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No início da pandemia do novo coronavírus, as informações que vinham de outros países davam conta de que a doença atacava principalmente idosos e pessoas com comorbidades. No entanto, os especialistas sempre deixaram claro que a Covid-19 poderia contaminar qualquer pessoa.

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Maior prova disso é a pequena Nicolly Campos Zanesco, de apenas 4 anos, que ficou 12 dias internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital da Criança e Maternidade (HCM), em São José do Rio Preto (SP), a 440 km de São Paulo.

Sem problemas de saúde anteriores, segundo a mãe, Letícia Lopes Campos, de 23 anos, Nicolly começou a apresentar febre e a reclamar de dores nos olhos, na barriga e na cabeça no começo de julho. Foi quando a mãe a levou à Santa Casa de Tanabi, a 478 km da capital paulista.

Após ser atendida, Letícia diz que o médico começou a tratá-la como suspeita de dengue e dor de garganta. Após tomar soro, elas voltaram para casa. No entanto, com o passar dos dias os sintomas da menina só aumentaram e elas voltaram para a Santa Casa, onde ficou internada por uma noite. Como sua situação não melhorava, ela foi transferida para o HCM, na cidade vizinha.

– A gente não sabia o que fazer, porque foi muito rápido. Ela foi internada com suspeita de dengue e garganta inflamada e ninguém falava de Covid. Logo que foi transferida para o HCM, foi intubada às pressas na UTI. Foi desesperador – lembra a mãe, que também foi contaminada com o coronavírus, mas ficou assintomática.

Os dias que se seguiram foram de muita angústia para Letícia e o marido, Anderson, que só tinham notícia da filha por telefonemas do hospital. Nicolly ficou 12 dias na UTI, sendo 10 intubada, período em que sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi reanimada pela equipe médica. Quando se recuperou, ainda passou mais 4 dias na unidade semi-intensiva antes de ter alta.

– No finalzinho as enfermeiras começaram a fazer chamadas de vídeo com ela. Mesmo assim, era uma angústia por a gente ficar em casa e ela lá no hospital. Assim que teve alta da UTI eu fui ficar com ela – conta Letícia.

No primeiro dia que reviu a filha, Letícia preparou uma carta de agradecimento à equipe do hospital. “Eles foram heróis porque o que fizeram pela minha filha é só gratidão. Fiz a carta e levei uma cesta com bombons para agradecer ao pessoal da UTI pediátrica.” Nicolly recebeu alta no dia 24 de julho e voltou a sua vida normal em Tanabi.

– Ela está bem. Graças a Deus o pior já passou – finaliza Letícia.

*Folhapress

 

Rio tem manhã marcada por acidentes nas principais vias expressas

 

Rio tem manhã marcada por acidentes nas principais vias expressas

O caminhão tombado na Avenida Brasil

O Rio tem uma manhã marcada por acidentes em suas principais vias expressas, nesta sexta-feira. Na Avenida Brasil, um caminhão tombou na pista central do sentido Zona Oeste, na altura de Vigário Geral, na Zona Norte da cidade. O trecho está com o trânsito bloqueado. Por causa do acidente, óleo se espalhou no asfalto, deixando a pista escorregadia e, por isso, serragem foi colocada na pista.

Um carro e uma moto que seguiam atrás do caminhão colidiram em seguida. O motociclista ficou levemente ferido e foi levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte.
Na Linha Vermelha ocorreram dois acidentes. Um deles foi na altura da RioGaleão. Dois carros bateram no sentido Centro. Os veículos foram retirados por volta das 8h e o trecho, liberado. Tráfego intenso no local. Há lentidão no trânsito, de Vigário Geral, na Zona Norte do Rio, até o Parque das Missões, em Duque de Caxias, na Baixada, e também no Caju, Zona Norte da capital.

No Leblon, na Zona Sul do Rio, um carro com cinco ocupantes bateu numa caminhonete da Cedae, na Avenida Ataulfo de Paiva. O acidente deixou duas pessoas feridas, que foram levadas para o Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul. Com o impacto da batida, a caminhonete foi parar no canteiro de um prédio. A Ataulfo de Paiva segue com uma faixa interditada na altura da Rua General Urquiza.

