William Maillis tem apenas 11 anos e se formou na faculdade no sábado (21), declarou que seu objetivo é se tornar um astrofísico para provar a existência de Deus.
Ele é o aluno mais jovem a se formar no St. Petersburg College, na Flórida. O pequeno notável já garantiu uma vaga na Universidade de South Florida para aprofundar seus estudos.
Maillis começou a faculdade em 2016, depois de se formar no ensino médio com apenas nove anos de idade. O pai um padre ortodoxo, revelou que desde os dois anos de idade Maillis, já apresentava habilidades incomuns para a matemática. “Todo mundo recebe dons de Deus. Eu fui dotado de habilidade para ciência e história”, disse o pequeno gênio em entrevista à CNN.
“Quero provar que Deus existe através da ciência. Para que o mundo todo possa saber.” O objetivo do menino é concluir o doutorado quando tiver 18 anos.
Inteligência impressionante
A história do pequeno gênio teve grande repercussão na mídia. O evangelista Franklin Graham o elogiou por que, além da “inteligência impressionante”, William “não hesitou em falar sobre Deus”.
“Obrigado William, por querer que as pessoas conheçam a Deus. A infinita criação de Deus é um sinal para a humanidade de Sua existência e testifica do Seu poder e grandeza. Espero que você sempre mantenha seu foco nEle”, escreveu em seu perfil do Facebook, lembrando ainda da passagem de Provérbios 3:5-6: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.
Instagram virou uma ótima oportunidade de negócio para os empreendedores. A maquiadora e influencer Huda Kattan decidiu apostar no poder dessa rede social e fez sucesso. Hoje, ela tem 28 milhões de seguidores no Instagrame uma empresa de beleza avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 3,8 bilhões).
Mas nem sempre Huda pensou em ser empreendedora. Ela estudou finanças na faculdade e se formou em 2007. Começou a trabalhar em uma empresa de recrutamento, mas logo perdeu o emprego.
Na época, estava tendo um relacionamento difícil com trabalho. Queria encontrar algo que fizesse com paixão.
Foi assim que surgiu a ideia de investir no mercado de maquiagem. Huda fez um curso e se tornou blogueira. Trabalhava como maquiadora durante o dia; à noite, postava em seu blog tutoriais de maquiagem e dicas de especialistas.
O blog era uma paixão, mas não foi um negócio lucrativo. Isso fez com que a empresária repensasse sua estratégia. Em 2013, pegou um empréstimo com sua irmã e começou a vender cílios postiços. Foi o início da Huda Beauty. Começou a divulgar seus produtos nas redes sociais e fez sucesso. Chegou a ser elogiada pela modelo Kim Kardashian West.
No início, o apartamento da maquiadora servia de estoque para as mercadorias.
Hoje a marca cresceu. Já oferece 140 itens, vende kits de maquiagem e produtos para pele e cabelo.
A empreendedora pretende faturar US$ 400 milhões (1,5 bilhões) em 2018, dobrando os números do ano passado. Atualmente, Huda tem um patrimônio estimado em US$ 550 milhões (R$ 2 bilhões) e é uma das mulheres mais ricas da América em 2018, segundo a lista da Forbes.
Uma catadora de latinha do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias.
Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50, por um salário de R$ 7 mil.
“Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma Marilene Lopes.
Agora, ela diz que pensa em estudar direito.
Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Latinhas
Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, cidade a 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada.
“Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h”, explica.
O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia.
Fome
Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças.
Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio.
Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome.
“Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta”, conta.
R$ 5 emprestados
Mesmo para se inscrever na prova Marilene (foto cima), que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades.
Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento.E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal.
“Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar.”
Nova vida
Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito.
“Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo.”
Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria.
A trajetória dela inspira os colegas.
Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D’Olival Junior, é só elogios. “A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente.”
