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Vasco anuncia que tem 16 atletas com Coronavírus

 

No início da noite deste domingo (31/05), o Vasco divulgou, em seu canal oficial no YouTube, que, dos 350 testes realizados para detectar ou não o Coronavírus em atletas, membros da comissão técnica, staff e contactantes domiciliares, 250 pessoas tiveram resultado positivo.

Desse total, segundo o chefe do departamento médico do clube, Marcos Teixeira, 19 são jogadores – 16 estão isolados e 3 já se recuperaram.

Vídeo divulgado pelo Vasco em seu canal no YouTube neste domingo (31/05)

”Três atletas tiveram contato com o vírus e estão curados. Observamos 16 atletas que vieram com exames positivos. Eles são isolados do grupo, vão continuar com contato médico e exames seriados até que tenhamos certeza que eles não poderão mais transmitir esse vírus para o restante do elenco. Isso só comprova que estamos fazendo uma grande ação de saúde, identificado o mais rapidamente possível essa infecção nos atletas porque a gente sabe que 95% do nosso grupo são assintomáticas, essas que tiveram contato com o vírus. Isso faz com que a gente impeça que o vírus seja disseminado até mesmo dentro do ambiente familiar do atleta”, disse o médico.

No vídeo, o Vasco aproveitou para comunicar, também, que o os atletas do elenco profissional que estão liberados serão submetidos, nesta segunda-feira (01/06), em São Januário, a outra bateria de exames, com avaliações médicas e fisiológicas.

”Só iremos fazer o que está permitido pelas autoridades. Faremos exames médicos, avaliação da fisioterapia e fisiológica. Não haverá treino propriamente dito, porque vamos seguir exatamente o que está autorizado pela Prefeitura e pelos órgãos que regulam as atividades”, detalhou Marcos.

 

Um em cada 5 médicos diz que está capacitado para atender covid-19

 

Apenas 22,3% dos médicos – um em cada cinco – diz estar plenamente capacitado para atender os pacientes com covid-19 em qualquer fase da doença, de casos leves a graves e sob tratamento intensivo. Levantamento feito pela Associação Paulista de Medicina (APM) considerou os profissionais que atuam na linha de frente do combate à pandemia – aqueles que trabalham em hospitais, incluindo os de campanha, totalizando 1.385 profissionais.

O resultado faz parte de pesquisa realizada pela associação, entre 15 e 25 de maio, sobre os problemas dos médicos no enfrentamento à covid-19. A amostragem total – incluindo os profissionais que não trabalham nos hospitais – contou com a participação de 2.808 médicos de todo o país.

Em relação à capacitação, a APM avalia que há uma deficiência do setor público. Atualmente, 38,5% dos médicos da linha de frente recebem atualização científica dos hospitais, 38% têm acesso a conhecimento científico por meio de associações médicas e 61,5% pesquisam diretamente na literatura médica. Já o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais ficam entre os menores índices, com 31,5%, 17,5% e 18,5%, respectivamente.

Isolamento social

Três em cada quatro médicos (75,3%) avaliam que o isolamento social é bom ou importante no contexto da pandemia do novo coronavírus, considerando a amostra total. Além disso, a avaliação desses profissionais sobre a atuação do Ministério da Saúde teve queda em maio na comparação com abril, passando de 72% de aprovação – boa e ótima – para 17,9%.

Os profissionais de medicina em geral não demonstraram otimismo quanto ao futuro imediato da pandemia em São Paulo e no Brasil. Ao contrário, 84,5% consideram que o país ainda não atravessou a pior onda da covid-19. Os médicos da linha de frente, por sua vez, estão apreensivos, pessimistas, deprimidos, insatisfeitos e revoltados – somando 79,3%. Somente 20,7% dividem-se entre otimistas (5,3%) e tranquilos (15,4%).

A apuração mostrou também que 96,6% de todos os médicos entrevistados admitem a possibilidade de faltar profissionais para o atendimento dos infectados pela doença. Somente 3,4% disseram ser improvável faltar médicos para cuidar dos infectados. Para 34,4% daqueles que estão na linha de frente, já há falta de médicos e outros profissionais da saúde nas unidades em que trabalham.

