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Primeiro médico a se instalar em Brasília, Edson Porto morre aos 86 anos

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Edson Porto, ao lado da esposa, Marilda, em 2012 (foto: Arquivo pessoal)

Primeiro médico a se instalar em Brasília, ainda durante a construçăo da cidade, Edson Porto morreu aos 86 anos, na madrugada desta terça-feira (18/9), em decorrência de um câncer descoberto há apenas três semanas. O velório será realizado a partir das 12h, com o sepultamento às 17h, no Cemitério Campo da Esperança na Asa Sul. 

 

“Meu pai, Edson Porto, é um exemplo de dedicaçăo e competência que sempre guiará meus passos. Sempre fez tudo com bom humor e leveza, atendendo a todas as pessoas com amor”, descreve o filho caçula, Mauro Porto. “Sua história de vida, a superaçăo e a maneira de enxergar as coisas e as pessoas săo suas melhores marcas. É o jeito Edson de ser, como sempre bricamos. Nunca esqueceremos seus exemplos”, completa.  

 

Mineiro, o doutor Porto foi para o Rio de Janeiro estudar medicina. Depois de formado, mudou-se para Goiânia, onde trabalhou no Hospital Rassi como pediatra. Quando as obras de Brasília começaram, o Instituto de Aposentadoria e Pensăo dos Industriais (IAPI), em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), fechou um convênio com o hospital para prestar assistência médica aos operários.

 



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Edson Porto, primeiro médico de Brasília, em frente ao prédio do Catetinho, em 1960
(foto: Arquivo pessoal )

 

 
Postinho de madeira 

Assim, Porto chegou a Brasília em 1956, com 25 anos, atendendo um convite do próprio presidente Juscelino Kubitschek, para administrar um posto de saúde até que fosse inaugurado o primeiro hospital da regiăo — o Hospipal Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), que funcionaria até 1974 onde hoje está o Museu Vivo da Memória Candanga.

 

No postinho de madeira, em meio a um acampamento de dezenas de operários, Porto realizou exames médicos de admissăo e atendeu inúmeras emergências. Com o HJKO pronto, ele se tornou o diretor da unidade e instalou-se definitivamente em Brasília, onde exerceu a especialidade de pediatria até se aposentar aos 60 anos. Trabalhou sempre como pediatra e aposentou-se aos 60 anos.

Na capital, também fundou a Federaçăo Brasiliense de Sinuca, uma de suas paixőes, ao lado da marcenaria e da pintura. Ele chegou, ainda, a ser violinista da Orquestra Sinfônica de Brasília. Na capital, também se casou com Marilda, teve cinco filhos e 11 netos. Recentemente, gostava de se manter informado acessando a internet por meio do tablet.

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Fonte: Cidades

marido tenta agredir esposa e apanha com cabo de vassoura

m homem de 31 anos foi preso no início da noite dessa segunda-feira (17), em Sobradinho, depois de tentar agredir a esposa e apanhar com cabo de vassoura. A própria vítima chamou a Polícia Militar para resolver a situação.

A mulher contou que o marido chegou em casa agressivo e ameaçou atacá-la. Na sequência, ela pegou um cabo de vassoura e se defendeu.

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Segundo a vítima,  durante audiência de instrução processual ocorrida recentemente, ela retirou as medidas protetivas contra o acusado, de quem estava separada e retomou o relacionamento.

O homem, por sua vez, afirmou que realmente discutiu com a mulher, mas disse que não chegou a agredi-la. Devido às pancadas que sofreu, ele precisou ser atendido no Hospital de Sobradinho (HRS), onde tratou as lesões na barriga e na mão.

Depois da alta médica, ele foi levado à delegacia, onde foi autuado por ameças com base na Lei Maria da Penha.

Mulher volta de férias e acha pintinhos saindo de ovos comprados em supermercado

Uma moradora de Moscou (Rússia) estava voltando de férias, após três semanas, quando ela e o marido começaram a ouvir ruídos estranhos na cozinha. Inicialmente, Irina e o marido acharam que se tratava de algum problema na rede elétrica.

