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Prefeitura do Rio antecipa feira de adoção e animais

 

A retomada das feiras de adoção de animais, cuja liberação estava prevista para o próximo dia 31, quando será iniciada a Fase 5 do plano de retomada das atividades no município do Rio de Janeiro, foi antecipada pelo prefeito Marcelo Crivella, devido ao aumento do abandono de animais registrado desde o início da pandemia do novo coronavírus. As feiras estão liberadas desde ontem (25).

“Decidimos liberar as feiras porque a adoção é uma das importantes ações de políticas públicas. Ela é uma causa muito nobre que impacta diretamente na prevenção de riscos à saúde pública e diminui o número de abandono, o que é crime”, observou Crivella.

Para que as feiras possam funcionar, os responsáveis deverão atender às restrições de distanciamento entre as pessoas e barracas, bem como às demais medidas de prevenção à covid-19 estabelecidas pelas regras da prefeitura.

Segundo o prefeito, além de ser uma causa nobre voltada ao bem-estar animal, a adoção faz parte das ações que minimizam questões de saúde pública provocadas por animais soltos nas ruas, como acidentes de trânsito, a reprodução indevida de cães e gatos, situações de maus-tratos, proliferação de zoonoses, que são doenças transmitidas por animais aos homens, e até agressões a populares.

Com o objetivo de reduzir o número de animais sem lar nessa época de pandemia, a prefeitura carioca lançou recentemente campanhas de adoção virtuais, com cães e gatos disponibilizados nas redes sociais da Subsecretaria de Bem-Estar Animal e da Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses, vinculadas à Secretaria Municipal de Saúde.

 

Fiocruz aposta em vacinação contra covid-19 a partir de 2021

 

Pesquisadores da Fiocruz apostam em vacinação inicial contra a covid-19 em fevereiro de 2021 para um público específico. A partir daí, a produção nacional das doses poderá garantir imunização à população em geral, afirma a vice-diretora de Qualidade da Bio-Manguinhos (Fiocruz), Rosane Cuber Guimarães.

Os recentes resultados de pesquisas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a segurança da vacina contra a covid-19 elevaram o nível de otimismo em todo o mundo que, desde dezembro do ano passado, observa o alastramento do novo coronavírus, causador da doença, em todas as regiões. As pesquisas das fases 1 e 2, exigidas pelo procedimento científico, descartaram efeitos adversos graves provocados pela vacina. Foram registrados relatos de pequenos sintomas, como dores locais ou irritabilidade, aceitos em vacinas contra outras doenças.

O Brasil foi um dos países escolhidos para participar da Fase 3 dos estudos, que testa a eficácia da vacina. Os testes, que estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições parceiras, envolvem 5 mil voluntários de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. A expectativa é detectar a capacidade de imunização das doses e, a partir daí, a Fiocruz – parceira brasileira nas pesquisas de Oxford  – receberá autorização para importar o princípio ativo concentrado, que será convertido inicialmente em 30 milhões de doses a serem aplicadas em parcela da população brasileira.

Rosane Guimarães disse ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo (26), às 22h30, que, em dezembro deste ano, o Brasil receberá 15 milhões de doses e, em janeiro, mais 15 milhões de doses.

“Estamos recebendo agora apenas 30 milhões de doses porque precisamos, antes de liberar a vacina, ter certeza da comprovação da eficácia dela. Então nós adquirimos 30 milhões de doses no risco e, se a vacina se comprovar eficaz, vamos receber mais 70 milhões de doses, totalizando, para o país, no primeiro ano, 100 milhões de doses de vacinas”, disse.

A Bio-Manguinhos será responsável pela transformação do princípio ativo e fará a formulação final das vacinas, além de envasar, rotular e entregar o material para que o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde faça a distribuição. As primeiras doses devem ser destinadas aos grupos de risco, como profissionais de saúde e pessoas idosas, mas isso ainda está em debate.

Caso as previsões se confirmem, a expectativa é que o país passe a produzir nacionalmente a vacina a partir do segundo semestre de 2021. “Paralelamente a isso, precisamos avaliar se será necessária apenas uma dose da vacina, se serão necessárias duas doses, se será necessário revacinar. São perguntas para as quais ainda não temos respostas. Os estudos vão continuar”, disse a especialista em vigilância sanitária.

