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Conheça as medidas de segurança contra covid-19 para o dia da votação

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais.

Eleitores

Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara.

Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação.

Caneta: o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação.

Mesários receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo.

Covid-19

Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral.

 

 

FLORDELIS EXIBE TORNOZELEIRA ENQUANTO CANTA EM LIVE; VEJA VÍDEO

 

A deputada federal Flordelis, suspeita de matar o seu marido, realizou uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, neste domingo (11). Enquanto cantava “O sonho não morreu”, a parlamentar exibiu a tornozeleira eletrônica que está utiliza por decisão judicial.

Flordelis virou ré após a Justiça aceitar a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) que apontou que a deputada foi a mandante do assassinato de Anderson. Ele foi morto após levar mais de 30 tiros na porta de casa.

POLICIAL MORRE EM ATAQUE DE BANDIDOS A VEÍCULO DA PM NA AV BRASIL

 

POLICIAL MORRE EM ATAQUE DE BANDIDOS A VEÍCULO DA PM NA AV BRASIL

Policiais militares do 14° BPM foram atacados na Avenida Brasil, na altura da comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na Zona Norte, no momento em que realizavam uma abordagem. O veículo capotou na via expressa. Um PM ficou ferido e foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu no hospital. Há interdições parciais na via para a realização de perícia da Divisão de Homicídios.

 

 

Globo desiste de fazer debates no 1º turno no RJ

A TV Globo desistiu de realizar os debates do primeiro turno das eleições municipais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Para evitar aglomeração, a emissora havia imposto a condição de que apenas os quatro primeiros colocados nas pesquisas eleitorais participariam do encontro, regra esta que não foi aceita pelos partidos políticos.

Em nota enviada ao portal Uol, a emissora destacou que um debate com todos os candidatos colocaria em risco a segurança da equipe da emissora e dos próprios convidados.

– A Globo informou aos partidos das quatro cidades – SP, RJ, Recife e BH – que infelizmente não foi possível alcançar o acordo proposto pela emissora para viabilizar os debates de primeiro turno com as condições necessárias de segurança para todos os envolvidos – nossos funcionários e as equipes da campanha eleitoral. As restrições sanitárias provocadas pela pandemia do novo coronavírus, aliadas ao grande número de candidatos em disputa, tornaram insuperáveis os obstáculos existentes”, informou a assessoria à reportagem.

A Globo não foi a única emissora a cancelar o debate de primeiro turno em algumas capitais. Nesta semana, a Record TV, a RedeTV! e a CNN Brasil informaram que não iriam realizar o confronto entre os candidatos. Ainda no fim de setembro, o SBT já havia anunciado a mesma coisa.

Por causa das desistências, a Band foi a única emissora de TV aberta a realizar o debate com todos os candidatos.

ÍNTEGRA DA NOTA DA GLOBO ENVIADA AO PORTAL UOL
Retomando nosso contato anterior, venho comunicar que, infelizmente, não conseguimos alcançar o acordo proposto pela emissora, com os partidos políticos, que assegure as condições necessárias para a realização do debate eleitoral, no primeiro turno.

Conforme explicado anteriormente, a pandemia do novo coronavírus impõe restrições sanitárias para salvaguardar todos os envolvidos na realização do debate – nossos funcionários e as equipes da campanha eleitoral. Tais restrições, aliadas ao grande número de candidatos em disputa, tornaram insuperáveis os obstáculos existentes.

Agradecemos a cooperação de todos.

Att, Silvia Faria

Diretora de Jornalismo TV Globo.

iPhone 12: vazam preços e datas de lançamento da Apple

Os possíveis preços, datas de lançamento e especificações da linha iPhone 12 já deram as caras. As informações sobre o próximo evento da Apple, que deve anunciar os sucessores do iPhone 11, foram reveladas por Kang, já conhecido por antecipar informações sobre produtos da marca, na rede social Weibo nesta sexta-feira (9).

Ao todo, quatro celulares da Apple devem ser anunciados em 2020, segundo Kang. A começar pelo iPhone 12 Mini, que deu as caras em rumores anteriores, com tela de 5,4 polegadas e preços a partir de US$ 699 (cerca de R$ 3.910 em conversão direta). Já o iPhone 12 tende a trazer display de 6,1 polegadas e preços a partir de US$ 799 (por volta de R$ 4.470).

O iPhone 12 Mini, 12 Pro e 12 Pro Max, respectivamente.

Em comum, os dois smartphones devem sair da caixa com câmera dupla, sendo o sensor secundário com lente ultrawide, e armazenamento de 64 GB, 128 GB e 256 GB. Cinco opções de cores podem estar disponíveis para os consumidores: azul, branco, preto, vermelho e verde.

