venho por meio desta para lhe apresentar a Diaconisa Maria de Lourdes da casa de oração ela está necessitada de um cadeira de rodas para poder se locomover… ela tem 79 anos e o que ela mais gosta é de ir a igreja só que as vezes ela não consegui andar por causa das operações que ela fez na perna…
se eu conseguir uma cadeira de rodas pra ela vai ajudar muito… por favor amigos aqueles que puder ajudar Deus abençoe…
Vamos ajudar a nossa Diaconisa para ela continuar fazendo a obra do senhor que é a coisa que ela mais ama nesse mundo…
que Deus continua abençoando todos nós…
aqueles que puder ajudar entra em contato comigo… zap 986238796 vou buscar em casa… Amém senhor!!!
Arquivo da categoria: Destaque
Violência derruba valor de imóveis na Zona Oeste do Rio!!!
a guerra entre traficantes e milicianos pelo controle de favelas da Praça Seca, na Zona Oeste, se acirrou, tornando ainda mais frequentes as trocas de tiros na região. A violência no bairro tem levado medo à população e, também, atrapalhado o mercado imobiliário. O movimento numa das imobiliárias mais tradicionais da região, a MR Imóveis, caiu drasticamente de um ano para cá. O número de 60 vendas por mês despencou para apenas três.
Mustafá Rezende, diretor da imobiliária, relata que no início de 2017, possuía duas equipes de vendas, uma com 12 funcionários e outra, com 13. Hoje, são dois corretores. A procura de pessoas interessadas nos imóveis também despencou. Há um ano, eram 450 chamadas por mês. Atualmente, são entre 20 e 25. Para Mustafá, a violência, aliada à crise econômica, tem sido determinante para a queda expressiva no interesse de clientes por imóveis na Praça Seca.
— Todo mundo quer vender seu imóvel na Praça Seca, mas ninguém quer comprar. Por semana, recebo de seis a sete novos imóveis para colocar à venda aqui, mas não há procura. Estou há 12 anos na Praça Seca, e a situação da violência nunca esteve tão ruim. Como se não bastasse isso, a crise econômica fez com que a população quebrasse — opina Mustafá.
A situação narrada pelo dono da MR Imóveis é justamente a vivida por X., moradora da Praça Seca que tenta vender um imóvel no bairro há seis meses. Assustada com a violência, ela quer se mudar, mas não consegue fechar negócio:
— Já estive perto de vender duas vezes, mas, por causa dos tiroteios, as pessoas desistem. Quero ir embora daqui mas, para isso, preciso vender meu apartamento. Eu me sinto refém.
Vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), Leonardo Schneider afirma que a violência é um fator que historicamente contribui para a desvalorização imobiliária. Nos últimos três anos, o preço do metro quadrado para venda de imóveis na Praça Seca caiu 9%. O valor estava em R$ 4.190, em março de 2015, e caiu para R$ 3.807, este ano.
— No caso da Praça Seca e da região de Jacarepaguá, os índices de criminalidade vêm aumentando desde 2015, e geram uma fuga de moradores, que acarreta no aumento da quantidade de imóveis disponíveis — diz.
Na noite de sábado, houve troca de tiros na região. Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) entraram em confronto com suspeitos num Corolla branco, na Rua Capitão Meneses, próximo ao morro do Barão. Um homem morreu e outro ficou ferido. Foram apreendidos o carro, que era roubado, e revólver.
Entenda a guerra
Os tiroteios na Praça Seca se acirraram no fim de 2017, quando o miliciano Hélio Albino Filho, o Lica, foi expulso do Morro da Chacrinha. Ele era responsável pela cobrança de taxas na comunidade. Lica então se aliou à maior facção criminosa do Rio para tomar Chacrinha e Bateau Mouche, favelas que eram dominadas por Horácio Souza Carvalho, preso em fevereiro deste ano. As comunidades ficam separadas pela Rua Cândido Benício.
Hoje, o tráfico domina a parte alta da Bateau Mouche, e milicianos, baseados na Chacrinha, continuam exigindo taxas de moradores da parte baixa da comunidade e tentam retomar a Bateau Mouche , enquanto traficantes buscam aumentar seus domínios.
MORADORA DA ZONA OESTE TIRA NOTA MÁXIMA NA REDAÇÃO DO ENEM
MORADORA DE REALENGO TIRA NOTA MÁXIMA NA REDAÇÃO DO ENEM
Superando dificuldades financeiras, uma jovem de 19 anos moradora de Realengo, na Zona Oeste, é mais nova aluna de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com nota máxima na redação do Enem, Beatriz Avelino Servilha, de 19 anos, garantiu uma vaga no curso mais disputado de uma das melhores instituições do país.
O tema da redação, o desafio na educação de surdos no país, não foi um obstáculo para a jovem. Por dois anos, ela fez um curso de libras para poder conversar com a amiga, que é deficiente auditiva. No dia da prova, se emocionou ao ler o tema.
Sem condições de pagar um curso pré-vestibular, ela conseguiu uma bolsa de estudos. Ainda assim as dificuldades foram grandes. Mesmo quando não tinha dinheiro para a passagem do ônibus, Beatriz não desistiu do sonho. Ela atribui suas vitórias aos pais.
Essa foi a terceira vez que Beatriz Avelino prestou vestibular. O professor de matemática dela, Leonardo Torres, não esconde a felicidade diante da conquista da jovem. Beatriz Avelino está no seleto grupo de 53 alunos que conseguiram tirar a nota máxima na redação do Enem do ano passado. Agora, com a vaga garantida, o foco da aluna é se tornar pediatra.