Segundo Rosane, a vacina está em um excelente caminho e avançou rapidamente porque Oxford já trabalhava com o mesmo adenovírus de chimpanzé que está sendo usado nas pesquisas, um vírus que não causa doença em seres humanos.

Rosane explicou que a vacina carrega uma sequência do RNA do coronavírus e da proteína spike, que pode garantir que um organismo produza anticorpos. “Eles fizeram testes nessa plataforma [utilizando esse princípio] para Mers [síndrome respiratória do Médio Oriente] e para ebola. Eles já tinham grande parte do que é necessário para produção da vacina, preparado, o que já foi um acelerador. Outra coisa é que, neste momento de pandemia, os estudos clínicos foram facilitados e houve colaboração entre os países.”

Mesmo com os indicativos positivos, Rosane alerta que a pandemia não vai ser resolvida de uma hora para outra. “Acreditamos que, em 2021, ainda não se consiga vacinar completamente toda a população. Nossa orientação é que enquanto a vacina não sai, ou ainda estiver sendo aplicada, que as pessoas mantenham as orientações que já existem hoje: uso da máscara, lavar as mãos, evitar aglomeração, distanciamento. Ainda temos que continuar convivendo com esses cuidados até que todas as respostas sejam dadas pela vacina.”

A possibilidade de um revés é praticamente descartada pela pesquisadora. Segundo Rosane, a Fase 3 dos estudos pode, sim, apontar um grau de imunização de mais de 90%. “Se for maior, a gente consegue relaxar um pouco”, mas há riscos de que essa eficácia atinja níveis de apenas 50% ou 70%. “Vamos ter que fazer mais estudos e talvez buscar uma vacina com potencial maior, mas já será um alento se tivermos uma vacina com mais de 70%.”

Atualmente, o Brasil é terreno fértil para a pesquisa por ocupar o segundo lugar entre os países com maior número de casos da covid-19.

Há outras empresas trazendo vacinas para o Brasil. Um exemplo é a pesquisa desenvolvida pela parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac, com sede em Pequim. Nas próprias instalações da Bio-Manguinhos, cientistas brasileiros desenvolvem dois estudos, que estão ainda em fase pré-clínica, com experimentos em animais.

JOVEM DESAPARECIDO EM CAMPO GRANDE!! FAMÍLIA PEDE AJUDA!!

DESAPARECIDO

“Boa tarde. Ele sumiu já tem 24hrs, a última vez que foi visto foi em Vila Nova pela manhã em Campo Grande , estava com um Short da South azul com algumas listras branca, amarela e marrom e uma blusa escrito “Bloco do Raposão”, amarela e vermelha! o nome dele é Daniel dos Santos! Pfvr entrar em contato com esse número 968520364, Thainá”

 

MÃE DE BEBÊ COM SÍNDROME DE DOWN QUE VIROU FENÔMENO NA WEB CELEBRA ALTA NA UTI: ” CHICO VENCEU A COVID “

 

MÃE DE BEBÊ COM SÍNDROME DE DOWN QUE VIROU FENÔMENO NA WEB CELEBRA ALTA NA UTI: ” CHICO VENCEU A COVID ”

MÃE DE BEBÊ COM SÍNDROME DE DOWN QUE VIROU FENÔMENO NA WEB CELEBRA ALTA NA UTI: ” CHICO VENCEU A COVID ”

Conhecido como Super Chico, menino de Bauru (SP) que foi diagnosticado com coronavírus vai para quarto de enfermaria após 13 dias na UTI. Ele nasceu prematuro, passou por sete cirurgias e seu perfil no Instagram já tem cerca de 124 mil seguidores.

O menino de 3 anos com síndrome de Down que ficou conhecido como Super Chico por sua aventura de vida desde o nascimento e por se transformar num fenômeno da web venceu mais uma batalha.

Nesta quarta-feira (22), após 13 dias de internação na UTI de um hospital particular de Bauru (SP) com diagnóstico de Covid-19, Chico recebeu alta médica e pôde ir para um quarto de enfermaria, onde seguirá sob cuidados médicos.

A alta da UTI se transformou em mais um capítulo da luta pela vida do garoto Francisco Guedes Bombini. Ele nasceu prematuro e precisou passar por sete cirurgias por causa de problemas renais, cardíacos e hipotireoidismo, além de uma displasia pulmonar herdada pelos três meses de entubação.

