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Pandemia impacta vida de pessoas com diabetes no Brasil, diz pesquisa

 

Pandemia impacta vida de pessoas com diabetes no Brasil, diz pesquisa

Estudo identificou que 59,4% tinham variação na glicemia

Publicado em 01/08/2020 – 16:34 Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Assim que foi decretada a quarentena em São Paulo, o aposentado de 87 anos Antonio Fernandez foi passar o período de isolamento com a filha no interior de Minas Gerais. O isolamento está protegendo o ex-comerciante da pandemia do coronavírus, mas alterou sua diabetes tipo 2, revelou a filha dele.

“[Ele] acabou comendo mais carboidratos, como o pão do churrasco. Ele saiu da rotina. É como se estivesse em férias, cada dia dá vontade de comer uma coisa. Acho que essa memória afetiva de estar juntos, faz com que a gente queria sempre comer uma coisa que faz relembrar o que a gente comia antes. Acho que isso deve ter atrapalhado”, diz a professora Angela Campos, filha de Antonio.

O próprio aposentado admite que está comendo mais e sem regras. “Antes eu fazia a minha comida, comia o que queria, agora é diferente. Essa quarentena atrapalhou meus hábitos alimentares”, diz o aposentado, que é espanhol e segue a dieta mediterrânea, rica em peixes e frutos do mar, frutas e legumes.

Assim como Antonio, milhares de brasileiros com diabetes tiverem suas dietas alteradas em razão da quarentena. É o que revela uma pesquisa inédita feita com 1.701 brasileiros com diabetes e que mostrou como a pandemia por covid-19 alterou seus cotidianos, controle da doença, padrão de alimentação, atividade física, acesso a medicamentos e serviços de saúde.

Menos exercícios

Realizada entre 22 de abril e 4 de maio, em ambiente online, o estudo identificou que 59,5% dos entrevistados apresentaram redução nas atividades físicas; 59,4% observaram variação na glicemia e 38,4% adiaram ou cancelaram suas consultas médicas. A pesquisa foi coordenada pelo vice-presidente da International Diabetes Fedaration (IDF), Mark Ugliara Barone, também membro do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

“O distanciamento social ou físico era esperado para que essas pessoas estivessem protegidas. Ao mesmo tempo, não se sabia quais impactos isso teria sobre a rotina e os comportamentos dessas pessoas, o que acabou levando à piora da glicemia de boa parte dessa população. Como se sabe, o aumento dos níveis ou da variabilidade da glicemia levam esses indivíduos a um grupo de risco ainda muito mais elevado para gravidade da covid-19, se infectados”, disse o pesquisador.

Para Barone, entre os comportamentos de destaque que possivelmente contribuíram para esse impacto sobre a glicemia, destacam-se a redução de atividades físicas e o cancelamento ou adiamento de consultas e exames. “Neste momento, essas pessoas deveriam ser orientadas e ter suas terapias ajustadas à nova rotina por profissionais de saúde”, disse.

Segundo a pesquisa, 79% não receberam seus medicamentos e insumos pelo SUS – Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Medicamentos

Outro dado que chamou a atenção do pesquisador é que 79% não receberam seus medicamentos e insumos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para o período de 90 dias. “[Essa seria a] principal medida para proteger essa população para evitar saídas mensais de casa para retirar medicamentos e se expor ao risco de contágio no transporte, em UBSs [unidades básicas de Saúde] ou farmácias públicas”. De acordo com a pesquisa, 5,8% deixou de retirar seus medicamentos para autocuidados.

Dos entrevistados, 61,2% afirmaram serem usuários do SUS – de modo exclusivo ou parcial – para a realização de consultas e outros serviços médicos. No período aferido, 78,6% das pessoas deixaram de fazer suas consultas regulares – 38,4% adiaram suas consultas médicas e 40,2% não efetuaram agendamentos desde o início da pandemia.

O estudo investigou o acesso à medicação para continuidade de tratamentos. Os dados mostraram que 64,5% receberam remédios e suprimentos por meio do SUS; 49,9% precisaram sair de casa para pegar a medicação e 44,3% apontaram ter amigos ou familiares que se disponibilizaram a realizar tal atividade. Usuários do sistema privado de saúde revelaram efetuar compras de medicamentos por meio de entrega em domicílio ou possuírem estoques de remédios e suprimentos médicos para sua aplicação ou para aferição glicêmica.

