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O cantor Di Ferrero está com Coronavírus

 

 

Di Ferrero está com Coronavírus. O cantor revelou ter testado positivo para o COVID-19 e que já está isolado há alguns dias para cuidar da sua saúde. “Bom, eu fui diagnosticado com Coronavírus. É, eu tô com o Corona, mas eu queria falar que estou bem, me cuidando. Estou isolado há alguns dias e ficarei mais alguns dias isolado. Tô sentindo como se tivesse uma gripe, mesmo, tava me sentindo com falta de ar e agora estou bem”, explicou nos primeiros vídeos publicados no seu Instagram.

Ele até cancelou o show que iria fazer neste sábado, no Rio. “O mais importante é ter saúde e por isso se você estiver sentindo qualquer tipo de sintoma, coriza, tosse, se isola. Principalmente você que é mais novo, não se esqueça que o principal foco do Corona são as pessoas de idade, então a gente tem que realmente se isolar e se cuidar nesse momento”.

Fábia Oliveira@OliveiraFabia_

Di Ferrero está com Coronavírus: “Estou me cuidando e isolado há alguns dias”

10 boas notícias sobre o coronavírus em meio a “pandemia de medo”

 

 

Classificando o novo coronavírus como uma pandemia ou não, o problema é grave. Não dá para minimizar a importância. Em menos de dois meses, ele se espalhou por vários continentes.

Uma pandemia implica uma transmissão sustentada, eficaz e contínua da doença simultaneamente em mais de três regiões geográficas diferentes. Já podemos estar nesta fase, mas isso não é sinônimo de morte, pois o termo não se refere à taxa de mortalidade do agente infeccioso, mas à sua transmissibilidade e extensão geográfica.

O que certamente existe é uma pandemia de medo. Pela primeira vez na história, estamos enfrentando uma epidemia em tempo real: toda a mídia, várias vezes ao dia, todos os dias, em todo o planeta, fala sobre o novo coronavírus, que causa a doença covid-19.

 

Seguimos a identificação de cada caso ao vivo. Foi notícia de primeira página que o vírus no Brasil sofreu mutação três vezes!

1. Sabemos quem é

Os primeiros casos de Aids foram descritos em junho de 1981 e foram necessários mais de dois anos para identificar o vírus causador da doença. Os primeiros casos do novo coronavírus foram relatados na China em 31 de dezembro de 2019 e em 7 de janeiro o vírus já havia sido identificado.

O genoma estava disponível no dia 10. Já sabemos que é um novo coronavírus do grupo 2B, da mesma família que a Sars, razão pela qual o chamamos de SARSCoV2. A doença é chamada covid-19.

Está relacionado ao coronavírus de morcegos. As análises genéticas confirmam que ela tem uma origem natural recente (entre o final de novembro e o início de dezembro) e que, embora os vírus sofram mutações, sua frequência de mutação não é muito alta.

2. Sabemos como detectá-lo

Desde 13 de janeiro está disponível para todo o mundo um teste de RT-PCR para detectar o vírus.

Nos últimos meses, esses tipos de testes foram aperfeiçoados e tiveram sua sensibilidade e especificidade avaliadas.

3. Na China, a situação está melhorando

As fortes medidas de controle e isolamento impostas pela China estão gerando resultado. Há semanas, o número de casos diagnosticados diminui a cada dia.

Em outros países, está sendo realizado um acompanhamento epidemiológico muito detalhado. Os focos são muito concretos, o que permite que eles sejam controlados mais facilmente. Por exemplo, na Coreia do Sul e em Cingapura.

4. 81% dos casos são leves

A doença não causa sintomas ou é leve em 81% dos casos.

Em 14%, pode causar pneumonia grave e em 5% pode se tornar crítica ou letal.

5. Cura

Os únicos dados que às vezes são mostrados na mídia são o aumento no número de casos confirmados e no número de mortes, mas a maioria das pessoas infectadas é curada.

 

Há 13 vezes mais pacientes curados do que mortos, e a proporção está aumentando.

6. Quase não afeta menores de idade

Apenas 3% dos casos ocorrem em menores de 20 anos e a mortalidade em menores de 40 anos é de apenas 0,2%.

Nas crianças, os sintomas são tão leves que podem passar despercebidos.

 

7. O vírus é facilmente inativado

O vírus pode ser inativado das superfícies com uma solução de etanol (álcool 62-71%), peróxido de hidrogênio (água oxigenada a 0,5%) ou hipoclorito de sódio (lixívia a 0,1%), em apenas um minuto.

