Ana Maria Braga está curada de pneumonia e já tem data para voltar à TV
Afastada do “Encontro” para tratar uma pneumonia, Ana Maria Braga já está curada. A boa notícia foi dada por Fátima Bernardes. E a loura já ganhou data para retornar aos trabalhos.
“A Ana está curada da pneumonia e, amanhã (quinta-feira, dia 3), ela e o Louro já estarão aqui com a gente, ao vivo. Que bom, Ana!”, disse Fátima.
Desde o início da pandemia, Ana Maria Braga se afastou do comando do “Mais você” e ganhou um quadro no “Encontro”. Inicialmente, a apresentadora relembrava apenas receitas de sucesso de sua atração. Mas a participação cresceu e até ganhou um novo quadro: ensinando pratos que repercutiram nas novelas.
As gravações ocorrem na fazenda que a também bióloga tem no interior de São Paulo. O imóvel tem 150 alqueires, cinco suítes, piscina, terraço com vista privilegiada, horta e duas cozinhas, sendo uma interna e outra externa. É esta última que tem aparecido todas as manhãs na Rede Globo.
Familiares de pacientes do Pedro II, em Santa Cruz, denunciam demora em cirurgias e falta de informações
Hospital municipal Pedro II tem muitas reclamações de familiares de pacientes
Paulo Roberto Nunes Júnior, de 27 anos, foi diagnosticado com esquizofrenia há cerca de cinco anos. Há duas semanas, em meio a uma crise da doença, se jogou do apartamento onde vive com os pais, no quarto andar de um prédio em Santa Cruz, na Zona Oeste. Na queda, fraturou a lombar, e foi socorrido para o Hospital municipal Pedro II, no mesmo bairro. Depois de 15 dias internado, teve alta sem passar por cirurgia, e a família agora luta para que o procedimento seja realizado.
— De início ele ficou na sala vermelha, e mandaram um laudo para gente dizendo que ele estava esperando risco cirúrgico para operar a coluna. Uns dias depois eu vim aqui e ele tinha sido mandado para a psiquiatria. Ele tem problema psiquiátrico, mas não bateu em ninguém, não fez nada de errado, o problema é que ele caiu e se machucou — questiona o pai do jovem, Paulo Roberto Nunes, de 52 anos.
Paulo explica que o último laudo entregue pela unidade para a família dizia que Júnior aguardava risco cirúrgico para cirurgia na coluna, por conta da fratura na lombar. Apesar disso, ele teve alta sem nenhuma perspectiva de quando o procedimento será realizado.
— Esse laudo saiu só depois de uma semana dele internado aqui. Ninguém nunca conversou com a gente, nenhum ortopedista. Ele entrou e saiu sem ninguém falar com a gente. Só o psiquiatra, que foi quem deu a alta — explica a mãe, Eliane da Conceição André.
Os dois pés de Júnior não desincharam desde o acidente. Ele consegue colocá-los no chão, mas não tem forças para andar. Em casa, se arrasta ao se apoiar nos punhos, que já estão doloridos pelo esforço. Para descer os oito lances de escada do prédio, que não tem elevador, é o pai que o carrega nos braços. A família precisou desembolsar R$ 400 em uma cama ortopédica para o filho, e conseguiu com um vizinho uma cadeira de rodas usada.
— Não estávamos preparados para nada disso, mas tivemos que dar um jeito. Ele reclama de muita dor – desabafa a mãe dele, Eliane da Conceição André, de 56 anos: — Viemos aqui hoje para tentar atendimento com o ortopedista e saber da cirurgia. A recepção enrola, que tem que esperar, que não tem médico, para descartar a gente logo porque sabe que ele saiu daí de dentro. Estão fazendo sujeira com a gente.
Quem é quem:
Além da demora, falta de informação
Desde o último dia 26, Simone da Silva Savarege, de 47 anos, vai de duas a três vezes por dia para a porta do Hospital Municipal Pedro II para tentar informações do estado de saúde da mãe, Iranir da Silva Savarege, de 70 anos, internada com coronavírus, mas encontra uma recepção “blindada”. Segundo ela, funcionários da unidade não atualizam os familiares sobre como os pacientes estão, e as notícias só chegam por mensagens de aplicativo no fim do dia.
— Desde o dia 26 eu venho para cá e não tenho informação. Só falam pelo WhatsApp. Ontem, o laudo do quadro dela chegou 00h10. Isso é hora? A gente fica o dia inteiro sem saber nada. Eu não confio — diz.
Em Amambai, Mato Grosso do Sul, uma menina de 11 anos ficou grávida após ter sido vítima de estupro. O padrasto dela foi preso na terça-feira (1º) como suspeito e confessou o crime à polícia.
O autor do abuso foi indiciado por estupro de vulnerável. A Polícia Civil informou que a família da vítima mora em uma aldeia indígena. As informações são do punir promotor por caso de aborto
A gravidez foi descoberta em uma consulta médica. Já com 25 semanas de gravidez, a garota disse aos médicos que era estuprada há mais de 1 ano sempre que a mãe saía de casa.
