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Flávio Bolsonaro será ouvido pelo MPF sobre vazamento da PF na operação Furna da Onça

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) será ouvido na próxima segunda-feira (20), às 14h, em Brasília, pelo Ministério Público Federal (MPF).

O procedimento de investigação criminal  apura as denúncias de vazamento da Operação Furna da Onça, em 2018. A denúncia de vazamento  foi feita pelo empresário Paulo Marinho,  ex-aliado do senador. A informação foi divulgada neste sábado (18) pela GloboNews.

Pela  prerrogativa do cargo, o próprio senador escolheu o dia, horário e local do depoimento, que será no gabinete dele no Senado.

Responsável pela investigação, o procurador Eduardo Benones, do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do MPF, vai à Brasília ouvir o depoimento de Flávio Bolsonaro.

Em nota, a defesa do senador disse que o depoimento está confirmado e que ele vai depor como testemunha.

“Para que a verdade seja restaurada o mais rápido possível, o senador Flávio Bolsonaro marcou a data para depor junto ao Ministério Público Federal. A previsão é de que o depoimento ocorra na próxima segunda-feira (20/07), quando um procurador da República irá ao encontro do parlamentar, em Brasília. Flávio Bolsonaro prestará depoimento na condição de testemunha.

Furna da Onça

A operação Furna da Onça investigou um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Durante as investigações da Furna da Onça surgiu o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf), que apontou uma  movimentação considerada atípica de R$ 1,2 milhão  nas contas de  Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, então deputado na Assembleia Legislativa do Rio.

Momento em que a polícia entra na casa onde estava Fabrício Queiroz em Atibaia

Em junho,  Queiroz foi preso no sítio de Fredrick Wassef,  ex-advogado de Flávio Bolsonaro, em Atibaia, no interior de São Paulo.

O mandado de prisão foi expedido em um desdobramento da investigação do  esquema de “rachadinha”  no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Relato de Paulo Marinho

O vazamento da operação teria sido feito por um delegado, segundo o empresário. À Folha de S. Paulo, Marinho disse que o encontro com o delegado teria ocorrido na porta da Superintendência da PF, na Praça Mauá.

De acordo com a versão do empresário, participaram também o coronel Miguel Braga, chefe de gabinete do parlamentar, o advogado Victor Alves e Val Meliga, ex-presidente do PSL no Rio e irmã de dois milicianos.

O relato do delegado, segundo Marinho, foi de que Queiroz e a filha tinham sido citados num relatório do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

“Vai ser deflagrada a operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz (Nathalia), que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro (que ainda era deputado federal) em Brasília. Nós vamos segurar essa operação para não detoná-la agora, durante o segundo turno, porque isso pode atrapalhar o resultado da eleição (presidencial) ”, teria dito o delegado, segundo Marinho.

A partir do relatório, o Ministério Público do Rio detalhou o suposto esquema de corrupção que afirma ter ocorrido no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Os promotores afirmam que Flávio Bolsonaro é o   chefe de uma organização criminosa e identificaram pelo menos 13 assessores que repassaram parte de seus salários ao ex-assessor dele, Fabrício Queiroz.

Com ator cada vez mais sarado, ‘ativar o modo Fábio Assunção’ ganha novo significado

Fábio Assunção, de 48 anos, já vinha impressionando por sua boa forma física há algum tempo. Só que a cada dia que passa, o ator fica mais sarado. O personal Chico Salgado postou no Instagram, nesta sexta-feira, uma foto em que Fábio Assunção aparece com o tanquinho à mostra. A imagem deu o que falar nas redes sociais e até ressignificou a expressão “ativar o modo Fábio Assunção”.
Antigamente, as pessoas usavam a expressão “vou ativar o modo Fábio Assunção” quando queriam dar a entender que gostariam de ficar muito loucas, em uma referência às polêmicas vividas pelo ator nos últimos anos. Só que agora, a expressão “ativar o modo Fábio Assunção” é usada por quem quer dizer que vai se tornar uma pessoa mais saudável, fitness, em uma referência ao novo shape do ator.
Chico Salgado, inclusive, deu uma bronca em quem usa “ativar o modo Fábio Assunção” de forma pejorativa. “Eu acho muito engraçado como funciona a cabeça da maioria dos brasileiros. Adoramos compartilhar a derrota e o fracasso principalmente se existe algum tipo de evidencia na pessoa.
Trago o meu aluno @fabioassuncaooficial que fez uma das mudanças de vida mais incríveis que eu já vi e merece ser aplaudido e compartilhado para motivar alguém que pode estar precisando disso, mas o julgamento muitas vezes não deixa ninguém enxergar”, iniciou.
“Que um dia nos possamos aprender a admirar e compartilhar histórias de vitória e superação e isso tenha mais destaque do que qualquer meme sem noção. Ainda bem que o Fábio usou todas as críticas para converter em energia e vontade de mudar. Esse foi o trampolim para ressurgir na sua melhor versão!!! PS: Não é bomba, dieta milagrosa nem magica. São 10 meses de trabalho duro que começou com uma coisa chamada DECISÃO”, finalizou.