8. Já existem mais de 150 artigos científicos

É o tempo da ciência e da cooperação. Em pouco mais de um mês, 164 artigos já podem ser consultados no PubMed sobre covid-19 ou SARSCov2, além de muitos outros disponíveis nos bancos de artigos ainda não revisados (pré-impressões).

São trabalhos preliminares sobre vacinas, tratamentos, epidemiologia, genética e filogenia, diagnóstico e aspectos clínicos.

 

Esses artigos foram preparados por cerca de 700 autores espalhados pelo planeta. É ciência em comum, compartilhada e aberta. Em 2003, quando a Sars aconteceu, levou mais de um ano para obter menos da metade de artigos.

 

9. Já existem protótipos de vacinas

 

Nossa capacidade de projetar novas vacinas é espetacular. Já existem mais de oito projetos contra o novo coronavírus. Existem grupos que trabalham em projetos de vacinas contra outros vírus semelhantes e agora tentam adaptar as pesquisas.

 

O que pode prolongar seu desenvolvimento são todos os testes necessários de toxicidade, efeitos colaterais, segurança, imunogenicidade e eficácia na proteção. É por isso que se fala em vários meses ou anos, mas alguns protótipos já estão em andamento.

 

Por exemplo, a vacina mRNA-1273 da empresa Moderna consiste em um fragmento de RNA mensageiro que codifica uma proteína derivada da glicoproteína S da superfície do coronavírus. Esta empresa possui protótipos semelhantes para outros vírus.

 

A Inovio Pharmaceuticals anunciou uma vacina de DNA sintético para o novo coronavírus, INO-4800, também baseada no gene S da superfície do vírus. Por sua vez, a Sanofi usará sua plataforma de expressão de baculovírus recombinante para produzir grandes quantidades do antígeno de superfície do novo coronavírus.

 

O grupo de vacinas da Universidade de Queensland, na Austrália, anunciou que já está trabalhando em um protótipo usando a técnica chamada “grampo molecular”, uma nova tecnologia que permite produzir vacinas usando o genoma do vírus em tempo recorde.

Na Espanha, o grupo de Luis Enjuanes e Isabel Sola, do CNB-CSIC, trabalha com vacinas contra coronavírus há anos.

 

Alguns desses protótipos serão testados em breve em humanos.

 

10. Existem mais de 80 ensaios clínicos com antivirais em andamento

 

As vacinas são preventivas. Mais importantes são os possíveis tratamentos de pessoas que já estão doentes. Já existem mais de 80 ensaios clínicos para analisar tratamentos contra coronavírus.

 

Um dos que já foram testados em humanos é o remdesivir, um antiviral de amplo espectro, ainda em estudo, que foi testado contra Ebola e Sars/Mers. É um análogo da adenosina que é incorporado na cadeia do RNA viral e inibe sua replicação.

Um dos que já foram testados em humanos é o remdesivir, um antiviral de amplo espectro, ainda em estudo, que foi testado contra Ebola e Sars/Mers. É um análogo da adenosina que é incorporado na cadeia do RNA viral e inibe sua replicação.

Está provado que este composto bloqueia o novo coronavírus in vitro e já está sendo usado em pacientes que tiveram pneumonia devido ao vírus.

 

Fonte: bbc Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coronavírus: Prefeitura do Rio amplia reserva de leitos para pacientes infectados

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e a Secretaria Municipal de Saúde, Beatriz Busch, anunciaram na manhã desta quinta-feira (12/03) a ampliação de 120 para 150 do número de leitos da rede municipal destinados a casos graves de coronavírus. A Prefeitura determinou ainda que o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, passe a ser a unidade de referência para tratamento do Covid-19. Uma terceira medida foi a elevação em um nível do Plano de Contingência, aumentando ao Nível 1 a vigilância municipal.

O anúncio foi feito durante cerimônia de recebimento dos seis primeiros tomógrafos, de um total de 16 novos adquiridos recentemente pela Prefeitura do Rio, com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Os equipamentos fazem parte do investimento de R$ 370 milhões realizado pela atual gestão na renovação do parque tecnológico das unidades de saúde da rede municipal. Ao todo, foram comprados mais de 18 mil equipamentos para a rede de saúde.

