Uma norte-americana está em estado grave numa Unidade de Tratamento Intensivo do Texas após atear fogo no próprio corpo acidentalmente. A vítima foi identificada como Kate Wise.
Segundo uma colega de Kate, ela tentou acender uma vela pouco tempo após higienizar as mãos com um álcool gel. O braço dela teria pegado fogo e, em seguida, a garrafa teria explodido.
Kate que é mãe de três filhos, estava com eles na hora do acidente. Eles pediram socorro aos vizinhos, que a levaram para um hospital.Para pagar as despesas com a unidade de saúde, a família de Kate Wise criou uma vaquinha virtual para arrecadar US$ 100 mil (equivalente a R$ 500 mil). Kate teve queimaduras de segundo e terceiro grau.
*📝Expulsa de casa por traficantes e sem familiares, mulher mora há quase 40 anos em unidade da PM*
*👉🏿Aos 6 anos de idade, ela perdeu a mãe que, aos 25 anos, morreu durante um aborto. Era 1962 e ela foi morar com a avó, que era cobradora em uma empresa de ônibus e a criou na Favela Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.*
*👉🏿Assim começou a história de “Maria do 18°” – como a Maria de Fátima Dãauria da Silveira acabou ficando conhecida.*
Quando completou a mesma idade que a mãe tinha quando morreu, Maria perdeu também a avó – vítima de um derrame. O ano era 1981 e criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlavam o tráfico de drogas na CDD invadiram a casa delas.
Resgatada por policiais do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) localizado na favela, Maria recebeu abrigo na sede do 18°BPM (Jacarepaguá) – onde mora até hoje, aos 64 anos.
Não há uma pessoa dentro da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) que não a conheça – pessoalmente ou através de relatos.
Nesta sexta-feira, dia 4 de setembro, ela foi homenageada em vida pelo atual comandante do batalhão de Jacarepaguá, tenente-coronel Roberto Christiano Dantas, que reformou e reinaugurou o rancho da unidade o batizando com o nome de Maria.
“A Maria é uma lenda na corporação e agora está eternizada aqui”, destacou o coronel Dantas.
Já Maria, que há quase quatro décadas tem o 18°BPM como seu endereço residencial, era só alegria e gratidão.
“Agora vou almoçar e jantar todo dia aqui no rancho. Tem meu nome, né? Eu gosto muito desses meninos. Gosto de todos esses policiais”, enfatizou Maria, que é a única civil sem grau de parentesco com PMs a ter direito a atendimento médico nas unidades de saúde da corporação.
A conquista ocorreu através do coronel Gilson Pitta – que foi comandante-geral da PMERJ de janeiro de 2008 a julho de 2009. Na época, o oficial cadastrou Maria como sua dependente para que ela pudesse ter acesso à carteira do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom).
MULHER NEGRA DENUNCIA RACISMO EM SUPERMERCADO E É DEMITIDA
Uma mulher negra, que trabalhava como auxiliar de cozinha no hipermercado Atacadão, no bairro de Santa Cruz, na zona oeste do Rio, foi demitida do estabelecimento após fazer inúmeras denúncias de que estava sendo vítima de racismo e intolerância religiosa no ambiente de trabalho.
De acordo com Nataly Ventura da Silva, 31, ela começou a trabalhar no preparo de alimentos para os funcionários e colaboradores do hipermercado no dia 6 de março e, desde então, passou a ser vítima de preconceito por parte de um colega.
Segundo a ex-funcionária, as queixas foram levadas à responsável pela cozinha — uma nutricionista, que não interveio a favor dela. O caso também foi denunciado pelos canais de atendimento interno do estabelecimento, mas nada ocorreu.
“Eu chegava, ele virava o balde e começava a batucar como se fosse atabaque, em referência ao candomblé. Um dia, os colegas estavam conversando sobre a doação de um gato, ele disse que o gato só serviria se fosse branco, preto não poderia adotar. Ele chegou a dizer que desde o dia que eu entrei lá [na cozinha], ele já não gostava de mim.”
De acordo com Nataly, o funcionário nunca foi punido, apesar das queixas frequentes dela. Ela, por sua vez, foi avaliada de forma negativa pela supervisora, que a considerou uma pessoa “influenciável”.
A gota d’água para a vítima ocorreu no dia de sua demissão, em 28 de junho. Ao deixar o RH e retornar à cozinha, encontrou um recado escrito no avental: “só para branco usar”.