Não, não era. Na verdade, o ruído vinha de pintinhos que estavam saindo de ovos comprados em um supermercado da capital russa.

“Começamos a chamar os nossos vizinhos e amigos. Eles trouxeram uma caixa. Corri a um pet shop e comprei uma lâmpada para que os pintinhos ficassem aquecidos”, contou Irina a uma TV local.

Irina mostra ovo rompido Foto: Reprodução

A moscovita ainda não sabe o que fará com os pequenos moradores.

Índios Yanomami impedem a saída de profissionais de saúde em aldeia

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Os indígenas retiveram as três aeronaves usadas pelos profissionais (foto: Odair Leal / Reuters)

O Ministério da Saúde confirmou nesta segunda-feira (17/9) que 21 servidores, além de quatro pilotos, foram impedidos por índios Yanomami de retornar à base e estăo em uma aldeia na regiăo de Surucucu, município de Alto Alegre, no norte de Roraima. Os indígenas retiveram as três aeronaves usadas pelos profissionais, que prestam serviço de atendimento à saúde nas aldeias. Eles fazem parte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do ministério.

Segundo o governo, as equipes năo foram sequestradas pelos indígenas e seguem realizando suas atribuiçőes diárias, estando em seus alojamentos. “Nenhum profissional foi retido ou preso pelos indígenas e năo há descontinuidade nos atendimentos”, informou o ministério, em nota.

A manifestaçăo dos indígenas ocorre após a morte de duas crianças menores de um ano na regiăo. Um recém-nascido de 29 dias morreu, segundo o governo, em decorrência de broncoaspiraçăo (por regurgitaçăo), no último dia 31 do mês passado. Um outro bebê, de 12 dias, também morreu ontem (17), aparentemente em virtude de complicaçőes decorrentes de uma pneumonia. O Ministério diz que lamenta a morte das crianças e informa que os dois casos săo de “investigaçăo obrigatória”.       

Exigência

Segundo informaçőes locais, os indígenas exigem a saída do coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (DSEI-Y), Rousicler de Jesus Oliveira. Na nota, o Ministério da Saúde informa que a nomeaçăo de cargos de livre provimento é atribuiçăo exclusiva do Poder Executivo, mas que mantém “o compromisso de continuar trabalhando em diálogo constante com as lideranças para a ampliaçăo e a qualificaçăo das açőes de saúde de todos os indígenas brasileiros, garantindo o pleno exercício do controle social”. 

Ainda de acordo com a pasta, o atendimento na regiăo é realizado por intermédio de duas equipes multidisciplinares, que contam ao todo com dois enfermeiros, 13 técnicos de enfermagem e dois médicos para atender a um total de 40 aldeias. A regiăo também conta com um helicóptero para dar assistência aos deslocamentos das equipes.

Nesta segunda, o DSEI encaminhou uma aeronave para a regiăo para realizar a remoçăo de dois pacientes, acompanhados de um enfermeiro, que já se encontra em Boa Vista.

As açőes de saúde desenvolvidas pela Sesai atendem, segundo o governo federal, cerca de 700 mil indígenas, pertencentes a 305 etnias e que vivem em 5,7 mil aldeias em todo o país. 

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Fonte: Brasil

Regime sírio intercepta mísseis em Latakia, informa imprensa

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O conflito na Síria, que começou em 2011 com a repressăo do regime contra manifestaçőes pró-democracia, se tornou mais complexo com o passar do tempo e o envolvimento de países estrangeiros e grupos extremistas (foto: AFP)

 

Damasco, Síria – O sistema de defesa aérea sírio interceptou, nesta segunda-feira (17), os mísseis dirigidos à cidade costeira de Latakia, no noroeste do país, reduto tradicional do regime de Bashar al-Assad, informaram meios de comunicaçăo estatais citando uma fonte militar.

