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IDENTIFICADOS HOMENS EXECUTADOS EM FRENTE A UM SUPERMERCADO NA ZONA OESTE

 

 

A manhã desta quinta-feira (18) foi marcada por violência na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Dois jovens, identificados como Patrick Wallace e Marlon Ezequiel, ambos de 21 anos, foram encontrados mortos em frente a um supermercado da região, causando pânico entre moradores e clientes que passavam pelo local.

De acordo com informações iniciais, os corpos foram descobertos por populares pouco antes do meio-dia. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h10 para prestar socorro, mas as vítimas já estavam sem vida quando a equipe chegou. A cena do crime rapidamente atraiu curiosos, enquanto a área foi isolada pelas autoridades.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a investigação do caso. Os agentes trabalham para apurar a motivação e a autoria do crime. Uma das principais linhas de investigação é a de execução, mas a polícia ainda não descarta outras hipóteses. Imagens de câmeras de segurança da região deverão ser analisadas para ajudar a esclarecer como os jovens foram atacados.

Os corpos de Patrick e Marlon foram removidos e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio, onde passarão por perícia. A expectativa é de que os laudos ajudem a identificar a quantidade de disparos e o tipo de arma utilizada.

O duplo homicídio reforça a sensação de insegurança que assusta moradores da Praça Seca, uma área frequentemente marcada por confrontos entre facções criminosas e forças policiais. Comerciantes da região relataram medo de manter seus estabelecimentos abertos após a tragédia, temendo novos episódios de violência.

A Polícia Civil pede que testemunhas colaborem com as investigações por meio do Disque-Denúncia (2253-1177), garantindo anonimato aos informantes. Enquanto isso, a comunidade aguarda respostas rápidas para um crime que choca pela brutalidade e pela juventude das vítimas.

 

( VIDEO) TIROTEIO DEIXA DOIS MORTOS EM FRENTE A UM SUPERMERCADO NA ZONA OESTE DO RIO

 

Na manhã desta quinta-feira (18), um tiroteio em frente ao Supermercado Mundial, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou dois homens mortos. O crime aconteceu por volta das 10h e mobilizou grande aparato policial na região.

De acordo com informações preliminares, os disparos ocorreram na calçada do supermercado, um dos mais movimentados da área, gerando pânico entre clientes e moradores. Testemunhas relataram que muitas pessoas correram para dentro do estabelecimento na tentativa de se proteger.

Policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados imediatamente e isolaram a área. Ainda não há confirmação se as vítimas tinham envolvimento com atividades criminosas ou se foram alvos de execução. A identidade dos mortos também não foi divulgada até o momento.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foram ao local para realizar a perícia e recolher imagens de câmeras de segurança do supermercado e de estabelecimentos vizinhos, que podem ajudar a identificar os responsáveis.

Moradores da Praça Seca relataram medo e indignação com a violência na região, que já sofre com constantes confrontos entre facções criminosas e ações de milicianos. “A gente não tem paz, é tiroteio quase todo dia. Agora nem para ir ao mercado estamos seguros”, desabafou uma moradora que preferiu não se identificar.

O trânsito ficou complicado na Rua Cândido Benício, uma das principais vias da região, já que a movimentação policial e a presença de curiosos restringiram a passagem de veículos.

Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre prisões ou suspeitos.

 

 

ANISTIA DE MOTTA PERDOA MANIFESTANTES, MAS EXCLUI BOLSONARO EM DERROTA PARCIAL PARA A OPOSIÇÃO

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), colocou em pauta a votação de urgência do Projeto de Lei da Anistia, proposta que reacende debates sobre os rumos da política nacional. A medida, se aprovada, poderá beneficiar milhares de manifestantes que participaram de atos políticos desde 30 de outubro de 2022, mas deixa de fora um nome central da oposição: o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O projeto, originalmente apresentado em 2023 pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), prevê o perdão para cidadãos que, de diferentes formas, participaram ou apoiaram manifestações de cunho político ou eleitoral. Isso inclui não apenas presença física em protestos, mas também doações financeiras, apoio logístico e até publicações de incentivo nas redes sociais. Na prática, a proposta poderia anistiar envolvidos nos bloqueios de rodovias realizados por caminhoneiros após a derrota de Bolsonaro nas eleições e, sobretudo, participantes dos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023.

No entanto, o texto exclui explicitamente Jair Bolsonaro e outros sete condenados por participação na tentativa de golpe de Estado. Essa cláusula é vista como uma vitória parcial do governo e um revés para a oposição, que esperava garantir a proteção política do ex-presidente dentro da proposta.

