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NOSSA HISTÓRIA!! O RIO DE JANEIRO COMEÇA EM SEPETIBA…. QUE LINDO!!!LEIAM!!

O RIO COMEÇA EM SEPETIBA

Por Claudio Prado de Mello

Apesar de muitos acharem o contrário, Sepetiba não é um Município do Estado do Rio de Janeiro, e, sim um bairro do Município do Rio de Janeiro. Sepetiba não é O Último bairro do Rio de Janeiro, mas sim o primeiro! Com essa afirmação começamos a mostrar um pouco sobre sua história e importância no contexto histórico e arqueológico.

Sepetiba é um bairro localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, banhado pelas águas da comprometida Baía de Guanabara. Faz limite com Santa Cruz, Barra de Guaratiba e Guaratiba, que apesar de serem tão longes e tão afastado do Rio, também são bairros da Urbe Carioca.

Etimologicamente falando, o nome “Sepetiba” tem origem na língua tupi, significando “muito sapê” e tal nome se referia as áreas baixas e planas aonde o sapê crescia em abundância. SIPITIBA, ou “ÇAPE-TYBA”, ou “ÇAPE-TYUA”, significa “sítio dos sapês” ou “sapezal”.

Coreto da Praça de Sepetiba, filmado inúmeras vezes na novela O Bem Amado e que pertencia a Praça XV, em frente ao Paço Imperial (Fotos: Acervo IPHARJ)
As praias de Sepetiba serviam como porto do Rio Colonial para exportação de pau-brasil à Europa. Seus principais acessos eram o caminho de Sepetiba (atual Estrada de Sepetiba), que levava à Santa Cruz, e o caminho de Piahy (atual Estrada do Piaí), que ligava o bairro à Pedra de Guaratiba.

Na região existem três praias principais: a de Sepetiba, a do Recôncavo (antiga Dona Luíza) e a do Cardo. Em 1818, havia três fortes equipados com baterias de canhões: 1) o de São Pedro (que defendia a praia de Sepetiba e as ilhas do Tatu e a Ilha da Pescaria); 2) o de São Paulo (abrangia as praias de Sepetiba e Piahy); e 3) o de São Leopoldo (no morro de Sepetiba).

A antiga povoação foi elevada à segunda província por Dom João VI. De acordo com fontes históricas, Dom João VI foi estimulado pelos padres jesuítas a visitar o litoral de Sepetiba, onde vislumbrou um ponto adequado para a navegação e escoamento de produtos. Nele construiu duas pontes e um molhe na região da lha da Pescaria, utilizando mão-de-obra escrava e seguindo as coordenadas dos portugueses.

Já no início do século XIX, Sepetiba passou a ser frequentada no verão pela Família Real, que utilizava a propriedade para o lazer da elite, como touradas, saraus e danças portuguesas. Com a implantação da “Companhia Ferro Carril”, em 1884, o bonde de tração animal passou a transportar a “mala real” até o cais de Sepetiba, além de cargas e passageiros.

É de amplo conhecimento de que boa parte do litoral fluminense foi ocupado por alguns dos mais antigos grupos humanos que chegaram à faixa litorânea do Estado, na época em que o homem no Rio de Janeiro ainda era nômade e vivia basicamente da coleta de víveres como moluscos, crustáceos e frutas silvestres. Os locais escolhidos eram os que ofereciam condições de estabelecimento temporário e tão logo o ambiente natural se mostrava enfraquecido ou exaurido de recursos alimentares, esses grupos se mudavam para outras áreas. Esses grupos de Paleo-Indios são chamados na Arqueologia Brasileira de Grupos Sambaquieiros. Em determinadas regiões e em áreas próximas ao mar, os chamados Sambaquis mostram em detalhes aspectos da vida e das práticas funerárias de algumas dos mais antigas ocupações no estado.

