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URGENTE!! ( VIDEO) SEQUESTRO DE CRIANÇAS EM CONDOMÍNIO DE CAMPO GRANDE ASSUSTA MORADORES!!

 

Recebemos um relato alarmante de um morador do Condomínio Contemporâneo, localizado na Estrada do Cachamorra, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A denúncia envolve uma tentativa de sequestro de três meninas que estavam em uma área de convivência do condomínio na noite de ontem, por volta das 19h.

De acordo com o relato, as crianças estavam sentadas em um banco na alameda do residencial quando foram abordadas por um homem identificado como Bruno, responsável pelos serviços da piscina. Após realizar a entrega de produtos na área da piscina, o suspeito parou o carro em frente às meninas e afirmou que iria sequestrá-las, descendo do veículo e correndo em direção a elas.

Assustadas, as crianças correram pelas escadarias da conveniência do condomínio e conseguiram escapar sem ferimentos físicos.

O morador que fez a denúncia informou que imagens das câmeras de segurança já foram analisadas e comprovam a versão dos fatos relatada por sua filha. Diante da gravidade do ocorrido, ele e os responsáveis pelas outras duas meninas envolvidas estão tomando providências imediatas para garantir a segurança no local.

Em seu relato, o morador declarou que procurou a administração do condomínio para exigir a rescisão imediata do contrato com a empresa responsável pela piscina, além de formalizar a denúncia junto ao síndico e ao departamento jurídico do residencial.

A intenção é garantir que o suspeito seja afastado imediatamente de suas funções e não tenha mais acesso às áreas comuns do condomínio.

Além disso, os responsáveis das crianças envolvidas já tomaram a iniciativa de registrar um boletim de ocorrência na delegacia da região, para que o caso seja investigado pelas autoridades policiais.

PREOCUPAÇÃO COM A SEGURANÇA

A situação gerou grande preocupação entre os moradores, que esperam que medidas eficazes sejam adotadas para evitar que incidentes como esse voltem a acontecer. O condomínio, que deveria ser um ambiente seguro para as famílias, agora lida com o receio de novos episódios de insegurança.

Pais e responsáveis estão apreensivos, e muitos já cogitam reforçar a vigilância nas áreas comuns e solicitar uma revisão dos protocolos de segurança adotados pelo condomínio.

Uma moradora, que preferiu não se identificar, afirmou estar assustada com a situação e destacou a necessidade de medidas mais rigorosas para a seleção de prestadores de serviço dentro do condomínio:

“Temos que confiar que nossos filhos estão seguros dentro de casa. Saber que uma situação dessas aconteceu aqui é desesperador. A administração precisa reforçar a segurança e garantir que todos os profissionais que trabalham aqui sejam devidamente avaliados.”

AÇÃO DAS AUTORIDADES

A polícia já foi acionada para investigar o caso e deverá ouvir os envolvidos, além de analisar as imagens das câmeras de segurança que registraram o ocorrido. Especialistas alertam que tentativas de sequestro, mesmo não concretizadas, são crimes graves e devem ser tratadas com a devida seriedade pelas autoridades.

Segundo o Código Penal Brasileiro, o crime de tentativa de sequestro pode resultar em pena de reclusão, e os responsáveis podem ser enquadrados em delitos relacionados à ameaça e assédio, dependendo das circunstâncias.

MEDIDAS DE SEGURANÇA NO CONDOMÍNIO

Diante do ocorrido, a administração do condomínio Contemporâneo informou que está colaborando com as investigações e analisando novas medidas para reforçar a segurança local. Algumas das ações previstas incluem:

  • Aumento da vigilância em pontos estratégicos do condomínio;
  • Revisão do cadastro de prestadores de serviço, com critérios mais rigorosos para contratações futuras;
  • Instalação de novos pontos de monitoramento por câmeras em áreas comuns de grande circulação;
  • Reunião com os moradores para discutir sugestões e melhorias para a segurança.

O síndico do condomínio declarou que não medirá esforços para garantir que situações semelhantes não voltem a acontecer.

“Estamos tratando o caso com máxima prioridade e seriedade. O bem-estar dos nossos moradores é nossa maior preocupação, e todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas.”