Em nova fase da reabertura, prefeitura libera estacionamento de veículos na orla do Rio

No primeiro sábado (17) após o  início da fase 4 da reabertura da cidade do Rio, em meio à pandemia de coronavírus, cariocas e turistas voltam a poder estacionar seus veículos ao longo da orla do município. A proibição estava em vigor desde março.

A principal mudança dessa nova fase de flexibilização é a permissão da prática de esportes coletivos em praias e lagoas. Contudo, é bom lembrar que os jogos, como vôlei e futevôlei, só estão liberados nos dias de semana, de segunda a sexta.

Nos finais de semana, todos os esportes coletivos em praias e lagoas seguem proibidos para evitar aglomerações.

A prática de altinha, por ser considerada lazer, segue proibida.

Pontos turísticos

A partir da fase 4, pontos turísticos estão autorizados a reabrir com um terço da capacidade. Entretanto,  Pão de Açúcar, Corcovado, Aquario e RioStar já anunciaram que   só vão abrir na primeira quinzena de agosto.

O que está previsto na Fase 4

  • Esportes coletivos: (de segunda a sexta) em quadras nas praias e lagoas
  • Pontos turísticos: com 1/3 da capacidade e distanciamento de 4 m² por pessoa (procure antecipadamente o local para saber se foi reaberto)
  • Lojas de shopping e estacionamentos: a capacidade pula de 1/3 para 2/3
  • Piscinas de clubes: reabertas somente para natação (seguem proibidas para lazer)
  • Comércio de rua: – capacidade passa a ser de 2/3 e o funcionamento aos sábados está liberado a partir das 9h
  • Reabertura de estacionamentos na orla
  • Reabertura de feiras de artesanato – somente para venda de produtos desse segmento, mas proibida a comercialização de alimentos e bebidas
  • Academias: o distanciamento que era de 6 m² por pessoa passa a ser de 4 m²
  • Educação: universidades abertas somente para atividades práticas da área de saúde (medicina, fisioterapia, enfermagem)

 

Escolas

Havia previsão de que as pré-escolas e turmas de 1º e 2º ano reabrissem na fase 4, mas a Prefeitura recuou. As instituições de ensino seguem fechadas. O prefeito Marcelo Crivella disse que ouviu a opinião pública.

“60% das pessoas que ouvimos acham prematuro abrir as escolas”, afirmou na véspera”

Bloqueios em áreas boêmias

Contra as aglomerações registradas em points boêmios da cidade, a prefeitura vai instalar micro-polos de bloqueios. Eles funcionarão na Olegário Maciel (Barra da Tijuca), Dias Ferreira (Leblon), Praça Vanhargen (Tijuca) e Nelson Mandela (Botafogo).

O objetivo, segundo Flávio Graça, superintendente Inovação, Pesquisa e Educação de Vigilância Sanitária, é aumentar a vigilância nas ruas e impedir aglomerações.

“A gente sabe que nesses polos a população está tendo um comportamento de aglomeração maior, e a gente precisa de uma fiscalização mais incisiva para não atrapalhar a atividade de bares e restaurantes”.

Prefeitura amplia fiscalização em quatro micropolos gastronômicos

A Prefeitura do Rio ampliou a fiscalização em quatro micropolos gastronômicos definidos como áreas sensíveis à aglomeração na abertura da Fase 4. São eles a Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca; a Praça Varnhargem, na Tijuca; e as ruas Dias Ferreira, no Leblon, e Nelson Mandela, em Botafogo. Com equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), da Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) e da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde, a ação começou nesta sexta-feira, 17/07.

A Guarda Municipal atuou nos micropolos com 43 agentes e oito veículos. Os GMs ficaram até 23h (horário determinado para o fim da atividade de bares e restaurantes) distribuídos em pontos estratégicos para orientar a população, inibir a presença de ambulantes e evitar aglomerações. Não houve barreiras físicas, com os guardas municipais atuando com foco no cumprimento das regras previstas no Decreto RIO 47.439, de 21 de maio de 2020. A operação acontecerá até este domingo, 19/07.