A aprovação da urgência do projeto tem impacto significativo: o texto poderá ser levado diretamente ao plenário da Câmara dos Deputados, sem a necessidade de passar por comissões temáticas. Isso acelera o processo legislativo e aumenta as chances de o tema ser votado ainda neste semestre.

O projeto de anistia divide opiniões no Congresso e na sociedade. Para aliados da oposição, trata-se de um gesto de pacificação nacional, necessário para encerrar a tensão política e judicial instaurada após as últimas eleições. Já para críticos, a proposta configura uma tentativa de esvaziar a responsabilização de atos antidemocráticos, enfraquecendo a justiça e premiando quem afrontou as instituições.

O fato de Bolsonaro não estar incluído no perdão amplia ainda mais a polarização. De um lado, setores bolsonaristas veem a exclusão como perseguição política direcionada. De outro, defensores da medida ressaltam que a diferenciação é fundamental, já que o ex-presidente ocupava posição de comando e teria responsabilidade direta sobre a escalada dos protestos.

Com a tramitação acelerada, o Projeto de Lei da Anistia deve se tornar um dos principais focos da cena política nas próximas semanas, colocando novamente Jair Bolsonaro no centro do debate nacional — desta vez, como a grande exceção em um possível pacto de perdão.

Setembro começa com Bolsa Família: veja quanto você pode receber e quando sacar

 

 

Setembro marca o início do pagamento do Bolsa Família para 19,07 milhões de domicílios no Brasil. O Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome liberou cerca de R$ 12,96 bilhões para essa parcela, cujo valor médio para este mês será de R$ 682,22, acima dos R$ 600 que correspondem ao piso do programa.

O depósito começa na quarta-feira, 17 de setembro, para beneficiários cujo NIS termine em 1, e segue em dias úteis conforme o número final do NIS, terminando no dia 30 para quem o final for 0. Caso sua cidade esteja em estado de calamidade ou emergência reconhecido oficialmente, é possível que o pagamento seja antecipado.

Para quem pergunta “quanto vou receber?”, o cálculo depende da composição da família. Eis o que se sabe até agora:

  • Valor base: R$ 600 por família.
  • Benefício Primeira Infância: acréscimo de R$ 150 para cada criança de até 6 anos incompletos.
  • Benefício Variável: R$ 50 a mais para gestantes ou para cada criança/adolescente de 7 a 18 anos incompletos.
  • Benefício Nutriz: R$ 50 extras para pessoas responsáveis por bebês de até seis meses.

Ou seja: uma família com, por exemplo, dois filhos pequenos (até 6 anos), um adolescente e uma gestante, pode receber muito acima do piso de R$ 600 — chega-se facilmente a valores bem mais altos, conforme o número de adicionais.

Para ter acesso ao benefício, é fundamental que:

  • A família esteja inscrita no Cadastro Único do Governo Federal, com dados atualizados.
  • A renda mensal per capita não ultrapasse R$ 218.

A liberação dos valores pode ser feita via Caixa Tem ou com saque nos terminais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, conforme a situação local.

Se você já está no CadÚnico, confira se seus dados (idade de filhos, gestante etc.) estão atualizados: isso impacta diretamente se vai receber ou não os adicionais. E fique atento ao calendário do NIS para saber quando poderá movimentar o benefício.

 

TERROR NO HOSPITAL: CRIMINOSOS ARMADOS INVADEM O PEDRO II PARA RESGATAR PACIENTE BALEADO

 

Na madrugada desta quinta-feira (18), a rotina do Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, foi interrompida por uma cena digna de filme policial. Cerca de oito homens fortemente armados e encapuzados invadiram a unidade de saúde por volta de 2h30, rendendo os seguranças que estavam de plantão na entrada da garagem.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, o objetivo do grupo era resgatar um paciente que havia dado entrada no hospital após ser atingido por nove disparos. O clima foi de pânico e desespero entre profissionais e pacientes que estavam no local.

Criminosos se passaram por policiais

Testemunhas relataram que pelo menos um dos invasores vestia um uniforme do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), o que causou ainda mais confusão no momento da invasão. O grupo seguiu em direção ao centro cirúrgico acreditando que o homem baleado estivesse ali. No entanto, o paciente não foi localizado, já que estava internado em outro setor do hospital.

PM reforça segurança

Assim que a ocorrência foi comunicada, equipes da Polícia Militar se deslocaram até a unidade e reforçaram a segurança. O paciente alvo dos criminosos segue internado, sob custódia da polícia, e deverá ser transferido para outro hospital por medida de segurança.

