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Ter barba, pode aumentar o numero de infectados pelo coronavirus

 

Conforme o número de casos do Coronavírus no Brasil aumenta, mais preocupação com seus sintomas e suas formas de contágio gera. É nessa hora que nos perdemos: no mar de informações que muitas vezes parece desconexa, fruto de pessoas que espalham fake news, de notícias mal interpretadas de agências estrangeiras ou manipuladas para criar o caos.
Entre essas notícias, muito se falou nos últimos dias a respeito da relação do coronavírus com a barba. Isso nasceu de boatos nos Estados Unidos e no Reino Unido sobre supostos pedidos à guarda real, funcionários ligados à saúde e até à população para rasparem barbas grandes, de uma ligação entre a barba e a impossibilidade de usar máscara facial.
Acho que aí a gente precisa começar a separar as informações. Porque a recomendação da OMS (reproduzida pelo Ministério da Saúde) quanto à prevenção ao contágio, indica tomar como medidas:

Evitar ambientes fechados e populosos;

Lavar corretamente e com frequência as mãos;

Utilizar álcool em gel sempre que tocar em objetos de uso público e antes de comer;

Não compartilhar objetos de uso pessoal;

Cobrir com o antebraço nariz e boca ao tossir.

Por aqui o uso de máscaras é indicado apenas para quem está com problemas respiratórios, para profissionais de saúde ou acompanhantes de pessoas nessa condição.

O CDC (Centers for Disease Control and Prevention), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, possui uma cartilha sobre o uso dessas máscaras em casos de surtos epidemiológicos.
Segundo eles, a máscara cirúrgica simples, que temos fácil acesso nas farmácias, é indicada para uso por quem já está tossindo, espirrando, ou com dificuldades para respirar – mesmo perfil que o Ministério da Saúde indica o uso.

E onde chegamos com a barba? Bem, ainda segundo eles, a máscara que realmente previne infecções causadas por micropartículas, é o respirador N95. Em 2017 eles publicaram que o uso de alguns tipos de barba e bigode podem comprometer a eficácia da máscara, pois rompe o isolamento:

Mas veja, a não ser que você esteja fazendo uso de máscaras com respiradores, não há nada que faça com que sua barba ou bigode atraia o vírus do ambiente.
A recomendação é seguir as regras de higiene, para este ou qualquer outro vírus (inclusive a gripe comum) como manter rosto e barba limpos, espirrar e tossir no antebraço ou bíceps e jamais encostar o rosto em objetos de uso público. De resto, é bom seguir as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde.

Aos que aderiram à barba por causa da moda, é preciso cuidado, pois, de acordo com um pesquisador mexicano, os pelos podem estar cheios de bactérias encontradas nas fezes. Segundo o microbiologista John Golobic, o número de bactérias fecais encontradas na barba pode ser maior que as que estão no vaso sanitário. As informações são do site Brobible.

O microbiologista disse que ficou surpreso com o resultado.

— Algumas barbas apresentavam bactérias normais, do ambiente, mas boa parte delas tinha bactérias das fezes. Se essa quantidade fosse encontrada na água, ela seria proibida de circular até que passasse por um processo de limpeza.

Atenção homens! Barba aumenta oleosidade

De acordo com Golobic, os níveis não são altos a ponto de causar doenças, mas “a situação é preocupante, já que é possível comparar a quantidade de bactérias com um banheiro”. O microbiologista ainda afirma que boa parte das bactérias que chega à barba vem do contato com as mãos.

— É de extrema importância que os homens não fiquem passando a mão na barba, pois isso pode trazer bactérias para o rosto, ou tirar bactérias do rosto e leva-las para outro lugar.