Hábitos alterados

A pesquisa também investigou comportamentos alimentares e relacionados à prática de atividades físicas. Dentre os entrevistados, 29,8% revelaram aumento na ingestão de alimentos. Ao mesmo tempo, 59,5% diminuíram a frequência de atividades físicas (44,8% tiveram um declínio elevado). Perguntados sobre o tempo dedicado à TV e internet, 48,8% apresentaram aumento junto ao primeiro equipamento. Quanto ao segundo dispositivo, o tempo despendido cresceu 53,5%.

De acordo com o pesquisador, medidas efetivas precisam ser tomadas de imediato para não piorar ainda mais a situação das alterações na glicemia. “Sabemos que, apenas com gerenciamento adequado da glicemia, as pessoas com diabetes podem ter uma vida saudável. Do contrário, além de se colocarem em um grupo de maior risco para quadros graves da covid-19, podem desenvolver complicações agudas e crônicas com consequências muito severas tanto a elas mesmas e suas famílias (perda de visão, hemodiálise, etc.), como para a sociedade e sistema de saúde, visto que o custo para o tratamento dessas complicações é muitas vezes maior do que o custo para prevenção e tratamento de diabetes”.

Barone alerta, portanto, que as medidas que deveriam atender 100% dessa população, e não apenas 21%, como é o caso do fornecimento de medicamentos para 90 dias – devem ser ampliadas. “Essas pessoas devem ser orientadas sobre atividades físicas, nesse período, e serem informadas sobre como acessar o sistema de saúde de forma segura (por meio de telemedicina, por exemplo) para que tenham suas terapias adequadamente ajustadas”.

Questionários

Realizada por meio de questionário de múltipla escolha, a pesquisa teve público majoritariamente feminino (75,5%), de 18 a 50 anos (70,7%). Dentre eles, 60,7% afirmaram apresentar Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) e 30,7% Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2). O grupo com mais jovens, com DM1, mostrou-se mais suscetível a apresentar sintomas da covid-19, embora não tenham sido testados.

O grupo com DM2 demonstrou maior propensão a relatar comorbidades, que são fatores de risco que elevam as chances de agravamento da doença causada pelo novo coronavírus, como hipertensão arterial, obesidade. Constatou-se que 95% dos entrevistados realizaram isolamento social e 27% não saíram de casa após o início da pandemia.

Os dados surpreenderam o pesquisador. “Aqueles indicando que essas pessoas estavam realmente seguindo as orientações para ficar em casa, mas, ao mesmo tempo, já no início da pandemia, quase 60% observaram alteração da glicemia [31,2% com aumento da variabilidade da glicemia, 20% aumento dos níveis e 8,2% com redução]. Outro dado surpreendente foi o baixo número de testes nessas pessoas quando apresentavam sintomas da covid-19, mesmo sabendo que diabetes é um dos principais fatores de risco para agravamento da doença”, disse.

De acordo com o estudo, 91,5% das pessoas mantiveram a rotina de monitorização da glicemia em casa. A partir desse acompanhamento, constatou-se que 59,4% apresentaram variações (8% observou hipoglicemia, 20% hiperglicemia e 31,2% grande variabilidade, em comparação ao período anterior à pandemia). Segundo os dados, pessoas que utilizam serviços públicos de saúde relataram mais episódios de hiperglicemia. Usuários do sistema privado apontaram maior estabilidade nos índices de glicemia.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Diabetes Research and Clinical Practice, que publicou uma edição especial com trabalhos realizados sobre covid-19 em vários países, inclusive esta, do Brasil.

 

HOMEM É ASSASSINADO EM CAMPO GRANDE!!

Um homem ainda sem identificação,  foi assassinado por volta daa 20 horas , na rua Visconde de Goiânia,  no bairro de Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro

A vítima foi assassinada próximo a um frigorífico.

Segundo testemunhas,  apesar de não ter a identificação ainda da vitima,  o mesmo trabalhava na estação de Vasconcelos vendendo dvd.

Mais informações em instantes em nosso site

 

Após morte de gatos por envenamento, quiosques são depredados na zona oeste

 

Após morte de gatos por envenamento, quiosques são depredados;

Protetores dos animais repudiam
Por LEONARDO RIBEIRO

Após a morte de cerca de 30 gatos com sinais de envenenamento, os quiosques em uma praça em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio, amanheceram depredados. Nas pichações, mensagens como “o seu ketchup tem sangue de 40 gatos”. Houve ainda focos de incêndio em ambientes próximos. A associação de protetores aos animais, que denunciaram a morte dos bichos, repudiou os danos aos patrimônios físicos.

