Nesta noite, uma nova história começará a ser escrita para você. Enquanto você dorme e se prepara para mais um novo dia, Deus faz uma grande obra em sua vida, mudando os seus caminhos para sempre.
Deus o presenteará com muitas bênçãos, que virão das mais diferentes formas e trarão mais alegria e realização. Ele curará as suas feridas que ainda estão abertas, ajudará você a deixar o passado para trás e lhe apresentará muitas oportunidades de alegria e sucesso
Amanhã você acordará renovado, pronto para recomeçar e manifestar muita alegria e sucesso. Seus medos não dominarão mais o seu coração e todo esse sentimento de angústia, que parece habitar você, será eliminado.
Você se tornará morada de pensamentos positivos, sentimentos bons e grandes planos para o futuro. Despeça-se dessa vida que está levando, porque ela não existirá mais, você está cada vez mais perto de uma nova realidade.
Deus abrirá os seus olhos e o seu coração para a abundância, paz e saúde. Ele lhe mostrará que há muito para você conquistar e que você será mais feliz do que imagina.
Quando você acordar, perceberá que muita coisa terá mudado, e agradecerá a Deus por ter ouvido as suas orações, permanecer sempre fiel à Sua palavra e lhe apresentar uma nova história, aquela que há tanto tempo você sonha viver.
Nessa nova vida, você será mais confiante, amoroso e feliz, e saberá estabelecer limites para preservar a sua saúde. Estará em verdadeiro contato com a sua essência e fé, e se moverá com muito mais segurança e tranquilidade, sabendo que está vivendo com melhor propósito.
Não haverá espaço para dor, ressentimentos e ingratidão. Você se concentrará apenas na própria felicidade e em compartilhar momentos especiais com as pessoas que considera importantes.
Um poderoso amadurecimento espiritual chegará e para fazê-lo enxergar as coisas com muito mais clareza. Você reconhecerá o que realmente importa e deixará se de desdobrar para atender a expectativas alheias.
As bênçãos que Deus lhe entregará nesta noite são uma prova de que Ele ouve as suas orações e deseja vê-lo feliz.
Comece a agradecer já, porque amanhã você acordará para uma nova vida!
Disparo de guarda em baile funk mata mulher de 19 anos e deixa homem de 29 internado
Autor do disparo alegou que o tiro foi acidental. Ele foi preso e autuado por homicídio culposo, sem intenção de matar, mas foi liberado após pagamento de fiança
POR O DIA
Gabrielle Mendes da Silva, 19 anos, e o rapaz José Felipe de Lima Verneck foram atingidos. Ambos foram socorridos, mas Gabrielle não resistiu à gravidade do ferimentoReprodução/ Facebook
Uma ação da Guarda Civil Municipal contra um baile funk não autorizado terminou com a morte de uma jovem de 19 anos, na madrugada deste domingo, 2, em Rio Claro, interior de São Paulo. Um jovem de 29 anos também foi atingido e está internado. O autor do disparo, um guarda municipal que não teve a identidade divulgada, alegou que o tiro foi acidental. Ele foi preso e autuado por homicídio culposo, sem intenção de matar.
De acordo com a prefeitura, a Guarda Municipal recebeu denúncia de moradores sobre a festa com aglomeração, no Jardim Panorama, em plena pandemia do coronavírus. Até este domingo, a cidade está na fase laranja do Plano São Paulo de flexibilização e festas e bailes estão proibidos. Quatro viaturas foram deslocadas para o local, onde os guardas constataram uma grande aglomeração e tentaram dispersar os jovens. Houve reação dos presentes. Segundo o registro policial, o guarda achou que a arma estava descarregada e teria tentado colocar balas de borracha, quando houve o disparo.
A jovem Gabrielle Mendes da Silva e o rapaz José Felipe de Lima Verneck foram atingidos. Ambos foram socorridos, mas Gabrielle não resistiu à gravidade do ferimento. Verneck levou um tiro na perna, mas está fora do risco de morte. O autor do disparo foi detido e levado à delegacia da Polícia Civil. Ele alegou que a arma disparou acidentalmente no momento em que ele a municiava com balas de borracha. O GCM ficou preso, mas foi arbitrada fiança de R$ 5 mil.
