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EMPREGO!! R$2.000!! CAMPO GRANDE!! VENDEDOR!!

Morar Mais – Imobiliária com sólida experiência no mercado!!! Atuante em todo estado do Rio de Janeiro, possui sede na Zona Oeste, Zona norte e Região metropolitana. Parceira de vendas das principais Construtoras como MRV, Tenda, Direcional entre outras. Estamos ampliando nosso quadro de corretores

Cargo: Vendedor de Imóveis
Contratação: Autônomo

Descrição da Vaga:

  • Estamos em busca de um Vendedor de Imóveis para se juntar a equipe. Atividades: • Prospecção de clientes através de telemarketing ativo • Prospecção de clientes nas redes sociais • Fechamento de venda e assinatura de contratos nos Estandes de vendas. • Atendimento direcionado direto ao cliente; • Assessoria na compra e venda de imóveis; • Prospecção ativa de cliente; • Divulgação de empreendimentos novos, lançamentos e imóveis prontos; • Plantão interno e externo de vendas semanais; • Telemarketing; • Envio de e-mail marketing.

Requisitos:

  • Ensino médio completo – Disponibilidade de horário – Pró-ativo

Local: Campo Grande – Rio de Janeiro
Salário: R$ 2.000,00
Jornada de Trabalho: a combinar

Informações adicionais:

  • PORQUE TRABALHAR AQUI
  • Estrutura de escritório, ambiente agradável, treinamentos para capacitação a profissão e desenvolvimento, oportunidades de crescimento de cargo. Contatos de clientes, fornecimento de todo material para trabalho. Plantões nas principais construtoras do Rio de Janeiro. Acesso total aos diretores e gerentes da empresa. Equipe de Back office, treinada e dedicada para ajudar nas vendas.

Formas de candidatura:
Para se candidatar envie seu currículo por e-mail para: selecaomorarmais@gmail.com com o assunto: Vendedor de imóveis

 

 

Cadastrada às 13:50h do dia 4 de janeiro de 2019 com Nenhum comentário.
Palavras Vinculadas: 

A equipe do Antigo Campo Grande, deseja boa sorte aos candidatos!! Bom ano novo feliz 2019

concursos com inscrições abertas reúnem mais de 20 mil vagas

A semana está recheada de oportunidades para os concurseiros do país. O Metrópolesselecionou cinco certames que estão com inscrições abertas. O destaque principal vai para o concurso da Secretaria de Estado do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh), que está com inscrições abertas.

A seleção conta com a oferta de 314 vagas imediatas, mais formação de cadastro reserva com 1.570 postos.

As oportunidades de nível médio são divididas em 102 vagas para o cargo de técnico em assistência social. Para agente social, são mais 600. Para cuidador social, 60. A remuneração inicial é de R$ 2.600, com carga horária de 30 horas semanais.

Para os candidatos de nível superior, as oportunidades são divididas conforme os quadros abaixo. A remuneração inicial é de R$ 3.599,70, com carga horária de 30 horas semanais.

Provas e inscrições
O concurso será composto de provas objetivas, redação (para nível superior), avaliação psicológica e análise da vida pregressa. Todas as fases serão realizadas em Brasília.

As provas objetivas estão marcadas para 24 de março de 2019. Serão cobrados conhecimentos em língua portuguesa, atualidades, direito constitucional, direito administrativo e conhecimentos específicos do cargo.

Os candidatos devem acessar a página do Instituto Brasil de Educação (Ibrae) para participar do certame. A taxa de inscrição é de R$ 115 para especialistas e R$ 85 para técnicos.

A seguir, confira outros concursos:

Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul)
Vagas: 200
Remuneração: R$ 3.970
Edital: aqui

Secretaria da Educação, Cultura e Esporte de Goiás
Vagas: 17.643
Remuneração: vai de R$ 876,65 a R$ 4.726,85
Edital: aqui

Secretaria Estadual de Educação de São Paulo
Vagas: 
539
Remuneração: 
entre R$ 1.339,29 e R$ 4.5383,88
Edital: 
aqui

Polícia Militar de Santa Catarina
Vagas: 490
Remuneração: 
R$ 1.017,00
Edital: 
aqui

Boa sorte a todos os concurseiros!! concurso é o caminho

PM do Rio abre concurso público com 37 vagas para oficiais

A Polícia Militar do Rio abriu inscrições para um concurso público com 37 vagas de oficial, para ambos os sexos, sendo 30 chances para ampla concorrência e sete reservadas a negros ou índios. Para se candidatar, é preciso ter nível superior (bacharel em Direito). Os selecionados ocuparão o posto de segundo-tenente PM, com remuneração de R$ 7.132,52. A seleção está a cargo do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade). Os interessados poderão se inscrever até 20 de janeiro, pelo site www.ibade.org.br.

