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Conquista Histórica: Representante de Campo Grande Assume Espaço Estratégico no Sesc/Senac Rio

 

🚀 *CAMPO GRANDE GANHA MAIS FORÇA E REPRESENTATIVIDADE!*

Ontem, durante reunião realizada na Fecomércio RJ para a eleição dos conselhos do Sesc e do Senac, nosso presidente, Samir Nehme, foi eleito conselheiro do Sesc/Senac Rio, passando a integrar oficialmente uma das mais importantes estruturas de representação e desenvolvimento do estado.

Essa conquista vai muito além de uma cadeira no conselho. Ela representa uma oportunidade de fortalecer a voz de Campo Grande e da Zona Oeste em um espaço estratégico, aproximando nossa região dos benefícios, serviços, projetos e iniciativas promovidos pelo Sistema S do Comércio.

A participação da AECG Rio nesse conselho reforça o compromisso de buscar cada vez mais oportunidades para nossos associados, empresários, trabalhadores e toda a população, reconhecendo o papel fundamental que o Sesc e o Senac desempenham na promoção do desenvolvimento social, cultural, educacional e empresarial.

Seguimos trabalhando para abrir portas, construir conexões e garantir que Campo Grande esteja cada vez mais presente nos espaços onde as decisões acontecem e onde nascem projetos capazes de gerar impacto positivo para toda a nossa região.

👏 Mais uma importante conquista para o presente eo futuro de Campo Grande!

#AECG #CoragemParaInovar #EuSouAECG #CampoGrandeRJ #SescRio

 

TENTOU ENTRAR EM PRESÍDIO COM COCAÍNA ESCONDIDA NAS PARTES ÍNTIMAS E ACABOU PRESA NO RIO

 

Uma mulher foi presa após tentar entrar no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, transportando uma grande quantidade de cocaína escondida nas partes íntimas. O caso aconteceu durante o procedimento de entrada para visitação e chamou atenção pela forma utilizada na tentativa de burlar o esquema de segurança da unidade prisional.

De acordo com informações apuradas, a suspeita passou pelo protocolo padrão de revista adotado na entrada do complexo, que inclui a utilização de scanner corporal, equipamento responsável por identificar objetos ou materiais escondidos no corpo dos visitantes. Durante a inspeção, os agentes penitenciários perceberam uma imagem considerada suspeita concentrada na região pélvica da mulher.

Após a identificação da anormalidade no exame, os agentes intensificaram a abordagem e confirmaram que a visitante carregava aproximadamente 540 gramas de cocaína escondidas dentro do corpo. A substância seria levada para o interior da unidade prisional, mas acabou sendo interceptada antes que chegasse aos detentos.

A mulher foi imediatamente detida e encaminhada às autoridades responsáveis para prestar depoimento. O material apreendido foi recolhido e será submetido aos procedimentos legais, enquanto a Polícia Civil deverá investigar para quem a droga seria entregue dentro do sistema prisional e se existe participação de outros envolvidos no esquema.

Casos como esse têm se tornado preocupação constante para as forças de segurança, já que organizações criminosas frequentemente utilizam visitantes como meio para tentar abastecer presos com drogas, celulares e outros materiais proibidos dentro das unidades prisionais.

O Complexo de Gericinó, considerado um dos maiores do estado do Rio de Janeiro, mantém rígidos protocolos de segurança justamente para impedir esse tipo de ocorrência. Nos últimos anos, o uso de scanners corporais se tornou uma ferramenta fundamental para evitar a entrada de materiais ilícitos que poderiam fortalecer atividades criminosas realizadas mesmo de dentro dos presídios.

A ocorrência reforça o desafio permanente enfrentado pelas autoridades no combate ao tráfico e na tentativa de impedir que facções continuem operando a partir do sistema penitenciário fluminense. A mulher poderá responder por tráfico de drogas e tentativa de ingresso de material ilícito em unidade prisional.

 

Paris Filmes bate martelo e abandona distribuição de “Dark Horse” em decisão surpreendente

 

Uma decisão inesperada envolvendo uma das maiores distribuidoras de cinema do Brasil e da América Latina movimentou o setor audiovisual nesta semana. A Paris Filmes, empresa responsável pela distribuição de grandes sucessos nacionais e internacionais nas telonas, confirmou oficialmente que decidiu não seguir com a distribuição do longa-metragem “Dark Horse”, projeto que vinha sendo analisado internamente pela companhia.

A informação foi confirmada através de uma nota oficial divulgada pela própria empresa, encerrando rumores que circulavam nos bastidores do entretenimento sobre uma possível parceria comercial envolvendo o filme.