Com a ajuda de colegas, ele pagou a fiança e foi liberado para responder ao inquérito em liberdade. A Polícia Civil informou que já está convocando testemunhas para tomar o depoimento no inquérito que apura o caso. O corpo da jovem está sendo velado no Velório Municipal e será sepultado no fim da tarde deste domingo no Memorial Parque das Meninas, em Rio Claro.
A Secretaria Municipal de Segurança informou que a arma calibre 12 do guarda foi apreendida para perícia e ele foi afastado das funções operacionais até que a Polícia Civil conclua o inquérito e a justiça se manifeste sobre o caso. Um inquérito administrativo foi aberto para apurar a conduta técnica do guarda durante o evento.
Em nota, a GCM informou que lamenta a fatalidade e que o caso será rigorosamente apurado, inclusive pela corporação. “Não podemos, nem devemos fazer julgamentos precipitados. Até que as investigações terminem, o GCM está afastado das atividades operacionais. O que estiver de acordo com a lei será cumprido”, diz a nota.
No primeiro domingo após a autorização da volta dos banhos de mar, depois das proibições para evitar maior disseminação do novo coronavírus, as praias do Rio de Janeiro mais uma vez registraram casos de desobediência às orientações da prefeitura. Os cariocas começaram ontem a Fase 5 do Plano de Retomada das Atividades da prefeitura.
Fase 5 da Retomada das Atividades no Rio de Janeiro libera banho de mar, mas sem permanência na faixa de areia – Tomaz Silva/Agência Brasil
No Flamengo, em Ipanema, no Leblon e em Copacabana, na zona sul da capital, além de aglomerações havia muita gente deitada e sentada em cadeiras na areia, contrariando as determinações que proíbem esta prática. O mesmo ocorreu na Barra da Tijuca, na zona oeste. Mas esta não era a única medida não cumprida. Muitos dos banhistas não usavam máscaras de proteção facial.
Fase 5 da Retomada de Atividades proíbe atividades na areia – Tomaz Silva/Agência Brasil
Embora sem uma presença constante, em algumas praias, o policiamento fez abordagem para pedir que os banhistas não permanecessem na areia e não participassem de jogos coletivos. Após a saída dos policiais, no entanto, os banhistas voltavam para a areia. Os esportes coletivos sem competições, como vôlei e futevôlei, podem ser praticados, mas somente de segunda a sexta-feira.
Os vendedores ambulantes, uma característica das praias do Rio, também foram autorizados a voltar às atividades na Fase 5, desde que não vendam bebida alcoólica e ofereçam apenas comida industrializada. O mesmo vale para as barracas fixas que são montadas na areia com permissão de funcionar das 7h às 18h. Elas também não podem alugar cadeiras e nem guarda-sóis.
Fase 5 da Retomada das Atividades no Rio de Janeiro libera vendedores ambulantes nas praias – Tomaz Silva/Agência Brasil
Outros pontos de aglomeração foram as ruas e avenidas fechadas para áreas de lazer. Nas avenidas Delfim Moreira, no Leblon, e Vieira Souto, em Ipanema, a movimentação era semelhante a antes da pandemia de covid-19. Caminhadas e o uso de bicicletas e de skates foram os preferidos. Muitos não usavam máscaras.
Ainda na Fase 5, a prefeitura estendeu até 1h o funcionamento de lanchonetes, bares, restaurantes, cafés, padarias e estabelecimentos semelhantes. Apesar disso, permanece suspenso o sistema de self-service e música ao vivo.
As lojas dos shoppings voltaram a funcionar no horário normal das 10h às 22h, mas as praças de alimentação estão restritas à metade da capacidade. A capacidade máxima de público permanece em dois terços, incluindo os estacionamentos, respeitando o distanciamento de dois metros entre as pessoas. O comércio de rua pode abrir às 9h aos sábados e também aos domingos.