É preciso ter de 18 anos (até a data da matrícula no curso de formação) a 35 anos (até 28 de dezembro, data de publicação do edital), e ter, no mínimo, 1,65m de altura (homem) ou 1,60m (mulher). Além disso, é necessário estar quite com as obrigações eleitorais e militares (neste último caso, apenas homens).

 

O interessado também não deve ter sido demitido, excluído ou licenciado de qualquer instituição militar estadual ou das Forças Armadas, nem ter sido demitido ou destituído de cargo público ou em comissão, em qualquer órgão da administração federal, estadual ou municipal, por conduta desabonadora.

A validade do concurso público será de 90 dias, a contar da homologação.

EX-BLOGUEIRA VIRA EMPRESÁRIA E CRIA MARCA DE BELEZA DE R$ 3,8 BILHÕES

Instagram virou uma ótima oportunidade de negócio para os empreendedores. A maquiadora e influencer Huda Kattan decidiu apostar no poder dessa rede social e fez sucesso. Hoje, ela tem 28 milhões de seguidores no Instagrame uma empresa de beleza avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 3,8 bilhões).

Mas nem sempre Huda pensou em ser empreendedora. Ela estudou finanças na faculdade e se formou em 2007. Começou a trabalhar em uma empresa de recrutamento, mas logo perdeu o emprego.

 

Na época, estava tendo um relacionamento difícil com trabalho. Queria encontrar algo que fizesse com paixão.

Foi assim que surgiu a ideia de investir no mercado de maquiagem. Huda fez um curso e se tornou blogueira. Trabalhava como maquiadora durante o dia; à noite, postava em seu blog tutoriais de maquiagem e dicas de especialistas.

 

O blog era uma paixão, mas não foi um negócio lucrativo. Isso fez com que a empresária repensasse sua estratégia. Em 2013, pegou um empréstimo com sua irmã e começou a vender cílios postiços. Foi o início da Huda Beauty. Começou a divulgar seus produtos nas redes sociais e fez sucesso. Chegou a ser elogiada pela modelo Kim Kardashian West.

No início, o apartamento da maquiadora servia de estoque para as mercadorias.
Hoje a marca cresceu. Já oferece 140 itens, vende kits de maquiagem e produtos para pele e cabelo.

A empreendedora pretende faturar US$ 400 milhões (1,5 bilhões) em 2018, dobrando os números do ano passado. Atualmente, Huda tem um patrimônio estimado em US$ 550 milhões (R$ 2 bilhões) e é uma das mulheres mais ricas da América em 2018, segundo a lista da Forbes.

Ex-catadora de latinhas passa em concurso: ganha R$ 7 mil por mês!

Uma catadora de latinha do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias.

Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50, por um salário de R$ 7 mil.

“Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma Marilene Lopes.

Agora, ela diz que pensa em estudar direito.

Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Latinhas

Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, cidade a 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada.

“Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h”, explica.

O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia.

Fome

Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças.

Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio.

Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome.

“Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta”, conta.

R$ 5 emprestados

Mesmo para se inscrever na prova Marilene (foto cima), que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades.

Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento.E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal.

“Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar.”

 

 

Nova vida

Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito.

“Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo.”

Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria.

A trajetória dela inspira os colegas.

Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D’Olival Junior, é só elogios. “A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente.”
Fonte:Bem Mais Mulher

Jovens criam projeto de app de serviços de beleza em domicílio

De olho na expansão do mercado da beleza, um dos setores que mais cresce no País, quatro jovens estudantes apostaram na criação de um aplicativo de serviços de manicure e pedicure em domicílio para encantar pais, alunos e amigos e vencer a 3ª Feira de Empreendedorismo e Tecnologia realizado pelo Cedaspy Professional School (CPS), rede de escolas de profissionalização e capacitação para jovens. Batizado de Esmalteria S.O.S Unhas, o projeto foi desenvolvido por Camille Nunes, Emanuelly Fernandes, Maria Catarina Rocha e Nayara Andrade, em conclusão de curso e para apresentação na Feira, promovida pela unidade do Cedaspy de Contagem, entre os dias 21 e 22 de dezembro.