Fonte:Bem Mais Mulher
De olho na expansão do mercado da beleza, um dos setores que mais cresce no País, quatro jovens estudantes apostaram na criação de um aplicativo de serviços de manicure e pedicure em domicílio para encantar pais, alunos e amigos e vencer a 3ª Feira de Empreendedorismo e Tecnologia realizado pelo Cedaspy Professional School (CPS), rede de escolas de profissionalização e capacitação para jovens. Batizado de Esmalteria S.O.S Unhas, o projeto foi desenvolvido por Camille Nunes, Emanuelly Fernandes, Maria Catarina Rocha e Nayara Andrade, em conclusão de curso e para apresentação na Feira, promovida pela unidade do Cedaspy de Contagem, entre os dias 21 e 22 de dezembro.
Durante o evento, o grupo vencedor arrecadou 39.400 Cedaspyus, moeda criada exclusivamente para a Feira. Os visitantes recebiam os “recursos” e destinavam a quantidade desejada de moedas aos projetos mais bem avaliados, levando em conta aspectos como criatividade, inovação, organização e apresentação.
Nesta terceira edição, cerca de 150 alunos se envolveram no desenvolvimento de 34 planos de negócios de empresas. As ideias foram avaliadas por uma banca examinadora composta também por professores e empresários convidados, que levaram em consideração a lucratividade, a estruturação do plano de negócios e o grau de inovação da proposta.
O desafio dos alunos era desenvolver uma proposta de projeto de empresa a partir dos conceitos ensinados ao longo de todo o curso do Cedaspy. Sagrou-se vencedor o grupo que arrecadou o maior número de Cedaspyus e conquistou a melhor nota. “Os estudantes são incentivados a pensar como empreendedores. Muitas ideias de negócios apresentadas na Feira têm potencial para se tornar realidade”, acredita Rodrigo Ferreira, coordenador de ensino do Cedaspy Contagem.
Entre outros projetos apresentados na 3ª Feira de Empreendedorismo e Tecnologia, destacaram-se as propostas de criação de jogos de lógica para as empresas aplicarem no treinamento dos colaboradores e estruturação de uma rede de franquias de haras.
Projeto vencedor
A S.O.S Unhas foi idealizada com o conceito de uma esmalteria tradicional, com espaço físico instalado na cidade de Contagem, sem serviços de cabelereiro. Para combinar conforto e praticidade aos clientes sem tempo de se deslocar até o salão, as quatro alunas também projetaram um aplicativo para garantir o atendimento rápido e confortável em qualquer localidade na região metropolitana de Belo Horizonte.
A sacada do projeto é que o ‘Uber da Beleza’, como o aplicativo é chamado pelas estudantes, permite aos profissionais da beleza usarem motos ou triciclos para se deslocar até os endereços dos clientes.
Para garantir o sucesso na feira e atrair o maior número de visitantes ao estande, as alunas da Esmalteria S.O.S Unhas investiram no sorteio de um kit manicure e massagens nas mãos dos potenciais clientes. “As alunas se destacaram pela estratégia de atração dos visitantes, além da organização, apresentação e execução da proposta de trabalho durante o evento”, avalia o coordenador.
A taxa de desemprego cedeu pela segunda vez seguida, ficando em 11,6% no trimestre encerrado em novembro. Nos três meses encerrados em agosto, que servem como base de comparação, a taxa havia sido de 12,1%. Há um ano, em novembro de 2017, ficou em 12%. Os dados são da pesquisa Pnad Contínua, do IBGE, e foram divulgados na última sexta-feira do ano. Ela considera tanto o mercado formal quanto o informal. Analistas consultados pela Bloomberg projetavam uma taxa de 11,5%. Para o ano, o mercado estima um desemprego médio na casa dos 12%. Em 2019, ele deve ceder mais.
O número de desempregados, que era de 12,7 milhões no trimestre passado e de 12,6 milhões há um ano, também cedeu. Em novembro, 12,2 milhões de brasileiros buscavam uma vaga. De acordo com o IBGE, o número de pessoas empregadas com carteira de trabalho (33 milhões) ficou estável nas duas comparações. O número de desalentados, que são as pessoas que desistiram de buscar trabalho, também ficou estável (4,7 milhões). O rendimento médio real também permaneceu inalterado. Foi estimado em R$ 2.238 no trimestre encerrado em novembro.