PMs do Rio são suspeitos de pedir auxílio emergencial de R$ 600 indevidamente:
Centenas de policiais militares do Rio estão sob suspeita de terem dado entrada indevidamente em pedidos para receberem o auxílio emergencial do governo federal em razão da pandemia do novo coronavírus. Um cruzamento de dados feito pela Corregedoria-Geral da União e o Tribunal de Contas do estado do Rio constatou que foram pagos benefícios de R$ 600 e R$ 1,2 mil para 401 PMs. A partir do levantamento, a secretaria de Polícia Militar iniciou uma apuração interna que revela que o número de solicitações indevidas feitas pelos agentes pode ser ainda maior.
O EXTRA teve acesso a parte dos relatórios elaborados por unidades da PM por determinação do secretário, coronel Rogério Figueredo. A apuração já confirmou que pelo menos 29 policiais receberam o auxílio e outros 291 tiveram a solicitação negada. Os relatórios estão sendo elaborados por comissões criadas em cada unidade da Polícia Militar, seja ela operacional ou administrativa. Há documentos que ainda estão em fase de preparo.
Os dados sobre os recebimentos indevidos dos auxílios foram enviados no dia 23 de junho pela presidente do Tribunal de Contas do Rio, Marianna Montebello Willeman, para o coronel Figueredo. No documento, Marianna solicita que os servidores sejam alertados individualmente sobre as regras para recebimento do benefício e ressalta que “as condutas de solicitação e de recebimento do auxílio emergencial, mediante inserção ou declaração de informações falsas em sistemas de solicitação do benefício, podem caracterizar os crimes de falsidade ideológica e estelionato”.
Pela regra, aqueles que possuem emprego formal ativo não têm direito ao auxílio. Também há restrições para quem recebe benefícios previdenciários e para determinadas faixas de renda familiar.
As comissões ouviram alguns policiais que receberam ou solicitaram o benefício. O EXTRA teve acesso a algumas dessas declarações. Há casos como os do soldado Vinícius Cerqueira Louvera e Renan Leite Santos, lotados no 2º BPM (Botafogo), que alegaram ter solicitado o auxílio por acharem que estavam enquadrado nas hipóteses de recebimento. Na época em que entraram com o pedido, ambos ainda eram alunos do Curso de Formação da PM. Os dois receberam R$ 600 cada e se colocaram à disposição para devolver os valores.
A comissão do 2º BPM entendeu que há indícios de que os dois cometeram crime de improbidade administrativa e sugeriu a remessa dos casos para a Polícia Federal.
Na UPP da Chatuba, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, sete policiais cujos CPFs foram usados para pedir o auxílio colocaram a culpa em suas mulheres. Todos alegaram que foram suas esposas que fizeram as solicitações sem o aval deles, de acordo com o relatório feito pela comissão criada na UPP. Nesses casos, os benefícios foram negados.
Em diversas unidades, há também casos em que os policiais negam terem pedido o benefício e afirmam que foram vítimas de fraude. O cabo Jorge Romero, do 2º BPM, alegou que em abril deste ano teve seus dados pessoais e bancários vazados em um site de compras. A solicitação dele também não foi aceita.
O relatório produzido pela Diretoria de Veteranos e Pensionistas revela ainda que foram feitas solicitações com os CPFs de três policiais mortos. O documento, no entanto, não deixa claro se o pedido foi aceito e se os valores foram pagos.
De acordo com a assessoria da imprensa da PM, todos os relatórios que estão sendo elaborados serão encaminhados para uma comissão na Diretoria-Geral de Pessoal. Se for o caso, novas diligências poderão ser solicitadas.
Em seguida, todo o material será remetido para a Corregedoria-Geral da PM, que vai apurar os casos individualmente “para dar sustentação às medidas subsequentes que serão adotadas na área correcional da corporação”.
Maricá – Três homens foram baleados em um assalto a um bar na noite desta sexta-feira, 31, na Rua 02, em Itapeba bairro de Maricá
Segundo informações, aproximadamente três elementos invadiram um bar anunciando o assalto e roubaram os pertences de diversos clientes.
Quando os criminosos estavam indo embora, uma das vítimas reconheceu um dos bandidos e o chamou pelo nome, neste momento os elementos começaram a efetuar disparos contra todos os clientes.
Três pessoas ficaram feridas e foram levadas por populares ao Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro de Maricá.