 

 

 

 

 

Durante o evento, o grupo vencedor arrecadou 39.400 Cedaspyus, moeda criada exclusivamente para a Feira. Os visitantes recebiam os “recursos” e destinavam a quantidade desejada de moedas aos projetos mais bem avaliados, levando em conta aspectos como criatividade, inovação, organização e apresentação.

Nesta terceira edição, cerca de 150 alunos se envolveram no desenvolvimento de 34 planos de negócios de empresas. As ideias foram avaliadas por uma banca examinadora composta também por professores e empresários convidados, que levaram em consideração a lucratividade, a estruturação do plano de negócios e o grau de inovação da proposta.

O desafio dos alunos era desenvolver uma proposta de projeto de empresa a partir dos conceitos ensinados ao longo de todo o curso do Cedaspy. Sagrou-se vencedor o grupo que arrecadou o maior número de Cedaspyus e conquistou a melhor nota. “Os estudantes são incentivados a pensar como empreendedores. Muitas ideias de negócios apresentadas na Feira têm potencial para se tornar realidade”, acredita Rodrigo Ferreira, coordenador de ensino do Cedaspy Contagem.

Entre outros projetos apresentados na 3ª Feira de Empreendedorismo e Tecnologia, destacaram-se as propostas de criação de jogos de lógica para as empresas aplicarem no treinamento dos colaboradores e estruturação de uma rede de franquias de haras.

Projeto vencedor

A S.O.S Unhas foi idealizada com o conceito de uma esmalteria tradicional, com espaço físico instalado na cidade de Contagem, sem serviços de cabelereiro. Para combinar conforto e praticidade aos clientes sem tempo de se deslocar até o salão, as quatro alunas também projetaram um aplicativo para garantir o atendimento rápido e confortável em qualquer localidade na região metropolitana de Belo Horizonte.

A sacada do projeto é que o ‘Uber da Beleza’, como o aplicativo é chamado pelas estudantes, permite aos profissionais da beleza usarem motos ou triciclos para se deslocar até os endereços dos clientes.

Para garantir o sucesso na feira e atrair o maior número de visitantes ao estande, as alunas da Esmalteria S.O.S Unhas investiram no sorteio de um kit manicure e massagens nas mãos dos potenciais clientes. “As alunas se destacaram pela estratégia de atração dos visitantes, além da organização, apresentação e execução da proposta de trabalho durante o evento”, avalia o coordenador.

Taxa de desemprego cede pela segunda vez seguida, para 11,6%

A taxa de desemprego cedeu pela segunda vez seguida, ficando em 11,6% no trimestre encerrado em novembro. Nos três meses encerrados em agosto, que servem como base de comparação, a taxa havia sido de 12,1%. Há um ano, em novembro de 2017, ficou em 12%. Os dados são da pesquisa Pnad Contínua, do IBGE, e foram divulgados na última sexta-feira do ano. Ela considera tanto o mercado formal quanto o informal. Analistas consultados pela Bloomberg projetavam uma taxa de 11,5%. Para o ano, o mercado estima um desemprego médio na casa dos 12%. Em 2019, ele deve ceder mais.

O número de desempregados, que era de 12,7 milhões no trimestre passado e de 12,6 milhões há um ano, também cedeu. Em novembro, 12,2 milhões de brasileiros buscavam uma vaga. De acordo com o IBGE, o número de pessoas empregadas com carteira de trabalho (33 milhões) ficou estável nas duas comparações. O número de desalentados, que são as pessoas que desistiram de buscar trabalho, também ficou estável (4,7 milhões). O rendimento médio real também permaneceu inalterado. Foi estimado em R$ 2.238 no trimestre encerrado em novembro.