Integridade dos médicos

A APM relatou preocupação sobre dados que dizem respeito à integridade dos médicos, já que 58,5% presenciaram ou souberam de casos de violência contra médicos e outros profissionais da saúde por causa da pandemia. “O mais grave é que 17% desses episódios são de agressão física”, informou a entidade.

Outro risco considerado iminente pela associação é o fato de que 64% dos médicos da linha de frente não foram testados para covid-19. “Quer dizer, são profissionais vulneráveis, assim como os pacientes que assistem”, segundo a APM. De acordo com o levantamento, apenas 58,7% relataram que, quando algum profissional da saúde tem sintomas que possam ser atribuídos à covid-19, ele é sistematicamente submetido ao teste para confirmação diagnóstica.

A população também sofre com a falta de testagem. Conforme aponta a pesquisa, 54,3% dos médicos da linha de frente afirmaram que faltam testes para todos os pacientes com suspeita da doença nos locais em que trabalham. Nos locais em que esses profissionais prestam atendimento, apenas 12,2% disseram haver testes disponíveis para todas as pessoas; 39,4% afirmaram que só há testes para os pacientes com sintomas graves; e 9,1% relatam não existir testes em seus locais de trabalho, ou seja, nem casos com sintomas graves são testados.

Estrutura e insumos

Para 50,3% daqueles que estão atendendo pacientes com covid-19 na linha de frente, os médicos e profissionais da saúde não estão trabalhando com estrutura física, insumos adequados e segurança.

Eles indicaram deficiências que têm encontrado nos locais onde trabalham para atendimento aos pacientes com covid-19: 33% dizem que faltam máscaras N95, PFF2 ou equivalente (N99, N100 ou PFF3) nos hospitais em que atendem. Há também carência de leitos para pacientes que precisam de internação em unidades de terapia intensiva (UTI) (18%) e de leitos para os pacientes que precisam de internação em unidades regulares (12,2%), sendo que no levantamento de abril esses índices eram menores: 11% e 5,7%, respectivamente.

No período de realização da pesquisa, um em cada quatro médicos da linha de frente (24,7%) chegou a atender de seis a mais de 20 infectados pelo novo coronavírus ou com suspeita da doença, o que foi considerada uma “desumana e arriscada carga” pela APM. O restante dos profissionais (75,3%) atendiam até cinco desses pacientes.

Dos profissionais da linha de frente do combate à pandemia, 33,7% tiveram pacientes que morreram com suspeita ou confirmação da doença e 7,3% já viram morrer entre seis até mais de 20 pessoas.

 

Reabertura do Rio: confira os pontos do esboço do decreto estadual que permite funcionamento de shoppings e comércio a partir do dia 8

Em reunião na manhã desta segunda-feira, o governo estadual do Rio vai voltar a discutir medidas para a reabertura gradual das atividades econômicas a partir do dia 8 deste mês. Os principais pontos do novo decreto, que mantém a situação de emergência por causa do coronavírus, já foram esboçados no documento que o governador Wilson Witzel deve assinar ainda nesta segunda-feira. Mas ainda podem sofrer alterações. Entre eles, estão a reabertura de shoppings, centros comerciais e lojas de rua, com horários e protocolos determinados e permissão para atividades ao ar livre, incluindo em praias, lagoas, rios e piscinas públicas.

O uso de máscara será obrigatório em todos os estabelecimentos e nas ruas, com exceção de pessoas com problemas respiratórios e com deficiência severa nos membros superiores mediante comprovação.

O esboço do decreto mantém a suspensão até o dia 21 de junho de eventos com público (jogos de futebol, shows, festas e passeatas, cinema, teatro, e afins); aulas presenciais e academias de ginástica.

Também fica suspenso, pelo menos até o próximo domingo, o transporte intermunicipal entre a região metropolitana e a capital do estado, com exceção de trens e barcas que atendam atividades essenciais. Assim como o transporte de passageiros por aplicativo.