A pesquisa vem, desde o segundo trimestre do ano, mostrando alta da ocupação. Mas sempre via informalidade, ressaltou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE:
— Eventos como eleição e Black Friday foram positivas para o mercado de trabalho no trimestre de setembro a novembro. As eleições ajudaram via contratação de pessoas nos comitês, para cabo eleitoral e realização de pesquisas. É muito provável que seja um contrato temporário, sem carteira.
Ele ressaltou, ainda, os prejuízos da ocupação via informalidade: são pessoas que não contribuem com o sistema previdenciário, não têm direito a férias, 13° salário e outros benefícios.
Postos com carteira de trabalho
Quando observadas só os postos gerados com carteira de trabalho, o Brasil criou 58.664 vagas (saldo entre contratações e demissões) em novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. É o melhor resultado para o mês desde 2010, quando foram geradas 138.247 vagas formais. Novembro é o quinto mês seguido com resultado positivo na criação de empregos com carteira.
A população ocupada foi estimada em 93,2 milhões de pessoas, um recorde para a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Esse grupo teve acréscimo de 1,1 milhão de pessoas em relação ao trimestre encerrado em agosto e de 1,2 milhão em relação ao mesmo período do ano passado. Esse recorde é reflexo de outros dois: o número de empregados sem carteira (11,7 milhões) e o de trabalhadores por conta própria (23,8 milhões) são os maiores da história.
— Você bate o recorde de população ocupada, mas tem o dobro de pessoas desocupadas, em relação a 2014, antes de começar a crise. Esse recorde de ocupação tem de ser comemorado quando ele der conta de absorver os desempregados e tirar pessoas da informalidade. Perdemos 4 milhões de empregos com carteira desde 2014 — avaliou Azeredo.
Subutilização
A população subutilizada (27 milhões) compreende as pessoas de 14 anos ou mais de idade que estavam sem emprego, na força de trabalho potencial — pessoas que não estavam trabalhando nem procurando emprego, mas que estavam disponíveis para trabalhar; os que estavam procurando, mas não estavam disponíveis para trabalhar; e os desalentados — ou que trabalhavam menos de 40 horas por semana, mas gostariam e estavam disponíveis para trabalhar mais. Esse grupo teve redução de 478 mil pessoas em relação ao trimestre anterior e cresceu em 486 mil trabalhadores em relação ao ano anterior. Com isso, a taxa de subutilização da força de trabalho (23,9%) recuou 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto e ficou estável em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
om o objetivo de compreender a percepção dos brasileiros sobre a previdência e identificar comportamentos que determinam as decisões dos cidadãos quanto a seu futuro, a Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão (Anapar) realizou uma pesquisa inédita com a população. Entre as descobertas, uma constatação preocupante: renda insuficiente, falta de perspectiva e um elevado grau de endividamento são três fatores que, combinados, levam a maioria a não guardar dinheiro para a aposentadoria, produzindo um quadro de verdadeiro “desalento previdenciário” no país.
Dos 150 milhões de brasileiros a partir de 16 anos, 112 milhões (75%) declaram ter dívidas. Desses, 33% se consideram muito endividados ou endividados. Mais de 94 milhões (63%) dizem ter renda insuficiente para viver.
Somente 13% da população afirmam que poupam com alguma regularidade, 34% poupam de vez em quando e 51% não guardam dinheiro. Dos que poupam, 69% juntam até R$ 300 por mês; 46% afirmam que juntam apenas quando sobra dinheiro, 25% reservam uma parte assim que recebem e 17% deixam de comprar alguma coisa para poupar.
Com tantas incertezas, o brasileiro, quando junta, não pensa em longo prazo, mas em emergências ou na realização de um sonho, e posterga o planejamento do futuro. Perguntados sobre a principal finalidade do dinheiro poupado, 14% respondem que é para eventualidades, viagens (13%), casa própria (11%), educação dos filhos (10%), eletrônicos e eletrodomésticos (8%), carro ou moto (8%) e despesas com saúde (7%).
Falta de dinheiro leva a não poupar
Os itens mais citados como principais barreiras para juntar dinheiro são renda insuficiente (42%), despesas/contas (11%), dívidas (8%), preços elevados (6%) e gastos com saúde e educação, que somados formam 5%.
