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Oswaldo de Oliveira é contratado como comentarista do Carioca

 

A TV Record contratou, nesta terça-feira (15), Oswaldo de Oliveira, ex-técnico do Flamengo e do Fluminense, como comentarista do Campeonato Carioca. Ele fará sua estreia no duelo que acontece amanhã entre Fluminense e Nova Iguaçu. A informação é do site Notícias da TV.

O acordo de contratação é pontual e já era um desejo antigo da direção de Jornalismo da Record. Os chefes da emissora desejavam ter alguém que possuísse conexão com o Fluminense nos comentários das próximas rodadas. Essa será a primeira experiência do treinador em uma transmissão na TV.

Na transmissão da partida desta quarta-feira, Oswaldo dividirá os microfones com Athirson, ex-jogador do Flamengo e comentarista fixo da emissora.

Oswaldo de Oliveira teve três passagens pelo Tricolor, time em que teve seu último trabalho como treinador, em 2019. Ele deixou a equipe após maus resultados e discussões com o meia Paulo Henrique Ganso. Em 2001, foi semifinalista do Campeonato Brasileiro. Também foi técnico do Vasco, em 2000, do Flamengo, em 2003, e do Botafogo, entre 2012 e 2013.

Pesquisa aponta aumento do racismo nas abordagens policiais no Rio

 

De volta às ruas do Rio de Janeiro depois de 20 anos, a pesquisa Elemento Suspeito indicou o agravamento do racismo nas abordagens policiais e, por consequência, em todo o ciclo da justiça criminal. O primeiro levantamento, coordenado pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), foi publicado em 2003 e na edição divulgada hoje (15) recebeu o subtítulo Negro trauma: racismo e abordagem policial no Rio de Janeiro.
Os dados apontam que 68% das pessoas abordadas andando a pé e 71% no transporte público são negras, enquanto os pretos e pardos somam 48% da população do Rio de Janeiro. Além disso, 17% já foram paradas mais de dez vezes e 15% de seis a dez vezes. Entre os que tiveram a casa revistada pela polícia, 79% eram negros, bem como 74% dos que tiveram um parente ou amigo morto pela polícia.
De acordo com a cientista social Silvia Ramos, coordenadora do Cesec, os novos dados são “absolutamente impressionantes” e apontam para a abordagem sempre das mesmas pessoas, gerando um ciclo vicioso no sistema de justiça.
“A abordagem é o começo de um mecanismo da área da justiça criminal. A pessoa começa sendo abordada, os abordados são mais presos em flagrante, que são levados à delegacia e são indiciados por delegados que confiam na palavra daquele policial, de que aquele menino negro da favela fazia parte de uma quadrilha criminal. Na justiça são os mais condenados e assim nossas cadeias estão cheias de jovens negros”.
Pesquisa

Para a pesquisadora, existe uma cultura racial nas atividades policiais e ela começa com as abordagens e revistas constrangedoras.
“Quando a polícia aborda uma pessoa, às vezes faz uma revista corporal: mão na parede, abre as pernas e apalpa a pessoa à procura de armas e drogas. É um procedimento bastante invasivo e pode ser muito violento, muitas vezes extremamente constrangedor e humilhante. A gente descobriu que mais de 70% desses revistados são negros”.
Silvia destaca que a prática policial de abordar sempre os jovens negros e pobres moradores de favelas, além de racista, é incompetente.
“A polícia acaba não prendendo os criminosos e fazendo desse mecanismo, que é a abordagem policial, o único mecanismo policial. Quando, na verdade, nós sabemos que o que desarticula as quadrilhas e o crime são as investigações, a inteligência, não é o trabalho de estar todos os dias nas ruas da cidade com aquele olho que olha sempre para o menino negro como se ele fosse suspeito e produz com esse menino negro o tempo todo uma prática traumática”.
De acordo com a pesquisadora, as situações de constrangimento e violência policial contra a população negra pioraram nos últimos 20 anos, ao passo que a segurança não melhorou para a cidade como um todo.

