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Parentes de mulher com coronavírus deixam alimentos na porta dela, na Zona Oeste do Rio de Janeiro

Uma mulher de 43 anos, síndica do condomínio onde mora na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, testou positivo para o novo coronavírus nesta terça-feira. Para sobreviver ao longo de duas semanas sem sair de casa, onde vive com o marido e as filhas de 3 e 14 anos, ela contou ter tido ajuda de parentes, que deixam suprimentos em frente à porta e tocam a campainha para que ela possa buscá-los. Qualquer tipo de contato direto foi cortado.

— Nossa família tem vindo aqui e deixado remédios e comida em frente à porta e tocam a campainha para nos avisar. Devemos ficar em quarentena por 14 dias. Começamos o período de isolamento na segunda-feira, quando passei pelo exame.

A gerente administrativa contou que o marido apresentou os mesmos sintomas que ela: dor no corpo e febre. Apesar do resultado positivo para o Covid-19, ela disse ter se sentido melhor em pouco tempo. Ao se levantar da cama na manhã desta quarta-feira, afirmou ter retomado a energia para ações do cotidiano, como arrumar a casa, cozinhar e dar comida ao cachorro.

— Ontem (dia 10 de março) eu fiquei um pouco debilitada, mas hoje (quarta-feira, 11) acordei ótima. Meu marido estava mal também e começou a se sentir melhor.

A Organização Mundial da Saúde decretou, nesta quarta-feira, a situação do Covid-19 como uma pandemia. Diante disso, o Ministério da Saúde não terá mais uma lista de países com transmissão local para considerar um viajante com sintomas como caso suspeito. Dessa forma, qualquer pessoa que tenha vindo do exterior e tiver sintomas da doença, passará a ser considerada como caso suspeito, independentemente do país de origem.

 

De acordo com o boletim mais recente da Secretaria de Estado de Saúde, emitido por volta das 19h desta quarta-feira, há 13 casos confirmados no Rio — 11 na capital, um em Niterói e outro em Barra Mansa. Outros 88 casos suspeitos são monitorados.

O caso da moradora da Barra da Tijuca passará ainda por uma contraprova a ser analisada na Fiocruz. O estado permanece, portanto, no nível zero de contingência.

 

Na noite desta terça-feira, a escola onde estuda uma das filhas da paciente, emitiu uma circular interna para notificar os pais dos alunos sobre o ocorrido. Além de informar que desinfectou a unidade e redobrou os procedimentos de higienização de rotina, a instituição também solicitou que, caso algum membro da comunidade apresente sintomas suspeitos, comunique à escola imediatamente e não vá ao local. De acordo com a coordenadora, todo o protocolo do Ministério da Saúde vem sendo seguido à risca.

 

— A escola não foi fechada porque, como foi a mãe da criança que ficou doente e não houve contato direto de um paciente com a escola, a orientação da Vigilância Sanitária é manter a aula normal. O que nós fizemos foi higienizar a unidade por consciência, fizemos uma hiperhigienização. Mas a orientação do Ministério da Saúde e da Vigilância Sanitária enviada a nós por email, após contato telefônico da Vigilância Sanitária responsável pela região é que, se ninguém teve sintoma na escola, mantivéssemos as atividades. E a criança não teve sintoma até hoje. Ela está em quarentena com a família e não está frequentando a escola desde que a mãe foi diagnosticada — explicou.

“No dia 10 de março de 2020, fomos informados sobre um caso confirmado de COVID-19 em familiares de um(a) dos (as) alunos (as) da unidade. A família está em quarentena, em isolamento domiciliar, sob observação e recebendo atendimento médico. Recebemos a informação hoje, dia 11 de março de 2020, que todos passam bem. Assim que soubemos da ocorrência, entramos em contato com as autoridades de saúde pública, comunicamos à nossa comunidade escolar e intensificamos procedimentos de higienização na escola. A Vigilância Sanitária validou os nossos procedimentos, não indicando a necessidade de fechamento da unidade, nem isolamento de pessoas que não apresentem sintomas característicos do vírus. As recomendações dirigidas mais especificamente aos ambientes, como mantê-los bem ventilados e intensificar as medidas de higiene estão sendo realizadas. Desde o início do ano letivo, já tínhamos adotado na escola as medidas recomendadas pela OMS e pelas autoridades brasileiras, além de orientar toda a nossa comunidade de pais e colaboradores a seguir as mesmas orientações. Manteremos toda a comunidade informada sobre qualquer alteração no quadro já relatado acima”.