No comunicado, a distribuidora esclareceu que foi procurada pela produção do longa para avaliar uma eventual oportunidade de negócio, como acontece frequentemente com diversos projetos cinematográficos nacionais e estrangeiros. Entretanto, após uma análise interna, a empresa optou por não avançar nas negociações.

“A Paris Filmes informa que, como distribuidora atuante no mercado cinematográfico brasileiro, é frequentemente procurada por produtoras nacionais e estrangeiras para avaliar oportunidades de distribuição de diversos projetos. Nesse contexto, a empresa foi contatada há um tempo para avaliar eventual interesse comercial na distribuição do filme Dark Horse. Após análise interna, a Paris Filmes decidiu não avançar com a distribuição do longa”, informou a empresa em nota oficial.

A companhia ainda reforçou que, neste momento, não existe qualquer negociação em andamento, nem compromisso firmado ou contrato assinado relacionado ao projeto cinematográfico.

A decisão chamou atenção porque a Paris Filmes é reconhecida no mercado por lançar produções de grande alcance comercial, incluindo blockbusters internacionais, filmes independentes e importantes produções brasileiras que conquistaram milhões de espectadores.

Até o momento, os motivos específicos que levaram à recusa não foram detalhados pela distribuidora, o que abriu espaço para especulações entre profissionais do setor e internautas que acompanham os bastidores do cinema.

Agora, a grande dúvida gira em torno do futuro de “Dark Horse”. Com a negativa de uma gigante do mercado, produtores do longa deverão buscar novas alternativas para garantir que o filme encontre outro parceiro de distribuição e consiga chegar ao público.

O episódio já repercute intensamente entre fãs de cinema e profissionais da indústria, levantando questionamentos sobre o que teria levado a uma decisão tão inesperada nos bastidores de uma negociação que, até então, acontecia longe dos holofotes.

 

URGENTE!! MICHELIN FECHA FÁBRICA NO BRASIL E DEMITE 350 FUNCIONÁRIOS

 

A decisão da gigante francesa Michelin de encerrar as atividades de uma de suas fábricas no Brasil caiu como uma verdadeira bomba no setor industrial e acendeu um forte sinal de alerta sobre o cenário econômico enfrentado por grandes empresas no país.

A empresa, reconhecida mundialmente pela fabricação de pneus e presença consolidada em diversos mercados internacionais, confirmou o fechamento de sua unidade localizada em Guarulhos, em São Paulo. A medida já começou a ser implementada e deve afetar diretamente cerca de 350 trabalhadores, que agora vivem a incerteza sobre o futuro profissional.

Segundo informações divulgadas pela própria companhia, o encerramento das atividades ocorreu após a operação da fábrica deixar de ser economicamente sustentável. Entre os principais fatores apontados estão o crescimento agressivo da concorrência internacional, especialmente a entrada de produtos importados da Ásia com preços extremamente baixos, além da dificuldade de manter a competitividade da produção nacional.

Especialistas do setor avaliam que o fechamento representa mais um duro golpe para a indústria brasileira, que há anos enfrenta dificuldades diante da pressão de produtos estrangeiros, altos custos operacionais e mudanças no comportamento do mercado global.

A notícia rapidamente provocou preocupação entre trabalhadores e consumidores, principalmente porque o caso levanta dúvidas sobre o futuro de outras grandes empresas instaladas no Brasil. Muitos temem que essa decisão possa marcar o início de um movimento ainda maior, com novas fábricas encerrando atividades nos próximos meses.

Apesar do impacto da notícia, a Michelin esclareceu que não está deixando o Brasil por completo. A companhia continuará operando normalmente em outras unidades espalhadas pelo país, incluindo fábricas localizadas no estado do Rio de Janeiro e também no Amazonas.

Mesmo assim, o fechamento da unidade paulista é visto como um aviso preocupante para o setor produtivo nacional. O episódio reforça discussões sobre competitividade industrial, proteção do mercado interno e a dificuldade de grandes empresas manterem operações em um ambiente econômico cada vez mais desafiador.

Nas redes sociais, a notícia gerou forte repercussão e muitos internautas classificaram a situação como mais um sinal preocupante do enfraquecimento da indústria nacional.

A pergunta que fica agora é: esse será apenas um caso isolado ou o Brasil pode estar diante de uma nova onda de fechamento de grandes fábricas?

