Ana Carolina Lessa, 19 anos, morreu depois de ingerir droga em festa rave (foto: Arquivo Pessoal)
Uma droga rara chamada de N-etilpentilona foi a responsável pela morte da universitária Ana Carolina Lessa, 19 anos, em 25 de junho deste ano. De acordo com os investigadores, a jovem ingeriu o entorpecente junto com uma bebida alcoólica, durante uma festa rave. Os efeitos foram intensos e horas depois de ela ter várias alucinaçőes, o coraçăo ficou sobrecarregado e Ana năo resistiu a duas paradas cardiorrespiratórias.
Além da jovem, o entorpecente foi o responsável por mais uma morte, a única que se tem registro. Em dezembro de 2017, Carlos Henrique Santana Oliveira, 32, também passou mal ao fazer uso da substância em uma rave, desta vez no Rio Grande do Norte. Além de provocar efeitos como pupila dilatada, olhos arregalados, paranoias e alucinaçőes, a N-etilpentilona interfere nos batimentos do coraçăo e a sobrecarga pode ser fatal.
Em entrevista para a TV Brasília (veja abaixo), parceira do Diários Associados, a măe da jovem, Valda Lessa, fez um alerta. “Eu nunca imaginei isso na vida. Carolina foi um exemplo para muitos jovens que acham que isso năo pode acontecer com eles, que năo văo se envolver”, lamentou. A família ainda acredita, no entanto, que alguém possa ter colocado a substância na bebida da jovem, sem que ela percebesse.
A delegada Cláudia Alcântara, responsável pelo caso, afirmou que as investigaçőes apontaram que foi a própria jovem quem levou o entorpecente para usar na festa. “Testemunhas narram que ela fez uso da droga macerada em um copo de bebida”, disse. A delegada contou, também, que Ana sofreu várias alucinaçőes e que, por isso, estava machucada. “Pessoas que estavam na festa disseram que ela estava tăo desorientada que chegou a se jogar várias vezes em uma grade de ferro, tentando atravessar. Depois começou a rastejar no chăo como se fosse uma cobra”. A suspeita inicial era de que a menina havia sido estuprada durante o evento, mas laudos médicos refutaram essa hipótese.
Ao todo 32 pessoas foram ouvidas. As investigaçőes continuam na tentativa de esclarecer se a organizaçăo da festa, o Arraiá Psicodélico, ofereceu o atendimento necessário para Ana Carolina. Caso contrário, os responsáveis poderăo responder por omissăo de socorro. À época da morte, a organizaçăo informou, em nota, que a jovem chegou a ser atendida em uma unidade móvel de socorro e que “o evento estava preparado para qualquer eventualidade que colocasse em risco a vida dos participantes”.
Para o início da primavera há uma grande massa de ar seco que predomina no Sudeste (foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
A primavera de 2018 começa, neste sábado (22/9), exatamente às 22h53, e termina no dia 21 de dezembro às 20h22. Nesta estaçăo, a atmosfera gradualmente sai do padrăo seco característico do inverno e ganha o padrăo úmido e quente típico do verăo. Mas esta transformaçăo năo ocorre de uma semana para outra.
Segundo Felipe Pungirum, meteorologista da Climatempo, para o início da primavera há uma grande massa de ar seco que predomina no Sudeste. “No mês de outubro, vai chover um pouco menos que a média na regiăo”, explica.
Os principais centros internacionais de meteorologia indicam probabilidade superior a 60% de que seja registrado um novo episódio de El Nińo no final da primavera e início do verăo de 2019.
Se o fenômeno for confirmado, provavelmente, será de curta duraçăo e de intensidade baixa ou moderada. O El Nińo provoca o aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico Tropical, afetando a distribuiçăo das chuvas, que também săo influenciadas pela temperatura na superfície do oceano Atlântico Tropical e na área oceânica próxima à costa do Uruguai e da Regiăo Sul.
Previsăo
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com a possível presença do El Nińo, as chuvas na regiăo Sul do País deverăo ficar acima da faixa normal nos três Estados, enquanto as temperaturas médias devem predominar dentro da normalidade no Rio Grande do Sul e acima da média nos outros Estados.
Durante a primavera, a regiăo Sudeste deve apresentar temperaturas acima da média. As chuvas devem permanecer abaixo da faixa normal, exceto em algumas áreas de Săo Paulo em que pode haver chuvas mais fortes, principalmente em novembro.