COMO AGIR EM CASOS DE TENTATIVA DE SEQUESTRO

Especialistas em segurança recomendam que, diante de situações suspeitas, os moradores tomem algumas precauções, como:

  • Instruir crianças e adolescentes a não interagirem com estranhos, mesmo que sejam funcionários do condomínio;
  • Acionar imediatamente a segurança do condomínio em casos de comportamento suspeito;
  • Registrar qualquer atividade incomum com detalhes para facilitar a investigação;
  • Denunciar formalmente à polícia, garantindo que os fatos sejam devidamente apurados.

CONCLUSÃO

O caso registrado no condomínio Contemporâneo serve de alerta para todos os moradores da região de Campo Grande. A segurança em condomínios deve ser prioridade, e situações como essa reforçam a necessidade de medidas preventivas e da atuação conjunta entre administração, síndico e moradores.

Seguiremos acompanhando o desdobramento desse caso e trazendo atualizações assim que houver novas informações.

 

POLÍCIA CIVIL FECHA FÁBRICA DA MILÍCIA EM CAMPO GRANDE

 

Em uma operação conjunta realizada nesta terça-feira (21), a Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) interditaram uma fábrica de gelo clandestina operada por milicianos em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O local, que funcionava de forma irregular, apresentava condições insalubres e estrutura precária, colocando em risco a saúde pública e o meio ambiente.

De acordo com as investigações, os criminosos impunham a comerciantes de quiosques que operam entre o Recreio dos Bandeirantes e a Reserva a obrigatoriedade de adquirir gelo exclusivamente da fábrica ilegal. A prática criminosa gerava lucros consideráveis para o grupo, que explorava os comerciantes sob ameaça e coação.

Estrutura precária e riscos à saúde

A fábrica clandestina tinha uma capacidade estimada de produção entre 3.500 e 4.000 sacos de gelo por dia, utilizando uma estrutura improvisada e sem qualquer controle sanitário adequado. Além disso, a operação era abastecida por um poço irregular de captação de água, o que levanta preocupações sobre a qualidade do produto vendido.

Os agentes que participaram da inspeção relataram a presença de equipamentos deteriorados, falta de higiene e armazenamento inadequado, fatores que poderiam causar contaminação da água e do gelo, representando um sério risco à saúde dos consumidores.

Prisão e penalidades

No momento da fiscalização, oito trabalhadores foram encontrados atuando na fábrica. Um gerente do estabelecimento foi detido em flagrante e conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. A polícia investiga se os funcionários eram coagidos a trabalhar no local ou se tinham conhecimento da ilegalidade da operação.

Além da interdição total das atividades, a empresa clandestina poderá ser penalizada com multas que podem chegar a R$ 60 mil, conforme estipulado pelo INEA. As autoridades continuam investigando para identificar outros envolvidos na operação ilegal e apurar se há mais estabelecimentos controlados pelo mesmo grupo criminoso na região.

Combate ao crime organizado

A ação faz parte de um esforço contínuo das forças de segurança para combater a atuação de milícias na Zona Oeste do Rio, onde esses grupos criminosos expandem suas atividades para além da tradicional extorsão, passando a dominar setores econômicos informais, como o fornecimento de serviços essenciais.

A população pode colaborar com as investigações denunciando atividades suspeitas por meio dos canais de atendimento da Polícia Civil e do INEA. O sigilo das informações é garantido.

As autoridades reforçam que o combate à exploração comercial ilegal e às condições insalubres de produção de alimentos e bebidas é fundamental para garantir a segurança da população e impedir o fortalecimento do crime organizado na região.

 

Guaratiba em colapso: calor, apagões e infestação de mosquitos transformam a vida dos moradores em um pesadelo

 

Viver em Guaratiba está se tornando uma experiência cada vez mais insuportável. O calor escaldante, já característico da região, agora é agravado por uma série de problemas que vêm tirando o sono e a paciência dos moradores. Apagões constantes durante a noite, uma infestação de mosquitos e até relatos de falta d’água em diversos bairros criam um cenário caótico, onde a população se sente abandonada e desamparada pelo poder público.

