Arquivo da categoria: Noticias

Marcelo Freixo lidera como governador no Rio com 33%

 

O deputado estadual Marcelo Freixo, segundo pesquisa Atlas, lidera as intenções de voto para governador do Rio de Janeiro com 33%. Freixo, que anunciou sua saída do Psol recentemente, filiou-se ao PSB. No total, 807 pessoas responderam a consulta.

Numa soma de votos, possivelmente aconteceria um 2º turno entre Freixo e o atual governador, Cláudio Castro (PL), que aparece com 22% das intenções. Ainda na pesquisa, 12% das pessoas votam branco/nulo e outros 24,8% não souberam responder.

Rodrigo Neves (PDT), Paulo Ganime (Novo) e Felipe Santa Cruz (PSD) aparecem nas respostas com 4,4%, 3,4% e 2,2%, respectivamente.

Prefeitura lança Central Anticorrupção para receber denúncias envolvendo agentes públicos municipais

 

A Prefeitura passa a oferecer aos cidadãos um serviço de denúncias de crimes contra a administração pública ou realizados por agentes públicos. Por meio dos canais do 1746, será possível acessar a nova Central Anticorrupção, ligada à Subsecretaria de Integridade Pública da Secretaria de Governo e Integridade Pública (Segovi).

Serão acolhidas denúncias de corrupção, improbidade administrativa, fraude, suborno, conflito de interesses, favorecimento, nepotismo, desvios de função ou finalidade, discriminação, assédio moral ou sexual, irregularidade em contratos ou licitações, enriquecimento ilícito ou qualquer outra prática criminal cometida por agente públicos, incluindo fornecedores atuando em nome da Prefeitura.

A denúncia poderá ser feita de forma anônima ou identificada. No caso do anonimato, é necessário que o cidadão utilize o portal, o aplicativo ou o telefone do 1746 (neste caso, ele irá discar a nova opção 9 na URA). Pelo WhatsApp ou Facebook Messenger, os chamados serão sempre identificados, pela natureza dos canais. Em todas as situações, o denunciante receberá um número de protocolo, pelo qual poderá acompanhar o andamento do processo.

O secretário de Governo e Integridade Pública, Marcelo Calero, ressalta a importância de ter um instrumento como este para garantir uma cidade mais democrática e relações mais republicanas:

– O prefeito Eduardo Paes assumiu a atual gestão em 1º de janeiro de 2021 e, de imediato, criou a Secretaria de Governo e Integridade Pública, com uma série de atribuições ligadas a transparência e integridade. A Central Anticorrupção é uma das mais importantes medidas da Secretaria. Temos um trabalho de mudança de paradigmas para construir um ambiente hostil à corrupção dentro da Prefeitura do Rio. Não se trata apenas da criação de um canal ou uma medida isolada; é um grande projeto em prol da cidade do Rio de Janeiro.

A Central Anticorrupção se insere no Programa Carioca de Integridade e Transparência – Rio Integridade (Decreto Rio 48.349, de 1º de janeiro de 2021), que tem como fundamento a efetivação, na administração municipal, de práticas de integridade pública, por meio de governança e conformidade; de transparência integral; de gestão de dados e de governo digital. O Rio Integridade é baseado em três pilares de ação para eficiência e mitigação de riscos: prevenção, detecção e responsividade. A missão do programa é impedir desvios de dinheiro e outros recursos, mas também coibir desvios de finalidade.

Fluxo das denúncias

Após receber a denúncia, via 1746, a equipe da Central Anticorrupção identificará o seu teor, realizando seu tratamento e análise. Em 30 dias, o cidadão deverá receber uma resposta sobre o prosseguimento da sua denúncia. O prazo final para que a denúncia registrada seja apurada e indicada qual medida será adotada pelo setor responsável dependerá do teor e da complexidade.

As denúncias procedentes receberão um parecer preliminar com dados e evidências. Dependendo da natureza e dos agentes envolvidos no caso, o parecer será encaminhado para o órgão do qual ele faz parte, para que seja aberto procedimento administrativo, ou para a Controladoria Geral do Município (CGM). A Subsecretaria de Integridade Pública ficará responsável por acompanhar todo o processo – para garantir que todas as etapas sejam seguidas.

Caso a irregularidade seja confirmada, as penalidades serão aplicadas de acordo com a natureza da infração praticada, nos termos das legislações pertinentes. Os achados da investigação também podem ser encaminhados aos órgãos de controle competentes.

