FONTE: Tribuna Jundiaí — O pequeno Enzo, de 5 anos, enfrenta mais uma batalha contra a leucemia. Recentemente, o Tribuna de Jundiaí contou sobre a conquista do tratamento do garoto, mas infelizmente o quadro clínico se agravou.
Após contrair uma infecção e aguardar mais que o esperado pelo medicamento importado, a doença do menino apresenta resistência e será necessário fazer dois ciclos do medicamento blinatumomab, que custa R$ 160 mil.
“Esse remédio é imprescindível para garantir o sucesso do transplante. Ele precisa marcar 17% da doença, mas nos últimos exames marcaram 27%”, lamenta a mãe, Rosana Nunes, moradora de Várzea Paulista (SP).
O remédio, que teve reajuste neste ano, está fora do orçamento da família e não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Não tenho dinheiro para comprar a medicação. Vou entrar com uma liminar para conseguir o medicamento, mas dessa vez são 30 dias e não pode passar deste prazo”, explica a mãe.
Rosana explica que o prazo de 30 dias é devido ao ciclo anterior que foi iniciado na última segunda-feira (6) e disponibilizado pela Prefeitura de Várzea Paulista. “O ciclo é de 28 dias, mais dois de exames para tentar o transplante”, acrescenta.
O doador de Enzo é seu irmão gêmeo, Pedro. “Eles são 100% compatíveis”, afirma a mãe, que conta os dias para conseguir o medicamento para “controlar” a doença.
Anteriormente, Rosana fez uma vaquinha, onde arrecadou cerca de R$ 30 mil, que está sendo usado na compra de outros medicamentos para Enzo, como antifungos no valor de R$ 3 mil.
Para arrecadar o valor novamente, Rosana fez uma vaquinha online e disponibilizou o número da sua conta bancária. Confira a seguir:
Um mural de grafitti desenhado na parede de uma escola em Bangu, zona oeste do Rio, tem rendido polêmica nas redes sociais. A arte, iniciada no dia 3 deste mês, tem mais de 200 metros quadrados e ocupa toda a extensão do prédio em um show de cores e traços. O projeto, denominado “O amor é a base da vida”, que acabou virando ponto cultural do bairro após a polêmica instalada, é do muralista e artista plástico Léo Shun e está localizado na Escola Estadual Collecchio. “A obra expressa o amor como base e isso se encaixa perfeitamente em um colégio onde o amor aos alunos, ao ensino e à educação são fundamentais para um ambiente onde o aprendizado está ligado à felicidade. Além disso, o amor é fundamental numa escola por ser um local onde as pessoas se relacionam em amizade, carinho, respeito e aprendizado”, disse Shun.
No último dia 8, o artista foi surpreendido com uma postagem de uma pessoa na página do bairro no facebook chamada “Eu Moro em Bangu” criticando o seu trabalho e a iniciativa da Collecchio em apoiar e incentivar a arte do graffiti. Na postagem, a página expõe a foto do trabalho incompleto, junto com o seguinte texto: “Escola nenhuma deveria ter qualquer tipo de grafitti nas suas dependências”, o que gerou polêmica, inúmeros comentários e compartilhamentos. A postagem original foi apagada posteriormente.
“É lamentável o que os responsáveis por essa página fizeram: julgaram minha arte sem nem ao menos estar finalizada e nem se deram ao trabalho de buscar saber do que se tratava. Quando faço minha arte, gosto que as pessoas interajam com ela e tenham suas próprias percepções, porém para se ter qualquer percepção sobre uma obra é necessário que pelo menos ela esteja finalizada, aí sim pode-se ter alguma opinião sobre ela. O que eles fizeram foi um ato de extrema ignorância, desvalorizando o graffiti, censurando a arte urbana nas escolas e sendo preconceituosos, pois criaram um conceito sobre minha arte sem nenhuma base, conhecimento ou pesquisa”, afirmou Shun.
