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Tiroteio deixa quatro traficantes baleados no Morro do Juramento

Quatro criminosos foram baleados, na manhã desta quinta-feira, após trocar tiros com policiais militares em um dos acessos ao Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Dois fuzis calibre 556, uma pistola, um revólver foram apreendidos por agentes do 41ºBPM (Irajá).

De acordo com a corporação, uma equipe estava em patrulhamento pelo bairro de Vicente de Carvalho quando se depararam com bandidos armados nas proximidades da Praça Cotigi. Os policiais foram atacados e houve revide. Após o confronto, quatro criminosos foram localizados feridos.

O socorro dos feridos foi feito para o Hospital Estadual Getúlio Vargas. A ocorrência está em andamento.

Polícia prende ‘braço direito’ de Celsinho da Vila Vintém em Niterói

Policiais militares do 12º BPM (Niterói) prenderam, na tarde desta quarta-feira (19), um suspeito apontado como homem de confiança do traficante Celso Luís Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém. Everton de Oliveira Rocha, de 45 anos, foi encontrado no Morro do Palácio, no bairro do Ingá, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

O traficante era considerado foragido da Justiça e responde pelos crimes de tráfico de drogas, roubo, e receptação. Com ele os policiais apreenderam uma pistola e grande quantidade de maconha e cocaína.

Uma equipe do Grupamento de Ações Táticas (GAT) patrulhava a região e percebeu que o traficante estava na companhia de um comparsa em um dos acessos ao Morro do Palácio. Na tentativa de abordagem, a dupla tentou fugir a pé, mas Everton foi alcançado e preso.

Na delegacia, foi constatado que ele trabalha para o traficante Celsinho da Vintém, um dos principais traficantes do Rio nos anos 90 e fundador da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) ao lado do traficante Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê, morto em 2002 durante uma rebelião em Bangu 1.

Celsinho da Vintém foi condenado há mais de 30 anos de reclusão e está preso desde 2002, acusado de homicídio, sequestro, tráfico de drogas entre outros crimes.

Gamer Raulzito é indiciado por estupro pela Polícia Civil do Rio

O gamer Raulino de Oliveira Maciel, mais conhecido como Raulzito, foi indiciado pelo estupro de duas crianças, pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), segundo informou o delegado Adriano França, titular da unidade. O inquérito foi enviado na quarta-feira para o Ministério Público. Atualmente, Raulzito está detido graças a um mandado de prisão temporária expedido pela 4ª Vara Criminal de Niterói.

— Está preso temporariamente e acreditamos que será denunciado pelo MP (Ministério Público), e a prisão será a partir de então preventiva — disse França.

A investigação comprovou, segundo a polícia, que o gamer fazia contato com os pais das vítimas por meio de redes sociais e, depois de ganhar a confiança deles, cometia abusos no seu estúdio, localizado em sua casa, em São Paulo. Os crimes aconteciam também nas residências das vítimas: Raulzito se hospedava nos locais com a permissão dos pais, a quem prometia, ainda, que os filhos deles entrariam para o mundo artístico e dos gamers.

Após a prisão do suspeito, os policiais localizaram, além das vítimas no Rio, outras três na Paraíba, onde há investigações em andamento, três em São Paulo e uma em Santa Catarina. Há a possibilidade de casos também nos EUA, onde Raulzito já morou. A polícia do Rio tentará uma cooperação com a americana para verificar isso. De acordo com os investigadores, chama a atenção a semelhança física entre as vítimas, com idades entre 10 e 12 anos.

Algumas pessoas procuradas pela polícia não retornaram o contato. Investigadores acreditam que o comportamento tenha sido por sentimento de culpa, medo do poder econômico do gamer ou vergonha.

A Dcav acredita que Raulzito já agia dessa maneira havia bastante tempo. O gamer contava com o silêncio das vítimas, de acordo com as investigações. A constatação foi feita com base em análises dos perfis das crianças abusadas.

Raulzito tinha dois canais de games no YouTube, nos quais jogava com “talentos mirins”. Num deles, tinha mais de 140 mil inscritos e chegou à marca de 1,8 milhão de visualizações. Já na Twich, maior plataforma de transmissão de games, eram quase 120 mil inscritos. Com essa experiência, ele começou uma assessoria voltada para gamers mirins.

Família de vítima do desabamento da Ciclovia Tim Maia receberá indenização de R$ 1,3 milhão

A Justiça do Rio determinou que a família de Eduardo Marinho de Albuquerque, uma das vítimas do desabamento da Ciclovia Tim Maia, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, seja indenizada em R$ 1,3 milhão. O dinheiro será pago pelo Consórcio Contemat-Concrejato, empreiteiras responsáveis pela construção da ciclovia e será divido entre a companheira, o filho, os pais e os irmãos da vítima.