 

Projeto de lei que libera o armamento da Guarda Municipal será votado nas próximas semanas

 

Projeto de lei que libera o armamento da Guarda Municipal será votado nas próximas semanas

Guarda Municipal pode ser armada no Rio

Guardas municipais do Rio podem passar a atuar armados, caso um projeto de lei que deve ir à votação nas próximas semanas, seja aprovado. Dessa vez, o PL 23/2018, que modifica a Lei Orgânica do município e libera o armamento da guarda, volta ao plenário da Câmara de Vereadores ao mesmo tempo em que uma emenda enviada pelo Executivo detalha como funcionaria a capacitação dos agentes.

Segundo o secretário municipal de Ordem Pública, Gutemberg Fonseca, caso o projeto seja aprovado, inicialmente 500 guardas municipais serão capacitados. A listagem com o nome dos agentes será entregue à Câmara, para que o processo seja acompanhado pelos parlamentares.
— Os guardas não serão obrigados. Aqueles que quiserem irão se submeter ao comando para entrar na lista. Faltam hoje 15 mil policiais nas ruas do Rio de Janeiro. O guarda armado não vai virar um policial militar, pelo contrário. Ele vai ser uma força auxiliar da PM, da Polícia Civil e das Forças Armadas — defende Fonseca.

Pelo projeto, depois de um teste psicotécnico, os agentes passarão por um treinamento de 600 horas-aula, o que deve durar de seis a oito meses. No fim da capacitação, os guardas precisarão passar por novos exames — psicotécnico e prático — na Polícia Federal.
A preparação dos agentes será feita de maneira conjunta por instrutores do Corpo de Bombeiros e das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal. Os treinamentos devem acontecer na base da PRF em Irajá, na Zona Norte do Rio.
— Serão ministradas aulas de Direito Civil e Penal e Código de Conduta. Do total de aulas, a metade é destinada a utilização do armamento, sobre os cuidados, a manutenção, o comportamento, a maneira que o guarda vai se portar dentro de uma viatura, acautelamento — detalha o secretário.
Na próxima quarta-feira (27), o secretário discute o projeto com os vereadores através de uma sessão online. A expectativa de Jones Moura (PSD), um dos autores do projeto de lei que autoriza que o grupamento atue armado é que a votação aconteça em cerca de quinze dias.
— Precisamos de 34 votos a favor, 2/3 da Câmara, já que é uma modificação da Lei Orgânica do município, e vínhamos fazendo essa conta todo ano. Agora percebemos que a conta fechou, e temos 36 vereadores que já nos disseram que votam a favor e aprovamos esse projeto — garantiu o parlamentar, que é presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública da Câmara.
Em julho, a Polícia Rodoviária Federal firmou um convênio com a prefeitura, e 150 pistolas foram doadas ao município. Segundo o secretário, armas e munição continuam acauteladas na PRF, e serão utilizadas no treinamento dos agentes. Com um possível armamento da GM, equipamentos futuros devem ser adquiridos com verbas provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública.
— A gente já tem algumas outras doações da própria PRF, e também doações que já estão sendo feitas pelo Governo Federal. No prazo de 6 a 8 meses, enquanto eles se formam, é o tempo que a gente tem para conseguir as outras doações. — diz Fonseca. — Todo esse trabalho não tem custos para o município. Uma vez que a gente consegue armar a guarda, passamos a ter acesso ao FNSP, específico para a aquisição de estrutura.
Para a antropóloga e professora da UFF Jacqueline Muniz, entretanto, além de trazer custos, armar a Guarda Municipal pode aumentar os índices de vitimização e letalidade dos agentes. A pesquisadora avalia que, para implementar o projeto, é necessária uma ampla restruturação do grupamento, que passaria a demandar logísticas específicas, como uma estrutura de atendimento própria, similar ao 190, por exemplo, para dar suporte aos guardas.
— Não se resolve só com 600 horas de treinamento. Qualquer servidor público armado é um chamariz, um ima de ocorrência. O guarda para usar arma precisa estar seguro, e para isso tem que ter suporte da organização, redefinição das modalidades de patrulha, um ciclo de preparo continuado, uma doutrina do uso da força amplamente divulgada. Não basta fazer remendos na lei. Um projeto desses significa um aumento do custeio. O efetivo precisará ser maior — avalia.
Já Paulo Storani, antropólogo e ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope), acredita que o treinamento distribuído em 600 horas é “um bom planejamento”. Ele lembra que o Estatuto Geral das Guardas Municipais, sancionado em agosto de 2014 pela então presidente Dilma Rouseff, prevê o armamento dos agentes.
— Quanto a legalidade, não se discute. A essência dessa lei, na minha visão, transformava as guardas em policias municipais — avalia. — Necessariamente precisa promover uma capacitação que dê a mínima condição para o guarda usar a arma de fogo, e, para além disso, determinar no concurso público o perfil psicológico do agente que vai utilizar esse equipamento. Se você faz um concurso e o edital diz que é desarmado, no momento que você passa a armar o grupamento, abre-se um questionamento legal.