A aplicação das medidas estabelecidas é uma recomendação às prefeituras, mas cada uma delas tem autonomia para fazer seu próprio decreto.

Confira os principais pontos:

Suspensão até o dia 7/6

  • Shoppings, centros comerciais e similares (com exceção de hospitais, clínicas, laboratórios e estabelecimentos similares dentro destes locais);
  • Circulação de transporte intermunicipal entre a região metropolitana e a capital (com exeção de trens e barcas que atendam atividades essenciais);
  • Circulação de transporte intermunicipal regular, de fretamento e complementar entre a região metropolitana e a capital;
  • Transporte de passageiros via aplicativo entre a região metropolitana e a capital;
  • Bares, restaurantes e similares, apenas com 30% da capacidade no atendimento ao público apenas para retirada e entrega de alimentos no estabelecimento (aqueles que funcionam dentro de hotéis e pousadas só podem para funcionar para hóspedes e empregados).

Liberados a partir do dia 8/6

  • Comércio e atividades de serviço em geral com regras específicas (com exceção daqueles suspensos até o dia 21/6);
  • Bares, restaurantes, lanchonetes e similares com 50% da capacidade para retirada e entrega a domicílio;
  • Shoppings e centros comerciais das 12h às 20h, com o seguinte protocolo: EPIs e produtos de higienização, como álcool gel, para todos os funcionários, entregadores e prestadores de serviço; álcool gel ou similares na entrada do estabelecimento, das lojas e dos elevadores; distanciamento de um metro, uso de máscaras; praças de alimentação com apenas 50% das mesas e assentos; e fechamento de áreas de recreação
  • Postos do Detran, com o seguinte protocolo: máscaras, álcool em gel ou similares e distanciamento de pelo menos um metro;
  • Prática de atividades ao ar livre, inlcuindo em praias, lagoas, rio e piscinas públicas;

Suspensão até o dia 21/6

  • Eventos com público: eventos desportivos, shows, salão e casa de festas, eventos científicos, feira, comício, carreatas, passeatas e afins;
  • Pontos turísticos: Pão de Açúcar, Corcovado, Museus, AquaRio, Rio Star roda-gigante e os demais;
  • Cinema e teatro;
  • Visita a unidades prisionais;
  • Transporte de detentos para audiência apenas com justificativa;
  • Visitas a pacientes com Covid-19 nas redes hospitalares pública e privada;
  • Aulas presenciais;
  • Circulação de transporte rodoviário intermunicipal, regular, fretamento e complementar entre os municípios de Volta Redonda, Barra Mansa e Pinheiral e as demais cidades do estado;
  • Academias, centros de ginástica e similares;
  • Praias, lagoas, rios e piscinas públicas
  • Obras e reparos não emergenciais em imóveis residenciais e comerciais.

O que já está autorizado

  • Serviços essenciais, como supermercados, hospitais, clínicas, farmácias e afins;
  • Pequenos estabelecimentos, como lojas de conveniência, mercado de pequeno porte, açougue, aviário, padaria, lanchonete, hortifruti, e demais, desde que não haja permanência contínua e aglomerações;
  • Feiras livres, com barracas a pelo menos 1 metro de distância e disponibilização de álcool gel para os colaboradores e clientes;

Horários determinados das atividades

  • Comércio de produtos essenciais: sem horário fixo;
  • Indústrias e serviços: 9h às 17h;
  • Comércio varejista: 11h às 19h
  • Construção civil: 7h às 15h

Dois Homens São Presos Por Furtarem Corrimão De 7 Metros Em Uma Estação De BRT.

 

Dois Homens São Presos Por Furtarem Corrimão De 7 Metros Em Uma Estação De BRT.

Policiais do 18ºBPM (Jacarepaguá) prenderam, na madrugada deste domingo, dois homens que furtaram um corrimão de cerca de 7 metros da estação Divina Providência do BRT Transcarioca. A estação fica na Taquara, na Zona Oeste do Rio.
Os dois presos, que não tiveram a identificação revelada pela PM, foram abordados quando carregavam o corrimão pela Estrada dos Bandeirantes, nas proximidades da estação. De acordo com o Sistema BRT, eles já tinham passagem pela polícia.