Os bandidos fugiram do local. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas, identificadas como Jean Martins, de 22 anos, Eduardo Victor da Silva, de 34 anos e o terceiro ainda não foi identificado.
O Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a pandemia da covid-19 irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo. Segundo dados oficiais da OMS, a doença já provocou 675.060 mortos e infectou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.
O grupo de cientistas, que se reuniu por videoconferência, avaliou a evolução da pandemia de covid-19, tendo em conta toda a informação científica que surgiu sobre o novo coronavírus nos últimos três meses, data da última reunião.O Comité de Emergência da OMS é composto por 18 cientistas de vários países.
“A pandemia é uma crise sanitária que ocorre uma vez em cada século e os seus efeitos serão sentidos nas décadas seguintes”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Comité, segundo um comunicado da organização.
O responsável fez também um balanço do que tem acontecido, salientando que “muitos países que pensavam que o pior já tinha passado estão agora enfrentando novos surtos, outros que tinham sido menos afetados estão com aumentos de casos e de óbitos, enquanto países que tiveram grandes surtos conseguiram controlá-los”.
Recomendações
Entre as principais recomendações que o Comitê de Emergência dirigiu à OMS está a necessidade de continuar a apoiar os países com serviços médicos mais frágeis, bem como a necessidade de continuar a impulsionar as investigações em curso para se encontrar um ou mais tratamentos e vacinas para a covid-19. O objetivo é que, quando existir uma vacina, os países com menos recursos não fiquem de fora por incapacidade de as comprar.Ou seja, defendeu o Comitê, afirmando que a distribuição de vacinas deve ser a mais equitativa possível.
Atualmente três potenciais vacinas (dos Estados Unidos, da Inglaterra e China) estão na fase três dos ensaios clínicos, para testar a sua segurança e eficácia.
A OMS referiu a este propósito que poderá ser possível que uma vacina esteja pronta para comercialização “na primeira metade de 2021”.
Relativamente às viagens, o Comite indicou que os países devem tomar medidas proporcionais e aconselhar os cidadãos em função dos riscos, avaliando as suas informações de forma regular.
Por outro lado, recomendou que os serviços de saúde sejam reforçados para permitir a identificação de novos casos e o rastreio de contatos.
Diogo Nogueira confirmou que está contaminado com a Covid-19. O cantor compartilhou um vídeo em suas redes sociais para contar aos fãs que, apesar de ter testado positivo para a doença, está bem e já começou o tratamento. “Já estou desde o início fazendo o tratamento e estou super bem. Em breve estou de volta para a gente fazer as lives, para sambar bastante, para a gente se divertir com muita alegria e amor”, contou o cantor, que revelou estar apenas “um pouco rouco”.
Publicado em 01/08/2020 – 16:34 Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil – São Paulo
Assim que foi decretada a quarentena em São Paulo, o aposentado de 87 anos Antonio Fernandez foi passar o período de isolamento com a filha no interior de Minas Gerais. O isolamento está protegendo o ex-comerciante da pandemia do coronavírus, mas alterou sua diabetes tipo 2, revelou a filha dele.
“[Ele] acabou comendo mais carboidratos, como o pão do churrasco. Ele saiu da rotina. É como se estivesse em férias, cada dia dá vontade de comer uma coisa. Acho que essa memória afetiva de estar juntos, faz com que a gente queria sempre comer uma coisa que faz relembrar o que a gente comia antes. Acho que isso deve ter atrapalhado”, diz a professora Angela Campos, filha de Antonio.
O próprio aposentado admite que está comendo mais e sem regras. “Antes eu fazia a minha comida, comia o que queria, agora é diferente. Essa quarentena atrapalhou meus hábitos alimentares”, diz o aposentado, que é espanhol e segue a dieta mediterrânea, rica em peixes e frutos do mar, frutas e legumes.
Assim como Antonio, milhares de brasileiros com diabetes tiverem suas dietas alteradas em razão da quarentena. É o que revela uma pesquisa inédita feita com 1.701 brasileiros com diabetes e que mostrou como a pandemia por covid-19 alterou seus cotidianos, controle da doença, padrão de alimentação, atividade física, acesso a medicamentos e serviços de saúde.