 

INFARTO FEMININO MATA!! PORQUE É DIFERENTE?

INFARTO FEMININO MATA PORQUE É DIFERENTE:

Sabendo (marido e filhos também), evita-se mortes na família.
Comente, pois valerá uma vida, quando precisar.
“… Ela comentou que não se sentia bem … Doíam-lhe as costas … foi deitar-se um pouco até que passasse. Mais tarde, quando fui ver como ela estava, encontrei-a sem respiração: não a puderam reviver…”
Isso foi o que comentou o marido dela com o médico, no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto.
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas dramáticos que anunciam o infarto nos homens ? Refiro-me à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento (desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saibam como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou um ataque cardíaco vai-nos contar a sua história:
‘Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo.
Estava sentada muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos e vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando- estando com pressa–comemos um sanduíche, engolindo-o com pouca água.
Esta foi minha sensação inicial … O único problema era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde as 17h00 …
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertasse a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do ‘puff’ e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão …
Levantei-me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para chamar a emergência.
Disse-lhes que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me localizar rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.
Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femural para instalar dois *stents* que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.
Graças às minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
– DICAS IMPORTANTES:
*1.*Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (eúltimo) ataque cardíaco porque não identificam
os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estadonatural (normal) de seu corpo. Mais vale uma falsa emergência do que não se atrever a chamar, e perder a vida…
*2.*Notem que disse ‘chamem os Paramédicos/ambulância’. AMIGAS, o tempo é importante e as informações precisas também.
*3.*Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou nunca tiveram problemas cardíacos…
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.. Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava o estrogênio, por isso correm risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todos os que receberem este e-mail o enviarema 10 mulheres, poderemos estar certos de que ao menos UMA vida se salvará. Por isto, seja bom amigo e envie este artigo a todas as mulheres que lhe são tão queridas…
*Água Antes de Dormir**
Cerca de 90% dos ataques de coração ocorre de manhã cedo e podem ser minimizados se tomarmos um ou dois copos de água (NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante, mas nunca soube sobre as horas especiais para bebê-la.
Bebendo água na hora correta, maximizas a sua efetividade no corpo humano:
– 1 copo de água depois de acordar – ajuda a ativar os órgãos internos.
– 1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição – ajuda a digestão.
– 1 copo de água antes de tomar um banho – ajuda a baixar a pressão sanguínea.
– 1 copo de água antes de ir para a cama – evita um derrame cerebral ou ataque de coração.
Por favor, passe isto para as pessoas com as quais vc. gosta…

 

 

A CASA CAIU!! ASSALTANTES PRESOS EM CAMPO GRANDE( FOTO)

 

“Ocorrência Patamo Carga Bangu 14 BPM. Onde prenderam dois elementos que vinham praticando assaltos com golpes do OLX na região de Santíssimo, Campo Grande onde os mesmos bateram de frente com a guarnição tendo ocorrido a troca de tiros. 1 bandido tá no Albert baleado e o outro preso na 35 DP. Entraram na tentativa de homicídios contra os polícias e no 157. 2 armas aprendidas!”

 

 

Jovem de 16 anos é morta em lugar de amiga traficante no RJ

 

Uma jovem de 16 anos foi morta dentro de um estúdio de tatuagem em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta noite (20).

Segundo relatos, o alvo dos criminosos era uma traficante de vulgo Arlequina, que conseguiu escapar e teria feito ameaças no Facebook após o atentado. Ela atua no bairro Nova Campinas.

A moça que morreu não teria envolvimento com o crime. Ela foi identficada como Ana Carolina Pereira Gomes. Levou tiro na cabeça.

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra pessoas saindo correndo da loja e um homem subindo na garupa de uma motocicleta e fugindo.

As imagens podem ser vistas clicando na foto e lendo os comentários.

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Segundo relatos nas redes sociais, mais dois homens que seriam clientes do estúdio foram atingidos pelos disparos. Um deles tomou tiros no braço e costela. Foram socorridos ao Hospital Adão Pereira Nunes.

O crime teria ocorrido em razão da disputa de território que ocorre na região.

