O economista norte-americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia e um dos críticos mais contundentes do ex-presidente dos Estados Unidos, voltou a fazer duras críticas a Donald Trump, desta vez por conta da nova tarifa de 50% imposta sobre produtos brasileiros.
Em uma publicação que viralizou nas redes sociais e provocou reações no meio político e econômico, Krugman defendeu abertamente o impeachment de Trump caso os Estados Unidos ainda fossem, em suas palavras, uma “democracia funcional”.
“Se ainda tivéssemos uma democracia que funcionasse, essa jogada contra o Brasil seria, por si só, motivo para impeachment”, escreveu o economista em tom indignado.
A tarifa, anunciada na última segunda-feira (08), foi classificada como uma tentativa de intimidação política por diversos especialistas e lideranças internacionais. Krugman reforçou essa visão e argumentou que a medida não apenas é economicamente irracional, como fere os princípios diplomáticos básicos entre nações soberanas.
“As exportações para os EUA são menos de 2% do PIB do Brasil. Trump realmente imagina que pode usar tarifas para intimidar uma nação enorme, que nem é muito dependente do mercado dos EUA, a abandonar a democracia?”, questionou Krugman.
As declarações do economista foram interpretadas como uma crítica indireta ao apoio dado por aliados de Trump à direita radical brasileira, especialmente em relação à atuação de figuras como Eduardo Bolsonaro, que comemorou publicamente a medida como uma resposta aos “abusos do Supremo Tribunal Federal”.
Nos bastidores, diplomatas brasileiros consideraram o gesto norte-americano um “ataque político disfarçado de medida comercial”, e o governo Lula estuda levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC).
Enquanto isso, o mercado internacional reagiu com cautela. Exportadores brasileiros, principalmente dos setores de aço, carne e celulose — os mais afetados pela tarifa — já preveem perdas bilionárias nos próximos meses.
Krugman, colunista do The New York Times e voz influente entre liberais e progressistas, também alertou que a medida pode isolar ainda mais os EUA na cena global:
“Esse tipo de política externa baseada em retaliação e chantagem pode custar caro aos Estados Unidos. Não é só o Brasil que está observando — o mundo inteiro está”.
A polêmica está longe de terminar, e a pressão por uma resposta institucional dos EUA contra Trump cresce a cada dia.
Campo Grande, Bangu e Padre Miguel se destacam pela beleza e carisma das suas moradoras
Quando o assunto é beleza brasileira, a Zona Oeste do Rio de Janeiro brilha como um verdadeiro berço de charme, estilo e autenticidade. De acordo com opiniões cada vez mais frequentes nas redes sociais e registros de imagens ,as mulheres mais bonitas do Brasil estão em bairros como Campo Grande, Bangu e Padre Miguel.
Com traços marcantes, diversidade étnica e uma presença forte nas ruas e nas redes, as mulheres da Zona Oeste vêm chamando atenção até mesmo de agências de moda e grandes influenciadores. Em Campo Grande, por exemplo, é comum ver jovens desfilando pelos shoppings com looks estilosos, sorrisos marcantes e uma autoestima que contagia.
Nas academias por exemplo há um número de mulheres balzaquianas extremamente cuidadosas com a beleza do corpo
Em Bangu, a beleza vem acompanhada de tradição e orgulho do bairro. Moradoras que participam de projetos sociais, esportivos e artísticos se destacam por sua força e elegância. Já em Padre Miguel, onde a cultura do samba e das escolas de carnaval pulsa forte, o brilho e o gingado das mulheres viraram referência de beleza natural e atitude.
A combinação entre mistura de culturas, calor humano e autenticidade carioca faz da Zona Oeste um verdadeiro celeiro de mulheres lindas — por dentro e por fora. Em tempos em que a internet dita padrões, essas moradoras mostram que a verdadeira beleza está na diversidade, no sorriso fácil e na energia que só quem vive na Zona Oeste entende.
Se o Brasil é conhecido mundialmente pela beleza feminina, a Zona Oeste do Rio é, sem dúvida, o seu cartão de visitas mais encantador.