FAETEC ABRE 1.420 VAGAS PARA CURSOS PROFISSIONALIZANTES TOTALMENTE GRATUITOS – RIO DE JANEIRO – INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 02/04

 

Rede Faetec está com 1.420 vagas em cursos de Qualificação Profissional pelo Programa Novos Caminhos, o Antigo Pronatec. As oportunidades são para quem possui o Ensino Fundamental I Incompleto, de acordo com o curso pretendido. As 1.420 vagas da Faetec estão distribuídas em 33 cursos profissionalizantes, cuja duração varia de dois a 10 meses. Entre as áreas contempladas estão: Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão; Instalador Reparador de Redes de Computadores; Agente de Recepção e Reservas em Meios de Hospedagem; Encanador Instalador Predial; Pedreiro de Alvenaria; Operador de Editoração Eletrônica; Mecânico de Motores a Diesel; Costureiro de Máquina Reta e Overloque; Carpinteiro de Estruturas de Telhado; Soldador no Processo Eletrodo Revestido Aço Carbono e

Aço Baixa Liga; Soldador de Estruturas e Tubulações em Aço Carbono no Processo Tig; Soldador Oxiacetilênico; Mecânico de Refrigeração e Climatização Residencial; Operador de Fresadora com Comando Numérico Computadorizado; Eletricista de Automóveis; Confeiteiro; Pintor de Automóveis, entre outros.

As inscrições são gratuitas e serão recebidas até às 14h do dia 2 de abril.

Os interessados em participar dos Cursos Faetec devem Candidatar-se clicando aqui

 

Há 4 casos suspeitos de coronavirus em Campo Grande, segundo a secretaria de saúde

 

Dados da Secretaria Municipal de Saúde condensados em um boletim às 19h desta sexta-feira indicam que os casos do novo coronavírus estão avançando em direção aos bairros mais pobres e mais afastados do centro do Rio de Janeiro. Ao todo, há 94 pessoas infectadas no municipio, 16 delas hospitalizadas.

Até a noite de sexta, casos da doença Covid-19 foram registrados em Padre Miguel (2), Bangu (1) e Sepetiba (1), na Zona Oeste. Na Zona Norte, duas suspeitas apareceram pela primeira vez no Complexo da Maré e uma outra na Pavuna. Também há registros sem confirmação em Parque Anchieta (1), Realengo (1), Campo Grande (4), Cosmos (1), Santa Cruz (1) e Pedra de Guaratiba (2).

A situação do Rio reflete o que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse ser o caso de todo o Brasil. Em portaria publicada nesta sexta-feira, ele declarou que a transmissão comunitária do vírus — quando não é mais possível identificar com quem o ciclo dele começou — já é uma realidade em todo país.

Na capital fluminense, os casos confirmados vêm aumentando e quase dobraram em uma semana. Na segunda-feira, eram 51. Na sexta, cinco dias depois, somaram 94. No mesmo intervalo, as suspeitas passaram de 173 para 184, mas chegaram a um pico de 205 na quinta-feira.

A maior parte das confirmações ainda está em bairros mais abastados, como Barra da Tijuca (16), na Zona Oeste, Leblon (16), Ipanema (10), São Conrado (8), Copacabana (5), Jardim Botânico (5), Botafogo (4), Flamengo (4), entre outros.

Em fevereiro, em entrevista à GloboNews, Mandetta adiantou que estava preocupada com a chegada do vírus ao Rio, dada a concentração dos cariocas em comunidades.

— O Rio é uma cidade mais condensada. Temos problema de distância e os espaços são menores. Além do que, há áreas de exclusão social, favelas, áreas de proximidade muito próximas às pessoas, de baixo saneamento e núcleos familiares extensos que vivem dentro de espaços apertados — afirmou o ministro na ocasião.

Além dos problemas listados no mês passado por Mandetta, houve outro fator agravante nos últimos dias: comunidades do Rio e de municípios da Região Metropolitana, na Baixada Fluminense, vêm registrando falta d’água, grande impedimento para que seus habitantes possam cumprir o hábito de higiene primário para a prevenção do coronavírus: lavar as mãos.

Também há dificuldades na atenção básica aos cariocas. Levantamento da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores, de 2019, apontou que a capacidade de atendimento da rede de Saúde da Família no Rio caiu 17%. E a cobertura, que era de 70% da cidade, passou a 53%. Os dados são contestados pela Secretaria da Saúde, que alega ter inaugurado nove unidades.