De acordo com a corporação, os bandidos não apenas tentaram localizar o homem, como também já haviam destruído a residência do paciente anteriormente. As primeiras informações levantadas pelos investigadores apontam que ele poderia ser testemunha de crimes ligados ao tráfico local, o que reforça a suspeita de que o ataque ao hospital tenha sido uma tentativa de silenciamento.

Clima de medo entre pacientes e funcionários

Profissionais do Pedro II relataram que viveram momentos de terror durante a ação. Muitos pacientes foram retirados às pressas de áreas próximas ao centro cirúrgico, e houve correria nos corredores. “Achei que iam atirar dentro do hospital. Foi desesperador”, contou um funcionário que preferiu não se identificar.

Investigação em andamento

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que deve analisar as câmeras de segurança do hospital e da região. O fato de um dos criminosos ter usado um uniforme policial também será apurado, já que pode indicar infiltração ou uso de fardamento falso para despistar vítimas e testemunhas.

O episódio reacende o debate sobre a vulnerabilidade de hospitais localizados em áreas conflagradas do Rio de Janeiro, onde a violência do crime organizado ultrapassa os limites das ruas e chega a espaços destinados ao atendimento de saúde.

 

 Eduardo Bolsonaro aposta em ordem de Trump para blindar o pai: “Pode salvar Jair Bolsonaro”

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a demonstrar confiança na aliança com o ex-presidente norte-americano Donald Trump. Segundo ele, a recente ordem executiva assinada por Trump pode ser decisiva para proteger Jair Bolsonaro em meio ao avanço das investigações que o colocam na mira da Justiça brasileira.

O texto assinado pelo republicano autoriza o Departamento de Estado dos Estados Unidos a intervir em situações de “detenção injusta” envolvendo cidadãos de outros países, desde que Washington considere existir “interesse nacional” na medida. Para Eduardo, a nova diretriz abre espaço para que o governo americano atue em defesa do ex-presidente brasileiro caso ele seja alvo de prisão ou processo considerado politicamente motivado.

“Essa ordem executiva é clara: se houver risco de perseguição política, os Estados Unidos podem interceder. É um precedente que pode beneficiar meu pai”, afirmou Eduardo em entrevista a aliados, reforçando a narrativa de que Jair Bolsonaro estaria sofrendo uma caçada judicial semelhante à que, segundo eles, ocorreu contra Donald Trump.

Nos bastidores, a aposta de Eduardo é de que a influência de Trump, somada à forte relação construída entre os dois durante seus mandatos, possa ser usada como escudo político e diplomático. Ainda assim, especialistas avaliam que a aplicação da medida dependeria de critérios rígidos e, sobretudo, da interpretação do governo americano sobre o que configuraria “detenção injusta”.

Analistas em direito internacional destacam que, mesmo com a nova ordem, não existe garantia de intervenção direta em casos que envolvam figuras políticas estrangeiras acusadas de crimes comuns, como corrupção ou conspiração. Para eles, a medida tende a ser aplicada principalmente em situações de hostilidade internacional ou perseguição em regimes considerados autoritários.

Apesar das incertezas, Eduardo Bolsonaro continua explorando o tema como uma carta política. O parlamentar vê na ordem executiva um sinal de fortalecimento das relações entre Trump e Bolsonaro, além de combustível para mobilizar apoiadores no Brasil que acreditam na narrativa de perseguição.

Enquanto isso, juristas lembram que o destino de Jair Bolsonaro dependerá, em última instância, das instituições brasileiras. Ainda que os Estados Unidos possam se manifestar, a autonomia da Justiça nacional dificilmente seria contestada de forma efetiva.

O gesto de Trump, no entanto, reacende o discurso da família Bolsonaro de que “a esperança vem de fora”. E Eduardo aposta todas as fichas nessa conexão internacional.

 

BOMBA: TRUMP DECLARA GUERRA AO ANTIFASCISTAS E PROMETE ENQUADRÁ-LOS COMO TERRORISTAS!

 

 

Em um anúncio que já está sacudindo os Estados Unidos e reverberando pelo mundo, o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump disparou uma bomba política nesta quarta-feira (17). Em tom inflamado, Trump afirmou que o movimento Antifa – conhecido por suas ações de enfrentamento contra grupos de extrema-direita – será designado como uma “grande organização terrorista”.

