A Justiça do Rio de Janeiro decretou a indisponibilidade de bens do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, no valor de R$ 2,45 milhões, em ação que investiga irregularidades na vacinação contra covid-19 no município da Baixada Fluminense. O pedido foi feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
Segundo o Ministério Público, a ação de improbidade administrativa foi ajuizada devido à recusa do prefeito em obedecer ao Plano Nacional de Vacinação (PNI), em atender às decisões judiciais que determinaram respeito aos grupos prioritários e em reservar vacinas para aplicação da segunda dose da CoronaVac.
O MPRJ também justificou a ação pelas constantes aglomerações constatadas durante a vacinação em Duque de Caxias.
Também foi decretada indisponibilidade de bens dos outros réus na ação: o secretário municipal de Saúde, Antônio Manoel de Oliveira Neto (no valor de até R$ 1,59 milhão), a subsecretária municipal de Saúde, Célia Serrano (até R$ 1,08 milhão) e o ex-secretário municipal de Saúde José Carlos Oliveira (até R$ 478 mil).
A prefeitura de Duque de Caxias informou que, até o momento, nem o prefeito nem o município foram intimados. “Ao tempo da válida intimação, serão interpostos os recursos competentes”, destacou nota divulgada pela prefeitura.
Cláudio Castro Toma Posse Como Governador Do Estado Do Rio.
Tomei posse como Governador do grande Estado do Rio de Janeiro certo de que, se não fazia nada sozinho antes, necessito manter abertas as portas do meu gabinete para construir relações saudável de união com aqueles que querem o bem do Estado.
Foi extremamente simbólico realizar este ato em 1° de Maio, dia do Trabalhador. Gerar empregos e renda para a população é um de nossos maiores desafios para vencer os efeitos da crise provocada pela pandemia e nós vamos superá-la.
Agradeço à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, aos meus secretários de governo, à minha companheira de jornada, Analine, aos meus filhos, João e Duda, e principalmente a Deus pelo dom da vida.
#SemTempoaPerder seguiremos e escreveremos uma nova história para o Rio.
Ray Reyes, ex-integrante do grupo musical Menudo, morreu nesta sexta-feira (30), aos 51 anos, em sua casa em Porto Rico.
A morte foi confirmada pela assessoria de imprensa dele, e a causa ainda não foi divulgada. Ray ficou conhecido no Brasil como um dos integrantes do grupo Menudo, que fez muito sucesso entre os jovens nos anos 1980.
Raül Reyes, irmão de Ray, também se pronunciou e fez uma despedida emocionante numa publicação no Facebook.
“Com uma dor enorme na minha alma, informo que o meu amado irmão Ray Reyes faleceu. Rogo que nos deem espaço para digerir toda esta situação e por favor orem pela nossa família, principalmente pela minha mãe, que está [em situação] delicada. Também vos peço que nunca esqueçam o legado dele, hoje mais do que nunca precisamos de nos unir, de nunca deixar de expressar o amor e carinho que sentirem pelo seu próximo. Isso é mais um ensinamento do universo!”, escreveu ele. Tanto o irmão quanto a assessoria do cantor pediram orações e espaço para a família em sua dor. Ray Reyes deixa dois filhos, Marcos e Cecilia.
Ray nasceu em Nova York em 1970 e se tornou famoso ao se tornar um dos integrantes do Menudo em 1983. O grupo tem como maior hit a música Não se Reprima. O cantor permaneceu no conjunto até 1985, quando deu início a uma carreira solo no Brasil. Lançou aqui dois álbuns: Minha Música, com repertório em português, e Una y Otra Vez, cantando em espanhol.
O sistema de trabalho home office (teletrabalho), adotado por grandes empresas, públicas e privadas, em função da pandemia do novo coronavírus, apresenta tendência de permanência na maioria das companhias, mesmo após uma futura volta à normalidade. Um dos exemplos é a mineradora Vale.
A gerente executiva e líder do programa Jornada Vale, Josilda Saad, informou à Agência Brasil que em 2019, antes do início da pandemia no Brasil, a Vale havia decidido estabelecer um sistema de trabalho mais flexível, adotando, uma vez por semana, o trabalho em forma remota. Mas a adesão era muito baixa.