O ministro da Saúde destacou que a chegada dos equipamentos do parque tecnológico é vista como providencial no contexto da pandemia. “O município do Rio de Janeiro está de parabéns, porque reforça sua rede de atendimento neste momento de grande desafio trazido pelo novo coronavírus”, disse Luiz Henrique Mandetta.

O prefeito Marcelo Crivella anunciou que trabalhará com todas as esferas para evitar a proliferação entre os cariocas e moradores de outros municípios.

– Vamos trabalhar junto com o governo do estado e o governo federal para que, caso esse problema surja como pandemia na nossa cidade, no nosso estado, estejamos preparados para tratar todos – afirmou Crivella, ao destacar que a rede municipal de saúde está monitorando os casos no município.

A secretária Beatriz Busch ressaltou que a cidade está preparada para a pandemia e aumentou o nível de vigilância.

– Passamos agora para o nível 1 do plano de contingência, estamos preparando 150 leitos para abertura imediata, se necessário, e não há dificuldade nenhuma de insumos. Neste momento, o prefeito também está estudando a regulamentação do decreto que nos permitirá pular algumas etapas de fluxo administrativo para contratação de recursos humanos, pequenas obras que sejam necessárias e compra de insumos – afirmou.

Beatriz Busch enfatizou também que o momento é de tranquilidade e que os profissionais da rede estão treinados para diagnóstico e notificação de casos e uso de equipamentos de proteção:

– Não há motivo para pânico. A população deve tratar as gripes como sempre, mas se tiver alguma dúvida, pode procurar nossas clínicas da família e centros municipais de saúde. Se tiver dificuldades respiratórias ou sintomas mais graves, pode procurar as UPAs ou hospitais de urgência.

 

LÍDER E GERENTE DO TRÁFICO DE COMUNIDADES DA ZONA OESTE SÃO PRESOS

 

LÍDER E GERENTE DO TRÁFICO DE COMUNIDADES EM REALENGO SÃO PRESOS

Policiais do Delegacia de Combate as Drogas (DCOD) prenderam, nesta quarta-feira, três traficantes de drogas da comunidades Light e Minha Deusa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Dos capturados, está o chefe do tráfico da comunidade Light, Henrique Valente Alves, conhecido como Dick.

Outro preso foi o gerente do tráfico da comunidade Minha Deusa, Valter de Assis, o Foca. O terceiro capturado foi o “vapor” da Minha Deusa, Israel Silva de Oliveira.
Com Dick foram encontrados um colete à prova de balas, munições e um radiotransmissor. Já com Foca e Israel foram apreendidos dois coletes, quatro tabletes de maconha, prensa hidráulica e um celular.

Os três foram levados para a sede da DCOD, na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte. Lá, Dick foi autuado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, e Foca e Israel por tráfico de drogas e organização criminosa.

 

ESTADO DO RIO TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO DE R$ 600 MIL A FAMÍLIA DE VÍTIMA DA CHACINA NO RIO

 

ESTADO DO RIO TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO DE R$ 600 MIL A FAMÍLIA DE VÍTIMA DA CHACINA DE COSTA BARROS

O Estado do Rio vai ter que pagar R$ 600 mil de indenização à família de Carlos Eduardo da Silva de Souza, o Carlinhos, um dos cinco mortos por PMs na chacina de Costa Barros, na Zona Norte do Rio, em novembro de 2015. O Palio branco onde as vítimas estavam foi fuzilado por policiais do 41º BPM (Irajá). A decisão é da juíza Neusa Regina Larsen de Alvarenga Leite, da 14º Vara de Fazenda Pública da capital. Segundo a sentença, “a ação dos agentes públicos ultrapassou o limite da razoabilidade, não tendo qualquer demonstração de que a vítima tenha praticado ato capaz de gerar tal atuar dos policiais”.

Serão indenizadas a mãe e a irmã do jovem, que tinha 16 anos na época do crime. O estado também vai ter que arcar com o tratamento psicológico de ambas e ressarcir os gastos que as duas já tiveram com psicólogos e psiquiatras. Adriana Pires da Silva, mãe de Carlinhos, até hoje passa mal quando vê uma viatura policial ou algum PM fardado.

A Justiça também determinou que o estado pague um salário mínimo mensal à Adriana até que ela consiga voltar a trabalhar. Ela parou de comparecer à lanchonete onde trabalhava após passar mal no início de 2016, quando PMs entraram no estabelecimento para lanchar.

