos, e mais grave é a situação destes pobres animais“, finaliza Ramos Filho.

 

Morro dos cablocos em Campo Grande pede socorro!!

Recebemos uma denúncia de uma seguidora e internauta do Antigo Campo Grande sobre o morro dos cablocos em Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro

Veja abaixo o desabafo da internauta

Fotos de hoje no Morro dos Caboclos…. impossível as crianças irem para a escola, e também há grande dificuldade dos pais de família sair de casa para seus trabalhos…. 😥 Além de ser muito longe a lama impossibilita a passagem de carros e Motos….
Alguns candidatos já visitaram e fizeram promessas à comunidade, mas infelizmente até o momento nada foi feito…. Faço um apelo aqui nas redes sociais…. quem puder compartilhar ou encaminhar a alguém que possa ajudar….
Muitas pessoas ficarão gratas….
Lembrando que essas fotos são de um pequeno trecho…. existem partes bem piores.

Texto feito por Glória Oliveira

Que nossas autoridades tomem providência a denúncia

 

 

O melhor campeonato carioca do campusca!!

 

O melhor cariocão do Campusca

    O campeonato carioca de futebol é considerado o mais “charmoso” dos estaduais do Brasil. Com início datando o começo do século XX, o estadual do Rio possui muitas histórias, recordes de público, grandes decisões, entre outros atributos. Clubes como América e Bangu já foram grandes protagonistas, conquistando títulos, inclusive, além do simpático São Cristóvão e o extinto Paysandu também erguendo troféu de campeão.
    Numa história recente, alguns considerados pequenos chegaram perto do título, como o Americano de Campos, em 2002, o Volta Redonda, em 2005, e o Madureira, em 2006, ambos ficando com o vice-campeonato. Atualmente, praticamente só os considerados “grandes” é que revezam conquistas locais.
    Já o Galo da Zona Oeste nunca chegou à uma decisão de carioca. O clube que se orgulha do título da Taça de Prata de 1982 obteve sua melhor campanha no cariocão de 1991. Nesse ano, o clube contou com jogadores experientes e famosos como Elói, Claudio Adão, Roberto Dinamite, além do goleiro Paulo Cesar, o PC Gusmão, hoje técnico de futebol.

Roberto Dinamite com a camisa do Campo Grande, em 1991.
Foto. Fonte: Face Campusca Cgac

    O clube estreou perdendo para o Vasco da Gama, no dia 04 de agosto. Porém, com o desenrolar do campeonato, o Campo Grande obteve bons resultados, incluindo empates com Botafogo, Fluminense e Flamengo (que seria o campeão), todos por 1×1; uma vitória contra o Bangu, por 2×0, no antigo “clássico rural”, de muita rivalidade; e uma vitória sobre o Vasco, no segundo turno, por 1×0.
    O Galo da Zona Oeste terminou os dois turnos (Taça Guanabara e Taça Rio) em 5º lugar, sempre atrás apenas dos quatro grandes, ficando também com esta colocação geral do campeonato, atrás apenas também de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.
    Abaixo todos os resultados do clube em sua melhor participação no campeonato carioca
    PRIMEIRO TURNO
    04/08/1991 – Campo Grande 0x1 Vasco da Gama
    07/08/1991 – Campo Grande 1×1 Americano
    14/08/1991 – Campo Grande 2×2 Volta Redonda
    18/08/1991 – Campo Grande 1×1 Bangu
    24/08/1991 – Campo Grande 1×3 Fluminense
    01/09/1991 – Campo Grande 1×1 América-RJ
    04/09/1991 – Campo Grande 1×1 Botafogo
    08/09/1991 – Campo Grande 2×1 América de Três Rios
    15/09/1991 – Campo Grande 2×1 Portuguesa-RJ
    22/09/1991 – Campo Grande 1×1 Flamengo
    29/09/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna
    SEGUNDO TURNO
    07/10/1991 – Campo Grande 1×0 Vasco da Gama
    17/10/1991 – Campo Grande 2×3 Botafogo
    20/10/1991 – Campo Grande 3×2 Americano
    27/10/1991 – Campo Grande 2×1 Goytacaz
    30/10/1991 – Campo Grande 2×0 Bangu
    04/11/1991 – Campo Grande 1×1 Fluminense
    10/11/1991 – Campo Grande 2×4 América-RJ
    17/11/1991 – Campo Grande 1×1 América de Três Rios
    24/11/1991 – Campo Grande 2×3 São Cristóvão
    02/12/1991 – Campo Grande 0x1 Flamengo
    07/12/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna

Foto. Fonte: Almanaque histórico do Campo Grande Atlético Clube

Fontes consultadas: Blog do Marcão
Almanaque histórico e estatístico do Campo Grande Atlético Clube, de Julio Bovi Diogo e Raymundo Quadros.