Reboques – A fiscalização do estacionamento irregular também foi intensificada nas vias e entorno dos micropolos por meio da Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamentos e Reboques (Cfer), vinculada à da Secretaria Municipal de Ordem Pública. Agentes de trânsito da Guarda Municipal atuaram ao lado das equipes de reboquistas da Cfer. A Seop registrou ainda cinco remoções de veículos estacionados irregularmente em vias localizadas nos micropolos.

Vigilância Sanitária – Além de atuar nos quatro micropolos, a Vigilância Sanitária fiscalizou bares e restaurantes da rua Galdino Pimentel (no Alto Méier) e participou da força-tarefa da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) na Praça do Patriarca (Madureira) e na Estrada dos Bandeirantes (Taquara). Os fiscais percorreram bares e restaurantes de todos esses pontos, entrando nos comércios que identificaram aglomerações e o não cumprimento do distanciamento de dois metros. Ao todo, foram inspecionados 23 estabelecimentos, dois deles multados por não cumprirem o distanciamento, cinco recebendo advertências escritas para adequarem a arrumação das mesas e evitarem servir chope no balcão e todos eles orientados sobre as normas higiênico-sanitárias a serem atendidas para não persistirem nas irregularidades.

Controle Urbano – A Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda atuou nas fiscalizações conjuntas nos bairros de Madureira e de Jacarepaguá. Os fiscais de atividades econômicas estiveram na Praça do Patriarca, em Madureira, e no Conjunto Merck e arredores, em Jacarepaguá, mas não foram identificadas irregularidades em relação ao uso de mesas e cadeiras nas calçadas.

Operações Covid-19 – As fiscalizações realizadas por órgãos operacionais da prefeitura para conferir o cumprimento das normas de enfrentamento à Covid-19 começaram em 18 de março, com inspeções diárias em toda a cidade. Nesses quase quatro meses, quase 45 mil estabelecimentos foram vistoriados, com 5.327 multas aplicadas (GM-Rio e Vigilância) e 27.762 pontos comerciais fechados. Desse total, 412 foram interditados. Do total das fiscalizações, 37.318 foram conduzidas pela Seop em ações com a GM-Rio, a equipe do Controle Urbano e a Vigilância Sanitária, parte delas com apoio da Policia Militar. Os fiscais de atividades econômicas da SMF interditaram 258 estabelecimentos e aplicaram 77 multas. Outras 5.958 inspeções foram realizadas pela Vigilância Sanitária, resultando em 3.017 multas e em 152 interdições, tanto nas atuações conduzidas pela Seop quanto em ações específicas e com os comboios integrados por equipes da Seop, GM, Controle Urbano e até PM.

Comboios – Cada um desses comboios tem em média 12 profissionais e atuam em todas as regiões do município, a partir de demandas da Central 1746, do Disk Aglomeração e do monitoramento diário da cidade. Os estabelecimentos flagrados desrespeitando as normas sanitárias são notificados, multados, fechados e até interditados. A maioria das multas é por aglomeração, estabelecimentos não autorizados a funcionar e flagrados abertos e falta de higiene, incluindo a ausência de dispensadores de álcool 70% em gel, sabão líquido e de papel-toalha. O valor da multa varia de acordo com a irregularidade.

Bares e restaurantes – Do total das ações da Vigilância, 628 inspeções foram feitas em bares e restaurantes desde o último dia 02/07 (início da reabertura do comércio de alimentos), com 18 deles interditados e 368 infrações aplicadas por irregularidades, a maioria, por aglomeração, o não cumprimento do distanciamento e falta de higiene.

Reforço da Guarda Municipal – Com o aumento das demandas para coibir irregularidades, em 5 de junho a Guarda Municipal passou também a registrar infrações sanitárias, entre elas, o não uso da máscara. Desde então, a GM aplicou 2.233 multas sanitárias, 1.532 pelo não uso da proteção facial.

Multas – Vale destacar que os estabelecimentos que descumprirem as regras dos decretos vigentes podem ser multados. Os valores variam de acordo com as irregularidades, a maioria referente ao não cumprimento do distanciamento (R$ 3 mil) e à falta da máscara. Neste caso, a infração é de R$ 107,00 para populares aplicada no CPF. Já para os estabelecimentos flagrados com consumidores e funcionários sem a proteção, a multa vai de R$ 590 a R$ 2.696,20, com base na complexidade e risco de cada atividade, de acordo com a Lei Complementar 197/2018, que criou o Código Sanitário do Município implantado em janeiro do ano passado.