“Eu me senti muito mal. A supervisora tinha que ter levado o avental e encaminhado ele direto para o RH, mas ela não fez nada. Ela apenas riscou a frase, fez vista grossa esse tempo todo”, lamentou Nataly.
“Ele é um racista declarado, e ela mais ainda porque permitiu que tudo chegasse a esse ponto”, afirmou Nataly.
O Ministério Público do Trabalho confirmou as denúncias apresentadas pela ex-funcionária e relatou ainda que o suspeito de racismo apresentava problemas também com outros funcionários, tendo até machucado outra colega.
Segundo a procuradora do trabalho Fernanda Diniz, o hipermercado Atacadão foi omisso e permitiu que o empregado adotasse tal postura racista e de intolerância religiosa.
Os danos coletivos solicitados pelo MPT somam R$ 50 milhões. Caso o mercado seja condenado, os valores serão transferidos para instituições sem fins lucrativos voltadas para causas negras.
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram um teste sorológico para covid-19 que custa cerca de 20 vezes menos que os testes rápidos disponíveis em farmácias do Brasil. A metodologia, chamada de S-UFRJ, é resultado de uma parceria entre o Instituto de Biofísica e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).
O teste sorológico da UFRJ consegue captar anticorpos IgG (de longa duração) produzidos pelo corpo humano com precisão que chega a 100% após 20 dias do início dos sintomas. De acordo com os resultados, o método também é capaz de identificar anticorpos dez dias após os sintomas terem começado, mas a precisão cai para 90%.
A redução de custos se deve principalmente ao fato de que, apesar de ser do tipo Elisa (ensaio de imunoabsorção enzimática), o teste pode ser realizado com uma gota de sangue retirada da ponta do dedo. Uma das coordenadoras da pesquisa, a professora da Coppe Leda Castilho explica que esse modelo de coleta de amostras custa bem menos que extrair o sangue de uma veia do braço com uma seringa.
“Para tirar sangue da veia, você precisa ter uma estrutura laboratorial, operadores treinados da área da saúde e todo o material estéril, como a seringa e o tubo especial. Depois, tem que ter uma estrutura para separar o soro desse sangue”, disse. “Nossa metodologia tem a coleta a partir de um furinho na ponta do dedo, e a amostra é embebida em um papel filtro, que, no limite, pode ser um filtro de café”, acrescenta.
O custo dos insumos necessários para o teste não passa de R$ 2, quando considerada a saúde pública e organizações não governamentais com isenções tributárias. Apesar de um pouco maior, o custo baixo também vale para estabelecimentos privados, que conseguirão fazer o teste gastando R$ 5, calcularam os pesquisadores.
O objetivo da pesquisa é fazer com o que o teste sorológico seja mais acessível e também chegue a regiões com menor estrutura laboratorial, destacou a pesquisadora. Com a realização desse tipo de testes, é possível acompanhar a prevalência sorológica de populações mais distantes das capitais e em países de menor renda.
“O que a UFRJ oferece para a sociedade é um teste que pode ser feito na população ribeirinha do Amazonas, no meio do Cerrado ou no interior do sertão nordestino. E um teste que, além da alta confiabilidade e da simplicidade de coleta de amostra e processamento, tem um custo baixíssimo, de pelo menos 20 vezes menos que testes rápidos que têm sido realizados em farmácias e laboratórios do Brasil”.
A metodologia para a realização do teste foi publicada cientificamente para ser replicada por institutos de pesquisa, empresas e governos de todo o mundo. Leda Castilho explica que a opção por não patentear e cobrar pela tecnologia faz parte da proposta de tornar o teste mais acessível. “A gente acha que, num horizonte de pandemia, as plataformas devem ser abertas para qualquer um em qualquer lugar do mundo”, disse. Segundo ela, todo o processo de licenciamento também atrasaria a aplicação das descobertas no combate à pandemia. “Isso tem sido feito em todas as áreas e em todo o mundo. Não somos só nós que estamos fazendo isso”.
Proteína S
O desenvolvimento do teste sorológico é resultado de outro trabalho da UFRJ: a produção em laboratório da proteína S, que forma os pequenos espinhos que o coronavírus utiliza para invadir as células. Já em fevereiro, a universidade havia iniciado a produção da proteína, e, desde março, outras instituições e empresas brasileiras vêm se beneficiando dessa produção para outras descobertas. A proteína S produzida na UFRJ foi utilizada, por exemplo, no desenvolvimento do teste rápido do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), informa Leda Castilho.