Mais tarde, a região litorânea foi ocupada por grupos ceramistas agricultores que terminaram por dominar esses grupos mais primitivos. Os indígenas Tupi que transitavam por toda a região, aqui e ali deixando seus vestígios uma vez que existia um fluxo constante de tribos transeuntes de norte a sul (e vice-versa) rumo a locais novos para assentamentos. Guaratiba e Campo Grande se destacaram nas descobertas, apesar de especularmos que a maior parte foram destruídos no processo de ocupação recente.

A Reserva de Guaratiba é composta por ecossistema de mangue, é o filtro da baía de Sepetiba, e considerado o manguezal mais bem preservado do Estado. Existem (ou existiam antes da construção do BRT?) 34 sítios arqueológicos situados em seus limites. Em termos numéricos temos uma estatística cedida pelo Cadastro de Sítios Arqueológicos para a região, como segue: Guaratiba: 34 sítios, Sepetiba: 2, Campo Grande: 3, Senador Camará: 1, Santa Cruz: 3, Bangu 4.

A baía de Sepetiba foi palco de inúmeros acontecimentos da história do Brasil e, até hoje, mantém sua importância como posto de vigília em frente à Base Aérea de Santa Cruz para garantir a soberania nacional. Ligada à pré-história indígena, como atesta a presença de sambaquis na região, Sepetiba foi considerada o “Porto do Ouro” por receber todo o ouro que vinha de Paraty com destino a Lisboa.

No século dezoito, a baía de Sepetiba foi cenário de muitas batalhas entre corsários atraídos pelo ouro e soldados do rei Dom João IV. Além do ouro, os piratas usurpavam o pau-brasil abundante nas matas da região.

Em 23 de Agosto de 2015, a convite da equipe técnica do Ecomuseu de Sepetiba (reunindo Bianca Wild, Silvan Guedes, Telma Lopes, Bruno Cruz, Maria Do Carmo Matos, e Gutemberg Castro) e o arqueólogo do Instituto de Pesquisa Histórica e Arqueológica do Rio de Janeiro estiveram na região de Sepetiba aonde existem locais de interesse histórico e arqueológico ate então não identificados.

A primeira investigação deu-se em uma casa em processo de reforma/ demolição situada na praça principal e verificamos no seu processo de construção a existência de um tipo de argamassa das paredes de pedra aonde são visíveis restos de conchas de sambaquis e ate um possível fragmento de osso humano. Esta descoberta constitui um indicador da existência de sambaquis na região e de seu emprego como material consolidador de um tipo de massa composto de cal, areia e muitas vezes óleo de baleia, em uso no Período Colonial, data em que se especula tenha ocorrido a construção da casa.

Ao longo da extensa caminhada pela faixa litorânea, a equipe se deparou com vários pontos de interesse arqueológico e com artefatos aflorados na superfície. A julgar pelas categorias de artefatos e padrões de sítios, podemos atestar se tratar das seguintes categorias de sítios:

1) Remanescentes de ocupações sambaquieiras com presença de artefatos líticos típicos como batedores e conchas com marcas características;

2) Em outra área verificou-se a existência de sítio contendo material cerâmico pré-histórico, possivelmente remanescente de uma ocupação ou acampamento Tupi-Guarani, com decoração na cerâmica;

3) Em uma outra parte do terreno localizamos material que desceu da parte superior da elevação e continha material histórico como louças e metais, chamando atenção os fragmentos de faiança portuguesa decorada de azul sobre branco, típica do século XVII .

4) Encontramos também um capacete de paraquedista (modelo m1,americano, de 1942). Nesse sentido cabe lembrar o relato de que refugiados da Revolta Armada de Santa Catarina atracaram acidentalmente na praia de Sepetiba, sendo presos e fuzilados na “Ilha da Pescaria” e ali mesmo sepultados. O local passaria a ser chamado de “Ilha dos Marinheiros” pelos moradores mais antigos.