Data: 10 de julho de 2025 Atualizado: 10 de julho de 2025
Na madrugada de 9 de julho de 2025, a Rússia desencadeou o maior ataque aéreo contra a Ucrânia desde o início da invasão, em fevereiro de 2022. Segundo o Comando das Forças Armadas da Ucrânia, foram lançados impressionantes 728 drones de ataque, em sua maioria do modelo Shahed, além de 13 mísseis de cruzeiro e balísticos. O ataque coordenado durou horas e teve como alvo múltiplas regiões do país, incluindo a cidade de Lutsk, no oeste ucraniano.
As forças ucranianas informaram ter conseguido interceptar 711 dos drones e sete mísseis, evitando o que poderia ter sido uma tragédia ainda maior. No entanto, alguns projéteis conseguiram atingir infraestruturas militares, e há confirmação de ao menos uma morte e diversos feridos em decorrência das explosões, segundo informações do portal UOL Notícias, corroboradas por veículos internacionais como The Sun e Agência Brasil.
Esse ataque é considerado o maior do tipo em uma única noite desde o início da guerra, sendo descrito por analistas como uma “tentativa desesperada de Moscou de romper a resistência aérea ucraniana” e testar a capacidade de defesa do país. Especialistas também apontam que a ofensiva pode ter motivações estratégicas ligadas ao aumento da tensão internacional e ao recente endurecimento do discurso de líderes ocidentais contra Vladimir Putin.
O governo ucraniano destacou que o país segue resiliente, mesmo diante de ataques cada vez mais intensos. Autoridades também ressaltaram a importância do apoio ocidental para manter os sistemas de defesa aérea operacionais. De acordo com fontes da NATO, caças foram mobilizados em países vizinhos, como Polônia e Romênia, em estado de alerta máximo, temendo uma possível escalada regional.
Imagens divulgadas por moradores de Kiev, Kharkiv e Dnipro mostraram céus iluminados por explosões e rastros de interceptações aéreas. A comoção tomou conta das redes sociais, com mensagens de solidariedade à Ucrânia vindas de diversos líderes mundiais.
A ofensiva de 9 de julho entra para a história como um dos capítulos mais sombrios da guerra, que já ultrapassa três anos de duração. Enquanto o mundo observa apreensivo, a Ucrânia segue resistindo — sob fogo, mas de pé.
Com a chegada do inverno e a queda das temperaturas, é comum que muitas pessoas sintam uma preguiça maior de encarar o chuveiro. Mas será que pular o banho de vez em quando, só porque está frio, faz mal à saúde? Especialistas explicam que a resposta não é tão simples — e que tudo depende de equilíbrio e cuidados com a pele.
🧼 Menos banhos pode ser bom… até certo ponto
De acordo com dermatologistas, reduzir a frequência de banhos durante o inverno pode, sim, trazer benefícios para a pele. Isso porque a água muito quente e o uso excessivo de sabonetes comuns podem remover os lipídios — os óleos naturais que compõem a barreira protetora da pele. Sem essa proteção, o corpo fica mais suscetível ao ressecamento, coceiras e até irritações.
A dermatologista Juliana Piquet faz uma analogia interessante: “A pele é como um muro. As células são os tijolos, e os lipídios são o cimento que os mantêm unidos. Se tiramos esse cimento com banhos longos e quentes, o muro começa a rachar”.
🚿 Mas isso não quer dizer parar de tomar banho!
Apesar dos riscos do excesso, os especialistas alertam que a higiene diária ainda é fundamental — mesmo nos dias mais frios. O ideal é manter pelo menos um banho por dia para eliminar suor, secreções e impurezas acumuladas, garantindo o bem-estar e a saúde do corpo.
Para quem costuma se banhar mais de uma vez ao dia, a recomendação é simples: evitar o uso de sabonete em todo o corpo a cada vez. Outra boa alternativa são os óleos de banho, que limpam sem agredir tanto a pele.