Operação histórica: Brasil derruba 50 mil plataformas clandestinas de apostas online

 

O Governo Federal intensificou a guerra contra o mercado clandestino de apostas online e anunciou uma medida considerada histórica no combate às chamadas “bets” ilegais no país. Segundo informações divulgadas oficialmente, cerca de 50 mil sites de apostas irregulares já foram bloqueados em todo o Brasil, em uma grande operação coordenada para frear empresas que atuam sem autorização e fora das regras estabelecidas pela legislação brasileira.

A ação vem sendo conduzida pelo Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria de Prêmios e Apostas, em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por executar tecnicamente o bloqueio das plataformas que oferecem serviços de apostas de maneira ilegal aos brasileiros.

De acordo com o governo, o objetivo principal da operação é combater empresas que movimentam bilhões de reais sem qualquer fiscalização, sem recolhimento de impostos e sem oferecer garantias de segurança aos usuários. Muitas dessas plataformas funcionam em servidores internacionais e utilizam meios alternativos para continuar operando, mesmo após restrições impostas pelas autoridades.

Além do bloqueio em massa dos sites, o governo também revelou que identificou pelo menos 37 fintechs e instituições financeiras suspeitas de facilitar operações dessas plataformas ilegais, permitindo depósitos, transferências e saques fora do sistema regulamentado nacional. Essas empresas agora também passam a ser alvo direto de fiscalização e possíveis sanções.

Outro passo importante ocorreu após a assinatura do Decreto nº 13.033/2026, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criando mecanismos mais rígidos para impedir a circulação de dinheiro ligado às operações clandestinas. A nova regulamentação autoriza bancos e instituições financeiras a bloquearem valores associados a empresas que atuem irregularmente no setor de apostas online.

O combate às bets ilegais ganhou força nos últimos meses. Em abril deste ano, o governo havia informado o bloqueio de aproximadamente 39 mil plataformas. Agora, com a nova atualização, o número saltou para cerca de 50 mil sites retirados do ar.

Especialistas apontam que a medida representa um dos maiores movimentos de fiscalização já realizados no país contra o mercado irregular digital. A expectativa do governo é continuar ampliando o cerco, dificultando cada vez mais a atuação de empresas clandestinas e aumentando a proteção aos consumidores brasileiros que utilizam plataformas de apostas pela internet.

 

URGENTE: Deputada aciona Justiça para barrar bets em transmissões esportivas

 

A deputada federal Erika Hilton movimentou o cenário esportivo e digital nesta terça-feira (23) ao anunciar que acionou o Ministério Público Federal (MPF) para pedir que a Justiça proíba imediatamente que comentaristas esportivos divulguem casas de apostas esportivas, conhecidas como bets, e façam comentários envolvendo odds durante transmissões da Copa do Mundo.

A iniciativa rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e levantou questionamentos sobre o futuro da publicidade ligada ao setor de apostas esportivas no Brasil, especialmente em um momento em que esse tipo de patrocínio domina boa parte das transmissões esportivas e do mercado do futebol nacional.

Segundo informações divulgadas pela parlamentar, o pedido protocolado junto ao MPF solicita uma investigação sobre a prática recorrente de comentaristas utilizarem o espaço das transmissões ao vivo para incentivar apostas em tempo real, apresentando probabilidades, cotações e até recomendações sobre possíveis resultados das partidas enquanto os jogos acontecem.

De acordo com a argumentação apresentada, essa prática pode configurar publicidade abusiva e representar risco principalmente para públicos vulneráveis, incluindo jovens e pessoas suscetíveis ao vício em jogos de azar. A deputada defende que o excesso de exposição desse tipo de conteúdo durante grandes eventos esportivos precisa ser urgentemente revisto pelas autoridades.

Com o anúncio, internautas passaram a apontar que um dos canais que poderia sentir maior impacto caso a Justiça aceite o pedido seria a CazéTV, comandada por Casimiro Miguel. Isso porque a plataforma se tornou uma das principais responsáveis por transmissões esportivas online no país e frequentemente exibe ações publicitárias ligadas ao universo das apostas esportivas, incluindo menções a odds durante partidas ao vivo.

Entretanto, até o momento, não existe nenhuma decisão judicial sobre o caso e nenhum canal foi oficialmente citado como alvo direto da ação apresentada por Erika Hilton. O Ministério Público Federal ainda deverá analisar o pedido antes de qualquer eventual medida ser adotada.

Caso a solicitação avance, a iniciativa pode representar uma mudança significativa na forma como o mercado de apostas esportivas atua dentro das transmissões esportivas no Brasil, afetando diretamente contratos milionários de publicidade e alterando o modelo comercial que hoje domina parte importante do entretenimento esportivo digital no país.