O endividamento mostra-se determinante na equação do “desalento previdenciário”. Três em cada quatro brasileiros têm dívidas. Entre eles, 36% pagam empréstimos, 22% têm financiamento de automóvel e 9% têm financiamento imobiliário. Dos endividados, 54% são mulheres e 64% têm 45 anos ou mais. A menor concentração está entre jovens de 16 a 24, apenas 8%.
Via de regra, a dívida guarda relação direta com o acesso a recursos financeiros. Não por acaso, entre os endividados, 68% são trabalhadores ativos, 21% são aposentados, 4% estão desempregados e 74% têm conta em banco.
Um dado, porém, reforça o antagonismo do endividamento com a formação de reserva previdenciária. Entre os endividados, 61% não contribuem para a Previdência Social, portanto, não guardam dinheiro para uma futura aposentadoria por meio do INSS e deixam de contar com benefícios como auxílio doença e aposentadoria por invalidez.
Todo esse contexto produz no brasileiro um raciocínio mais imediatista e uma falta de perspectiva sobre projetos pessoais de longo prazo, como é o caso da aposentadoria. Da amostra total, apenas 12% dizem que guardam dinheiro para se aposentar, 21% não guardam, mas planejam guardar e 61% não guardam dinheiro para aposentadoria nem planejam guardar.
Entre os que disseram não guardar dinheiro para se aposentar, somente 24% dizem pensar em fazer isso. Destes, 16% imaginam fazer isso em no máximo seis meses e 29% no máximo em um ano.
Entre os que ainda não se aposentaram, o grau de preocupação com a possibilidade de “não conseguir parar de trabalhar”, de 0 a 10, é 6,9. Quanto à possibilidade de que os gastos elevados com saúde consumam toda sua renda, o grau de preocupação é 6,8. Que o benefício do INSS não seja suficiente para o sustento (6,2) e a possível dependência da ajuda financeira de filhos ou familiares (5,7).
O resultado de toda essa conjuntura é alarmante e projeta um futuro ainda mais difícil para o país. De todos os brasileiros, 35% contribuem para a Previdência Social. Somente 12% dizem juntar dinheiro por conta própria para aposentadoria.
Os superprevidentes, que juntam por conta própria e também contribuem para o INSS, constituem 9% da população. Os que poupam para aposentadoria, mas não contribuem para o INSS são 3%. Outros 24% não poupam pensando em se aposentar, mas contribuem para a Previdência Social. O maior grupo, 41% da população, é formado por aqueles que nem não são aposentados, não guardam dinheiro para aposentadoria, nem contribuem para o INSS. São os “nem nem previdenciários”, completamente desprotegidos seja pela Seguridade Social, seja por aplicações financeiras. São 61,5 milhões de pessoas que seguem sem guardar recursos para o amanhã, vivendo em um quadro de “desalento previdenciário”.
Se considerado somente o extrato da população que não está aposentado, os “nem previdenciários” representam 52%. Os superprevidentes são 11%, o que só contribuem para o INSS são 31% e os que só guardam por conta própria para aposentadoria somam 4%.
A Pesquisa Anapar Finanças Pessoais e Previdência Brasil 2018, encomendada ao Instituto FSB Pesquisa, realizou entrevistas domiciliares com 2.045 pessoas a partir de 16 anos, em 152 municípios, entre 8 e 13 de novembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
Hoje em dia, muito se fala sobre a presença dos influenciadores digitais nas redes sociais. Essas personalidades cativam a confiança dos seguidores, que se tornam compradores em potencial. O Instagram já provou que é uma das principais apostas das marcas para se aproximarem da clientela. No entanto, formar opinião não é uma tarefa simples: exige dedicação, pesquisa e criatividade.
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Segundo pesquisa realizada neste ano pelo Instituto QualiBest, com mais de 4 mil internautas brasileiros, 81% dos jovens até 19 anos seguem algum influenciador digital. Destes, 49% já dão mais ouvidos às dicas dos criadores de conteúdo do que aos amigos ou parentes, que ainda são a principal referência.