A defesa da família de Carlinhos foi feita pelo advogado João Tancredo. No processo, ele argumentou que o jovem foi atingido por sete tiros dados pelos PMs — que acusaram as vítimas, jovens que voltavam de uma comemoração, de envolvimento com o tráfico.

A sentença saiu apenas três meses depois da condenação de dois agentes pelos crimes. Os PMs Antonio Carlos Gonçalves Filho e Márcio Darcy Alves dos Santos foram sentenciados a 52 anos e 6 meses de reclusão pelas mortes dos jovens. O PM Fábio Pizza Oliveira da Silva foi inocentado, mas o Ministério Público e os assistentes de acusação já recorreram da decisão. O soldado Thiago Resende Viana Barbosa ainda não foi julgado.

Os cinco amigos que estavam no Palio naquela noite e foram mortos são Wilton Esteves Domingos Júnior, de 20 anos, Carlos Eduardo Silva de Souza, de 16, Wesley Castro Rodrigues, de 25, Roberto Silva de Souza, de 16, e Cleiton Corrêa de Souza, de 18. Os cinco estavam voltando de uma comemoração pelo primeiro salário de Roberto quando foram atingidos.

Ao todo, 21 projéteis ou estojos decorrentes de disparos feitos pelos quatro agentes foram encontrados na cena do crime: três no corpo de uma das vítimas, Cleiton ; sete dentro do carro; e 11 próximas ao local. Os exames de necrópsia mostram que, dos 40 disparos que acertaram os jovens, 21 os atingiram nas costas.

Joselita de Souza, mãe de Roberto, morreu em julho de 2016. Segundo parentes, a cabeleireira não suportou a morte do filho, entrou em depressão profunda e morreu de tristeza.

Curta Bangu ao vivo

 

Pacientes denunciam hospital da mulher na Zona Oeste

 

#DENUNCIA #ESSURE #HOSPITAL #MARISKA #BANGU

“Boa tarde venho aqui pedir ajuda de cada um , há 5 anos atrás milhares de mulhares inclusive eu , passaram por um processo de laqueadura no hospital mariska Ribeiro ,mas conhecido como hospital da mulher em bangu , fomos até a clínica da família ,fizemos planejamento familiar a procura de laqueadura pra não ter mas filhos , foi apresentado pra nós um método menos invasivo , que não precisava passar por cirurgia esse método se chama ESSURE uma mola que foi introduzida em cada trompa ,agora todas nós estamos sofrendo com diversos sintomas , dores pélvicas , perda de cabelo , dentes , depressão , gravides indesejada , oborto e muito mas , conclusão nenhum médico fora do MARISKA Ribeiro quiseram nos atender devido eles não ter conhecimento do ESSURE e toda vez que fomos no mariska eles alegaram e alegam que os sintomas não tinha nenhuma relação com o essure , conseguimos pelo ministério público a retirada do dispositivo , agora o hospital está fazendo mutirão de 10 em 10 meninas fazendo uma cesariana pra retirada das trompas , mas tem meninas que já passaram pelo procedimento da retira que ainda está com os mesmos sintomas quando foram bater uma nova ultra o problema é muito pior a mola está dentro do útero enfim eles estão fazendo coisas que nem sabem ,peço por favor que quem puder compartilhar essa situação que estamos enfrentando muitas perderam seus empregos devido as complicações”.

Idosos, diabéticos e doentes cardíacos: o grupo de risco do coronavírus

 

 

Estudo realizado com pessoas infectadas pelo novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, indica que pacientes mais velhos, com problemas de coagulação do sangue ou sepse têm maior probabilidade de morrer ao serem infectadas pelo Covid-19, aponta a publicação NewScientist.

No início do surto, dois hospitais ficaram responsáveis pelo tratamento dos infectados na cidade. A pesquisa acompanhou o atendimento de 191 adultos que foram infectados até o dia 31 de janeiro e procurou padrões nas características daqueles que tiveram alta ou morreram.

A idade média das pessoas infectadas era de 56 anos e 62% eram homens. Cerca de metade dos pacientes tratados apresentava condições médicas subjacentes, mais comumente diabetes e pressão alta.

Dos 191 indivíduos, 137 receberam alta e 54 morreram. O tempo médio desde o início da doença até a alta hospitalar foi de 22 dias, segundo a equipe médica. As mortes causadas pelo coronavírus ocorreram em média 18,5 dias após o início dos sintomas.