Alguém que estaria na loja denunciou a localização da traficante que seria do Terceiro Comando Puro (TCP) que estava no estabelecimento para fazer tatuagem quando bandidos ligados ao Comando Vermelho (CV) invadiram o estúdio mas acertaram a pessoa errada

 

 

Vereador apresenta novo projeto para separar Barra, Recreio e Jacarepaguá da Zona Oeste

 

Vereador apresenta novo projeto para separar Barra, Recreio e Jacarepaguá da Zona Oeste

O vereador Zico (PTB) apresentou à Câmara Municipal do Rio de Janeiro um Projeto de Lei (PL 1894/2020) que pretende separar os bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá da Zona Oeste do Rio. Segundo texto, a medida visa oficializar a área geográfica da Zona Oeste do Rio.
De acordo com a proposta, a nova configuração da Zona Oeste, seria composta pelos seguintes bairros: Bangu, Vila Kennedy, Deodoro, Campo dos Afonsos, Gericinó, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Santíssimo, Senador Camará, Vila Militar, Barra de Guaratiba, Campo Grande, Cosmos, Santa Margarida, Guaratiba, Inhoaíba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Senador Vasconcelos e Sepetiba.
O autor da Projeto justifica a medida, afirmando que existe uma confusão entre a população quanto as ações públicas realizadas na Zona Oeste.

Por se tratar da segunda maior área geográfica da cidade do Rio de Janeiro, existe uma grande confusão, principalmente para a população, no que diz respeito às ações públicas realizadas pela Administração na região, que destina os investimentos à Zona Oeste, mas não especificam que os mesmos são encaminhados, por exemplo, para os bairros da Baixada de Jacarepaguá, seja pelo potencial turístico, seja pelo evento das Olimpíadas de 2016, ou para os bairros localizados no extremo da região como Campo Grande e Santa Cruz, devido seu forte setor industrial. A presente proposta de oficializar a criação da Zona Oeste tem o mérito de deixar claro a que área a Prefeitura se refere quando fala em “investimentos na Zona Oeste“. e complementa.
“Com a oficialização da denominação, o cidadão e seus representantes poderão ver com clareza para onde estão indo os recursos e quanto a Prefeitura está, de fato, investindo nesses 23 bairros que, infelizmente, ganham com folga a “Olimpíada das Necessidades”, aí compreendidas saúde, transportes, conservação, segurança, saneamento básico, iluminação e educação“.
O parlamentar garante que a mudança será boa para a própria Prefeitura, pois vai permitir um planejamento estratégico de recursos mais assertivo para a região.
“Com a criação e oficialização da Zona Oeste os bairros que a integram poderão ter investimentos mais delimitados em sua destinação final, além de melhor organização de infraestrutura, como transporte público, segurança e apoio de outros órgãos públicos, que conseguirão delimitar melhor suas áreas de atuação para uma prestação de serviços mais eficiente à população, a qual também não sofrerá mais com a confusão gerada frente a dimensão e extensão da área em que moram, podendo cobrar mais atenção de seus representantes que apenas se lembram de uma região ou outra e de seus habitantes somente para fins de interesses políticos e eleitoreiros“, e conclui.

“Portanto, nada mais justo do que os recursos arrecadados nesses bairros retornarem na forma de novos e imprescindíveis investimentos“.

Vereado já tinha proposto projeto polêmico da criação da ‘Zona Leste’

Há pouco mais de um ano, a Câmara Municipal do Rio rejeitou outro Projeto de Lei apresentado pelo vereador Zico, que previa a criação da  “Zona Leste” da cidade”.
Na ocasião, os mesmos bairros da Zona Oeste, como Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. seriam“retirados” da região e passariam a fazer parte da nova Zona Leste

O projeto foi apresentado em 2015. Em 2017, saiu de pauta ao causar polêmica. A oposição acusou a proposta de ser “elitista” por criar uma nova região administrativa com os bairros mais ricos.
Inicialmente, o projeto de lei falava em denominar a área de “Zona Oeste-Sul” e foi alvo da ironia de vereadores que questionavam a “geografia” do projeto.

 

 

 

Covid: Contágio é maior entre crianças do que entre adultos

Um dos maiores estudos até o momento sobre a relação entre crianças e o novo coronavírus descobriu que o papel dos mais novos na difusão do SARS-CoV-2 é ainda maior do que se pensava.

 

De acordo com os pesquisadores, as crianças infectadas com o vírus apresentaram maior carga viral nas vias aéreas do que os adultos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Na prática, isso quer dizer que as crianças são mais contagiosas que os adultos, independentemente de apresentarem ou não complicações por causa da doença.

