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1º habilitado sem braços é preso por tentativa de assalto

Conhecido por ser o primeiro amazonense a conseguir uma habilitação para dirigir sem ter os braços, Leonardo de Souza Cavalcante, de 23 anos, foi preso em flagrante na noite desta quinta-feira (25) por porte ilegal de arma na zona sul de Manaus. Com ele, a polícia aprendeu um revólver calibre 32 e duas munições intactas.

 

A suspeita é que Leonardo tenha participado de uma tentativa de assalto. O jovem foi encontrado depois que a polícia militar recebeu um denúncia anônima sobre um veículo prata dirigido por um deficiente físico estaria se preparando para cometer roubos na rua São José.

 

Leonardo ganhou fama em 2017 quando se tornou a primeira pessoa sem braços a tirar carta de motorista no Detran da capital amazonense. O jovem tinha o sonho de dirigir e teve seu carro adaptado para conduzir com os pés.

Família encontra menino desaparecido há 5 dias em Campo Grande

 

Após 5 dias de intensas buscas e manifestações, o sumiço do menino Mateus Marques da Silva Ré, de 14 anos, teve um final feliz. O estudante foi encontrado por uma equipe de apoio do Conselho Tutelar, na madrugada de sexta-feira, vagando pelas ruas no Centro da cidade do Rio de Janeiro e levado para um abrigo em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ele havia sumido, na tarde da última segunda-feira, a caminho da escola, na Comunidade do Rola, em Santa Cruz.
Visivelmente abatido, mas sem vestígios de violência, Mateus que fora diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), contou que se perdeu de casa e, entre caminhadas e embarques em ônibus, chegou ao Centro da cidade. Familiares acreditam que ele teria sofrido um surto psicótico. Após comunicar à família, os agentes confirmaram, pelas descrições e fotografia, a identificação do adolescente e o encaminharam para um abrigo.
Ainda não sabemos o que ocorreu, no entanto, tudo indica que ele tenha sofrido alguma carga emocional, que culminou no surto. Ele ficou confuso e acabou se perdendo de casa. Graças a Deus não sofreu nenhum tipo de violência e está com a saúde em dia. Agora, ele vai retomar o tratamento para voltar à rotina com a família, amigos e o grupo da igreja”, disse, aliviada, a mãe, a agente de hotelaria Débora Marques dos Santos, de 33 anos.
Na noite da última quinta-feira, a comunidade realizou uma manifestação na Praça do Curral Falso, em Santa Cruz, para alertar autoridades e opinião pública sobre o caso. O encontro de Mateus encerra o trabalho de buscas, que durou cerca de 80 horas, realizado por familiares, amigos, policiais militares e civis, além do apoio do Programa SOS Crianças Desaparecidas da Fundação para Infância e Adolescência (FIA) e de Conselhos Tutelares da região. O caso teve ampla divulgação nas redes sociais e no DIA Online.
“Agradeço a todos que oraram pela vida do meu filho, ajudaram nas buscas e fizeram a divulgação nas redes sociais e na mídia. Esse apoio foi fundamental. Portanto, quem fala é um pai sofrido, mas grato. Agradeço primeiro a Deus, depois a essa rede de pessoas que se empenharam para encontrar o meu filho. Obrigado!”, disse, emocionado, o estoquista Luis Roberto da Silva Ré, de 39 anos.
De acordo com a família, Mateus foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde passará por exame de corpo de delito. A seguir, familiares, testemunhas e o adolescente serão ouvidos na 36ª DP (Santa Cruz), onde o caso está sendo investigado.

FIA lança cartilha de orientação em casos de desaparecimentos

A Fundação para Infância e Adolescência (FIA) e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) lançaram uma cartilha com instruções sobre como agir em caso de desaparecimentos de crianças. O evento marca o início da Semana Nacional de Mobilização Contra o Desaparecimento de Crianças, que vai de 25 a 31 de março, e busca orientar e conscientizar a população sobre o tema.