Pais entram na justiça para obrigar filho de 30 anos, que não ajudava em nada, a sair de casa

 

Christina e Mark Rotondo, um casal dos Estados Unidos, cansado de sustentar o filho Michael Rotondo, de 30 anos, que não queria se mudar de sua casa, entrou na justiça para obrigá-lo a sair.

Segundo contado pela CNN, os pais se revoltaram porque, mesmo deixando cinco avisos para o rapaz, além de uma oferta em dinheiro para apoiá-lo no início de sua nova vida, ele não se mudou.

Os pais juntaram ao processo judicial provas das cinco notificações que entregaram a Michael. A primeira nota dizia que seus pais decidiram que ele deveria sair da casa imediatamente, porque discutiu com sua mãe, e lhe deram 14 dias para encontrar um novo local.

Logo após a notificação, o casal procurou um advogado. Como o primeiro recado não surtiu efeito, Christina e Mark deixaram outro, dizendo que lhe dariam apenas mais 30 dias, ou iniciariam processos que garantiriam a mudança do filho.

Cinco dias depois, em outra notificação, os pais deram alguns conselhos para que o filho pudesse viver bem sozinho, oferecendo-se ainda para ajudá-lo a encontrar um novo local. Além disso, dispuseram-se a ajudá-lo financeiramente com a mudança.

Ainda argumentou que já havia uma exigência de lei afirmando que é necessário um aviso prévio de seis meses para que o inquilino possa ser removido através de expulsão. No entanto, o juiz responsável pelo caso ficou do lado dos pais, e concedeu-lhes o despejo.

Revoltado, Michael disse que não pretendia se reconciliar com os pais e que apenas queria “sair da situação”. A mudança aconteceu 10 dias após a decisão.

O processo não deve ter sido agradável para Christina e Mark também, mas sua decisão polêmica garantiu que o filho seguisse o seu caminho sem depender deles.

 

TRAGÉDIA NA ZONA OESTE!! POLICIAL CIVIL MATA ESPOSA NA FRENTE DO FILHO

 

Comissário de Polícia, Ulisses Carlos Pourchet, de 45 anos, matou a própria esposa, Janaína Castro Souza Pourchet, de 44 anos, com um tiro na cabeça, durante uma discussão dentro de casa, na Rua José Mindlin, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O caso aconteceu na noite desta quinta-feira (25)
De acordo com informações da Polícia Militar, após de matar a esposa, ele também se matou. O filho do casal, de 11 anos, viu tudo e chegou a ligar para o telefone 193 dos Bombeiros.

Mais informações em instantes

Policiais militares recebem cobranças indevidas em contracheque

Implantado em abril deste ano, o Portal RJeConsig, o novo sistema de gestão de consignados para servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado do Rio, apresentou problemas este mês. A situação fez o diretor da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio, o sargento Rogério Roxo, divulgar um áudio em grupos de aplicativo de mensagens. Segundo ele, policiais que não haviam contratado empréstimo, ou que já haviam quitado todas as parcelas, receberam descontos indevidos no contracheque.
As cobranças indevidas, segundo Roxo, também se referiram a taxas de adesão a associações de policiais militares, como a Caixa Beneficente da PM, a Associação de Pensionistas e Inativos da PM e do Corpo de Bombeiros e a Associação de Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias Militares, Brigadas Militares e Corpo de Bombeiros Militares do Brasil (Assinap).
“Foram descontados em contracheque policias que nunca haviam solicitado adesão às associações. O erro não foi das associações, foi da Seplag (Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão), mas eles reconheceram e já estão resolvendo a situação. Como diretor da Caixa Beneficente, me coloquei à disposição para ajudar os colegas que me procurarem para resolver esse engano, caso a caso”, explica o sargento Rogério Roxo que, no dois últimos dias, diz ter sido procurado por cerca de 150 policiais que alegaram descontos indevidos no contracheque:
“O problema afetou todas as patentes, praças e oficiais. Em relação à Caixa Beneficente da PM, que é um clube de lazer e entretenimento e oferece descontos em pousadas e em faculdades e cursos para os policias, a cobrança foi de cerca de 4% do salário, que varia de cerca de R$ 3 mil para soldados a aproximadamente R$ 30 mil no caso de coronéis”.
O próprio sargento Rogério Roxo conta que teve desconto indevido:
“Tive uma cobrança indevida no contracheque de R$ 138, referente a um empréstimo junto ao Banco Pan que eu nunca contratei”.
O DIA procurou a Seplag, que disse ser o assunto de responsabilidade da Casa Civil do Estado do Rio. Procurado, o órgão informou que a Subsecretaria de Gestão de Pessoas está em contato com as empresas para apurar as possíveis irregularidades. Até a conclusão, a Casa Civil disse que solicitou a suspensão dos descontos correspondentes. E afirmou, ainda, que o servidor ou pensionista que identificar descontos indevidos em seu contracheque deverá entrar em contato com o seu RH ou direto com a empresa para solicitar o ressarcimento.