Grupo de risco

O risco de morte foi maior entre idosos ou que já tinham doenças como diabetes, doença cardíaca coronária, problemas de coagulação e sinais de sepse. No geral, mais da metade das pessoas hospitalizadas com o vírus desenvolveram sepse.

“O maior número de mortes entre as pessoas mais velhas acontece, em parte, por conta do enfraquecimento do sistema imunológico e pelo aumento da inflamação que pode promover a replicação viral e respostas mais prolongadas à inflamação, causando danos permanentes ao coração, cérebro e outros órgãos”, disse o co-autor do estudo Zhibo Liu no Hospital Jinyintan em Wuhan.

A equipe médica também concluiu que pessoas que já entraram em contato com o Covid-19 podem infectar outras pessoas por cerca de 20 dias. “O derramamento viral estendido observado em nosso estudo tem implicações importantes para orientar as decisões sobre precauções de isolamento e tratamento antiviral em pacientes com covid-19 confirmado”, disse.

Saúde recebe seis novos tomógrafos como parte de investimento de R$ 370 milhões

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, apresentaram nesta quinta-feira (12/03), no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão), seis tomógrafos comprados pela Prefeitura para o atendimento à população na rede municipal. São os primeiros a chegar de uma leva de 16 recentemente adquiridos. Os equipamentos fazem parte de um investimento de R$ 370 milhões da atual gestão na renovação do parque tecnológico das unidades de saúde da rede municipal. Ao todo, foram comprados mais de 18 mil equipamentos.
– Agradeço a parceria do governo federal com a cidade do Rio de Janeiro, com a nossa rede de saúde, que no final do ano passado sofreu com mentiras na televisão. Hoje fazemos um ato solene de resgate da  classe médica do Rio, com esses equipamentos que adquirimos. Quantas vidas serão salvas! Os investimentos vão deixar nosso sistema entre os melhores do Brasil – afirmou Crivella.

Clínica de Saúde da Família aberta até 22h

O prefeito e o ministro assinaram também o termo de adesão da cidade do Rio ao programa nacional Saúde Na Hora. A Clínica da Família Helena Besserman Vianna, em Rio das Pedras, Zona Oeste, é a primeira a participar. Com isso, passa a funcionar até 22h. A medida amplia o acesso da população aos serviços da Atenção Primária, como consultas médicas e odontológicas, coleta de exames laboratoriais, aplicação de vacinas e pré-natal. A ampliação do horário de funcionamento beneficia  quem não pode cuidar da saúde no horário normal, até 18h.

Outras clínicas na mesma região também vão aderir ao Programa Saúde na Hora do Ministério da Saúde, a partir de abril: Otto Alves de Carvalho, em Rio das Pedras; Padre José de Azevedo Tiúba, em Gardênia Azul; Bárbara Mosley, no Anil; e Raphael de Paula Souza, em Curicica.

Ministro elogia Saúde do Rio

O ministro Mandetta parabenizou a cidade pela aquisição dos novos equipamentos e pela adesão ao Saúde na Hora. Segundo ele, neste momento de desafios trazidos pelo coronavírus, o Rio reforça sua rede de atendimento à saúde.

– O equipamento (para a classe médica) é pedra angular, o insumo, a arma, com a qual esse pessoal vai a campo. Estão de parabéns o prefeito, a secretária de Saúde, a cidade do Rio de Janeiro, por terem feito esses investimentos e por esses equipamentos chegarem agora, porque nós vamos precisar demais – exaltou Mandetta.

Para onde irão os tomógrafos?

Os seis aparelhos de tomografia, importados da China, custaram cerca de R$ 24,4 milhões e cada um deverá realizar, em média, 1.200 exames por mês. Eles serão instalados nos hospitais Salgado Filho, Lourenço Jorge, Miguel Couto, Albert Schweitzer, Pedro II e Mario Kroeff. Outros 11 tomógrafos foram comprados em 2018.

Há mais equipamentos?

Sim! Com o investimento recente de R$ 300 milhões, já foram adquiridos 16.769 itens para as unidades de saúde da rede municipal. Entre eles, 560 desfibriladores, 324 equipamentos de ultrassonografia, 162 aparelhos de raio X digitais, 110 carrinhos de anestesia, 40 aparelhos de hemodiálises, 806 ventiladores mecânicos, 80 mesas cirúrgicas, 465 focos cirúrgicos, 80 autoclaves e 1.720 monitores multiparamétricos. Em investimento anterior, de R$ 70 milhões, foram comprados mais de 2 mil equipamentos.