A Ciclovia Tim Maia desabou no feriado de 21 de abril de 2016, três meses após a inauguração do trecho que ligava o Leblon a São Conrado, na Zona Sul do Rio, causando a morte de duas pessoas.

A companheira e o filho de Eduardo vão receber R$ 330 mil, cada um. Os pais do engenheiro vão ficar com R$ 165 mil, cada um deles. Os três irmãos de Marinho também serão indenizados no valor de R$110 mil cada um.

Além da indenização, as empresas deverão pagar pensão alimentícia para a companheira de Eduardo até que ela complete 76 anos e para o filho dele até a idade de 25 anos. O valor será fixado com base nos rendimentos da vítima.

Réus condenados

Em agosto do ano passado, o juiz André Felipe Veras de Oliveira, da 32ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, condenou a três anos, 10 meses e 20 dias de detenção os réus do processo sobre a queda da Ciclovia Tim Maia. A pena foi convertida em restrição de direitos e multa e constará de prestação de serviços gratuitos à comunidade ou a entidades públicas ou assistenciais.
Foram condenados os réus Marcus Bergman, Juliano de Lima, Fabio Lessa Rigueira, Élcio Romão Ribeiro, Ernesto Ferreira Mejido, Fábio Soares de Lima, Marcello José Ferreira de Carvalho, Ioannis Saliveros Neto, Jorge Alberto Schneider, Fabricio Rocha Souza, Cláudio Gomes de Castilho Ribeiro, Luiz Edmundo Andrade Pereira, Nei Araújo Lima, Luiz Otávio Martins Vieira e Walter Teixeira da Silveira.

Os réus Élcio Romão Ribeiro e Luiz Edmundo Andrade Pereira, porém, tiveram extinta a punibilidade por contarem mais de 70 anos na data da sentença. Todos tiveram algum tipo de atuação na construção da ciclovia, seja na confecção do projeto básico, na confecção do projeto executivo ou na fiscalização da obra.

“Negligenciado o estudo oceanográfico e costeiro, e levada adiante, ainda assim, a obra até então inédita, edificada às cegas do ponto de vista da hidráulica marítima e costeira, os réus cooperaram entre si para o crime, havendo, na espécie, (a) uma inegável relevância causal nas suas várias condutas, todas de igual estatura, já que dirigidas, individualmente, para o mesmo e único desfecho — é dizer, desabamento seguido de morte —, e (b) um liame subjetivo entre os 15 demandados aqui em julgamento, além, é claro, de (c) uma identidade de infração penal”, escreveu o magistrado na decisão.

Idosa tem R$ 10 milhões de prejuízo após ser dopada por funcionários

Uma quadrilha que dopava e extorquia uma idosa de 85 anos é alvo de uma operação da Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (19), em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. A vítima, que era funcionária da Justiça Federal, foi roubada em aproximadamente R$ 10 milhões. Na operação ‘Parasitas’, policiais da 110ª DP (Teresópolis) buscam cumprir cinco mandados de prisão e 11 de busca e apreensão nas casas dos envolvidos. Quatro pessoas já foram presas.

De acordo com a especializada, o golpe começou em 2018, quando um dos integrantes foi contratado para prestar serviços na casa da idosa. Bruno de Lima Reis, que está entre os presos hoje, começou como pedreiro e depois se tornou o motorista dela. Ele também é apontado como chefe da quadrilha e responsável por indicar outros funcionários para trabalhar na casa. Luiz Carlos Amorim e Márcia Souza Pereira Amorim, caseiros do sítio da vítima, e Marcelo da Silveira Reis são os outros presos. O jardineiro do sítio, que também seria integrante da quadrilha, é considerado foragido.
A funcionária aposentada da Justiça Federal era constantemente dopada com o medicamento usado no golpe “Boa noite, Cinderela” para que ela assinasse cheques e documentos autorizando a venda de seus imóveis e saques em contas bancárias. Por conta do uso excessivo do medicamento, a polícia informou que atualmente ela apresenta distúrbio mental.
Ainda de acordo com a especializada, em 2020, os criminosos conseguiram forjar uma declaração de união estável entre a idosa e Bruno, de 31 anos. Com isso, a quadrilha vendeu todos os imóveis da vítima, como quatro apartamentos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e em Copacabana, na Zona Sul. “Os apartamentos foram vendidos por um valor bem menor do que o real para que obtivessem o dinheiro mais rápido”, explicou a polícia.
O sitio na Região Serrana também foi transferido para um dos membros da organização criminosa.
Transferências bancárias
As investigações apontam que as transferências de dinheiro eram feitas através de contas de terceiros, que sacavam as quantias e repassavam aos membros da quadrilha, ficando com 5% dos valores transferidos.
Um outro homem, suspeito de participar do crime, foi identificado como Moacir Carvalho Correia, auditor da Receita Estadual de 12 municípios da Região Serrana. Ele é investigado por ceder sua conta para as transferências bancárias.
Os integrantes da quadrilha vão responder pelos crimes de roubo qualificado, organização criminosa e lavagem de capitais. Já as pessoas que cederam suas contas para as transferências bancárias vão responder por organização criminosa e lavagem de capitais.