Fonte: O Dia. 

‘Banca da Grande Rio’: aliança com tráfico e milícia no monopólio do fumo

O Ministério Público do Rio (MPRJ) denunciou, nesta quinta-feira (24), quarenta pessoas pelo envolvimento com a comercialização ilegal de cigarros no Rio de Janeiro. O bando atuava em parceria com milícias e o tráfico e tinha centrais de distribuição na Baixada Fluminense, no Rio e no Norte Fluminense. O grupo criminoso é conhecido como ‘Banca da Grande Rio’, em referência a vínculos de denunciados com a escola de samba Grande Rio. Segundo o MPRJ, os irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Claudio Nunes Coutinho, apontados como líderes da organização criminosa, são primos de Hélio Ribeiro de Oliveira, o Helinho, presidente de honra da agremiação.
João Ribeiro de Oliveira, outro integrante do bando é, por sua vez, irmão de Helinho. O relatório do MPRJ afirma que João Ribeiro de Oliveira chega a afirmar que não “caiu de paraquedas” no bando, justamente por ser irmão de Helinho, e que diversos denunciados também fazem questão de ostentar seus vínculos com a escola de samba. O documento relata que em uma das imagens João Ribeiro de Oliveira aparece conversando com Francisco Sergio Simões, o Serginho, no “escritório” do bando usando uma máscara com o símbolo da Grande Rio.
O esquema funcionava da seguinte maneira: A organização criminosa adquiria cigarros de uma marca específica, através de pessoas jurídicas formalmente constituídas e ligadas aos líderes do bando. Após serem adquiridos da fabricante, os cigarros eram levados em caminhões para centros de distribuição, que ficam nas cidades de Duque de Caxias, Rio de Janeiro e Campos dos Goytacazes.

No centro de distribuição os cigarros eram repassados para os integrantes do grupo conhecidos como operadores, que são os responsáveis pela entrega do produto aos comerciantes finais (vítimas de extorsões e roubos). Nas áreas de influência do bando, os comerciantes finais eram, então, constrangidos, mediante grave ameaça, a somente adquirirem as marcas comercializadas pelos criminosos, assim como observar o tabelamento de preços por eles determinados.

A organização se utilizava de fiscais e seguranças para ameaçarem comerciantes que vendem marcas que não aquelas autorizadas pelo bando, bem como aqueles que compram cigarros de pessoas não ligadas aos criminosos e/ou descumprem o “tabelamento” de preços.

Aqueles comerciantes que, nas áreas de influência do bando, optavam por vender cigarros diversos daqueles comercializados pela organização, tinham suas mercadorias apreendidas, e recebiam ameaças.

Em conjunto com as polícias Federal e Civil e a Receita Federal foi realizada nesta quinta-feira (24) a ‘Operação Fumus’ e quatro acusados foram presos. Um dos presos é o policial militar Flávio Lúcio de Oliveira, lotado no 40º BPM (Campo Grande). O PM Adriano Teixeira também foi preso. A polícia apreendeu documentos, telefone celulares, mais de R$ 55 mil em espécie e grande quantidade de cigarros. A organização criminosa é acusada de extorsão, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, duplicada simulada e delitos tributários.

Estrutura da organização

Os irmãos Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Claudio Nunes Coutinho são os “patrões” e líderes da organização criminosa. Os dois são primos de Helinho, presidente de honra da Grande Rio. Também ocupa a função de “patrão”, mas em menor grau, Pedro Henrique Pinheiro Carvalho.

Os “patrões” são os responsáveis pela gestão do esquema criminoso e destinatários finais dos lucros obtidos com as atividades espúrias, além de empenharem suas empresas no exercício da atividade criminosa. Na qualidade de gestores do esquema criminoso, Adilsinho e Claudio Nunes Coutinho lotearam as áreas de atuação do bando, sendo cada irmão Coutinho responsável por determinadas áreas.