“Nossa intenção ao denunciar a matança de mais de 30 gatos no local, com o apoio da Comissão de Saúde Animal da Câmara Municipal do RJ, é cobrar apuração rigorosa dos ataques covardes que resultaram no envenenamento e na morte desses animais (…). Em momento algum pregamos qualquer tipo de vingança ou acusamos quem quer que seja pelas mortes e também pelos recentes ataques aos quiosques”, diz o trecho da nota assinada pela Comissão de Saúde Animal da Câmara RJ e Protetoras e Voluntárias da Praça Vantuil, em Vila Valqueire (leia a versão completa abaixo).

Os integrantes do grupos de voluntários e moradores que cuidam dos animais contam terem se deparado com casos de envenenamento de forma recorrente desde o início da pandemia. Entre os traços que indicam o crime, estavam espuma na boca de alguns deles e o comportamento dos animais quando foram encontrados, parecendo dopados.

A colônia, segundo relatos, tem mais de 20 anos e estava com cerca de 100 gatos até então. Eles são castrados, vacinados e alimentados por voluntários, que arcam com os custos. O caso está em investigação pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e foi notificado na Subsecretaria municipal de Bem Estar Animal (Subem).

 

CRIVELLA ESTUDA “RESERVAR ” ÁREAS NA AREIA DA PRAIA POR APLICATIVO

 

 

CRIVELLA ESTUDA “RESERVAR ” ÁREAS NA AREIA DA PRAIA POR APLICATIVO

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, informou nesta sexta-feira (31) que estuda um sistema para que cariocas reservem espaços na areia através do celular. O projeto, que está sendo discutido na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, ainda não tem data para ser implementado.

No início do mês, Crivella tinha dito que a presença de banhistas na areia só seria liberada depois que uma vacina contra a Covid-19 fosse descoberta.
“Nós estamos fazendo um planejamento para que, na hora que for possível ficar na areia, as pessoas reservem pelo celular um espaço e a praia será demarcada. Para que aqueles que chegarem mais cedo possam ocupar esses espaços. Hoje mesmo tivemos uma reunião sobre esse assunto e várias empresas se ofereceram para financiar esse modo das pessoas usarem a praia”.

Também nesta sexta, a prefeitura anunciou que na fase 5 da reabertura das medidas restritivas contra o novo coronavírus, que entra em vigor neste sábado, passam a ser liberados banhos de mar e ambulantes na orla – a permanência nas areias, porém, segue proibida, salvo para a prática de esportes individuais e coletivos (durante os dias de semana). Os mergulhos estavam liberados apenas para a prática de esportes

Professores mantém greve diante da possibilidade de volta às aulas

 

Professores das escolas particulares da cidade do Rio de Janeiro decidiram hoje (1º), em assembleia virtual, manter a greve iniciada no dia 6 de julho. Diante da possibilidade de retorno às aulas presenciais no município, os docentes dizem que não se sentem seguros para voltar às salas de aula em meio a pandemia do novo coronavírus.

“Decidimos manter a greve por ainda não visualizarmos segurança para esse retorno”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), Afonso Celso Teixeira. “Nenhum órgão de saúde que temos consultado nos assegura que o momento de retorno é esse. O número de casos de covid-19 tem aumentado. No Rio está estabilizado, mas estabilizado em uma alta”.

A assembleia, que ocorreu nesta tarde, teve a presença, segundo o Sinpro-Rio, de mais de 500 professores. A maioria, 98%, foi favorável a manutenção da greve.

“Mesmo o trabalho remoto sendo um trabalho estafante, extenuante, que tem causado muitos transtornos aos professores, mesmo assim, a preferência é por continuar nesse modelo até que a gente tenha uma segurança para o retorno das atividades presenciais”, diz Teixeira.

O Sinpro-RJ diz que vai acionar a Vigilância Sanitária do município para que o protocolo de saúde e segurança seja cumprido, assim como as regras municipais. A entidade estará de plantão esta semana para atender os professores.

