Arquivo da categoria: Campo Grande

Hoje tem bloco de carnaval em Campo Grande!! Vamos curtir?

Se liga nessa programação: às 17h teremos Baque Mulher e às 20h o Bloco Se Tu Fô Eu Vô!

O evento vai de 14h às 0h e conta também com aquele DJSet esperto da Ki-Calô e da Cardume Produções!

Ingressos antecipados a R$5 (poucas unidades online)!

Na hora: R$10 com nome no mural do evento (leve print) até 18h ou com fantasia o dia todo! R$15 após 18h ou sem nome na lista ou sem fantasia.

Entrada na hora só em dinheiro.

 

Casa bosque fica situada  Estrada da Caroba, 449 – Campo Grande, Rio de Janeiro – RJ, 23085-590

 

HOMEM É PRESO SUSPEITO DE MALTRATAR GATOS EM CAMPO GRANDE

 

HOMEM É PRESO SUSPEITO DE MALTRATAR GATOS

Um homem, que não teve a identidade revelada, foi preso na manhã da sexta-feira por suspeita de maltratar gatos e comercializar animais silvestres.

De acordo com o presidente da comissão de defesa dos animais, vereador Luiz Carlos Ramos Filho, e as equipes da subsecretaria municipal de bem-estar animal (Subem) e da delegacia de proteção ao meio ambiente (Dpma) voltavam de uma operação e, quando passavam pela Rua Maetinga, em Inhoaiba, na Zona Oeste, viram um homem batendo num gato.

“Uma covardia, ele bateu na cara do bicho. Imediatamente paramos. Ele nos xingou de otarios. Os policiais o prenderam em flagrante”, contou Luiz Carlos.
Ainda de acordo com o presidente, na casa foram encontradas armadilhas e gaiolas, gatos doentes e animais silvestres, como jabutis e pássaros.

“Os vizinhos nos contaram que o homem vendia pássaros, jabutis e também cobras. Maltratar animal e comercializar animais silvestres são crimes. Sem falar no desacato à autoridade e ao funcionário público. Estamos todos trabalhando e fomos ofendidos, e mais grave é a situação destes pobres animais“, finaliza Ramos Filho.

 

Morro dos cablocos em Campo Grande pede socorro!!

Recebemos uma denúncia de uma seguidora e internauta do Antigo Campo Grande sobre o morro dos cablocos em Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro

Veja abaixo o desabafo da internauta

Fotos de hoje no Morro dos Caboclos…. impossível as crianças irem para a escola, e também há grande dificuldade dos pais de família sair de casa para seus trabalhos…. 😥 Além de ser muito longe a lama impossibilita a passagem de carros e Motos….
Alguns candidatos já visitaram e fizeram promessas à comunidade, mas infelizmente até o momento nada foi feito…. Faço um apelo aqui nas redes sociais…. quem puder compartilhar ou encaminhar a alguém que possa ajudar….
Muitas pessoas ficarão gratas….
Lembrando que essas fotos são de um pequeno trecho…. existem partes bem piores.

Texto feito por Glória Oliveira

Que nossas autoridades tomem providência a denúncia

 

 

O melhor campeonato carioca do campusca!!

 

O melhor cariocão do Campusca

    O campeonato carioca de futebol é considerado o mais “charmoso” dos estaduais do Brasil. Com início datando o começo do século XX, o estadual do Rio possui muitas histórias, recordes de público, grandes decisões, entre outros atributos. Clubes como América e Bangu já foram grandes protagonistas, conquistando títulos, inclusive, além do simpático São Cristóvão e o extinto Paysandu também erguendo troféu de campeão.
    Numa história recente, alguns considerados pequenos chegaram perto do título, como o Americano de Campos, em 2002, o Volta Redonda, em 2005, e o Madureira, em 2006, ambos ficando com o vice-campeonato. Atualmente, praticamente só os considerados “grandes” é que revezam conquistas locais.
    Já o Galo da Zona Oeste nunca chegou à uma decisão de carioca. O clube que se orgulha do título da Taça de Prata de 1982 obteve sua melhor campanha no cariocão de 1991. Nesse ano, o clube contou com jogadores experientes e famosos como Elói, Claudio Adão, Roberto Dinamite, além do goleiro Paulo Cesar, o PC Gusmão, hoje técnico de futebol.

