Uma operação da prefeitura e da Polícia Militar derruba na manhã de hoje (1º) um condomínio com prédios irregulares na Gardênia Azul, zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação, o local clandestino já tinha 21 prédios e teria, ao todo, cerca de 200 apartamentos.
Segundo o secretário Sebastião Bruno, os imóveis estão desabitados e já foram vistoriados, notificados e embargados.
“É uma área de 10 mil metros quadrados, dividida irregularmente em 116 lotes – a maioria já vendida de forma irregular e ilegal. Ou seja, nem 20% da capacidade construtiva tinham sido utilizados. Agimos rápido e cumprimos todos os trâmites administrativos para evitar essa desordem”.
De acordo com a secretaria, assim como Rio das Pedras e Muzema, a área da Gardênia Azul “sofre com o poder paralelo da milícia”, responsável pelas construções clandestinas. O órgão afirma que combater essas ilegalidades é uma prioridade da gestão.
No dia 12 de abril do ano passado, dois prédios irregulares desabaram no condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, após forte chuva, matando 24 pessoas.
Os entregadores de aplicativos promovem uma greve nacional hoje (1º) por melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra os risco de infecção pelo novo coronavírus e mais transparência na dinâmica de funcionamento dos serviços e das formas de remuneração.
A paralisação foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James. Os organizadores argumentam que o movimento foi construído por meio da interlocução por grupos na internet, embora algumas entidades tenham se somado, como associações de entregadores e de motofrentistas.
Os entregadores cobram o aumento das taxas mínimas recebidas por cada corrida e o valor mínimo por quilômetro. Atualmente, eles são remunerados por corrida e pela distância percorrida, e por isso esses dois indicadores acabam definindo o pagamento por cada entrega.
Os trabalhadores reclamam dos baixos valores e da variação deles para baixo. “Tem dia que é R$ 1, tem dia que é R$ 0,50. O Ifood e outras empresas mandam notificação para os clientes falando que já pagam. Não é verdade”, reclama Simões, entregador do Rio de Janeiro e uma das pessoas que está contribuindo com a organização da greve.
Outra reivindicação é a mudança dos bloqueios dos trabalhadores, que consideram arbitrários. Eles criticam o fato de motoristas terem sua participação suspensa ou até mesmo cancelada a partir de critérios não claros e sem a possibilidade de apuração dos ocorridos e de direito de defesa dos envolvidos.
“Elas fazem um bloqueio injusto. Nós dependemos da plataforma pra trabalhar e para levar o sustento para casa. Eu e mais 40 motoboys fomos suspensos na Loggi. Paramos três dias pra reivindicar e, no segundo dia, nos bloquearam. Isso aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Ifood , você entrega o pedido, o cliente alega que não recebeu, o Ifood manda outro pedido e acaba bloqueando o entregador por 48 horas sem sequer ligar para o entregador”, exemplifica Alessandro Sorriso, da Associação dos Motoristas Entregadores do Distrito Federal.
Tanto em relação à remuneração quanto aos bloqueios, os entregadores questionam a falta de transparência das plataformas, que não deixam claras as formas de cálculo dos pagamentos e os critérios utilizados para a suspensão das contas dos trabalhadores.
Pandemia
Sorriso acrescenta que a greve também cobra providências mais efetivas em relação aos riscos da nova pandemia, bem como auxílio para aqueles que forem infectados e precisarem se afastar. Algumas empresas, conta, não se manifestaram e não disponibilizaram apoio aos motoristas. Entre as que fizeram algo, ele cita o Ifood, que entregou potes de álcool em gel e máscaras laváveis.
“Mas outras plataformas, como Rappi e Uber Eats, não se manifestaram. A Loggi só deu vidrinho de álcool em gel que não dava para usar em um dia. Conheço gente que pegou covid. E quem pega não tem nenhuma assistência”, comentou o entregador.
Negociação
Simões relata que, até o momento, as empresas de entrega não entraram em contato para se reunir com os entregadores e iniciar uma negociação sobre suas demandas. Enquanto isso, as companhias vêm divulgando ações na mídia e aos seus usuários.
“A gente está indignado como a empresa trata uma coisa sem prova. Em vez de entrar em contato, solta notas para os comerciantes dizendo que vai ter greve, para ficar atento. A intenção não é fazer greve para fazer barulho, é porque temos reivindicações”, diz.