Menos exercícios
Realizada entre 22 de abril e 4 de maio, em ambiente online, o estudo identificou que 59,5% dos entrevistados apresentaram redução nas atividades físicas; 59,4% observaram variação na glicemia e 38,4% adiaram ou cancelaram suas consultas médicas. A pesquisa foi coordenada pelo vice-presidente da International Diabetes Fedaration (IDF), Mark Ugliara Barone, também membro do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
“O distanciamento social ou físico era esperado para que essas pessoas estivessem protegidas. Ao mesmo tempo, não se sabia quais impactos isso teria sobre a rotina e os comportamentos dessas pessoas, o que acabou levando à piora da glicemia de boa parte dessa população. Como se sabe, o aumento dos níveis ou da variabilidade da glicemia levam esses indivíduos a um grupo de risco ainda muito mais elevado para gravidade da covid-19, se infectados”, disse o pesquisador.
Para Barone, entre os comportamentos de destaque que possivelmente contribuíram para esse impacto sobre a glicemia, destacam-se a redução de atividades físicas e o cancelamento ou adiamento de consultas e exames. “Neste momento, essas pessoas deveriam ser orientadas e ter suas terapias ajustadas à nova rotina por profissionais de saúde”, disse.
Segundo a pesquisa, 79% não receberam seus medicamentos e insumos pelo SUS – Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Medicamentos
Outro dado que chamou a atenção do pesquisador é que 79% não receberam seus medicamentos e insumos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para o período de 90 dias. “[Essa seria a] principal medida para proteger essa população para evitar saídas mensais de casa para retirar medicamentos e se expor ao risco de contágio no transporte, em UBSs [unidades básicas de Saúde] ou farmácias públicas”. De acordo com a pesquisa, 5,8% deixou de retirar seus medicamentos para autocuidados.
Dos entrevistados, 61,2% afirmaram serem usuários do SUS – de modo exclusivo ou parcial – para a realização de consultas e outros serviços médicos. No período aferido, 78,6% das pessoas deixaram de fazer suas consultas regulares – 38,4% adiaram suas consultas médicas e 40,2% não efetuaram agendamentos desde o início da pandemia.
O estudo investigou o acesso à medicação para continuidade de tratamentos. Os dados mostraram que 64,5% receberam remédios e suprimentos por meio do SUS; 49,9% precisaram sair de casa para pegar a medicação e 44,3% apontaram ter amigos ou familiares que se disponibilizaram a realizar tal atividade. Usuários do sistema privado de saúde revelaram efetuar compras de medicamentos por meio de entrega em domicílio ou possuírem estoques de remédios e suprimentos médicos para sua aplicação ou para aferição glicêmica.
Hábitos alterados
A pesquisa também investigou comportamentos alimentares e relacionados à prática de atividades físicas. Dentre os entrevistados, 29,8% revelaram aumento na ingestão de alimentos. Ao mesmo tempo, 59,5% diminuíram a frequência de atividades físicas (44,8% tiveram um declínio elevado). Perguntados sobre o tempo dedicado à TV e internet, 48,8% apresentaram aumento junto ao primeiro equipamento. Quanto ao segundo dispositivo, o tempo despendido cresceu 53,5%.
De acordo com o pesquisador, medidas efetivas precisam ser tomadas de imediato para não piorar ainda mais a situação das alterações na glicemia. “Sabemos que, apenas com gerenciamento adequado da glicemia, as pessoas com diabetes podem ter uma vida saudável. Do contrário, além de se colocarem em um grupo de maior risco para quadros graves da covid-19, podem desenvolver complicações agudas e crônicas com consequências muito severas tanto a elas mesmas e suas famílias (perda de visão, hemodiálise, etc.), como para a sociedade e sistema de saúde, visto que o custo para o tratamento dessas complicações é muitas vezes maior do que o custo para prevenção e tratamento de diabetes”.
Barone alerta, portanto, que as medidas que deveriam atender 100% dessa população, e não apenas 21%, como é o caso do fornecimento de medicamentos para 90 dias – devem ser ampliadas. “Essas pessoas devem ser orientadas sobre atividades físicas, nesse período, e serem informadas sobre como acessar o sistema de saúde de forma segura (por meio de telemedicina, por exemplo) para que tenham suas terapias adequadamente ajustadas”.