A situação, que inicialmente parecia um problema pontual, tem se intensificado dia após dia, transformando a rotina da comunidade em um verdadeiro teste de resistência. Sem energia elétrica, as casas ficam abafadas e a escuridão facilita a proliferação dos mosquitos, que atacam sem piedade. Para piorar, a falta d’água dificulta ações básicas de higiene e sobrevivência, como tomar banho, lavar louça ou simplesmente se refrescar diante do calor extremo.

“Sem energia, enfrentamos o calor no escuro e os mosquitos nos devoram vivos. A falta de água ainda piora tudo: não dá para tomar banho, lavar louça ou se refrescar. Estamos vivendo um verdadeiro inferno”, desabafou uma moradora, exausta com a situação.

Indignação cresce nas redes sociais

A revolta dos moradores tem tomado conta das redes sociais, onde eles expressam sua indignação diante do descaso das autoridades. Reclamações sobre a qualidade dos serviços básicos se multiplicam, e o sentimento de abandono se torna cada vez mais evidente. A falta de uma liderança firme e atuante é uma das principais queixas, com muitos apontando que não há uma figura política que se disponha a enfrentar o problema com coragem e determinação.

“Não temos um representante que tome a frente. Parece que estamos cercados por um bando de maricas com medo de agir. Falta coragem para resolver o problema de verdade”, criticou um seguidor revoltado com a situação.

A insatisfação é generalizada e reflete um cenário em que a população se sente desamparada mesmo cumprindo com suas obrigações, como o pagamento de contas de energia e água. “Pagamos tudo em dia, mas continuamos vivendo como se estivéssemos em um lugar esquecido. Ninguém faz nada, e a sensação é de que não somos prioridade para ninguém”, relatou outro morador.

Serviços públicos ineficientes e a inércia das autoridades

Enquanto a população sofre com os transtornos, as respostas das autoridades e concessionárias responsáveis pelos serviços de energia e abastecimento de água são escassas e, muitas vezes, insuficientes. O problema dos apagões noturnos, por exemplo, persiste há meses, e apesar das constantes reclamações, não há uma solução definitiva à vista.

A Light, responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, alega que as quedas de energia são decorrentes de sobrecarga na rede devido ao alto consumo durante o verão. No entanto, os moradores contestam essa justificativa, apontando a falta de investimentos em infraestrutura como a verdadeira causa do problema.

Já a CEDAE, encarregada do abastecimento de água, tem enfrentado críticas severas por sua falta de comunicação com a população e pela demora na resolução dos problemas. Relatos de torneiras secas por dias consecutivos são frequentes, gerando transtornos ainda maiores em um período de intenso calor.

Calor extremo e surtos de mosquitos: uma combinação perigosa

Outro agravante da situação em Guaratiba é a infestação de mosquitos, que tem se espalhado rapidamente devido à falta de energia e de água para limpeza adequada dos quintais e áreas externas. Com o calor intenso, os insetos encontram um ambiente propício para se proliferar, causando preocupação entre os moradores, que temem um possível aumento de doenças como dengue, zika e chikungunya.

“Estamos sendo devorados vivos. E o pior é que sem energia, nem ventilador podemos ligar para tentar espantar os mosquitos. É uma situação desesperadora”, comentou uma moradora que relatou noites de insônia devido aos insetos.

A Secretaria Municipal de Saúde afirma que realiza ações periódicas de combate ao Aedes aegypti na região, mas os moradores dizem que as medidas são ineficientes diante da gravidade da situação. Muitos alegam que sequer veem agentes de saúde circulando pelos bairros mais afetados.

O descontentamento cresce: até quando a paciência vai durar?

Diante desse cenário desolador, cresce o temor de que a situação possa desencadear protestos e manifestações populares. Os moradores de Guaratiba, historicamente conhecidos por sua resiliência, agora começam a questionar até quando conseguirão suportar tanto descaso.

O sentimento de revolta aumenta à medida que as soluções parecem distantes, e a comunidade busca formas de pressionar as autoridades a agirem com mais rapidez e eficiência. Muitos estão organizando abaixo-assinados e mobilizações para chamar a atenção da imprensa e das lideranças políticas.