Roberto Dinamite com a camisa do Campo Grande, em 1991.
Foto. Fonte: Face Campusca Cgac

    O clube estreou perdendo para o Vasco da Gama, no dia 04 de agosto. Porém, com o desenrolar do campeonato, o Campo Grande obteve bons resultados, incluindo empates com Botafogo, Fluminense e Flamengo (que seria o campeão), todos por 1×1; uma vitória contra o Bangu, por 2×0, no antigo “clássico rural”, de muita rivalidade; e uma vitória sobre o Vasco, no segundo turno, por 1×0.
    O Galo da Zona Oeste terminou os dois turnos (Taça Guanabara e Taça Rio) em 5º lugar, sempre atrás apenas dos quatro grandes, ficando também com esta colocação geral do campeonato, atrás apenas também de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.
    Abaixo todos os resultados do clube em sua melhor participação no campeonato carioca
    PRIMEIRO TURNO
    04/08/1991 – Campo Grande 0x1 Vasco da Gama
    07/08/1991 – Campo Grande 1×1 Americano
    14/08/1991 – Campo Grande 2×2 Volta Redonda
    18/08/1991 – Campo Grande 1×1 Bangu
    24/08/1991 – Campo Grande 1×3 Fluminense
    01/09/1991 – Campo Grande 1×1 América-RJ
    04/09/1991 – Campo Grande 1×1 Botafogo
    08/09/1991 – Campo Grande 2×1 América de Três Rios
    15/09/1991 – Campo Grande 2×1 Portuguesa-RJ
    22/09/1991 – Campo Grande 1×1 Flamengo
    29/09/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna
    SEGUNDO TURNO
    07/10/1991 – Campo Grande 1×0 Vasco da Gama
    17/10/1991 – Campo Grande 2×3 Botafogo
    20/10/1991 – Campo Grande 3×2 Americano
    27/10/1991 – Campo Grande 2×1 Goytacaz
    30/10/1991 – Campo Grande 2×0 Bangu
    04/11/1991 – Campo Grande 1×1 Fluminense
    10/11/1991 – Campo Grande 2×4 América-RJ
    17/11/1991 – Campo Grande 1×1 América de Três Rios
    24/11/1991 – Campo Grande 2×3 São Cristóvão
    02/12/1991 – Campo Grande 0x1 Flamengo
    07/12/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna

Foto. Fonte: Almanaque histórico do Campo Grande Atlético Clube

Fontes consultadas: Blog do Marcão
Almanaque histórico e estatístico do Campo Grande Atlético Clube, de Julio Bovi Diogo e Raymundo Quadros.

Seis construções irregulares são demolidas em ação de ordenamento em Campo Grande

 

A Prefeitura do Rio demoliu na manhã desta sexta-feira seis construções irregulares que obstruíam totalmente a calçada da Rua Carobinha, próximo à Avenida Brasil, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade. A ação conjunta foi coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), que integrou diversos órgãos municipais, Light e Polícia Militar para o trabalho. Os imóveis eram destinados à atividade comercial sem autorização.

A operação contou com agentes da subsecretaria de Operações (Subop) da Seop; da Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), ligada à Secretaria Municipal de Fazenda; da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação; e da Comlurb.

 

Cachorros são sequestrados em Campo Grande!! Familia pede ajuda

Recebemos uma informação de um internauta e seguidor do antigo Campo Grande,  nz verdade,  uma denúncia grave , veja o relato abaixo:

****** !!! ATENÇÃO!!! ******
Hoje pela manhã por volta das 9 horas chegando para trabalhar aqui na nossa loja Doctor Pet que fica no bairro Campo Grande na Rua Major Solon Ribeiro, o nosso funcionário Paulo foi assaltado junto com o nosso carro da loja e dentro do nosso carro estavam os nossos clientes Max e Nina. São um casal de cachorros da raça yorkshire.
Nós estamos a procura deles e a princípio os policiais disseram que os assaltantes levaram o carro para a Vila Kennedy.. Quem puder nos ajudar compartilhando e divulgando para que possamos encontrar os nossos clientes Max e a Nina o mais rápido possível, ficaremos muito gratos!!!

