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Caixa reduz juros para compra de imóvel e volta a financiar até 70%

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta segunda-feira (16/4), a redução em até 1,25 ponto percentual nas taxas de juros do crédito imobiliário e o aumento no limite da cota de financiamento de imóveis usados, que subiu de 50% para 70%. As medidas são válidas a partir de hoje para uso dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

“O objetivo da redução é oferecer as melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, disse o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza.

Novas condições
As taxas mínimas passaram, nesse caso, de 10,25% a.a para 9% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% a.a para 10% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A Caixa possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional de 2018. Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos valores do SFH são enquadrados no SFI.

 

Aprenda a carregar seu celular com uma cebola!!!

Embora as baterias portáteis sejam práticas, por vezes elas podem nos deixar na mão, especialmente quando estão descarregadas. Sendo assim, para aqueles momentos em que você não dispõe de uma, ou de energia elétrica, pode utilizar uma cebola para conquistar o mesmo resultado.

 

Você vai precisar de:

– 1 cebola

– 1 chave de fenda

– 1 lata de bebida energética

– 1 cabo de carregador

 

Como fazer?

Pegue a cebola e, com a ajuda da chave de fenda, faça dois furos. Em seguida, encha uma tigela com energético e coloque a cebola dentro. Note que os buracos devem ficar completamente submersos.

Deixa a cebola de molho por pelo menos meia hora. Então, tire-a e seque-a. O ideal é que ela tenha absorvido a maior parte do energético do recipiente.

Por fim, conecte o cabo USB a cebola e plugue o celular. Você verá que em apenas 10 ou 15 minutos o aparelho terá absorvido o “suco” da cebola por meio da transferência de energia.

 

 

Lembre-se de secar o cabo antes de reutilizá-lo, uma vez que isso pode provocar choque ou curto-circuito.

 

Veja o vídeo do experimento, publicado pelo canal O Sagaz.

 

 

DICAS BLACK FRIDAY

Apesar das promessas de descontos de até 99%, como anunciado por um site de compras coletivas, aproveitar as ofertas da Black Friday que acontece nesta sexta-feira (24) não significa necessariamente que você vai economizar.

“Se comprar o que não precisa apenas porque acha que está barato, vai ser ruim para o bolso”, diz José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil.

— As pessoas precisam entender que não é uma obrigação comprar na Black Friday.

Para valer a pena, Vignoli recomenda comprar apenas o que for necessário e não se deixar levar pelo consumismo somente porque a oferta parece “imperdível” (veja as cinco dicas ao final).

Consumidora quer trocar celular

Goreti quer um celular novoReprodução/Facebook

A funcionária pública Goreti Palmeira, de 55 anos, fez a lição de casa que todo consumidor deveria fazer, segundo Vignoli. Ela quer trocar o celular e, há quatro meses, acompanha de perto os preços do modelo que quer comprar na Black Friday.

— Há dois anos eu comprei um celular de R$ 1.200 por R$ 650 na Black Friday. Esse ano só compro se conseguir o celular que quero, que custa R$ 1.400, por uns R$ 800. Acho que vou conseguir.

Para alcançar o objetivo, Goreti está guardando dinheiro para fazer essa compra.

“Fazer uma pesquisa de preços com antecedência e comprar apenas o que realmente precisa são atitudes conscientes do consumidor”, diz Vignoli.

Perfume, maquiagem e roupas

Também de olho nos preços, a analista de comunicação Ariett Gouveia, 41,não fez nenhuma lista de compras especial para a Black Friday.

— Vou comprar apenas o que já precisava, como roupas para o fim do ano, maquiagem e um perfume que estou de olho faz tempo.

Ela já notou que o preço do perfume que quer, que antes custava R$ 124, já estava sendo ofertado a R$ 89 nesta semana.

— O batom também caiu de R$ 32,90 para R$ 19,90. Vou comprar.

Mas Gouveia não estipulou limite de gastos para essas compras, que é outra recomendação de Vignoli.

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— Vou ter de tomar cuidado com o cartão de crédito.

No Brasil é “Black Fraude”, diz consumidor

Quem não quer saber de Black Friday no Brasil é o gerente de projetos Fábio Dias, 32. Ele viajou para Miami na terça-feira (21) e vai aproveitar para fazer compras na Black Friday “original”, a norte-americana.

— No Brasil, eu acho que é mais Black Fraude mesmo, não há ofertas reais. Nos Estados Unidos tudo já é mais barato e com a Black Friday fica mesmo imperdível.

Ariett Gouveia vai comprar só o que precisa mesmoReprodução/Facebook

Veja dicas para aproveitar a Black Friday sem prejudicar o seu bolso:

1) Verifique a sua situação financeira

Antes de sair gastando, é preciso verificar as contas da casa. Faça assim: some todas suas receitas (salário, comissões, receita de aluguel, pensão alimentícia). Depois subtraia todas as suas despesas (contas de água, luz, aluguel, gastos com saúde, casa, educação). O ideal é que sobre dinheiro dessa conta. Se faltar, não vai querer se comprometer na Black Friday, né? O conselho é não comprometer mais do que 30% de tudo o que ganha no mês com dívidas.