A fala, feita em evento transmitido ao vivo, incendiou os debates em Washington e nas redes sociais. Segundo Trump, qualquer pessoa ou entidade que financiar ou apoiar grupos ligados ao Antifa será alvo de rigorosas investigações. “Nós vamos até o fim. Não vamos permitir que esses anarquistas continuem espalhando o caos no nosso país”, declarou o magnata, arrancando aplausos de apoiadores e críticas ferozes de opositores.

Mas a realidade é mais complexa do que o discurso. O Antifa não é um grupo formal: não tem líderes, sede ou estatuto oficial. Trata-se de um movimento descentralizado, formado por coletivos e indivíduos com ideologia antifascista, atuando de maneira autônoma. Essa característica pode tornar a promessa de Trump muito mais simbólica do que prática.

Especialistas em direito constitucional já levantam dúvidas sobre a legalidade dessa designação. Nos Estados Unidos, a Primeira Emenda garante liberdade de expressão e de associação, o que dificulta enquadrar um movimento doméstico como “organização terrorista”. Até agora, não há decreto executivo ou legislação oficializando a decisão. Ou seja: o anúncio parece ser mais um gesto político do que uma medida de efeito imediato.

Mesmo assim, o impacto foi imediato. Hashtags relacionadas ao tema explodiram no Twitter e no Truth Social, com apoiadores exaltando a “coragem” de Trump e críticos acusando-o de criminalizar ideologias políticas. A oposição democrata já estuda medidas para barrar qualquer avanço nesse sentido, alegando que a classificação seria inconstitucional e poderia abrir caminho para perseguições contra movimentos sociais.

Enquanto isso, ativistas antifascistas reagiram com ironia e raiva. Em fóruns digitais, muitos afirmaram que a declaração apenas reforça a importância de sua luta contra o que chamam de ascensão autoritária nos EUA.

O que está claro é que a guerra de narrativas só começou. Trump aposta nessa ofensiva para reforçar seu discurso de “lei e ordem” em plena campanha eleitoral, mirando diretamente na base conservadora que exige mão dura contra protestos e movimentos radicais.

🔥 A pergunta que fica: Trump realmente conseguirá transformar esse anúncio em lei, ou tudo não passa de um espetáculo político para mobilizar sua base? O palco está armado para mais um capítulo explosivo da corrida presidencial americana. 🔥

 

Câmara aprova urgência da votação da anistia em meio a forte embate político

 

 

Por 311 votos a 163, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), o regime de urgência para a votação do projeto de anistia. A medida acelera a tramitação do texto e permite que ele seja levado diretamente ao plenário, sem necessidade de passar pelas comissões temáticas da Casa.

O resultado reflete a divisão entre governistas e opositores. Enquanto a base que defende o projeto celebrou a decisão como uma “vitória da democracia”, críticos acusaram a manobra de enfraquecer o debate público e atropelar o processo legislativo.

A anistia tem sido tratada como um dos temas mais sensíveis do Congresso nos últimos meses, por envolver interesses de diferentes grupos políticos e sociais. Seus defensores alegam que a medida busca reparar excessos cometidos em investigações e punições, além de “pacificar o cenário nacional”. Já os opositores afirmam que a proposta pode abrir caminho para a impunidade, especialmente de figuras envolvidas em crimes graves ou em episódios de instabilidade política.

A aprovação da urgência ocorreu em uma sessão marcada por discursos inflamados e protestos de parlamentares contrários ao projeto. Alguns chegaram a pedir obstrução da pauta, mas a maioria dos deputados votou a favor da aceleração da análise.

Agora, com o regime de urgência em vigor, a expectativa é de que o projeto de anistia seja apreciado já nas próximas sessões. Nos bastidores, líderes partidários trabalham para articular emendas e negociações que possam suavizar a resistência de setores da oposição e da sociedade civil.

A votação do mérito promete ser ainda mais acirrada e poderá representar um divisor de águas no cenário político brasileiro, com repercussões que devem ultrapassar os muros do Congresso e ecoar nas ruas e redes sociais.

 

EX-MILICIANO É MORTO EM TIROTEIO COM A POLÍCIA MILITAR NUMA COMUNIDADE DA ZONA OESTE

 

 

Na manhã desta quarta-feira (17), o ex-miliciano Fábio, conhecido como Fabi da Curicica, foi morto em um intenso confronto com policiais militares na comunidade Dois Irmãos, Zona Norte do Rio de Janeiro. A operação, que tinha como objetivo reprimir ações criminosas na região, terminou com a morte de um dos nomes mais conhecidos do submundo carioca.