Já realizamos várias ações de importância, como segue:

1) Relatório de apoio (Laudo Arqueológico) à solicitação do ECOMUSEU DE SEPETIBA que pedia o tombamento da area arqueológica. Tal Relatório foi encaminhado ao competentíssimo Vereador William Coelho que encaminhou o PL a Camará Municipal do Rio de Janeiro,

2) Assessoria em Arqueologia a equipe de tecnicos do IRPH nas Vistorias técnicas a região de Sepetiba,

3) Vistorias técnicas e pesquisas de Diagnóstico da Região por toda as regioes de Sepetiba;

4) Participação no Seminário organizado pela BASC com Conferência que teve como tema os aspectos Arqueológicos e Históricos da região;

5) Registro dos sítios arqueológicos no Órgão Federal em 2015;

6) Levantamento detalhado do assunto em forma de um artigo; nos primeiros meses será lançado um Livro com o resultados das pesquisas arqueológicas não interventivas que estão sendo realizadas pela equipe do IPHARJ desde Agosto de 2015;

7) Encaminhamento das pesquisas para o IRPH que também esta envolvido em parte desse projeto e um segmento dele já foi Tombado a Nível Municipal .

No último dia 06, fomos conduzidos pela turismóloga Telma Lopes em visita a uma nova região que ela suspeitava ser de algum interesse arqueológico. Lá encontramos o sítio em processo de destruição, e farto material arqueológico nas proximidades, já impactado e constando da mesma categoria de artefatos como na outra oportunidade, confirmando-se, então, a existência das várias fases de ocupação do território de Sepetiba. Amanhã, dia 08/01/2018, protocolaremos um novo relatório sobre o assunto nos órgãos municipais e federais de interesse, pois o novo sítio detectado no dia 06 está em fase de destruição e carece de cuidados mais do que urgentes!

Após à conclusão esse estudo arqueológico será de fundamental importância para se entender o processo de ocupação do litoral do estado do Rio de Janeiro. Consideramos que a área em avaliação merece todo cuidado e atenção por parte dos Preservacionistas da região.

Claudio Prado de Mello ( Prof.Ms)
Arqueólogo e Historiador
Conselheiro do Conselho Estadual de Tombamento SEC RJ
Conselheiro Municipal de Cultura do Rio de Janeiro
Instituto de Pesquisa Histórica e Arqueológica do RJ
Museu da Humanidade – IPHARJ
email pradodemello@hotmail.com

Este texto foi extraído do Blog:

http://urbecarioca.com.br/…/o-rio-comeca-em-sepetiba-de-cla…

Agradecimentos à Andrea Albuquerque administradora do blog que gentilmente cedeu a utilização do texto acima.

A ZONA OESTE TEM HISTÓRIAS LINDAS DO PASSADO COM ESSA….VIVA A NOSSA CULTURA!!

A FAZENDA DO VIEGAS – por André Luis Mansur

Hoje totalmente degradado e abandonado, o conjunto formado pela sede da Fazenda do Viegas e a Capela de Nossa Senhora da Lapa, na rua Marmiari, no bairro de Senador Camará, são um importante monumento histórico da arquitetura colonial rural do Rio de Janeiro. A fazenda, que mais tarde receberia o nome de Engenho da Lapa, foi fundada por Manuel de Souza Viegas no final do século XVII e a capela construída por volta de 1725.

Durante todo o século XVIII a fazenda foi uma importante produtora de cana de açúcar e aguardente, até que na virada para o século XIX começou a se destacar na produção de café. Os registros indicam que em 1777 ela pertencia a Manuel Freire Ribeiro e em 1797 a Francisco Garcia Amaral. Em 1855 ela foi propriedade de Joaquim Cardoso dos Santos, dos mesmos Cardoso dos Santos que durante décadas foram donos da Fazenda do Cabuçu, em Campo Grande, por onde passa hoje a Estrada do Cabuçu, ligando o centro do bairro à localidade do Rio da Prata, onde também existia uma fazenda da mesma família. “No século XVIII, a fazenda, cultivando cana-de-açúcar e produzindo derivados em seu engenho, foi considerada a segunda em importância na freguesia de Campo Grande. No início do século XIX, com o advento da cafeicultura, a fazenda, com seus campos de cultivo se estendendo até o Lameirão e a Serra dos Viegas, destacou-se como uma das maiores e mais produtivas”. (Hinterlândia Carioca, de Nei Lopes)