Nas redes sociais onde o filho é um fenômeno

– seu perfil no Instagram já tem mais de 124 mil seguidores –, a mãe do menino, a advogada Daniela Guedes Bombini, festejou a alta do filho que aconteceu após o transcurso dos 14 dias do início dos sintomas.

“Hoje [quarta-feira, 22] está fazendo 14 dias de quando se iniciaram os sintomas. E não é que acabamos de receber a feliz notícia de que ele não transmite mais [a Covid], pelo tempo discorrido! Estamos indo para a pediatria, porque ele ainda vai precisar ser avaliado na gastro, mas o que é certo é que CHICO VENCEU A COVID!!!”, escreveu a advogada nas redes sociais.

Segundo a mãe, Chico até mesmo já parece dar sinais de que entende que o pior do tratamento já passou.

“Já até voltou a ser um leão aqui, está soltando seus gritinhos, porque sente, certamente, tudo o que está acontecendo! Chico veio mesmo para nos ensinar, tenho muito orgulho do meu super-herói”.

“Bora, Chico, sair daqui do setor de Covid, torcendo para que os que ficam se recuperem e que tudo fique bem!”, completou a mãe.

 

 

 

 

Entregadores de aplicativos promovem segunda paralisação nacional

 

Os entregadores de aplicativos promovem hoje (25) a 2ª paralisação nacional da categoria. A primeira foi realizada no dia 1º de julho. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, fim de bloqueios indevidos, maior remuneração e apoio para prevenção contra a contaminação durante a pandemia do novo coronavírus.

Os trabalhadores requerem das empresas elevação da taxa mínima e da taxa por quilômetro. Atualmente, eles recebem um valor fixo por corrida e um variável por distância percorrida. Eles argumentam que os dois valores são insuficientes para custear as despesas básicas.

Outro pleito é o fim dos bloqueios indevidos. Entregadores afirmam que são impedidos de continuar prestando o serviço sem explicações. Outra crítica é o fato de que os envolvidos nas paralisações são punidos com esta medida. “Defendemos o fim dos bloqueios. Os caras bloqueiam mesmo, aí não quero correr o risco”, relatou um entregador.

Paralização dos entregadores de aplicativo na praça Charles Miller, Pacaembu. – Rovena Rosa/Agência Brasil

O chamado “breque” traz entre suas pautas a adoção de medidas efetivas pelas empresas de proteção no cenário de pandemia. Enquanto algumas empresas forneceram equipamentos e insumos como álcool em gel, outras ainda não tomaram medidas. Eles pedem também um seguro saúde em caso de contaminação ou de acidentes.

Publicações nas redes sociais de grupos de entregadores registravam paralisações marcadas em pelo menos seis unidades da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.

Rio de Janeiro

No município do Rio, existem cerca de mil entregadores por apps, os que trabalham de motos, bicicletas e por patinetes. A concentração começou às 11h, na Candelária, na região central da cidade. De lá, os manifestantes iriam percorrer os bairros da Glória, Flamengo e Botafogo. Mas, como houve um problema com o carro de som dos manifestantes, apreendido pela Polícia Militar, essa parte do protesto foi suspensa. A outra parte prosseguirá normalmente.  O movimento está previsto para terminar às 17h, na Rua Miguel de Frias, em Icaraí, na zona sul de Niterói. Os entregadores vão atravessar a ponte Rio-Niterói para se juntar aos cerca de 500 entregadores de Niterói.

Um dos líderes do movimento, que se identificou como Simões, disse que, devido ao movimento de hoje, os aplicativos estão fazendo promoções de entregas delivery com a finalidade de esvaziar o movimento. E muitos entregadores que estavam bloqueados foram liberados para trabalhar. “Os aplicativos não dão retorno pra gente. A gente quer o aumento da taxa mínima de entrega um seguro de acidentes”, informou.

Simões disse que teve um amigo que fraturou a bacia em um acidente e tentou interceder junto ao aplicativo para conseguir que o tratamento fosse custeado.  “A resposta do aplicativo foi de R$ 1mil a R$ 15 mil a gente paga. Vai ao hospital particular dá entrada e depois a vítima será ressarcida. Mas como um de nós vai ter condições de pagar a conta num hospital particular para depois ser ressarcido?”, indagou.  E acrescentou: “A gente não quer brigar, a gente quer ser ouvido”.