Além da polícia, o Conselho Tutelar foi acionado. A mãe foi ouvida e disse que não sabia da gravidez da filha.
– Não tivemos indícios de que a mãe sabia do fato. Só descobriu quando levou a filha para atendimento médico. Também não descobrimos indícios de que ele tenha cometido crime contra outras crianças – disse o delegado Caio Macedo.
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza nesta quarta e quinta-feira, dias 2 e 3 de setembro, testagem rápida para a Covid-19 na comunidade Quilombola Dina Bilina, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A ação acontecerá nas localidades do Morro Caboclo, Farol da Prata e Candoca, com início às 8h e atenderá em torno de 800 pessoas. O objetivo é avaliar e orientar a população local sobre os procedimentos de prevenção e controle da infecção causada pelo coronavírus.
– Esta iniciativa é fundamental pois, além de possibilitar que este grupo vulnerável conheça seu estado imunológico, também vai levar informação sobre as medidas de prevenção da Covid-19, ações fundamentais para a mitigação e controle da doença – explica Patrícia Guttmann, Coordenadora Geral de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde do município Rio.
A testagem será realizada por agentes de saúde do Centro de Informação Estratégica de Vigilância em Saúde. O teste aplicado identifica tanto os anticorpos produzidos após o 8 dia do início da doença. Até mesmo quem foi infectado, mas não apresentou sintomas pode ser identificado.
Patrícia Guttmann, Coordenadora Geral de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde do município Rio, sobre testagem em comunidade quilombola em Campo Grande
Conhecido por dar vida ao personagem Beiçola durante os mais de 10 anos do humorístico A Grande Família, da Rede Globo, o ator Marcos Oliveira teve um princípio de infarto nesta segunda-feira (31). Ele sentiu fortes dores no peito e nos braços e foi internado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Marcos relatou ao colunista Leo Dias que está bem e que tudo não passou de um grande susto. Porém, o ator segue em observação.
– Eu senti muita dor no peito e nos braços e vim ao hospital. Tomei alguns remédios e estou em observação. Dei entrada no dia 31 de agosto e a alta deve sair até sábado (12/09)
Prefeitura do Rio fiscaliza 33 estabelecimentos em ações noturnas contra aglomerações
Força-tarefa integrada pela Seop fechou seis bares, boates e casa de eventos, e aplicou 28 multas por irregularidades sanitárias e administrativas
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), fiscalizou 33 estabelecimentos (bares, boates e espaços para festas) em ações conjuntas contra aglomerações nos últimos quatro dias. Somente na noite deste domingo, dia 30, dois estabelecimentos foram interditados em Bangu e Campo Grande, na Zona Oeste, por descumprirem as regras da Prefeitura para o enfrentamento à pandemia de Covid-19, totalizando seis fechamentos desde a quinta-feira (27). Nos locais, os agentes constataram programação de evento com música ao vivo, falta de distanciamento, funcionários sem máscara e ausência de álcool em gel. Ao todo, foram aplicadas 28 multas por diversas irregularidades sanitárias e contra normas fazendárias, e registradas 20 infrações de trânsito, com um veículo removido por estacionamento irregular.
Com a participação de guardas municipais e fiscais da Subsecretaria de Vigilância Sanitária e da Secretaria Municipal de Fazenda, a força-tarefa passou, de quinta a domingo, por 14 bairros das zonas Norte e Oeste: Ilha do Governador, Vila da Penha, Vila Valqueire, Freguesia, Madureira, Bangu, Campo Grande, Paciência, Itanhangá, Barra da Tijuca, Curicica, Anil, Méier e Ilha de Guaratiba.
No domingo, foi encerrada uma rave que acontecia no sítio Espaço Verde Vila Festas e Eventos, na Ilha de Guaratiba, na Zona Oeste. Com apoio da Polícia Militar, a ação retirou cerca de 150 pessoas que se encontravam no local. Na madrugada de sábado, outros dois estabelecimentos foram interditados, na Barra da Tijuca e no Anil, pelos agentes da Seop e da Secretaria Municipal de Fazenda por não possuírem autorização para funcionamento. Já no início da noite, a festa “O pai tá on” – programada para acontecer em espaço com campo de futebol e piscina no Méier – foi encerrada pelas equipes da Prefeitura, e autuada por técnicos da Vigilância Sanitária.
Planejamento – As ações conjuntas são planejadas com base em denúncias à Central 1746 (canal de Prefeitura de atendimento ao cidadão) e relatórios de inteligência da Subsecretaria de Operações (Subop) da Seop, que identifica eventos divulgados pelas redes sociais. A fiscalização conta com efetivos da Guarda Municipal; Subsecretaria de Vigilância Sanitária (da Secretaria Municipal de Saúde); coordenadorias de Licenciamento e Fiscalização (CLF) e de Controle Urbano (CCU), da Secretaria Municipal de Fazenda; Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamentos e Reboques da Seop; e Polícia Militar.
Eventos proibidos – A Subsecretaria de Vigilância Sanitária reforça que ainda não estão liberados eventos sociais na cidade do Rio, seguindo a deliberação do Comitê Científico do município. Continuam, portanto, suspensas as emissões da Licença Sanitária para Atividades Transitórias (Lsat) referentes a eventos.