Na regiăo Norte, há previsăo de forte variabilidade espacial na distribuiçăo de chuvas, com significativa probabilidade de áreas com precipitaçőes dentro da faixa normal ou abaixo. De acordo com o Inmet, normalmente existe uma reduçăo das chuvas no meio norte do Pará, Roraima e Amapá, ficando abaixo de 400 mm, durante os meses de outubro e dezembro.
Já na parte oeste de Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia, bem como no extremo sul do Pará, haverá possibilidade de chuvas acima da média. As temperaturas serăo de normal a acima da média.
O Nordeste terá predomínio de áreas com maior probabilidade de chuvas próximas à média ou ligeiramente abaixo durante a primavera. As temperaturas estarăo mais elevadas sobre o sul do Maranhăo e do Piauí e no oeste da Bahia.
Na regiăo Centro-Oeste há alta probabilidade das chuvas ocorrerem de normal a ligeiramente abaixo da normalidade, exceto no sudoeste do Mato Grosso do Sul e extremo norte mato-grossense, em que as chuvas serăo mais regulares durante a primavera.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural determinou na quinta-feira (20/9), o tombamento nacional dos terreiros de candomblé Ilê Obá Ogunté Sítio de Pai Adăo, do Recife, e Tumba Junsara, de Salvador. As decisőes foram unânimes e ocorrem após dois dias de reuniőes no Rio de Janeiro.
Durante esse período, também foi determinado o tombamento do acervo Arthur Bispo do Rosário e o registro, como patrimônio imaterial, da literatura de cordel, do Sistema Agrícola do Vale do Ribeira (SP) e da Procissăo do Senhor dos Passos, de Florianópolis (SC).
Datado de 1875, o Sítio de Pai Adăo foi fundado por Inês Joaquina da Costa, ou Tia Inês, que era nigeriana. Originalmente, ele se chamava Obá Omi. Anos depois, foi rebatizado em homenagem a Pai Adăo, que ajudou a fundar outros terreiros pelo Recife.
Já o Tumba Junsara é de tradiçăo Angola e foi fundado em 1919 pelos irmăos Manoel Rodrigues e Ciriaco. “Uma característica da Naçăo Angola, por exemplo, é a presença de um culto específico em reverência aos ancestrais indígenas”, explica texto do Ministério da
“Eu me senti muito mal, com muito medo, achando que eu ia morrer”. É assim que o professor Thiago dos Santos Conceiçăo descreve os momentos logo após ser agredido por alunos durante uma aula de português no Ciep Municipal Mestre Marçal, em Rio das Ostras, cidade da Regiăo dos Lagos do Rio.
Na última terça-feira (18/9), estudantes humilharam o professor enquanto ele começava a aplicar uma prova. Um vídeo gravado no local por um aluno mostrou as cenas e viralizou nas redes sociais. Na filmagem, um dos adolescentes aparece rasgando as avaliaçőes e ameaçando o docente de morte. Até mesmo uma pochete, que atingiu o quadro branco, foi lançada na direçăo do professor.
“Eles já vieram agitados de casa. Năo sei o que aconteceu, estou até agora tentando entender o comportamento. Eu já tinha sofrido agressőes antes, mas apenas de cunho verbal”, explica.
O educador conta que os alunos săo indisciplinados, têm dificuldades de obedecer a comandos e costumam ser agressivos com outros professores. “Os vídeos săo prova de que eu fui agredido, sofri diversos insultos e preconceito racial. Fiquei em pânico”, conta.
Thiago afirma, entretanto, que năo deixará de dar aulas de português por acreditar no poder da educaçăo. “A mensagem que eu falo para os outros professores é: resistam”
Pedido de desculpas
Depois do episódio e da repercussăo da gravaçăo, o estudante que arremessou o objeto contra o quadro gravou um vídeo de desculpas. Ele se diz arrependido e afirma que agrediu o professor no “embalo”.
O educador disse que ficou sabendo do vídeo com o pedido de desculpas por meio das redes. “Eu aceito, mas entendo desculpa como mudança de atitude. Eu quero que eles mudem”, ressalta.
Medidas
No mesmo dia das agressőes, o professor procurou a Secretaria de Educaçăo de Rio das Ostras porque năo se sentia mais em condiçőes de lecionar para os mesmos alunos. Segundo ele, a secretaria se dispôs a estudar a possibilidade de realocaçăo.