Plantão Zona Oeste 📢

 

Rio prorroga isolamento por uma semana e adia reabertura do comércio!

Em meio à escalada de casos e mortes pelo novo coronavírus no estado, o governo do Rio anunciou ontem que decidiu prorrogar por mais uma semana as medidas de isolamento social e fechamento do comércio. De acordo com o executivo estadual, hoje será realizada uma reunião para tratar da reabertura gradual da economia. No encontro, serão discutidos o cronograma de flexibilização das medidas restritivas e as regras técnicas para cada área ou serviço.

Discussão sobre a Reabertura

Em meio à discussão sobre reabertura do comércio no Rio, comerciantes veem com cautela, a transição para o chamado ‘’novo normal’’. Os empresários dizem que com faturamento reduzido (para quem passou a operar com delivery, por exemplo) ou zerado por conta das medidas iniciadas em março, é preciso retomar as atividades econômicas, mas sem desprezar os cuidados sanitários para evitar que uma nova escalada de casos que sobrecarregue hospitais e exija novas interdições.

Sócio com os filhos de uma barbearia e estúdio de tatuagem no Américas Shopping (Recreio dos Bandeirantes), Nilson Russo diz que é pouco provável que consiga abrir tão rapidamente. Ele reclama que até o momento, a exemplo de outros setores da economia, as autoridades sanitárias não divulgaram diretrizes para o funcionamento da atividade. O empresário diz que precisa conhecer as diretrizes para fazer adaptações.

—São medidas sanitárias. As cadeiras de barbeiro terão que ficar mais espaçadas. Também teremos que limitar o acesso de pessoas. Devemos suspender por dois ou três meses, cafés, água e cerveja que oferecemos de cortesia para os clientes, para reduzir a manipulação de produtos. Apesar de estarmos há dois meses sem faturar gente precisa retomar, mas com cautela — ressalta Nilson.

Vera Podiacki, dona de uma cafeteria no Humaitá, não pretende trabalhar com consumo no local por pelo menos um mês:

— Há ainda há risco dos casos voltarem a subir —disse.

Expectativa sobre o Witsel

A expectativa é que o governador Wilson Witzel comece a liberar ainda este mês o funcionamento parcial de indústrias e permita a abertura de shoppings e lojas de rua com 50% da lotação. O processo deverá ser feito em etapas. A primeira fase deve levar duas semanas. As atividades com público continuarão suspensas e as escolas fechadas.

Especialistas divergem sobre a retomada

Entre especialista não há consenso sobre o momento mais adequado para a reabertura. O professor de Infectologia da Universidade Federal do Rio (UFRJ), Edimilson Migowski, ressalta que a retomada do comércio deve ocorrer de forma gradual com base na avaliação de redução do número de casos da Covid, possibilidade de tratamento e número de leitos.

— Acho que deve abrir, com escalonamento das atividades. Por exemplo, os shoppings vão abrir em horários reduzidos. Os trabalhadores da construção civil vão entrar e sair mais cedo.

O epidemiologista Guilherme Werneck, da Universidade do Rio de Janeiro (Uerj), avalia como precoce a reabertura das atividades:

— Eu não vejo como a melhor recomendação no momento. A redução da velocidade de casos e óbitos não pode ser analisada de um dia para outro, para verificar a redução sustentada. E ainda há fila de leitos.

OMISSÃO DE SOCORRO EM CAMPO GRANDE!! ABSURDO!!

A seguidora da página antigo Campo Grande  brunna nunes  enviou um relato  / denuncia vejam abaixo…

OMISSÃO DE SOCORRO EM INHOAÍBA – COMPARTILHEM

“Boa noite adm,presenciei um acidente na rua Guarujá a uma hora atrás,próximo a praça de Inhoaíba sentindo Campo Grande! Um carro que parecia ser um HRV atropelou um motoqueiro,e arrastou a moto por alguns metros. O rapaz atravessou na frente do nosso carro mas caiu na calçada,parecia estar com a perna machucada. O motorista fugiu do local,tentamos ir atrás pra ver a placa mas não conseguimos devido à falta de iluminação e acabamos ficando com medo de seguir! Gostaria de saber se mais alguém viu e tem informações do rapaz,como eu estava com criança no momento no carro não pude voltar pra saber como ficou”!