Fundação Cecierj lança cursos gratuitos on-line para professores da Educação Superior

A pandemia da Covid-19 provocou mudanças significativas na sociedade e uma das áreas mais afetadas foi a de Educação. As aulas presenciais foram suspensas em todo o mundo e, no Brasil, as redes de ensino, tanto pública quanto privada, usaram métodos diferentes para manter o aprendizado, como o ensino remoto. Pensando nessa nova realidade, a Fundação Cecierj, que atua há mais de 20 anos no desenvolvimento da educação a distância (EaD) no estado do Rio de Janeiro, preparou o projeto “Contribuições Cecierj para o ensino Remoto”. São quatro cursos gratuitos e on-line que vão auxiliar os professores das instituições de Ensino Superior a encarar esse desafio do ensino mediado por tecnologia. O primeiro curso ‘Ensino remoto: por onde começar?’ já está com inscrições abertas que devem ser feitas no site da Fundação Cecierj  https://www.cecierj.edu.br/extensao/.

– Oferecer esses cursos faz parte de um trabalho que a Fundação Cecierj vem realizando como planejamento para o segundo semestre e, a depender da avaliação das autoridades de Saúde, muitas atividades ainda acontecerão virtualmente. Identificamos que muitos professores tiveram dificuldades com a migração do ensino presencial para o remoto e elaboramos esse projeto. Queremos, com essa iniciativa, superar este momento delicado ao lado dos professores e colaborar com estratégias para o ensino remoto, que se tornou alternativa para a não interrupção das atividades acadêmicas – explica o vice-presidente de Educação Superior a Distância da Fundação Cecierj, professor Glaucio José Marafon.

Para auxiliar os docentes no desenvolvimento do ensino remoto, o conteúdo dos cursos passa pela compreensão das mudanças em relação às aulas presenciais, refletir sobre as escolhas didáticas necessárias para iniciar o processo, discutir as limitações e vantagens do uso das tecnologias e compreender as funções das principais ferramentas tecnológicas disponíveis para o ensino remoto. Além dos cursos, a iniciativa vai disponibilizar o acesso aos diversos recursos educacionais, como vídeos, podcasts e materiais didáticos.

Professor da Fundação Cecierj e coordenador do projeto, Daniel Salvador acredita que o mais importante nesse momento é oferecer uma visão abrangente e, ao mesmo tempo, prática das possibilidades tecnológicas e didáticas já disponíveis ao professor universitário para realizar o ensino remoto:

– O Contribuições Cecierj para o Ensino Remoto parte da necessidade de auxiliar o professor no uso de ferramentas que possibilitam o ensino-aprendizagem mediado por tecnologias. O apoio didático e tecnológico ao docente da Educação Superior, nessa adaptação ao ensino remoto, é fator crucial para manter a qualidade da formação acadêmica no país. Nós da Fundação Cecierj conhecemos quais são as transformações e ferramentas necessárias a essa adaptação e queremos apoiar as iniciativas de ensino remoto que já estão em andamento ou começarão em breve nas universidades fluminenses – destaca.

 Veja mais informações sobre os cursos online:

 

Curso 1 – Ensino remoto: por onde começar?

O curso oferece a fundamentação e as noções básicas sobre o processo de transposição das aulas presenciais para o ensino mediado por tecnologia, ajudando na construção de propostas de ensino remoto emergencial para o Ensino Superior.

Inscrições abertas: 15/07/2020

Período do curso: 03/08/20 a 17/08/2020

 

Curso 2 – Ensino presencial virtualizado: aulas remotas em tempo real

O curso apresenta as funcionalidades das principais tecnologias para realização de aulas e atividades online em tempo real, além de compartilhar algumas indicações didáticas para promover maior interação dos estudantes durante aulas virtuais.

Inscrições abertas: 22/07/2020

Período do curso: 10/08/20 a 24/08/2020

 

Curso 3 – Ambientes virtuais de aprendizagem: explorando a interação online

O curso apresenta diversas possibilidades e ferramentas disponíveis para criação e utilização de Ambientes Virtuais de Aprendizagem para o ensino superior. Com esse conjunto de tecnologias, o professor poderá planejar e ministrar aulas através do ensino remoto.

Inscrições abertas: 29/07/2020

Período do curso: 17/08/20 a 31/08/2020

 

Curso 4 – Roteiro, câmera e ação – como gravar sua videoaula

O curso aborda a criação não profissional de videoaula para suporte ao ensino remoto e apresenta as características da produção de roteiros, além de oferecer exercícios para treinamento de postura e imposição vocal e dicas práticas de autogravação.

Inscrições abertas: 29/07/2020

Período do curso: 17/08/20 a 31/08/2020

‘Acabaram com toda a estrutura’, diz funcionária do Hospital de Campanha do Maracanã

Funcionários dos hospitais de campanha do governo do estado denunciam que a Secretaria de Saúde retirou equipamentos e não forneceu condições de trabalho no plantão da madrugada deste sábado (18).