De acordo com a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Fazenda, qualquer tentativa de realização de evento sem autorização pode acarretar a interdição do estabelecimento, multa de R$ 891,59 e início dos procedimentos para cassação do alvará.
Links para fotos e vídeos:
Ações de domingo (30/8)
https://www.flickr.com/photos/188084983@N05/albums/72157715776686061 (Ilha de Guaratiba)
Ação de sábado (29/8) – incluindo evento “O pai tá ON”
Ações de sexta (28/8)
Ações de quinta (27/8)
30/08/2020 – Fotos e vídeos – Ação noturna contra aglomeração
Equipes da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae), em parceria com a Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), desfizeram quatro ligações clandestina de água nesta terça-feira (01/09) no Recreio dos Bandeirantes.
As irregularidades foram encontradas na Rua Leon Eliachar e serviam para abastecer uma serralheria, uma loja de móveis, um restaurante e uma residência. Os dois últimos tinham duas caixas de 1.000 litros cada. Todos os casos foram registrados na delegacia.
A companhia reforçou que furto de água é crime tipificado no artigo 155 do Código Penal. Denúncias de ligações clandestinas de água podem ser feitas pelo site ou pelo telefone 0800-282-1195.
No início da tarde desta quarta-feira, 02/09, a energia elétrica do sambódromo do Rio de Janeiro foi cortada. As contas estavam atrasadas desde abril deste ano.
Até o momento da publicação desta matéria, Governo do Estado, Prefeitura e RioTur não se pronunciaram sobre o fato e nem responderam os contatos feitos pela reportagem do
Em novembro do ano passado, o governo do estado do Rio de Janeiro firmou um acordo com a Prefeitura para assumir o Sambódromo já no carnaval de 2020. Na decisão ficou definido que somente o Setor 11 seguiria com a Riotur.
O jogador Neymar testou positivo para o novo coronavírus, segundo o jornal esportivo francês L’Equipe. Além dele, os argentinos Dí María e Paredes, também do Paris Saint-Germain, foram diagnosticados com a doença.
Os atletas fizerem testes na manhã desta quarta-feira (2). Eles devem ficar em quarentena por pelo menos uma semana.
Antes do diagnóstico, o trio estava em Ibiza, aproveitando uma folga após a final da Liga dos Campeões, em que foram derrotados pelo Bayern de Munique. A cantora Anitta estava com Neymar nos últimos dias.
Por causa da doença, os atletas devem perder a estreia do PSG no Campeonato Francês, que acontecerá no dia 10 deste mês. A equipe vai jogar contra o Lens, fora de casa.
O uso do anti-inflamatório corticoide dexametasona para tratar pacientes adultos com quadros graves de Covid-19 diminuiu o número de dias em que eles permaneceram no respirador artificial.
A conclusão é de uma pesquisa feita pela Coalizão Covid-19 Brasil, liderada pelos hospitais Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês. Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).
Em julho, o mesmo grupo divulgou pesquisa em que mostrou que a hidroxicloroquina não tem eficácia no tratamento de pacientes com sintomas leves ou moderados da Covid-19.
O estudo sobre a dexametasona foi realizado com 299 pacientes com síndrome respiratória aguda grave submetidos a ventilação mecânica (respiração artificial) em 41 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) brasileiras. Eles tinham em torno de 61 anos (60% eram homens) e foram admitidos entre os dias 17 de abril e 23 de junho, com seguimento clínico finalizado no dia 21 de julho.
Os enfermos foram divididos, por meio de sorteio, em dois grupos: em um (151 pacientes), foram tratados com dexametasona e suporte clínico padrão; em outro, o grupo de controle (148 pessoas), apenas com suporte clínico padrão.
A dexametasona foi usada por via endovenosa na dose de 20 mg durante cinco dias e 10 mg durante cinco dias. A avaliação do efeito do tratamento com dexametasona considerou como resultado principal o número de dias que o paciente permaneceu fora do respirador artificial em até 28 dias.
A conclusão foi que o número de dias fora do respirador artificial foi maior nos pacientes tratados com dexametasona (média de 6,6 dias) do que no grupo controle (média de 4 dias).
A retirada mais precoce do respirador artificial, de acordo com os pesquisadores, pode se associar ao menor risco de complicações decorrentes da permanência na UTI, alta mais precoce da terapia intensiva com liberação de leitos e economia de recursos humanos e financeiros.
O estudo não evidenciou um risco maior do tratamento com dexametasona em relação a novas infecções, alterações da glicose e outros eventos adversos sérios. A mortalidade em 28 dias foi de 58% quando considerado o total de pacientes incluídos – não houve distinção entre as diferenças dessa taxa entre os dois grupos de pacientes.
O grupo Coalizão Covid-19 Brasil destaca que os resultados não são aplicáveis a outros casos, como pacientes ambulatoriais com formas mais leves e iniciais de Covid-19 ou que não estejam em respiração artificial.
Os resultados da pesquisa do grupo sobre a dexametasona foram publicados no periódico científico Journal of the American Medical Association (JAMA).