2) Decida o que realmente precisa

Se precisa de uma TV, concentre-se nela. Não vale entrar no site e sair de lá com o carrinho cheio, estourando o orçamento. O objetivo é fazer boas compras, não conseguir o maior desconto. Comprar algo desnecessário, mesmo que com desconto, é desperdício.

3) Defina o valor que quer e pode gastar na data

É melhor definir um valor realista do que pode gastar do que dizer que não vai gastar nada e depois começar a comprar e pensar em como vai pagar só depois. Depois de fazer as contas e ver quanto pode dispor de dinheiro, concentre-se naquele limite e não saia dele.

4) Pesquise os preços

Há empresas que realmente reduzem os preços, mas outras praticam a “maquiagem”, elevando o preço antes e abaixando depois, na prática conhecida como Black Fraude. Também é possível encontrar o mesmo produto a preços diferentes, então pesquise bastante para encontrar a alternativa mais barata. Sites como BuscapéZoom e BlackFriday de Verdade ajudam a monitorar preços de item.

5) Pechinche

Se vai pagar à vista, peça desconto, mesmo que o preço já esteja em promoção

 

 

Fonte: R7

COMO QUITAR AS DESPESAS DE FIM DE ANO

O 13º salário é esperado por grande parcela dos trabalhadores brasileiros, que usam a gratificação para pagamento de dívidas, compras para as festas de fim de ano ou até mesmo economizar para um projeto futuro, como uma viagem. Do outro lado, as empresas, que precisam pagar esta bonificação a seus colaboradores, podem enfrentar problemas financeiros no caixa, caso não se programem adequadamente para esse momento.

O CEO da Expense Reduction Analysts, Fernando Macedo, explica que o planejamento é a solução adequada para que as empresas consigam realizar o pagamento do 13º salário sem começar o novo ano no vermelho. “O grande segredo para as empresas conseguirem manter o caixa no azul, pagando tranquilamente o décimo terceiro é planejar essa ação. O período ideal para se falar de décimo terceiro não é o fim do ano, mas desde o começo, ao contrário do que muitos pensam”, explica Macedo.

O CEO ressalta, no entanto, que não há uma data exata no calendário para começar esse planejamento de gestão dos recursos que será aplicado no pagamento do 13º salário. Cabe a cada empresário decidir o melhor momento, mas sem deixar para a última hora para não correr o risco de se perder na organização. “É prática usual e sempre recomendamos o provisionamento, mas há que se avaliar o momento estratégico do mercado durante o período, por exemplo, se, em determinado momento, uma compra extra de matéria-prima trouxer melhor benefício no fluxo de caixa, deve-se replanejar”, diz Macedo.

Para os empreendedores que não conseguiram fazer o planejamento de forma adequada ao longo do ano, o executivo aponta como solução a utilização de capital de giro de bancos, caso esse recurso esteja disponível, desconto de duplicatas e negociação com fornecedores para postergar pagamentos de faturas de curto prazo. Macedo salienta, entretanto, que essas opções tem custo elevado e dependem de boa situação cadastral e garantias estruturadas. O ideal é mesmo se programar previamente.

Segundo a legislação, o trabalhador pode receber o pagamento em duas parcelas, sendo que a primeira deve ser quitada até o último dia útil de novembro; já a segunda, precisa ser paga até o dia 20 de dezembro. Também é possível liquidar o montante de uma única vez.

Imagem: Pixabay

Fonte:ACICG

RECEITA: Como acertar as dezenas da Mega-Sena!

O Jornal Nacional apresenta agora a quarta e última reportagem especial sobre a ciência mais injustiçada do mundo: a matemática, que assusta tanta gente, mas está em tudo à nossa volta. E hoje ela vai revelar uma receita: como acertar as dezenas da Mega-Sena.

Em muitos ramos da ciência, o conhecimento vai se renovando. A descoberta de hoje é superada pela de amanhã. Na matemática, não. As verdades são eternas e todo o conhecimento vem se acumulando desde a antiguidade até hoje. Mas a matemática ainda tem muito para descobrir.

Repórter: E já que esse é o nosso último episódio, depois de tantas andanças, eu deixei de cerimônia, criei coragem e perguntei o que todo mundo quer saber sobre números: o resultado da Mega-Sena. Será que o matemático Marcelo Viana poderia me ajudar? Eu não só fiquei sem resposta como aprendi que, se você for apostar na loteria, provavelmente não vai querer um matemático por perto porque eles adoram dizer que provavelmente você não vai ganhar.

Matemático: Você está fazendo aposta mínima?
Repórter: Isso, seis dezenas.
Matemático: São 50 milhões de combinações, você tem uma chance de 0,000002%.

A Mega-Sena tem mais de 50 milhões de combinações possíveis. Para ter certeza do acerto, um apostador teria de gastar mais de R$ 175 milhões. É o duelo da calculadora com o poder da imaginação.

Como seria a vida diante de um cartão postal?  Mas até o cartão postal mostra o quanto é difícil ganhar.