A comunicação deve ser feita de forma imediata quando se percebe que a pessoa está sumida e incomunicável. Em casos de desaparecimento, a família deve procurar a delegacia mais próxima, munida de uma fotografia atual da pessoa, e entrar em contato com o Programa SOS Crianças Desaparecidas nos seguintes contatos: 2286-8337 e 98596-5296.

Desde que criado o Programa SOS Crianças Desaparecidas já localizou 3230 crianças, e prestou apoio psicossocial à famílias. A cartilha completa está disponível no endereço eletrônico https://bit.ly/3rryi01.

Morre a mãe do Padre Fabio de Melo após complicações por Covid-19

 

*Morre a mãe do Padre Fabio de Melo após complicações por Covid-19*

27 de março de 2021

Morreu neste sábado (27) a mãe do Padre Fábio de Melo. O religioso lamentou a perda com publicação em seu Instagram, em que mostra dona Ana Maria em vários momentos, em vídeo de um show antigo que ele fez. Ela estava intubada na UTI com Covid-19 desde o dia 15 de março, e não resistiu às complicações.

“Minha mãe partiu hoje. Logo cedo, como quem tem pressa de viver a eternidade. A mim resta a dor térrea, o ferimento que rasga o corpo e a alma. Ela me deu a vida num Sábado de Ramos, como hoje. Nossa simbiose reuniu as regras do nascer e do morrer.”, começou ele.

Na sequência, ele agradeceu pelo tempo com Ana Maria. “Obrigado, minha dona Ana! Só Deus e nós sabemos o quanto fomos um do outro. Uma pertença que me fez sofrer, sorrir, amar, aprender, conjugar todos os verbos que tornaram válida a aventura de nossa existência. Seguirei hospedando sua memória, levando tudo o que couber dentro de mim.

Um dia, quando eu estava em Fátima, Portugal, eu liguei para a senhora e disse: ‘mãe, eu estou em Fátima!’. A senhora imediatamente me disse: ‘Então, quando você estiver diante de Nossa Senhora, diga que eu mandei um beijo pra ela.
Fala que é a Ana Maria, ela sabe quem é’. Sim, minha mãe, meu pedaço de mim. Na eternidade, onde a pureza e a bondade prevalecem, todos sabem quem a senhora é.”, disse.

O religioso ainda afirmou que tinha medo pelo dia da perda de sua mãe. “Leve de mim tudo o que quiser, tudo o que puder. O dia mais temido chegou.

O dia de continuar neste mundo tão empobrecido, sem o precioso simbólico da filiação, sabendo que você não estará mais por aqui. Guarde meu coração com o seu.

Até o dia que Deus voltar a me permitir deitar a cabeça no seu colo, enquanto você faz carinho nos meus cabelos, me chamando de Fabinho. Obrigado a todos vocês que rezaram, obrigado pelo amor com que vocês sempre nos trataram”, concluiu.

*Primeira dose da vacina e infecção*

Dona Ana chegou tomar a primeira dose da vacina no dia 4 de março, mas segundo relato do Padre Fábio, ela foi contaminada dias antes. “Nem imaginávamos que já era tarde.

Quatro dias antes de ser vacinada, minha mãe precisou ser hospitalizada. Minha sobrinha, Cristiane Castro, a acompanhou.

Ficaram um pouco mais de 24 horas no hospital. Dois dias depois do dia da vacina, a Cris começou ter sintomas. Fez o teste e deu positivo.

Testamos minha mãe, mas deu negativo. Retiramos ela da casa, isolamos, tomamos todas as providências. Mas anteontem, minha mãe começou a ter um pigarro. Por precaução fizemos o teste e recebemos a pior notícia. Ela está com Covid. Hoje, logo cedo, precisou ser hospitalizada”, contou ele.

Fábio ainda fez um apelo para as autoridades, na ocasião. “Mobilizem-se para que a vacina não chegue tarde demais, como tem sido para muitos.”, completou.