Entre os entrevistados, 55% procuram a opinião de algum influenciador para tomar decisões, enquanto 86% conheceram algum produto por meio deles. Já sobre as compras, 73% concretizaram depois da indicação de alguma personalidade influente. Moda é a terceira categoria de produtos mais citada entre as mulheres.
Para entender melhor o trabalho das formadoras de opinião, a coluna entrevistou algumas profissionais em destaque, além da responsável pela primeira plataforma de influencers no mundo, Alice Ferraz. Influenciadora, blogueira e criadora de conteúdo são a mesma coisa? Será que a vida dessas personalidades, em meio a todo o glamour das fotos, é fácil, como muitos pensam?
Vem comigo descobrir!
A empresária paulista Alice Ferraz atua há mais de 20 anos na área, é escritora e percorre o Brasil com palestras e participações em eventos fashion. Criou, em 2011, a F*Hits, uma mídia house de moda e lifestyle do mundo, que reúne diversos blogs e influenciadoras digitais. Entre elas, algumas das mais destacadas no circuito nacional, como Luiza Sobral e Helena Lunardelli.
Apesar da visão preconceituosa que parte dos internautas têm, a empresária e blogueira defende a função enquanto serviço profissional. Oito anos atrás, quando a plataforma estava em fase de criação, a aceitação da nova ideia ainda não era das melhores.
“Planejamos muito e não fomos recebidos da mesma maneira pelo mercado, que não estava acostumado a isso como um trabalho. Tinha de ser 100% espontâneo, como se fosse um hobby, e não era verdade. Desde o primeiro momento, era um trabalho”, justifica. Hoje, o cenário é bem diferente: “Agora, oito anos depois, as marcas sabem que dá um retorno. As pessoas ganham dinheiro com isso.”
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Alice Ferraz autografando exemplares do livro “Moda à Brasileira” na capital federal, em agosto
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A empresária explica que, desde o início, a intenção era que influenciador digital fosse uma profissão
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/@FHITS
Alice Ferraz criou a FHits em 2011
Naquela época, as plataformas de atual sucesso on-line ainda estavam nascendo ou ganhando relevância. O Twitter ainda se limitava aos 140 caracteres, o Facebook tomava o lugar do Orkut e o Instagram havia acabado de sair do forno, com exclusividade para quem usava telefones da Apple. Os blogs eram a plataforma ideal para o conteúdo de lifestyle que estava sendo produzido.
Atualmente, o termo influenciadora digital, que vem do inglês digital influencer, é a forma mais usada para descrever a função, já que pode explorar diversas plataformas. “Virou influenciadora digital porque hoje em dia temos as mídias sociais digitais. Se tinha blog, era blogueira, mas já era um trabalho”, argumenta Alice.
O grande segredo por trás do sucesso não está no número de seguidores que cada perfil expõe. Ter milhões de pessoas acompanhando as atualizações diárias faz parte, é claro, mas não é o principal demonstrativo de um bom trabalho.
Não sabemos se são seguidores reais. O que mostra se uma influenciadora realmente influencia é o quanto as marcas falam: Ela influencia e converte em vendas“
Alice Ferraz
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A empresária viaja pelo Brasil com suas palestras
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No Instagram, divulga marcas que se identifica e gosta de vestir
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A rede social é uma das principais plataformas de sucesso de influenciadores digitais
Já quando se trata da ferramenta do momento para esse serviço, a grande aposta é o InstaStories. No blog ou no feed do Instagram, você vê o que já aconteceu. O Stories revela os bastidores: a situação no presente e o passo a passo de como o conteúdo foi construído.
“É como se desse uma veracidade. Hoje, estou em Brasília, depois de amanhã vou contar no blog que estive, mas você viu que eu vim. É como se fosse uma teia de informação que a pessoa vai realmente saber”, diz a empresária.
Dessa forma, a interação funciona como uma rede: se o seguidor se interessa pelo conteúdo e quer mais profundidade, vai conferir o post do blog ou o vídeo do YouTube. “São graus de profundidade, mas tudo vira uma grande teia de entretenimento”, complementa Alice.