 

Fonte: jornal extra

 

 

 

 

 

 

 

 

Verônica Costa resgata MC que está doente há dois anos… só ‘Pele e osso’

Verônica Costa resgata MC que está doente há dois anos e o leva ao hospital: ‘Pele e osso’

A vereadora do Rio Verônica Costa, a Mãe Loira do funk, foi nesta quinta-feira à comunidade Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, prestar socorro ao MC Bill, que ficou famoso nos anos 90 com o “Rap do karatê (rap da mentira)”. Nas redes sociais, ela mostrou-se indignada com o descaso da saúde pública e informou que o funkeiro está há dois anos doente, sem assistência, e em casa.

Ao chegar na casa do funkeiro, Verônica encontrou Bill deitado no sofá e com dificuldades na fala e para se locomover. Verônica ajudou o Bill e se levantar e seguiu com ele para um hospital. “Estamos a caminho do hospital depois de 2 anos de espera. Em pele e osso, MC Bill”, diz Verônica no vídeo, revoltada.

Secretário de Bolsonaro está com coronavirus

 

 

O secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, está com coronavírus. O resultado do primeiro teste que ele fez na quarta-feira no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, confirmou que ele contraiu a doença. No momento, ele está em isolamento e aguarda a contraprova.

Veja também: Rio tem primeiro caso de transmissão local de coronavírus, diz Secretaria de Saúde

Wajngarten já avisou ao presidente Jair Bolsonaro e a ministros que foi infectado com o novo vírus, depois de integrar a comitiva que esteve nos Estados Unidos, do último sábado até a terça. Depois de retornar a Brasília, ele foi para São Paulo.

Procurada pela reportagem desde quarta, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência não se manifestou até o momento.

Pouco após a divulgação das notícias sobre sua condição de saúde, na tarde de quarta, Wajngarten foi ao Twitter para reclamar da imprensa e dizer que está bem, mas não negou diretamente que foi ao hospital e fez teste para coronavírus.

“Em que pese a banda podre da imprensa já ter falado absurdos sobre a minha religião, minha família e minha empresa, agora falam da minha saúde. Mas estou bem, não precisarei de abraços do Drauzio Varella”, escreveu o secretário de Comunicação, em referência indireta ao episódio em que o médico abraçou uma transexual presta, em reportagem do Fantástico, da TV Globo.

China anuncia fim do pico de coronavírus no país

 

O pico da pandemia de coronavírus acabou na China, anunciou o portav-voz da Comissão Nacional de Saúde, Mi Feng, nesta quinta-feira (12).

O país está desde o começo da semana registrando uma queda no número de novos casos e  em Hubei, epicentro da doença, foram registrados apenas 8 novos casos.

A província, que está de quarentena desde janeiro, vai reabrir algumas indústrias e permitir algumas viagens. Antes, ninguém tinha permissão para entrar ou sair de Hubei, que estava com todas as fronteiras fechadas.

“Em termos gerais, o pico da epidemia passou na China”, disse Feng. “O número de novos casos está caindo”.

A China está conseguindo conter novos contágios depois de adotar medidas rigorosas de contenção, como a quarentena em Wuhan e restringir viagens e movimentação dentro do país.

“Exceto Wuhan, nenhuma cidade em Hubei registrou novos casos na última semana. E fora de Hubei só houve sete casos na última contagem, dos quais seis eram casos importados”, acrescentou.

No resto da China, a queda também foi percebida. Na quarta-feira (11), foram registrados 15 novos casos, uma queda de 9 contágios desde terça-feira (10), e parte deles foram importados.