 

Ex-deputado Luiz Carlos Ramos é internado com Covid-19

 

O ex-deputado Luiz Carlos Ramos foi internado, com Covid-19, na tarde desta sexta-feira 26/03, no hospital Copa Dor.

Ramos e sua esposa, Selma Ramos, foram diagnosticados com a doença há uma semana e vinham sendo tratados em sua casa, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, com acompanhamento do médico Luiz Orlando Cadorna.

Desde a última quarta-feira, o estado de saúde de Ramos vem se agravando. A saturação vinha diminuindo, até que uma tomografia feita nesta sexta mostrou que 50% dos pulmões estão comprometidos.

“Ele está lúcido e tenho certeza de que vai sair dessa”, disse o filho mais velho, o vereador Luiz Ramos Filho.

Luiz Carlos Ramos tem 69 anos, teve sete mandatos na câmara dos vereadores, é conhecido na cidade como o homem do chapéu, e estava programado para se vacinar contra covid na semana que vem.

Eduardo Paes pede apoio das Forças Armadas para acelerar vacinação no Rio.

 

Eduardo Paes pede apoio das Forças Armadas para acelerar vacinação no Rio.

 

Eduardo Paes pede apoio das Forças Armadas para acelerar vacinação no Rio.

Enquanto a Covid-19 avança no Rio e deixa centenas de doentes na fila por um leito, a prefeitura tenta acelerar o ritmo de vacinação. Foi divulgado ontem um calendário com os dias de imunização para quem tem de 67 a 71 anos. O prefeito Eduardo Paes diz que pretende concluir a faixa dos acima de 60 anos até o fim de abril. Para isso, ele pediu apoio das Forças Armadas a fim de aumentar os postos de vacinação na capital.

— Estamos conversando com o ministro da Defesa para que as Forças Armadas ajudem na montagem de novos locais de vacinação. O Instituto Butantan está em ritmo total, e a Fiocruz também — disse Paes, durante o anúncio do último Boletim Epidemiológico de Covid-19 na cidade.

Segundo o prefeito, quando todos os idosos até 60 anos estiverem vacinados, a probabilidade é que os indicadores da pandemia comecem a melhorar, uma vez que a maioria das internações, cerca de 80%, é de pessoas justamente nesta faixa etária.

— Lá para o Dia de São Jorge (23 de abril), deveremos ter todos os idosos vacinados, e aí agente pode flexibilizar muito. Não caia na conversa de maluco de que a vacina faz mal. Meus pais foram vacinados e estão ótimos — contou o prefeito.

Hoje os postos abrem para vacinar quem tem 72 anos ou mais. A partir de segunda-feira, o esquema muda. Serão vacinadas pessoas com a mesma idade num único dia, mas mulheres vão pela manhã e homens, à tarde. A semana começa com aqueles de 71 anos.

Xuxa declara que testes de vacinas devem ser feitos em presos ao inves de animais

 

 

A cantora Xuxa fez uma declaração bombástica durante uma live feita no perfil do Instagram da Assembleia Legislativa do Rio, nesta sexta-feira (27). A apresentadora revelou ser a favor da ideia de fazer testes de remédios e vacinas em presidiários e não em animais como forma de experimento.

“Acho que, com remédios e outras coisas, eu tenho um pensamento que pode parecer muito ruim para as pessoas, desumano… Na minha opinião, existem muitas pessoas que fizeram muitas coisas erradas e estão aí pagando seus erros para sempre em prisões, que poderiam ajudar nesses casos aí, de pessoas para experimentos “, falou ela.

A rainha dos baixinhos foi mais além: “Acho que pelo menos serviriam para alguma coisa antes de morrer, para ajudar a salvar vidas com remédios e com tudo. Aí vem o pessoal dos Direitos Humanos e dizer que não podem ser usados. Mas se são pessoas que estão provados que irão passar sessenta, cinquenta anos na cadeia e que irão morrer lá, acho que poderiam usar ao menos um pouco da vidas delas para ajudar outras pessoas. Provando remédios, vacinas, provando tudo nessas pessoas pra ver se funciona. Já que vai morrer na cadeia, que pelo menos sirva pra ajudar em alguma coisa”.