Com a pandemia, a Vale colocou todas as funções administrativas e de suporte operacional no regime remoto em todas as suas instalações no mundo desde 13 de março de 2020. Ao final do primeiro mês no novo sistema, a companhia constatou que não houve redução do volume de transações de atividades, embora as equipes tenham tido que se adequar.
Atualmente, 18 mil profissionais da Vale trabalham de forma remota, o que equivale entre 24% e 25% dos funcionários da companhia. Os cargos operacionais continuam no formato presencial, mas adotando protocolos de distanciamento seguindo diretrizes do Ministério da Saúde. “As funções que não são essenciais foram colocadas em teletrabalho. Essencial, na nossa classificação, é aquela função que não pode deixar de acontecer em um site operacional”, explicou Josilda.
As diretrizes foram passadas também para os fornecedores da Vale. Para o trabalho de campo de engenheiros, por exemplo, soluções inovadoras foram adotadas, como uso de câmeras nos capacetes, que permitem às equipes acompanhar as visitas mesmo à distância.
Favorabilidade
Pesquisa realizada em junho de 2020 com os empregados da mineradora identificou um grau de favorabilidade ao trabalho remoto de 73%. “Foi uma surpresa bastante positiva, com 73% das pessoas se dizendo satisfeitas e produtivas trabalhando remotamente”, disse a líder do programa Jornada Vale.
Segundo Josilda, esse foi um sinal forte para implantar o programa, que se traduz em um novo modelo de trabalho mais flexível, seguro e colaborativo para os empregados e que combina home office com hubs, ou espaços de colaboração. O programa atenta não só para o repensar dos espaços físicos e o que se quer fazer com eles, mas também para o bem-estar dos funcionários e para a dinâmica de trabalho.
A Vale decidiu, que quando a pandemia permitir, vai migrar para um ambiente de trabalho híbrido. Nos sites operacionais, ficarão apenas mantenedores e funções operacionais. O novo regime, mais flexível, combinará trabalho remoto e hubs de colaboração e desenvolvimento, onde os empregados poderão agendar encontros presenciais, conectando-se também de forma cultural e emocional, em um lugar em que poderão trocar ideias ou trabalhar em conjunto.
Todos os escritórios da Vale no mundo serão transformados em hubs ou espaços de colaboração. No Brasil, há dez escritórios fora das áreas operacionais e serão construídos mais sete que devem estar prontos no terceiro trimestre que serão construídos em Minas Gerais, no Espírito Santo e no Pará. “Não vamos ter mais a obrigatoriedade do trabalho presencial, mas nós vamos ter esses hubs para receber as pessoas”.
Condições adequadas
Para que os funcionários em trabalho remoto tivessem condições adequadas em termos de ergonomia, a Vale liberou para todos, em setembro do ano passado, um suporte financeiro para compra de mobiliário de escritório, além de um suporte ergo-office, para apoio de um consultor, quando necessário.
Josilda assegurou que a principal motivação para a adoção desse sistema não foi a redução de custos com aluguel, por exemplo, mas sim o fato que a maior flexibilização do trabalho torna os empregados mais engajados e produzindo mais. “Essa sempre foi a nossa crença”. Os ganhos serão em termos de qualidade e produtividade, segundo ela.
Uma pesquisa mais recente feita pela Vale mostrou que o índice de aprovação do home office subiu de 73% para 80%, pois reduziu para muitas pessoas o tempo excessivo gasto com deslocamentos até o local de trabalho. “Os funcionários vislumbram a possibilidade de interagir nos hubs e não querem mais a obrigatoriedade de ir ao trabalho no modelo tradicional. É o lado positivo: a união das famílias com a jornada de trabalho e a gestão da própria família”.
O pagamento de contas de luz e internet pela Vale não constitui um nicho de demanda dos funcionários, segundo a empresa. Josilda afirmou, no entanto, que a companhia está mapeando as reais necessidades dos seus empregados.
A expectativa é que, a partir do segundo semestre, com aumento da vacinação e redução dos casos de internação por covid-19, a Vale possa liberar o primeiro hub no Brasil, que deve ser o do Rio de Janeiro, com capacidade menor, para poder iniciar o funcionamento de seu projeto.
Adaptação
A vice-presidente de Recursos Humanos da Coca-Cola South Operations, Simone Grossmann, explicou que a experiência do home office é muito singular neste momento porque, mais do que o teletrabalho, há a quarentena e o isolamento. “Isso traz uma série de questões; então é essencial o apoio do RH e dos líderes e das próprias pessoas estarem atentas a buscarem ajuda. A situação exige uma adaptação de todos ao mundo totalmente digital. Com isso, é importante repensar as atividades, repriorizar de acordo com o que é mais relevante para o negócio e factível para a rotina de cada um”.
Simone informou que isso foi feito logo no início da pandemia e, pelo menos uma vez por mês, o colaborador tem uma conversa individual com o gestor, onde avaliam e ajustam juntos o que é preciso para o próximo mês. Outro ponto que contribuiu, segundo ela, para o bem estar geral é que a empresa promove muita flexibilização de horário, de modo que as pessoas ajustem sua rotina no que for necessário.
“Acreditamos que comunicação e união nesses momentos nunca é demais. O número de reuniões com os times se tornou mais frequente, temos feito happy hours virtuais e usado muito a nossa rede social interna para aproximar as pessoas. É fundamental ter plataformas tecnológicas que ajudem a manter o engajamento”. Os escritórios da empresa adotaram o trabalho remoto desde 16 de março de 2020. “O objetivo de ter grande parte dos funcionários em casa é contribuir para a segurança e saúde dos que não podem exercer suas atividades de forma remota”.
Simone afirmou que, por ser uma atividade essencial, o Sistema Coca-Cola Brasil, composto pela Coca-Cola Brasil e seus nove engarrafadores, continua operando, mas com cuidados extras de segurança, produção e distribuição de produtos.
Avaliação
Em uma pesquisa interna com os funcionários, foram apontados pontos positivos da mudança que eles querem ter continuidade daqui em diante, entre os quais pessoas e líderes mais flexíveis, comunicação mais regular e transparente, maior foco de todos nas questões de bem-estar, uma forma de trabalhar mais ágil e dinâmica e uma liderança ainda mais próxima. Como desafios, alguns colaboradores indicaram dificuldade de manter o foco no trabalho, falta do acesso mais informal que acontecia no escritório e aumento do número de reuniões virtuais, que geram o chamado cansaço virtual. Esse ajuste e equilíbrio são fundamentais pensando em um período de home office mais prolongado, disse Simone.
A vice-presidente esclareceu que o trabalho remoto para o pessoal de escritório era uma prática que a Coca-Cola incentivava, mas não era um padrão. “Exigiu criatividade, capacidade de adaptação e a criação de novas rotinas e ferramentas. De uma certa maneira, toda a crise que estamos passando acelerou muitas mudanças organizacionais que já eram devidas, mas ainda não tinham acontecido”.
Os funcionários receberam ajuda de custo para a montagem de seus espaços de trabalho ou para despesas adicionais extraordinárias desse período. “Levaram cadeira e seus equipamentos para casa e, como já estávamos muito digitalizados, utilizando plataformas como Teams, a migração foi muito bem sucedida”, avaliou a vice-presidente de RH
Projeto de lei que prevê o aumento das penas previstas para furto e roubo de vacinas para a covid-19 começou a tramitar no Senado. A proposta (PL 1.004/2021) classifica o furto dos imunizantes como furto qualificado, com pena de reclusão de dois a oito anos e multa. Caso o delito seja classificado como roubo, a pena, que é de quatro a dez anos de reclusão e multa, pode aumentar de um terço até metade do tempo, além de multa.
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Para aumentar essas penas, o projeto altera os artigos 155 e 157 do Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940). O autor da proposta é o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).
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Na justificação do projeto, o senador lembrou o caso ocorrido em Natal (RN) no dia 22 de março, quando servidores de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) foram rendidos por ladrões, que roubaram cerca de 20 doses de vacinas contra a covid-19.
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Styvenson afirma que, como o imunizante atualmente se destina a profissionais da saúde e grupos prioritários, era possível imaginar que “tais medicamentos fariam parte da ganância dos criminosos”, já que são vacinas que não estão disponíveis para compra. Dessa forma, argumenta ele, o projeto tem a finalidade de “desestimular a prática de tais atos, condutas merecedoras que são de maior reprovabilidade penal”.
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“O momento que o país vivencia é estarrecedor quanto ao número de contaminados e de mortes. Se o bom senso e o sentimento humanitário não são suficientes para impedirem essas condutas delitivas, cabe ao rigor da legislação penalista fazê-lo”, diz o senador.
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Ainda não há data prevista para a apreciação desse projeto.
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Fonte: Agência Senado
GARIS SÃO BALEADOS EM TIROTEIO NA COMUNIDADE DO URUBU.
Dois garis foram baleados durante uma troca de tiros nesta sexta-feira (30), no Morro do Urubu, na Zona Norte do Rio. A informação foi confirmada pela Comlurb.
Os dois foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e levados para o Hospital Municipal Salgado Filho.
A Prefeitura do Rio prorrogou as medidas sanitárias de proteção à vida até o dia 10 de maio. Foi o que determinou o decreto nº 48.809, publicado na edição desta sexta-feira (30/04) do Diário Oficial do Município. Como o número de casos suspeitos de síndrome gripal e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas redes de urgência e emergência, que vinha apresentando queda, se estabilizou em um nível ainda alto nos últimos dias, o prefeito Eduardo Paes optou por manter as restrições em vigor. O município segue em alerta no combate à pandemia de Covid-19 e manteve a classificação de risco muito alto.
– A gente nota uma certa estabilizada na curva (do número de casos), mas mantendo um platô bastante alto. Ainda temos uma incidência muito grande de pessoas procurando a nossa rede com sintomas da doença. Estamos longe de uma situação confortável. Por isso, a manutenção das medidas – disse o prefeito, durante a divulgação do 17º Boletim Epidemiológico, no Centro de Operações Rio (COR), nesta sexta-feira.
O prefeito voltou a dizer que as medidas de proteção à vida só terão uma eficácia mais efetiva se houver maior colaboração das pessoas. E voltou a apelar para que as pessoas respeitem as regras e se cuidem.
– O nosso apelo é nesse sentido, não fizemos modificações nesta semana, a gente espera poder voltar a avançar. É um momento de muita conscientização das pessoas, não vou parar de pedir a colaboração da população porque essa é a única maneira que a gente tem de combater o vírus – salientou o prefeito.
Paes frisou que a manutenção das medidas seguiu as recomendações das autoridades sanitárias e de especialistas. Com isso, ficou mantida a ampliação do horário de funcionamento, até 22h, de atividades não-essenciais, como restaurantes, museus, cinema, teatro, clubes esportivos, casas de festas e outros. Após este horário, para restaurantes e afins, funcionamento apenas nas modalidades de drive-thu e take away, sem atendimento presencial.
Paes seguiu recomendação das autoridades sanitárias para manter medidas – Beth Santos/Prefeitura do Rio
Já as atividades essenciais, como supermercados, farmácias, hospitais e outros, permanecem sem horários pré-estabelecidos. Os estabelecimentos devem seguir limite de público e demais medidas de proteção à vida para a faixa de risco muito alto, estabelecidas na Resolução Conjunta SES/SMS nº 871, tais como capacidade de lotação máxima de 40% em locais fechados e 60% em locais abertos, garantia do distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas, e não permitir a formação de aglomerações em filas de espera.
Segue vetada a permanência nas vias, áreas e praças públicas do município no horário das 23h às 5h. Continuam proibidos, aos sábados, domingos e feriados, a permanência em praias, parques e cachoeiras; além das atividades econômicas na areia das praias, incluindo o comércio ambulante fixo e itinerante.
Também seguem suspensos o funcionamento de boates, danceterias, salões de dança e casas de espetáculo; a realização de eventos, tais como shows, festas e rodas de samba, em áreas públicas e particulares; a entrada de ônibus e demais veículos de fretamento no Município, exceto aqueles que prestem serviços regulares para funcionários de empresas ou para hotéis; a utilização das pistas de rolamento das avenidas Delfim Moreira, Vieira Souto e Atlântica como áreas de lazer.
Mais de 95% dos idosos vacinados
Com a marca de 95,3% dos idosos cariocas vacinados com pelo menos uma dose da vacina e 2.099.505 doses aplicadas em diferentes públicos, a Prefeitura avançou na sua estratégia de imunização dos mais vulneráveis à infecção por coronavírus. Desde a segunda-feira (26/04), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) tem vacinado outros grupos prioritários, além dos idosos.
A atual fase da campanha contempla, escalonadas por idade, pessoas com comorbidades (listadas pelo PNI e disponíveis em coronavirus.rio/comorbidades), pessoas com deficiência permanente, trabalhadores da saúde, educação, transporte, limpeza urbana, guardas municipais, policiais civis, policiais militares, bombeiros e agentes penitenciários. Gestantes de qualquer idade também têm prioridade na vacinação.
O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, enfatizou a importância de todos se vacinarem, independentemente de informações sobre reações adversas graves, classificadas por ele de fake news.
– O grande risco, agora, é deixar de tomar a vacina. A AstraZeneca é segura, todas as autoridades sanitárias do Brasil têm reforçado isso. A gente faz uma fortíssima vigilância vacinal, de efeitos adversos, na cidade. Já aplicamos dois milhões de doses no Rio, sem nenhuma reação grave – informou Soranz.
Para se vacinar, quem tem comorbidade ou deficiência precisa apresentar, no ponto de vacinação, um laudo ou receita médica atestando sua condição. Os diversos trabalhadores elencados devem portar uma documentação relativa à cada profissão que comprove o vínculo ativo ao cargo. Gestantes com comorbidades devem levar ainda um termo de consentimento da vacinação, disponível no portal coronavirus.rio/vacina.
Até sábado (01/05), a vacinação contra Covid-19 terá alcançado pessoas dos grupos prioritários a partir de 57 anos e profissionais de saúde com 40 anos ou mais.
Além de mais públicos contemplados pela vacinação, outra perspectiva positiva apontada pelo 17º Boletim Epidemiológico da Covid-19 é que casos, óbitos e atendimentos de síndromes gripal e respiratória aguda grave (SRAG) nas unidades de urgência e emergência na capital mantêm a tendência de queda.
Desde março de 2020, o município do Rio somou 258.037 casos de Covid-19, com 23.710 óbitos. Somente em 2021 foram 63.536 casos e 5.462 mortes. A taxa de letalidade desde o início da pandemia está em 9,2%, e a de mortalidade em 355,9 a cada 100 mil habitantes. A incidência da doença é de 3.873,6/100 mil. Neste ano, as taxas de letalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 8,6% e de 82/100 mil.
Na última semana, um novo caso de variante do vírus em morador local foi identificado na cidade. Desde a identificação do primeiro infectado por novas cepas, são 257 casos no município, sendo 198 residentes. São 190 casos da variante brasileira (P.1) e oito da britânica (B.1.1.7). Dos moradores infectados por essas cepas, 22 faleceram, 15 permanecem internados e 161 já foram considerados curados. Dos não moradores do Rio infectados pelas variantes, 24 vieram de Manaus, quatro de Rondônia e 31 de outros municípios.
Idosos: repescagem para primeira dose e retorno para a segunda
Com 1.458.647 pessoas vacinadas com pelo menos a primeira dose, 21,6% da população carioca deu o passo inicial para a imunização contra a Covid-19. E 640.858 já concluíram o esquema vacinal de duas doses. As primeiras pessoas que tomaram a D1 da Oxford/AstraZeneca ainda em janeiro começaram a receber a D2 na segunda quinzena abril, conforme prazo indicado pelo fabricante, que é de 12 semanas. No momento, a vacina aplicada para D1 na cidade é a Oxford/AstraZeneca.
Já as doses de CoronaVac disponíveis foram reservadas para a D2 de quem já está no prazo para tomá-la. Apenas as pessoas que tomaram a D1 no município do Rio poderão tomar a D2 nas unidades de saúde da cidade. A população deve retornar para a segunda dose, preferencialmente, nos mesmos postos onde tomaram a primeira dose e obrigatoriamente no mesmo município.
Apesar de concluída a etapa dos idosos no cronograma de vacinação, quem tiver 60 anos ou mais e ainda não tomou sequer a primeira dose pode procurar um dos pontos de vacinação o quanto antes, em qualquer dia e local, para garantir sua proteção contra o coronavírus. Um dos reflexos da imunização desse público-alvo é que, no mês de abril, após quedas gradativas desde o início do ano, não foi registrado nenhum surto de Covid-19 em instituições de longa permanência da Cidade do Rio.
Para alcançar a totalidade dos idosos protegidos, agentes comunitários e profissionais da Secretaria Municipal da Saúde realizam busca ativa dos idosos que ainda não tomaram a D1. Aqueles que passaram do prazo de tomar a D2 também sendo contactados. É preciso estar atento à data de retorno à unidade de saúde, que está anotado no comprovante de vacinação, para completar e assegurar a efetividade do esquema vacinal.
Locais de vacinação
A Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza mais de 250 pontos de vacinação na cidade. Informações sobre locais, horário, calendário, documentos, etc, estão disponíveis em coronavirus.rio/vacina.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) totalizou nesta sexta-feira (30) 26,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Desse volume, 19,7 milhões de doses são referentes a abril, superando a previsão de 18,8 milhões de doses para o mês.
De acordo com a Fiocruz, a entrega da vacina em maior quantitativo resulta do escalonamento interno da produção por Bio-Manguinhos. Além das doses processadas internamente, estão incluídas nesse total 4 milhões de doses importadas prontas do Instituto Serum, da Índia.
A entrega feita nesta sexta-feira contempla 6,5 milhões de doses, em duas remessas. Já liberada, a primeira remessa inclui 590 mil doses para o estado do Rio de Janeiro. A segunda está prevista para o final do dia.
Para maio, a Fiocruz prevê o fornecimento de 21,5 milhões de doses.
por R$ 7,286 bilhões, com ágio de 129,68%. O bloco 3 não obteve proposta, pois o único interessado, o consórcio Aegea, não prosseguiu na oferta. O bloco 4 foi arrematado pelo consórcio Aegea por R$ 7,203 bilhões, com ágio de 187,75%.
O bloco 1 inclui a zona sul do município do Rio, o município de São Gonçalo e mais 16 municípios do interior do estado. O bloco 2 inclui os bairros cariocas de Barra da Tijuca e Jacarepaguá, mais os municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes. O bloco 3, que não foi arrematado, inclui os bairros da zona oeste do Rio, mais seis municípios do interior e da região metropolitana. O bloco 4 inclui os bairros do centro e da zona norte da capital, mais oito municípios da Baixada Fluminense.
Os vencedores do leilão deverão universalizar o fornecimento de água e esgoto para mais de 12,8 milhões de pessoas em até 12 anos, objetivo previsto no novo marco regulatório do saneamento. O projeto deve gerar 45 mil empregos e investimentos de cerca de R$ 30 bilhões.
O presidente Bolsonaro falou rapidamente ao final do leilão e destacou a importância do ato. “Este é o momento que marca a nossa história e a nossa economia. Um governo voltado para a liberdade de mercado, na confiança dos investidores e na crença de que o Brasil pode ser diferente”, afirmou.
Léo Pereira é Visto Em Festa, Tem Vídeo Vazado e Falta Treino Do Flamengo.
É delicada a situação do zagueiro do Flamengo Léo Pereira. O jogador não compareceu ao treinamento marcado elo clube para às 14:30h de ontem, no Ninho do Urubu, e não teria comunicado à diretoria do Flamengo o motivo da ausência. A situação ficou ainda pior após o vazamento de um vídeo no qual o atleta aparece curtindo um baile funk em meio à pandemia, com aglomeração e sem máscara, na noite da última quarta-feira, na Taquara, Zona Oeste do Rio.