São Paulo

Em São Paulo capital, os atos tiveram início na parte da manhã, quando núcleos de motoboys espalharam-se por diferentes endereços. Diferentemente da manifestação ocorrida no início deste mês, agora a rota priorizou centros comerciais.

A previsão era de que os protestos fossem realizados na entrada de seis locais: Shopping Tatuapé, Morumbi Shopping, Shopping Center 3, Shopping Center Norte, Shopping União e Shopping Grand Plaza. A orientação dos organizadores era de que os entregadores se concentrassem diante do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Estádio do Pacaembu), às 15h. Por volta desse horário, dirigiram-se para o local, inclusive, alguns entregadores que utilizam bicicletas para trabalhar.

Dessa vez, o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (SindimotoSP), não aderiu à mobilização. A entidade representativa tinha marcado uma audiência de conciliação com 13 empresas de aplicativos, por iniciativa do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, mas a reunião não pôde ser finalizada, por problemas técnicos. De acordo com o presidente interino do SindimotoSP, Gerson Cunha, não foi definida nova data para o encontro.

Em postagens do Twitter, identificadas com a hashtag #BrequedosApps, os manifestantes aparecem diante dos shopping com faixas dizendo “A guerra continua”, “Menos bloqueios, mais respeito” e “Brecar até a taxa aumentar”. Muitos motoboys também colaram adesivos nas mochilas usadas para transportar encomendas, com dizeres como “Nossa vida valem mais do que os lucros deles.”

Paulo Lima – um dos líderes do movimento -, mais conhecido como Galo, afirmou que a agenda de reivindicações vai além de uma melhor remuneração pelos serviços prestados, por exemplo. Conforme afirmou em vídeo que circula pelas redes sociais, a categoria pleiteia vínculo empregatício com as empresas de aplicativos como forma de combater a precarização de trabalho.

Brasília

Em Brasília, os participantes da paralisação trafegaram pela Esplanada dos Ministérios. Segundo Adriano Sorriso, da Associação de Motoristas Entregadores do Distrito Federal, as reivindicações foram as mesmas da greve promovida no dia 1º de julho, já que as empresas não aceitaram negociar.

“Foram marcadas duas audiências públicas, com o Ministério Público do Trabalho, e os representantes das empresas não apareceram. Até agora não tivemos resposta. Vamos continuar a nossa luta”, comentou o representante da AMAE-DF à Agência Brasil.

Segundo ele, as empresas estariam investindo pesadamente em publicidade criando páginas para desacreditar o movimento e pagando entregadores para gravar vídeos elogiando o trabalho. Mas não houve avanço nos pleitos.

Reivindicações

Os entregadores reivindicam aumento da taxa mínima (valor fixo pago a cada corrida) e da taxa por quilômetro. Eles reclamam da falta de transparência e que a remuneração é insuficiente e com a elevação do número de entregadores parte da compensação vem caindo. Outra queixa diz respeito aos bloqueios, que segundo eles ocorrem sem justificativa e sem direito de defesa.

Os trabalhadores defendem também medidas mais efetivas por parte das empresas de apoio à prevenção contra a covid-19. Em Brasília, os entregadores carregavam uma faixa cobrando o fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs).

Na avaliação do professor de sociologia da Universidade de Brasília e pesquisador sobre relações trabalhistas Ricardo Festi, o movimento surge como novidade e se destaca por ter ampliado a mobilização e a número de entregadores envolvidos na luta por melhoria nas condições de trabalho.

“Se você avalia as demandas, é o mínimo das condições trabalho. As jornadas são absurdas. Há pessoas que trabalham de bicicleta que ficam de 15 a 16 horas por dia para ganhar R$ 60. Os abusos cometidos pelas empresas estão ficando mais claros. Isso está abrindo um debate nos parlamentos nacional, estaduais e municipais. Há projetos de lei sendo apresentados buscando atender às demandas, o que é também um resultado importante”, analisa.

Nas redes sociais, entregadores e apoiadores passaram o dia divulgando mensagens de apoio e solicitando que cidadãos contribuíssem com o movimento não fazendo pedidos nos principais apps aos quais estão vinculados a maioria dos trabalhadores, como Rappi, iFood, Uber Eats, James e 99Food.