Questionários
Realizada por meio de questionário de múltipla escolha, a pesquisa teve público majoritariamente feminino (75,5%), de 18 a 50 anos (70,7%). Dentre eles, 60,7% afirmaram apresentar Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) e 30,7% Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2). O grupo com mais jovens, com DM1, mostrou-se mais suscetível a apresentar sintomas da covid-19, embora não tenham sido testados.
O grupo com DM2 demonstrou maior propensão a relatar comorbidades, que são fatores de risco que elevam as chances de agravamento da doença causada pelo novo coronavírus, como hipertensão arterial, obesidade. Constatou-se que 95% dos entrevistados realizaram isolamento social e 27% não saíram de casa após o início da pandemia.
Os dados surpreenderam o pesquisador. “Aqueles indicando que essas pessoas estavam realmente seguindo as orientações para ficar em casa, mas, ao mesmo tempo, já no início da pandemia, quase 60% observaram alteração da glicemia [31,2% com aumento da variabilidade da glicemia, 20% aumento dos níveis e 8,2% com redução]. Outro dado surpreendente foi o baixo número de testes nessas pessoas quando apresentavam sintomas da covid-19, mesmo sabendo que diabetes é um dos principais fatores de risco para agravamento da doença”, disse.
De acordo com o estudo, 91,5% das pessoas mantiveram a rotina de monitorização da glicemia em casa. A partir desse acompanhamento, constatou-se que 59,4% apresentaram variações (8% observou hipoglicemia, 20% hiperglicemia e 31,2% grande variabilidade, em comparação ao período anterior à pandemia). Segundo os dados, pessoas que utilizam serviços públicos de saúde relataram mais episódios de hiperglicemia. Usuários do sistema privado apontaram maior estabilidade nos índices de glicemia.
A pesquisa foi publicada no periódico científico Diabetes Research and Clinical Practice, que publicou uma edição especial com trabalhos realizados sobre covid-19 em vários países, inclusive esta, do Brasil.
Um homem ainda sem identificação, foi assassinado por volta daa 20 horas , na rua Visconde de Goiânia, no bairro de Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro
A vítima foi assassinada próximo a um frigorífico.
Segundo testemunhas, apesar de não ter a identificação ainda da vitima, o mesmo trabalhava na estação de Vasconcelos vendendo dvd.
Após morte de gatos por envenamento, quiosques são depredados;
Protetores dos animais repudiam
Por LEONARDO RIBEIRO
Após a morte de cerca de 30 gatos com sinais de envenenamento, os quiosques em uma praça em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio, amanheceram depredados. Nas pichações, mensagens como “o seu ketchup tem sangue de 40 gatos”. Houve ainda focos de incêndio em ambientes próximos. A associação de protetores aos animais, que denunciaram a morte dos bichos, repudiou os danos aos patrimônios físicos.
“Nossa intenção ao denunciar a matança de mais de 30 gatos no local, com o apoio da Comissão de Saúde Animal da Câmara Municipal do RJ, é cobrar apuração rigorosa dos ataques covardes que resultaram no envenenamento e na morte desses animais (…). Em momento algum pregamos qualquer tipo de vingança ou acusamos quem quer que seja pelas mortes e também pelos recentes ataques aos quiosques”, diz o trecho da nota assinada pela Comissão de Saúde Animal da Câmara RJ e Protetoras e Voluntárias da Praça Vantuil, em Vila Valqueire (leia a versão completa abaixo).
Os integrantes do grupos de voluntários e moradores que cuidam dos animais contam terem se deparado com casos de envenenamento de forma recorrente desde o início da pandemia. Entre os traços que indicam o crime, estavam espuma na boca de alguns deles e o comportamento dos animais quando foram encontrados, parecendo dopados.
A colônia, segundo relatos, tem mais de 20 anos e estava com cerca de 100 gatos até então. Eles são castrados, vacinados e alimentados por voluntários, que arcam com os custos. O caso está em investigação pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e foi notificado na Subsecretaria municipal de Bem Estar Animal (Subem).