Impasse

A prefeitura do Rio de Janeiro autorizou, no dia 20 de julho, o retorno às atividades presenciais nas escolas privadas a partir do dia 3 de agosto. A medida, conforme explicada pela prefeitura, vale para os 4º, 5º, 8º e 9º anos do ensino fundamental. O governo do estado, no entanto, que ainda não definiu data para o retorno das aulas, afirmou que cabe à Secretaria de Estado de Educação, e não ao município, a responsabilidade pela retomada das aulas nas escolas da rede privada, tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio.

Neste sábado, a prefeitura disse que deu o aval apenas ao que lhe cabe, a parte da Vigilância Sanitária, para que escolas particulares reabram se os donos delas assim decidirem junto a seus respectivos sindicatos e representantes do setor e reforçou a data de 3 de agosto para a retomada. “Não cabe à prefeitura essa regulação sobre reabertura de escolas particulares nem creches privadas. A posição da prefeitura do Rio é apenas autorizativa quanto aos protocolos e ao cumprimento deles por parte Vigilância Sanitária”, informou a prefeitura.

A data não coincide com as medidas do estado. No estado do Rio de Janeiro estão em vigência medidas restritivas para evitar a propagação do novo coronavírus até, pelo menos, o dia 5 de agosto. Segundo o decreto, do dia 22 de julho, as aulas presenciais das redes de ensino estadual, municipal e privada permanecem suspensas em todo o estado.

A Secretaria de Estado de Educação, em nota, diz que, assim que a Secretaria de Saúde informar que há condições de voltar, será iniciado o protocolo de 15 dias para a retomada das aulas presenciais nas unidades escolares fluminenses. A secretaria afirma que trabalha, junto com um comitê de especialistas, desde o início do isolamento avaliando a volta às aulas presenciais.

Falta de clareza

Diante da falta de clareza, as escolas particulares da cidade do Rio aguardam uma definição da data para o retorno. “A escola particular está aguardando uma definição das autoridades para o retorno das atividade presenciais e está preparada para voltar dentro dos protocolos que foram criados pela autoridades”, disse o diretor do Sindicato dos Estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio de Janeiro (Sinepe-Rio), Frederico Venturini.

Segundo Venturini, o Sinepe-Rio não tem uma estimativa de quantas escolas devem retomar as aulas presenciais na segunda-feira.

Quanto à greve dos professores, o diretor diz que a relação da escola particular com os professores “sempre foi melhor possível”. “Estamos abertos ao diálogo. A escola não existe sem professor”, disse. “A gente entende que com a autorização da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Educação, as aulas presenciais terão que voltar. No início, com ensino híbrido, mesclando presencial com distância. Mas, estamos sempre dialogando com os professores”.

Recomendação

Nesta semana, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Defensoria Pública do Estado emitiram uma recomendação ao prefeito Marcelo Crivella para que mantenha as medidas restritivas de isolamento nas unidades de ensino da rede municipal e nas escolas e creches privadas. O documento diz que a reabertura não deve ocorrer até que haja evidências científicas, fornecidas por autoridade médica ou sanitária, de possível retomada segura das atividades.

Os órgãos consideram prematuro o retorno das atividades “na ausência de comprovação de requisitos mínimos de segurança e fundamenta sua recomendação em diversos fatores, como notas técnicas, a legislação vigente e estudos científicos”.

 

Prefeitura registra 237 irregularidades nos serviços de ônibus durante ações nesta semana

 

Prefeitura registra 237 irregularidades nos serviços de ônibus durante ações nesta semana

Fiscais atuaram em estações do BRT, pontos de linhas regulares e garagem Foto Divulgação SMTR / Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes, registrou 237 irregularidades nos serviços de ônibus, durante as ações desta semana, que resultaram na mesma quantidade de multas aos operadores.

Os fiscais atuaram em diversos pontos da cidade, como terminais e estações do BRT de maior movimento, além de pontos de linhas regulares e garagem de ônibus. Equipes também inspecionaram linhas que receberam reclamações acerca de inoperância e intervalos acima do permitido entre os coletivos.

Somente ao BRT, foram registradas 113 multas nas fiscalizações nos terminais da Alvorada e Santa Cruz, e nas estações Mato Alto, Pingo D´água e Madureira, principalmente por lotação indevida e intervalo irregular. Outras 45 autuações foram destinadas a linhas de ônibus convencionais por má conservação, circulação com número inferior de veículos e inoperância.