“Nossa defesa antiaérea interceptou mísseis hostis lançados do mar para a cidade de Latakia, antes que alcançassem seus alvos”, declarou a mesma fonte.

A televisăo estatal difundiu imagens que mostram durante vários minutos pequenas explosőes luminosas no ar, enquanto a agência de notícias oficial Sana mencionou uma “agressăo contra Latakia, contra o instituto de indústrias técnicas”, sem especificar a origem do ataque.

O diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdel Rahman, assinalou à AFP sobre “potentes explosőes provocadas por um ataque com mísseis contra depósitos de muniçăo dentro do instituto de indústrias técnicas”, que pertence ao regime e está localizado na periferia leste de Latakia.

No entanto, năo pôde indicar se esses depósitos pertencem às forças do regime ou ao seu aliado russo. 

Este ataque em Latakia ocorre dois dias depois de Israel fazer um lançamento contra o aeroporto de Damasco, segundo a Sana. Também aconteceram “agressőes israelenses”, de acordo com os termos usados %u200B%u200Bpela mídia estatal da Síria, contra alvos iranianos nas províncias de Hama (centro) e Tartus (oeste) em 4 de setembro.

O Iră, inimigo de Israel, é outro aliado importante do regime de Damasco em sua guerra contra os rebeldes e os extremistas. O Estado hebreu insiste que năo permitirá que usem a Síria como uma ponte contra ele.

No início de setembro, em uma incomum confirmaçăo israelense das operaçőes militares na Síria, um responsável afirmou que o Exército israelense realizou 200 ataques neste país nos últimos 18 meses, principalmente contra alvos iranianos.

De acordo com esse responsável israelense, que pediu anonimato, cerca de 800 mísseis e bombas foram lançados durante esses ataques.

O conflito na Síria, que começou em 2011 com a repressăo do regime contra manifestaçőes pró-democracia, se tornou mais complexo com o passar do tempo e o envolvimento de países estrangeiros e grupos extremistas. A guerra causou mais de 360.000 mortes e milhőes de deslocados e refugiados.

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Fonte: Mundo

Uma criança morre a cada cinco segundos no mundo, alerta OMS

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(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press )

Um informe produzido pela Organizaçăo Mundial da Saúde (OMS), pelo Banco Mundial e pelo Fundo das Naçőes Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês) aponta que, apesar dos avanços importantes nos últimos 25 anos no combate à pobreza, a morte de crianças continua em níveis “inaceitáveis”. A cada cinco segundos, uma criança de menos de 15 anos năo sobrevive a doenças, violência ou acidentes no mundo. Em 2017, 6,3 milhőes morreram e, segundo o levantamento, a maioria delas poderia ter sido salva.

De acordo com as agências, desse total de mortes, 5,4 milhőes delas ocorreram com crianças de menos de 5 anos.

No Brasil, as entidades também apontam para uma estagnaçăo nos avanços para evitar as mortes neonatais no Brasil entre 2016 e 2017. Em 1990, o País registrou 96 mil mortes. Mas o volume caiu para apenas 23 mil em 2016, com um dos maiores avanços entre os países emergentes. No ano passado, o total era de 25 mil.

Proporcionalmente, a taxa também registrou uma pequena alta. Em 1990, o índice era de 26 mortes para cada mil nascimentos. Em 2016, essa taxa era de apenas oito para cada mil. Um ano depois, esse número era de nove mortes para cada mil nascimentos.

No que se refere às mortes de crianças de menos de 5 anos, a queda também perdeu força. Em 1990, 64 crianças para cada mil nascimento morriam no Brasil antes dos 5 anos. Em 2016, a taxa caiu para apenas 15 a cada mil. Isso significou uma queda de 240 mil mortes em 1990 para apenas 45 mil em 2016. Em 2017, a taxa permaneceu inalterada.