Repórter: Aproveitando que a gente está aqui diante do Cristo, se eu quisesse apostar em todas as combinações possíveis – são duas apostas por cartela – daria mais ou menos a altura do Cristo Redentor?

Matemático: Duas apostas em cada cartela você vai colocar todos os 50 milhões de apostas, 25 milhões de cartelas, daria três vezes a altura do Corcovado. Três vezes mais alto do que o Corcovado contando o morro e a estátua, três vezes.

Repórter: Marcelo, se eu apostar em todos os concursos, seis dezenas, duas vezes por semana, quanto tempo eu levo para ter certeza de que eu vou ganhar?

Matemático: Olha, certeza você não vai ter nunca. Supondo que você aposte duas vezes por semana, como você falou, deve dar 150 mil anos, aí você nesse tempo tem chance de 50% de ter acertado.

Atletas dos números
O Mauro não quer esperar tanto tempo para realizar os sonhos e, para isso, está estudando matemática.

“A matemática é como se fosse uma língua que você fala, uma língua estrangeira. Os números seriam como as letras, as expressões como as frases que estão tentando te dizer alguma coisa”, diz o estudante Mauro Victor Ferreira Moledo.

Ele segue o exemplo da irmã mais velha. Monique foi a primeira na casa a participar da OBMEP, a Olímpiada Brasileira de Matemática das escolas públicas. É a maior olimpíada estudantil do país, que em 2017 teve 18 milhões de participantes.

O sucesso na competição abriu portas e ela conseguiu até uma bolsa de estudos nos Estados Unidos.

A família reparou que o Mauro estava indo pelo mesmo caminho. Já tem uma medalha de bronze e uma de ouro na OBMEP.

“Não é só uma medalha, o mérito é para a vida toda. Que eles sejam pessoas honestas. Que ganhem pela honestidade, o trabalho, que sejam felizes! Só isso”, diz a mãe dos jovens, Eliana Ferreira Moledo.

Romper as barreiras
Mauro busca inspiração num outro menino. Aos 15 anos, ele ganhou medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática, no Canadá.

Cresceu, mudou o penteado e, aos 35, Artur Ávila conquistou o maior prêmio da matemática, a medalha Fields, considerada equivalente ao prêmio Nobel.

Hoje, aos 38 anos, esse brasileiro é uma das cabeças em que o mundo confia para ampliar os limites do conhecimento humano.

“Matemática lida também muito com a incerteza e com a limitação do conhecimento. A gente está perfeitamente ciente de que você não vai ter solução para as coisas. Mas às vezes você pode até descobrir o quanto você não vai poder chegar perto”, explica.

Artur está bem acompanhado nessa busca para romper as barreiras da ciência. Ele é pesquisador do Impa, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, no Rio de Janeiro. É uma das instituições mais avançadas do mundo, com o ambiente perfeito para o estudo de formas, padrões e outras questões um pouquinho mais complicadas.

Uma pergunta ainda sem resposta: qual a forma do universo?

O próprio símbolo do Impa pode ser uma boa pista. É a chamada Faixa de Moebius. O nosso olhar acha que ela tem dois lados. Mas a matemática mostra que não.

“Quando eu dou a volta à superfície, eu vejo que o lado de baixo virou o lado de cima um continua no outro. De fato, essa superfície, só tem um lado”, diz Marcelo Viana, o matemático que é diretor-geral do Impa.

Uma das hipóteses em que se acredita atualmente é que o universo tenha o formato da faixa e quem viajar por ele um dia vai voltar para o mesmo lugar.

“Você pode imaginar um astronauta aqui, com o coração do lado esquerdo, aí o astronauta sai em viagem pelo espaço, dá a volta ao universo e quando ele regressa a casa, o coração passou para o lado direito”, afirma Marcelo. 

A matemática nos surpreende sempre. Ciência irmã da paciência, vive sendo chamada de complicada, difícil, desagradável. Responde com tanta beleza que nos deixa sem palavras.

Fonte: G1

CRISE EM RELAÇÃO À PLANOS DE SAÚDE

O número de pessoas com plano de saúde aumentou entre setembro e outubro, mas segue menor que no ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em outubro, 47,4 millhões pessoas eram beneficiárias de planos de saúde, um aumento de 0,17% na comparação com o mês imediatamente anterior, mas um recuo de 0,97% em relação a 2016.

Entre as pessoas que possuíam plano de saúde em outubro, 31,6 milhões eram beneficiárias de um plano empresarial, o que representa 66,7% do total. Outras 9,2 milhões tinham planos individuais, o que representa 19,4% do total.

Ao longo da crise econômica, que aumentou o desemprego do país, o número de beneficiários de planos de saúde caiu. Em março deste ano, foi a registra a primeira alta mensal após 19 quedas consecutivas. Desde então, o indicador vem oscilando, com leves reduções e aumento no quadro de beneficiários.

A pesquisa também mostra que, enquanto a quantidade de beneficiários de planos de saúde empresariais aumentou 0,36% entre setembro e outubro (apesar de ainda registrar queda de 0,41% sobre o ano passado), o número de pessoas com planos individuais caiu 0,15% no mesmo mês.

Fonte: G1