 

O estudo, realizado por cientistas do Massachusetts General Hospital afiliado a Universidade de Harvard do Mass General Hospital for Children, foi publicado no Journal of Pediatrics. Ao todo, 192 crianças e jovens com idade entre 0 e 22 anos participaram da análise, dentre as quais 67 haviam sido infectadas pelo novo coronavírus.

Entre as descobertas está a de que os sintomas mais comuns do coronavírus em crianças são os que mais se aproximam de resfriados comuns – febre, tosse e coriza. O que pode confundir pais e responsáveis quanto a possibilidade do contágio pelo SARS-CoV-2.

O risco de transmissão do vírus aumenta em casos de maior carga viral, o que confirmaria a hipótese de que crianças são vetores da doença.

Os achados poderiam, por exemplo, impactar a reabertura de escolas e creches por causa do contato entre as crianças e os funcionários. Para os cientistas, as primeiras conclusões, que indicavam que os infectados eram majoritariamente adultos, estavam equivocadas.

Os resultados mostram que as crianças, apesar de não ficarem tão doentes, também são facilmente infectadas e sua aparente resposta imune ao vírus pode confundir adultos e resultar na maior transmissão da doença.

Além disso, o estudo revelou que crianças tem menos receptores do vírus, o que explicaria a doença mais branda e melhor resposta imunológica. No entanto, a baixa quantidade de receptores do SARS-CoV-2 não impede que os mais novos acumulem alta carga viral.

Pelo menos 30 autores assinam o estudo que, de forma geral, recomenda em caso de retorno às aulas presenciais que as escolas não utilizem a medição de temperatura ou os sintomas clínicos como base para aferir se uma criança está ou não com a Covid-19. Esses dois critérios não são provas cabais de infecção nem mesmo entre os adultos.

A melhor maneira de se proteger ainda é o distanciamento social, uso de máscaras, lavagem eficaz das mãos e o ensino à distância quando possível.

* Folhapress

Netflix lança Cuties, filme que sexualiza meninas de 11 anos

A Netflix lançou o filme francês Cuties, nesta quinta-feira (20), mesmo após protestos e acusações de que a produção sexualizava crianças. O longa-metragem, original da Netlifx, mostra um grupo de dança de meninas de 11 anos que reproduzem coreografias hipersexualizadas. A obra chegou a ser alvo até de uma petição que tentou impedir seu lançamento na plataforma. O abaixo-assinado virtual chegou a 20 mil adesões em apenas um dia.

A trama mostra uma menina imigrante senegalesa, de 11 anos, que passou a se envolver com o grupo de dança em sua nova escola, na França. A descoberta a coloca em confronto com o conservadorismo de sua família muçulmana.

 

As primeiras críticas surgiram assim que o pôster criado pela Netflix, dos EUA, foi divulgado. Neles, as meninas aparecem em poses sensuais e roupas justas e curtas, contrastando até com o pôster original, o francês, em que elas aparecem alegres e infantilizadas.

Pôster original francês Foto: Divulgação

A Netflix reconheceu o teor provocativo da imagem.

– Pedimos perdão pela arte inapropriada que usamos para o filme ‘Cuties’. Foi errado, e a arte não representava corretamente o conteúdo deste filme francês que venceu um prêmio em Sundance – disse a gigante do streaming.

Mesmo com um novo pôster, a obra, dirigida por Maïmouna Doucouré, continuou recebendo denúncias sobre a erotização das atrizes. Apesar de argumentar que se trata de “um conto de amadurecimento”, a Netflix não convenceu o público.

BEBÊ É QUEIMADO EM HOSPITAL NO RIO!! AS IMAGENS SÃO FORTES…

Um lugar que era para ser referência de cuidado e segurança acabou causando traumas irreversíveis para uma família que mora no Gradim, em São Gonçalo. A história da bebê de apenas seis meses, que foi queimada nas duas pernas e na barriga, supostamente por médicos do Hospital Municipal Getúlio Vargas, no bairro Fonseca, em Niterói, choca ainda mais quando os detalhes desse trágico acidente vem à tona.

A pequena Juliana Duarte Anastásio sofre com meningite e microcefalia, e desde que nasceu precisa fazer visitas constantes ao hospital. Na terça (18), o que era para ser um momento tranquilo se tornou um verdadeiro pesadelo. A mãe da criança, Luara dos Santos, 23 anos, descobriu por uma pessoa que não trabalha no hospital, que sua filha havia sofrido queimaduras pelo corpo. De início, os pais da menina acharam que havia sido durante o banho, mas como somente a parte da frente da menina ficou queimada, logo foi descartado essa hipótese.