O contrato com a Organização Social (OS) Iabas se encerrou, e, por isso, o governo decidiu nesta sexta-feira (17)  esvaziar as tendas do Maracanã e de São Gonçalo — as únicas abertas das sete prometidas pelo governador Wilson Witzel.

O RJ1 apurou que, até a última atualização desta reportagem, havia apenas um paciente em São Gonçalo — os demais, mesmo os mais graves, foram transferidos. A realocação  desrespeitou uma decisão da Justiça.

“Eles acabaram com toda a estrutura do hospital”, afirmou uma funcionária. “Mas obrigaram as pessoas a continuar lá sem dar um suporte.”

Segundo essa funcionária, “arrancaram os pontos da parede, a marcação de pontos e a biometria”.

“Uma enfermeira que passou a noite lá me falou que não tinha onde dormir, não tinha mais capote, tinha que reutilizar”, emendou.

Em São Gonçalo, de acordo com outra funcionária, o hospital de campanha estava “parado”.

“Toda a estrutura parada. Aparelhos desligados. E hoje um CTI com dez leitos conta apenas com uma paciente”, disse.

Justiça mandou deixar aberto

A Justiça determinou ainda nesta sexta que os hospitais de campanha sigam abertos e recebam pacientes, impedindo transferências.

Mas, dos 34 internados, somente um em São Gonçalo aguardava a realocação.

Na manhã deste sábado, o movimento foi pequeno em frente ao Maracanã.

Numa placa que anuncia a central de atendimento contra o coronavírus, alguém escreveu, em tom de protesto: “Cadê o salário?”.

Nesta sexta, profissionais foram informados, na troca de plantão, que seriam demitidos e que a unidade estava sendo fechada. Houve protestos ao longo do dia. Médicos, enfermeiros e técnicos estão com salários atrasados.

“Demos o melhor de nós lá dentro, muitos amigos se contaminaram, e a gente está aqui com uma mão na frente e outra atrás!”, disse a enfermeira Thayzi Jeani.

Atraso e intervenção

Durante o período da pandemia, as unidades tiveram atrasos na entrega das obras e problemas de gestão.

Os hospitais de campanha administrados pelo Iabas estavam sob intervenção do estado desde o início de junho.

A OS afirma que solicitou a rescisão do contrato na terça-feira (14), mas não pediu o fechamento das unidades.

Já a Secretaria Estadual de Saúde informou que a remoção dos pacientes foi “uma medida preventiva” e negou fechar as unidades — mas não deu prazo para reabri-las.

O contrato com o Iabas foi firmado por R$ 835 milhões, dos quais R$ 256 milhões foram pagos.

Mulher é presa por deixar quatro filhas sozinhas em casa sem água e comida

Policiais civis prenderam uma mulher, que não teve o nome divulgado, a quinta-feira em Nova Friburgo, na Região Serrana, por deixar quatro filhas, de 2, 6, 10 e 13 anos, sozinhas em casa, sem água e sem comida.
De acordo com os agentes, PMs que faziam patrulhamento na região alertaram sobre o caso. Após buscas, a mulher foi encontrada no Centro de Friburgo.
Ao ser levada para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), a mãe das crianças disse que havia saído de casa para procurar imóvel para alugar e passou a noite na residência de uma amiga bebendo. A filha mais velha teria ficado responsável por cuidar das irmãs.
Na delegacia, a criança de 13 anos disse que não é a primeira vez que a mãe as deixava em casa sozinhas voltando apenas no dia seguinte. A polícia investiga ainda um suposto caso de estupro sofrido pela jovem em 2018.
Após a prisão da mãe, a criança de dois anos foi encaminhada para os cuidados do pai, que não vive com ela. Os pais das outras três meninas não foram encontrados. Elas foram levadas para o Conselho Tutelar. A mãe responderá pelo crime de abandono de incapaz.

Mesmo após a Justiça determinar manutenção de hospitais de campanha, estado prossegue desmonte das unidades

Mesmo após a Justiça do Rio determinar, na noite de ontem, que o funcionamento de hospitais de campanha seja mantido, o governo estadual prossegue no desmonte das unidades. Na manhã deste sábado, às 11h20, o único paciente que permanecia internado no Hospital do Maracanã foi transferido para o Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), em Vila Isabel.

Desde o início da manhã, familiares do paciente aguardavam, no hospital de campanha, um posicionamento a respeito de uma possível transferência.