A testada (parte da frente da fazenda) fazia limites com a Fazenda dos Coqueiros, dos herdeiros de Manuel Antunes Suzano (grande proprietário de terras na região) e com a Fazenda do Retiro. Aos fundos, a Serra de Bangu, onde ficavam outras propriedades dos Suzano. Com a fragmentação das fazendas, no final do século XIX, dando origem a diversos bairros na zona rural carioca, a antiga Fazenda do Viegas, já nas mãos da Família Paiva, foi vendida em parcelas, na década de 1930, à Construtora Imobiliária Bangu, que a loteou para construção de residências.

A sede da fazenda, austera e simples, típica das casas senhoriais da sociedade rural brasileira do período colonial, é construída a meia encosta, com um porão alto aproveitando a diferença de nível. A fachada principal é marcada pelas colunas toscanas da varanda, por onde se dá o acesso. A capela de Nossa Senhora da Lapa fica à esquerda da casa e está ligada a ela pela varanda. Todo o conjunto arquitetônico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “A casa de fazenda apresenta uma solução peculiar para a conjugação da capela ao corpo da casa, aproveitando a topografia do terreno. O coro da capela, que funcionava como tribuna para os proprietários, comunica-se diretamente com o alpendre da casa, enquanto a nave, que se desenvolve num plano inferior, tem acesso externo no nível do terreno”. (Guia da Arquitetura Colonial, Neoclássica e Romântica do Rio de Janeiro, de Jorge Czajkowski)

O conjunto arquitetônico, assim como a área verde em torno dele, foi declarado Parque Natural Municipal e, a partir de 2007, Parque Urbano Fazenda do Viegas, mas só no papel mesmo que ele funciona como parque. A única atividade realizada lá nos últimos anos tem sido a de Coletivos Culturais, que ocupam o espaço de vez em quando para um dia de eventos, com música, teatro, literatura, exposição, artesanato, cineclube etc.

André Luis Mansur é jornalista e escritor – Escreve semanalmente na página Santa Paciência.

Pesquisa de fotos- Guaraci Rosa

PARK SHOPPING RECEBE COMPANHIA DE TEATRO INFANTIL DURANTE O MÊS DE JUNHO

A companhia de teatro Arte Mágica chega no Park Shopping Campo Grande para ocupar toda a programação teatral durante o mês de junho. Neste período, novos espetáculos de teatro infantil aguardam a garotada todas as terças e quartas-feiras do mês, às 18h30. Os espetáculos são gratuitos e acontecem no segundo piso, próximo à loja Kalunga.

No dia 5 de junho, 3ª feira, tem “Brincando de Brincar” –  Quatro amigos aproveitam uma tarde de diversão para viver histórias incríveis embaladas por antigos sucessos musicais que até hoje fazem parte do dia-a-dia das crianças.

No dia 6 de junho, 4ª feira, a peça é a clássica “Terra do Nunca” – Peter Pan, o garoto que se recusa a crescer, espreita a casa da família Darling na cidade de Londres, pois Wendy, a mais velha dos filhos do casal, crê que ele exista e já convenceu seus irmãos, João e Miguel. Peter Pan ensina as crianças a voar e, com a fada Sininho, seguem para um passeio numa ilha encantada onde terão que enfrentar o Capitão Gancho.

No dia 12 de junho, 3ª feira, é a vez de “A Bela e a Fera” –  Bela é uma jovem camponesa que vive com seu pai, um inventor. Algo inesperado acontece e ele fica aprisionado num castelo encantado por uma Fera. Bela decide ficar no lugar dele e aprende a enxergar o bom homem por trás da aparência horrível da Fera, descobrindo assim o verdadeiro amor.

No dia 13 de junho, 4ª feira, terá o espetáculo “Princesa por um dia” – Celina é uma jovem serviçal que sonha com o amor verdadeiro, se apaixona pelo príncipe Edward e finge ser uma Condessa. Ao descobrir a mentira, a princesa Sophia expulsa Celina do reino para se casar com o príncipe, porém Nicolas, um amigo de infância de Celina, prova para o príncipe que ela não mentiu por interesse e que o amor verdadeiro é capaz de perdoar tudo.