Após a primeira perícia averiguar o caso, a versão mais próxima do que realmente aconteceu surgiu. Os funcionários da saúde que estavam cuidando da menina teriam esquecido a manta térmica em cima da criança, sem nenhuma proteção. Como a bebezinha precisa usar uma sonda de aspiração traqueal todo o tempo, ela não conseguiu chorar para tentar alertar os médicos que algo estava errado, apenas lágrimas escorriam pelo rosto da criança.

A avó da criança, Adilene, conta que quando sua filha chegou para ver como estava a criança, os médicos já haviam realizado a raspagem das queimaduras e ela estava toda enfaixada. “O hospital nem se deu ao trabalho de ligar pra família para avisar, minha filha soube pois entrou em contato com uma mãe de outra criança internada no CTI e ela avisou que teve um tumulto ao redor da bebê minutos antes”, relata Adilene, que completa: “A bebê nem conseguiu chorar”.

Destruídos, a mãe e o pai da bebezinha Juliana sofrem ao ver que a filha precisou ser sedada e agora respira com a ajuda de aparelhos. O pai da bebê, Jeferson dos Santos Gonzaga, 24 anos, e a mãe, estavam revezando nas idas ao hospital por causa do trabalho e também para cuidar da filha mais velha do casal, de 3 anos. Jeferson é cuidador de idosos e está revoltado com a negligência da unidade hospitalar. Luara segue abalada e sem acreditar no que aconteceu.

Segundo a avó da criança, o hospital não prestou até o momento nenhuma assistência aos pais. “Ninguém veio falar nada pra gente. O hospital está fazendo nada mais que a obrigação deles, que é de fornecer os remédios e fazer os curativos. Fora isso, nem informaram qual o tipo de grau da queimadura, não veio nenhuma psicóloga conversar, nem assistente social”, relata a avó.

O que se sabe até agora é que a bebê vai precisar passar por uma série de cirurgias plásticas daqui alguns anos e que o tratamento será longo. A perícia retornará ao local do acontecimento para fazer uma nova análise da situação e o grau da queimadura pode ficar ainda pior.

Problemas desde o nascimento

A situação da bebê Juliana requer cuidados especiais desde os seus 14 dias de vida, quando ela começou a ter febres e foi levada para o Pronto Socorro de São Gonçalo. Diagnosticada com meningite, ela precisou ser transferida para um outro hospital no Ingá, já que o Pronto Socorro não teria condições de fazer o tratamento. Ao completar 3 meses de vida ela recebeu alta e voltou para casa, mas uma semana depois um novo pesadelo começou para a família.

Com febre alta, os pais de Juliana resolveram levar a menina para o Hospital Municipal Getúlio Vargas. Nesta unidade, ela ficou internada e foi diagnosticada com sequela de herpes no cérebro, com isso, metade do cérebro dela não responde aos estímulos e não faz o movimento de respiração. “Ela vai ter que ficar com um tubo durante toda a vida para conseguir respirar”, explicou a avó.

Com o quadro de saúde bem mais agravado, a menina vai precisar de uma home care 24h e mais medicamentos, além dos que já precisavam comprar. Sem condições financeiras para custear um profissional da saúde em tempo integral, a família ficou ainda mais perdida após o caso e optou por recorrer a um advogado. Após resistência da própria polícia, que exigiu uma documentação que o hospital alegou precisar de 30 dias para entregar, eles voltaram atrás e deram início a denúncia na Justiça.

Para a família da bebê, o sentimento agora é de justiça pelo que aconteceu com a criança, já que Juliana entrou na unidade de saúde com uma situação e agora tudo piorou.

A 78ª DP (Fonseca), que está a frente do caso, revelou que a investigação está em andamento e que na última quarta (19) foi feita perícia do local e exame de corpo de delito. Uma nova perícia está prevista para acontecer ainda hoje.

O Hospital Municipal Getúlio Vargas foi contactado para explicar a situação, mas até fechamento desta matéria não houve resposta.

*Estagiária sob supervisão de Thiago Soares

Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói. Foto por Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói
Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes . Foto por Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes
Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói. Foto por Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói
Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes . Foto por Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes
Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói. Foto por Bebê de seis meses sofreu queimaduras enquanto estava sob os cuidados de funcionários do Getulinho, em Niterói
Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes . Foto por Bebê Juliana entrou na unidade para cuidar da meningite e das febres frequentes
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