Presidente do Sindicato Estadual dos Enfermeiros, Mônica Armada esteve no local por volta das 10h e lamentou a decisão do governo estadual.

– O governo está descumprindo a decisão judicial. Os computadores e equipamentos da parte administrativa já estavam sendo desmontados desde quinta-feira, surpreendendo os trabalhadores. Enquanto isso, permanecemos sem um posicionamento sobre o pagamento dos salários de junho e deste mês – reclamou.

O Governo do Estado ainda não respondeu se recebeu a intimação da Justiça de forma oficial.

A decisão judicial favorável a continuidade do funcionamento dos hospitais foi concedida poucas horas depois do Ministério Público do Estado e a Defensoria Pública do Rio darem entrada com petição contrária à decisão do governo estadual de desativar seus dois hospitais de campanha, do Maracanã e de São Gonçalo, após término do contrato com a Organização Social Iabas.

Em nota, a secretaria estadual de Saúde (SES) informa que “ainda não foi notificada da decisão judicial e frisa que os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo não fecharam, como afirmou nesta sexta-feira o secretário Alex Bousquet. Diz ainda que “neste momento, há um paciente internado no hospital de campanha do Maracanã e outro no de São Gonçalo” e que “as duas unidades estão sob administração da Fundação Saúde (FS)”. O órgão acresenta que “os hospitais seguem ativos e em condições de receber pacientes se necessário, como apoio e contingência aos leitos regulares da rede hospitalar”.

Veja a íntegra da nota:

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que ainda não foi notificada da decisão judicial, e frisa que os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo não fecharam, como afirmou nesta sexta-feira o secretário Alex Bousquet. Neste momento, há um paciente internado no hospital de campanha do Maracanã e outro no de São Gonçalo. As duas unidades estão sob administração da Fundação Saúde (FS). Os hospitais seguem ativos e em condições de receber pacientes se necessário, como apoio e contingência aos leitos regulares da rede hospitalar.

A SES esclarece que os pacientes foram transferidos, de forma preventiva, para o Hospital Universitário Pedro Ernesto, o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, o Instituto Estadual do Tórax Ary Parreira e o Hospital Municipal Luiz Palmier, tendo em vista que o Iabas notificou sua decisão de interromper o funcionamento dos hospitais a partir deste sábado (18/07). A transferência foi feita de modo seguro e por decisão médica, solicitada através da Central Estadual de Regulação. As unidades para onde os pacientes foram transferidos são bem aparelhadas e dotadas de leitos especialmente preparados para atender pacientes de Covid-19.

Os equipamentos utilizados nos hospitais de campanha do Maracanã e São Gonçalo são bens do Governo do Estado e permanecem nas unidades.

A SES reforça que a OS Iabas é responsável pela quitação da folha salarial em atraso dos funcionários dos hospitais de campanha. A direção da Fundação Saúde, interventora do contrato dos hospitais de campanha, esclarece que, de acordo com a análise feita a partir dos documentos recebidos pela empresa Hera, contratada pelo Iabas, atestou o valor de R$ 701 mil referentes a serviços médicos efetivamente prestados. A quantia aferida como regular representa cerca de 32% do valor das notas fiscais apresentadas pela empresa.

A direção ressalta que o valor apurado pelo setor de Recursos Humanos da Fundação Saúde tem como base as informações apresentadas nas documentações recebidas da empresa Hera, subcontratada pelo Iabas, e não exclui a possibilidade de existência de demais serviços médicos prestados, porém, até a presente data, não há informações consolidadas quanto a sua comprovação.

AGORA É LEI: ESTADO DO RIO TERÁ PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A COVID-19 NAS FAVELAS

O Estado do Rio terá um Programa de Atendimento e Orientação sobre a covid-19 nas favelas. É o que determina a Lei 8.936/20, sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (17/07). O objetivo é enfrentar a evolução do contágio do vírus nestes territórios.

Segundo a medida, o governo deverá criar polos de atendimento exclusivo para covid-19 nas favelas, que funcionarão como postos de campanha destinados a orientar a população e atender os moradores que apresentarem sintomas ou suspeita da doença. Os atendimentos serão prestados por instituições públicas estaduais, em parceria com lideranças da comunidade e universidades.

O governo deverá instalar os postos em comunidades com mais de 50 mil moradores. Além da orientação à população, os postos deverão identificar pessoas que residam nas favelas que possam atuar como voluntárias e mapear as carências locais. Também deverão ser realizadas visitas domiciliares aos pacientes confirmados com ao covid-19 e a testagem nas pessoas que tiverem sintomas.