 

Coronavírus: Witzel alerta para colapso na saúde do Rio em até 15 dias

 

Durante reunião de emergência com deputados estaduais, o governador Wilson Witzel apresentou plano para buscar recursos e proteger a economia do Estado do Rio. Segundo Witzel, devido às restrições que foram tomadas para conter o avanço da Covid-19, a Saúde deverá entrar em colapso. Em entrevista à CNN Brasil, o governador deu um prazo para de 15 dias para o colapso no Estado do Rio.
“A situação atual é muito difícil, tanto para o país, quanto para o Rio. Nossa preocupação é sempre com a preservação de vidas”, disse. Ainda segundo Witzel, “para agravar ainda mais a situação, precisamos pensar na sobrevivência das pessoas e das empresas, que vão sofrer severamente com a crise. O estado vai sofrer
demais com a perda de arrecadação”, conclui o governador.
Mais cedo, a Secretaria Estadual de Saúde informou que foram confirmados 109 casos de covid-19 no estado, sendo 1.701 casos suspeitos e duas mortes.
Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira: Rio de Janeiro (89), Niterói (10), Petrópolis (2), Barra Mansa (1), Guapimirim (1) e Miguel Pereira (1). Há ainda três (3) estrangeiros confirmados para a Covid-19, além de dois (2) casos com o local de residência em investigação.
Nesta quinta-feira (19), a SES confirmou os dois primeiros óbitos por coronavírus no estado. As vítimas são uma mulher de 63 anos, em Miguel Pereira, e um homem de 69 anos, em Niterói. Os dois eram diabéticos e hipertensos e apresentaram sintomas após contato com outros casos confirmados vindos do exterior. Idosos e portadores de doenças crônicas compõem o grupo de risco para covid-19.

 

NETO CRIA ‘FAKE NEWS’ PARA AVÓ NÃO SAIR DE CASA: ‘CASO DESRESPEITE QUARENTENA, FICARÁ 6 MESES SEM RECEBER’

 

 

NETO CRIA ‘FAKE NEWS’ PARA AVÓ NÃO SAIR DE CASA: ‘CASO DESRESPEITE QUARENTENA, FICARÁ 6 MESES SEM RECEBER’

Na tentativa de evitar o contágio do coronavírus, o brasileiro tem adotado algumas estratégias atípicas (como faz em qualquer cenário). Porém, uma chamou a atenção nas redes sociais: o analista financeiro Raphael Fernandes, de 34 anos, disse que a aposentadoria da avó dele, Doroti Ribeiro, de 80 anos, seria bloqueada caso ela saísse de casa. E, segundo ele, a estratégia deu certo.

O plano foi dividido em duas partes. Na primeira tentativa, ele próprio passou a informação falsa à avó. Ela se assustou, mas seguiu a rotina de “voltinhas” na rua. Então, Fernandes resolveu sofisticar mais a mentira:

— Liguei para ela: ‘Senhora Doroti, a senhora foi vista circulando por Alcântara”. Ela perguntou da onde eu era, e eu disse que do INSS. “Esse é o último aviso para senhora. Caso desrespeite, a senhora será bloqueada no INSS e vai ficar seis meses sem receber”. Ela: “Não, moço! Pelo amor de Deus, eu tenho conta para pagar”. Ela me contou que tinham ligado e perguntou como sabiam que era ela. Disse que era igual a ônibus: é pelo rosto (reconhecimento facial) — explicou o neto.

Agora, garente Fernandes, Doroti está respeitando a quarentena, mas não sabe que a informação é falsa.

— Não sai de casa de jeito nenhum. Não vamos falar a verdade, até essa onda passar — diz o neto.

De acordo com Rapahel, apesar da idade, Doroti é ativa — principalmente, no carnaval. Independentemente de qualquer circunstância, seja tiroteio ou chuva, ela raramente deixa de sair de casa, no bairro de Alcântara, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio.

— No aniversário do meu tio, filho dela, ela queria ia à casa dele para dar os parabéns. Pedimos para que ela não saísse, mas ela disse que tinha uma consulta médica. Ligamos para o médico e, de fato, ela tinha. À noite, liguei para dar os parabéns ao meu tio e escutei uma voz ao fundo. Quem estava lá? Ela — contou Fernandes.