Enquanto isso, as noites em Guaratiba seguem como um verdadeiro teste de resistência: calor, mosquitos, escuridão e, agora, o desespero de uma população que clama por atenção e respeito.

A pergunta que fica é: até quando essa situação vai persistir sem uma resposta concreta? O povo de Guaratiba quer soluções, e não mais desculpas.

 

 

MAUS-TRATOS A CAVALOS EM CAMPO GRANDE, NA ZONA OESTE DO RIO: UMA SITUAÇÃO CRUEL QUE PERSISTE HÁ ANOS!

 

 

MAUS-TRATOS A CAVALOS EM CAMPO GRANDE, NA ZONA OESTE DO RIO: UMA SITUAÇÃO CRUEL QUE PERSISTE HÁ ANOS!

Moradores da Rua Caminho Simões Lôbo, localizada em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, denunciam uma situação alarmante de maus-tratos a cavalos na região. De acordo com as vítimas desse abuso, os animais são constantemente mantidos em condições desumanas, sendo amarrados em calçadas, alimentando-se de lixo e forçados a puxar carroças com cargas pesadas, muitas vezes de entulho. O que mais incomoda os moradores é a completa indiferença das autoridades, que não tomaram providências para interromper essa prática cruel que já dura mais de uma década.

Imagens enviadas por moradores, e que foram divulgadas pelo jornal O DIA, revelam a triste realidade desses cavalos. Em uma das fotos, um cavalo aparece preso a um fio no poste, enquanto outros estão espalhados pela rua, próximos a carroças, entulhos e fezes. Nenhum dos animais aparenta ter acesso a água ou comida, o que aumenta ainda mais a gravidade da situação. As imagens são chocantes e demonstram claramente o sofrimento dos cavalos, que se tornam vítimas de um ciclo de negligência e abuso.

De acordo com moradores da região, esse problema não é recente. Eles afirmam que há pelo menos 10 anos a situação se mantém inalterada, e a falta de ação das autoridades tem contribuído para a continuidade do sofrimento dos animais. Uma das testemunhas que fez a denúncia, mas que preferiu não ter sua identidade revelada, relatou que já enviou diversos vídeos sobre o caso à Subprefeitura da Zona Oeste, mas até hoje nenhuma providência foi tomada.

“Isso é de conhecimento de todas as autoridades. Entra subprefeito, sai subprefeito… É uma coisa surreal! Eles [cavalos] circulam por Campo Grande como se fosse uma fazenda. Eles ficam espalhados pelo bairro, são obrigados a carregar carga pesada, entulho, carcaça de carro, ferragem, lixo, material de construção, todo tipo de material que um animal não devia carregar. É uma atrocidade”, desabafou o morador que, exasperado, viu a situação se agravar a cada ano.

Esse cenário de descaso e crueldade é de extrema preocupação, pois além dos danos físicos que os animais sofrem, também há o impacto psicológico causado pelas condições insalubres e o trabalho forçado. Cavalos são animais de grande porte e, quando sobrecarregados com cargas inadequadas, podem sofrer lesões graves e até mesmo morrer prematuramente. Esse é um problema que não deve ser ignorado, especialmente em uma cidade com a grandeza do Rio de Janeiro, onde os direitos dos animais precisam ser respeitados.

Em resposta à situação, o secretário de Proteção e Defesa dos Animais, Luiz Ramos Filho, afirmou que tomará medidas para resgatar os cavalos em questão. De acordo com o secretário, ele estará acompanhado de uma equipe e da polícia para realizar a remoção dos animais e investigar a fundo a situação de maus-tratos. “Nós vamos agir com firmeza para garantir que os direitos dos animais sejam respeitados e que essa prática de abuso não continue em nossa cidade”, declarou Ramos Filho.

No entanto, essa não é a primeira vez que o secretário se envolve em situações relacionadas ao bem-estar animal. Anos atrás, nossa equipe tentou contato com Luiz Ramos, quando ainda era vereador e se posicionava como defensor dos direitos dos animais. Naquela ocasião, foram informadas sobre condições semelhantes no bairro Jardim Maravilha, em Guaratiba, onde cavalos também eram maltratados e forçados a realizar trabalhos exaustivos. Contudo, na época, não houve retorno por parte do então parlamentar, o que gerou frustração nos moradores e ativistas que aguardavam ações concretas.