Assista o vídeo: 

 

Cartilha orienta o que fazer em casos de desaparecimento

 

Casos de desaparecimento geram muita apreensão em familiares, que muitas vezes não sabem exatamente como proceder. O nervosismo pode ser ainda maior em meio à pandemia de covid-19 e às medidas restritivas variadas adotadas para conter a doença em todo o país. 

Só no estado do Rio de Janeiro, mais de 200 pessoas desapareceram mensalmente no ano passado. Foi pensando nisso que a Defensoria Pública do Rio de Janeiro lançou uma cartilha reunindo as principais recomendações. São listadas orientações sobre registro de ocorrência, formas adequadas de comunicação, ações que podem ser tomadas e cuidados a serem observados.

O desaparecimento é o sumiço de alguém sem aviso prévio a familiares, amigos ou terceiros, não importando a idade. Uma pessoa é considerada desaparecida quando não é encontrada nos lugares que tem o hábito de frequentar, não está na companhia de conhecidos e está incomunicável. Essa situação precisa ser informada à delegacia mais próxima.

É muito comum ouvir que os familiares e conhecidos devem aguardar prazos de 24 ou 72 horas para registrar uma ocorrência de desaparecimento. No entanto, essa é uma crença popular equivocada. Conforme orienta a cartilha, a comunicação deve ser feita imediatamente, tão logo se perceba que a pessoa está sumida e incomunicável. Uma orientação importante é se dirigir à delegacia levando uma fotografia atual do desaparecido. Nenhuma informação deve ser omitida dos policiais.

Também é recomendado que amigos, vizinhos e parentes sejam informados do desaparecimento. Eles podem ter informações pertinentes. Deve-se manter uma pessoa no local em que o desaparecido foi visto pela última vez. Familiares e amigos podem ainda percorrer lugares habitualmente frequentados por ele.

A divulgação de fotos nas redes sociais pode ajudar, mas um cuidado deve ser tomado: não publicar contatos telefônicos. A cartilha alerta para os riscos de familiares receberem trotes ou serem alvos de tentativas de extorsão.

Familiares podem recorrer ainda às Defensorias Públicas estaduais quando necessitarem de assistência jurídica. “É direito dos familiares acompanharem e serem informados sobre o andamento das investigações policiais”, registra a cartilha. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro, além de atuar para garantir o cumprimento desse direito, informa que providencia ainda assistência social e psicossocial. Durante a pandemia de covid-19, os atendimentos têm sido feitos de forma online.

A cartilha está disponível no site da Defensoria Pública do Rio de Janeiro e foi elaborada com o apoio da organização não governamental Portal Kids e da Fundação para Infância e Adolescência, entidade vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH) do Rio de Janeiro. O documento foi lançado na abertura da Semana Nacional de Mobilização Contra o Desaparecimento de Crianças, iniciativa instituída pela Lei Federal 12.393/2011. Todos os anos, entre 25 e 31 de março, são realizadas ações em todo o território nacional para conscientizar a população sobre o tema.

Outros canais

No Rio de Janeiro, além das delegacias, há outros canais para informar os casos de desaparecimento. Entre eles estão o Programa de Desaparecidos do Disque Denúncia, uma central telefônica comunitária, e o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid), criado pelo Ministério Público do do Rio de Janeiro (MPRJ). Quando a situação envolve crianças e adolescentes, também é recomendada a comunicação da ocorrência ao programa SOS Crianças Desaparecidas.

Há cerca de dois anos, o MPRJ apresentou um estudo do perfil dos desaparecidos com base nos casos acompanhados pelo Plid entre janeiro de 2013 e fevereiro de 2018. Nesse período, o programa contemplou 7.937 ocorrências de desaparecimentos, sendo que 38,53% delas envolviam pessoas entre 18 e 29 anos e 30,12% entre 30 e 64 anos.