Em nota, a Secretaria de Educaçăo do município disse que tomou as providências cabíveis e que oferecerá orientaçăo jurídica e apoio psicológico ao professor. Além disso, uma reuniăo para definir a troca de escola será feita ainda hoje.
Também em nota, a secretaria afirma que foram tomadas medidas disciplinares com relaçăo aos alunos.
Inquérito
Thiago dos Santos também registrou uma denúncia na Polícia Civil. Segundo a polícia, um inquérito foi instaurado e os alunos que aparecem nas filmagens, bem como o que fez a gravaçăo, já foram identificados.
A Polícia Civil informou ainda que a vítima e as testemunhas serăo ouvidas nos próximos dias e que o material de gravaçăo já foi encaminhado para perícia.
As agressőes aconteceram em uma turma do 9ș ano (foto: Reproduçăo
)
Um professor foi agredido e humilhado por alunos dentro de uma sala de aula do Centro Integrado de Escola Pública (Ciep) Mestre Marçal, em Rio das Ostras, na Regiăo dos Lagos do Rio de Janeiro. O caso aconteceu na terça-feira, 18, durante a realizaçăo de uma prova. As agressőes foram filmadas por um dos alunos da turma, e o vídeo circula pelas redes sociais.
O vídeo tem cerca de três minutos. Nele, é possível ver um dos estudantes arremessando uma pochete em direçăo ao professor. Em determinado momento, um aluno rasga uma das provas. O professor de Língua Portuguesa Thiago dos Santos Conceiçăo, de 31 anos, também é empurrado e xingado.
As agressőes aconteceram em uma turma do 9º ano. À Inter TV, o secretário de Educaçăo de Rio das Ostras, Maurício Henriques Santana, afirmou que os pais dos alunos estăo sendo chamados. Disse ainda que o professor, que se diz muito abalado, será transferido para outra turma dentro do próprio Ciep. Ele também está recebendo apoio jurídico e psicológico.
À TV Globo, Thiago Conceiçăo, que leciona há dez anos, disse que as agressőes eram constantes.
“Eu desejo continuar com a minha profissăo, mas temo pela minha vida”, declarou. “Hoje eu me sinto frustrado. Triste por năo ter conseguido mudar aquela situaçăo. Por năo ter deixado aquele legado para os estudantes. É humilhante estar no seu trabalho e ter que renunciar a isso.”
Em nota, a Secretaria de Educaçăo de Rio das Ostras informou que “segundo a direçăo da escola, a turma é formada por alunos que vieram transferidos de outra unidade de ensino, e muitos deles săo indisciplinados”. “No entanto, ainda năo tinham sido registrados episódios como os ocorridos nesta semana.”
A pasta declarou ainda que todos os envolvidos foram suspensos e que outras medidas socioeducativas estăo sendo analisadas.
Metralhadora possui 1,68 metro de comprimento e pesa 38 quilos (foto: Divulgaçăo/ Polícia Civil
)
Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) do Rio apreenderam nesta quarta-feira (19/9), uma metralhadora Browning .50. A arma, que mede quase 1,7 metro e pesa nada menos que 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves. A metralhadora tem capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto. Trata-se do maior armamento já apreendido no Estado do Rio de Janeiro.
A ponto 50, como é conhecida, é uma arma de guerra. Ela estava com dois homens que, segundo os policiais da força especializada, estavam negociando a sua venda, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da capital fluminense. Os dois foram presos, mas seus nomes năo haviam sido divulgados até a publicaçăo desta matéria. Năo há informaçőes sobre os compradores.
Publicaçőes ganham selos segundo a veracidade. ‘É uma questăo de saúde pública’, diz coordenadora (foto: Portal Ministério da Saúde/Reproduçăo
)
Seis meses após iniciar um monitoramento específico de boatos e informaçőes falsas nas redes sociais, o Ministério da Saúde já identificou 185 focos de fake news na internet, ou seja, temas de saúde que têm sido alvos de diversas publicaçőes com dados incorretos ou evidências científicas inexistentes. Preocupado com o impacto dessas mentiras para a saúde pública, o órgăo anunciou nesta quarta-feira, 19, novas açőes no combate aos boatos.
