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Inclusão é tema de cursos oferecidos gratuitamente para profissionais de Educação Física

A Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (Seelje) realiza durante essa semana o curso “Os diferentes olhares da inclusão”, em uma parceria com o movimento DNA Educação Física. A formação é feita de forma gratuita em por plataforma digital. A partir do dia 13, até o fim do mês, a programação de capacitação terá cursos individuais, às segundas e sextas, mantendo as temáticas da inclusão.

– O esporte é um forte aliado no processo de inclusão, por fortalecer a socialização e a integração da pessoa com deficiência. Portanto, se torna relevante que o tema seja abordado com profissionais de Educação Física, através de cursos e grupos de discussão, a fim de que possamos contribuir na preparação do profissional para que possa melhor atender a pessoa com deficiência em suas especificidades – declara Felipe Bornier, secretário de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, que foi responsável pela criação da Superintendência de Inclusão Socioesportiva no Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Além dos cursos de capacitação, estão sendo oferecidas outras atividades gratuitas e on-line, como lives e fóruns. As inscrições são gratuitas, e limitadas, e devem ser realizadas no site www.dnaef.org/cursos-i.

– A Superintendência de Inclusão Socioesportiva tem atuado na promoção dos direitos da pessoa com deficiência, na esfera esportiva, incentivando que grandes eventos tenham etapas adaptadas e que suas estruturas tenham acessibilidade. Mas também contribui na formação dos profissionais, assim como na orientação de pais e cuidadores – afirma Valnei Costa, Superintendente de Inclusão Socioesportiva da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude.

Colunista da Folha que diz ‘torcer’ pela morte de Bolsonaro será investigado pela PF

São Paulo – O atual ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, abrirá inquérito junto à Polícia Federal (PF) para investigar o colunista Hélio Schwartsman, que publicou nesta terça-feira o artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra” na Folha de S.Paulo, após o presidente testar positivo para a covid-19.

Em seu perfil no Twitter, Mendonça afirmou que, entre os “princípios básicos do Estado de Direito”, está a liberdade de expressão da imprensa como “direito fundamental”. No entanto, “tais direitos são limitados pela lei”.

“Diante disso, quem defende a democracia deve repudiar o artigo ‘Por que torço para que Bolsonaro morra'”, afirmou o ministro na rede social. As postagens foram replicadas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O ministro afirma que as declarações feitas na coluna de Schwartsman violam os artigos 31, IV; e 26 da Lei de Segurança Nacional.

No artigo, o colunista afirma que a morte de Bolsonaro teria significado acentuado em relação a um presidente que tem minimizado a pandemia do novo coronavírus e “sabotando” medidas para enfrentá-la.

“Isso salvaria vidas? A crer num estudo de pesquisadores da UFABC, da FGV e da USP, cada fala negacionista do presidente se faz seguir de quedas nas taxas de isolamento e de aumentos nos óbitos”, escreveu Schwartzman.

Ele afirma ainda que, se Bolsonaro vier a óbito em decorrência da covid-19 , passará uma mensagem a “governantes irresponsáveis” que pensarem em “imitar seu discurso e atitudes, o que presumivelmente pouparia vidas em todo o planeta”. “Bolsonaro prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida”, conclui.

Após confusão em bares, Crivella volta atrás na previsão de liberar praias e pede apoio da PM

Depois dos problemas na reabertura de bares e restaurantes, o prefeito Marcelo Crivella disse nessa terça-feira que só vai liberar as praias — a ocupação da areia ainda está proibida — se tiver apoio da Polícia Militar. A medida estava prevista para a próxima sexta-feira, na terceira fase da reabertura planejada para acontecer em seis etapas.

Crivella disse que decidiu reavaliar a questão devido aos incidentes ocorridos no fim de semana, na Barra da Tijuca, quando um casal agrediu verbalmente um fiscal da Vigilância Sanitária:

— Precisamos do apoio da PM para que quem desacate os agentes seja levado para a delegacia. A Guarda Municipal e os agentes da Vigilância têm poder de polícia, mas não trabalham armados. A participação da PM está sendo discutida entre a Secretaria de Ordem Pública e a corporação.