💡 Dicas para banhos mais saudáveis no inverno
Evite banhos muito quentes
Diminua o tempo no chuveiro
Prefira sabonetes líquidos ou óleos de banho
Hidrate a pele logo após o banho, com ela ainda úmida
✅ Conclusão
No frio, menos pode ser mais — especialmente quando falamos em proteger a pele. Reduzir a temperatura da água, usar produtos adequados e manter a hidratação são atitudes que fazem toda a diferença. Mas lembre-se: higiene continua sendo essencial, em qualquer estação do ano.
Decisão inédita promete estremecer relações entre Brasil e Estados Unidos após acusações de censura, desequilíbrio comercial e perseguição a Jair Bolsonaro
Em um movimento diplomático sem precedentes, o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, enviou uma carta oficial e pública ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, 9 de julho de 2025, anunciando tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.
O documento, com timbre da Casa Branca, expõe abertamente o descontentamento do governo americano com o atual cenário político e comercial brasileiro. Na carta, Trump condena veementemente a forma como o ex-presidente Jair Bolsonaro vem sendo tratado no Brasil e classifica o julgamento do ex-mandatário como uma “vergonha internacional” e uma “caça às bruxas” que deve ser interrompida imediatamente.
“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro — um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos — é uma vergonha internacional”, afirma Trump, no texto endereçado a Lula.
Censura, redes sociais e retaliação comercial
Entre os principais motivos para a imposição das tarifas, Trump menciona ações do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, que, segundo ele, teria emitido centenas de ordens de censura “secretas e ilegais” contra plataformas de redes sociais americanas, ameaçando-as com multas milionárias e até expulsão do território nacional.
Esse contexto, segundo o presidente americano, justifica a adoção de medidas econômicas drásticas:
“A partir de 1º de agosto de 2025, imporemos ao Brasil uma tarifa de 50% sobre qualquer e todo produto brasileiro enviado aos Estados Unidos, separadamente de todas as tarifas setoriais”, diz Trump.
Trump afirma ainda que qualquer tentativa do Brasil de transbordar mercadorias por outros países para escapar das tarifas será monitorada e punida com a aplicação da tarifa mais alta disponível.
Quebra de confiança e déficit comercial
O presidente americano também fez duras críticas à estrutura comercial entre os dois países, alegando que os Estados Unidos mantêm uma relação desequilibrada e injusta com o Brasil. Ele argumenta que as políticas tarifárias, não tarifárias e barreiras comerciais brasileiras geraram graves déficits comerciais para os EUA.
“Essa tarifa de 50% é muito inferior ao necessário para equilibrar o campo de jogo. Essas políticas causaram déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos — uma ameaça à nossa economia e à nossa segurança nacional”, alerta Trump.
Pressão para abertura de mercado
Apesar do tom agressivo, a carta também abre espaço para negociação e revisão futura das tarifas. Trump afirma que está disposto a rever a decisão caso o Brasil aceite eliminar barreiras comerciais e abrir seus mercados para produtos americanos.
“Se desejar abrir seus mercados, até hoje fechados, aos Estados Unidos, poderemos considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas poderão ser modificadas — para cima ou para baixo — dependendo do andamento da nossa relação”, escreveu.
Além disso, Trump sinalizou que empresas americanas que decidirem produzir dentro do território brasileiro poderão ser isentas das tarifas, desde que a burocracia seja eliminada e as aprovações ocorram “em semanas”.
Investigação contra o Brasil
No trecho final do documento, Trump ordena oficialmente ao Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, que inicie uma investigação com base na Seção 301 do código comercial americano. Essa investigação visa apurar práticas desleais do Brasil nas áreas de tecnologia, comércio digital e restrições a empresas americanas.
“Além disso, por causa dos contínuos ataques do Brasil às atividades digitais de empresas americanas, estou ordenando uma investigação imediata”, declarou Trump.
Repercussão e tensão diplomática
A divulgação da carta já está provocando forte repercussão no meio político internacional. O tom duro adotado por Trump coloca em xeque a estabilidade da relação comercial bilateral e pode gerar retaliações por parte do governo brasileiro.