Estudo
Um estudo de sete pesquisadores, publicada na revista Trabalho e Desenvolvimento Humano e realizada neste ano, entrevistou entregadores de apps em 29 cidades durante a pandemia. O trabalho mostrou que mais da metade (54%) trabalham entre nove e 14 horas por dia, índice que aumentou para 56,7% durante a pandemia. Entre os ouvidos, 51,9% relataram trabalhar todos os dias da semana.
Cerca de metade dos entrevistados (47,4%) recebia até R$ 2.080 por mês e 17,8% disseram ter rendimento de até R$ 1.040 por mês. A maioria dos participantes do levantamento (58,9%) afirmou ter tido queda da remuneração durante a pandemia.
Segundo os autores, houve um aumento do número de entregadores como alternativa de pessoas que perderam renda durante a pandemia, mas apesar do aumento de entregas, os valores de hora/trabalho ou bonificação caíram.
Do total, 57,7% declararam não ter recebido nenhum apoio das empresas durante a pandemia para mitigar riscos e 42,3% disseram ter tido algum tipo de auxílio, como equipamentos de proteção e orientações. Independentemente do apoio, 96% comentaram ter adotado algum tipo de medida de proteção, como uso de álcool em gel e máscaras.
O professor de comunicação social da UNiversidade do Vale dos Sinos (Unisinos) e coordenador do projeto Fairwork no Brasil, da Universidade de Oxford, Rafael Grohmann, diz que a análise dessas plataformas em outros países revelou que elas não cumprem requisitos básicos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o trabalho decente: remuneração, condições de trabalho (inclusive saúde), contratos que reflitam a atividade, gestão dialogada e transparente e representação e liberdade de associação.
“As plataformas digitais de trabalho têm mecanismos de vigilância intensa e uma extração de dados dos trabalhadores com uma gestão algorítmica desse trabalho. Acaba virando uma caixa-preta, e o indivíduo acaba ganhando cada vez menos. Os entregadores estão desesperados, ou é isso ou não é nada”, comenta o pesquisador.
MPT
O Ministério Público do Trabalho vem investigando os aplicativos há alguns anos. Foram ajuizadas ações civis públicas para reconhecimento do vínculo de emprego nas companhias Loggi e Ifood, e outras estão em fase de apuração. Até o momento, essas ações não foram julgadas.
“O perfil dos motoristas é de jovens, a grande maioria negra. E não há esse empreendedorismo que se propala. Eles têm total dependência econômica, há relação de dependência e subordinação. Trabalham muitas horas por dia, esforço físico grande. É no mínimo 60 quilômetros por dia. Além disso, ficam totalmente sem direitos porque nem a empresa nem o restaurante e nem o cliente se responsabilizam”, ressalta Christiane Nogueira, da Procuradoria Regional do Trabalho de São Paulo.
Em março, o Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou recomendações a empresas de aplicativos com diretrizes e ações a serem ofertadas aos trabalhadores, com vistas a garantir condições adequadas e evitar infecção pelo novo coronavírus. As companhias devem garantir assistência financeira para subsistência, “a fim de que possam se manter em distanciamento social, enquanto necessário, sem que sejam desprovidos de recursos mínimos para sua sobrevivência, garantindo-se a mesma assistência financeira para as trabalhadoras e trabalhadores das referidas categorias que possuam encargos familiares, que também demandem necessariamente o distanciamento social em razão da pandemia do novo coronavírus”.
Também estão entre as recomendações: 1) a oferta de informações claras sobre as regras trabalhistas e medidas de proteção diante da pandemia; 2) respeito às medidas sanitárias das autoridades de saúde internacionais, nacionais e locais; 3) distribuição de equipamentos necessários à proteção e desinfecção, com fornecimento de insumos em pontos designados e amplamente divulgados; 4) garantia de espaço de higienização dos veículos; 5) estimular ações de proteção como evitar contato físico, higienizar as mercadorias entregues e assegurar lugares seguros na retirada dos pacotes.
Empresas
A Agência Brasil entrou em contato com as empresas Ifood Uber Eats e Rappi, mas não recebeu retorno. A agência ainda busca contato com a firma Loggi. Em sua conta no Instagram, o Ifood publicou que “está ao lado dos entregadores”, que investiu R$ 25 milhões em proteção e segurança. De acordo com a companhia, foram distribuídos 4.500 litros de álcool em gel por dia e 800 mil máscaras reutilizáveis. O post argumentou ainda que em maio cada trabalhador recebeu R$ 21,80 por hora.
O chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, João Batista Cordeiro Jr., disse à CNN na noite desta terça-feira (30) que a expectativa é que haja uma segunda onda do ciclone extratropical, o chamado “ciclone bomba”. Segundo ele, deve ter início no começo desta madrugada, com maior intensidade entre 9h e meio dia desta quarta. Meteorologistas alertam que este fenômeno estará mais próximo do litoral e pedem cuidado com o mar agitado.
O fenômeno, que aconteceu hoje em Santa Catarina e atingiu 39 cidades do estado, também está no Rio Grande do Sul e no Paraná.
As chuvas e ventos fortes, consequência da formação do ciclone, derrubaram árvores, causaram destelhamentos e fizeram estragos em diversas regiões do estado. Três pessoas morreram. Uma idosa de 78 anos após a queda de uma árvore em Chapecó, em Santo Amaro da Imperatriz, morreu um homem atingido por fios de alta tensão, e em Tijucas uma residência caiu sobre uma pessoa.
Segundo informações do chefe da Defesa Civil do estado, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e as Defesas Civil, Municipal e Estadual estão trabalhando incessantemente para auxiliar as pessoas e dar assistência humanitária.
ACADEMIAS, BARES E RESTAURANTES VOLTAM A FUNCIONAR NESTA QUINTA-FEIRA (02)
Nesta quinta (2), a prefeitura do Rio vai iniciar a 3ª fase do plano de retomada da economia na cidade. Durante a nova etapa, bares, restaurantes, academias de ginásticas, barbearias e salões de cabeleireiro de rua poderão reabrir.
Para garantir o funcionamento, os estabelecimentos precisam seguir as regras de ouro impostas pela prefeitura do Rio. São elas: disponibilizar álcool gel 70%, sabão líquido e papel toalha, para que o público possa higienizar constantemente as mãos; limpar o ambiente a cada três horas; obrigar a utilização de máscaras de proteção; entre outras.
No caso dos bares e dos restaurantes, os estabelecimentos devem priorizar a colocação de mesas em áreas externas, embora o interior das casas também esteja autorizado a funcionar. Com no máximo 50% da capacidade podendo ser ocupada, os locais só podem funcionar até as 23h. Não será permitido música ao vivo.
As academias devem funcionar com um terço da sua capacidade. Será necessário agendar horário previamente e respeitar o distanciamento obrigatório de seis metros quadrados para o outro frequentador.
Novas aberturas estão previstas para o dia 17 de julho, quando começa a 4ª fase do plano de retomada. A previsão é de que, nos colégios, as turmas de pré-escola e primeiro e segundo ano voltem a ter aulas. Pontos turísticos também serão reabertos, com um terço da capacidade. Há, também, a previsão de retorno de atividades em espaços culturais fechados, com restrição de capacidade.
*Ludmilla e Brunna Gonçalves descobrem que foram infectadas pelo coronavírus: ‘Chocada’*
A cantora e sua mulher, Brunna, testaram positivo para os anticorpos da Covid-19.
Ludmilla e Brunna Gonçalves ficaram perplexas ao descobrirem que já contraíram o novo coronavírus, as duas testaram positivo para o exame de anticorpos da Covid-19. Nesta terça-feira (30), a bailarina usou as redes sociais para contar aos seguidores e revelou que no final de fevereiro sentiu alguns sintomas da doença.
“Chocada”, escreveu Brunna. No Twitter ela disse que foi fazer o teste do novo coronavírus e então descobriu que já teve a doença e completou: “Fiquei chocada real, isso é muito perigoso”.
Em seguida Ludmilla conto que ela também teve a doença, mas que já imaginava isso porque chegou a ter os sintomas da Covid-19 e foi antes da pandemia se espalhar por todo o Brasil.
Um internauta deixou um comentário dizendo que as duas podem ter sido infectadas na viagem que fizeram aos Estados Unidos em janeiro deste ano, pois foi quando o país norte-americano já começava a ter os primeiros casos da doença.
Mas Brunna Gonçalves explicou que os primeiros sintomas apareceram apenas no final do Carnaval, ou seja, um mês após retornarem dos Estados Unidos. Ludmilla confirmou que já teve a Covid-19, mas não quis entrar em mais detalhes.