Seis construções irregulares são demolidas em ação de ordenamento em Campo Grande

 

A Prefeitura do Rio demoliu na manhã desta sexta-feira seis construções irregulares que obstruíam totalmente a calçada da Rua Carobinha, próximo à Avenida Brasil, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade. A ação conjunta foi coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), que integrou diversos órgãos municipais, Light e Polícia Militar para o trabalho. Os imóveis eram destinados à atividade comercial sem autorização.

A operação contou com agentes da subsecretaria de Operações (Subop) da Seop; da Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), ligada à Secretaria Municipal de Fazenda; da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação; e da Comlurb.

 

Cachorros são sequestrados em Campo Grande!! Familia pede ajuda

Recebemos uma informação de um internauta e seguidor do antigo Campo Grande,  nz verdade,  uma denúncia grave , veja o relato abaixo:

****** !!! ATENÇÃO!!! ******
Hoje pela manhã por volta das 9 horas chegando para trabalhar aqui na nossa loja Doctor Pet que fica no bairro Campo Grande na Rua Major Solon Ribeiro, o nosso funcionário Paulo foi assaltado junto com o nosso carro da loja e dentro do nosso carro estavam os nossos clientes Max e Nina. São um casal de cachorros da raça yorkshire.
Nós estamos a procura deles e a princípio os policiais disseram que os assaltantes levaram o carro para a Vila Kennedy.. Quem puder nos ajudar compartilhando e divulgando para que possamos encontrar os nossos clientes Max e a Nina o mais rápido possível, ficaremos muito gratos!!!

Qualquer informação e notícias podem estar entrando em contato com a gente por aqui ou pelos números:
3292-1708
3402-5853

Engenhos e escravidão em Campo Grande

 