Cada “patrão” comercializava de 600 a até mais de mil caixas de cigarros por mês, levando-se em conta apenas o centro de distribuição situado no “escritório”. Assim, o montante de unidades de cigarros comercializadas pelo bando, levando-se em conta apenas o “escritório” de Duque de Caxias, alcança a marcas que ultrapassam a 10 milhões de cigarros por mês.

Ainda de acordo com o relatório do MPRJ, o segundo escalão da organização criminosa é dividido entre João Ribeiro de Oliveira, irmão de Helinho, Marcio Roberto Braga e o policial militar Wallace Soares Gonçalves, o Cabeça ou Kbça, ao todo, seis policiais militares estão entre os denunciados.

Na divisão dos lucros, os membros de primeiro escalão levavam 70% e os de segundo escalão ficavam com 30%. O faturamento entre os meses de setembro de 2019 e fevereiro de 2020 totalizou R$ 9,3 milhões, com média mensal de mais de R$ 1,5 milhão. Desde 2019, até os dias atuais, a organização faturou mais de R$ 45,1 milhões.

Envolvimento com a milícia e tráfico

Outro modo de atuar do bando, característico de suas extorsões, é a realização de parcerias com outras organizações criminosas, sejam elas ligadas ao tráfico de drogas ou a milícia, se valendo da
estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio, para obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros do grupo.

Segundo a denúncia do MPRJ, a parceiria entre as organizações criminosas fica clara em ligações entre os acusados, onde citam áreas de domínio da milícia. Em um dos áudios, Francisco Sergio Simões, o Serginho, relatou seu encontro com milicianos para o acusado Henrique da Silva Turques. Membros dos primeiros escalões do bando também estão envolvidos com a exploração do jogo do bicho, de bingos e máquinas caça-níquel.

De acordo com o MPRJ, o bando contava com “ajuda de funcionários públicos e se valeu dessa condição para a prática dos delitos, além de manter conexões com outras organizações criminosas independentes, ligadas ao tráfico de drogas e milícias”.

Denúncia de ex-integrante

Segundo a denúncia feita pelo MPRJ, a investigação ainda contou com provas obtidas através de acordo de colaboração premiada celebrado com um ex-integrante da organização criminosa. O colaborador era comerciante de bebidas, comidas e cigarros em Duque de Caxias e, inicialmente, foi vítima dos criminosos, pois teve cigarros “apreendidos” (roubados) pelo bando e passou a ser obrigado, mediante grave ameaça, a vender os produtos da organização criminosa.

Com o passar do tempo, o colaborador acabou entrando para o grupo, assumindo a posição de “operador”, e era responsável pela distribuição dos cigarros para os comerciantes vítimas e pela realização da fiscalização sobre eles. Mas, em 2019, se desentendeu com um integrante do bando e acabou rompendo com os criminosos.
Após ameaças, o ex-integrante resolveu procurar a policia para contar o que sabia sobre a organização criminosa em troca de proteção.
Lista dos denunciados
ADILSON OLIVEIRA COUTINHO FILHO
ADRIANO TEIXEIRA BASTOS
ALEXANDRE DA ROCHA GONÇALVES (v. “Barão”)
ALOISIO DE SOUZA (v. “Mito”)
CARLOS AUGUSTO DE CASTRO RODRIGUES (v. “Guto”)
CARLOS HENRIQUE DE ARAÚJO (v. “Henrique Máquina”)
CLAUDIO NUNES COUTINHO
CLAUDIO LUIZ STOLET HERDY
CRISTIANO RIBEIRO RODRIGUES
DAVIDSON DA COSTA VIANA BRAGA
DIEGO CANDIDO SOARES
DIVINO JULIO DE ASSIS
FÁBIO BASSON DE MELO (v. “Fabinho”)
FLAVIO LUCIO DE OLIVEIRA LEMOS (v. “Bololó”)
FRANCIS COUTINHO SOARES
FRANCISCO SERGIO NUNES SIMÕES (v. “Serginho”)
GLEISON GOMES BARBOSA (v. “Siri”)
GUTEMBERG ANDRADE DE SANTANA
HENRIQUE DA SILVA TURQUES
HENRIQUE OLIVEIRA DE ARAÚJO (v. “Riquinho”)
IGOR AGUIAR BAPTISTA DE OLIVEIRA (v. “Cara de Cavalo”)
IGOR GUIMARÃES SILVA
JOÃO RIBEIRO DE OLIVEIRA
JOSÉ MOACYR FERNANDES DE OLIVEIRA (v. “Cabeça”)
LUÍS CLÁUDIO SOUZA DAS NEVES (v. “Gordinho” ou “Gordinho do Gelo”)
MARCELO SILVESTRE DA SILVA (“Salu”)
MARCIO ROBERTO BRAGA
MARCO ANTÔNIO CASADO LIMA (v. “Batata”)
PEDRO HENRIQUE PINHEIRO CARVALHO
RAFAEL ARAÚJO DA SILVA
ROGGER FERNANDES
RONALD MACHADO DA CRUZ
RONILE DE OLIVEIRA SANTOS
SIDICLEI SEBASTIÃO DE FREITAS (v. “Moa”)
VAGNER OLIVEIRA DE ANDRADE (v. “Fortinho”)
VITOR HUGO GONÇALVES DA SILVA OLIVEIRA (v. “Agonia”)
WALLACE SOARES GONÇALVEZ (v. “Cabeça” ou “KBÇA”)
WELLINGTON SOARES GONÇALVEZ (v. “Nem”)
WILIIAM DA SILVA AMORIM
WILLIAN DE SOUZA BOECHAT (v. “Russo” ou “Russão”)