 

Filho de Altineu Côrtes foi sócio de diretor de empresa citada em investigação sobre o PCC, diz Metrópoles

 

Uma reportagem publicada pelo Metrópoles revelou que o empresário Altineu Côrtes Paesler Coutinho, filho do deputado federal Altineu Côrtes (PL), foi sócio de Flávio Jandoso Navarro, sócio-diretor da Rede Sol Fuel Distribuidora.

Segundo a publicação, os dois integraram a sociedade da empresa JDB Assessoria e Representações até 2025, quando Altineu Côrtes Paesler Coutinho deixou o quadro societário. A empresa permaneceu sob o controle de Navarro.

O nome da Rede Sol Fuel Distribuidora apareceu em reportagens relacionadas à Operação Carbono Oculto, investigação conduzida por órgãos federais e estaduais que apura possíveis conexões entre empresas do setor de combustíveis e esquemas financeiros associados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com o Metrópoles, a distribuidora foi mencionada por ter tido notas comerciais adquiridas por um fundo de investimento investigado pela Receita Federal. A empresa, entretanto, afirmou à época que não era alvo da operação e negou qualquer vínculo com organizações criminosas.

A reportagem também destaca que a Rede Sol Fuel Distribuidora mantém contratos públicos relevantes, incluindo um pregão eletrônico de aproximadamente R$ 13 milhões para fornecimento de combustíveis ao município de São Gonçalo. O contrato foi assinado por Flávio Jandoso Navarro.

Em nota enviada ao Metrópoles, o deputado Altineu Côrtes afirmou que, no período em que seu filho manteve sociedade com Navarro, não existia qualquer investigação ou citação envolvendo a empresa. O parlamentar também ressaltou que os contratos públicos foram firmados por meio de pregões eletrônicos e que a Rede Sol Fuel não possui condenações nem ligação comprovada com organizações criminosas.

A Rede Sol Fuel Distribuidora também declarou anteriormente que não é alvo da Operação Carbono Oculto e que compartilha sua base logística com diversas empresas do setor.

*Fonte: Metrópoles.*

Ortobom é condenada em R$ 300 mil por não ter nenhuma mulher na gerência

 

A fabricante de colchões Ortobom, uma das empresas mais conhecidas do setor no Brasil, foi alvo de uma decisão que chamou atenção em todo o país nesta semana. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a condenação da empresa ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos, após ser constatada uma situação considerada discriminatória na estrutura de liderança da companhia.

A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que investigou a composição dos cargos de chefia da empresa e encontrou um dado que levantou questionamentos: em 2022, todas as 22 gerências existentes na empresa eram ocupadas exclusivamente por homens. Além disso, as duas subgerências registradas naquele período também estavam sob comando masculino. Nenhuma mulher ocupava qualquer posição de liderança.

Durante o julgamento, os ministros entenderam que a situação representava um forte indício de discriminação de gênero dentro da estrutura corporativa. Segundo os autos do processo, a empresa não conseguiu apresentar justificativas concretas e objetivas que explicassem a ausência total de mulheres em cargos estratégicos e de comando.

O relator do caso, ministro Alberto Balazeiro, destacou um ponto que reforçou ainda mais o entendimento da Corte. A sede da empresa está localizada em uma cidade onde a população feminina representa a maioria dos habitantes, fator que, segundo ele, torna ainda mais difícil justificar a inexistência completa de mulheres em posições de gerência.

A decisão da 3ª Turma do TST foi unânime e manteve o entendimento de que a prática fere princípios constitucionais ligados à igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho. O valor da indenização deverá ser destinado a projetos de interesse coletivo, conforme determina a legislação trabalhista.

O caso rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a presença feminina em cargos de liderança nas grandes empresas brasileiras. Especialistas avaliam que decisões como essa podem servir de alerta para companhias que ainda apresentam desigualdade estrutural em suas equipes de gestão.

A condenação da Ortobom passa a ser vista como um marco importante nas discussões sobre igualdade de gênero no mercado de trabalho e pode abrir precedentes para novas fiscalizações em outras grandes empresas do país.

 

RAPHINHA ESTÁ FALIDO E DEVENDO A AGIOTAS ? COLUNISTA REVELA TUDO SOBRE O JOGADOR

 

Uma declaração feita pelo ex-jogador Vampeta no início desta semana causou grande repercussão nas redes sociais e levantou uma série de especulações envolvendo a vida pessoal do atacante Raphinha. Durante participação em um podcast, Vampeta afirmou que o atleta estaria enfrentando sérios problemas financeiros e familiares, informação que rapidamente se espalhou e surpreendeu torcedores e internautas.