Internamente, a mensagem também alimenta o embate político no Brasil, especialmente entre apoiadores de Bolsonaro e aliados do governo Lula. O ex-presidente é atualmente réu em processos judiciais que envolvem ataques à democracia e possível tentativa de golpe.
Até o momento, o Palácio do Planalto não se manifestou oficialmente sobre o conteúdo da carta.
Com a decisão, os setores agrícolas e industriais brasileiros, especialmente os que exportam carne, aço, alumínio, café e soja para os EUA, devem se preparar para perdas bilionárias e reestruturação de suas cadeias de exportação.
Leia a carta na íntegra enviada por Donald Trump a Lula:
A CASA BRANCA – WASHINGTON – 9 de julho de 2025
Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil – Brasília
[…] (trecho completo da carta conforme descrito acima)
A imposição dessa tarifa generalizada de 50% é a maior já anunciada pelos EUA contra o Brasil nas últimas décadas e pode marcar o início de uma nova era de tensões econômicas e diplomáticas entre as duas maiores economias do continente americano.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta quarta-feira (10) que as tarifas de até 50% anunciadas por Donald Trump contra produtos brasileiros representam, na verdade, um “reconhecimento” ao seu trabalho diplomático junto ao governo americano.
Segundo o parlamentar, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, as medidas seriam uma forma de pressionar o governo Lula e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, por conta do que chamou de “abusos e autoritarismo no Judiciário brasileiro”.
“Essas tarifas são uma reação clara aos desmandos de Moraes e à ruptura do Brasil com os valores do mundo livre, como a liberdade de expressão, a democracia e o Estado de Direito”, afirmou Eduardo em uma publicação nas redes sociais.
Eduardo Bolsonaro é um dos principais interlocutores da direita brasileira com políticos conservadores nos Estados Unidos. Ele já foi recebido por Trump em encontros privados e mantém forte ligação com nomes como Steve Bannon, ex-estrategista do ex-presidente norte-americano.
De acordo com Eduardo, as sanções comerciais seriam uma maneira simbólica dos EUA expressarem “repúdio ao alinhamento do governo brasileiro com regimes autoritários como China, Venezuela e Irã”.
A fala acontece após Trump prometer “tarifas duras” contra países que, segundo ele, “não respeitam os interesses americanos”. O Brasil foi citado nominalmente, o que gerou preocupação em setores da indústria e do agronegócio.
Até o momento, o Itamaraty e o Palácio do Planalto não se manifestaram oficialmente sobre as declarações do deputado. Nos bastidores, no entanto, há receio de que a retórica de Eduardo Bolsonaro possa acirrar ainda mais as tensões diplomáticas entre os dois países.
Unidade referência em Campo Grande destaca números impressionantes e reforça seu compromisso com a saúde pública carioca
No último domingo, dia 06 de julho, o Hospital Municipal Rocha Faria, localizado no coração de Campo Grande, celebrou seus 85 anos de história com um presente mais do que simbólico: seis bebês nasceram na maternidade da unidade em um único dia. O número não apenas emocionou profissionais e pacientes, mas também representou, de forma poética, o espírito de renovação e cuidado que o hospital oferece diariamente à população da Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Desde sua fundação, o Rocha Faria tem sido sinônimo de acolhimento, profissionalismo e excelência no atendimento médico-hospitalar. Atualmente, a unidade realiza em média 300 partos por mês, totalizando cerca de 3.600 nascimentos por ano. No domingo do aniversário, a emoção foi multiplicada por seis, trazendo ainda mais significado à data comemorativa.
Além da maternidade, o hospital se destaca pelo volume de atendimentos e a diversidade de serviços prestados. São mais de 20 mil atendimentos mensais, entre urgência, emergência, ambulatórios e internações, além de cerca de 900 cirurgias realizadas por ano. Esses números evidenciam a importância da unidade para os moradores de toda a Zona Oeste, que veem no Rocha Faria um verdadeiro porto seguro quando o assunto é saúde.