Qualquer informação e notícias podem estar entrando em contato com a gente por aqui ou pelos números:
3292-1708
3402-5853

Engenhos e escravidão em Campo Grande

 

Em sua história, o Brasil passou por alguns chamados “ciclos” econômicos, baseados em produções e/ou extrações de um determinado produto, praticamente centralizando a base econômica do país. Boa parte dos historiadores costumam considerar  três grandes “ciclos” econômicos nacionais: cana-de-açúcar, mineração e café.
    A cana-de-açúcar foi o primeiro grande ciclo (por mais que alguns considerem a exploração do Pau-Brasil como pioneiro), centrada numa produção denominada plantation, possuindo as seguintes características: monocultura (cultivo baseado em um só produto), produção feita em latifúndios, voltada para o mercado externo e utilização de mão de obra escrava.
    Na região do Campo Grande, que se estendia além dos atuais limites do bairro, a produção de cana-de-açúcar também teve seu destaque. Com o desenvolvimento da lavoura canavieira na localidade, aproximadamente entre a segunda metade do século XVII e princípio do século XVIII, houve o crescimento e surgimento de fazendas e engenhos, com a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande chegando a apresentar, nesse período, 14 engenhos de açúcar, sendo o maior nos limites atuais do bairro.
    No ano de 1797, a composição espacial e populacional do bairro era a seguinte:
    Bairro de Campo Grande, ano 1797 – 14 engenhos; 357 fogos; população: 3.566; população livre: 1.562; população escrava: 2.004. Do total de escravos, 873 pertenciam a grandes proprietários. Com relação ao assunto, em Campo Grande viveu um poderoso Senhor de escravos e grande produtor de açúcar e aguardente, o Sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha, sendo o primeiro proprietário da Fazenda do Mendanha.
    É bom observar que fogos, como está citado acima, era o mesmo que família, domicílio, núcleo conjugal, casas de residência, vizinhança ou algo parecido.
    Já no ano de 1824, a estatística das pessoas residentes na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande era de 530 fogos e 5.200 pessoas. (Fonte: Livro da desobriga, livro n° 15 – Visitador Presbítero Secular Luiz Pereira Duarte; Padre Antônio Roiz do Valle).
   A seguir, uma lista de engenhos/fazendas na localidade de Campo Grande e adjacências.
 Engenho do Viegas
        ||          do Mendanha
        ||          da Mata da Paciência
        ||          do Cabuçu
        ||          do Lamarão
        ||          da Piraquara
        ||          de Bangu
        ||          do Retiro
        ||          de Juary
        ||          de Inhoaíba
        ||          das Capoeiras
        ||          dos Coqueiros
        ||          do Rio da Prata
        ||          do Guandu
        ||          de Palmares
        ||          do Campinho
        ||          do Tingui