Recentemente, já foram adquiridos 16.769 itens para as unidades de saúde – Foto: Marco Antônio Rezende/Prefeitura do Rio

 

Saiba mais sobre os novos tomógrafos já em funcionamento

Ao todo, os 10 tomógrafos em funcionamento já realizaram mais de 125 mil exames. A modernização dos equipamentos já dá bons frutos, por exemplo, com a redução do número de transferência de pacientes para a realização de exames. Em dezembro de 2018, as ambulâncias transportaram 700 pacientes para fazer tomografias; já em dezembro de 2019, esse número caiu para 340.  Além de mais segurança e conforto aos pacientes, os tomógrafos geram economia de R$ 3 milhões ao ano no contrato do serviço de ambulâncias.

O primeiro dos 10 novos tomógrafos em operação foi inaugurado em março do ano passado no Hospital Salgado Filho. Os demais aparelhos funcionam nos hospitais Lourenço Jorge, Souza Aguiar, Miguel Couto, Pedro II, Ronaldo Gazolla, Rocha Faria, Evandro Freire e Francisco da Silva Telles. O Hospital Albert Schweitzer também recebeu um equipamento. O 11° aparelho será instalado no Hospital Municipal da Piedade, tão logo as obras de adaptação sejam concluídas.

Os seis tomógrafos foram importados da China e custaram cerca de R$ 24,4 milhões – Marco Antônio Rezende/Prefeitura do Rio

 

O novos equipamentos permitirão exames mais precisos – Foto: Marco Antônio Rezende/Prefeitura do Rio

 

Equipamentos fazem parte de um investimento de R$ 370 milhões na renovação do parque tecnológico das unidades de saúde – Foto: Marco Antônio Rezende/Prefeitura do Rio

Jovem está desaparecida na região e familia pede ajuda!! Ela tem depressão

 

 

#DESAPARECIDA

Peço ajuda de todos os meus amigos, se alguém tiver alguma informação que possa me ajudar a encontrar a minha filha Brenda. Estou desde de segunda-feira tentando falar com ela mas o telefone se encontra desligado e a última vez que eu falei com ela foi no sábado e foi também a última vez que ela postou algo nas redes sociais dela. Por favor quem tiver qualquer informação já me ajuda! Meu zap é 985325709. Ela estava morando na casa de uma amiga no Recreio. Desde já agradeço

INFORME DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA (SBI) SOBRE O NOVO CORONAVÍRUS

 

INFORME DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA (SBI) SOBRE
O NOVO CORONAVÍRUS
(Atualizado em 12/03/2020)
Ontem, 11 de março de 2020, a OMS (Organização Mundial da Saúde)
declarou que a COVID-19, nova doença causada pelo novo coronavírus
(denominado SARS-CoV-2), é uma pandemia. Isto já era esperado, pois, há
algumas semanas, esta nova doença viral já havia se espalhado pelo mundo,
atingindo os 5 continentes. O momento da epidemia no Brasil é de prudência;
não de pânico. A epidemia é dinâmica e as informações e recomendações
deste informe podem ser atualizadas em poucos dias, à medida que a
epidemia aumente e que novos conhecimentos científicos são publicados.
 A capacidade de contágio (R0), que é o número médio de “contagiados”
por cada pessoa doente, do novo coronavírus (SARS-CoV-2) é de 2,74,
ou seja, uma pessoa doente com a COVID-19 transmite o vírus, em
média, a outras 2,74 pessoas. Comparativamente, na pandemia de
influenza H1N1 em 2009, esta taxa foi de 1,5 e no sarampo é em torno
de 15.
As medidas preventivas mais eficazes para reduzir a capacidade de
contágio do novo coronavírus são: “etiqueta respiratória”; higienização,
com água e sabão ou álcool gel a 70%, frequente das mãos;
identificação e isolamento respiratório dos acometidos pela COVID-19 e
uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual) pelos profissionais
de saúde.
 O período de incubação, ou seja, o tempo entre o dia do contato com o
paciente doente e o início dos sintomas, é, em média, de 5 dias para a
COVID-19. Em raros casos, o período de incubação chegou a 14 dias.
 Aproximadamente 80 a 85% dos casos são leves e não necessitam
hospitalização, devendo permanecer em isolamento respiratório
domiciliar; 15% necessitam internamento hospitalar fora da unidade de
terapia intensiva (UTI) e menos de 5% precisam de suporte intensivo.