– A participação da população é de suma importância neste processo, já que as inconformidades registradas são tratadas pontualmente, direcionando as ações de fiscalização para que as medidas cabíveis sejam tomadas – destacou o secretário municipal de Transportes, Paulo Jobim, sobre o canal direto dos passageiros com a SMTR. As mensagens, com sugestões e reclamações sobre os serviços dos ônibus convencionais ou do BRT, devem ser enviadas para o Whatsapp: 98909-3717.

Entre as linhas denunciadas por redução de frota ou inoperância ao longo da semana, e que foram autuadas, estavam a 301, 350, 410, 461, 583 e 942. A secretaria seguirá monitorando rigorosamente os serviços, cobrando para que os consórcios cumpram suas obrigações contratuais e não causem prejuízo à população por deixar de operar linhas sem autorização.

Na madrugada da última quinta-feira (30), equipes da secretaria estiveram na garagem da Paranapuan, na Ilha do Governador, para inspecionar as condições da frota. Diferentes irregularidades foram flagradas, como falta de vistoria, selo de dedetização vencido e para-brisas trincado. Na garagem, 63 multas foram aplicadas a ônibus convencionais e 16 a coletivos do sistema BRT.

– Os fiscais estão atuando incansavelmente para inspecionar se os serviços estão sendo oferecidos dentro dos padrões, além de orientar a população sobre as importantes medidas de combate à Covid-19 no transporte público. Junto a esse esforço, esperamos uma atuação responsável por parte dos operadores e conscientização da população, pois serão de grande valia para a superação da pandemia -, concluiu o subsecretário de Transportes, Allan Borges.

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Policiais prendem homem por tráfico de drogas em Campo Grande!!

 

ASCOM – Assessoria de Comunicação

Policiais da 35ª DP (Campo Grande) prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (31/07), um homem pelo crime de tráfico de drogas. O criminoso também é apontado como autor de roubos a motoristas de aplicativos na região.

De acordo com os agentes,  a prisão aconteceu na casa do preso, na Zona Oeste, após informações recebidas pelo Disque-Denúncia. No local, foi encontrado material entorpecente embaixo do sofá.

Ainda segundo os policiais, o autor já praticou assaltos contra motoristas de aplicativo e teria inclusive esfaqueado um dos deles durante um roubo, há cerca de três meses. A

 

Homem que estuprava e filmava menino é preso em Pedra de Guaratiba

 

 

ASCOM – Assessoria de Comunicação

Policiais da Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Oeste (DEAM-OESTE) prenderam nesta sexta-feira (31/07) um homem acusado de estuprar um menino, em Pedra de Guaratiba. Além da violência sexual, ele também filmava essas relações e armazenava em um pen drive, que foi apresentado na delegacia pela mãe da vítima.

De acordo com os agentes, o criminoso era vizinho da vítima e tinha facilidade em se aproximar do menino. Durante o cumprimento do mandado de prisão, expedido em 2018, o homem tentou fugir e se escondeu em um dos cômodos de sua residência. Quando foi encontrado pelos policiais, estava de posse de uma faca, que usou para atacar e resistir à prisão, mas foi imobilizado e desarmado, sendo posteriormente conduzido à delegacia.

Cozinheira morre por asfixia na casa onde trabalhava na zona oeste

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte da cozinheira Gilmara da Silva, de 45 anos. A mulher estava na casa onde trabalhava e foi levada para o hospital após ser encontrada caída no chão, na última quinta-feira. No atestado de óbito consta morte por asfixia mecânica.
Em entrevista ao RJ1, da TV Globo, as filhas de Gilmara contaram que a mãe trabalhava na casa de dois idosos há um ano. Na quinta-feira, a cozinheira foi trabalhar normalmente e ao meio-dia, elas receberam a notícia de que a mulher estava internada na CTI do Hospital Cardoso Fontes, na Freguesia, Zona Oeste do Rio.
“Quando chegamos lá, nós fomos surpreendidos pelos parentes, os filhos dos patrões. Disse que minha mãe foi encontrada no chão e eles fizeram de tudo para socorre-la e levá-la para hospital, mas ela chegou no hospital desacordada”, disse Michelle da Silva, uma das filhas, ao telejornal.
De acordo com os parentes, funcionários do hospital, no entanto, falaram que Gilmara deu entrada na unidade de saúde morta.
Segundo a Delegacia de Homicídios, as investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte. Os familiares foram ouvidos e diligências estão sendo realizadas.