Se alguém viu,  pode entrar em contato com a página…

 

EX VEREADORA CARMINHA JEROMINHO VENCEU O COVID-19

 

 

CARMINHA JEROMINHO VENCEU O COVID-19

“Descabelada, ainda abatida, mas nada que um filtro não resolva não é mesmo??? Pra tudo se tem um jeito. Menos pra morte! Então vamos agradecer por mais essa oportunidade que Deus nos dá a cada dia. Confesso que foi assustador receber o diagnóstico do Covid19, e que tem momentos de verdade que a gente pensa que pode piorar e morrer. Principalmente recebendo notícias q pessoas tão queridas faleceram por conta desse vírus. Mas como sou “ Coração Valente” e não desisto nunca, aqui estou eu!!! 90% melhor. Agradeço a centenas de mensagens de carinhos. As gentilezas que me enviaram e que me deram maior ânimo. Sério gente! Amei tudo de verdade! E daí fica sempre um aprendizado:Vamos ser felizes??? Nada que custe a sua paz interior e sua saúde mental, vale o seu coração e o seu tempo!! Vamos viver – diz ela nas redes sociais”.

Negro morto nos EUA ajudou a levar o Evangelho à comunidade carente

 

George Floyd passou a ser conhecido em todo o mundo pela cena do policial com o joelho sendo pressionado em seu pescoço. Mas na Third Ward, uma comunidade negra em Houston, no Texas, ele era conhecido por influenciar jovens usando a Palavra de Deus.

Antes de se mudar para Minneápolis — onde foi morto após a ação policial — para uma oportunidade de emprego através de um programa de trabalho cristão, o homem de 46 anos passou quase toda a sua vida na Third Ward.

Com o desejo de quebrar o ciclo de violência entre os jovens, Floyd usou sua influência para trazer ministérios à comunidade para fazer discipulado e evangelismo, principalmente entre os moradores mais carentes.

“George Floyd era uma pessoa de paz enviada pelo Senhor que ajudou o Evangelho a avançar em um lugar em que nunca morei”, disse Patrick PT Ngwolo, pastor da igreja Resurrection Houston, que fazia cultos na Third Ward.

“A plataforma para alcançarmos esse bairro e as centenas de pessoas que alcançamos até agora foi construída nas costas de pessoas como Floyd”, disse ele ao site Christianity Today.

O pastor Ngwolo e outros líderes cristãos conheceram Floyd em 2010, que deixou suas prioridades claras desde o início.

“Ele disse: ‘Eu amo o que vocês estão fazendo. A vizinhança precisa, a comunidade precisa, e se vocês se interessam pelas coisas de Deus, eu também me interesso’”, disse Corey Paul Davis, um artista cristão de hip-hop que participou da Resurrection Houston.

A igreja expandiu seu envolvimento na região, realizando estudos bíblicos e ajudando com compras e consultas médicas. Floyd não apenas forneceu acesso aos moradores; ele deu uma mãozinha enquanto a igreja realizava cultos, torneios de basquete, churrascos e batismos na comunidade.

“Ele sempre dizia aos rapazes que Deus supera a cultura da rua. Acho que ele queria ver jovens largando as armas e tendo Jesus em vez das ruas”, disse Ronnie Lillard.

Evangelho em meio à violência

Mais de 50 pessoas foram mortas nos últimos anos em meio à uma guerra de gangues que se espalha pela Third Ward e pelo sudeste de Houston. Para pessoas que vêm de fora e atuar nestas comunidades, é preciso ter um “selo de aprovação” concedido por figuras Floyd.

