A campanha Rio contra a Fome, que já arrecadou nove toneladas de alimentos, abriu inscrições para novos coletivos e organizações da sociedade civil interessados em fazer a distribuição às famílias mais necessitadas. As doações estão sendo feitas pelas pessoas que vão se vacinar contra Covid-19 nos mais de 250 pontos de vacinação espalhados por toda a cidade.
A campanha é organizada pela Secretaria Especial da Juventude Carioca (JUVRio), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a Secretaria Especial de Ação Comunitária (Seac). Para se inscrever, basta acessar o site Rio Contra a Fome.
Podem se cadastrar os coletivos e organizações parceiras que já atuam há pelo menos um ano na mitigação dos efeitos do vírus nas favelas e periferias.
Para outras informações, deve-se enviar um email para juvrio@rio.rj.gov.br
Policiais civis cumprem hoje (14) nove mandados de busca e apreensão contra suspeitos de lavagem de dinheiro de uma das principais facções envolvidas com tráfico de drogas no Rio de Janeiro. A operação Rainha de Copas também está fazendo o bloqueio de contas bancárias com valores que totalizam R$ 7,3 milhões.
O grupo atua principalmente na comunidade de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.
Mandados estão sendo cumpridos em vários bairros da cidade do Rio, além de Mangaratiba no sul fluminense, e nas cidades catarinenses de Florianópolis e Balneário Camboriú.
Segundo a Polícia Civil, os alvos da investigação “ostentam em redes sociais uma vida luxuosa, residindo em mansões em condomínios de alto padrão, publicando fotos com lanchas, jet ski, moto Harley Davidson, carro conversível e viagens internacionais, bem como abrindo empresas de fachada”.
TÉCNICA DE ENFERMAGEM É PRESA COM RESTOS DE VACINA CONTRA A COVID
Uma técnica de enfermagem foi presa, no fim da tarde desta terça-feira, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, transportando restos de vacina contra a Covid-19 numa garrafa plástica com gelo. O imunizante estava dentro de uma seringa e equivalia a uma dose de CoronaVac.
Aos policiais do São Gonçalo Presente, a mulher contou que o material era sobra de várias doses de vacina e que a prática “é normal” e realizada em vários postos de saúde. A vacina, segundo ela, seria aplicada em seu marido.
A técnica foi autuada em flagrante por peculato e liberada após prestar depoimento. A mulher e a chefe dela, que teria autorizado que a vacina fosse levada, foram afastadas de suas funções, segundo a Prefeitura de São Gonçalo.
O município informou ainda que a Secretaria de Saúde abrirá uma sindicância para apurar a conduta das duas servidoras, que podem ser exoneradas. A prefeitura alertou ainda para o fato de que a aplicação irregular do imunizante pode apresentar risco, já que não é garantida a sua eficácia.
Os policiais decidiram abordar a técnica quando ela saía do PAM Neves, onde ela trabalha na vacinação, porque a mulher aparentava um nervosismo muito grande. Durante a revista, eles encontraram a vacina. A técnica, então, alegou que o imunizante seria descartado, por isso decidiu levá-lo para casa após ser autorizada por sua supervisora.
VEREADORES APROVAM REFORMA DA PREVIDÊNCIA MUNICIPAL NO RIO
Vereadores do Rio aprovaram a reforma da Previdência municipal. O projeto, entre outros pontos, altera a alíquota previdenciária dos servidores da prefeitura, que sai de 11% e passa a ser de 14%.
A votação, depois das duas rodadas de debates, foi apertada. Em ambas as discussões o texto passou por apenas um voto – 23 vereadores foram favoráveis e 22, contrários.
As duas discussões ocorreram nesta terça-feira (13), a partir da convocação de uma sessão extraordinária na Câmara. O texto agora segue para a sanção do prefeito Eduardo Paes (DEM).
➡️ Outros pontos da reforma
Além de passar de 11% para 14% a alíquota de contribuição dos servidores, o projeto também estabelece um aumento da contribuição patronal – que inclui município, autarquias, fundações, Câmara e Tribunal de Contas – de 22% para 28%
O projeto também incorpora quase R$ 29 milhões em royalties recebidos pela prefeitura às receitas do fundo previdenciário, e permite que 50% das participações especiais recebidas pelo município sejam incluídas na Previdência.
A prefeitura também fica autorizada a fazer empréstimos, antecipando as receitas dos royalties e das participações especiais para dar um aporte ao fundo.