 

A pesquisa vem, desde o segundo trimestre do ano, mostrando alta da ocupação. Mas sempre via informalidade, ressaltou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE:

— Eventos como eleição e Black Friday foram positivas para o mercado de trabalho no trimestre de setembro a novembro. As eleições ajudaram via contratação de pessoas nos comitês, para cabo eleitoral e realização de pesquisas. É muito provável que seja um contrato temporário, sem carteira.

Ele ressaltou, ainda, os prejuízos da ocupação via informalidade: são pessoas que não contribuem com o sistema previdenciário, não têm direito a férias, 13° salário e outros benefícios.

Postos com carteira de trabalho

Quando observadas só os postos gerados com carteira de trabalho, o Brasil criou 58.664 vagas (saldo entre contratações e demissões) em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. É o melhor resultado para o mês desde 2010, quando foram geradas 138.247 vagas formais. Novembro é o quinto mês seguido com resultado positivo na criação de empregos com carteira.

A população ocupada foi estimada em 93,2 milhões de pessoas, um recorde para a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Esse grupo teve acréscimo de 1,1 milhão de pessoas em relação ao trimestre encerrado em agosto e de 1,2 milhão em relação ao mesmo período do ano passado. Esse recorde é reflexo de outros dois: o número de empregados sem carteira (11,7 milhões) e o de trabalhadores por conta própria (23,8 milhões) são os maiores da história.

— Você bate o recorde de população ocupada, mas tem o dobro de pessoas desocupadas, em relação a 2014, antes de começar a crise. Esse recorde de ocupação tem de ser comemorado quando ele der conta de absorver os desempregados e tirar pessoas da informalidade. Perdemos 4 milhões de empregos com carteira desde 2014 — avaliou Azeredo.

Subutilização

A população subutilizada (27 milhões) compreende as pessoas de 14 anos ou mais de idade que estavam sem emprego, na força de trabalho potencial — pessoas que não estavam trabalhando nem procurando emprego, mas que estavam disponíveis para trabalhar; os que estavam procurando, mas não estavam disponíveis para trabalhar; e os desalentados — ou que trabalhavam menos de 40 horas por semana, mas gostariam e estavam disponíveis para trabalhar mais. Esse grupo teve redução de 478 mil pessoas em relação ao trimestre anterior e cresceu em 486 mil trabalhadores em relação ao ano anterior. Com isso, a taxa de subutilização da força de trabalho (23,9%) recuou 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto e ficou estável em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Chefes estão mais tolerantes com quem chora no trabalho, diz estudo

Empresas começam a encarar lágrimas no trabalho com outros olhos. Uma pesquisa realizada neste ano pela Accountemps, nos Estados Unidos, revela que 44% dos 2.200 diretores financeiros entrevistados consideram normal chorar de vez em quando, enquanto 30% não veem problema algum nisso. A minoria (26%) desaprova completamente o ato.

 

 

 

 

O estudo mostrou que os chefes são mais tolerantes com as lágrimas do que os subordinados. Dos 1.000 funcionários entrevistados, 32% consideram as lágrimas inaceitáveis, embora quase metade (45%) admita já ter chorado.

Responsável pela área de pesquisas executivas da Robert Half, grupo ao qual pertence a Accountemps, Mario Custodio associa a desconstrução do tabu à tendência de líderes menos autoritários e mais abertos ao diálogo.

As empresas tentam criar ambientes de trabalho mais acolhedores. Na Stone Pagamentos, há uma “sala de descompressão”, onde os funcionários podem se acalmar quando estão estressados.

“Ninguém é super-homem. O mais importante é que as pessoas sejam autênticas”, diz Luis Vabo Jr, diretor da Stone. A empresa também tornou obrigatória uma aula de inteligência emocional para a equipe de atendimento ao cliente, setor em que o choro é mais frequente, segundo o executivo.

A Mastercard busca ajudar seus empregados a encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional com o programa “The Whole You” (“Você por Inteiro”), iniciado em 2016. A proposta envolve, entre outros benefícios, horários mais flexíveis de trabalho e home office, além do abono de quatro dias anuais para os que quiserem atuar em projetos voluntários.

Contudo, para a escritora americana Anne Kreamer, autora de “It’s Always Personal: Navigating Emotion in the New Workplace” (“Sempre é Pessoal: Lidando com Emoções no Escritório Moderno”, sem edição no Brasil), é justamente a exigência de envolvimento integral dos funcionários que os têm deixado mais instáveis emocionalmente.