Manifestação das empresas

Em nota, o iFood disse que “respeita, de forma incondicional, os direitos democráticos à manifestação e à livre expressão“. “A empresa informa que já atende à maioria das reivindicações feitas pelo movimento dos entregadores — opera com valor mínimo de entrega de 5 reais, independentemente da distância percorrida, distribui equipamentos de proteção individual e para quem não retirou os kits de proteção repassou o valor de R$ 30,00 para compra de materiais, e oferece seguros de vida e contra acidentes. O iFood reconhece que há muito a ser feito e continua, como sempre esteve, aberto ao diálogo.”

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne, entre outros, o Uber Eats, disse, por meio de nota, que  o contexto da pandemia da covid19 teve efeitos severos sobre a economia, afetando a renda de milhões de brasileiros. “Mesmo diante de um cenário crítico, as empresas associadas à Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (“Amobitec”) que atuam no setor de delivery implementaram, desde o início da pandemia, diversas ações de apoio aos entregadores parceiro, tais como a distribuição gratuita ou reembolso pela compra de materiais de higiene e limpeza, como máscara, álcool em gel e desinfetante, e a criação de fundos para o pagamento de auxílio financeiro para parceiros diagnosticados com covid-19 ou em grupos de risco. Além disso, os entregadores parceiros cadastrados nas plataformas estão cobertos por seguro contra acidentes pessoais durante as entregas”.

No comunicado, a Amobitec disse ainda que “as plataformas de delivery operam sistemas dinâmicos e flexíveis, que buscam equilibrar as necessidades de entregadores, de restaurantes e de usuários. As ações de combate à crise foram desenvolvidas mesmo em um cenário de acirramento da competição entre empresas e aumento expressivo no número de entregadores. Diante de um cenário econômico como o da pandemia da covid-19, a flexibilidade dos aplicativos foi essencial para que centenas de milhares de pessoas, entre entregadores, restaurantes, comerciantes e micro empresas, tivessem uma alternativa para gerar renda e apoiar o sustento de suas famílias”.

É importante esclarecer que as empresas associadas à Amobitec não trabalham com esquema de pontuação para a distribuição de pedidos e deixam claro que respeitam a liberdade de expressão, portanto a participação em atos e manifestações não resulta em punições ou bloqueios de qualquer natureza.

“A Amobitec e suas empresas associadas que atuam no setor de delivery reafirmam a abertura ao diálogo, sempre atentas à realidade dos diversos perfis de entregadores parceiros para aprimorar a experiência de todos nas plataformas”, afirmou.

AB020 e Rappi

A Associação Brasileira do Online to Offline (AB020), que congrega startups de mobilidade e delivery, divulgou nota em que afirma não ter havido redução das taxas de administração e que as formas de pagamento são transparentes. Sobre os bloqueios, o comunicado coloca que cada empresa tem seus termos de uso e que cada entregador tem “liberdade de escolha para usar e se vincular a qualquer aplicativo concorrente”.

“A inativação temporária ou, em último caso, o descredenciamento definitivo de um entregador acontece apenas em caso de descumprimento dos termos de uso dos aplicativos. As empresas destacam que não suspendem ou desativam o cadastro de entregadores por participação em manifestações”, pontua a nota.

A AB020 destaca que os aplicativos implementaram medidas de proteção contra a covid-19, como parcerias para garantir consultas médicas por telemedicina, seguro contra possíveis acidentes, distribuição de kits de proteção (com máscaras e álcool gel), disponibilização de um guia de entrega segura.

“A ABO2O respeita o direito à liberdade de expressão e manifestação, dentro dos limites legais, e está sempre aberta ao diálogo com todos os elos da cadeia: entregadores, restaurantes, estabelecimentos comerciais e usuários”, termina o texto. A Agência Brasil perguntou à entidade sobre a negociação com os entregadores e ausência em audiências públicas com o MPT e a representação da categoria e aguarda retorno.

A Rappi informou por nota que fornece seguro contra acidente pessoal, invalidez permanente e morte acidental. A empresa diz que oferece descontos em planos de saúde e restaurantes para os entregadores. Em relação à negociação, a companhia informou por nota que mantinha “grupos focais” para ouvir demandas, mas que estes foram cancelados por hora.