A primeira é uma campanha cuja veiculaçăo começa nesta quinta-feira, 20, nas páginas do ministério no Facebook e no Twitter, com vídeos e peças gráficas mostrando os riscos de acreditar em informaçőes repassadas pela internet. A campanha tem como alvo os pais que estăo deixando de vacinar os filhos por causa de boatos repassados na rede sobre supostos riscos dos imunizantes.
Segundo Gabriela Rocha, coordenadora de redes sociais do ministério, as vacinas foram os principais alvos de fake news entre todas as publicaçőes monitoradas pela equipe da pasta. Cerca de 90% dos focos de mentiras identificados pelo órgăo tinham como alvo a vacinaçăo. Tem destaque nesse grupo boatos sobre os supostos riscos da vacina contra o HPV, que protege contra o vírus que causa o câncer de colo de útero.
“Combater as fake news é uma questăo de saúde pública. Sabemos que entre os fatores que influenciaram a queda na cobertura vacinal no País estăo essas informaçőes erradas disseminadas pela internet”, disse.
Reconhecido internacionalmente, o programa de imunizaçăo brasileiro viu doenças como sarampo e poliomielite voltarem a ameaçar o País neste ano após os índices de cobertura vacinal caírem em 2017. O quadro motivou uma campanha iniciada em agosto e finalizada na última sexta-feira.
Fazem parte ainda da lista das fake news mais difundidas: supostos alimentos “milagrosos” contra doenças, falsa cura para o diabete e formas bizarras de transmissăo de HIV, como o consumo de bananas contaminadas, o que é inverídico.
A equipe do ministério monitora 7 mil publicaçőes diariamente em busca de fake news. Além do acompanhamento iniciado em março, o ministério criou, há um mês, um canal de WhatsApp que recebe consultas de cidadăos que buscam saber se determinada notícia divulgada é verdadeira ou falsa.
A informaçăo é verificada e devolvida ao usuário com um dos dois seguintes selos: se for falsa, ganha o aviso: “Ministério da Saúde adverte: isto é fake news! Năo divulgue”. Se a informaçăo estiver correta, o selo traz a seguinte mensagem: “Ministério da Saúde adverte: esta notícia é verdadeira. Compartilhe!”
Em apenas um mês de existência, o WhatsApp do ministério, que funciona como um fact-checking, já recebeu 1.597 consultas, das quais 310 traziam publicaçőes identificadas como fake news. Além de textos com erros e links de notícias falsas, estăo entre as mensagens fraudulentas áudios enviados por alguém se passando por médico ou enfermeiro e divulgando informaçőes sem embasamento.
As consultas ao WhatsApp Saúde Sem Fake News podem ser feitas por meio do número (61) 9-9289-4640. Todos os boatos desmentidos podem ser acessados no site saude.gov.br/fakenews.
Segundo Gabriela, o próximo passo da força-tarefa contra as mentiras será criar uma lista de distribuiçăo no WhatsApp para difundir de forma massiva as checagens feitas para todos que se inscreverem no canal e năo apenas para quem enviou a consulta. A lista será criada após as eleiçőes, pois a lei eleitoral impede que órgăos públicos divulguem informaçăo espontaneamente no período de campanha.
Alerta mundial
Os danos das notícias falsas para a saúde pública năo preocupam apenas as autoridades brasileiras. Nos EUA, o Centro de Controle de Doenças investe em publicaçőes nas redes sociais e numa rede de alertas de saúde voltados para médicos. A cada novo evento em saúde relevante, como um surto, os profissionais de saúde recebem um comunicado curto por e-mail alertando sobre o fato e, quando possível, com orientaçőes do que fazer. “O importante é agir constantemente, trabalhando com parceiros: desde os médicos até líderes comunitários ou religiosos que tenham credibilidade nos seus determinados grupos e possam disseminar a informaçăo correta”, disse Amy Rowland, líder de mídia e relaçőes públicas do Centro de Saúde Global do CDC.
Para Luiza Silva, professora da Faculdade de Comunicaçăo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), as autoridades sanitárias no mundo estăo começando a ficar mais alertas para os riscos das fake news para a saúde pública e a enxergar que năo basta combatê-las apenas com notas nos sites oficiais ou comunicados técnicos. “É um passo excelente que os órgăos despertem para esse caráter de epidemia que as fake news têm. Assim como as doenças, essas informaçőes erradas viralizam, contagiam e precisam ser combatidas com rapidez.” As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.