Vale lembrar que no mês de maio a funkeira precisou ser internada no Rio de Janeiro, mas naquela ocasião informou aos fãs que o motivo era uma inflamação nos rins. Nesta época ela até fez exame para o novo coronavírus, só que o resultado deu negativo, por isso a cantora ficou em uma ala do hospital reservada para os pacientes não contaminados.
A mulher de Ludmilla pediu aos fãs para tomarem muito cuidado e evitarem aglomerações, pois é muito perigoso e o contágio é fácil. Alguns fãs pediram às duas para deletar as publicações, pois acreditam que poderá impactar o lançamento da nova música da funkeira, ‘Cobra Venenosa’.
Os fãs estão ansiosos pela música que foi anunciada logo após Ludmilla ter atritos com Anitta, o clima esquentou entre elas e muitos internautas acham que a canção será uma indireta para a funkeira.
*BBB21: Globo altera seleção dos participantes por causa da pandemia e Boninho faz alerta*
Vem aí mais uma temporada do Big Brother Brasil e os interessados já podem se inscrever.
As inscrições para o BBB21 estão abertas em todo o Brasil, só que a Globo resolveu modificar uma etapa desse processo seletivo por causa da pandemia causada pelo novo coronavírus.
Sendo assim, a primeira entrevista que os candidatos terão com a produção será virtual, ao invés de presencial como sempre era feito.
O anúncio desta mudança foi divulgado nesta terça-feira (30), nas redes sociais do reality global. A Globo também já avisou que para o BBB21, os candidatos serão separados em grupos de acordo com a região onde moram e não pela cidade.
Quem já se inscreveu para a 21ª edição do Big Brother Brasil não precisa se preocupar com estas mudanças, elas são válidas somente para quem for se candidatar agora. Quem for selecionado para esta primeira etapa receberá um e-mail informando.
“Atenção! As inscrições para o BBB21 estão abertas em todo o Brasil. E, devido à pandemia do novo coronavírus, a primeira etapa de entrevistas com a produção será virtual”. informou a produção do BBB em uma postagem no Twitter.
📣 As inscrições para o #BBB21 estão abertas para TODO o Brasil. E, devido à pandemia do novo coronavírus, a primeira etapa de entrevistas com a produção será VIRTUAL!
Nas edições anteriores do Big Brother Brasil já existiam as bancadas virtuais, só que elas não eram usadas para todos os candidatos, diferente de como será agora, pois a Globo quer garantir total segurança no processo seletivo.
“A partir desta terça-feira, dia 30, as inscrições para o BBB21 serão reabertas no site do programa, no Gshow. Os candidatos serão divididos pela região onde moram – Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste – e não mais por cidades específicas. Quem já se inscreveu também não precisa se preocupar com a alteração, pois a migração do cadastro por região será feita automaticamente, de acordo com as informações fornecidas pelo candidato no questionário”, informou o comunicado divulgado hoje.
*Boninho faz importante alerta*
O diretor do Big Brother Brasil usou as redes sociais para fazer um alerta e avisou aos candidatos que fiquem atentos para não caírem em golpes. Boninho pediu para os interessados só se inscreverem no site oficial da Globo.
Boninho afirmou que estará nas entrevistas virtuais e os candidatos desta primeira fase serão avisados por e-mail, mas devem ficar atentos com os criminosos para não serem enganados.
Depressão pós-parto: Mulher surta e mata a filha de 9 meses com facada no pescoço
Ela também atacou a outra filha dentro de um apartamento
Jéssica Silva, de 27 anos,teve um surto e matou a filha de 9 meses com uma facada na tarde de ontem (29), dentro de um apartamento em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. Ela também tentou atacar a filha mais velha de 9 anos, mas foi contida pelo cunhado. Ela matou a filha Ivyalla Silva Chaumett com um corte no pescoço. A Polícia Militar foi acionada por vizinhos que ouviram a confusão. Ivyalla já estava morta quando os policiais chegaram. A menina de nove anos e o cunhado foram socorridos e encaminhados ao hospital. Jéssica foi levada ao Hospital de Urgências do município. Aos policiais, a mãe afirmou não lembrar ao certo o que aconteceu. Segundo a suspeita, ela tem problemas psiquiátricos e toma remédios controlados.
QUE DEUS CONFORTE O CORAÇÃO DOS FAMILIARES E AMIGOS
*Vídeo: mulher diz que é serva de Deus, mas espanca homossexual de forma covarde*
A mulher teria até ameaçado de morte o funcionário de uma agência de viagem.