Em sua história, o Brasil passou por alguns chamados “ciclos” econômicos, baseados em produções e/ou extrações de um determinado produto, praticamente centralizando a base econômica do país. Boa parte dos historiadores costumam considerar  três grandes “ciclos” econômicos nacionais: cana-de-açúcar, mineração e café.
    A cana-de-açúcar foi o primeiro grande ciclo (por mais que alguns considerem a exploração do Pau-Brasil como pioneiro), centrada numa produção denominada plantation, possuindo as seguintes características: monocultura (cultivo baseado em um só produto), produção feita em latifúndios, voltada para o mercado externo e utilização de mão de obra escrava.
    Na região do Campo Grande, que se estendia além dos atuais limites do bairro, a produção de cana-de-açúcar também teve seu destaque. Com o desenvolvimento da lavoura canavieira na localidade, aproximadamente entre a segunda metade do século XVII e princípio do século XVIII, houve o crescimento e surgimento de fazendas e engenhos, com a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande chegando a apresentar, nesse período, 14 engenhos de açúcar, sendo o maior nos limites atuais do bairro.
    No ano de 1797, a composição espacial e populacional do bairro era a seguinte:
    Bairro de Campo Grande, ano 1797 – 14 engenhos; 357 fogos; população: 3.566; população livre: 1.562; população escrava: 2.004. Do total de escravos, 873 pertenciam a grandes proprietários. Com relação ao assunto, em Campo Grande viveu um poderoso Senhor de escravos e grande produtor de açúcar e aguardente, o Sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha, sendo o primeiro proprietário da Fazenda do Mendanha.
    É bom observar que fogos, como está citado acima, era o mesmo que família, domicílio, núcleo conjugal, casas de residência, vizinhança ou algo parecido.
    Já no ano de 1824, a estatística das pessoas residentes na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande era de 530 fogos e 5.200 pessoas. (Fonte: Livro da desobriga, livro n° 15 – Visitador Presbítero Secular Luiz Pereira Duarte; Padre Antônio Roiz do Valle).
   A seguir, uma lista de engenhos/fazendas na localidade de Campo Grande e adjacências.
 Engenho do Viegas
        ||          do Mendanha
        ||          da Mata da Paciência
        ||          do Cabuçu
        ||          do Lamarão
        ||          da Piraquara
        ||          de Bangu
        ||          do Retiro
        ||          de Juary
        ||          de Inhoaíba
        ||          das Capoeiras
        ||          dos Coqueiros
        ||          do Rio da Prata
        ||          do Guandu
        ||          de Palmares
        ||          do Campinho
        ||          do Tingui
    Nessa época, existia uma relação entre o Senhor de Engenho e o lavrador, conhecido como partidista. O partidista possuía uma obrigação de levar as canas para o engenho do Senhor, a “fábrica de açúcar”.  As famílias partidistas em Campo Grande representavam um número expressivo na população da região, ajudando em muito nas produções e exportações de açúcar, aguardente, feijão, arroz, café, entre outros. Segundo dados, habitavam na região do Campo Grande, à época, cerca de 210 famílias partidistas, com algumas  possuindo escravos, com cerca de 71,43% destas produzindo cana com até 3 escravos.
    É essencial lembrar que o termo “exportação” mencionado refere-se às vendas para outras freguesias, e não necessariamente para outros países.
    O partidista tinha uma relação talvez não tão distante dos meeiros e arrendatários no meio rural brasileiro atual, no qual o primeiro firma um acordo com o dono da terra, em que metade da produção fica com o proprietário, e outra metade com o tal meeiro, parceiro; já o arrendatário é aquele que paga uma espécie de aluguel para produzir em terras de outros proprietários.
    O número de escravos em cada engenho na região do Campo Grande variava, com alguns proprietários de terras possuindo 1 escravo, como Francisco de Almeida e sua mulher Francisca Tereza, no Engenho de Piraquara, enquanto Mariano Carneiro, proprietário do Engenho/Fazenda de Inhoaíba, possuindo 154 escravos. Alguns engenhos também se destacavam com número alto de escravos, como o do Rio da Prata, com 91; o do Cabuçu, com 112, e das Capoeiras, com 88. Além de escravos, esses engenhos/fazendas também eram compostos de pequenos proprietários, agregados, entre outros.
    Alguns ex-escravos tornaram-se proprietários de terra na região, com seus descendentes vindo a ser, consequentemente, proprietários de sítios e fazendas. Abaixo um registro sobre o assunto:
    Livro n°1 do Juiz de Paz de Campo Grande – Arquivo da cidade do Rio de Janeiro, Códice 45.3.4, página 208 v:
    “Doação que faz Pedro de Azevedo, preto forro de Nação e sua mulher Izabel Roza, preta forra de Nação, a Filizardo Alves Pinto – preto, de terras arrendadas na Fazenda do Guandu, no lugar chamado Quitungo, etc…”
    Observa-se ser destacada a questão da cor da pele das pessoas, somente quando eram negras, não ocorrendo quando eram brancas. Também fazia-se referência à condição de ex-escravo.
    No bairro de Inhoaíba, vizinho aos limites atuais do bairro de Campo Grande, existe um monumento a Preto Velho, inaugurado no aniversário dos 70 anos da libertação dos escravos, em 1958. Criado por Miguel Pastor, é considerado o primeiro monumento/homenagem em reconhecimento à simbologia da religião afro-brasileira, feito em espaço público.
     Foto. Fonte: Carlos Eduardo de Souza
Foto. Fonte: site As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro.
    A imagem homenageia Paizinho Quincas, Joaquim Manuel da Silva, escravo muito popular na região, devido a sua moral e conduta. Segundo fontes, viveu 109 anos, falecendo em 1963. O bairro de Campo Grande também possui um posto de gasolina, localizado na Estrada do Campinho, conhecido como Posto Preto Velho.
Fontes consultadas:
FRÓES, José Nazareth, GELABERT, Odaléa Ranauro. Rumo ao Campo Grande por trolhas e caminhos. Rio de Janeiro. 2004.
Revista do arquivo geral da cidade do RJ – A Zona Oeste colonial e os mapas de população de 1797.

 

Idosa desaparecida em Campo Grande ê encontrada morta

Desde da quinta feira( 13) , a família da D. Regina estava em desespero a procura do seu paradeiro

Segundo familiares D. Regina desapareceu na estrada do campinho,  quando foi encontrar uma amiga

A sua foto foi postado nas redes sociais para ajudar a encontra-la

Porém,  na tarde dessa sexta feira, recebemos a informação de parentes e amigos que D. Regina foi encontrada morta

A familia abalada não quis entrar em detalhes,  mas agradeceu por ajudarem a compartilhar o sumiço da vítima

Mais detalhes em instantes em nosso site

Deus conforte a família e amigos de D. Regina