Por acompanhar a repercussão da pandemia mundial, ele começou a ficar preocupado com a exposição de Doroti ao vírus, e usou da imaginação para manter a avó em casa.

— Nesses dias, lembrei que ela estava preocupada com a aposentadoria. Ela estava desesperada falando que não teria como pagar as contas. Falei para minha esposa: “Agora já sei. Se eu falasse da aposentadoria, ela ficaria louca. Já está com dívida, imagina se eu falar que o cartão vai bloquear” — diz ele.

Não demorou muito para a técnica que ele usou com Dona Doroti viralizar nas redes. Funcionou tanto que teve de ser desmentida oficialmente. Isso porque foi criada uma imagem com a suposta medida provisória, alertando cidadãos com mais de 60 anos a não saírem na rua; caso contrário, teriam a aposentadoria suspensa por tempo indeterminado.

— Quando fala em aposentadoria, meu filho… A única coisa que eles (idosos) têm medo é de perder os netos e a aposentadoria. Falei até para minha esposa que se o Governo falasse que isso aí (o coronavírus) mata criança, eles teriam medo de matar os netos. Mas como criança é praticamente imune, eles pensam “Ah, já vivi muito. Então está bom se eu morrer” — conta o analista financeiro.

Bangu, Padre Miguel e Sepetiba registram primeiros diagnósticos de coronavirus

 

20/03/20 19:5120/03/20 21:55

Coronavírus: casos na cidade do Rio chegam a 94; Bangu, Padre Miguel e Sepetiba registram primeiros diagnósticos

No Rio, algumas pessoas andam com máscaras Foto: FABIANO ROCHA / Agência O Globo

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Extra

O número de casos confirmados de coronavírus na cidade do Rio subiu para 94, de acordo com a Secretaria municipal de Saúde. Pela primeira vez, diagnósticos foram registrados em BanguPadre MiguelSepetiba e Santa Teresa. Há ainda 20 pessoas internadas em unidades da rede municipal, aguardando confirmação, ou seja, são casos suspeitos.

A maioria dos casos continua concentrado na Barra e na Zona Sul da cidade. Dos 94 casos confirmados, 23 estão hospitalizados e 12 estão internados na UTI. A capital não registrou nenhuma morte de Covid-19.

Dos 94 casos confirmados no Rio, a maioria está na faixa etária entre 30 e 39 anos. As mulheres são 55,8% dos diagnósticos positivos. Os dados apontam ainda que 60% dos casos teve registro de viagem internacional.

Com as novas atualizações, o número de pacientes com coronavírus no estado do Rio chegou a 114 nesta sexta-feira.

Os casos confirmados na cidade do Rio estão distribuídos da seguinte maneira:

16 na Barra da Tijuca

16 no Leblon

10 em Ipanema

8 em São Conrado

5 em Copacabana

5 no Jardim Botânico

4 em Botafogo

4 no Flamengo

3 na Lagoa

2 no Cosme Velho

2 na Gávea

2 no Meier

2 em Vila Isabel

2 em Padre Miguel

1 em Bangu

1 no Grajau

1 no Humaita

1 em Jacarepaguá

1 em Santa Teresa

1 em Sepetiba

1 na Taquara

1 no Itanhangá

 

Coronavirus : mortes sobem para 11 e casos confirmados chegam a 904

 

O número de mortes em decorrência da Covid-19 subiu de seis para 11 entre ontem (19) e hoje (20), conforme atualização divulgada pelo Ministério da Saúde. Deste total, nove foram identificadas em São Paulo e duas no Rio de Janeiro.

Os casos confirmados da doença saíram de 621 para 904 entre os balanços de ontem e hoje. São Paulo acumula 396 casos, seguido por Rio de Janeiro (109), Distrito Federal (87), Ceará (55), Rio Grande do Sul (37) e Minas Gerais (35).