Um vídeo viralizou nesta terça-feira (30), nas redes sociais e as imagens deixaram os internautas chocados e revoltados.
É que uma mulher de 42 anos aparece agredindo barbaramente o funcionário de uma agência de viagem na rodoviária da cidade de Lucas do Rio Verde, que fica a cerca de 330 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso.
O vídeo começou a circular hoje na web, mas o caso aconteceu neste último domingo. A mulher agrediu o funcionário e ainda fez vários comentários homofóbicos e de ódio.
Em alguns momentos é possível ouvir ela dizer que é ‘serva de Deus’, mas depois afirma que o rapaz deveria morrer.
A mulher ficou furiosa e chegou a quebrar alguns equipamentos da empresa, usando um bastão que estava delimitando a fila de atendimento. Ela disse que ‘acima dela só Deus’ e continuou com as agressões.
O vídeo mostra o momento em que o rapaz tentou se desvencilhar da tal ‘serva de Deus’, mas acabou sendo puxado pela camisa. Apesar de todos estes ataques, o funcionário avisou que não bateria na mulher.
Passageiros que estavam no terminal rodoviário gravaram tudo e logo compartilharam os vídeos nas redes sociais, deixando os internautas revoltados.
*A polícia foi chamada e prendeu a mulher*
O funcionário tentou ir para longe da mulher, mas não conseguia porque ela agarrou sua camisa e não soltava, enquanto continuava falando sem parar. Algumas pessoas chegaram a falar para ela não fazer aquilo, deixar o rapaz, mas não adiantou nada.
Quando o funcionário finalmente se livrou dela, a mulher foi atrás dele e então começou a quebradeira, dando um grande prejuízo para a empresa, sem ligar para o fato de que estava sendo filmada.
*Ministro avisa que auxílio emergencial terá mais duas parcelas de R$ 600*
Muitos brasileiros esperam contar com mais estas parcelas para ajudar nesta crise.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, informou nesta terça-feira (30), que o auxílio emergencial terá mais duas parcelas de R$ 600, a notícia foi dada durante uma cerimônia realizada no Palácio do Planalto.
Vale lembrar que Jair Bolsonaro disse que vetaria esse valor de R$ 600 para as próximas parcelas, mas acabou acatando a decisão e assim evitou criar novos atritos com o Congresso. Em breve será publicado o decreto do governo confirmando que o benefício será estendido.
Agora o Ministério da Cidadania deverá preparar um calendário, como aconteceu nas parcelas anteriores, para informar quando serão feitos os pagamentos. A Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento deste benefício, já está analisado se as novas parcelas serão depositadas na poupança digital.
O anúncio poderá ser feito nesta quarta-feira, dia 1º de julho. Ainda não houve nenhuma confirmação oficial, porém, o governo tem até a próxima quinta-feira para que informe os detalhes do decreto.
Na manhã de hoje, o presidente consultou seus auxiliares a respeito da melhor forma e realizar o pagamento.
*Presidente não quer mais atritos com o Congresso*
De acordo com o UOL, Bolsonaro teria tomado esta decisão para evitar um desgaste ainda maior com senadores e deputados, uma vez que para alterar o valor do benefício precisaria criar um novo projeto de lei e enviá-lo ao Congresso, sendo que era grande a chance de ser derrotado.
O auxílio emergencial foi criado no último mês de abril e tem ajudado pessoas do Brasil inteiro, que estão enfrentando dificuldades financeiras por causa da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Esse benefício vem sendo pago a autônomos, MEIs e também a desempregados.
Nesta quinta-feira, dia 2 de julho, chega ao fim o prazo para o cidadão solicitar as três parcelas de R$ 600 que foram oferecidos na primeira etapa do programa.
Um bar “clandestino” foi autuado na última sexta-feira (26) após a Prefeitura de Petrópolis (RJ) flagrar o estabelecimento aberto durante a pandemia da Covid-19. O local, que em tese estava de portas fechadas, funcionava no interior de um pet shop, localizado ao lado. As duas lojas têm um mesmo dono. De acordo com a prefeitura da cidade, agentes teriam ouvido o barulho de fora do local. Outras denúncias contra esse mesmo estabelecimento foram feitas anteriormente, mas não houve flagrante. O dono do bar foi autuado pela Prefeitura de Petrópolis e vai pagar uma multa de R$ 800. O estabelecimento também foi fechado.