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Alice Ferraz acredita que o InstaStories é uma das principais ferramentas do momento
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A empresária e blogueira tem mais de 20 anos de experiência no mercado fashion
It girls
Apesar de serem muito confundidas, existe uma diferença significativa entre ser uma influencer e uma it girl. “Por que não temos it girls? Porque a it girl é aquela menina que não faz aquilo para o trabalho. A diferença da Olivia Palermo para a Paris Hilton. Olhando, ela parece uma, mas ela trabalha. A Paris Hilton, não”, diferencia. “Uma coisa é você estar num desfile em Paris, outra é pegar um avião e ir a Recife, Curitiba, ficar em um palco no meio do shopping falando.”
Uma das F*Hits, Helena Lunardelli acrescenta que uma it girl não necessariamente tem uma informação mais aprofundada, diferentemente da influencer. De qualquer forma, uma coisa não impede a outra. Para Helena, a rede social ideal para o futuro integraria de uma forma mais interativa o conteúdo multimídia, além de trazer de volta a força do blog.
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Helena Lunardelli nasceu em São Paulo e se formou em artes plásticas
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Blogueira, youtuber e instagrammer, a influenciadora é acompanhada por milhares de seguidores
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Com os seguidores, compartilha fotos de looks do dia, viagens e produtos
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Nesta foto, promove a fragrância clássica da Dior, J’adore
Preconceito
Quem enxerga a atividade com olhar preconceituoso, como uma vida glamourosa e sem grandes esforços, pode estar bem enganado. Segundo Helena, ser uma influenciadora se baseia somente em criar uma conta no Instagram e se autointitular assim. Por trás da câmera, há pesquisa e estudo. O glamour é uma consequência.
“Óbvio que tem a parte do glamour, das viagens, dos presentes, da roupa nova. Isso tudo é uma parte boa e a que a gente mostra. A parte mais difícil, do cansaço, da falta de privacidade, de ter que fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo, não mostramos, mas é o que acontece. Como qualquer outro trabalho, tem os dois lados”, justifica Helena.
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Helena explica que a profissão exige muita pesquisa e dedicação
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Segundo a influencer, o glamour é uma consequência do esforço, como em qualquer outro trabalho
Influenciadoras da capital
A influenciadora brasiliense Denise Gebrim é acompanhada quase 400 mil seguidores no Instagram. Entre as imagens, podemos conferir fotos em praias, looks do dia e registros em família. Ela acredita no poder imagético do Instagram e vê na ferramenta uma forma de “botar no radar” as novidades que a capital tem a oferecer. Em novembro, inclusive, anunciou que estaria à frente de um programa de TV.
Para Denise, o grande segredo está em mostrar a verdade. “Tento usar coisas que têm a ver comigo, que realmente combinam com meu estilo de vida. Temos de ter a responsabilidade de sabe que atingimos muitas pessoas”, alerta. Além disso, explica que o trabalho comercial das influencers exige muito cuidado. “É uma responsabilidade, porque o poder que temos de colocar para cima ou depreciar um produto, se for o caso, é muito grande”.
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Denise Gebrim é uma das principais influenciadoras digitais de Brasília
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Entre as fotos de Denise no Instagram, há vários registros do dia a dia
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A influencer também publica fotos de looks do dia
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Denise também curte registros de viagens
Até então, ela diz nunca ter enfrentado críticas sobre a escolha profissional. “Acho que depende da forma que você leva a vida, porque é um trabalho muito duro. Passamos muito tempo fora de casa, a ansiedade a mil, gastamos muito tempo para produzir conteúdo, pesquisar coisas, aplicativos”, avalia.
Para a F*Hits Friend Aline Sanromã, a base da influência digital está em inspirar pessoas. “Acho que esse trabalho não tem a menor lógica se não trouxermos algo positiva, que engradeça a vida de alguém”, observa.
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Aline Sanromã acredita que a parte principal de ser influencer é trazer mensagens positivas para a vida das pessoas
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A comunicadora acha que o público feminino de Brasília vai muito além do estereótipo do “terninho”, como muitos acreditam
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Segundo ela, as brasilienses são mulheres conectadas e ligadas em tendências de moda
Aline diz ter um público formado por mulheres empreendedoras e acha que Brasília é “muito mais do que um terninho”, como muitas vezes as brasilienses são tachadas.