_*HOMEM EXECUTADO A TIROS DENTRO DE UMA OFICINA NO BAIRRO NOVA BRASÍLIA VEM CAMPOS DOS GOYTACAZES*_
_Um homem que ainda não foi identificado foi executado a tiros há poucos instantes na Rua Alan Kardec no Parque Nova Brasília em Campos dos Goytacazes_
O pai do menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, morto no dia 8 de março, foi procurado pela administradora Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabela Nardoni. Através do WhatsApp, ela lhe prestou solidariedade pela morte do filho Henry, e lhe enviou mensagens de força e fé. Ao EXTRA, o engenheiro disse que ela “escreveu coisas lindas”. O contato foi feito na última sexta-feira, dia 9, um dia após a ex-mulher, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva ter sido presa ao lado do namorado, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido).
Na manhã desta terça-feira, dia 13, Leniel fez um desabafo sobre a perda do filho. Em uma rede social, o engenheiro Leniel Borel de Almeida afirmou que “cada dia chega mais ao fundo do poço” e que as últimas notícias sobre o caso “têm acabado com ele”. Na publicação, o engenheiro postou uma imagem do filho sorridente, fantasiado na escola.
“Filhinho, sempre lembraremos de você sorrindo, da sua alegria contagiante e sua personificação de amor. Você sempre será a razão da minha felicidade, meu melhor amigo. As últimas notícias acabaram comigo, cada dia chego mais ao fundo do poço, já não sei se aguento mais. Deus, que a sua justiça seja feita! Por favor, receba meu anjo em teus braços. Ajude-nos a acabar com a violência contra crianças. Em breve estaremos juntos com o Senhor, em um lugar que nunca mais haverá morte, nem dor e sofrimento e toda lagrima será enxugada. Apocalipse 21:1-4”, escreveu no Instagram nesta manhã.
Há exatos 13 anos, a menina Isabella Nardoni, então com 5 anos, foi agredida e arremessada da janela do sexto andar do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo, no dia 29 de março de 2008. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual em 27 de março de 2010. Segundo as investigações, a menina foi asfixiada por Anna Carolina e jogada por Alexandre do apartamento onde morava o casal. Os dois sempre negaram o crime. Nardoni foi condenado a 31 anos e um mês de reclusão e 24 dias-multa, e Jatobá, a 26 anos e oito meses de reclusão e 24 dias-multa.
Em depoimento em primeira pessoa feito à revista “Piauí”, publicado nesta terça-feira, Anna Carolina afirmou que sentiu emoção falsa da mãe de Henry, a professora Monique, quando ela e Dr. Jairinho concederam uma entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, da TV “Record”, transmitida do dia 21 de março.
“Quando vi uma entrevista da mãe e do padrasto do Henry para o Roberto Cabrini, na Record, senti algo muito estranho. Senti frieza, uma emoção falsa e versão combinada dos fatos. Naquele momento, pensei o pior mesmo e vi semelhanças com o ocorrido com a minha filha, Isabella. Por mais que as pessoas ensaiem, criando uma versão falsa para o crime, a verdade não consegue ser escondida nem por elas mesmas. Eu estou muito tocada pela brutalidade e pelas coincidências com o que vivi. Esse tipo de crime você jamais imagina que vai acontecer em sua família”, afirmou.
Ainda na entrevista, a mãe de Isabella Nardoni afirmou que sentiu necessidade de prestar o seu apoio a Leniel, porque ambos compartilhavam a mesma dor.
“Meu coração estava pedindo para fazer isso. Eu me coloquei no lugar dele. Escrevi que muitas pessoas estão neste momento mandando mensagens, assim como aconteceu comigo com a morte da minha filha. Recebi mensagens de pessoas que tinham passado por situações difíceis, das mais variadas formas, todas prestando solidariedade. Expliquei para ele que essa comoção enorme que tem causado na vida das pessoas deve ter um propósito, seja para pressionar as autoridades por busca de Justiça e por alguma mensagem que o Henry quer passar. Todo esse caso tem me deixado bastante comovida”, disse Anna Carolina, antes de completar:
“Sabe o que é mais dolorido? Eu e Leniel entregamos os nossos filhos para quem deveria cuidar e zelar. Entregar um filho para nunca mais voltar é o que mais machuca, revolta. Não consigo explicar o tamanho dessa dor. No caso da Isabella o pai foi o culpado. No do Henry, a mãe está presa como suspeita de participar da morte do próprio filho. Justo a mãe, que deu vida à criança. Eu sou da seguinte opinião: as dores não são comparáveis. Mas elas são enormes, imensuráveis”, afirmou.