O país ainda tem o maior número de mortos e infectados, com mais de 80 mil contágios e mais de 3 mil mortes desde o começo da pandemia.

Apesar do alto número de mortos, 62.793 pessoas se recuperaram da doença e foram liberados do hospital, quase 80% das infecções, segundo a Reuters.

O jornal chinês People’s Daily ressaltou que, mesmo com o cenário otimista, a situação no país ainda é difícil e que ainda existe o risco de novos contágios.

Pandemia

Na quarta-feira (11), o coronavírus foi classificado como pandemia pela Organização Mundial de Saúde. O Irã e a Itália são os países mais afetados fora da China, e a Itália anunciou quarentena nacional.

Diversos países estão fechando escolas e proibindo eventos culturais e religiosos com grandes aglomerações.

 

Rio terá epidemia de coronavírus em quatro semanas, prevê Secretaria de Saúde

 

O secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, prevê que a crise mais intensa do coronavírus no Rio aconteça entre 2 e 4 semanas. Em seguida, com a chegada do inverno, a epidemia deve se estender até completar cinco meses, quando o contágio deve começar a diminuir. Na quarta-feira, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, estimou que o país viverá cerca de 20 semanas “duras” por causa do surto.

“As secretarias municipais e estadual vão acelerar o processo de preparação para a crise, que deve começar provavelmente daqui a 2 ou 4 semanas de uma maneira mais intensa”, disse o secretário estadual saúde do Rio em entrevista ao programa Bom Dia Rio, da TV Globo.

“A gente está trabalhando com horizonte de 4 mil a 10 mil casos aqui no Rio de Janeiro. E pra isso a gente tem se preparado, vamos abrir de 300 a 600 leitos novos. A rede privada está organizada com a gente. Vamos fazer um enfrentamento comprometido”.

A pasta estadual confirmou na manhã desta quinta-feira os dois primeiros casos de transmissão local do coronavírus no Rio de Janeiro. Até então, os contaminados no estado haviam se infectado durante viagens à Europa.

“Passamos para o nível 1 do Plano de Contingência e aceleramos o processo de preparação para o pico da epidemia, que prevê a disponibilidade de 206 leitos exclusivos para tratamento de casos graves de pessoas infectadas em hospitais espalhados pelas diversas regiões, incluindo unidades municipais e federais, além da rede estadual”, explicou o secretário.

O secretário alerta que não há motivo para pânico. O vírus não está circulando livremente, mas de uma maneira localizada. A primeira transmissão no Rio aconteceu em um congresso médico. O homem de 72 anos contraiu o vírus no evento e contaminou a esposa. Os dois estão em isolamento domiciliar e apresentam estado de saúde estável.

A recomendação do secretário de Saúde é de que as pessoas mais sensíveis ao vírus mudem os hábitos e evitem locais com aglomerações de pessoas, como metrôs, trens, cinemas e estádios de futebol. As pessoas mais sensíveis são: idosos acima de 60 anos, pessoas com doenças cardíacas ou pulmonares. “Entre 80% e 85% dos casos serão uma gripe comum”, disse o secretário.

Fonte: O Dia

 

Rede D’or São Luiz Seleciona Para 27 Vagas De Jovem Aprendiz Administrativo

Sobre a Rede D’or São Luiz

“Somos a Rede D’Or São Luiz e estamos presentes no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão e Bahia.

Desde 1977 mantemos firme o foco no atendimento humanizado, na qualificação da equipe, na adoção de novas tecnologias e na expansão do atendimento.

Em 2010 fundamos o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, instituição sem fins lucrativos que atua em pesquisa, educação, ensino e inovação. Vale a pena conhecer o trabalho importante feito lá na formação de médicos e na ampliação do conhecimento

De todos os avanços alcançados pela Rede D’Or São Luiz, o mais importante foi manter a mesma dedicação e respeito pela vida desde sempre, do início até aqui.”

Jovem aprendiz administrativo

É desejado que os candidatos  possuam o ensino médio completo, mas quem ainda estiver cursando no período da noite também pode se candidatar. Os locais disponíveis para a contratação são as unidades dos bairros de Copacabana, Campo Grande, Bangu,  Cascadura, Freguesia Jacarepaguá e Barra Da Tijuca.