“Nós somos mulheres conectadas, super ligadas em moda e tendência. Estamos carentes de discutir moda na cidade. Precisamos fomentar a moda ao alcance de todas, mas com conhecimento e empoderamento, para que você possa usufruir desse conhecimento, melhorar como pessoa e marca”, assegura a comunicadora.
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Para Aline Sanromã, é preciso falar mais sobre moda em Brasília
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Aline atenta para a importância de cuidar da própria imagem como uma marca
Dicas
De acordo com Aline, o trabalho de influencer é, antes de tudo, sobre ser a própria marca, um verdadeiro trabalho de posicionamento. “Olham o branding como o da Coca-Cola, Heineken, só grandes marcas, mas nós somos uma marca e temos que zelar por ela. Branding é o que falam quando você não está na sala”, observa. Para quem deseja investir na profissão, a comunicadora indica estudar bem como funciona o segmento, e ter muita autenticidade. Ou seja, montar um personagem não adianta.
Apesar do fluxo de publicações parecer natural, Helena Lunardelli alerta para a importância da assiduidade, que exige muito trabalho. Além disso, novidades não podem faltar. O segredo é ficar atento e procurar se destacar. “Ninguém quer ver coisa velha e a gente não tem férias. Então, é trabalhar bastante. Quando você faz um trabalho bacana, busca um diferencial, não adianta ser mais uma”, finaliza.
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Empresas começam a encarar lágrimas no trabalho com outros olhos. Uma pesquisa realizada neste ano pela Accountemps, nos Estados Unidos, revela que 44% dos 2.200 diretores financeiros entrevistados consideram normal chorar de vez em quando, enquanto 30% não veem problema algum nisso. A minoria (26%) desaprova completamente o ato.
O estudo mostrou que os chefes são mais tolerantes com as lágrimas do que os subordinados. Dos 1.000 funcionários entrevistados, 32% consideram as lágrimas inaceitáveis, embora quase metade (45%) admita já ter chorado.
Responsável pela área de pesquisas executivas da Robert Half, grupo ao qual pertence a Accountemps, Mario Custodio associa a desconstrução do tabu à tendência de líderes menos autoritários e mais abertos ao diálogo.
As empresas tentam criar ambientes de trabalho mais acolhedores. Na Stone Pagamentos, há uma “sala de descompressão”, onde os funcionários podem se acalmar quando estão estressados.
“Ninguém é super-homem. O mais importante é que as pessoas sejam autênticas”, diz Luis Vabo Jr, diretor da Stone. A empresa também tornou obrigatória uma aula de inteligência emocional para a equipe de atendimento ao cliente, setor em que o choro é mais frequente, segundo o executivo.
A Mastercard busca ajudar seus empregados a encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional com o programa “The Whole You” (“Você por Inteiro”), iniciado em 2016. A proposta envolve, entre outros benefícios, horários mais flexíveis de trabalho e home office, além do abono de quatro dias anuais para os que quiserem atuar em projetos voluntários.
Contudo, para a escritora americana Anne Kreamer, autora de “It’s Always Personal: Navigating Emotion in the New Workplace” (“Sempre é Pessoal: Lidando com Emoções no Escritório Moderno”, sem edição no Brasil), é justamente a exigência de envolvimento integral dos funcionários que os têm deixado mais instáveis emocionalmente.
Ex-executiva das redes PBS e Nickelodeon, ela argumenta que, quando havia uma separação mais rígida entre vida pessoal e trabalho, os profissionais tinham tempo para desenvolver resiliência e assim lidar melhor com as dificuldades.
Hoje, com a conexão ininterrupta dos trabalhadores com suas empresas por meio da tecnologia, “eles atingem seus limites antes mesmo de os problemas aparecerem”, diz Anne. A diretora de marketing Lana Kantor, 23, afirma sentir na pele essa pressão. Ela trabalha em startups há sete anos e já passou por duas crises de “burnout”, ou esgotamento por estresse no trabalho. Na última, em 2017, chorava pelo menos uma vez por semana.