Dos casos elucidados, 52% dos desaparecidos eram pretos e pardos, 24% brancos e 23% não registraram essa informação. Em mais da metade das ocorrências, não foi possível determinar os motivos para o sumiço. Entre as causas mais relatadas estão conflito intrafamiliar, ausência de notificação de óbito, transtorno psíquico e drogadição. Em 26,19% dos casos, o desfecho é o retorno voluntário do desaparecido.

Localidades críticas

Se de um lado, os riscos associados à disseminação da covid-19 podem gerar mais apreensão para familiares de desaparecidos, de outro, as restrições decorrentes da pandemia parecem ter contribuído para uma queda dos casos. É uma hipótese que está sendo considerada por órgãos envolvidos, embora ainda não existam pesquisas que confirmem essa relação.

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), autarquia vinculada ao governo do Rio, 2.133 pessoas desapareceram no estado entre janeiro e agosto do ano passado, uma média de 266 por mês. Do total, foram 558 casos na zona oeste da capital e 533 em municípios da Baixada Fluminense. Assim, os dois locais registraram juntos 51,15% das ocorrências.

Um estudo mais antigo do próprio ISP revela que, em 2010, a média mensal de desaparecidos foi bem mais alta. Na ocasião, 5.473 ocorrências foram registradas, uma média de 456 por mês. Em 2019, um ano antes da pandemia, a Sedsodh também confirmou que o estado vinha contabilizando mais de 400 casos mensalmente. O dado foi apresentado durante uma audiência pública realizada em novembro de 2019 na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Delegacia especializada

Para lidar com o alto volume de casos, a Polícia Civil do Rio de Janeiro inaugurou em 2014 uma Delegacia de Paradeiro de Desaparecidos (DDPA) na zona norte da capital. Ela conta com policiais dedicados a cuidar de ocorrências de desaparecidos, além de assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais que participam do atendimento aos casos. Na audiência pública ocorrida na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em 2019, a Coordenadoria de Desaparecidos do Estado do Rio de Janeiro, órgão ligado à Sedsodh, defendeu a criação de uma delegacia especializada também na Baixada Fluminense, o que ainda não ocorreu.

Um caso emblemático na região ocorreu recentemente no município de Belford Roxo. Há quase três meses, o desaparecimento de três crianças ainda não tem solução. Os meninos Fernando Henrique, de 11 anos; Alexandre da Silva, de 10; e Lucas Matheus, de oito, foram vistos pela última vez no dia 27 de dezembro do ano passado. Eles haviam saído para brincar na rua, como de costume, mas não retornaram.

No curso das investigações, o MPRJ encontrou imagens de uma câmera de segurança que registram os garotos caminhando tranquilamente e conversando em um bairro vizinho ao local onde ficam suas casas. Suas mães e seus pais continuam sem saber o paradeiro deles. Em apoio aos familiares, internautas e ativistas têm disseminado uma campanha nas redes sociais usando a hashtag #OsMeninosDeBelfordRoxo.

BRIGA DE FAMÍLIA TERMINA EM MORTE NO KM32( IMAGEM FORTE)

 

 

Ex-pastor Felipe Heiderich assume namoro com youtuber Bruno de Simone

 

Absolvido pela Justiça após ser acusado de pedofilia pela pastora Bianca Toledo, Felipe Heiderich decidiu assumir que é bissexual e que está namorando o youtuber Bruno de Simone. A revelação foi feita pelo próprio agora ex-pastor para a colunista do Jornal o Dia, Fábia Oliveira

 