    Nessa época, existia uma relação entre o Senhor de Engenho e o lavrador, conhecido como partidista. O partidista possuía uma obrigação de levar as canas para o engenho do Senhor, a “fábrica de açúcar”.  As famílias partidistas em Campo Grande representavam um número expressivo na população da região, ajudando em muito nas produções e exportações de açúcar, aguardente, feijão, arroz, café, entre outros. Segundo dados, habitavam na região do Campo Grande, à época, cerca de 210 famílias partidistas, com algumas  possuindo escravos, com cerca de 71,43% destas produzindo cana com até 3 escravos.
    É essencial lembrar que o termo “exportação” mencionado refere-se às vendas para outras freguesias, e não necessariamente para outros países.
    O partidista tinha uma relação talvez não tão distante dos meeiros e arrendatários no meio rural brasileiro atual, no qual o primeiro firma um acordo com o dono da terra, em que metade da produção fica com o proprietário, e outra metade com o tal meeiro, parceiro; já o arrendatário é aquele que paga uma espécie de aluguel para produzir em terras de outros proprietários.
    O número de escravos em cada engenho na região do Campo Grande variava, com alguns proprietários de terras possuindo 1 escravo, como Francisco de Almeida e sua mulher Francisca Tereza, no Engenho de Piraquara, enquanto Mariano Carneiro, proprietário do Engenho/Fazenda de Inhoaíba, possuindo 154 escravos. Alguns engenhos também se destacavam com número alto de escravos, como o do Rio da Prata, com 91; o do Cabuçu, com 112, e das Capoeiras, com 88. Além de escravos, esses engenhos/fazendas também eram compostos de pequenos proprietários, agregados, entre outros.
    Alguns ex-escravos tornaram-se proprietários de terra na região, com seus descendentes vindo a ser, consequentemente, proprietários de sítios e fazendas. Abaixo um registro sobre o assunto:
    Livro n°1 do Juiz de Paz de Campo Grande – Arquivo da cidade do Rio de Janeiro, Códice 45.3.4, página 208 v:
    “Doação que faz Pedro de Azevedo, preto forro de Nação e sua mulher Izabel Roza, preta forra de Nação, a Filizardo Alves Pinto – preto, de terras arrendadas na Fazenda do Guandu, no lugar chamado Quitungo, etc…”
    Observa-se ser destacada a questão da cor da pele das pessoas, somente quando eram negras, não ocorrendo quando eram brancas. Também fazia-se referência à condição de ex-escravo.
    No bairro de Inhoaíba, vizinho aos limites atuais do bairro de Campo Grande, existe um monumento a Preto Velho, inaugurado no aniversário dos 70 anos da libertação dos escravos, em 1958. Criado por Miguel Pastor, é considerado o primeiro monumento/homenagem em reconhecimento à simbologia da religião afro-brasileira, feito em espaço público.
     Foto. Fonte: Carlos Eduardo de Souza
Foto. Fonte: site As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro.
    A imagem homenageia Paizinho Quincas, Joaquim Manuel da Silva, escravo muito popular na região, devido a sua moral e conduta. Segundo fontes, viveu 109 anos, falecendo em 1963. O bairro de Campo Grande também possui um posto de gasolina, localizado na Estrada do Campinho, conhecido como Posto Preto Velho.
Fontes consultadas:
FRÓES, José Nazareth, GELABERT, Odaléa Ranauro. Rumo ao Campo Grande por trolhas e caminhos. Rio de Janeiro. 2004.
Revista do arquivo geral da cidade do RJ – A Zona Oeste colonial e os mapas de população de 1797.