Dados

A pesquisa entrevistou 739 pessoas e aprofundou o levantamento com grupos de jovens moradores de favelas, entregadores, motoristas de aplicativos, mulheres e policiais. Com a análise de idade, gênero, cor, classe e território, os pesquisadores identificaram o perfil típico das pessoas abordadas pela polícia. São os homens negros, com até 40 anos, moradores de favela e periferia e renda de até três salários mínimos.
Em todas as situações analisadas, a proporção de negros abordados pela polícia é sempre maior do que a de brancos. Os negros são 74% dos abordados em vans ou kombis, 72% nos carros de aplicativos, 68% andando de moto e 67% em evento ou festa.
Os policiais militares que participaram da pesquisa afirmaram que identificam como “elemento suspeito” o indivíduo com “bigodinho fininho e loirinho, cabelo com pintinha amarelinha, blusa do Flamengo, boné”. Para os pesquisadores, a descrição corresponde à estética dos jovens das favelas e periferias cariocas.
As mulheres são menos abordadas que os homens, com 16% do total. Mas quando mulheres e mulheres trans são paradas por agentes de segurança, elas passam por intimidações e têm suas bolsas revistadas, com os pertences muitas vezes espalhados no chão. As participantes da pesquisa também relataram que policiais costumam procurar drogas nos cabelos trançados no estilo africano, usados por jovens negras e negros.
Na comparação com os dados de 2003, as ameaças nas abordagens passaram de 6,5% para 23% e a experiência de ter uma arma apontada para o indivíduo subiu de 9,7% para 28%. Ter sido parado mais de dez vezes passou de 8,2% para 17% e ter sido revistado subiu de 36,9% para 50%.
Silvia Ramos destaca o impacto psicológico que a rotina policial impõe aos jovens negros, que mudam seus hábitos apenas para evitar as abordagens, evitando inclusive o uso de acessórios como bolsas e roupas que podem se enquadrar no estereótipo do “elemento suspeito”.
“Às vezes a pessoa nem é abordada, mas o medo de ser abordada faz com que ela mude de percurso, que ela nem saia na rua, que tenha medo ou vergonha de sair com amigos ou a namorada porque pode sofrer um procedimento humilhante”.
Sobre as operações policiais, a pesquisa indicou que 80% dos entrevistados acreditam que elas precisam existir, mas 97% discordam que a polícia possa ferir e matar pessoas durante as ações.
A pesquisa completa está disponíveis no site do Cesec.
Respostas

Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que a corporação tem a missão central de “defender a sociedade do Rio de Janeiro” e que as ações são “baseadas em protocolos rígidos, treinamentos e orientação”.
“A maioria do contingente policial militar vem das classes de base da sociedade, incluindo as comunidades carentes, o que torna nossos policiais parte do contexto estrutural, histórico e social em que atuam”, informou a Polícia Militar, destacando que “a corporação foi uma das primeiras instituições públicas do país a ser comandada por um negro e hoje mais da metade de seu efetivo de praças e oficiais é composto por afrodescendentes”.
A Polícia Civil informou que não trabalha com abordagens e ostensividade, que são o foco da pesquisa, exercendo a função de polícia judiciária, “que realiza investigações baseadas em Inteligência e não na raça, credo ou qualquer outra característica”.

Casos recentes

A violência das forças de segurança contra pessoas negras se mostra em episódios recentes registrados no Rio de Janeiro. Ontem (14), o vendedor de doces Hiago Macedo de Oliveira Bastos, de 22 anos, foi baleado e morto por um policial militar fora de serviço, em frente à estação das barcas de Niterói, na região metropolitana.
No dia 6, o entregador Yago Corrêa de Souza, de 21 anos, foi preso após comprar pão no Jacarezinho, na zona norte da capital. Ele foi acusado do crime de tráfico de drogas e ficou dois dias detido, estando ainda em liberdade condicional.
No início do mês, o trabalhador Durval Teófilo Filho, de 38 anos, foi morto a tiros por seu vizinho, o sargento da Marinha Aurélio Alves Bezerra, quando tirava a chave da mochila para abrir o portão da própria casa, no bairro Colubandê em São Gonçalo, na região metropolitana. O sargento alegou que confundiu o vizinho com um assaltante.