Apesar de os números representarem um desafio para a comunidade internacional, as agências admitem que a queda na mortalidade em 30 anos foi substancial em todo o mundo. Em 1990, 12,6 milhőes de crianças com menos de 5 anos morriam anualmente. Em 2017, essa taxa foi de 5,4 milhőes. Entre as crianças de 5 a 14 anos, o volume caiu de 1,7 milhăo para menos de 1 milhăo.

Para as agências, os avanços precisam ser mantidos. “Sem uma açăo urgente, 56 milhőes de crianças văo morrer até 2030”, disse Laurence Chandy, diretora de Pesquisa da Unicef. “Fizemos enormes progressos para salvar crianças desde 1990. Mas milhőes ainda estăo morrendo por quem săo e onde nasceram.”

“Soluçőes médicas fáceis, água limpa, eletricidade e vacinas podem mudar a vida de muita gente”, afirmou Laurence.

Metade das mortes em 2017 ocorreu na África Subsaariana. As disparidades com os países ricos ainda săo profundas. Na Europa, por exemplo, uma em cada 185 crianças com menos de 5 anos morre. Na África, a morte afeta uma a cada 13.

Um recém-nascido na África ou no Sudeste Asiático tem nove vezes mais chance de morrer em seu primeiro mês de vida do que uma criança no país rico.

Mesmo dentro de países, a disparidade preocupa. De acordo com o estudo, uma criança da zona rural tem 50% a mais de chance de morrer do que aquelas em zonas urbanas. Filhos nascidos de măes năo educadas têm ainda duas vezes mais chance de năo chegar aos 5 anos que aqueles com măes com um nível de escolaridade equivalente ao ensino médio.

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Fonte: Brasil

Governo da Nicarágua pede renúncia de secretário-geral da OEA

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No sábado, durante uma visita à Colômbia, Almagro disse, sobre a Venezuela, que năo se pode descartar “uma intervençăo militar” para derrubar o governo de Nicolás Maduro (foto: Divulgaçăo )

 

Manágua, Nicarágua – O governo da Nicarágua pediu nesta segunda-feira a renúncia do secretário-geral da Organizaçăo dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, por instar, em declaraçőes, a “asfixiar a ditadura” do presidente Daniel Ortega, o que considerou “uma grave ameaça à paz internacional”.

As declaraçőes de Almagro “desqualificam-no para continuar ostentando o cargo de Secretário Geral da OEA, cargo ao qual deve renunciar”, pediu o governo em um comunicado lido pela vice-presidente e primeira-dama Rosario Murillo.

Manágua condenou a posiçăo de Almagro sobre a Nicarágua e a Venezuela e lhe acusou de “se extrapolar e năo cumprir suas funçőes como representante” da OEA.

As declaraçőes de “Almagro “constituem uma grave ameaça à paz e à segurança internacionais e uma gravíssima violaçăo dos princípios mais fundamentais do direito internacional”, disse o governo de Ortega. 

No sábado, durante uma visita à Colômbia, Almagro disse, sobre a Venezuela, que năo se pode descartar “uma intervençăo militar” para derrubar o governo de Nicolás Maduro. 

Mais tarde, durante a 15ª Cúpula Latino-Americana de Marketing Político e Governança, no domingo, em Miami, Almagro pediu para dar uma resposta “da comunidade internacional para sufocar a ditadura que também está sendo instalada na Nicarágua”. 

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Fonte: Mundo

Forte chuva causa estragos e complica trânsito em várias regiões do DF

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Um carro-forte capotou na BR-020, na subida do Taquari, no sentido Colorado (foto: Divulgaçăo/Corpo de Bombeiros)

As primeiras chuvas da primavera começaram e, com ela, alguns transtornos. Em vários pontos da cidade, foram registrados aguaceiros após o risco de tempestade emitido pelo Instituto Nacional de Metereologia (Inmet). 

Águas Claras, Vicente Pires e Taguatinga săo algumas cidades com mais registros de acidentes durante o temporal, que derrubou árvores, lonas e estruturas metálicas. Dois acessos de veículos a Águas Claras ficaram parados.