O horário de trabalho é de  8:00 às 12:00 ou de 13:00 às 17:00. Os selecionados cumprirão ainda, um cronograma de aulas de auxiliar de serviços administrativos no Senac em um dos dias de trabalho especificados posteriormente. Os benefícios são: convênio com empresas parceiras, refeitório no local e vale-transporte. O valor da remuneração não foi especificado.

 

Inscrições

A empresa possui uma área exclusiva de seleção de vagas em que o acesso se da a partir da seção “Trabalhe Conosco” em seu site. O prazo máximo para a candidatura não foi especificado, e as vagas podem ser preenchidas sem aviso prévio.

 

 

 

Coronavírus leva pânico ao Rio, que já tem 1º caso de transmissão local e 13 casos confirmados

 

Coronavírus leva pânico ao Rio, que já tem 1º caso de transmissão local e 13 casos confirmados

Quem mora no Rio de Janeiro está com medo de que o coronavírus continue se espalhando.

Na manhã desta quinta-feira (12), a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou o primeiro caso de transmissão local do novo coronavírus, o que deixou a população ainda mais assustada. Neste caso, o paciente é um homem da capital fluminense que tem 72 anos de idade.

A esposa do paciente tem 68 anos e ela também foi testado positivo para a doença. O casal se encontra em isolamento domiciliar e o quadro é estável, mas a notícia é preocupante.

Até agora já são 15 casos em todo estado do Rio de Janeiro, sendo que na capital são 13 e estes números poderão aumentar nas próximas horas. Barra Mansa e Niterói, que tiveram casos registrados, estão tomando providências para impedir que outras pessoas sejam infectadas.

“Este é o primeiro caso no estado de paciente que não esteve em países com transmissão comunitária. Como já havia alertado, estávamos esperando que isso acontecesse em breve. No entanto, ressalto que não há motivo para pânico”, informou Edmar Santos, secretário de Estado de Saúde.

E diante desta situação, o governo do Rio de Janeiro avisou que o estado passará do nível 1 para o plano de contingência contra o coronavírus, pois gora a situação está mais complicada. Com esta medida cerca de 200 leitos exclusivos deverão ser disponibilizados, para que sejam usados exclusivamente para os casos mais graves de pacientes infectados nos hospitais estaduais, além das unidades municipais e federais.

Caso a situação piore, o Rio de Janeiro entrará no nível 2, que é quando há uma transmissão comunitária, assim novos leitos são liberados para os casos graves. E tem ainda o nível 3, caso as ações anteriores não surtam efeito e assim pode ser que seja criado um hospital de campanha e até as Forças Armadas sejam acionadas.

No Rio de Janeiro já é comum ver pessoas usando máscaras pelas ruas, ônibus e supermercados, tentando evitar o pior.

 

Coronavírus – o que você precisa saber e fazer

 

A UFRJ vem desenvolvendo uma série de iniciativas para o combate à epidemia mundial da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus surgido na China no fim de 2019. Para o acompanhamento da crise foi criado um grupo de trabalho multidisciplinar com pesquisadores da área da saúde a fim de desenvolver ações de orientação, diagnóstico e tratamento de possíveis casos.

Como reduzir o risco de infecção?
  • Evite aglomerações e ambientes sem ventilação adequada.
  • Evite contato próximo com pessoas doentes, ou com sinais ou sintomas respiratórios.
  • Tenha precaução com objetos possivelmente contaminados (corrimãos, maçanetas, celulares, interruptores, torneiras, carrinhos de supermercado).
  • Lave cuidadosamente as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, com muita frequência. Na falta, friccione-as com álcool em gel em concentrações ≥ 60% até 70%. Sempre evite tocar olhos, nariz e boca.
Deve ser considerada como caso suspeito a pessoa que se enquadre em uma das seguintes situações:

Situação 1: febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, entre outros) e histórico de viagem para área com transmissão local nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