Relator sugere ampliar auxílio gás para 11 milhões de famílias

 

Em nova versão do seu parecer aos dois projetos que buscam reduzir o preço dos combustíveis, o PL 1.472/2021 e o PL 11/2020, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) sugeriu nesta terça-feira (15) a ampliação do auxílio gás para este ano. A medida tem impacto estimado de R$ 1,9 bilhão. O objetivo, segundo o senador, é atender 11 milhões de famílias, o dobro das 5,5 milhões já atendidas pelo programa.
As propostas, que também podem ajudar a reduzir o preço da gasolina e do diesel, foram incluídas na pauta do plenário do Senado de amanhã (16) pelo presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “O art. 7º do substitutivo prevê que o Auxílio Gás dos brasileiros atenderá, em 2022, a 11 milhões de famílias, dobrando sua meta de atendimento em relação aos valores originalmente aprovados na lei orçamentária anual. Para atender a esse público adicional, seria necessário, grosso modo, dobrar o orçamento do Programa, com mais R$ 1,9 bilhão”, prevê a proposta.

Combustíveis

Com relação à proposta do auxílio gás  aprovada em outubro do ano passado na Câmara dos Deputados, o senador Jean Paul Prates avalia que o projeto tem “vícios de inconstitucionalidade” que ofendem a autonomia dos estados na fixação do ICMS. Entre as inconsistências apontadas pelo senador, está a de que o texto não pode estabelecer uma obrigatoriedade de utilização de alíquotas específicas, em reais, para os combustíveis, mas deve deixar isso como uma “possibilidade”, de modo que cada estado possa utilizá-la se assim julgar conveniente. Se preferir, portanto, os estados e o Distrito Federal poderiam continuar cobrando uma porcentagem sobre a venda.
Prates argumenta ainda que não pode ser aplicado teto para as alíquotas do ICMS estadual. Segundo ele, isso representaria “restrição severa à autonomia financeira dos entes federados, configurando ofensa ao pacto federativo”.
A estratégia para tentar pacificar a questão é que seja adotada uma cobrança monofásica, ou seja, em uma única fase da cadeia de produção. Na avaliação do relator, a medida evitaria os reajustes “em cascata” dos combustíveis, além de trazer ganhos de eficiência, redução de fraudes e desburocratização do setor. O senador estima uma redução de ao menos R$ 0,50 no custo do diesel e da gasolina nas bombas e de até R$ 10 no gás de cozinha com aprovação dos projetos.
O texto contempla ainda um programa estruturante de estabilização de preços internos dos combustíveis. Isso
seria possível, dentre outras formas, com a formação de uma conta, a partir da utilização de recursos originados da receita de dividendos da Petrobras devidos à União e do Imposto de Exportação incidente sobre o petróleo bruto. “Com sua aprovação, o Poder Executivo, se assim lhe convier, terá à mão instrumentos para mitigar os impactos internos da volatilidade dos preços do petróleo no mercado internacional”, defende o senador.

Secretaria de Trabalho divulga 2,5 mil vagas em várias regiões do estado

 

A captação de vagas realizada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) nesta semana resultou na oferta de 2.558 oportunidades para várias regiões do Estado do Rio – Metropolitana, Médio Paraíba, Baixada Litorânea, Centro-Sul e Serrana. As chances são disponibilizadas por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Confira a lista completa no anexo ao fim deste texto.

 

Na Região Metropolitana são oferecidas 2.312 vagas de trabalho, incluindo 1.654 destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência. Dentre as oportunidades para PCD, constam nutricionista, psicólogo hospitalar (foto acima), fisioterapeuta e enfermeiro, com salários de até R$ 7,2 mil.