MPRJ e município do Rio assinam Termo de Cooperação para aprimorar combate a ocupações e construções ilegais, a partir do compartilhamento de dados

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e o município do Rio de Janeiro celebraram, nesta segunda-feira (21/06), Termo de Cooperação cujo objetivo é reforçar o trabalho de combate a ocupações e construções ilegais, estando ou não em áreas de floresta ou em demais formas de vegetação especialmente protegidas. Para isso, o termo, assinado pelo procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, e pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, na sede da administração municipal, prevê a união de ações entre os signatários, com a permanente troca de informações, elementos e materiais sobre o ordenamento urbano. Tais dados, em sua maioria, serão apurados a partir das operações rotineiras realizadas pela Prefeitura na cidade.

Durante a assinatura do documento, o procurador-geral de Justiça explicou à imprensa que a iniciativa do MPRJ de solicitar as informações à Prefeitura atende a um compromisso assumido por ele, no início de sua gestão, para avançar no controle das ocupações urbanas desordenadas, evitando-se, assim, danos e tragédias ambientais. “A solicitação do MPRJ acolhida pelo prefeito permitirá que essas informações tenham um fluxo mais rápido para dar subsídios à atuação do Ministério Público na área ambiental, de defesa da ordem urbana e na área criminal”, afirmou o procurador-geral de Justiça.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, declarou que a Prefeitura está agindo contra a ocupação irregular do solo, “que é uma indústria consolidada a partir do fortalecimento das milícias na cidade”. Paes disse, ainda, que com o fluxo de informações geradas a partir das ações da Prefeitura e repassadas ao MPRJ, “os elementos vão receber a devida punição, respondendo pelos seus atos perante a Justiça. Tenho certeza que com essa parceria vamos conseguir avançar muito no combate a esse tipo de crime, especialmente contra a indústria imobiliária miliciana que existe no Rio de Janeiro”, afirmou o prefeito.

Para o cumprimento da proposta, o MPRJ e o município do Rio se comprometem a designar agentes para o acompanhamento do presente termo de cooperação; a compartilhar, entre si, informações, processos, documentos, equipamentos, bem como denúncias recebidas em seus canais próprios de comunicação, bem como acompanhar e/ou executar, em conjunto, quando for acordado, operações de interesse mútuo. Por fim, assumem o compromisso de estabelecer, por acordo das partes, protocolos de atuação que permitam a célere apuração das denúncias apresentadas, com a tomada das providências de urgência administrativas e judiciais aplicáveis, respeitadas as respectivas atribuições legais e constitucionais.

O Termo de Cooperação terá a validade inicial de 60 meses, a contar da data de assinatura, e pode ser prorrogado. A sua execução não implica em transferência de recursos financeiros entre os partícipes, devendo cada um arcar com os próprios custos. O documento destaca a importância de os órgãos públicos atuarem em conjunto diante da necessidade de garantir a ordem urbana, a fim de evitar danos decorrentes de invasões, ocupações desordenadas e obras irregulares, assegurando o cumprimento da legislação urbanística, para preservar os espaços coletivos, a propriedade e a cidade.