O iPhone 12 Pro e o iPhone 12 Pro Max podem contar com 128 GB, 256 GB e 512 GB de espaço e telas de 6,1 e 6,7 polegadas, respectivamente, com preços a começar em US$ 999 e US$ 1.099, ou cerca de R$ 5.590 e R$ 6.150. A câmera tripla tende a permanecer, mas acompanhada pelo sensor LiDAR do iPad Pro.

O 5G deve marcar presença em todo o quarteto, assim como as melhorias no modo noturno e no Smart HDR. Os fones de ouvido e adaptador de tomada, no entanto, não devem acompanhar os telefones na caixa, assim como no Apple Watch SE e Apple Watch Series 6. A Apple ainda deve trazer a marca “MagSafe”, dos antigos carregadores magnéticos para MacBook, de volta.

A suposta data de lançamento dos celulares também foi revelada. Segundo Kang, a pré-venda da edição Mini começará em 6 ou 7 de novembro. O celular será enviado aos compradores a partir de 13 ou 14 de novembro. O iPhone 12 e 12 Pro, por sua vez, entrará em fase de encomendas em 16 ou 17 de outubro e chegará às lojas em 23 ou 24 de outubro.

A variante de tela maior pode demorar um pouco mais. Espera-se que a pré-venda tenha início em 13 ou 14 de novembro, enquanto as vendas estão previstas para começarem em 20 ou 21 de novembro de 2020. Já o HomePod Mini pode custar US$ 99 (cerca de R$ 550 em conversão direta) e chegar em novembro.

Vale lembrar que Kang possui um histórico notável de acertos sobre rumores da Apple. Em setembro, suas previsões adiantaram as cores e o preço inicial do iPad Air e o oxímetro do Apple Watch Series 6. Em junho, para a WWDC 2020, foi a vez de antecipar o nome do macOS Big Sur e a vinda dos widgets na tela inicial do iOS 14.

iPhone 12: Apple marca evento para outubro

A Apple marcou, nesta terça-feira (6), um evento para 13 de outubro de 2020. Apresentado como “Hi, Speed”, espera-se que a companhia norte-americana revele os sucessores do iPhone 11 durante a coletiva, além do primeiro Mac com processador ARM.

O evento virtual será transmitido na próxima terça-feira (13), a partir das 14h (horário de Brasília).

Pix vale a pena? Entenda a diferença de TED, DOC e cartões de débito e crédito

O Pix é um novo sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central (BC) que está sendo implementado no Brasil. Com a promessa de simplificar e baratear, o Pix está atraindo a atenção de muitos consumidores.

Mas os usuários ainda estão se familiarizando com as regras das novas operações que estarão funcionando no dia 16 de novembro.

Qual a diferença entre Pix e TED/DOC?

O PIX é diferente de TED e DOC. Nas transferências TED/DOC, o pagador precisa conhecer e digitar os dados do recebedor, como seu banco, CPF/CNPJ, número da agência e tipo de conta. O serviço só está disponível em dias úteis e em determinados horários. Além disso, o valor só fica disponível horas depois ou no dia útil seguinte.

No Pix, o pagador inclui a chave Pix no celular ou lê o QR Code do recebedor, ambos recebem uma notificação de operação concluída, além do Pix ser aceito em qualquer dia e horário. O Pix será mais uma opção de pagamento dentre todas que já existem, incluindo TED/DOC, que continuarão existindo.

Qual a diferença entre Pix e cartões de débito e crédito?

Com o Pix é possível transferir, receber ou fazer pagamentos de forma instantânea, mas ele não é uma operação de crédito.

O cartão de débito é, usualmente, usado para realizar operações nos caixas eletrônicos e realizar compras (sem custos adicionais para o cliente). Com o débito virtual é possível, inclusive, fazer compras na internet e sites.

Já o cartão de crédito tem uma linha de crédito atrelada ao produto com a qual é possível realizar compras para pagamento futuro (data de vencimento da fatura).

É preciso ter uma Chave Pix?

O cadastramento da Chave Pix não é obrigatório. Entretanto, ter uma Chave Pix facilita bastante a realização de operações e é o grande diferencial do novo serviço, pois com ela não há a necessidade de digitar todos os dados bancários do recebedor. Basta informar a Chave Pix dele.

Já posso fazer o cadastramento das chaves?

O prazo para cadastramento das informações dos futuros usuários do Pix começou na última segunda-feira. O cadastro, na prática, requer fazer o registro da “chave Pix”, que funciona como a identificação do usuário.

O cliente pode se cadastrar em bancos como Santander, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Caixa, além de fintechs como Inter, C6 e Nubank. As cooperativas também já estão aptas, como o Bancoob e o Sicoob. Mais de 600 instituições estão aptas a fazer o cadastro.

Qual a vantagem do Pix?

Com o Pix será possível pagar boletos, contas de luz, impostos ou compras. Ele será mais um meio de pagamento e mais uma maneira de transferir recursos, como TED e DOC, com a vantagem de permitir operações em qualquer hora do dia e com mais rapidez. A intenção é facilitar transações, que não precisarão de muitas informações.

VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA TERÃO PREFERÊNCIA NO ATENDIMENTO DO IML

Vítimas de violência doméstica e familiar terão prioridade de atendimento no Instituto Médico Legal (IML) e nas unidades estaduais de saúde. É o que determina o projeto de lei 869/19, do deputado Renato Cozzolino (PP), que foi aprovado em segunda discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (08/10). A medida será encaminhada ao governador Cláudio Castro, que terá até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la.

A norma configura como violência doméstica disposto na Lei Maria da Penha – Lei Federal 11.340/06 – e a violência praticada contra criança e idoso. A medida deverá ser regulamentada pelo Executivo. “O objetivo é dar mais celeridade a esse processo. Tenho recebido queixas frequentes sobre a demora na emissão de laudos”, justificou o autor.

MPRJ denuncia bombeiros militares por cobrarem valores para a emissão de documentos de legalização de edifício em Nova Iguaçu

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), ofereceu duas denúncias contra quatro bombeiros militares, lotados no 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4º GBM), e um civil por atuarem em um esquema de recebimento de valores indevidos para a expedição de documentos necessários à legalização de um edifício em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A denúncia, apresentada à Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio, é um desdobramento da “Operação Ingenium”, que cumpriu, em 2017, mandados de prisão contra bombeiros lotados em agrupamentos na Baixada Fluminense e na Capital, além de oficiais ligados ao setor de engenharia da corporação e empresários, todos denunciados pelo crime de organização criminosa.

De acordo com as novas denúncias, em outubro de 2016, o tenente-coronel Alex Silva André e o major Jonas Grujahu dos Santos Júnior uniram esforços para conduzir as negociações que culminaram na aprovação e confecção de certificado de aprovação (CA), documento oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio (CBMERJ), de um edifício situado em Nova Iguaçu mesmo sem possuir adequação à legislação vigente contra incêndio e pânico. O prédio, representado por Elenício Rosa dos Santos, civil denunciado por intermediar o recebimento da propina junto ao proprietário do empreendimento, teve sua legalização processada no setor de engenharia do Grupamento, onde trabalhavam o major Thiago Ferreira de Almeida e o 1º sargento William Ribeiro. Para não levantarem suspeitas sobre os ilícitos praticados, ao telefone os denunciados tratavam a propina a ser recebida como “extintor”.

A ação ajuizada ainda relata que Alex, Comandante do 4º GBM à época dos fatos, permitia que as atividades criminosas funcionassem de forma tranquila e sem interferências dentro da instalação militar. O papel de Elenício, integrante do chamado terceiro núcleo da organização criminosa, era intermediar as tratativas das propinas para negociação e liberação dos documentos junto a empresários locais. Ele levava as negociações até os bombeiros militares no setor de engenharia que, sob a responsabilidade do major Thiago e do 1º sargento William, ajustava a liberação da parte documental e a entregava, liberada, a Elenício.

O GAECO/MPRJ requereu à Justiça para que, após o devido processo legal, sejam proferidas decisões condenatórias aos bombeiros denunciados, bem como a decretação da perda do cargo e a interdição para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de oito anos, subsequentes ao cumprimento da pena. Os quatro militares foram denunciados pelo crime de corrupção ativa, nos termos do artigo 308, § 1º do Código Penal Militar; enquanto Elenício foi enquadrado no artigo 333, parágrafo único, do Código Penal (oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício), e se condenado pode pegar de um a oito anos de prisão, e pagamento de multa.

AGORA É LEI: EMPRESAS DEVEM INFORMAR REDUÇÃO DE VELOCIDADE DE INTERNET EM TEMPO REAL

As operadoras de telefonia móvel serão obrigadas a informar os consumidores, em tempo real, sempre que houver redução da velocidade de conexão da Internet móvel ou fixa e até mesmo a interrupção no serviço. A determinação é da Lei 9.049/20, que foi sancionada pelo governador em exercício, Cláudio Castro, e publicada pelo Diário Oficial do Estado, nesta sexta-feira (09/10).

Segundo a norma, de autoria original dos deputados André Ceciliano (PT) e Fábio Silva (DEM), as operadoras deverão informar a quantidade de dados contratada e a disponibilizada pela empresa no momento da redução da velocidade. O repasse de informações poderá ser feito por SMS ou qualquer outro meio que garanta sua eficácia. Na hipótese da redução da velocidade de conexão à internet móvel estar em desconformidade à franquia contratada, a operadora de telefonia móvel deverá fazer a compensação no valor total do consumo já na fatura seguinte, observado o período da ocorrência do dano ao consumidor, conforme determinações do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A justificativa da medida é baseada na frequente redução da velocidade de conexão à internet dos dados móveis, independente da franquia adquirida, por uma ineficiência do serviço da operadora de telefonia. Com isso, o consumidor acaba pagando duas vezes pelo serviço contratado por total falta de transparência da operadora.

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