A meteorologista do Inmet Dora Maria das Dores Bezerra informou que os registros da chuva ocorreram praticamente em quase todo o Distrito Federal e, até o momento, apesar das tempestades, foram registrados apenas 5,6 milímetros de chuva, índice considerado baixo pelos meteorologistas.

A auxiliar administrativo Daylene Siqueira Macêdo, 24 anos, testemunhou o momento em que o arco da entrada de uma loja de plantas entre Vicente Pires e Taguatinga caiu.”A chuva aqui na EPTG năo está dando trégua, até o arco da frente da loja foi levado com a chuva”, comenta impressionada. 

Acidentes

A capotagem de um carro-forte na subida da BR-020, no Taquari, sentido Colorado, ajudou a complicar o trânsito no início da tarde. O motorista foi transportado para o Hospital de Sobradinho.

Um outro acidente na BR-020, próximo ao Condomínio Império dos Nobres, entre um carro e um caminhăo, causou uma vítima, e a pista ficou interditada.

Na pista que sai do Guará 2 para o Núcleo Bandeirante, três árvores caíram ao longo da pista, sendo que uma interditou a pista (foto: Divulgaçăo/Corpo de Bombeiros)

 

Árvores caíram e também interditaram algumas vias. Na pista que liga o Guará ao Núcleo Bandeirante, três árvores caíram próximo a uma ponte, e o trânsito teve que ser interditado nos dois sentidos. 

Uma outra árvore caiu na BR-020, na altura do Km 40 (próximo à Ponte do Pipiripau), sentido Brasília. Um faixa da pista foi interditada.

 

A Rua 10, em Vicente Pires, ficou alagada após o temporal, e carros ficam atolados (foto: Francisco José de Carvalho/Arquivo pessoal)

 

Carros ficaram atolados em algumas ruas de Vicente Pires. O autônomo Francisco José de Carvalho, 46 anos, registrou a situaçăo na  Rua 10. 

 

Após o forte volume de chuvas o teto da UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) caiu e deixou o forro pendurado. Água vazava pelo teto da unidade e houve alagamento. 

Em nota, a diretoria administrativa do HRC informou que uma equipe de engenharia está avaliando os danos causados na unidade. Quatro leitos da UTI adulto foram bloqueados até o reparo ser concluído. Os pacientes que estavam internados nesses leitos foram transferidos para outras unidades, como o Hospital Regional de Santa Maria e Samambaia.

 

 

* Estagiária sob supervisăo de Mariana Niederauer 

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Fonte: Cidades

Casaco fica preso em porta de ônibus e jovem morre após ser arrastada

A morte de uma jovem de 15 anos chocou a cidade de Caibi (SC). Segundo informações da polícia, Samanta Melissa Cansi descia do ônibus escolar na zona rural da cidade quando o casaco que usava ficou preso à porta do veículo. A adolescente foi arrastada por cerca de 2km e não resistiu aos ferimentos.

Ainda de acordo com a PM, havia mais um aluno no ônibus, mas ele estava dormindo no momento do acidente. Ao perceberem que a filha demorou a chegar em casa, os pais ligaram para o motorista, que disse que a deixou no ponto de sempre. Como não encontraram no local, começaram a procurar. O corpo foi achado a 2km de distância com múltiplas fraturas.

Segundo o motorista, ele não viu que a jovem ficou presa e ficou sabendo do ocorrido quando chegou em casa para almoçar. A polícia levou o rapaz preso por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) no trânsito. Os familiares, segundo o jornal Oeste Popular, foram encaminhados para o hospital em estado de choque. A Secretaria Municipal de Educação e a Prefeitura de Caibi não se pronunciaram.

Governo institui conselho pretende reduzir em 3,5% o número de homicídios

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(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)

O governo federal instaurou nesta segunda-feira (17/9) o Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. O comitê será responsável por coordenar e integrar açőes de combate à violência e ao crime organizado. A principal meta é reduzir em 3,5% o número de homicídios Brasil, de maneira a atender um compromisso firmado com a Organizaçăo das Naçőes Unidas (ONU). 