Compareceram à assinatura do Termo, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística, promotora de Justiça Patrícia Gabai Venâncio; o coordenador-geral de Segurança Pública do MPRJ, promotor de Justiça Reinaldo Lomba; o secretário municipal de Ordem Pública, Brenno Carnevale; o secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere; e o chefe de gabinete do prefeito, Fernando Dionísio.

Leia o Termo de Cooperação na íntegra.

Por MPRJ

Projeto aprovado dá chance a motoristas com CNH vencida de evitar apreensão

Uma proposta aprovada nesta quarta-feira (23) pela Assembleia Legislativa do Rio dá uma colher de chá a quem deixou a carteira de habilitação vencer há mais de 30 dias, dando uma possibilidade de evitar a apreensão do veículo.

Para não amargar o prejuízo, os motoristas flagrados em blitzes terão 40 minutos para chamar outro condutor.

Apresentado pelos deputados Subtenente Bernardo (Podemos), Luiz Paulo (Cidadania) e Lucinha (PSDB), o PL 4.291/21 tera que ser sancionado pelo governador Cláudio Castro (PL) para passar a valer.

O projeto também prevê a filmagem das apreensões, com disponibilização no site do Detran em até 15 dias. O motorista poderá realizar seus próprios registros.

BANCO DO BRASIL ABRE CONCURSO COM REMUNERAÇÃO INICIAL DE R$ 3MIL

 

BANCO DO BRASIL ABRE CONCURSO COM REMUNERAÇÃO INICIAL DE R$ 3MIL

Excelente notícia para as pessoas que estavam aguardando o edital do do Banco do Brasil. O edital foi publicado na manhã desta quinta-feira (24/06), a banca organizadora é a Fundação CESGRANRIO.

No total, são ofertadas 4.480 vagas para escriturário, sendo 2.240 imediatas e 2.240 para formação de cadastro de reserva, os cargos possuem os nomes de relacionamento de agente de tecnologia e agente comercial.

As oportunidades são para as localidades de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal.

Conforme o edital a remuneração inicial é de R$ 3.022,37. Além disso, os ocupantes receberão as seguintes vantagens: participação nos lucros ou resultados, nos termos da legislação pertinente e do acordo sindical vigente; vale-transporte; auxílio-creche; ajuda alimentação/refeição; auxílio a filho com deficiência; previdência complementar; acesso a programas de educação e capacitação e possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional.

As pessoas interessadas poderão efetuar o pedido de inscrição entre os dias 24 de junho a 28 de julho de 2021, no site da banca organizadora. A taxa de inscrição é de R$ 38 reais.

Texto: Gran Concursos
Edital: https://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=bb0121

Mulher que foi atraída por falsa vaga de emprego é encontrada morta no RJ

Por jornal destaque da baixada

Uma mulher que estava desaparecida após ser atraída por falsa proposta de emprego, foi encontrada morta em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. De acordo com informações o corpo de Fabiola Silva, foi encontrado dentro de um tonel, na casa do próprio assassino, na rua 22, no Bairro Parque das Palmeiras. O assassino identificado como Sevanil Marinho da Silva, já havia sido preso na última quinta-feira (17), mas a vítima seguia desaparecida.

 

Entenda o caso. Sevanil havia abordado Fabíola em uma rua do mesmo município, oferecendo uma vaga de cuidadora de idosos. Preocupado pelo sumiço, amigos e familiares iniciaram as buscas por ela. A vítima foi vista pela última vez entrando em um ônibus com o criminoso. Desde então, desapareceu. Ao iniciar as investigações, os agentes conseguiram chegar até o coletivo, que mostrava que Fabiola, de fato havia embarcado com um homem, que começou a ser monitorado.
Segundo a polícia, a família conseguiu telefonar para o criminoso, que disse que a mulher estava trabalhando para pagar uma suposta dívida que teria como ele. Na quarta-feira (16), os agentes vasculharam, com apoio de cães farejadores, uma casa e também um terreno, onde denúncias indicaram que Sevanil poderia ter enterrado Fabíola. Mas as buscas foram encerradas, sem que ninguém fosse localizado.
Sevanil já foi condenado em um caso de latrocínio – o roubo seguido de morte – e ocultação de cadáver, em 2010. Ele estava preso, mas recebeu da Justiça o benefício de cumprir o restante da pena em regime semiaberto, em casa, por causa da pandemia da Covid-19.