Ex-executiva das redes PBS e Nickelodeon, ela argumenta que, quando havia uma separação mais rígida entre vida pessoal e trabalho, os profissionais tinham tempo para desenvolver resiliência e assim lidar melhor com as dificuldades.

Hoje, com a conexão ininterrupta dos trabalhadores com suas empresas por meio da tecnologia, “eles atingem seus limites antes mesmo de os problemas aparecerem”, diz Anne. A diretora de marketing Lana Kantor, 23, afirma sentir na pele essa pressão. Ela trabalha em startups há sete anos e já passou por duas crises de “burnout”, ou esgotamento por estresse no trabalho. Na última, em 2017, chorava pelo menos uma vez por semana.

Hoje, Lana está em um novo emprego. Ainda chora, mas com menos frequência. Ela afirma que suas lágrimas costumam estar ligadas a uma expectativa de rendimento inesgotável no trabalho, reforçada pelo ambiente de startups. Seu choro é motivado pela sensação de que não está à altura das suas responsabilidades ou por estafa.

 

As razões são semelhantes àquelas listadas por psicólogos e coaches entre as mais comuns nos relatos de quem chora no -e por causa do- trabalho: críticas consideradas injustas, reprovação de projetos que demandaram grande empenho e ansiedade com prazos de entrega. Para o psiquiatra, escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, julgar quem chora ao perder um negócio, por exemplo, está fora de moda. “Uma pessoa que chora não é fraca. Ela dá um sinal de que se importa com a empresa”, diz.

Anne Kreamer afirma que acabar com o tabu do choro é importante porque as lágrimas apontam uma situação insustentável. “Elas permitem entender quais são nossos gatilhos emocionais”, diz.Foi o que aconteceu com o publicitário Fernando Valiengo, 26. Um ano estressante na agência em que trabalhava como gerente culminou em sua segunda crise de “burnout”, acompanhada de uma pneumonia.

Voltando para casa depois de uma reunião em que se sentiu humilhado pelo chefe, começou a chorar. Ali, percebeu que precisava se demitir. “Não é como se vidas estivessem dependendo de mim, mas a pressão era nesse nível, não fazia sentido”, diz. Lana Kantor se preocupa com a generalização do conceito de inteligência emocional, frequentemente citada por psicólogos e coaches como maneira de dominar o estresse. “Tenho medo de que seja um sinônimo para o quanto você é capaz de apanhar sem esboçar reação.” Com informações da Folhapress.

Gerdau abre 110 vagas de trainee em vários estados do país

A Gerdau, uma das principais empresas da siderurgia brasileira, abre vagas 110 vagas para seu programa de trainee. As oportunidades são no Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Bahia, Mato Grosso e Tocantins.

O programa busca estudantes dos cursos de engenharias, ciências contábeis, administração, marketing, logística, economia, psicologia, geologia, comércio exterior, direito, sistema de informação, ciências da computação e química.

 

 

A empresa não divulgou a bolsa de estágio. As inscrições podem ser feitas aqui.

Vai procurar emprego em 2019? Saiba como se preparar desde já

Com as festas de fim de ano e as férias coletivas nas empresas, o mês de dezembro não costuma ser a melhor época para encontrar um novo emprego. Quem pretende intensificar as buscas em 2019, porém, já pode (e deve) começar a se preparar e traçar planos para o período.

Para entender que fatores merecem atenção dos profissionais que procuram colocação ou recolocação no mercado de trabalho no próximo ano, Época NEGÓCIOS conversou com dois consultores de carreira e recrutamento. Segundo eles, os preparativos para encontrar uma nova posição vão muito além de atualizar o currículo – e muitas vezes passam despercebidos pelos candidatos.

O que esperar do mercado (e o que ele espera de você)
De forma geral, a expectativa para a geração e a oferta de empregos em 2019 é positiva. Um dos fatores para isso, segundo Ricardo Basaglia, diretor geral da consultoria de recrutamento Page Personnel, é a tendência de que empresas que reduziram de tamanho e cortaram postos durante a crise voltem a crescer gradativamente. Isso, porém, não significa que as vagas serão as mesmas de antes.