FONTE: Band News FM
Entenda o funcionamento da maternidade do Rocha Faria!
[VÍDEO] Fila para cirurgia no SUS tem 70 mil crianças e adolescentes
https://globoplay.globo.com/v/6348161/
FONTE: G1
DICAS DA DEFESA CIVIL
FONTE: PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
Detran promove mutirão de serviços em São Cristóvão
FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
DISTRIBUIÇÃO DE 500 ÓCULOS DE GRAU
Comprovando que, a cada edição, proporciona a milhares de cariocas a oportunidade de acesso a serviços que, na maioria das vezes, então longe de sua realidade, o projeto “Rio em Ação Social” chega, no dia 9 de dezembro, ao Jardim América, com uma grande novidade: a distribuição de 500 óculos de grau. A iniciativa é fruto de parceria da Prefeitura do Rio com a Fundação Leão XVIII, que através do Projeto Novo Olhar proporciona à população, sem qualquer despesa, exames oftalmológicos e doação de óculos.
Para ser atendido, basta que a pessoa tenha, no mínimo, 20 anos de idade e apresente documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Na ocasião, haverá distribuição de senhas e as pessoas serão atendidas por ordem de chegada. O prazo para a entrega dos óculos será de aproximadamente 30 dias úteis. Vale ressaltar que não serão atendidas: pessoas que sem camisa; pessoas que tenham ingerido bebida; e menores de 20 anos.
Durante a ação social, o paciente terá que passar por seis etapas de atendimento: Cadastro (Preenchimento do cadastro de identificação e verificação dos requisitos para participação); Verificação da taxa glicêmica; Exame de Acuidade Visual (realizado com a ajuda de uma placa, que contém letras e figuras); Exame Auto Refrator (realizado com a ajuda de uma máquina computadorizada que indica o grau do paciente); Exame com oftalmologista (um médico avaliará o resultado obtido pelo Auto Refrator e fará um novo exame com aparelho específico para emissão da receita); e encaminhamento à ótica para cadastro e obtenção do protocolo com data de entrega dos óculos.
O solicitante também deverá informar o local da entrega dos óculos, que pode ser o mesmo da ação ou em um novo local de sua escolha.
As sobras de óculos – aqueles que os pacientes não forem buscar – poderão ficar em um local indicado pelo solicitante em um prazo máximo de 30 dias, desde que seja um órgão público municipal, estadual ou federal e que haja um responsável para assinar uma cautela. Após esse prazo, a Fundação Leão XIII recolherá os óculos, que ficarão em sua sede.
O Rio em Ação acontecerá no dia 9 de dezembro (sábado), das 9h às 13h, no CIEP Graciliano Ramos, que fica na Rua Jornalista Geraldo Rocha, s/n, Jardim América.
Saiba mais:
Rio em Ação leva caravana de serviços essenciais para o Jardim América
FONTE: PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
FEIRA PARA DEFICIENTES NESSA SEXTA!
FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO
NOVAS REGRAS DE ADOÇÃO
Na última quinta-feira (23), foram sancionadas as Novas Regras para Adoção. O texto aprovado pelo presidente Michel Temer tem como objetivo acelerar o processo de adoção no Brasil e garantir os mesmos direitos dos pais sanguíneos aos adotivos.
Entre os pontos aprovados por Temer está a preferência na fila da adoção por pessoas que tenham a intenção de adotar grupos de irmãos ou crianças têm preferência na fila de espera – o mesmo vale para deficiência, doença crônica ou necessidades específicas de saúde. “A vantagem faz com que a fila diminua (…) A preferência do população por adoção são meninas recém-nascidas, brancas – o que não é o perfil brasileiro”, explica a advogada Ivone Zeger especialista em Direito de Família e Sucessão.
Outro ponto da lei é a extensão das garantias trabalhistas aos pais como licença-maternidade, estabilidade provisória após a adoção e direito de amamentação.”Isso se chama isonomia. Dar a uma pessoa esse período de adaptação é de extrema inteligência. Não é porque o pai ou a mãe tem vínculos biológicos que eles têm mais direitos que os que adotivos”, diz Ivone.
Leia mais: Como funciona a adoção internacional
A nova lei também reduz de seis para três meses o período máximo que a Justiça deve reavaliar a situação da criança e do adolescente que estiver em abrigo ou orfanato ou em acolhimento familiar – período em que voluntários se oferecem para cuidar do menor até a adoção ou até o retorno à família biológica.
Atualmente, há 37 mil pretendentes habilitados entre os interessados e 4 755 crianças e adolescentes disponíveis para adoção, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Novas tentativas de resolver essa equação estão em curso.
Leia mais: Filhos do coração: histórias emocionantes de quem adotou
Vetos
Apesar das mudanças aprovadas, outras foram barradas pelo presidente.
Foi o caso do dispositivo que determinada que recém-nascidos ou crianças não procuradas pela família em u prazo de 30 dias seriam cadastradas para adoção. O motivo alegado é que mães em situação de depressão pós-parto podem se arrepender e reivindicar a guarda do filho. “Muitas vezes a mulher está em uma situação de sensibilidade”, argumenta Ivone.
O apadrinhamento de maiores de 18 anos que viviam em abrigos também foi vetado. Para a especialista, o veto não traz benefícios. “Um programa de apadrinhamento é positivo. Muitas vezes há adolescente que estão no abrigo por não terem conseguido a adoção e sao expelidos de lá sem ter condições de se manterem”
Leia mais: A difícil luta de três casais para adotarem seus filhos
FONTE: CLAUDIA