Os polos poderão ser instalados em escolas públicas estaduais ou em outro equipamento público existente no local. O programa será composto por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, pessoal de apoio, além de voluntários e profissionais de outras áreas de conhecimento que possam contribuir para o cuidado da população, sobretudo os idosos e demais pessoas do grupo de risco.

O Executivo deverá regulamentar a norma por decreto, e os custos serão financiados pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP) ou pelo Fundo Estadual de Saúde (FES). “Esta proposta é fundamental, entre outros motivos, pela dificuldade de cumprir a medida de isolamento social determinada pelas autoridades sanitárias nas favelas, dada a elevada densidade populacional registrada nesses territórios, bem como a notória precariedade das condições de habitação nesses espaços”, explicou a deputada Renata Souza (PSol), autora original da proposta.

Também assinam o texto como coautores os seguintes deputados: Vandro Família (SDD), André Ceciliano (PT), Dionisio Lins (PP), Flavio Serafini (PSol), Brazão (PL), Luiz Paulo (PSDB), Samuel Malafaia (DEM), Carlos Minc (PSB), Enfermeira Rejane (PCdoB), Bebeto (Pode), Rosane Félix (PSD), Val Ceasa (Patriota), João Peixoto (DC), Lucinha (PSDB), Waldeck Carneiro (PT), Eliomar Coelho (PSol), Marina (PMB), Márcio Canella (MDB), Renato Cozzolino (PP), Dr. Serginho (REP), Valdecy Da Saúde (PTC), Marcos Muller (SDD), Max Lemos (PSDB), Dr. Deodalto (DEM), Mônica Francisco (PSol), Dani Monteiro (PSol), Danniel Librelon (REP), Marcelo Dino (PSL), Léo Vieira (PSC), Gustavo Tutuca (MDB), Capitão Paulo Teixeira (REP), Subtenente Bernardo (PROS), Anderson Alexandre (SDD), Renan Ferreirinha (PSB), Coronel Salema (PSD).

Veja os calendários dos novos pagamentos do auxílio emergencial

Portaria publicada na edição de hoje (17) do Diário Oficial da União  define calendário para novos pagamentos do auxílio emergencial.

De acordo com a portaria, o público beneficiário do auxílio emergencial passa a receber conforme ciclos de créditos em poupança social digital da Caixa. Os saques em espécie ou transferências também seguirão calendário definido por mês de nascimento.

Primeiro ciclo

O público beneficiário do auxílio emergencial que tenha recebido a primeira parcela em abril de 2020, receberá o crédito da quarta parcela em poupança social digital aberta em seu nome, de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Assim, nascidos em janeiro recebem no dia 22; em fevereiro, em 24 de julho; em março, 29 de julho; em abril, 31 de julho; em maio, 5 de agosto; em junho, 7 de agosto; em julho, 12 de agosto; em agosto, 14 de agosto; em setembro, 17 de agosto; em outubro, 19 de agosto; em novembro, 21 de agosto; e em dezembro, 26 de agosto. O saque em dinheiro será entre os dias 25 de julho e 17 de setembro.

Os beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em maio de 2020 receberão o crédito da terceira parcela em poupança social digital seguindo o mesmo cronograma acima.

Esse cronograma também será válido para os beneficiários que receberam a primeira parcela em junho de 2020 ou até 4 de julho de 2020. Nesse caso, será feito o crédito da segunda parcela.

E quem ainda não recebeu a primeira parcela, também receberá o crédito conforme esse cronograma. Esse é o caso dos beneficiários que tenham se cadastrado no programa entre os dias 17 de junho a 02 de julho de 2020.

Ciclo 1 

Mês de nascimento Nº de beneficiados Dia do crédito Data para saque em espécie
janeiro 3,8 milhões de pessoas 22 de julho 25 de julho
fevereiro 3,5 milhões de pessoas 24 de julho 01 de agosto
março 3,9 milhões de pessoas 29 de julho 01 de agosto
abril 3,8 milhões de pessoas 05 de agosto 08 de agosto
maio 3,9 milhões de pessoas 05 de agosto 13 de agosto
junho 3,9 milhões de pessoas 07 de agosto 22 de agosto
julho 3,8 milhões de pessoas 12 de agosto 27 de agosto
agosto 3,9 milhões de pessoas 14 de agosto 1º de setembro
setembro 3,9 milhões de pessoas 17 de agosto 05 de setembro
outubro 3,9 milhões de pessoas 19 de agosto 12 de setembro
novembro 3,7 milhões de pessoas 21 de agosto 12 de setembro
dezembro 3,7 milhões de pessoas 26 de agosto 17 de setembro

Segundo Ciclo

Os beneficiários que receberam a primeira parcela em abril, terá o crédito da quinta parcela de acordo com o seguinte calendário: nascidos em janeiro, 28 de agosto; em fevereiro, 2 de setembro; em março, 4 de setembro; em abril, 9 de setembro; em maio, 11 de setembro; em junho, 16 de setembro; em julho, 18 de setembro; em agosto, 23 de setembro; em setembro, 25 de setembro; em novembro e outubro, 28 de setembro; e em dezembro, 30 de setembro. O calendário de saques será entre 19 de setembro e 27 de outubro.