Agora, com a promessa do secretário de tomar providências, resta saber se as autoridades realmente agirão para acabar com essa prática inaceitável de exploração de animais. Além disso, é fundamental que os responsáveis pelos maus-tratos sejam identificados e punidos de acordo com a lei, para que a situação não se repita e para que a cidade do Rio de Janeiro avance em suas políticas de proteção animal.

Este caso é um exemplo claro de que, mesmo com os avanços em algumas áreas de proteção dos direitos dos animais, ainda existem regiões da cidade onde o descaso e a negligência prevalecem. Cabe à população, às autoridades e aos defensores dos direitos dos animais cobrar uma atuação firme e eficiente para garantir que situações como essa não voltem a acontecer. É essencial que os cavalos e outros animais tenham seu direito à vida e ao bem-estar respeitados, e que aqueles que cometem abusos contra eles sejam responsabilizados por suas ações.

Acompanhemos de perto o desenrolar desse caso e torcemos para que, finalmente, os maus-tratos em Campo Grande sejam erradicados e que os animais resgatados possam receber o cuidado e a atenção que merecem.

( fotos do nosso parceiro plantão Zona Oeste)

Falso Policial Federal é Preso no Park Shopping de Campo Grande

 

 

Na tarde deste sábado (13), policiais militares do 40º BPM (Campo Grande) prenderam um homem que se passava por agente da Polícia Federal no Park Shopping, localizado na Estrada do Monteiro, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação chamou atenção de quem estava no local, revelando mais um caso audacioso de estelionato na região.

O suspeito, identificado como um falso policial, foi abordado pelos agentes após denúncias anônimas de que ele estaria agindo de forma suspeita no interior do shopping. Durante a revista, os policiais encontraram com ele um distintivo falsificado, que ele utilizava para se passar por um agente federal, além de outros itens que levantaram suspeitas.

Ao verificarem a identidade do homem, os policiais descobriram que ele possuía uma ficha criminal extensa, com várias anotações por crimes de estelionato e furto. Segundo informações da polícia, ele já havia enganado diversas pessoas utilizando a falsa identidade de policial federal, aplicando golpes em situações diversas, principalmente em locais movimentados como shoppings e grandes eventos.

Ação Policial e Prisão

A prisão foi realizada de forma rápida e sem resistência. O falso policial foi conduzido à delegacia da região, onde foram feitas as devidas identificações e registros. No local, as autoridades confirmaram que o homem era um criminoso reincidente, conhecido por aplicar golpes em diferentes partes do Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com os policiais, o criminoso utilizava a falsa autoridade de policial federal para intimidar e enganar suas vítimas. Ele oferecia serviços falsos, prometendo resolver problemas judiciais ou garantir facilidades, em troca de dinheiro.

Histórico Criminoso

A ficha do suspeito inclui diversas acusações de estelionato e furto, crimes que, segundo as investigações, ele vinha cometendo há anos. Em um dos casos registrados anteriormente, o homem teria se passado por oficial para entrar em um condomínio de luxo e furtar objetos de valor.

As autoridades agora investigam se o falso policial contava com o apoio de comparsas ou se agia sozinho em seus golpes. Há suspeitas de que ele tenha utilizado a mesma identidade falsa em outras regiões do estado.

Alerta à População

A polícia reforça o alerta para que a população fique atenta a situações suspeitas e denuncie indivíduos que tentem se passar por agentes de segurança sem a devida identificação oficial. É importante observar detalhes como fardamento, distintivos e comportamento, além de confirmar as informações diretamente com as autoridades.

A prisão deste sábado demonstra a eficiência do trabalho realizado pelos policiais do 40º BPM em garantir a segurança da população local. A ação rápida e precisa evitou que o criminoso continuasse atuando e trouxe mais tranquilidade aos frequentadores do Park Shopping e moradores da região de Campo Grande.

O caso segue em investigação, e o suspeito permanece detido, à disposição da Justiça. As autoridades pedem que eventuais vítimas procurem a delegacia para registrar ocorrências.