Embora a queda almejada de 3,5% seja pequena, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, alerta que, atualmente, os homicídios sobem a uma taxa de 4% ao ano. “Lembro que estudos feitos demonstram que países como África do Sul e Colômbia levaram entre 10 a 20 anos (para atingir a meta). E encaramos os 3,5% como piso para a reduçăo dos homicídios”, ponderou. 

A meta em reduzir a taxa de homicídio no país prevê um compromisso de 10 anos. Mesmo ciente de que o governo do presidente Michel Temer năo terá continuidade, Jungmann diz que é importante năo esperar mais “um dia sequer”. “A lei devidamente aprovada e sancionada pelo senhor presidente impőe a instalaçăo deste conselho para que tenhamos um plano. Os futuros presidentes que vierem que o refaçam. Que o atualize. Que o desenvolvam. Estamos deixando um legado”, declarou.

O conselho terá a participaçăo de representantes da Uniăo, dos estados, do DF e dos municípios, bem como de integrantes da sociedade civil. Os entes federativos compartilharăo informaçőes para traçar metas e estratégias para combater a violência e o crime. “Como é possível combater um crime que, hoje, a partir de uma penitenciária federal em Rondônia, gera uma guerra na Rocinha (no Rio de Janeiro)? Sem integraçăo, năo é possível combater um crime que, hoje, principia a se espraiar para nossas fronteiras e nossos vizinhos”, ponderou Jungmann. 

Somente em 2017, o Brasil registrou 63 mil homicídios. Jungmann afirmou que o país tem 3% da populaçăo mundial e que é responsável por 11% de todos os homicídios cometidos no mundo. “Isso levou aqui, nos últimos 30 anos, 1,4 milhăo de vidas ceifadas. Isso equivale a dizer que é como se, de repente, sumisse uma cidade da dimensăo de Porto Alegre, de Goiânia, ou mesmo uma cidade do tamanho de Belém”, declarou o ministro. 

A nacionalizaçăo e a internacionalizaçăo do crime săo realidades, observou Temer. Năo à toa que o governo mantém contatos com os países fronteiriços, destacou. “A criminalidade é muito organizada e, às vezes, a organizaçăo busca superar a organizaçăo da segurança pública do nosso país. E é interessante que vi que, muitas vezes, nessa hierarquizaçăo da criminalidade, o sujeito está preso e, da penitenciária, cuida do crime organizado do país”, ponderou. 

O conselho foi elogiado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Ele ressalta que a proposta quebra a ideia de que a segurança pública é uma competência apenas dos estados. “No mundo globalizado, em que a criminalidade se internacionalizou e que o combate à criminalidade vai para além dos estados federados, como combater um crime em uma federaçăo sem um sistema nacional que permita uma política pública integrada que vá, desde a prevençăo, até a ressocializaçăo? E de maneira muito feliz este conselho mostra bem a necessidade da participaçăo das várias áreas que săo necessárias para promover a segurança social.”

A instituiçăo do comitê também foi parabenizada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. “Jovens brasileiros estăo cada vez vivendo menos por causa da violência urbana. É preciso tomar medidas para assegurar a esta juventude um futuro promissor que merecem”, avaliou. O elogio também seguiu o mesmo tom de Toffoli. “Quebraram um ciclo de tradiçőes de ausência do governo federal como gestor dessa política (de segurança pública)”, declarou. 

Conselho

Integram o conselho seis integrantes do ministério da Segurança Pública: o ministro, Raul Jungmann, e os titulares da Secretaria Executiva, Luis Carlos Cazetta, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Joăo Tadeu Fiorentini, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Renato Dias, e o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional, Tácio Muzzi. Participam, ainda, representantes de outras 20 instituiçőes, do Executivo, Judiciário e Legislativo federal, estadual e municipal, bem como representantes de entidades de profissionais de segurança e especialistas do setor.

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Fonte: Brasil