“Sua fé era um coração para a Third Ward, que foi radicalmente mudada pelo Evangelho, e sua missão era ajudar outros crentes a entrar e levar esse Evangelho adiante”, disse Nijalon Dunn, que foi batizado na comunidade.

Floyd se mudou para Minnesota por volta de 2018, disse sua família ao jornal Houston Chronicle. Ele estava lá para um programa de discipulado que incluía um emprego, de acordo com o pastor Ngwolo.

Embora ele nunca tenha voltado para casa, ele será “imortalizado na comunidade da Third Ward para sempre”, disse Lillard. “Os caras das ruas olham para ele como, ‘cara, se ele pode mudar sua vida, eu também posso’”.

O pastor Ngwolo ainda está abalado com as notícias, mas lamenta pelo “derramamento de sangue inocente”, conforme relata o livro bíblico de Gênesis sobre a morte de Abel por Caim.

“Se você avançar 2.000 anos, há outro inocente cujo sangue falou de coisas melhores que o de Abel. O sangue de Jesus diz que Ele pode nos redimir nesses tempos sombrios e perigosos”, disse Ngwolo. “Tenho esperança porque, assim como Abel é uma figura de Cristo, também vejo meu irmão [Floyd] como uma figura de Cristo, nos apontando para uma realidade maior. Deus nos ouve. A vingança acontecerá na cruz ou no dia do julgamento”

 

Crivella deve anunciar reabertura gradual das atividades; projeto terá seis fases até retomada total

 

Rio – O prefeito Marcelo Crivella deve anunciar, no início desta semana, um projeto de reabertura das atividades da cidade. O plano, discutido entre membros do gabinete do prefeito, da secretaria municipal de Saúde e do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), prevê seis fases. Na primeira, com duração de 15 dias, comércios de maior relevância e menor risco de aglomeração poderão reabrir.

Na reunião, não foi detalhada a lista de atividades da Fase 1 do plano. Mas, em live com o vereador Felipe Michel, na quinta-feira, a secretária de Saúde Beatriz Busch afirmou que ‘as atividades de esportes estão na lista das primeiras a serem retomadas’, sem especificar quais. A movimentação em parques e praças estará permitida já no período inicial, com distanciamento e uso de máscaras. Nas praias, apenas o calçadão continuará liberado.

O afrouxamento deve ser semelhante ao adotado em Niterói. Comércios sem risco de aglomeração — concessionárias de automóveis, hotéis e escritórios de advocacia — poderão reabrir. Bares e restaurantes estão descartados. “Em princípio, serão retomadas atividades relevantes em termos de emprego, com regras rigorosas, distanciamento de dois metros, uso de luva e máscara e escalonamento no horário de funcionamento”, detalhou o presidente do Cremerj, Sylvio Provenzano.

A prefeitura adotará uma escala de horários para que não haja aglomeração nos centros comerciais e no transporte público. “Um dos nós desse problema de flexibilização é exatamente o transporte público. Normalmente no BRT, no metrô, existe aglomeração de pessoas. A solução é ter horários de funcionamento distintos e mais curtos. Um shopping que fica aberto 12 horas não seria para estar na primeira atividade. Pode começar com 6 horas, por exemplo”, disse Provenzano.

A reabertura estará sujeita a uma lista de medidas sanitárias batizada pela prefeitura de ‘regras de ouro’. Entre elas, a obrigatoriedade de álcool em gel no estabelecimento e o respeito ao distanciamento entre clientes. O município também pensa em adotar um selo anti-COVID, para dar publicidade aos comerciantes que cumprirem as determinações.

Apesar do projeto, curva ainda é ascendente

O projeto de reabertura é discutido durante um período ainda crescente de infecção por covid-19. Entre terça e sexta-feira, 4.021 novos casos foram confirmados e 452 novas mortes registradas — são 3.430 óbitos no total. Na rede pública da Região Metropolitana há 100 pessoas na fila por um leito, 71 para UTI.

Na quinta-feira, a Fiocruz enviou ofício ao Ministério Público contra a flexibilização. Segundo o pesquisador Daniel Soranz, a cidade do Rio ‘não tem condições de relaxar neste momento’.