Além da coleta de amostras da ponta do dedo, o baixo custo da produção dessa proteína na universidade é outro fator que contribui para que o teste S-UFRJ seja mais barato.
Para tornar a testagem ainda mais acessível os pesquisadores trabalham agora em simplificar o processamento da amostra, o que permitiria que os testes realizados em regiões distantes de laboratórios pudessem ser processados no próprio local da coleta. Enquanto atua nesse próximo passo, a universidade já começará a implementar o teste desenvolvido em sua testagens internas de trabalhadores.
A médica Dieynne Miranda Saugo, que foi picada duas vezes por uma cobra venenosa durante um banho de cachoeira em Nobres, no Mato Grosso, foi diagnosticada com covid-19, de acordo com informação divulgada pela irmã dela, Nathalia Saugo Paiva, nas redes sociais, na sexta-feira (4).
Dieynne Miranda Saugo foi picada duas vezes por cobra venenosa
Reprodução/Record TV
Segundo a irmã, Dieynne passou por uma a cirurgia no braço e seu quadro de saúde é estável. Nathalia disse que, de acordo com a equipe médica, o quadro de covid-19 não interferiu no procedimento. Ela contou também que o veneno não danificou nenhuma veia ou tecido do corpo de Dieynne, e que os cortes no braço devem ser fechados em cerca de dois dias.
Transferência
Transferida do Complexo Hospitalar de Cuiabá na noite de quinta-feira (3), Dieynne está internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A família decidiu pela transferência porque os leitos de Cuiabá com médicos especialistas estavam lotados. Ainda em Cuiabá, ele fez uma transfusão sanguínea e, nas redes sociais, a família dela pediu a doação urgente de sangue e agradeceu a todos que colaboraram.
A família organizou uma vaquinha virtual e pede a doação de dinheiro para cobrir tanto os custos do táxi aéreo gerados pela transferência, como os gastos com a internação. A meta é conseguir R$ 300 mil na “vaquinha da DY”. Segundo Nathalia Saugo, “de pouquinho em pouquinho, vamos conseguir pagar essa dívida”.
O caso
Dieynne foi picada no rosto e no braço depois que a cobra venenosa caiu na queda d’ água enquanto a vítima se banhava. O animal tinha cerca de dois metros de comprimento.
do ataque. Nas imagens, é possível ver quando ela começa a gritar. A pousada em que o grupo estava hospedado não tinha soro antiofídico.
A vítima foi encaminhada para um hospital em Cuiabá, onde passou por cirurgia e foi internada em estado grave na UTI.
Os bares do Rio de Janeiro ficaram lotados neste sábado (5), primeiro dia do feriadão da Independência. O tempo quente e a flexibilização – eles podem funcionar até 1h da manhã – encorajaram as pessoas a saírem de casa.
Na Zona Sul, os bares ficaram tão cheios que havia pessoas no meio da rua. Na Barra da Tijuca e no Recreio, na Zona Oeste, festas podiam ser vistas em quiosques à beira da praia, com frequentadores sem máscara e aglomerações.
Foto: Reprodução/CNN
De acordo com a prefeitura, existe um reforço da Guarda Municipal e Polícia Militar, que realizou 12 mil ações de fiscalização em um trabalho em parceria com a Vigilância Sanitária. Pelo menos 16 mil mortes já foram registradas no Estado e 81% dos leitos de UTI na capital fluminense estão ocupados.
MÁXIMA DE 35°C NO RIO NESTE DOMINGO
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O domingo será com predomínio de céu parcialmente nublado na cidade do Rio de Janeiro, com ventos fracos a moderados e sem previsão de chuva, informou o Sistema Alerta Rio. Em elevação em relação ao sábado, as temperaturas irão oscilar entre a mínima de 17°C e e máxima de 35°C.
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ELFORD ROXO – Um casal foi assassinado a tiros na note deste sábado (05/09) em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu nas proximidades do Morro do Minuto, no bairro Itaipu. De acordo com informações iniciais, as vítimas, identificadas como Manu e Evandro, estavam sentadas em um portão, quando foram surpreendidas e alvejadas.
Os dois morreram no local. Nenhum suspeito foi preso. O crime foi registrado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que investiga a autoria.