Também seguem esse cronograma: beneficiários que receberam a primeira parcela em maio de 2020, receberão o crédito da quarta parcela nessas datas; beneficiários que receberam a primeira parcela em junho, recebem a terceira parcela; beneficiários que receberam a primeira parcela em julho, receberão o crédito da segunda parcela.

Ciclo 2 

Mês de nascimento Nº de beneficiados Dia do crédito Data para saque em espécie
janeiro 3,8 milhões de pessoas 28 de agosto 19 de setembro
fevereiro 3,5 milhões de pessoas 02 de setembro 22 de setembro
março 3,9 milhões de pessoas 04 de setembro 29 de setembro
abril 3,8 milhões de pessoas 09 de setembro 01 de outubro
maio 3,9 milhões de pessoas 11 de setembro 03 de outubro
junho 3,9 milhões de pessoas 16 de setembro 06 de outubro
julho 3,8 milhões de pessoas 18 de setembro 08 de outubro
agosto 3,9 milhões de pessoas 23 de setembro 13 de outubro
setembro 3,9 milhões de pessoas 25 de setembro 15 de outubro
outubro 3,9 milhões de pessoas 28 de setembro 20 de outubro
novembro 3,7 milhões de pessoas 28 de setembro 22 de outubro
dezembro 3,7 milhões de pessoas 30 de setembro 27 de outubro

Terceiro Ciclo

Os beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em maio de 2020 receberão o crédito da quinta parcela em poupança social digital em: 9 de outubro, para nascidos em janeiro e em fevereiro; 16 de outubro, nascidos em março e abril; 23 de outubro, nascidos em maio e junho; 30 de outubro, nascidos em julho e agosto; 6 de novembro, nascidos em setembro e outubro; e em 13 de novembro, nascidos em novembro e dezembro. O saque em dinheiro será entre os dias 29 de outubro e 19 de novembro.

O calendário será válido para: beneficiário que recebeu a primeira parcela em junho e receberá a quarta parcela; beneficiário que tenha recebido a primeira parcela em julho de 2020 e receberá o crédito da terceira parcela.

Ciclo 3 

Mês de nascimento Nº de beneficiados Dia do crédito Data para saque em espécie (app/site e CadÚnico)
janeiro e fevereiro 2,4 milhões de pessoas 09 de outubro 29 de outubro
março e abril 2,5 milhões de pessoas 16 de outubro 03 de novembro
maio e junho 2,5 milhões de pessoas 23 de outubro 10 de novembro
julho e agosto 2,5 milhões de pessoas 30 de outubro 12 de novembro
setembro e outubro 3,9 milhões de pessoas 06 de novembro 17 de novembro
novembro e dezembro 3,9 milhões de pessoas 13 de novembro 19 de novembro

Quarto ciclo

O público beneficiário do auxílio emergencial que tenha recebido a primeira parcela em junho de 2020 receberá o crédito da quinta parcela em poupança social digital em: 16 de novembro, para os nascidos em janeiro e fevereiro; em 18 de novembro, para nascidos em março e abril; em 20 de novembro, em maio e junho; em 23 de novembro, em julho e agosto; em 27 de novembro, em setembro e outubro; em 30 de novembro, nascidos em novembro e dezembro. O saque será entre os dias 26 de novembro e 15 de dezembro.

O calendário também é válido para os beneficiários que receberam a primeira parcela em julho de 2020. Eles receberão o crédito da quarta e quinta parcelas.

Ciclo 4 

Mês de nascimento Nº de beneficiados Dia do crédito Data para saque em espécie (app/site e CadÚnico)
janeiro e fevereiro 1 milhão de pessoas 16 de novembro 26 de novembro
março e abril 1 milhão de pessoas 18 de novembro 01 de dezembro
maio e junho 1,1 milhão de pessoas 20 de novembro 03 de dezembro
julho e agosto 1,1 milhão de pessoas 23 de novembro 08 de dezembro
setembro e outubro 1 milhão de pessoas 27 de novembro 10 de dezembro
novembro e dezembro 1 milhão de pessoas 30 de novembro 15 de dezembro