Situação 2: febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, entre outros) e histórico de contato próximo de caso suspeito para o Coronavírus (SARS-CoV-2) nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

Situação 3: febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, entre outros) e contato próximo de caso confirmado laboratorialmente para Coronavírus (SARS-CoV-2) nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

Na presença de sintomas:
  • Desinfete com frequência superfícies e objetos tocados.
  • Necessariamente cubra boca e nariz ao tossir ou espirrar, se possível com máscara descartável ou lenço de papel, a ser jogado no lixo após o uso.
  • Se as mãos tiverem entrado em contato com lenço de papel usado ou secreções, devem ser imediatamente higienizadas para não contaminar outras superfícies.
  • As máscaras de proteção (descartáveis) devem ser utilizadas pelos doentes (quando em contato com outros indivíduos) e pelas pessoas diretamente envolvidas no tratamento.
  • Deve ser levado em consideração, contudo, que apenas o uso de máscaras, sem a adoção de outras medidas de proteção (como lavar as mãos), é ineficaz.

O Ministério da Saúde lança o app Coronavírus-SUS com o objetivo de conscientizar a população sobre o Coronavírus COVID-19, disponível para Android e iOS.

Coronavírus – o que você precisa saber e fazer, assista ao vídeo.

 

No Mês da Mulher, Ônibus Lilás amplia presença no Estado do Rio

 

Por Ascom da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos

O Mês da Mulher é marcado por uma série de ações para conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher no Estado do Rio de Janeiro. E não poderia ser diferente na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH), que tem uma pasta dedicada às Políticas para as Mulheres. Em março, o Ônibus Lilás visitará nove municípios para levar prevenção, orientação e assistência a localidades que não possuem equipamentos para atender mulheres em situação de violência.

O serviço itinerante estará em Magé (Piabetá) (12/3), São Gonçalo (14/3 – com caminhada), Magé (17/3), Queimados (19/3), Tanguá (25), Saquarema (26), Iguaba Grande (27), Araruama (30), Macaé (30) e Conceição de Macabu (31). Os veículos contam com uma equipe de assistentes sociais, psicólogas e advogadas. O atendimento é realizado em ambiente acolhedor e privativo dentro dos ônibus.

Além da agenda intensa do Ônibus Lilás, a SEDSODH vai inaugurar as novas instalações do Centro Especializado em Atendimento à Mulher (CEAM) de Queimados, para oferecer melhor acolhimento às mulheres em situação de violência na Baixada Fluminense, região que concentra grande número de agressões e feminicídios. Neste dia, haverá também a visita do Ônibus Lilás.

– Em linha com as orientações do governador Wilson Witzel, a SEDSODH tem priorizado o fortalecimento das ações de enfrentamento à violência contra a mulher e a prevenção de feminicídios. Em 2019, foram registrados mais de 3 mil atendimentos nos serviços de apoio e proteção à mulheres em situação de violência em todo o Estado do Rio de Janeiro. De outubro de 2019 a janeiro de 2020 foram realizados 183 atendimentos e 161 orientações nessas unidades móveis em 18 municípios, além de ações sociais conjuntas para emissão de documentos – destacou a secretária Fernanda Titonel.

Segundo ela, a SEDSODH também tem investido na melhoria das instalações dos equipamentos para assistência às mulheres.

– Vamos continuar empreendendo nossos esforços para oferecer a essas mulheres o melhor acolhimento possível nos Ciams e Ceams e também na sede do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim) – afirmou a secretária.

Outra conquista para a luta das mulheres, ressalta Fernanda, é o novo Disque Cidadania e Direitos Humanos (0800 0234567), que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O novo serviço da SEDSODH recebe denúncias sobre assédio, agressão e demais violações aos direitos humanos.

Cristo iluminado de lilás e homenagens

Na noite desta quarta-feira (11), realiza a iluminação especial do Cristo Redentor. O evento acontece às 19h, com presença da secretária Fernanda Titonel e do reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar. Pela manhã, a secretária Fernanda Titonel entregou homenagens a mulheres que se destacam na luta pelas causas femininas em diversos órgãos e instituições.

As comemorações pelo Mês da Mulher na SEDSODH foram iniciadas domingo (8), com participação de equipes para levar a campanha #NãoéNão – de combate ao assédio e à violência sexual contra a mulheres – à Corrida das Poderosas, no Aterro do Flamengo.  Na ocasião, foram distribuídos adesivos e ventarolas da ação, realizada durante o Carnaval em grandes blocos e nos desfiles do Grupo Especial e das Campeãs, na Marquês de Sapucaí.

 

Coronavírus: saiba o que é uma pandemia

 

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou hoje (11) pandemia para o Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus.

Segundo a OMS, uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença. O termo é utilizado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. Atualmente, há mais de 115 países com casos declarados da infecção.

A questão da gravidade da doença não entra na definição da OMS de pandemia que leva em consideração apenas a disseminação geográfica rápida que o vírus tem apresentado.

“A OMS tem tratado da disseminação [do Covid-19] em uma escala de tempo muito curta, e estamos muito preocupados com os níveis alarmantes de contaminação e, também, de falta de ação [dos governos]”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, no painel que trata das atualizações diárias sobre a doença. “Por essa razão, consideramos que o Covid-19 pode ser caracterizado como uma pandemia”, explicou durante a conferência de imprensa em Genebra.

Ao caracterizar o Covid-19 como uma pandemia, Tedros Adhanom afirmou que o termo não deve ser usado de forma leviana.

“Pandemia não é uma palavra a ser usada de forma leviana ou descuidada. É uma palavra que, se mal utilizada, pode causar medo irracional ou aceitação injustificada de que a luta acabou, levando a sofrimento e morte desnecessários”, declarou.

Recomendações permanecem

O diretor-geral da OMS ressaltou que a declaração não significa a adoção de novas recomendações no combate ao vírus.

“Descrever a situação como uma pandemia não altera a avaliação da OMS sobre a ameaça representada por esse coronavírus. Não altera o que a OMS está fazendo nem o que os países devem fazer”, disse Adhanon.

OPAS/OMS

✔@OPASOMSBrasil

“Descrever a situação como uma pandemia não altera a avaliação da OMS sobre a ameaça representada por esse . Não altera o que a OMS está fazendo e nem o que os países devem fazer.” – @DrTedros https://twitter.com/WHO/status/1237777176159817730 …

World Health Organization (WHO)

✔@WHO

Replying to @WHO

“Describing the situation as a pandemic does not change WHO’s assessment of the threat posed by this #coronavirus. It doesn’t change what WHO is doing, and it doesn’t change what countries should do”-@DrTedros #COVID19

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Durante a conferência, ele lembrou o que a OMS preconiza a todos países. “Lembro a todos os países que solicitamos: ativar e ampliar seus mecanismos de resposta a emergências, informar profissionais sobre riscos e como podem se proteger; encontrar, isolar, testar e tratar todos os casos de Covid-19, rastreando todos os contatos”.

“Todos os países devem encontrar um bom equilíbrio entre proteger a saúde, minimizar disrupções econômicas e sociais e respeitar os direitos humanos”, avaliou o diretor-geral.

Outras pandemias

A última vez que a OMS declarou uma pandemia foi em 2009, para o H1N1. Estima-se que a doença tenha infectado cerca de 1 bilhão de pessoas e matado milhares no primeiro ano de detecção.

Ainda segundo a OMS, uma pandemia de gripe ocorre quando um novo vírus emerge e se espalha pelo mundo, e a maioria das pessoas não tem imunidade.

Há 100 anos, o mundo enfrentou uma outra pandemia, a de gripe espanhola. Estima-se que entre 50 e 100 milhões de pessoas tenham morrido entre 1918 e 1920.

Brasil está mais preparado

Na semana passada, em entrevista à Agência Brasil, o médico infectologista Rivaldo Venâncio, coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), afirmou que o Brasil está mais preparado para lidar com o Covid-19 do que estava, em 2009, para enfrentar a pandemia da gripe H1N1. Segundo ele, a população precisa se manter informada, mas não há razão para pânico.

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