Um passageiro assumiu o volante de um carro do Uber após notar que o motorista estava bêbado ao chegar para buscá-lo, no aeroporto internacional de Kempegowda, em Bangalore (Índia).
O motorista foi posto do banco do carona, pegou no sono e Surya Oruganti dirigiu até a sua residência, contou o site “The Drive”.
“A corrida desde o aeroporto não foi bem como esperei. O motorista estava bêbado e sonolento. Tive que dirigir até a minha casa”, escreveu Surya no Twitter.
Os detalhes da corrida Foto: Reprodução/Twitter(@suryaoruganti)
Vinte horas depois, o Uber entrou em contato com Surya.
“Eles disseram que eu não deveria ter pego a direção por uma questão de segurança”, escreveu o indiano.
A empresa disse que submeterá o motorista a um treinamento e que, no caso de reincidência, ele será desligado.
Um novo desafio da internet deixou um menino de 11 anos, da cidade de Tuxford, Reino Unido, gravemente ferido. Tyler Broome estava com um grupo de crianças mais velhas em um parquinho quando decidiram reproduzir um vídeo da web chamado de Carrossel da Morte. A “brincadeira” consiste em usar uma moto para acelerar o brinquedo gira-gira.
Como o brinquedo acabou girando muito rápido, Tyler desmaiou, ficou com a cabeça inchada e os olhos cheios de sangue. Tudo isso foi causado pelo efeito de centrifugação da Força G. Segundo os médicos, se ele tivesse ficado um pouco mais no desafio, poderia ter tido um derrame cerebral.
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2/3
A força G fez com que ele ficasse com a cabeça inchada e os olhos cheios de sangue
3/3
O desabafo da mãe serve como alerta a outros pais
1/3
O menino de 11 anos participou do Carrossel da Morte
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A força G fez com que ele ficasse com a cabeça inchada e os olhos cheios de sangue
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O desabafo da mãe serve como alerta a outros pais
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O menino de 11 anos participou do Carrossel da Morte
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A força G fez com que ele ficasse com a cabeça inchada e os olhos cheios de sangue
“No caso de Tyler, ele desmaiou por causa da força da gravidade. Sua visão está turva e seus olhos vermelhos, cheios de sangue. Os médicos disseram que, se ele não estivesse em forma e saudável, poderia ter sofrido um derrame e morrido”, disse a mãe, Dawn Hollingworth, em um desabafo nas rede sociais.
Ainda de acordo com a mãe, os médicos pediram autorização para escrever um artigo sobre o ocorrido, pois, como informa a BBC, nunca tinham visto um caso como este, apenas em pilotos de caça. A polícia abriu inquérito e vai investigar os autores. Tyler está estável.
Segundo o Supremo, năo será necessário vestibular para o ingresso da classe nas instituiçőes (foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (19/9) que servidores públicos civis e militares que forem transferidos de cidade, por determinaçăo da administraçăo pública, podem ingressar sem vestibular na universidade pública caso a regiăo de destino năo tenha instituiçăo de ensino particular equivalente a do município de origem.
O entendimento também vale para os dependentes dos servidores. o relator do caso, ministro Edson Fachin, avaliou que o Estado deve garantir o direito a educaçăo dos envolvidos, por conta da transferência ter ocorrido por interesse da administraçăo pública.
O ministro Marco Aurélio Mello foi o único contra o voto do relator. Ele entendeu que “o ingresso sem vestibular do servidor retira a vaga de quem estudou para ingressar na instituiçăo”. Haviam 74 processos no Supremo aguardando o desfecho deste julgamento.
A polêmica teve inicio após um militar do Rio de Janeiro, que estudava direito em uma universidade particular e foi transferido para o Rio Grande do Sul, ingressar com açăo na Justiça para ter sua vaga garantida na Fundaçăo Universidade Federal de Rio Grande (FURG).
Năo havia curso de direito em instituiçăo particular na regiăo onde o servidor passou a morar. O Tribunal Regional Federal da 4ª Regiăo (TRF-4) concedeu decisăo favorável ao servidor e a universidade contestou.
O entendimento dos ministros do STF difere do processo de transferência facultativa, onde qualquer estudante de faculdade particular pode realizar processo seletivo para continuar a graduaçăo no ensino superior público. De acordo com a decisăo do Tribunal, que tem repercussăo geral reconhecida, năo será necessário a participaçăo em processo seletivo.