A fala gerou ainda mais espanto pelo fato de Raphinha viver uma das fases mais sólidas da carreira. Atualmente defendendo o FC Barcelona, o jogador é considerado um dos atletas mais valorizados do elenco e recebe aproximadamente R$ 80 milhões líquidos por ano, ocupando a posição de terceiro jogador mais bem pago do clube espanhol. Recentemente, ele também renovou contrato com o Barcelona até o ano de 2028.

Diante da repercussão, nossa equipe entrou em contato com Natália Belloli, esposa do jogador, que decidiu falar publicamente pela primeira vez para desmentir completamente as declarações feitas por Vampeta.

Segundo Natália, não existe qualquer problema financeiro envolvendo a família e ela classificou a situação como absurda. Em seu pronunciamento, ela demonstrou indignação por precisar comentar algo relacionado à condição financeira da família.

“De verdade, acho um absurdo eu ter que falar sobre a minha vida financeira. Se nós ganhássemos atualmente apenas 10% do que o Raphinha ganha, já seríamos muito abençoados. Não vejo necessidade de expor isso nas minhas redes sociais, pois tenho total noção da realidade social em que vivemos”, declarou.

Natália ainda comentou que os rumores ultrapassaram as redes brasileiras e já chegaram até a Espanha, criando uma situação desconfortável.

Além da questão financeira, outra informação que circulava afirmava que o pai de Raphinha estaria decepcionado com o jogador após ele começar a contar com o apoio do sogro em sua representação profissional. A publicação ainda alegava um suposto afastamento familiar durante uma partida da Seleção.

Sobre isso, Natália foi direta e negou qualquer conflito: “Os dois estão indo juntos para Miami agora”.

Com o pronunciamento, cresce o debate nas redes: teria sido apenas um boato sem fundamento ou existe algo que ainda não veio à tona?

 

TRAFICANTE MESSI GANHA LIBERDADE NO RIO E O MEDO DE NOVA GUERRA GERA ALERTA

 

Aqui está a matéria no estilo jornalístico, com cerca de 490 palavras e 3 opções de título impactante, no formato que costuma funcionar bem para páginas de notícias e alertas:

Opção 1:

TRAFFICANTE “MESSI DO URUBU” DEIXA A PRISÃO E VOLTA A GERAR ALERTA NO SUBMUNDO DO CRIME NO RIO

A libertação de um criminoso conhecido no cenário do tráfico de drogas do Rio de Janeiro voltou a chamar atenção das forças de segurança e também de moradores de áreas marcadas por constantes disputas entre facções rivais. Conhecido pelo apelido de “Messi do Urubu”, o traficante deixou a prisão na tarde desta terça-feira após conseguir a liberdade, reacendendo debates sobre a violência e os conflitos territoriais envolvendo organizações criminosas na capital fluminense.

Messi ficou conhecido por atuar como uma das principais lideranças do tráfico no Morro do Urubu, comunidade localizada na Zona Norte do Rio, onde exercia a função de gerente da facção Amigos dos Amigos (ADA). Durante o período em que esteve no comando da região, era apontado como um dos criminosos de maior influência local, tendo participação direta na movimentação do tráfico e em confrontos armados envolvendo grupos rivais.

Posteriormente, o criminoso mudou de facção e passou a integrar o Terceiro Comando Puro (TCP), estabelecendo ligação com criminosos ligados ao Morro da Serrinha, em Madureira, área historicamente conhecida por registrar conflitos entre grupos criminosos que disputam território e rotas do tráfico.

Em 2024, segundo informações que circularam nos bastidores da segurança pública, Messi teria participado de uma tentativa de invasão ao Morro do Urubu, desta vez atuando ao lado do TCP com o objetivo de tomar o controle da comunidade. A ação fazia parte de uma disputa entre facções, já que atualmente a região do Urubu está sob domínio do Comando Vermelho (CV), uma das maiores organizações criminosas do estado.

Após meses sendo monitorado, o traficante acabou preso em 2025 durante uma operação policial. Desde então, permanecia detido até conquistar sua liberdade nesta terça-feira.

A saída de Messi da prisão gera preocupação principalmente por seu histórico de atuação em conflitos armados e pela possibilidade de reacender antigas rivalidades em territórios dominados por diferentes facções criminosas no Rio de Janeiro.

As autoridades seguem acompanhando possíveis movimentações após a soltura do criminoso, enquanto moradores de comunidades afetadas por essas disputas vivem sob a constante insegurança provocada pela guerra entre organizações criminosas que disputam o controle territorial na cidade.