 

( Fotos) Moradora Abandona 6 Cachorros da Mãe Falecida em Campo Grande e Deixa vizinhos revoltados

 

A equipe do nosso portal recebeu uma grave denúncia envolvendo maus-tratos a animais na Rua Floriano Pacheco, número 175, no bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo o relato, uma moradora do endereço citado teria abandonado seis cachorros que pertenciam à sua mãe, recentemente falecida. O caso gerou indignação entre vizinhos e protetores de animais da região.

De acordo com informações enviadas à nossa redação, a mulher teria retirado os cães do local na noite do dia 2 de janeiro. Com a ajuda de um amigo, ela colocou os animais no carro dele e os levou para um destino desconhecido. Entre os cães, estava uma fêmea que apresenta um tumor na mama, além de outra que ainda precisava ser castrada.

A situação dos cães

Os relatos indicam que os animais estavam sob cuidados básicos antes do falecimento da tutora, mas, após o abandono, não há informações sobre o estado de saúde e as condições em que estão vivendo. O tumor na mama de uma das cadelas é especialmente preocupante, pois pode indicar um quadro de câncer que, sem tratamento, pode levar a graves complicações ou até à morte.

Além disso, uma das cadelas, que deveria ser castrada, corre risco de sofrer prenhez indesejada, aumentando ainda mais a população de animais abandonados nas ruas.

Revolta e indignação

A denúncia gerou revolta entre os vizinhos, que conheciam a dedicação da falecida tutora aos animais. Segundo uma das moradoras da rua, que preferiu não se identificar, a ação da mulher foi vista como desumana e irresponsável. “Ela sabia que esses cachorros dependiam de cuidados, principalmente a que está doente. Jogar eles na rua ou em qualquer outro lugar é um ato cruel”, desabafou.

Protetores de animais da região também se mobilizaram após a denúncia, tentando localizar os cães. Organizações que atuam no resgate de animais abandonados em Campo Grande pedem que a comunidade ajude com informações para localizar os bichinhos e garantir o tratamento necessário, especialmente para a cadela com tumor.

A legislação sobre abandono de animais

É importante lembrar que o abandono de animais é considerado crime no Brasil, conforme a Lei nº 14.064/2020, que alterou a Lei de Crimes Ambientais. A pena para quem comete maus-tratos contra cães e gatos varia de dois a cinco anos de reclusão, além de multa e proibição de guarda de animais.

Como ajudar

Quem tiver informações sobre o paradeiro dos animais pode entrar em contato com grupos de proteção da região ou com a polícia, que pode investigar o caso. Denúncias anônimas também podem ser feitas pelo telefone 1746 ou por meio de aplicativos de proteção animal.

Este caso destaca a importância de conscientizar a população sobre os direitos dos animais e a responsabilidade que vem com a tutela. Vamos juntos cobrar justiça e buscar soluções para garantir o bem-estar desses cães.

 

( Video) Escola em Campo Grande é alvo de denúncia: abandono, lixo e infestação de ratos preocupam moradores

 

 

Uma denúncia enviada por uma seguidora de nosso perfil, que prefere não se identificar, revelou o estado alarmante de abandono em que se encontra a Escola Amazonas, localizada na Estrada Rio-São Paulo, em Campo Grande. Vídeos compartilhados com nossa equipe mostram a unidade escolar tomada por lixo acumulado e sinais claros de uma infestação de ratos, o que gerou grande preocupação entre a comunidade local.

Estamos em período de recesso escolar, mas a questão que ecoa entre pais, alunos e moradores da região é: será que as aulas poderão ser retomadas com segurança diante dessa situação?

O descaso visível

As imagens recebidas mostram uma realidade que, infelizmente, tem se tornado recorrente em várias escolas públicas do Rio de Janeiro: pátios cheios de entulho, salas abandonadas e a presença de roedores, que representam um sério risco à saúde de alunos e funcionários. Segundo a seguidora, o problema não é recente. “Essa situação vem se arrastando há meses, e parece que ninguém está tomando as providências necessárias. Os ratos estão por toda parte, e o cheiro do lixo é insuportável”, relatou.