 

Na Região Centro-Sul Fluminense, as 20 oportunidades são exclusivamente para pessoas com deficiência, na função de auxiliar de linha de produção.

 

Para quem mora em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea, são oferecidas 10 oportunidades de trabalho, exclusivas para pessoas com deficiência, para a função de assistente administrativo.

 

No Médio Paraíba, estão sendo oferecidas 51 oportunidades para funções como vendedor interno, auxiliar administrativo, cozinheiro e soldador.

 

Quem mora em Teresópolis, na Região Serrana, pode concorrer a uma das 165 vagas oferecidas. São 17 para auxiliar administrativo, 10 para consultor de vendas e 14 para garçom, além de oportunidades para costureira para máquinas industriais, motorista de caminhão, copeiro de restaurante, entre outras.

 

O Sine realiza uma análise comparativa do perfil profissional de cada candidato cadastrado com o da vaga disponibilizada pela empresa contratante. Por isso, é importante que o cidadão mantenha o seu cadastro atualizado.

 

Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sistema Nacional de Emprego levando seus documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/Pasep/NIT/NIS e CPF.

 

Para consultar o endereço das unidades do Sine e os detalhes de todas as vagas oferecidas, acesse o Painel Interativo de Vagas da Setrab, disponível no site www.rj.gov.br/secretaria/trabalho.

Comlurb cria novas regras para a coleta de lixo especial que vão agilizar o serviço

 

O credenciamento de empresas particulares para a coleta do lixo especial ganhou novas regras. A ideia é tornar o processo menos burocrático, facilitar a fiscalização e agilizar o desempenho administrativo, o que impactará positivamente em toda a dinâmica da coleta da cidade. A partir de agora, cada tipo de resíduo seguirá normas próprias e mais adequadas para a coleta. As regras especificam os tipos de veículos indicados para o serviço, capacidade, dimensão e composição das caçambas e caixas estacionárias e sistemas de guindastes.

Antes das novas portarias, todos os tipos de coletas feitas por empresas privadas seguiam as mesmas regras, independentemente dos destinos, equipamentos e veículos utilizados para o serviço envolvendo o lixo especial – resíduos da construção civil, sólidos inertes (restos de poda etc), serviços de saúde e comércio e indústria.

Todos  os  veículos  devem  estar  equipados com  rastreadores  compatíveis  com  o  sistema de controle e fiscalização em tempo real da Comlurb. Também devem contar com dispositivos de drenagem e acumulação de chorume que impeçam o vazamento de líquido nas ruas. Os veículos destinados à remoção de resíduos biológicos devem estar equipados com os materiais necessários em casos de acidentes.

A destinação final de cada lixo deve ser ambientalmente  adequada  e  somente  em áreas autorizadas pela Comlurb e licenciadas pelos órgãos ambientais. A empresa de coleta que estiver operando sem o certificado de credenciamento dentro das novas normas terá o prazo de até 90 dias para se adequar.

MORRE O JORNALISTA ARNALDO JABOR

𝙈𝙤𝙧𝙧𝙚 𝘼𝙧𝙣𝙖𝙡𝙙𝙤 𝙅𝙖𝙗𝙤𝙧, 𝙟𝙤𝙧𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖 𝙚 𝙙𝙞𝙧𝙚𝙩𝙤𝙧 𝙙𝙤 𝙘𝙞𝙣𝙚𝙢𝙖 𝙣𝙤𝙫𝙤, 𝙖𝙤𝙨 81 𝙖𝙣𝙤𝙨

Morreu Arnaldo Jabor, jornalista e cineasta que fez parte da geração do cinema novo e dirigiu sucessos como “Eu Te Amo”, de 1981, aos 81 anos na madrugada desta terça-feira. O carioca estava internado desde o dia 17 de dezembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um acidente vascular cerebral. Segundo a família, a causa da morte foram complicações do AVC.

No final de dezembro, um boletim médico apontou que Jabor tivera uma melhora progressiva do quadro neurológico e se encontrava consciente. Na manhã desta terça-feira, a produtora de cinema Suzana Villas Boas, ex-mulher de Jabor e mãe de seu filho escreveu “Jabor virou estrela, meu filho perdeu o pai, e o Brasil perdeu um grande brasileiro” numa rede social. De acordo com assessores, Jabor ainda deixa um filme inédito.

O cineasta e jornalista se tornou mais conhecido por seus comentários nos telejornais da TV Globo desde os anos 1990. Mas sua primeira vocação foi como cineasta, formado, durante a década de 1960, sob o ambiente do cinema novo —que buscava levar a realidade do Brasil para as telonas.

Depois de um período como crítico de teatro e cinema no jornal O Metropolitano, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na revista Movimento, chegou ao cinema por influência direta de seu amigo Cacá Diegues. Debutou numa segunda fase do movimento, com os curtas documentais “Rio Capital Mundial do Cinema” e “O Circo”, ambos de 1965.

Seu primeiro longa-metragem foi “A Opinião Pública”, de 1967, um mosaico da classe média do Rio de Janeiro. Introduzindo o som direto nas telonas brasileiras, é uma obra alinhada ao cinema verdade, como uma investigação antropológica que brota de takes crus e depoimentos espontâneos.

Seu filme seguinte, “Pindorama”, de 1970, sua primeira investida na ficção, foi um fracasso que custou caro a Walter Hugo Khouri e pela distribuidora Columbia, que bancaram a produção. Mas o trabalho seguinte seria o início de uma sequência poderosa —”Toda Nudez Será Castigada”, de 1973, adaptando a peça homônima de Nelson Rodrigues.

Darlene Glória foi a esfíngica prostituta Geni, pela qual Herculano, o religioso viúvo encarnado por Paulo Porto, se apaixona. Sucesso de bilheteria, essa tragicomédia ficou no limiar entre o cinema novo e o que se consolidaria como a pornochanchada, mas como o humor e a crueza da obra rodrigueana, enfrentando diretamente o universo moral, afetivo e sexual da classe média.

Porto retornaria no longa seguinte, “O Casamento”, de 1975, dessa vez, inspirado em um romance de Nelson Rodrigues. Ele protagoniza a história como Sabino, pai de Glorinha, vivida por Adriana Prieto, e cujo amigo, o doutor Camarinha, sugere que o noivo da menina é gay —dando o estopim para a tragédia.

 

FRENTE FRIA DEIXA O TEMPO INSTÁVEL NESTA TERÇA-FEIRA (15/02) NA CIDADE DO RIO

 

FRENTE FRIA DEIXA O TEMPO INSTÁVEL NESTA TERÇA-FEIRA (15/02) NA CIDADE DO RIO

Segundo o @alertario, o deslocamento de uma frente fria pelo oceano deixará o tempo instável na cidade do Rio de Janeiro nesta terça-feira (15/02).
O céu vai variar de nublado a nublado, com previsão de chuva fraca a moderada, isolada, a partir da tarde. Ventos fracos a moderados (de 18,5 km/h até 51,9 km/h); e temperaturas estarão em declínio em relação à segunda (14/02), com mínima de 20°C e máxima de 32°C.

#temporj

Perícia identifica três marcas de tiros em corpo de empresária encontrada morta na Zona Oeste

 

Peritos do Instituto Médico Legal (IML) encontraram três marcas de tiros na cabeça da empresária Flávia Euflázia da Silva, de 44 anos, . Uma das balas foi retirada e será analisada, mas outro disparo atravessou o corpo da vítima e a bala não foi encontrada.
Flávia era proprietária de uma rede de lojas de alimentação para animais e se descrevia, nas redes sociais, como design de interiores e criadora de cavalos. Nesta segunda-feira, o Portal dos Procurados divulgou um cartaz para ajudar nas investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) com o objetivo de obter informações que possam levar à identificação e prisão do responsável.
Informados sobre o caso, policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram até o local e encontraram a casa da vítima toda revirada e com marcas de sangue. Os policiais também verificaram que havia resíduos de sangue do lado de fora do carro, no capô e na lateral dianteira esquerda. O local foi preservado para a perícia da Polícia Civil. Posteriormente, agentes da DHC estiveram no local e assumiram o caso. Agora a especializada busca por imagens de câmeras de segurança e testemunhas que possam esclarecer a autoria do crime.

O Disque Denúncia recebe informações sobre o caso nos seguintes canais de atendimento:

Hospital Albert Schweitzer faz campanha de doação de sangue nesta terça-feira

O Hospital Municipal Albert Schweitzer promove, nesta terça-feira (15/2), uma ação especial para a doação de sangue. As coletas serão realizadas no período de 10h as 14h, no auditório da unidade. A campanha Estique o braço para salvar vidas é uma ação com o intuito de envolver toda a comunidade do entorno nessa causa.

O Albert Schweitzer é referência no atendimento de urgência e emergência para toda a Zona Oeste do Rio de Janeiro e, por isso, a falta de sangue pode impactar nos atendimentos que envolvem casos cirúrgicos. A iniciativa da campanha é fortalecer a importância do ato de doar e garantir junto ao Hemorio o suporte as principais emergências.

O púbico que desejar doar deve ficar atento ao protocolo adotado para a doação de sangue:

O que é necessário para doar:
– Apresentar documento oficial de identidade com foto
– Estar bem de saúde
– Ter entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias
– Pesar no mínimo 50kg
– Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gorduroso nas três horas que antecedem a doação
– Obrigatório o uso de máscara e sapato fechado dentro na unidade

Importante:
Quem se vacinou contra a Covid-19 recentemente deve ficar atento ao prazo para doação de sangue, que varia de acordo com a vacina tomada.
– CoronaVac – 48h
– Pfizer – sete dias
– AstraZeneca – sete dias
– Janssen – sete dias

Em caso de dúvidas:
DISQUE SANGUE
0800-282-0708

 

CRIANÇA MORRE APÓS CAIR DE TOBOAGUA DE PARQUE AQUÁTICO

CRIANÇA MORRE APÓS CAIR DE TOBOAGUA DE PARQUE AQUÁTICO

Um garoto de 8 anos morreu após despencar da altura de aproximadamente 15 m de um toboágua em Caldas Novas, cidade turística no sul de Goiás, a 171 km da capital do estado. O acidente ocorreu na tarde de domingo (14/2) no Di Roma Acqua Park. A área do atrativo, chamado Vulcão, está fechada para reforma e manutenção até o meio do ano. A fatalidade ocorreu por volta das 15h. De acordo com o Corpo de Bombeiros, Davi Lucas de Miranda teria entrado na área fechada e caído do alto da estrutura.

Um guarda-vidas do próprio parque aquático foi o primeiro a dar socorro para o garoto. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) fez o resgate Davi Lucas e o levou para o hospital municipal, onde chegou a ser intubado. Diante da gravidade dos ferimentos, a criança seria transferida de helicóptero pelos bombeiros para um hospital em Goiânia. No entanto, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu. Conforme uma nota divulgada pela Prefeitura de Caldas Novas, o pequeno turista teria sofrido diversas lesões pelo corpo, além de traumatismo craniano e afogamento.

Davi Lucas estava com a família, que é de Conselheiro Lafaiete (MG), e passava uns dias na cidade turística goiana. A morte da criança foi confirmada pela equipe médica às 19h. O corpo foi levado para o Instituto Médico legal de Caldas Novas. A Polícia Civil investigará as circunstâncias do caso.

Em uma publicação nas redes sociais na semana passada, o clube Di Roma Acqua Park informou a seus clientes que o “vulcão” estava em obras. “Com o intuito de garantir a segurança de todos e aumentar ainda mais sua diversão, iniciamos obras em nosso vulcão. Com isso, os toboáguas do vulcão estarão indisponíveis até a finalização da obra, prevista para o dia 30/06”, diz a publicação, acrescentando que todo o restante do parque aquático “continua funcionando normalmente”.