Conforme disse Felipe, a bissexualidade entrou em sua vida recentemente, especialmente após os acontecimentos envolvendo a acusação de pedofilia, como a prisão e a internação em um hospital psiquiátrico, fatos que ele classificou como “tragédia”.
“Fui criado na roça pela minha avó e por isso sempre tive um jeito mais educado ou delicado, como alguns gostam de enfatizar. Mas sempre tive namoradas e todas elas podem testemunhar sobre isso. Assim como depois da tragédia que vivi e comecei a repensar na vida, sempre deixei claro que se algum dia me apaixonasse por alguém, seja homem ou mulher, eu tornaria público”, disse.
Sobre já ter sido consagrado a pastor, ele também falou sobre este assunto. “Neste momento eu abro mão do título eclesiástico. O título nunca foi importante pra mim. Ele não está no meu RG, então eu sempre serei o Felipe, e isso pra mim basta. Neste momento eu não quero pastorear”, completou.

 

Rio teve mais 129 casos das novas variantes da Covid-19

 

O novo boletim detalhou que o município do Rio totalizou, desde o início da pandemia, 221.340 casos de Covid-19, com 19.926 óbitos. No ano passado, a taxa de incidência da doença foi de 2.884,3 por 100 mil habitantes, com letalidade de 9,3% e taxa de mortalidade de 268,2/100 mil. Já em 2021, a incidência está em 438,5/100 mil, a letalidade em 7% e a mortalidade, em 30,9/100 mil. O boletim foi elaborado pelo Centro de Operações de Emergências (COE Covid-19 Rio), que monitora o panorama epidemiológico da cidade.

Na última semana, houve mais 129 casos das novas variantes do vírus, 123 deles em moradores do município. No total, já são 183 casos na capital, sendo 38 originários de outras regiões do país que vieram para internação em hospitais federais e 145 de moradores da cidade. Dos residentes, são 137 casos da variante brasileira (P.1) e sete da britânica (B.1.1.7); 16 pacientes morreram, três seguem internados e os demais já estão recuperados.

Os atendimentos a pacientes com síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nas unidades de urgência e emergência também continuam em crescimento. Para conter a circulação do coronavírus e suas novas variantes na cidade, entraram em vigor nesta sexta as medidas restritivas emergenciais instituídas pelo decreto nº 48.644, que terão duração de 10 dias, até 4 de abril.

Paes ressaltou que a Prefeitura criou uma série de ações para auxiliar tanto as pessoas mais vulneráveis quanto os setores da economia que vão sofrer com a paralisação de suas atividades nestes 10 dias. E deu um recado direto à população:

“Criamos um conjunto de condições facilitadoras para que você não se desloque, possa permanecer em casa. Se você seguir esta regra, a gente vai diminuir o número de pessoas que podem se contaminar nos próximos 10 dias. Estamos em um momento de maior número de internações desde o início da pandemia, maior número do que o ano passado“, disse Paes.

O prefeito lembrou que foram abertos mais de 350 leitos novos desde janeiro, mas que existe um teto e a Prefeitura já está quase em sua capacidade máxima de atendimento. O secretário Daniel Soranz reforçou que a população precisa se conscientizar sobre a importância de evitar a circulação nas ruas sem necessidade.

“Não é o momento de receber pessoas e amigos em casa. Só para lembrar, a gente tinha 30/40 internações por dia e (esse número) subiu para mais de 150 por dia, chegando ao pico de 170. Cresceu de maneira muito rápida, como aconteceu em São Paulo e Minas. Nós temos 663 pessoas internadas em um leito de UTI. São pessoas que tiveram Covid da forma mais grave. A mortalidade em um leito de UTI é, no mínimo, de 40%. É muito alta. Então, temos que prestar atenção, porque significa que muitas pessoas estão adoecendo de forma grave. Talvez esse seja o ponto mais preocupante”, afirmou Soranz.

No momento, a rede SUS conta com 705 leitos operacionais de UTI dedicados à doença, o maior número desde o início da pandemia, há um ano, o que resultou também nos maiores números de pacientes internados. A capacidade instalada da rede atualmente é de 826 leitos de UTI, o que significa que ainda há leitos de terapia intensiva possíveis de serem abertos.