Além desses estados, foram mapeados casos na Bahia (33), Paraná (32), Pernambuco (30), Santa Catarina (21), Goiás (15), Espírito Santo (13), Mato Grosso do Sul (nove), Acre (sete), Sergipe (seis), Alagoas (cinco), Piauí e Amazonas (três), Pará (dois) e Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Paraíba, Amapá, Tocantins, Rondônia (um). Apenas Roraima não apresenta casos confirmados.

Medidas para conter Covid-19

Hoje o Ministério da Saúde não realizou a entrevista coletiva diária que vem promovendo nas últimas duas semanas. O anúncio de medidas adotadas pelo governo foi feito em entrevista no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e de outros representantes do governo. Durante o encontro, Mandetta disse que o sistema de saúde pode entrar em colapso em abril em decorrência da pandemia do novo coronavírus

 

Veja diferenças entre as alergias e os sintomas do coronavírus

 

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) divulgou alerta para que a população não confunda as alergias típicas do outono com sintomas provocados pelo coronavírus. Nota da entidade assinala: “alergia não provoca febre!”

De acordo com o documento distribuído para a imprensa, com a estação, que começa hoje (20) no Brasil, o ar tende a ficar mais seco e as pessoas podem sentir obstrução nasal, coceiras no nariz, ouvido e garganta, ter mais tosse, espirros, coriza e até falta de ar. A associação lembra que rinite e asma “são as doenças mais comuns nessa época do ano” por causa do ar seco e frio que pode irritar as vias respiratórias.

Nesses casos, o tratamento deve ser orientado por médico especialista que poderá prescrever medicamentos como anti-histamínicos com ou sem descongestionantes, broncodilatadores e corticoides. É desaconselhada a automedicação.

Gripes, resfriados e Covid-19

No começo dessa semana, o Ministério da Saúde divulgou material expondo a diferença de sintomas entre as gripes, os resfriados e o Covid-19.

As pessoas podem sentir febre em casos de Covid-19 e de gripe, mas raramente terão em resfriados. Já os espirros são comuns em resfriados e raros tanto em gripes quanto no Covid-19. O nariz entupido aparece mais frequentemente em resfriados e eventualmente em gripes e, esporadicamente, em casos do novo coronavírus. Dores de cabeça são raras em resfriados, comuns em gripes e podem até surgir em infecções pelo novo coronavírus.

Para tirar mais dúvidas, acesse a Agência Brasil . Em casos de sintomas correspondentes ao Covid-19, devem ser seguidas as orientações do Ministério da Saúde e procurar posto de saúde para obter orientação médica.

 

Comércio: limite para venda de álcool em gel, luvas e máscaras

 

Comércio: limite para venda de álcool em gel, luvas e máscaras

 

20 de março de 2020

 

Em virtude das políticas sociais e econômicas para redução do risco da propagação do novo coronavírus (Covid-19) e com o objetivo de garantir o acesso universal e igualitário aos meios de proteção, recuperação e promoção da saúde, o Procon Estadual do Rio de Janeiro recomenda que os estabelecimentos comerciais observem os limites para vendas de álcool em gel, máscaras e luvas cirúrgicas conforme estipulado abaixo:

 

Álcool Gel:

– Até 100ml (cem) – 5 (cinco) unidades por pessoa;

– Acima de 100ml (cem) até 500ml (quinhentos) – 3 (três) unidades por pessoa;

– Acima de 500ml (quinhentos) até 1 litro – 2 (duas) unidades por pessoa;

– Acima de 1 litro – 1 (uma) unidade por pessoa.

 

Máscaras e luvas cirúrgicas:

– Caixa, 01 (uma) unidade por pessoa;

– Avulsa, até 05 (cinco) unidades por pessoa.

 

As recomendações foram autorizadas pelo governador Wilson Witzel e não abrangem os distribuidores que vendem quantidades para lojas, hospitais públicos e privados e órgãos públicos de saúde.

 

Os estabelecimentos deverão informar a disponibilidade, o preço e a quantidade de unidades ou caixas permitidas para venda por cada consumidor na área externa de forma clara, por meio de faixas ou banners (respeitando a medida de 1,5 m²). O Procon-RJ é uma autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico.