A ativista Greta Thunberg completa 18 anos neste domingo (3). Em sua conta do Twitter, ela postou uma mensagem de agradecimento bem-humorada:
“Hoje à noite vocês irão me encontrar em um pub local revelando todos os segredos obscuros por trás da conspiração do clima, das greves escolares, e dos meus apoiadores do mal que não podem mais me controlar! Estou finalmente livre!”
Personalidade do ano da revista Time em 2019, Greta Thunberg ganhou fama e inspirou movimentos estudantis na luta contra o aquecimento global e em defesa da natureza.
Em 2018, Greta deixou de ir a aulas nas sextas-feiras em Estocolmo para protestar contra o aquecimento global. O ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e se tornou uma campanha mundial conhecida como “Fridays For Future” (ou ‘Sexta-feiras pelo Futuro’, em tradução livre).
Em entrevista ao G1, Greta afirmou que poucos adultos estão escutando as demandas dos jovens. “Eles estão ocupados fazendo outras coisas para serem reeleitos”, disse ela.
O presidente Jair Bolsonaro já considera fato consumado a prorrogação do auxílio emergencial por seis meses, contrariando recomendações da área econômica do governo. Bolsonaro deixou claro em conversas ao telefone, nos últimos dias, que gosta da ideia. Ele sabe que o repique do convid-19 deixou o fim da pandemia ainda mais distante e que o governo terá de ajudar os brasileiros que precisam desse suporte financeiro. Para o presidente, o Congresso vai aprovar a prorrogação já em fevereiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O presidente gosta da ideia de prorrogar o auxílio emergencial porque sabe que sua popularidade será “turbinada” novamente.
Ele não está preocupado com a “paternidade” da prorrogação do auxílio. O povo sempre será grato a quem paga o benefício, isto é, o governo.
Para o especialista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas, a prorrogação do auxílio será determinante na reeleição de Bolsonaro.
Bolsonaro terminou o ano pandêmico de 2020 com a popularidade maior que a de 2019, e isso tem a ver com o auxílio pago aos mais pobres.
Grave Acidente Com Óbito Na Estrada Do Magarça Em Guaratiba.
Um homem identificado como Rogério e que segundo testemunhas tráfegava na contramão em um quadriciclo, bateu de frente com um carro na estrada do Magarça em Guaratiba no fim da tarde deste domingo.
Infelizmente o condutor do quadriciclo morreu na hora. A condutora do veículo, uma mulher grávida, entrou em choque e foi levada para o hospital.
Polícia Militar e Seop encerram festa de música eletrônica em Ilha de Guaratiba
Com cerca de 500 pessoas, evento ocorria desde a virada do ano, sem interrupção
Em meio ao aumento do número de casos e mortes pelo novo coronavírus nas últimas semanas no estado do Rio, muitos eventos com grandes aglomerações estão sendo interrompidos, por desrespeitar as medidas de seguranças no combate à covid-19. Na manhã deste domingo (3), uma festa de música eletrônica, em Ilha de Guaratiba, na Zona Oeste da cidade, foi encerrada pela Secretaria de Ordem Pública (Seop), com apoio da Polícia Militar.
O evento, que contava com a presença de aproximadamente 500 pessoas, acontecia desde a virada de 2020 para 2021, sem interrupção. Segundo a Seop, a maioria dos presentes estava sem máscara e aglomerados, desrespeitando as regras de ouro da pandemia.
O autor do crime, padrasto da vítima, foi preso na cena do assassinato e contou à Polícia Militar o que houve. Segundo ele, o rapaz morto, de 23 anos, “deixou sua cozinha toda quebrada e bagunçada”.
Isso porque horas antes de ser morto, Antônio Carlos Silva Nascimento se envolveu em uma briga com um vizinho e durante a confusão acabou estragando vários pertences da residência dele.
A PM chegou a atender a ocorrência às 3h da madrugada. Depois que a guarnição saiu, o jovem teria ido dormir e acordou com o padrasto com uma faca na mão por causa da bagunça deixada.
Assim que viu o padrasto armado, o enteado correu para fora de casa e pegou um pedaço de madeira para tentar se defender. Um irmão da vítima também tentou impedir o crime, mas sem sucesso.
Antônio foi assassinado com uma facada no peito. A mãe e a esposa dele tentaram conter o sangramento até a chegada dos bombeiros. Ele foi socorrido com parada respiratória e morreu no Hospital Azambuja de Brusque, estado de Santa Catarina, onde o crime ocorreu.
A Prefeitura do Rio apresentou, na manhã deste domingo (03/01), o plano inicial de enfrentamento à COVID-19 na cidade. O anúncio foi feito após uma reunião do prefeito Eduardo Paes (DEM) com integrantes do secretariado municipal, que contou ainda com a participação do governador do Estado Cláudio Castro (PSC) e de outros representantes dos governos federal e estadual.
Entre as ações planejadas, estão a vacinação da população, a abertura de novos leitos de internação, a ampliação da testagem e a ativação do Centro de Operações de Emergências em Saúde – COE COVID-19 RIO. Também será lançado um aplicativo para que as pessoas possam fazer a autonotificação de casos.
– Nós queremos que haja uma integração nas ações de combate à COVID-19 entre a Prefeitura e o Governo do Estado. Uma das medidas que os secretários já estão tomando é integrar todas as normas, resoluções, regulamentos para o cidadão. Vamos trabalhar em conjunto, em parceria. Vamos centralizar a nossa ação num trabalho de conscientização – disse o prefeito Eduardo Paes, após a reunião no Palácio da Cidade, em Botafogo.
O prefeito frisou que, em relação à vacinação, vai seguir o Programa Nacional de Imunização, a ser anunciado pelo Ministério da Saúde. E o governador garantiu que o estado do Rio está preparado para iniciar a vacinação assim que o governo federal liberar o calendário.
– Na semana passada já chegaram oito milhões de seringas e, ainda em janeiro, (vamos receber) mais oito milhões. Tenho a certeza de que, se a vacinação começasse na quarta-feira, estaríamos 100% preparados.
Em seguida, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, apresentou o plano de enfrentamento à COVID-19. A cidade deverá ter, até o fim de janeiro, 343 novos leitos para atendimento aos casos da doença. Além de 193 novas vagas na rede pública, a Prefeitura publicou, no Diário Oficial deste domingo, um chamamento para contratar 150 leitos da rede privada. Já os equipamentos e profissionais do Hospital de Campanha do Riocentro serão remanejados para os hospitais Ronaldo Gazolla, Souza Aguiar, Salgado Filho e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho.
– Todos os recursos serão empenhados, ao máximo, para garantir o funcionamento de todo o sistema de saúde do Rio – destacou Soranz.
Também neste domingo, foi publicado um decreto que dá total transparência à ocupação e abertura de leitos na rede municipal de saúde, com acesso pelo portal http://smsrio.org/censo. O secretário de Saúde informou que, atualmente, existem 1.493 leitos livres na cidade. Mas ressaltou que é necessário haver uma central de regulação única das vagas nos hospitais.
– (A transparência) Não funcionará se a gente não tiver uma regulação única e trabalhar de maneira integrada com os três entes – governos federal, estadual e municipal.
Sobre a vacinação, Soranz explicou que, de início, o objetivo é o de imunizar 2,6 milhões de pessoas nas primeiras quatro etapas do plano de vacinação, a partir do cronograma do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. A estratégia envolverá 450 pontos de vacinação na cidade, a maioria nas Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde, com 10,5 mil profissionais envolvidos.
A tendência é a de que, na primeira fase, deverão ser imunizados trabalhadores da saúde, pessoas a partir de 60 anos, pessoas com comorbidades, professores, indígenas, quilombolas e profissionais das forças de segurança e salvamento e serviços essenciais, além de funcionários do sistema prisional.
A Prefeitura também prevê ampliar a testagem de casos suspeitos de COVID-19. Inicialmente, deverão ser testadas cerca de 450 mil pessoas. As unidades de saúde oferecerão os testes de maneira fácil e sem burocracia. Pelo aplicativo Rio COVID-19 será possível realizar a autonotificação e o agendamento do teste diagnóstico, caso seja indicado.
Haverá ainda um monitoramento da situação epidemiológica para identificar as áreas com necessidade de maior atenção e fortalecimento das ações de proteção à vida. Um boletim semanal será divulgado com a situação de toda a cidade, dividida por região administrativa (RA).
– É fundamental identificar precocemente quem pode estar doente ou transmitindo a doença. Informar quando teve, onde mora, olhar o rastreamento do contato e fazer o georeferenciamento dos casos – enfatizou Soranz.
O Diário Oficial deste domingo traz ainda a composição do Centro de Operações de Emergências em Saúde – COE COVID-19 RIO, que funcionará nas dependências do Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR) e atuará em parceria com o Comitê Especial de Enfrentamento da COVID-19 (CEEC), composto por especialistas das três esferas governamentais.
As atribuições do COE COVID-19 RIO são planejar, organizar, coordenar e monitorar as ações de enfrentamento à doença; elaborar protocolos e análises relacionadas à situação epidemiológica na cidade; divulgar informações relativas à emergência de saúde pública; e deliberar sobre os estágios de aplicação das medidas protetivas para cada Região Administrativa (RA) do município.
Uma menina de cinco anos foi morta com uma bala perdida que atingiu seu pescoço na madrugada da sexta-feira (1º) no Rio de Janeiro. Alice Pamplona da Silva foi a primeira vítima de bala perdida no Rio no ano de 2021.
O crime aconteceu no Morro do Turano, no Rio Comprido, região central do Rio. A menina estava celebrando a passagem do ano com seus familiares, que filmavam a queima de fogos, quando foi atingida e gritou de dor.
Alice chegou a ser levada ao hospital. A primeira suspeita é que se tratasse de ferimento por estilhaços de fogos de artifício. No entanto, na unidade de saúde, foi constatado que ela havia levado o tiro no pescoço.
O tio de Alice publicou em uma rede social: “A gente vê isso diariamente passando na TV, mas a gente pensa que nunca vai acontecer com um nossos até que acontece… É inacreditável”.
A gente vê isso diariamente passando na tv, a gnt pensa que nunca vai acontecer com um dos nosso até q acontece 😭😭😭,é inacreditável https://t.co/KdO0geyO9S
— PRESIDENTE DO TURANO 👔 🇦🇺 (@EloyVicentinni) January 2, 2021
Outros familiares também se manifestaram no Twitter.
Minha neném se foi. Minha vida acabou, meu único motivo pra continuar morreu. Vem pra mim Alice 😭😭😭😭😭 pic.twitter.com/BgPZLju4fP
No início de dezembro, as primas Rebecca Beatriz Rodrigues Santos, de 7 anos, e Emilly Victoria da Silva Moreira Santos, de 4 anos, foram assassinadas, também vítimas de bala perdida. Elas estava brincando em frente ao portão de casa, na comunidade do Barro Vermelho, em Gramacho, Duque de Caxias.
Nas celebrações familiares de fim de ano – ainda que com pouquíssimas pessoas na mesma casa por causa da pandemia –, se você passou a noite conversando com seus convidados sem máscara, em um ambiente fechado e com ar condicionado ligado, preste atenção neste post. Novos estudos científicos mostram que a contaminação por partículas suspensas no ar pode indicar formas mais graves de Covid-19. Essas partículas, muito menores que as gotículas de saliva, por exemplo, são chamadas de aerossóis. São tão, tão pequenas que passam por frestas de máscaras mal colocadas e ficam circulando. E é aí que mora o perigo.
Um estudo do Instituto Nacional de Saúde, agência de pesquisa médica dos Estados Unidos e braço do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, mostra que formas mais graves de Covid podem estar relacionadas ao caminho que o vírus percorreu até entrar em suas células. A pesquisa foi feita com hamsters, que ficaram expostos ao contágio por três formas diferentes: mucosa, inalação de aerossol e contato com superfícies infectadas. Conclusão: a exposição pela mucosa e pela inalação de aerossol causou quadros respiratórios mais graves e cargas virais mais altas.
No caso do contágio por aerossol, a depender do tamanho das micropartículas que estão no ar, elas podem se depositar na parte superior da garganta, nariz e traqueia (aerossol maior), nas vias aéreas (aerossóis médios) ou diretamente nos alvéolos (aerossol pequeno, de menos de um milionésimo de metro). Isso significa que, enquanto em outros modos de transmissão o vírus chega pelo nariz e atinge os pulmões, no caso dos aerossóis menores o alvo pode ser de imediato as células alveolares. De forma simplificada, o oxigênio inspirado passa dos alvéolos para o sangue, e o gás carbônico passa do sangue para o ar por meio dos alvéolos, fazendo uma troca gasosa. Atingidos pelo novo coronavírus, os alvéolos podem entrar em colapso e, por isso, os casos de Covid-19 podem ser mais severos.
Como explica o biólogo Leonardo Rovatti, tosse, espirro e uma fala normal podem produzir gotículas a partir de 0,8 milionésimo de metro. Aerossóis tão pequenos, expelidos por uma pessoa contaminada, podem ir direto para os alvéolos. A perda de células alveolares, disse Ali Nouri, da Federação dos Cientistas Americanos, pode causar falência respiratória. O professor Donghyun Rim, que estuda a qualidade do ar em ambientes fechados, resume: em um local fechado, ao conversar com uma pessoa infectada pela Covid-19, em menos de um minuto você já está respirando as partículas espalhadas por ela.
Repare na sua máscara agora e se prepare para tê-la como companheira inseparável por mais este ano.
“Em meio a tantas rochas no meio do caminho desse ano distópico, finalmente termino o ano com a obra ‘Diva’ pronta.” A frase em tom de celebração inicia uma postagem no Instagram em que a artista plástica Juliana Notari apresenta ao mundo a sua mais nova criação: uma vulva de 33m de altura, por 16m de largura e 6m de profundidade, recoberta por concreto armado e resina.
Desde que mostrou a obra em suas redes, porém, Juliana viu o trabalho viralizar, recebendo um retorno negativo e ofensivo por parte de usuários de diferentes redes sociais. Nas caixas de comentários de postagens antigas da própria artista no Facebook, por exemplo, não faltam comentários ofensivos e cheios de palavrões.
‘Diva’ foi esculpida no parque artístico botânico Usina de Arte, em Água Preta, no município da Zona da Mata Sul, em Pernambuco. A proposta, conforme escreveu a criadora na postagem no Instagram, é usar “a arte para dialogar com questões que remetem a problematização de gênero, a partir de uma perspectiva feminina aliada a uma cosmovisão que questiona a relação entre natureza e cultura na nossa sociedade ocidental falocêntrica e antropocêntrica”.
No texto, Juliana detalha que mais de “40 mãos” trabalharam na construção da obra, que é fruto de um processo de 11 meses “de muita persistência, convivência e aprendizado”. Segundo ela, mais de vinte homens trabalharam “num esforço hercúleo embaixo do sol a pino, em meio a muita música e piada”. A artista também escreveu que não foi possível usar escavadeira nos trabalho, porque a máquina não permitiria “esculpir com precisão os relevos que precisava”.
Uma das fotos que têm causado polêmica na rede é justamente a imagem em que a artista aparece diante da obra em construção, enquanto trabalhadores negros atuam na construção. “Achei linda sua estética de mulher branca rica com mão de obra de homens negros no background”, ironizou um perfil no Twitter, ao compartilhar a referida foto.
A reportagem entrou em contato com a artista pelas suas redes sociais, mas ainda não obteve resposta. No texto de apresentação, Juliana também afirma que as questões abordadas em “Diva” são cada vez mais urgentes. “Afinal, será através da mudança de perspectiva da nossa relação entre humanos e entre humano e não-humano, que permitirá com que vivamos mais tempo nesse planeta e numa sociedade menos desigual e catastrófica”, escreveu.
Os comentários acerca do trabalho não se restringem às críticas. Na manhã deste sábado, a maior parte dos recados deixados sob a postagem eram elogiosos. “Nossaaaa que criação esplêndida…. Diva é divina e uma das obras mais belas e significativas que vi nascer”, escreveu uma seguidora. “Não vejo a hs de viver de pertinho essa imensidão de obra”, comentou um admirador.
O Município do Rio entrou em estágio de atenção às 10h45 deste sábado (2) por causa de temporais. É o terceiro grau em uma escala de cinco níveis, que serve para orientar a população e os serviços públicos.
Sirenes foram acionadas na Rocinha e Chácara do Céu, em São Conrado, e Barão, na Praça Seca.
Às 10h, chovia forte na Zona Sul do Rio. Em 15 minutos, caíram 15 milímetros de água no Jardim Botânico, alagando ruas, como a Pacheco Leão.
O prefeito Eduardo Paes foi ao Centro de Operações Rio acompanhar os efeitos da chuva. “Nossa preocupação é ter o time atento, Secretaria de Conservação, Comlurb, todo mundo mobilizado, para dar as respostas o mais rápido possível”, disse.
Há alerta de mais temporais para todo o RJ para o sábado. A Climatempo destacou que ao longo do dia estão previstas mais pancadas intensas e que o tempo permanecerá chuvoso pelo menos até quarta-feira (6).
Estão previstos pelo menos 80 mm de chuva em média na Região Metropolitana. Isso é praticamente metade da média de chuva para todo o mês de janeiro.
Ciclista enfrenta alagamento na Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico — Foto: G1 Rio
O excesso de nebulosidade também vai fazer com que a temperatura fique mais baixa para os padrões do verão: a máxima não deve passar dos 27 graus, e de noite os termômetros marcarão 20°.
No domingo (3), ainda pode chover bastante no RJ, sobretudo nas áreas mais ao centro-norte do estado.