“O mercado nunca volta com a mesma configuração; seja porque as empresas aprenderam a ser mais eficientes com menos gente, ou porque a inovação tecnológica impactou, de alguma maneira, as áreas”, diz Basaglia. Segundo ele, é importante ter flexibilidade na hora de analisar as características das vagas e as empresas em potencial. “É uma questão de entender os problemas que as empresas precisam resolver e como você pode contribuir para isso.”

A análise também deve envolver a definição de objetivos e planos, que devem ser constantemente revistos e podem nortear melhor a busca. “Você constantemente precisa estar preparado para transições, independentemente de estar ou não empregado”, destaca Irene Azevedo, diretora de transição de carreira da consultoria Lee Hecht Harrison (LHH). “Conhecer suas próprias realizações, aspirações e seus motivadores possibilita criar um plano de ação.”

Networking na medida certa
O networking é um dos pilares mais importantes na busca por emprego – e também um dos maiores pontos de equívoco por parte dos profissionais. O deslize mais comum consiste em prestar atenção à rede de contatos apenas no momento em que se está desempregado. “O networking é uma relação de troca de ideias e experiências. Pedir uma indicação não deve ser o objetivo principal”, destaca Irene Azevedo.

Sendo assim, quem quer desenvolver sua rede deve tomar cuidado com a postura e com as expectativas. Enviar o currículo para alguém já na primeira abordagem ou pedir que a pessoa o distribua para contatos, por exemplo, são grandes erros. “Muitos esperam conseguir, com o outro, um emprego; na verdade, o objetivo deve ser expandir a rede”, diz a consultora. “É mais uma pessoa que te conhece e que pode vir a te referendar ou dar dicas”.

Participar de eventos ou solicitar reuniões de relacionamento são algumas das formas de fazer contatos de forma mais profissional. Quanto mais consistente for a rede de contatos, mais ela poderá colaborar na hora da busca por vagas. “Conversando com as pessoas, o profissional pode expor os seus planos e ver quem pode ajudá-lo a chegar nas empresas ou nos contatos”, completa ela. Segundo Basaglia, os contatos também podem ser um importante termômetro de como está o mercado e do que ele está demandando.

Cuidando da marca pessoal
Na hora de revisar o currículo, a atualização do histórico de empregos e das qualificações é só um dos pontos de atenção. O documento deve refletir, também, as aspirações do profissional e o que ele está buscando. O mesmo vale para o perfil no LinkedIn, sites de recrutamento, cartas de apresentação e na própria entrevista. “A pessoa deve saber contar muito bem a sua história e ressaltar as suas realizações. É importante se preparar para esse momento”, destaca Irene Azevedo.

No caso de quem está no início da carreira, a postura é um pouco diferente. “Quem não pode contribuir com experiência precisa compensar demonstrando ter energia, força de vontade e dedicação”, diz Basaglia. Segundo ele, um dos equívocos mais comuns entre os profissionais de nível júnior é não conhecer bem as próprias habilidades ou exagerá-las para impressionar. “Não se trata de querer ser bom para qualquer posição. Ele precisa saber no que é bom e no que não é”. Com isso, diz ele, o profissional também passa a entender em que pode ser valioso para a empresa e em que tipos de posição terá mais valor.

Da busca à entrevista
Conhecer bem a empresa para qual você está se candidatando não é apenas uma questão de impressionar ou evitar saias justas em uma entrevista. Segundo os consultores, é importante entender o perfil da companhia e da vaga para evitar experiências frustradas. “É óbvio que quando você está desempregado, você pode escolher menos. Mas deve existir um critério mínimo, até para mapear os riscos que você tem ao aceitar uma posição”, destaca Basaglia. Segundo o consultor, fazer perguntas durante a entrevista é uma boa forma de confirmar tais perspectivas.

Para Irene Azevedo, a postura durante a entrevista também deve receber atenção. “Nos 30 primeiros segundos de uma entrevista, as pessoas já traçam um perfil de você”, diz. Estar atento ao dress code da empresa, manter um tom de voz equilibrado e olhar nos olhos do entrevistador são alguns dos pontos de atenção que ela destaca. O mais importante, porém, é tornar a conversa leve e saber destacar bem a própria trajetória. “Seja um bom contador de histórias”, recomenda.