Além do impacto visual, o cenário exposto levanta questionamentos sobre as condições sanitárias e estruturais da escola, que deveria estar passando por manutenção e limpeza durante o recesso para garantir o bem-estar da comunidade escolar no retorno das aulas.

Impactos na saúde e na educação

A presença de lixo acumulado e de ratos em um ambiente escolar não é apenas uma questão de abandono estrutural; trata-se de um problema de saúde pública. Doenças como leptospirose, hantavírus e salmonelose podem ser transmitidas por roedores, colocando crianças, professores e funcionários em risco.

Além disso, o descaso afeta diretamente o processo de aprendizado. Escolas em condições precárias desmotivam estudantes e impactam negativamente o desempenho acadêmico. Para muitos alunos, a escola é mais do que um local de aprendizado; é um espaço de acolhimento e segurança. Quando essa segurança é comprometida, o efeito pode ser devastador.

 

Enquanto isso, moradores pedem uma ação imediata. “Não podemos aceitar que nossas crianças sejam expostas a isso. Queremos limpeza, dedetização e uma reforma urgente na escola”, disse uma mãe de aluno, que também preferiu não se identificar.

Apelo da comunidade

O caso da Escola Amazonas é um exemplo claro de como a falta de manutenção e cuidado com os espaços públicos pode gerar indignação e medo. É hora de cobrar respostas e soluções. Pedimos às autoridades competentes que tomem providências para garantir que, ao término do recesso, alunos e profissionais possam voltar a um ambiente digno, seguro e propício ao aprendizado.

Acompanharemos de perto o desenrolar desta situação e continuaremos dando voz à comunidade. Se você presenciar ou souber de casos semelhantes, entre em contato conosco. Juntos, podemos lutar por um bairro e uma cidade melhores para todos.

 

POLÍCIA FECHA PADARIA EM SANTA CRUZ POR PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE HIGIENE

 

POLÍCIA FECHA PADARIA EM SANTA CRUZ POR PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE HIGIENE

A Polícia Civil fechou uma padaria em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, por diversas infrações sanitárias. O proprietário e um funcionário foram presos em flagrante.
Segundo a polícia, os agentes foram a Padaria Rede Barcelos verificar uma denúncia de trabalho infantil, que não foi confirmada. No local, eles encontraram diversos produtos impróprios para o consumo e falta de limpeza adequada.
Além disso, o estabelecimento estava funcionando sem alvará e os empregados não eram registrados.

SOLDADO DENUNCIA TENENTE CORONEL POR ASSÉDIO SEXUAL

 

SOLDADO DENUNCIA TENENTE CORONEL POR ASSÉDIO SEXUAL

A soldado Jessica Paulo do Nascimento, de 28 anos, fez uma denúncia contra um tenente-coronel à Corregedoria da Polícia Militar por assédio sexual e ameaça de estupro e morte. O homem, comandante do Batalhão da Zona Sul de São Paulo, teria iniciado as investidas em 2018.

O comandante, que não teve a identidade divulgada por conta do sigilo do processo, é acusado de enviar mensagens e áudios com palavras de baixo calão e propostas indecorosas, além de ter praticado episódios de humilhação em frente aos colegas da mulher, hoje lotada no 45° Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Jessica ingressou no quadro da PM em 2013. Ela declarou nunca ter vivido problemas com colegas ou superiores até que, em 2018, um novo comandante assumiu o Batalhão da Zona Sul de São Paulo.

“Eu trabalhava em uma outra companhia na época, não ficávamos no mesmo local. Só fui conhecê-lo no dia em que ele veio visitar a minha companhia, para se apresentar e conhecer o efetivo”, contou ela ao UOL.

Jessica conta que os assédios tiveram início no mesmo dia. Segundo ela, assim que a avistou, o tenente-coronel se aproximou, trocou algumas palavras superficiais e convidou-a para sair.

“Tentei ser educada, expliquei que era casada, tinha filhos, mostrei a minha aliança. Hoje eu vejo como era inocente. Porque, a partir dali, começou a perseguição contra mim. Como eu não cedia e percebi que ele não ia desistir, fui fazer o teste para o Corpo de Bombeiros, queria sair de onde estava.