Novo secretário determina demolição de ‘puxadinho’ para visitas íntimas construído em cadeia no Rio

O novo secretário de Administração Penitenciária do Rio, delegado federal Victor Poubel, determinou a demolição de um “puxadinho” que era construído na Cadeia Pública Jorge Santana, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. A derrubada dos quartos está marcada para as 15h desta quinta-feira. Segundo informações de agentes penitenciários, o local seria usadao para que os presos tivessem visitas íntimas. A construção irregular foi revelada pelo “RJ TV 1”, da TV Globo, na quarta-feira.

As obras tiveram início na gestão do ex-secretário Raphael Montenegro, preso na última terça-feira por suspeita de fazer acordos com traficantes da maior facção criminosa do Rio em troca de vantagens financeiras ou políticas. Poubel foi nomeado para o cargo de secretário na própria terça, após a prisão de Montenegro. O “puxadinho” que vinha sendo construído teria dez quartos.

A Cadeia Pública Jorge Santana abriga presos da maior facção criminosa do Rio, a mesma quadrilha que Montenegro é suspeito de beneficiar. Além de determinar a demolição, Poubel abriu sindicância para apurar detalhes da obra, que ocorria de forma irregular.

Wilson Camilo, vice-presidente da Associação Nacional de Policiais Penais, afirma que alertou o ex-secretário sobre a obra. Em mensagens no WhatsApp, Montenegro alegou que a construção ocorria com recurso de uma apreensão feita na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Ele afirmou ainda que havia decisão judicial.

Polícia do Capitólio dos EUA investiga ameaça de bomba perto da Biblioteca do Congresso

A Polícia do Capitólio dos Estados Unidos (USCP, na sigla em inglês) está investigando uma ameaça de bomba perto da Biblioteca do Congresso nesta quinta-feira (19) em Washington DC.

“Esta é uma investigação de ameaça de bomba ativa”, alertou a USCP, que citou “um veículo suspeito perto da Biblioteca do Congresso” e pediu às pessoas que “continuem a evitar a área”.

Um porta-voz da USCP disse, em entrevista coletiva, que um homem suspeito de carregar uma bomba negocia com os agentes de segurança.

Ele também estaria fazendo uma transmissão em uma rede social, mas a transmissão foi cortada após cerca de meia hora.

Autoridades estão investigando um homem em um veículo do lado de fora da biblioteca e se ele está com explosivos, segundo a agência de notícias Reuters. Ele foi cercado.

O Departamento de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos disse que está enviando um técnico em bombas para apoiar a polícia.

Prédios próximos ao local foram evacuados e as ruas em volta do complexo do Capitólio foram fechadas.

A Biblioteca do Congresso fica em frente ao Capitólio (a sede do Congresso americano) e do lado da Suprema Corte dos EUA (veja no mapa abaixo).

Tanto a Câmara de Representantes quanto o Senado se encontram em recesso no momento, então não há sessões no local, mas funcionários estão trabalhando normalmente no complexo.

 

Traficante diz que morte de policiais ‘não dá em nada’, revelam escutas

Interceptações telefônicas realizadas pela 62ª DP (Imbariê) com autorização da Justiça revelam como traficantes de duas comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, agiam contra policiais. Criminosos davam ordens para atirar em viaturas e matar quem entrasse em seus destinos. “Se entrar de novo, atira. Pode atirar que não vai dar em nada. Se um policial morrer, não dá em nada’, disse o delegado Marcos Santana, responsável pelas investigações, revelando um dos trechos obtidos pelos investigadores durante seis meses de escutas.

Segundo o delegado, o áudio é atribuído ao traficante Diony Lopes Torres, o Playboy, apontado como chefe do tráfico na favela Vila Sapê. O episódio ocorreu quando uma viatura de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) da Polícia Militar tinha entrado na comunidade. Playboy também comanda o tráfico na comunidade do Caleme, em Teresópolis, na Região Serrana. Já os traficantes Bola e Rex são responsáveis pela venda de drogas em Parada Angélica.