Outra questão abordada pelo prefeito foi a volta das escolas da rede pública municipal. Crivella não garante mais que as aulas presenciais serão retomadas no início de agosto, como chegou a anunciar. Ele afirmou que vai depender das curvas de contágio da Covid-19 nas próximas semanas. De acordo com Crivella, 60% das pessoas ouvidas pela prefeitura são contrárias à reabertura das escolas agora.

Na terça-feira, o prefeito anunciou que cerca de 650 mil alunos da rede vão receber um cartão alimentação de R$ 50 para compras em supermercados. Até então, o valor só havia sido distribuído a famílias de menor renda, inscritas em programas sociais do município. Esses cartões começaram a ser distribuídos para 200 mil alunos da rede, num valor mais alto, de R$ 100.

Polícia prende integrantes de grupo de bate-bolas que estavam em festa da milícia no Tanque

Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) prenderam, nesta terça-feira, dois integrantes de um grupo de bate-bolas que participaram de uma festa da milícia na comunidade da Chacrinha, no Tanque, na Zona Oeste do Rio. O evento foi realizado no sábado e teve a presença de homens fortemente armados, que dominam a região. Eles dispararam no meio da multidão durante a comemoração.
De acordo com o delegado William Pena, titular da Draco, os dois homens presos foram indiciados por infração à medida sanitária, já que estavam em um evento com grande aglomeração. Eles fazem parte do grupo autointitulado “Turma é o Poder”
Os policiais chegaram até eles após a análise de vídeos da festa, onde apareceram os homens armados. O grupo paramilitar da região é comandado por Edmílson Gomes Menezes, conhecido como Macaquinho.
“As investigações prosseguem para identificar os homens que aparecem armados para também serem responsabilizados”, destacou o delegado.
Após a prisão dos dois integrantes, o grupo de bate-bolas se manifestou em seu perfil no Facebook, afirmando que não faz parte da milícia da Chacrinha; veja nota na íntegra:
A Turma é o Poder de Jacarepaguá vem, por meio desta, cientizar (sic) e esclarecer os fatos devido à ocorrência de alguns disparos de armas de fogo, após o término do nosso último evento (pintura do muro da Turma), no Morro da Chacrinha. Veio (sic) a público vários boatos de que somos parte da milícia daquela área.
Desconhecemos tais afirmações e gostaríamos de deixar claro que somos uma turma local, a maior já vista em Jacarepaguá. Turma no qual (sic) visa à cultura do bate-bola do Carnaval, harmonia e entretenimento.
O caso dos tiros que viralizou foi durante um baile da comunidade, onde as pessoas permaneceram, mas já havia terminado nosso evento e não tínhamos nada haver (sic) com o ocorrido.
Não temos e nunca tivemos vínculo com qualquer tipo de facção ou organização criminosa.
Pedimos a colaboração de todos, para que descartem ou desconsiderem esses tipos de boatos maldosos, afim de denegrir nossa imagem.

Iabas pede na Justiça avaliação de serviços e diz que o contrato com governo do RJ ainda está vigente

A organização social Iabas entrou nesta terça-feira (7) com uma ação na Justiça do Rio para que uma comissão determine, através de uma perícia, se os serviços da OS, previstos em contratos firmados com a Secretaria Estadual de Saúde em meio à pandemia, foram efetivamente realizados.

A Iabas afirmou que os contratos com o Governo do Rio continuam vigentes.

Em nota, a OS cita a decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública de criar a comissão interdisciplinar que vai averiguar a execução do contrato de gestão.

No início de junho, o governo divulgou que um decreto  afastou a Iabas da gestão dos hospitais de campanha do Estado. O motivo para a decisão foi o atraso para a conclusão das obras das unidades.

Até então, apenas o hospital do Maracanã, na Zona Oeste, havia tido parte da obra concluída. A unidade apresentou diversos problemas, como denúncias de troca de respiradores novos por obsoletos  e falta de medicamentos.