Novo depoimento da babá
Em novo depoimento prestado ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), a babá Thayna de Oliveira Ferreira disse que mentiu na declaração dada em 24 de março, quando garantiu que o vereador, a namorada e o filho dela viviam em harmonia, por medo do parlamentar. Ela afirmou que, “por ter visto o que Jairinho tinha feito contra uma criança, ficou com medo que algo também pudesse acontecer com ela própria”, diz o relatório da polícia, ao qual o EXTRA teve acesso. A ex-funcionária da família alegou ainda não ter contado sobre as agressões do vereador contra o menino a pedido de Monique.
A professora foi avisada pelo próprio filho de que ele vinha sofrendo agressões do vereador. De acordo com a babá, a criança fez uma videochamada para contar para mãe pessoalmente sobre o ocorrido. Thayna, que mentiu em seu primeiro depoimento, contou na segunda-feira à polícia que não falou antes sobre as agressões por medo do vereador e também por um pedido de Monique.
“Por chamada de vídeo, relatou à mãe as agressões sofridas, exatamente como havia feito à declarante, pedindo que Monique chegasse logo”, diz o relatório do depoimento de Thayna à polícia, ao qual o GLOBO teve acesso.
Em seu depoimento, Thayna contou ainda que presenciou pelo menos três vezes em que o menino foi agredido. A primeira aconteceu no dia 2 de fevereiro, quando Monique estava fora de casa, numa aula de futevôlei. Na ocasião, o menino teria sido chamado de mimado por Jairinho e, logo depois, levado para o quarto do vereador. Segundo a babá, ele ficou meia hora com a criança no quarto. O menino teria dito que não lembrava o que aconteceu, mas à tarde não quis brincar no parquinho pois estaria com o joelho doendo. Segundo a babá, Monique disse que ele estava inventando
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A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Exército Brasileiro firmaram uma parceria recentemente que disponibiliza à população carioca novos pontos de vacinação contra a Covid-19 na capital fluminense.
O primeiro local foi inaugurado na semana passada, na Vila Militar, em Deodoro, Zona Oeste da cidade.
Já na última segunda-feira (12/04), a Secretaria Municipal de Saúde deu início à imunização no Museu Militar Conde de Linhares, em São Cristóvão, na Zona Norte.
Agora, o terceiro posto será lançado na próxima sexta-feira (16/04), em frente ao Palácio Duque de Caxias, na região da Central do Brasil, por onde costumam circular milhares de pessoas diariamente. Em todos os locais, a vacinação acontece de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h.
Vale ressaltar que a parceria atende a um pedido de Eduardo Paes ao Ministério da Defesa para acelerar a vacinação no Rio, que, atualmente, é um dos municípios que mais vacinam no Brasil, com taxa de aplicação da primeira dose em 16,5% da população.
Pelo Twitter, inclusive, Paes exaltou a parceria: ”Queria agradecer ao Exército Brasileiro pelo grande apoio em nossa campanha de vacinação contra a Covid-19. Hoje (segunda-feira, dia 12) foi aberto o posto de vacinação no Museu Militar Conde de Linhares, em São Cristóvão.”
Segundo a Prefeitura, a capacitação das equipes de militares envolvidas no processo de imunização foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde.
PREFEITURA DO RIO ANUNCIA PARCELA EXTRA DE AUXÍLIO PARA COMERCIANTES QUE TRABALHAM NAS PRAIAS
Os vendedores ambulantes de pontos fixos e barraqueiros da orla do Rio vão receber uma parcela extra do Auxílio Carioca — programa de auxílio emergencial da prefeitura —, no valor de R$ 500, por conta da continuidade das restrições de ocupação das praias contra a propagação da Covid-19.
O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Fazenda, Pedro Paulo, em reunião promovida pela Câmara de Vereadores com os comerciantes da orla na manhã desta terça-feira (dia 13). Segundo a prefeitura, a medida atende a uma solicitação dos vereadores e dos barraqueiros.
Segundo a prefeitura, existem hoje 2.200 comerciantes de praia cadastrados, que serão beneficiados com a parcela extra. Além deles, o município vai incluir nesse pagamento também os auxiliares dos barraqueiros cadastrados, cerca de mil trabalhadores.
O secretário de Fazenda anunciou ainda que vai estudar a suspensão temporária da cobrança da Taxa de Uso de Área Pública (Tuap) cobrada dos ambulantes.
Quem tem direito?
Vinte e três mil famílias que estão no CadÚnico que não recebem de outros programas sociais como Bolsa Família ou Cartão Família Carioca. Este grupo contemplado receberá R$ 200.
Os 13.506 ambulantes cadastrados do município, por meio da taxa de uso de área pública (Tuaps), que tiveram suas atividades suspensas pelas novas medidas restritivas, em vigor de 26/03 a 04/04, receberão R$ 500.