Reconhecido como um hospital “Amigo da Criança”, o Rocha Faria também é referência na promoção do parto humanizado, incentivo ao aleitamento materno e acompanhamento das gestantes com foco no bem-estar da mãe e do bebê. A maternidade, que tem estrutura especializada e equipe multidisciplinar, é considerada uma das mais importantes da rede pública municipal.
Ao longo de seus 85 anos, o hospital também se consolidou como polo de formação de profissionais de saúde, sendo palco de residência médica, estágios e treinamentos diversos. A unidade contribui ativamente para o desenvolvimento da medicina no estado e mantém uma equipe comprometida com a atualização constante e o atendimento humanizado.
Durante a comemoração do aniversário, funcionários e direção celebraram as conquistas da instituição, relembraram desafios enfrentados ao longo das décadas e reafirmaram o compromisso com o futuro. Nas redes sociais, o hospital publicou mensagens de agradecimento à população e fez questão de destacar o simbolismo dos nascimentos no dia do aniversário.
“O nascimento de seis bebês neste 6 de julho nos inspira a seguir firmes na nossa missão de cuidar, acolher e salvar vidas. São 85 anos de história dedicados ao povo carioca, e cada nova vida que chega aqui é motivo de orgulho para todos nós”, publicou o perfil oficial do hospital (@rochafariahospital).
A comemoração dos 85 anos do Hospital Rocha Faria é também um lembrete da importância de se investir, valorizar e proteger o sistema público de saúde. Em uma cidade marcada por desigualdades, unidades como o Rocha Faria são fundamentais para garantir o acesso universal e gratuito a cuidados de qualidade.
Com uma história marcada por superação, compromisso e amor à vida, o Hospital Municipal Rocha Faria segue escrevendo novos capítulos todos os dias — com cada atendimento, cada cirurgia, cada parto e, especialmente, com cada bebê que nasce em seus corredores.
Parabéns, Rocha Faria! Que venham muitos outros anos de dedicação à saúde pública carioca.
Em um feito inédito e surpreendente, o Real Madrid — maior campeão da Europa e gigante mundial — sofreu três gols em uma partida de Mundial de Clubes ou Copa Intercontinental pela primeira vez em toda a sua história.
A marca histórica foi registrada em um confronto que pegou muitos torcedores de surpresa. Conhecido por sua solidez em torneios internacionais, o clube espanhol jamais havia sido vazado tantas vezes em uma única partida desse porte — independentemente do adversário ou do continente.
Até então, o Real Madrid acumulava participações sólidas nesses torneios, sempre com defesas eficientes e placares controlados. Desde a primeira edição da Copa Intercontinental, em 1960, até as mais recentes aparições no Mundial da FIFA, o clube nunca havia deixado escapar três gols em uma única disputa. A defesa merengue, reconhecida historicamente como uma muralha nos momentos decisivos, foi finalmente rompida.
O jogo entra para os livros como um verdadeiro registro histórico, contrariando estatísticas e consolidando o momento como um dos mais raros e emblemáticos da trajetória do clube nos torneios internacionais. A torcida, acostumada com vitórias dominantes, se viu diante de um cenário incomum — e, para muitos, chocante.
Especialistas já tratam o episódio como simbólico de uma possível mudança de era, seja por questões táticas, mudanças no elenco ou até mesmo pelo nível crescente dos clubes de outros continentes.
O Real Madrid, apesar do tropeço defensivo, segue como referência no futebol mundial. Mas a noite em que sofreu três gols no Mundial jamais será esquecida.
🔎 Registro oficial: a primeira vez na história merengue com 3+ gols sofridos em uma partida de Mundial ou Intercontinental.
A Acadêmicos de Niterói, recém-promovida ao Grupo Especial do Carnaval carioca após vencer a Série Ouro em 2025, surpreendeu o mundo do samba com a escolha do seu enredo para o Carnaval de 2026: a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A escola, fundada em 2018, fará sua estreia na elite da Marquês de Sapucaí com o tema “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (9), em evento realizado para a comunidade, sambistas e imprensa especializada. O enredo é assinado pelo carnavalesco Tiago Martins e o enredista Igor Ricardo, que prometem uma narrativa sensível, política e culturalmente marcante. A apresentação oficial da sinopse e da logomarca está prevista para o início de agosto de 2025.