Hoje, Lana está em um novo emprego. Ainda chora, mas com menos frequência. Ela afirma que suas lágrimas costumam estar ligadas a uma expectativa de rendimento inesgotável no trabalho, reforçada pelo ambiente de startups. Seu choro é motivado pela sensação de que não está à altura das suas responsabilidades ou por estafa.
As razões são semelhantes àquelas listadas por psicólogos e coaches entre as mais comuns nos relatos de quem chora no -e por causa do- trabalho: críticas consideradas injustas, reprovação de projetos que demandaram grande empenho e ansiedade com prazos de entrega. Para o psiquiatra, escritor e palestrante Roberto Shinyashiki, julgar quem chora ao perder um negócio, por exemplo, está fora de moda. “Uma pessoa que chora não é fraca. Ela dá um sinal de que se importa com a empresa”, diz.
Anne Kreamer afirma que acabar com o tabu do choro é importante porque as lágrimas apontam uma situação insustentável. “Elas permitem entender quais são nossos gatilhos emocionais”, diz.Foi o que aconteceu com o publicitário Fernando Valiengo, 26. Um ano estressante na agência em que trabalhava como gerente culminou em sua segunda crise de “burnout”, acompanhada de uma pneumonia.
Voltando para casa depois de uma reunião em que se sentiu humilhado pelo chefe, começou a chorar. Ali, percebeu que precisava se demitir. “Não é como se vidas estivessem dependendo de mim, mas a pressão era nesse nível, não fazia sentido”, diz. Lana Kantor se preocupa com a generalização do conceito de inteligência emocional, frequentemente citada por psicólogos e coaches como maneira de dominar o estresse. “Tenho medo de que seja um sinônimo para o quanto você é capaz de apanhar sem esboçar reação.” Com informações da Folhapress.
O prometido concurso com 1.720 vagas para a rede de ensino do Estado do Rio está prestes a sair do papel. A Secretaria de Educação recebeu, na sexta-feira (dia 21), o último aval para as contratações de professores. Segundo o secretário da pasta, Wagner Victer, o edital será lançado em menos de 30 dias. E, depois da realização das provas, a decisão para as convocações caberá ao governo de Wilson Witzel (PSC).
O anúncio da abertura de concurso saiu na Coluna em 20 de outubro. Na ocasião, o secretário de Educação afirmou que, do total das vagas, 370 eram para contratação imediata (após a aprovação), e as demais 1.350 para cadastro reserva. Segundo ele, esse panorama mudou.
Victer disse que mais de mil vagas que iriam para cadastro reserva agora têm viés de “vargas firmes”, pois a pasta exonerou cerca de 1.100 educadores (que tinham mais de duas matrículas) recentemente.
As 370 vagas correspondiam exatamente ao número de vacâncias (por aposentadorias e falecimento) desde a adesão do Estado do Rio ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), em setembro de 2017. Aliás, durante o regime, as contratações só são permitidas para cobrir vagas ociosas por essas razões a partir dessa data.
“Quando houve essas exonerações, ainda corria o processo para abertura e realização do concurso. Então, mais de mil vagas poderão ser para contratação imediata, o que será avaliado e definido pelo próximo governo”, declarou Victer.
O edital será elaborado pela Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio (Ceperj). A Secretaria Estadual de Educação reenviou alguns dados, como datas, e a fundação deve publicá-lo em menos de 30 dias.
As oportunidades serão para 16 horas em diversas disciplinas. A ideia é atender a demandas por disciplinas e regiões. Segundo o secretário, as vagas são destinadas para localidades onde não há cadastro reserva de aprovados em outros concursos.
Salário este ano
Os professores ativos e demais servidores (também da ativa) da pasta vão receber o salário de dezembro ainda este ano. O depósito tem prazo de sair até o dia 31, mas a promessa é que ocorra esta semana.
A Gerdau, uma das principais empresas da siderurgia brasileira, abre vagas 110 vagas para seu programa de trainee. As oportunidades são no Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Bahia, Mato Grosso e Tocantins.
O programa busca estudantes dos cursos de engenharias, ciências contábeis, administração, marketing, logística, economia, psicologia, geologia, comércio exterior, direito, sistema de informação, ciências da computação e química.
A empresa não divulgou a bolsa de estágio. As inscrições podem ser feitas aqui.