De acordo com informações preliminares, Fabi teria se refugiado na comunidade nos últimos meses após romper com antigos aliados ligados à milícia da Zona Oeste. Relatos de moradores e fontes policiais indicam que o criminoso havia migrado para o Comando Vermelho (CV), uma das maiores facções do tráfico no estado. Essa mudança de lado teria aumentado as tensões internas e despertado o interesse das forças de segurança em neutralizar sua atuação.

Durante a incursão, policiais militares foram recebidos a tiros por criminosos armados. No confronto, Fabi foi atingido e não resistiu. Armas e munições foram apreendidas no local, mas ainda não há confirmação oficial sobre quantos comparsas estavam com ele no momento do tiroteio.

A morte de Fabi da Curicica representa um marco na disputa entre facções criminosas que tentam expandir seus domínios pela cidade. Conhecido por sua atuação violenta e pelo envolvimento em diversos crimes, ele já havia sido investigado por homicídios, extorsões e ligação direta com esquemas de milícia.

A PMERJ reforçou que a operação faz parte de um trabalho contínuo para enfraquecer o poder armado de grupos criminosos. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para investigar as circunstâncias da morte.

Moradores relataram momentos de pânico durante o confronto, com intensa troca de tiros que paralisou a rotina local. O clima na comunidade segue de tensão, e novas operações não estão descartadas.

 

Polícia pede prisão de chefes do TCP por brutal assassinato de jovem em comunidade na Zona Oeste

 

A brutal morte da jovem Sther Barroso, de apenas 23 anos, gerou comoção e revolta no Rio de Janeiro. A Polícia Civil pediu a prisão dos traficantes conhecidos como Coronel, Dodô e Debochado, todos ligados à facção Terceiro Comando Puro (TCP) e apontados como responsáveis pelo feminicídio que chocou a Zona Oeste.

De acordo com as investigações, Sther foi sequestrada após sair de um baile funk na comunidade da Coreia, em Senador Camará, reduto do TCP. Testemunhas relataram que ela foi abordada e obrigada a entrar em um carro. A ordem para o sequestro teria partido de Coronel, apontado como um dos principais líderes do tráfico na favela do Muquiço, em Deodoro.

Segundo a polícia, Coronel não aceitava o término do relacionamento com a vítima, ocorrido há cerca de dois anos. Desde então, a jovem vinha sofrendo perseguições constantes, ameaças de morte e agressões físicas. Em outro episódio, Coronel teria mandado executar um rapaz que se envolveu com Sther, reforçando o perfil obsessivo e controlador do criminoso.

Na madrugada do crime, Coronel ordenou que Dodô e Debochado levassem a jovem até o Muquiço. Lá, ela foi espancada por horas em um tribunal do tráfico, sob a supervisão direta dos criminosos. A motivação foi o fato de Sther ter rejeitado retomar o relacionamento com Coronel.

Testemunhas afirmam que a vítima chegou a desmaiar durante as agressões. Mesmo inconsciente, ela foi colocada em um carro azul e deixada na porta de casa. Desesperados, familiares tentaram socorrê-la e a levaram para um hospital da região. No entanto, Sther não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.

O caso foi registrado como feminicídio qualificado, e a polícia já pediu a prisão preventiva dos envolvidos. Para os investigadores, não restam dúvidas sobre a autoria e a motivação do crime, considerado mais um episódio cruel do poder do tráfico sobre mulheres em áreas dominadas por facções.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) reforçou que Coronel já possuía um histórico de crimes violentos e que o assassinato de Sther demonstra a ousadia com que chefes do tráfico impõem regras e punem mulheres que se recusam a manter vínculos afetivos com eles.

Moradores da região relataram viver sob clima de medo, já que Coronel e seus comparsas mantêm forte domínio no Muquiço. “Aqui ninguém pode falar nada. Eles fazem o que querem. Essa menina sofreu porque não aceitou ser propriedade dele”, disse uma testemunha sob anonimato.

A família de Sther exige justiça e pede que os acusados sejam presos o mais rápido possível. “Ela era uma menina cheia de vida, com muitos sonhos. Tiraram ela de nós de forma covarde e cruel”, lamentou um parente próximo.

O crime expõe, mais uma vez, a violência de gênero em territórios controlados por facções criminosas, onde mulheres acabam sendo submetidas a relações abusivas e, muitas vezes, não encontram saída diante da ausência do Estado.

A polícia segue em busca de Coronel, Dodô e Debochado, que seguem foragidos. O caso deve ganhar novos desdobramentos nos próximos dias, e a expectativa é de que as prisões sejam decretadas pela Justiça a qualquer momento.