“A Rappi informa que o valor do frete varia de acordo com o clima, dia da semana, horário, zona da entrega, distância percorrida e complexidade do pedido. Ainda, a Rappi possibilita que os clientes deem gorjeta aos entregadores por meio do aplicativo de forma segura e repassa a eles todo o valor pago a título de gorjeta”, respondeu a empresa sobre o pleito de aumento das taxas mínimas e por quilômetro.

 

CRIVELLA EMITE NOTA DESMENTINDO CANCELAMENTO DO REVEILLON NO RIO E DIZ QUE EVENTO OCORRERÁ VIRTUALMENTE

 

CRIVELLA EMITE NOTA DESMENTINDO CANCELAMENTO DO REVEILLON NO RIO E DIZ QUE EVENTO OCORRERÁ VIRTUALMENTE

“Não é verdade que a Prefeitura do Rio, por meio da Riotur, tenha cancelado o réveillon carioca. A Riotur jamais divulgou qualquer informação sobre cancelamento do réveillon. Conforme nota amplamente divulgada na imprensa nesta sexta (24) e sábado (25), o réveillon do Rio de Janeiro está mantido, porém será obviamente adaptado à nova realidade da pandemia.

Reiteramos a informação: neste cenário, onde ainda não temos uma vacina, a Riotur estuda modelos para a virada de 2020 para 2021, que em breve ainda serão apresentados ao Prefeito Marcelo Crivella e ao gabinete científico.

A construção desse modelo alternativo ao réveillon tradicional vem sendo conversada, constantemente, com Alfredo Lopes, presidente do Hotéis Rio e do Conselho Deliberativo da ABIH-RJ. As ideias de formatos têm como base as conversas não somente com Alfredo Lopes, mas com representantes de outros setores envolvidos no réveillon. Trata-se de uma construção em conjunto.

Qualquer decisão sobre o Réveillon do Rio de Janeiro por parte da Prefeitura do Rio será comunicada à imprensa.

Segue abaixo a nota da Riotur, que, em nenhum momento se refere à cancelamento do Réveillon Rio 2021, divulgada para a imprensa:

A Prefeitura do Rio segue concentrando os esforços para salvar vidas e controlar a pandemia da Covid-19 na cidade.

Com relação ao Réveillon, esse modelo tradicional que conhecemos e que praticamos na cidade há anos, assim como o carnaval, não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina. Mas, é preciso ressaltar que o réveillon não é um evento rígido e ele pode acontecer de diversas formas, que não apenas reunindo 3 milhões de pessoas na Praia de Copacabana.

Nos próximos dias, a Riotur apresentará ao Prefeito Marcelo Crivella diferentes formatos possíveis para o evento da virada, sem presença direta de público, em um modelo virtual, onde poderemos atingir o público pela TV e pelas plataformas digitais, preservando prioritariamente a segurança das pessoas e considerando também uma atmosfera de reflexão e esperança diante de tantas perdas sofridas. Ressaltamos que todos os conceitos desenvolvidos e analisados pela Riotur têm sua viabilidade financeira focada 100% na iniciativa privada, considerando o cenário atual onde os recursos da Prefeitura do Rio estão destinados ao combate da pandemia. Esse modelo, com parceiros privados investindo nos grandes eventos, é adotado pela Riotur durante toda a gestão do Prefeito Marcelo Crivella, priorizando que o dinheiro público seja investido nas questões básicas, como saúde e educação.

Vale lembrar que, seguindo o cronograma dos anos anteriores, o réveillon começaria a ser desenvolvido em agosto. Isto significa dizer que não há etapas a serem cumpridas pela Prefeitura neste momento e estamos dentro do cronograma natural.

Com relação ao Carnaval, o presidente em exercício da Riotur Fabrício Villa Flor de Carvalho tem participado constantemente de reuniões virtuais com o presidente da Liesa Jorge Castanheira para tratar sobre as questões que envolvem os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. Como resultado dessas tratativas, a Riotur atendeu ao pedido da Liesa e não abriu a venda de ingressos para o setor turístico do Sambódromo. Agora, a Riotur aguarda, conforme solicitado formalmente pelo presidente da entidade, a próxima assembleia da Liga Independente das Escolas de Samba, que definirá o rumo dos desfiles e comunicará à Prefeitura do Rio.