 

Idosa desaparecida em Campo Grande ê encontrada morta

Desde da quinta feira( 13) , a família da D. Regina estava em desespero a procura do seu paradeiro

Segundo familiares D. Regina desapareceu na estrada do campinho,  quando foi encontrar uma amiga

A sua foto foi postado nas redes sociais para ajudar a encontra-la

Porém,  na tarde dessa sexta feira, recebemos a informação de parentes e amigos que D. Regina foi encontrada morta

A familia abalada não quis entrar em detalhes,  mas agradeceu por ajudarem a compartilhar o sumiço da vítima

Mais detalhes em instantes em nosso site

Deus conforte a família e amigos de D. Regina

Um Campo Grande ainda ao longe e distante..

 

Campo Grande, bairro mais populoso do Rio de Janeiro, já foi conhecido como área agrícola, Zona Rural, parte do então Sertão Carioca. O bairro já abrigou engenhos de açúcar, grandes produções de laranjas, alguns outros produtos e, segundo alguns historiadores, a região também foi gênese do famoso ciclo do café no Brasil, iniciado, segundo os mesmos, no Mendanha.
    Porém, principalmente a partir de meados do século XX, a região começou a mudar, de forma relevante, suas paisagem e dinâmica. De área tipicamente rural, o bairro da Zona Oeste transformou-se em área urbana (ou suburbana) em expansão, após o crescimento do comércio e dos serviços, e a chegada das indústrias. Atualmente, o que predominam no bairro são os prédios, construções, lojas, trânsito, ou seja, características que não remetem mais ao rural.
    Entretanto, em alguns pontos do bairro ainda é possível presenciar importantes bolsões agrícolas, como as regiões do Rio da Prata, do Mendanha e da Serrinha. Nesta última localidade, próxima ao Mendanha, e ao mesmo tempo perto da Avenida Brasil, parece que o tempo parou. A paisagem, em sua maior parte, lembra o passado agrícola do bairro, com vastas plantações e vegetação presentes. Algumas residências ainda têm como características terrenos extensos, abrigando mais de uma casa, praticamente sem (ou com fina) cerca, separando a vizinhança, com plantações e árvores variadas presentes e espalhadas pelo grande quintal.
    Pouco se vê condução, e ao mesmo tempo percebe-se alguns hábitos de certos moradores, remetendo a tempos passados, como a forma de falar e tratar as pessoas. E é claro que, como característica de “interior”, não pode faltar uma igreja católica. Nesse caso, encontra-se a Igreja Nossa Senhora da Paz. Nota-se também no costume das pessoas em referir-se ao centro do bairro como “Vou ali em Campo Grande”, como se só o centro representa-se o bairro. Na verdade, isso se estende para o centro do município do Rio, quando as pessoas mais afastadas, incluindo quem mora em Campo Grande, ainda dizem: “Vou lá na cidade resolver um problema”, como se Campo Grande não pertencesse ao Rio de Janeiro. São como resquícios da época de Zona Rural.
    Assim, conclui-se que algumas partes de Campo Grande ainda são “ilhas”, “a milhas e milhas de qualquer lugar”, e estando ainda “longe demais das capitais”.
    Abaixo, imagens da Serrinha, tiradas de dentro de uma residência do local

 

 

Fotos. Créditos: Carlos Eduardo de Souza

 

Justiça decreta a prisão de homem que atirou em amigos em bar de Campo Grande

Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) decretou a prisão preventiva do suspeito de ter atirado contra três amigos durante uma discussão em um bar de Campo Grande, no último domingo. Genison da Conceição, de 42 anos, já é considerado foragido, pois não foi encontrado após buscas feitas pela 35ª DP (Campo Grande), que investiga o caso.
O pedido de prisão contra Genison foi feito pelo delegado Luís Maurício Armond, titular da 35ª DP, no plantão judiciário desta quarta-feira. Assim que a Justiça emitiu o mandado de prisão, os policiais da distrital saíram à procura do suspeito.
“Nós fomos em vários endereços até agora. Estivemos em BanguMangaratiba e outras regiões”, conta o delegado.
TRIPLA TENTATIVA DE HOMICÍDIO
Genison é procurado pela tentativa de homicídio de Filipe dos Santos, de 20 anos, Daniel Victorino, 27, e Anderson Reis, 29. Os amigos foram baleados por ele em um bar que fica na Estrada do Guandú do Sena, próximo da localidade conhecida como Carobinha, no bairro da Zona Oeste do Rio.
Os três e Genison discutiram após os amigos convidarem um morador de rua para se sentar no bar com eles. O filho do homem que os baleou estava presente e, de acordo com Anderson, acirrou os ânimos na hora do desentendimento.
Após serem baleados, os amigos foram socorridos no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, e no Rocha Maia, ainda em Campo Grande. Dos três, apenas Anderson, que foi baleado nas costas, recebeu alta. Os outros dois estão internado em estado grave no CTI das unidades. Filipe, que é ajudante de caminhão, assim como Anderson, no Albert Schweitzer e Daniel, que está desempregado, no Rocha Faria.
“Daniel teve uma melhora nesta quinta. Acordou e conversou com os familiares. Mas como está entubando, não conseguiu falar, só fez sinais com a cabeça”, Anderson comemora, sobre o amigo que foi baleado nas costas.
O ajudante de caminhão conta que Filipe, que levou dois tiros à queima-roupa na barriga, também teve uma melhora.
“Já tiraram os equipamentos que estavam nele e ele conseguiu conversar aos poucos. Ele perguntou pela gente, se a gente tava bem e o pessoal falou que não era para ele se esforçar muito”, acrescentou.

Genison da Conceição já é considerado foragido da JustiçaArquivo Pessoal