Hospitais sem conclusão

No dia 1 de julho, o Secretário de Saúde, Alexandre Bousquet,  anunciou que o governo do Rio desistiu de concluir dois hospitais de campanha – Campos e Casimiro de Abreu – planejados para vítimas da pandemia da Covid-19.

Outras unidades que estavam em processo de construção em Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e Nova Friburgo, na Região Serrana, serão concluídas, segundo Bousquet.

Bousquet afirmou que o contrato com a Iabas estava “judicializado” e que os pagamentos para a OS eram feitos através da interventora.

Íntegra da nota da Iabas

“A 5ª Vara da Fazenda Pública determinou a criação de uma comissão pericial interdisciplinar para a averiguar a execução do contrato de gestão que o IABAS mantém com o governo do Estado do Rio de Janeiro. A decisão atende a ação movida pelo Instituto para obter a produção antecipada de provas referente ao cumprimento de suas obrigações com os hospitais de campanha do Estado.

O pedido do IABAS ao Judiciário é para que se faça imediatamente uma perícia multidisciplinar, com profissionais das áreas médica, sanitária e de engenharia, indicados pela Justiça, a fim de verificar o que efetivamente foi implementado e quais serviços vêm sendo prestados pelo Instituto, de acordo com os termos estabelecidos em contrato com a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

A medida é o instrumento jurídico mais adequado para preservar a tempo a verdade dos fatos, diante do risco de que, com a futura desmobilização dos hospitais de campanha (por natureza, provisórios) se torne praticamente impossível ao IABAS comprovar que prestou com correção os serviços firmados em contrato, apesar das inúmeras dificuldades externas surgidas no curso da realização dos trabalhos.”

Idoso de 110 anos vence o coronavírus e renova ânimo de profissionais de saúde

Quando Davino Cordeiro recebeu o diagnóstico de que estava com o coronavírus, sua família esperou o pior. Era quase uma sentença de morte. Davino tem 110 anos. Depois de 18 dias de internação, ele recebeu alta do Centro de Combate e Controle do Coronavírus (CCC) na segunda-feira e foi para casa estar com os sete filhos, os 11 netos e os 18 bisnetos.
“Eu e todos os meus primos tivemos muito medo de perder nosso avô. Estamos muito felizes e aliviados agora que ele já está em casa”, comemorou Luciana Cordeiro, neta de Davino.
A força de Davino para superar a doença notabilizada por matar pessoas idosas fica evidente quando se sabe que ele nem sequer deu entrada na UTI, passando toda sua internação na enfermaria do CCC. Ele é um dos homens mais velhos a superar a covid-19 no Brasil. Oficialmente, a pessoa mais idosa a vencer a doença é uma espanhola de 113 anos.
A recuperação e liberação de Davino alegrou a equipe do CCC, que diariamente acompanha a violência com que o coronavírus afeta o sistema respiratório de suas vítimas. Pelo centro de referência passou a maioria dos 128 mortos pela covid em Campos.
“Quero agradecer a toda a equipe do Centro de Controle que tratou do meu avô. Muito obrigada a cada um de vocês”, disse, emocionada, Luciana.
Até a noite de segunda, o município contava 2202 infectados pelo coronavírus, com 1297 recuperados. A Vigilância em Saúde tem se concentrado em duas frentes para tentar conter o avanço da pandemia e forçar sua retração: testagem em massa e busca ativa por quem está com o vírus ou já se curou.
Com isso, espera poder medir o nível de imunização da população e traçar estratégias para enfrentamento da infecção em áreas mais afetadas.

Crise nos transportes! Metrô e ônibus podem parar de circular em setembro

Após a SuperVia anunciar que pode paralisar a operação de trens no Rio de Janeiro, em agosto, devido a uma queda brusca na arrecadação, o MetrôRio e a Fetranspor relataram situações similares. Segundo representantes dos dois sistemas de transportes, a rede metroviária e os ônibus terão dificuldades em manter o funcionamento dos serviços já em setembro, caso não haja algum auxílio orçamentário por parte do governo estadual e federal.