Saiba quem é Monique Medeiros, presa pela morte do próprio filho, o menino Henry; ao depor, ela fez selfie na delegacia
Em menos de um ano, professora deixou o emprego em escola municipal, virou funcionária do Tribunal de Contas do Município e foi exonerada do cargo, mudou de bairro e viu sua relação com o filho se transformar. Monique alega inocência.
Monique Medeiros Costa e Silva de Almeida, de 32 anos, mãe do menino Henry Borel, era até o ano passado uma professora de classe média do Rio de Janeiro. Exercia o cargo de diretora na escola municipal Ariena Vianna da Silva, em Senador Camará, na Zona Oeste da cidade, morava em Bangu com os pais, após separar-se do pai de Henry, Leniel Borel.
O cenário mudou quando ela conheceu o vereador Dr. Jairinho, no final de agosto de 2020, em um almoço na Barra da Tijuca. O encontro virou um romance no mês seguinte. Foram morar juntos em novembro do mesmo ano, até a morte do filho dela, Henry Borel, de 4 anos, no dia 8 de março.
A investigação da polícia revelou que Henry era vítima de agressões de Jairinho, que Monique sabia disso, mas não denunciou nem fez algo para afastar o filho do agressor. O casal foi preso nesta quinta.
Selfie na delegacia
As semanas após a morte do menino revelaram um lado frio de Monique, que é filha também de uma professora e de um funcionário público da Aeronáutica.
Após o enterro do filho, ela foi a um salão de beleza em um shopping na Barra da Tijuca, próximo de onde mora, fez as unhas das mãos e dos pés e escovou os cabelos. O gasto foi de R$ 240.
No dia do seu depoimento, fez uma selfie em que aparece relaxada, com os pés sobre uma cadeira, e em que parece esboçar um sorriso ao lado de um homem.
BEBÊ RECEBE ALTA APÓS PASSAR 25 DIAS INTERNADO COM COVID-19: ‘UM MILAGRE’ DIZ A MÃE
Um bebê de Salto (SP) recebeu alta após passar 25 dias internado em tratamento de Covid-19, em um hospital particular. Luís Miguel Fraga, que irá completar três meses em 21 de abril, foi diagnosticado com a doença em 14 de março e deixou a internação no dia 7 de abril. Em entrevista ao G1, a mãe do bebê, Mical Fernanda Nascimento Fraga, de 30 anos, contou que, no dia do diagnóstico, o filho estava apenas com 51 dias de vida. Além do pequeno Luís, Mical, a irmã e a mãe dela também testaram positivo para o coronavírus.
De acordo com a mãe, o bebê começou a apresentar sinais de febre e estava dormindo além do normal, no dia 13 de março. De imediato, a família levou o Luís ao hospital, onde o pequeno passou por exames. Assim que recebeu o diagnóstico, ele foi encaminhado para internação.
“Ele estava com 38,2 graus de febre. Levei no Pronto Socorro, mas a febre não passou. Nos exames dele deram alteração. Tudo estava comprometido. A médica solicitou o exame de Covid e saiu positivo. Em Salto não tinha vaga de UTI neonatal, aí encaminharam o meu filho para Indaiatuba”, explica Mical.
Três dias depois, Luís começou a ter taquicardia e as complicações se agravaram. Depois de 25 dias, o bebê recebeu alta, na semana passada (quarta-feira, 7). A equipe médica fez um “corredor de aplausos” na saída do pequeno Luís Miguel.
Segundo Mical, Luís terá que fazer acompanhamento ambulatorial com cardiologista, porque ficou com sequelas da doença.
“Eu acredito em milagre, Deus operou. Houve dias que eu achei que ele não ia sobreviver. Foi um milagre muito grande. Só do meu filho conseguir voltar para casa e eu conseguir reunir a minha já é uma alegria. Eu sou muito grata a Deus pela equipe médica.”
Mical também tem uma filha de quatro anos, que não teve sintomas de Covid-19. Durante a gestação, ela conta que buscou tomar todos os cuidados de prevenção contra a doença e chegou a trabalhar em sistema remoto.
“Eu passei a gravidez toda com muito medo, tanto que eu trabalhei em home office. Tomei todos os cuidados. Quando teve uma pessoa da família que pegou, a minha sobrinha, fiquei 15 dias afastada. Sou do grupo de risco, hipertensa e foi uma gravidez de risco”, lembra.
Agora, a preocupação da família é o tratamento das sequelas que Luís apresentou. Para Mical, é importante que os pais fiquem em alerta porque até então ela não imaginava que isso pudesse acontecer com crianças.
“Essa doença está atingindo as crianças pequenas. É uma preocupação minha, como mãe. Como é uma doença nova e acreditávamos que crianças não pegavam. Dizem que os sintomas são menos graves, mas não foi bem assim.”