No dia 14 de junho, 3ª feira, acontece “A viagem Fantástica” –  Um menino que não gostava de ler conhece o senhor Merlin, dono de uma livraria muito especial. Ele é presenteado com um livro mágico que o transporta para dentro das histórias e assim ele entende o valor da leitura.

No dia 20 de junho, 4ª feira, tem “O Casamento na Roça” –  Ritinha é uma jovem obrigada pela mãe a usar um véu e esconder seu rosto de todos até o dia de seu casamento. Zeca se apaixona por ela e eles sonham em se casar, mas sua mãe decide que ela tem que se casar com um pretendente rico que lhe dê uma vida melhor. Agora Zeca e Ritinha têm que mostrar para dona Ofélia que dinheiro não é tudo e o que realmente importa é o verdadeiro amor.

No dia 26 de junho, 3ª feira, a peça será “A lâmpada Maravilhosa” – Jasmine é uma princesa que não quer se casar por obrigação, foge do palácio e conhece Alladin. Mas Jafar já tinha planos para o garoto e o convence a entrar numa caverna para encontrar uma lâmpada. Alladin esfrega a lâmpada, conhece o Gênio e descobre que pode realizar três desejos e se torna um príncipe para conquistar a princesa.

No dia 27 de junho, 4ª feira, encerra a programação com “A princesa e o Sapo” –  Linda é uma princesa muito mimada que só sabe enaltecer sua beleza, mas sua vida muda quando ela conhece um sapo sábio que lhe ensina valores que ela antes não dava importância. Ela sonha com o amor e descobre que ele pode estar mais próximo do que imagina.                      

SERVIÇO

Programação:

05/06 – Brincando de brincar

06/06 – Terra do Nunca

12/06 – A Bela e a Fera

13/06 – Princesa por um dia

19/06 – A viagem fantástica

20/06 – O casamento na roça

26/06 – A lâmpada maravilhosa

27/06 – A princesa e o sapo

Horário: 18h30

Local: Piso L2 – próximo à Kalunga.

EndereçoEstrada do Monteiro, 1200 – Campo Grande, Rio de Janeiro. Tel: 2414-7417 – Call Center: 3003-4175.

Evento gratuito.

 

Homem morre de parada cardíaca ao assistir novo Vingadores

O filme Vingadores – Guerra Infinita deveria vir com aviso de fortes emoções para pessoas cardíacas. O alerta talvez evitasse casos como o de um espectador da cidade de Proddatur na Índia. Peddapasupula Baasha, de 43 anos, morreu durante uma sessão do novo longa da Marvel e foi encontrado horas depois, ainda na poltrona do cinema.

De acordo com informações da polícia local, o homem assistia ao filme em comemoração ao Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. A princípio, os funcionários pensaram que Baasha estava esperando para assistir à cena pós-créditos da produção, porém, ao retirar os óculos 3D, notaram que ele havia falecido.

Acredita-se que Baasha tenha morrido de parada cardíaca ou causas naturais. Entretanto, uma autópsia será realizada e o caso continua sendo investigado.

Confira o trailer:

 

EVENTO DE VALORIZAÇÃO DA CULTURA NEGRA TERÁ EDIÇÃO ESPECIAL EM COMEMORAÇÃO AO DIA DAS MÃES

No próximo domingo (6), o viaduto de Campo Grande recebe mais uma edição do evento “Ascendência Negra”, que promove a valorização da cultura e da resistência negra no bairro. O tema do encontro é “Ela disse sim!” e presta homenagem a todas as mães, não apenas as biológicas, mas mães do coração, avós e tias que são mães no sentido mais amplo da palavra. O evento é gratuito e acontece das 9h às 19h.

A festa é organizada pelo Trança Terapia, negócio social que atua na arte das tranças. Na parte da manhã, acontecem o workshop de penteados clássicos, comandado por Gabriela Azevedo, e o workshop de maquiagem para pele negra com DIVA. Ambos terão início às 9h. Para participar dos treinamentos, o investimento é de R$25,00 + 1 kg de alimento não perecível que será doado a uma instituição local.

Na parte da tarde, acontece a roda de conversa “Ela Disse Sim”, com a presença da produtora cultural Carolina Jacob e da psicóloga do projeto Trança Terapia, Roberta Santos. A música fica por conta de Filhos de Jovem , Kathy Telles, Elísio de Búzios, Bruna de Paula, Felipe, entre outras atrações. O som será comandado pelo DJ Ramon. Durante todo o dia, rola a feira afroempreendedora com produtos de vestuário, gastronomia e arte.

Serviço:

Ascendência Negra | Música, afroempreendedorismo e cultura
Data: 6 de maio (domingo), das 9h às 19h
Local: Rua Campo Grande, 8 – Viaduto Novo de Campo Grande
Entrada Gratuita

 

Foto: MFIVE

TEATRO INFANTIL TEM NOVA PROGRAMAÇÃO NO PARK SHOPPING CAMPO GRANDE

A Cia Faz Assim e a Cia Teatro de Bolso querem despertar a magia, alegria e a criatividade das crianças, nesta nova leva de peças teatrais infantis, junto com os espetáculo e oficina de mágica, que serão apresentados no ParkShoppingCampoGrande, todas as terças e quartas-feiras de abril, às 18h30.

Hoje, 04 de abril, 4ª feira, show de mágica infantil. Já no dia 10 de abril, 3ª feira, a Cia Faz Assim apresenta “As férias do Scooby” (Cia Faz Assim). A turma de detetives mais famosa do mundo decide tirar umas férias mas, ao invés de descansar, embarcam numa história de arrepiar, cheia de monstros, músicas onde  as crianças vão ajudar a turma do Scooby a encontrar todas as pistas desse mistério. No dia 11 de abril, 4ª feira, oficina de mágicas.

No dia 17 de abril, 3ª feira, tem “A História da Bailarina e do Soldadinho” (Cia Faz Assim). A clássica história de amor entre a bailarina e o soldadinho de chumbo contada de um jeito moderno, com lindos números musicais e um final surpreendente, afinal, a bailarina merece ter um final feliz. No dia 18 de abril, 4ª feira, show de mágica infantil.

No dia 24 de abril, 3ª feira terá “Os Saltimbancos”, apresentado pela Cia Teatro de Bolso. A peça encena a vida de quatro animais, (um jumento de carga, um cão-de-guarda, uma gata “de madame” e uma falinha que já não bota mais ovos). Cansados de maus tratos feitos pelos seus donos, unem-se por meio da música em busca de liberdade e felicidade. Nessa caminhada cheia de trapalhadas, perigos e aventuras, os animais compreendem a importância da união, amizade, amor e respeito ao próximo. Encerra no dia 25 de abril, 4ª feira, com oficina de mágicas.

 

SERVIÇO

Programação do teatro:

03/04 – Uma escola de arrepiar                      

04/04 – Show de mágica infantil

10/04 – As férias do Scooby

11/04 – Oficina de mágicas

17/04 – A história da bailarina e do Soldadinho

18/04 – Show de mágica infantil

24/04 – Os Saltimbancos

25/04 – Oficina de mágicas

Horário: 18h30

Local: Piso L2 – próximo à Kalunga.

EndereçoEstrada do Monteiro, 1200 – Campo Grande, Rio de Janeiro. Tel: 2414-7417 – Call Center: 3003-4175.

Evento gratuito.

 

EVENTO SOBRE CULTURA NEGRA ACONTECE EM CAMPO GRANDE

HOJE! OFICINA DE POESIA GRATUITA

O Imperator/Centro Cultural João Nogueira, no Méier, realiza nesta quarta-feira (20/12), a partir das 19h, uma nova edição do projeto “Oficina Experimental de Poesia”, com bate-papo entre poetas e leitores. Com classificação livre e entrada gratuita, a atividade acontece no terraço.

 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2597-3897. O Imperator fica na Rua Dias da Cruz, 170.

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

PEÇA DE NATAL EM CAMPO GRANDE, NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA

Nos próximos dias 22 e 23 de dezembro, sexta-feira e sábado, o grupo de teatro Waldir Onofre fará uma encenação da peça “O Presépio”, uma adaptação do Evangelho Segundo São Lucas, em Campo Grande. A peça começa no calçadão e termina na praça em frente à Igreja Nossa Senhora do Desterro. Esta é a primeira vez que o espetáculo é encenado, mas o projeto do presépio vivo acontece desde 2003, montado pelo ator Waldir Onofre. Em 2014 e 2015, o o também ator Carlos Onofre, filho de Waldir, assumiu o grupo de teatro e fez o presépio vivo dentro das dependências da igreja Nossa Senhora do Desterro.

O espetáculo conta com cerca de 15 atores, todos alunos e ex-alunos do curso de teatro Waldir Onofre. “Minha proposta é levar ao conhecimento das pessoas, que nunca ouviram falar de teatro ou nunca tiveram a oportunidade de apreciar, essa arte maravilhosa contando a história linda do nascimento de Jesus. Nos próximos, faremos parceria com outros grupos para incentivar e valorizar os artistas de nossa região. Sentimos uma necessidade tão grande de apresentar esse trabalho que os próprios alunos começaram a confeccionar suas roupas para a apresentação. A ideia anterior era fazer tudo na praça da igreja, mas resolvi levar o espetáculo diretamente ao povo: a peça começa no calçadão e termina na praça da igreja, no Presépio”, conta Carlos Onofre, que para o ano que vem já planeja encenar o espetáculo  “A Odisseia de Cristo”, texto adaptado por Waldir Onofre da Paixão de Cristo e encenado pelo ator nas décadas de 70 e 80.

Serviço:

Peça teatral: “O Presépio”

Data: 22 e 23 de dezembro, de 19h às 20h

Local: Início no calçadão de Campo Grande e término na Praça em frente à Igreja Nossa Senhora do Desterro

 

Imagem: Pixabay

 

 

FONTE: ACICG

AMANHÃ! Oficinas na Cidade das Artes

A estação mais quente do ano se aproxima e a Cidade das Artes vai comemorar a chegada do verão em grande estilo. Em uma tarde com diversão e muitas brincadeiras, a criançada vai aprender sobre conscientização ambiental com uma programação para lá de bacana e informativa!

A exposição fotográfica Projeto Ilhas do Rio foi pensada para sensibilizar os pequenos sobre a importância de se proteger e conservar o Monumento Natural das Ilhas Cagarras, sua vida biológica marinha, vegetação e qualidade da água, além de estimular o turismo consciente e sustentável. Na hora de colocar a mão na massa, oficinas de reciclagem vão ensinar a meninada sobre a importância de se reaproveitar o “lixo” e como se deve descartar embalagens usadas. Para participar, cada criança precisa levar uma embalagem vazia e limpa e é preciso se cadastrar neste site. As atividades terão início às 16h e irão até 18h30.

Fechando com chave de ouro, o musical Um Passeio Mar Adentro conta a história de Pedro, um garotinho que acompanha seu pai em um mutirão de limpeza e se perde durante o passeio. À procura do seu pai, Pedrinho conhece incríveis animais e plantas como um golfinho, uma bromélia e um cacto e passa a entender a importância que eles têm no ecossistema. Orientando a garotada, o musical quer promover a educação ambiental, mostrando que o comportamento humano pode ajudar ou impactar o habitat dos seres vivos. Serão duas apresentações, às 18h e 19h:30 e os ingressos serão distribuídos uma hora antes do espetáculos começar. Bacana, né?

ABERTURA DE VERÃO KIDS 2018
16 de dezembro | 16h às 20h
Fundação Cidade das Artes: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca
Evento gratuito sujeito à lotação | Estacionamento no local
Para mais informações, acessar o site do evento.
FONTE: AGENDA CARIOCA