👷🏽 Da infância ao Planalto
A proposta do enredo é contar a vida de Lula como um símbolo de superação e esperança. O desfile começará na infância humilde no sertão nordestino, onde o pequeno Luiz brincava com ramos de mulungu — planta típica da região que, segundo o enredo, representa resistência e renascimento. A trama segue com a migração para São Paulo, a dura vida de operário, a liderança sindical nas greves do ABC e, por fim, sua consagração como o primeiro operário eleito presidente do Brasil.
Segundo os criadores, a ideia é destacar a ascensão de um personagem real que se tornou símbolo para milhões, sem entrar em conotação político-partidária. Especialistas em direito eleitoral consultados pela imprensa afirmam que a homenagem é legal, desde que não haja pedido de voto ou referência à campanha.
📅 Estreia marcada: 15 de fevereiro de 2026
A estreia da Acadêmicos de Niterói no Grupo Especial acontecerá com grande responsabilidade: a escola abrirá os desfiles do domingo de Carnaval, no dia 15 de fevereiro de 2026. Com isso, a agremiação terá o desafio de iniciar a festa com força e emoção, sob olhares atentos da crítica e do público.
Para os dirigentes da escola, esse será um momento histórico. “Mais que um desfile, queremos emocionar e fazer história. Estamos homenageando não só um homem, mas um símbolo da esperança do povo brasileiro”, declarou o presidente da escola em entrevista.
🔥 Repercussão imediata
O anúncio repercutiu fortemente nas redes sociais e nos bastidores do samba. Enquanto apoiadores de Lula celebraram a escolha, outros criticaram o uso de figuras políticas no Carnaval. Ainda assim, a escola defende que o desfile é uma homenagem cultural, como tantas outras feitas a personalidades brasileiras.
A expectativa agora gira em torno da divulgação oficial da sinopse e da identidade visual do enredo, prometidas para o próximo mês. Com a ousadia que lhe é característica, a Acadêmicos de Niterói promete estrear no Grupo Especial em grande estilo — misturando samba, história e emoção na Sapucaí.
No dia 26 de maio de 2025, o Hospital Municipal Albert Schweitzer, localizado em Realengo, realizou uma importante campanha de doação de sangue. A ação ocorreu das 10h às 15h, no auditório do segundo andar da unidade hospitalar, situada na Rua Nilópolis, 329. O evento foi promovido em parceria com o Hemorio, responsável pelo fornecimento de sangue para mais de 200 hospitais da rede pública do estado do Rio de Janeiro.
A campanha teve como objetivo reforçar os estoques de sangue da rede pública, especialmente em períodos de baixa doações, e conscientizar a população sobre a importância do gesto solidário, que pode beneficiar até quatro pessoas com uma única doação.
Para participar, os voluntários precisaram apresentar um documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos (com autorização dos responsáveis no caso de menores de idade), estar com boa saúde, pesar mais de 50 kg e não estar em jejum — embora fosse recomendado evitar alimentos gordurosos nas três horas anteriores à doação. Também era necessário estar bem descansado. Pessoas com tatuagens ou piercings recentes deveriam aguardar um ano, e quem teve Covid-19 só podia doar 10 dias após a recuperação.
A ação também destacou que o corpo começa a repor os elementos sanguíneos em até 24 horas, sendo a doação um processo seguro e essencial. Os intervalos recomendados para novas doações são de 8 semanas para homens e 12 semanas para mulheres.
Com essa iniciativa, o Hospital Albert Schweitzer reforça seu papel na mobilização da comunidade em prol da vida, lembrando que doar sangue é um ato de amor, responsabilidade e cidadania.
A Prefeitura do Rio e o Hemorio seguem incentivando novas campanhas em outras regiões da cidade. Quem quiser doar fora dessas ações pode procurar diretamente o Hemorio, no Centro do Rio.