Já para o Carnaval de Rua, a Riotur tem mantido conversas com o GAESP – Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público, órgão atuante na construção do evento que, dentre outras funções, participou da criação do Protocolo de Intenções, que garantiu melhorias à folia.

Portanto, neste cenário inconclusivo, ainda não é possível falar em definição do Carnaval Rio 2021, já que o planejamento deste evento é naturalmente complexo e, no cenário atual, requer cuidados especiais. A festa reúne milhões de pessoas e, durante o período da folia, há uma intensa movimentação pela cidade, incluindo o aumento do uso do transporte público durante um extenso período de tempo. Para decisões, precisamos de uma análise de toda a situação, incluindo o número de casos, a evolução no tratamento da doença, a prevenção e a criação de uma vacina, visando sempre a segurança de todos. Vale lembrar ainda que o carnaval é um feriado nacional e envolve outras esferas, e não apenas a municipal, sendo, portanto, uma discussão muito mais ampla, que inclui principalmente resultados de estudos científicos”.

 

Shopping Da Zona Oeste Ganha o Primeiro Parque De Cama Elástica.

 

Shopping Da Zona Oeste Ganha o Primeiro Parque De Cama Elástica.

O Shopping Arena Aertown, que fica na Barra da Tijuca, vai ser o primeiro na zona oeste a ganhar um parque de Cama Elástica com mais de 1250 metros quadrados. O Big Jump USA.
Segundo informações, pelo menos 50 cama elásticas de vários tamanhos ocupam o espaço, a inauguração estava prevista para antes da quarentena, entretanto a data foi adiada para a primeira semana de Agosto.

 

 

Rio registra 154 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas

 

O estado do Rio de Janeiro registrou 154 mortes nas últimas horas e um total de 12.808 óbitos desde o início da pandemia no país, em março. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro há, até este sábado (25), 156.293 casos confirmados do novo coronavírus no estado. Há ainda 1.160 óbitos em investigação e 318 foram descartados. Entre os casos confirmados, 133.831 pacientes se recuperaram da doença.

Infectados

Do total de infectados pela covid-19 no estado, o município do Rio lidera com 69.546 casos confirmados da doença. Em seguida vem Niterói com 8.682 infectados. Seguidos de: São Gonçalo (7.880); Duque de Caxias (5.542); Macaé (5.182); Nova Iguaçu (4.006); Angra dos Reis (3.647); Itaboraí (3.182); Volta Redonda (3.100); Campos dos Goytacazes (2.766); Magé (2.441); São João de Meriti (2.167);  Teresópolis (2.068);  Belford Roxo (2.021); Maricá (1.985);  Queimados( 1.957);   Itaguaí (1.822 ); Itaperuna (1.534); Cabo Frio (1.310); Petrópolis (1.162) e Rio das Ostras (1.081).

Óbitos

Entre as 12.808 mortes de covid-19 no estado, a cidade do Rio de Janeiro tem  8.004 óbitos.  São Gonçalo vem em segundo com  572  mortes. Depois, Duque de Caxias (527);

A secretaria de saúde estadual mantém um painel com os dados atualizados em gráficos.

 

ACIDENTE E MORTE EM CAMPO GRANDE!!

 

 

Acidente Com Óbito Na Estrada Do Monteiro.

Um senhor ainda sem nome identificado perdeu o controle de sua motocicleta e caiu no corredor entre vários carros, infelizmente um ônibus passou por cima do motociclista, que não resistiu e morreu na hora.

Nossos sentimentos a família e amigos da vitima

Mais informações em instantes em nosso site

BANDIDOS PRESOS EM ASSALTO A ÔNIBUS EM CAMPO GRANDE!! PRA CIMA DELES!!!

 

 

VAGABUNDOS NO 864 (CAMPO GRANDE X BANGU) ONTEM A NOITE

“Eu vindo cansada do trabalho nesse momento, ladrões invadiram o ônibus 864 que eu estava, vieram jugidos, pois roubaram 03 pessoas na Artur Rios Campo Grande, e invadiram o ônibus. Veio uns caras armados pra tentar tirar eles do ônibus, eles mandaram o motorista arrancar com o ônibus, a sorte que polícia cercou o ônibus e tirou os dois bandidos.”
Obrigado polícia militar!🙏
#QueSustoQueTomamos