“A gente sabe que uma certa facção no Rio faz esse enfretamento contra o Estado. É a luta do bem contra o mal de verdade. Por uma viatura da polícia entrar na comunidade, eles entenderam que ela não podia fazer essa rota e o líder determinou que podiam atirar na viatura”, explicou o delegado.

As escutas telefônicas revelaram também a renda financeira da quadrilha, cerca de R$ 2 milhões mensais, com atividades ilícitas como tráfico de drogas, roubos de carga e carros e assaltos. A polícia identificou que parte do dinheiro era depositado em contas bancárias de pessoas ligadas à quadrilha.

“O dinheiro era depositado na conta de terceiros para apresentar legalidade”, ressalta Santana, destacando que as investigações começaram para identificar uma quadrilha de roubo de cargas e acabaram chegando no tráfico de drogas.

Segundo a promotora Mariana Segadas, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), pelo menos três contas bancárias foram bloqueadas a pedido do MPRJ. “Foi comprovado através de escutas que a movimentação financeira era muito alta e, inclusive, iam para essas contas bloqueadas”.

A Operação Domínio Final foi desarticulada para cumprir 28 mandados de busca e apreensão. Ao todo, 13 mandados foram cumpridos nesta quarta-feira (18), sendo que sete pessoas já estavam presas e seis foragidas. Ainda segundo a polícia, uma pessoa foi presa em flagrante.

MC Pierre é condenado a indenizar fã após humilhação em show

Mc Pierre foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar uma fã, que sentiu-se humilhada por ele durante um show para 2 mil pessoas em Londres, na Inglaterra, em 2019. A brasileira, de 29 anos, relatou às autoridades que, ao invés de cantar, o artista não parava de conversar com algumas pessoas da plateia, o que levou a mesma a protestar por uma apresentação.

Irritado, ainda à ocasião, o cantor respondeu: “O que essa menina falou aí? Você quer dançar? Vai trabalhar no puteir*, sua filha da put*. Sua idiota, funk é assunto sério, não entra na minha reta que você vai se machucar. Primeiramente, eu não comeria você. Não precisa rebolar na minha frente, eu não tenho tesão em você, nem pedi para você estar aqui, o show é meu, não é seu. Cala a sua boca”.
Ofendida, a moça, que estava acompanhada do marido e de amigos, disse ter ido embora. “Ele se mostrou uma pessoa extremamente machista e mal-educada, tratando uma fã com tremendo escárnio”, disse ele em sua defesa.

Para piorar, as cenas viralizaram na internet. Na época, MC Pierre até pediu desculpas pelo episódio, mas não impediu a vítima de entrar na Justiça. Com isso, a juíza determinou que o cantor terá que pagar R$ 20 mil de indenização à moça por danos morais. O funkeiro recorreu da decisão e aguarda um novo julgamento. Além do cantor, a empresa GR6 Eventos, produtora do show, também foi condenada por “não interferir de forma contundente e silenciar, ao início dos impropérios, o microfone do cantor”. As informações são do jornalista Rogério Gentile.

Procon Carioca participa de operação que investiga suspeitos de montar esquema de pirâmide no Rio de Janeiro, em Recife e Salvador

Deflagrada nesta terça-feira (17/08) pela Polícia Civil de Pernambuco, com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Bahia, a operação batizada de ‘Summit’ buscou uma quadrilha suspeita de montar um esquema de pirâmide financeira no Recife, no Rio de Janeiro e em Salvador. De acordo com a corporação, a estimativa é de que o bando tenha movimentado mais de R$ 40 milhões.

A Justiça expediu contra os suspeitos 32 mandados de busca e apreensão e de bloqueio de ativos financeiros. A polícia informou que os crimes eram praticados por meio de um esquema “Ponzi”, que é um tipo de pirâmide financeira com maior aparência de investimento, já que as vítimas não têm obrigação de indicar outras pessoas para participarem da rede.

No Rio, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão na capital e em municípios da Baixada Fluminense. Na operação “Summit”, a organização criminosa investigada tinha sede no Recife e no Rio de Janeiro e, em maio, o grupo financeiro “quebrou”. Os delitos investigados foram estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem econômica, economia popular e contra o consumidor.

Também participaram da operação o Banco Central, a Comissão de Valores Imobiliários, a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública e as polícias civis do Rio de Janeiro e da Bahia, além do Procon de Pernambuco e da Bahia.