MetrôRio tambem vai parar

O MetrôRio estima que pelo menos 60 milhões de passageiros deixaram de circular no modal, desde 16 de março, devido às medidas de restrições na cidade. O prejuízo mensal gira em torno de R$ 35 milhões. “No total, nosso déficit acumulado é de R$ 150 milhões. Nos últimos dias, mesmo com a flexibilização, a queda de passageiros continua elevada, em 73%. Essa é a situação mais difícil da história da empresa”, destacou Guilherme Ramalho, presidente do MetrôRio.

“Esse é um serviço caro, dimensionado para transportar muita gente e com um custo fixo. Para operar um trem vazio, temos praticamente o mesmo gasto de um trem cheio. E diferente de outros estados, o metrô no Rio depende exclusivamente da tarifa”, disse Ramalho. “O caixa da empresa acaba em agosto. Temos dois meses para encontrar uma solução e estamos com todos os esforços direcionados para isso. Sem uma ajuda financeira nesse prazo, vamos ter dificuldades de honrar nossos compromissos e manter a operação. A consequência, depois disso, é a inviabilização do sistema”, alertou.

Fetranspor: prejuízo pode ir a R$ 1 bilhão

Nos ônibus, o número de viagens caiu 71% de março a junho, o que, de acordo com a Fetranspor, significa prejuízo de R$ 713 milhões, podendo chegar a mais de R$ 1 bilhão até o fim do ano. Nas últimas três semanas, contudo, houve recuperação: a queda de viagens está em 52%, agora.
“São 184 empresas de ônibus e pelo menos 50% delas não vão conseguir iniciar o ano que vem sem ajuda. Mas já em setembro muitas terão dificuldades para pagar salários. É uma data crítica”, explicou Armando Guerra Júnior, presidente da Fetranspor.

 

Armando diz que precisa de auxilio do governo

 

Armando acrescentou que, além de um aporte financeiro, o auxílio do governo estadual poderia ser viabilizado por medidas como isenção das taxas de licenciamento do Detran e das alíquotas de ICMS sobre o óleo diesel, postergação do pagamento de IPVAs dos veículos, entre outros. Todas essas solicitações já foram feitas pela empresa, mas não foram atendidas por Wilson Witzel. “A situação do estado está tão crítica que eles não são capazes de atender o mínimo. Nossa grande expectativa é de repasses por parte do governo federal para o sistema de transporte público nacional”, disse ele.
Dados da federação mostram, ainda, queda de 82% em viagens nas barcas. Em todos os modais, são menos 435 milhões de passageiros nas 16 semanas de isolamento. A Secretaria Estadual Transportes do Rio negocia com a União uma medida provisória para auxílio às empresas.

Vaquinha para ajudar Rita Cadilac só arrecada R$ 275 e está longe de bater a meta desejada

Rita Cadilac está vivendo uma situação complicada financeiramente. Ela viu seus shows e outros trabalhos cancelados por causa da crise mundial de saúde e teve que recorrer ao auxílio emergencial do governo. Um grupo de amigos da ex-chacrete começou uma campanha de vaquinha online para ajudá-la, mas 12 dias após o início da arrecadação só foram levantados R$ 275.
O dinheiro arrecadado ainda está bem longe do ideal para Rita conseguir se manter. A meta da Vaquinha, que está disponível pela plataforma Apoia-se, é de R$ 4 mil mensais. Até o momento desta publicação, apenas duas pessoas contribuíram.

“Nosso objetivo é auxiliar a atriz e cantora Rita Cadillac, personalidade paulistana que está precisando de nosso apoio nesse momento. Ela quer muito trabalhar e levar alegria aos seus fãs. Vamos mostrar para Rita que ser solidário é bom para o moral?”, pedem os amigos da dançarina na plataforma.

A vaquinha está funcionando com um esquema de recompensas, ao doar um determinado valor as pessoas ganham brindes em troca. Por R$ 25 ganha-se uma foto autografada, R$ 150 um jantar em uma pizzaria com Rita, R$ 250 um vídeo personalizado, R$ 1400 um jantar no apartamento da ex-chacrete e por R$ 4 mil um pocket show da artista.