Mas ele me sabotou, não permitiu. E o pior, quando soube que eu queria sair da companhia, exigiu minha transferência para um batalhão que fica a 40 quilômetros da minha casa. Mesmo sabendo que eu tinha dois filhos ainda bebês”, detalha.

Um tempo depois, já cansada da perseguição, a soldada contou tudo ao capitão da 1ª Companhia. Ele a orientou a pegar um atestado de 6 meses, para garantir o seu afastamento por instabilidade emocional e ficar longe das investidas do comandante.

“Mas não adiantou. No início de 2019, solicitei uma licença não remunerada de dois anos. Sugeri então ao meu marido que procurássemos um outro lugar para viver. Assim, viemos para a Praia Grande, para onde ele conseguiu se transferir. Mudei meu número de telefone e tudo parecia estar bem”.

Jessica conta que já estava pensando em pedir para ser desligada da PM quando a licença não remunerada vencesse, no início de abril deste ano.

Semanas antes, começou a sentir-se mal e teve crises de ansiedade e de pânico com a perspectiva de voltar ao trabalho.

“Foi quando pedi à secretária dele (do comandante) para que intercedesse por mim no sentido de obter pelo menos uma transferência para o litoral. Eu não queria mais contato com ele. Porém, alguém passou meu número novo para ele. E ele voltou a me ligar e mandar mensagens, sempre com palavreado chulo e propostas indecentes”, diz.

A essa altura, aconselhada por um advogado, Jessica passou a “dar corda” para o tenente-coronel. Ele passou a prometer que iria transferi-la e que iria torná-la farmacêutica da PM (já que ela está cursando faculdade de Farmácia). Tudo isso, claro, se Jessica se submetesse aos seus pedidos.

O comandante teria passado ainda a fazer ameaças contra a sua integridade física e à de sua família, caso ela não cedesse aos apelos. Ele chegou a dizer que havia marcado uma reunião na Sexta-feira Santa (7 de abril), em São Paulo, para resolver o seu caso. Mas, na verdade, queria levá-la para um hotel. O local de encontro seria a área em frente às catracas do Metrô Paraíso.

Um dia antes da data marcada, porém, Jessica procurou a Corregedoria da Polícia Militar e contou tudo. Na sexta-feira, dia 7, apesar da insistência do comandante por meio de mensagens de WhatsApp, ela não compareceu ao encontro.

Ser policial militar era um sonho de infância de Jessica. Porém, depois do que aconteceu, ela afirma que se arrepende de ter ingressado nos quadros da PM.

“Eu sonhava em poder ajudar as pessoas, em ser reconhecida como uma protetora dos inocentes. Mas era tudo falso. Foi o fim de uma ilusão. Se eu pudesse, de alguma forma, avisar à Jéssica criança, lá no passado, daria dois tapas na cara dela e diria para ela acordar, procurar uma outra profissão”, declarou.

Agora, a soldada diz esperar que a Justiça seja feita e os danos provocados a ela, reparados. E deseja que sua história sirva de exemplo para outras pessoas, que enfrentam problemas semelhantes ao dela.

Procurada pelo UOL, a Polícia Militar informou que recebeu a denúncia e imediatamente instaurou um inquérito policial militar para apurar rigorosamente os fatos.

“O Oficial foi afastado do comando do Batalhão e a investigação é conduzida pela Corregedoria da Polícia Militar. Todos os fatos são sigilosos, conforme prevê a legislação”, concluiu a corporação.

Denúncia!! Falsos vendedores de perfume voltaram em Campo Grande!

 

Alô 40º Batalhão de Policia Militar – PMERJ , alô 35 Delegacia De Polícia De Campo Grande os falsos vendedores de perfume voltaram a atacar na passarela da rodoviária de Campo Grande!! O antigo Campo Grande está recebendo inúmeras   denúncias desde ontem sexta feira(14)
Os mesmos abordam as pessoas que passam no local, sempre com o mesmo papo… E aí?? Lembram de mim?? A pessoa tenta lembrar e eles oferecem o perfume, não comprando, eles ameaçam e agridem as vítimas!!

Peço por gentileza que as autoridades tomem alguma providência.

Fica aqui o nosso alerta