Logo que recebeu o auxílio, Rita disse que só seria capaz de se manter por mais dois meses, com o dinheiro que tinha guardado. Segundo o jornal Extra, ela utilizou os R$ 600 que recebeu do governo para pagar parte da conta de luz e do condomínio do apartamento onde mora, no bairro da Santa Cecília, em São Paulo.

Traficantes invadem comunidades dominadas pela milícia, na Zona Oeste – Vídeo

A madrugada desta quarta-feira (8) foi de tiroteio na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. Segundo a polícia, traficantes de uma facção criminosa invadiram favelas dominadas pela milícia.

Logo Cedo

Às 6h30, o um helicopetero flagrou a movimentação de bandidos armados com fuzis na parte alta de uma favela. Alguns usam uma espécie de ‘bunker’ para se abrigar e esconder da polícia, outros seguiam pela mata.

Muitos usam roupas pretas, mas um deles está vestido com uma roupa camuflada.

A região da Praça Seca é cercada por várias comunidades, como Barão, Bateau Mouche, Campinho e Chacrinha.

PM de Jacarépagua

Policiais militares do Batalhão de Jacarepaguá foram acionados e usam blindados para percorrer a região. O patrulhamento foi reforçado na Rua Cândido Benício.

Até as 6h, não havia informações sobre feridos, apreensões e prisões.

Por conta dos tiroteios durante a madrugada, as ruas estão vazias nesta manhã.

Um relatório da Polícia Civil sobre a violência no Rio mostra que o crime organizado atua em 1.413 comunidades do Rio. O tráfico domina 81% desses territórios e a milícia está em 19% das favelas.

Criminosos circulam armados com fuzis na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

Criminosos circulam na parte alta de uma favela — Foto: Reprodução/TV Globo

 

Nascidos em março, que foram incluídos em lote extra do auxílio emergencial em maio, já podem sacar 1ª parcela

Nesta quarta-feira (dia 8), os trabalhadores nascidos em março, que foram incluídos em um lote extra de auxílio emergencial divulgado em meados de maio, receberão a primeira parcela do benefício.

Os atrasados

Eles fazem parte de um grupo de 4,9 milhões de pessoas, que tiveram atrasos no processamento de seus requerimentos pela Dataprev ou demoraram a se inscrever no aplicativo Caixa / Auxílio Emergencial ou no site do banco (caixa.gov.br). São informais, autônomos, microempreendedores individuais e desempregados sem seguro-desemprego — todos sem direito a Bolsa Família — que tiveram o depósito da primeira cota do auxílio feito pela Caixa Econômica Federal em 16 de maio (para 2,4 milhões de pessoas nascidos de janeiro a junho) ou em 17 de maio (para os 2,5 milhões que fazem aniversário de julho a dezembro).

Depósito em conta digital

A ajuda do governo federal foi depositada em contas poupanças sociais digitais abertas em nome dessas pessoas, exclusivamente para o pagamento do auxílio emergencial: cerca de 400 mil pessoas a cada mês de nascimento, à exceção de dezembro, com 500 mil contemplados. Mas a quantia não podia ser retirada em espécie.

Os beneficiários podiam apenas movimentar as contas digitais por meio do aplicativo Caixa Tem. Somente agora o saque em dinheiro começa a ser liberado — assim com as transferências bancárias para outras contas —, mas ainda assim é preciso seguir o calendário abaixo, de acordo com o mês de nascimento. Os pagamentos vão até o dia 18 de julho.

Cronograma de saques e transferências

Nascidos em janeiro – 06/07

Nascidos em fevereiro – 07/07

Nascidos em março – 08/07

Nascidos em abril – 09/07

Nascidos em maio – 10/07

Nascidos em junho – 11/07

Nascidos em julho – 13/07

Nascidos em agosto – 14/07

Nascidos em setembro – 15/07

Nascidos em outubro – 16/07

Nascidos em novembro – 17/07

Nascidos em dezembro – 18/07

Ainda não há data estipulada para o pagamento da segunda parcela aos trabalhadores incluídos neste lote extra.