Segundo o artista, ele busca valorizar o bairro em que nasceu e se criou. “Por isso os meus maiores projetos são voltados pra cá. Ao longo da minha trajetória já realizei centenas de atividades em diversas escolas de diferentes partes do Rio de Janeiro e posso dizer que a Collecchio é uma das escolas mais fantásticas que já conheci, vi amor e cuidado com os alunos, vi pessoas que usam a arte como uma ferramenta de vida e transformação, vi profissionais sérios que proporcionam aos alunos um aprendizado de qualidade, lúdico e enriquecedor”, disse o autor do grafite.
Ao Portal Eu, Rio!, o administrador da página “Eu Moro em Bangu”, que preferiu não se identificar, deu sua versão sobre o episodio. “Simplesmente compartilhamos um post de um seguidor com o questionamento dele. No compartilhamento, coloquei aquela minha opinião pessoal (‘Escola nenhuma deveria ter qualquer tipo de grafite nas suas dependências’). Fizeram um estardalhaço, como se eu tivesse preconceito com o grafite. Parece que as pessoas só querem entender aquilo que satisfaz suas ideias. Infelizmente, o criador da postagem apagou. Não estamos aqui para criar divergências no bairro, portanto que fiquem com o grafite na escola, o qual respeito, e eu com minha opinião”, contou.
MAIS UMA VÍTIMA DE UMA “BRINCADEIRA” QUE JÁ TERMINOU EM TRAGÉDIA
Menino é socorrido após ser vítima de “desafio da rasteira”
Um menino de 11 anos teve de receber atendimento médico após ser vítima do “desafio da rasteira”, em Jandira, na região metropolitana de São Paulo. O garoto foi socorrido pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levada a uma UPA (Unidade Pronto Atendimento), onde foi atendido.
Em entrevista a Record TV, o garoto afirmou desconhecer a “brincadeira” e que depois do episódio ainda sente dores nas costas quando caminha, apesar de que, segundo laudo médico, foi constatado traumatismo craniano e fraturas nas costas. O garoto recebeu alta médica e se recupera na casa da tia.
Bruna Felix tem apenas 18 anos e por mais que ela já fosse casada, nunca pensou que fosse se tornar mãe tão cedo. Mas a conexão dela com Ester foi maior do que qualquer outra coisa e quando ela descobriu que a menina estava sendo maltratada pela mãe biológica, ela decidiu que precisava fazer alguma coisa para mudar aquela situação.
A jovem era vizinha de Ester e conseguia ver como a genitora destratava da bebê, que precisa de cuidados 24 horas por dia. A bebê tem paralisia cerebral e epilepsia, por conta disso ela se alimenta sonda na barriga. Mas o descuido com ela era tão grande que ela chegou a ser internada e desacreditada pelos médicos.
O portal Razões Para Acreditar conversou com Bruna sobre toda essa histórias. “Passava horas e até dias sem se alimentar, não tomava banho, chegou a ter mau cheiro, tinha uma desnutrição muito grave. Com apenas um ano, ela só pesava 3 quilos e 200 gramas”, começa.
Bruna criou um instinto de proteção assim que viu o que acontecia com a menina (Foto: reprodução/Razões para Acreditar)
Bruna nem tinha a guarda da bebê ainda, mas mesmo assim já cuidava dela. “Levava Ester para minha casa, cuidava e no final do dia, tinha que devolver para genitora com o coração partido. Ester chegou a ficar internada e a genitora começou maltratá-la dentro do hospital. Foi então que ela perdeu a guarda de Ester e ninguém da família queria ficar. Ela iria para um abrigo”.
Como era muito nova na época, Bruna não conseguia brigar pela guarda de Ester e precisou contar com a ajuda da sogra. Quando fez 18 anos, conseguiu levar a bebê para casa. “Hoje, ela vive bem e até sorri, vim morar com minha sogra para ela me ajudar com a Ester junto com meu marido”.
A primeira foto mostra Ester antes de ser adotada e a segunda mostra a menina já com a nova família (Foto: reprodução/Razões para Acreditar)
Os cuidados
Bruna precisa ficar o tempo todo em casa ao lado da menina e por isso não consegue trabalhar. O marido dela de 20 anos, está trabalhando com mototáxi e a sogra, com limpeza. Mas o tratamento da menina é muito caro e agora eles precisam de ajuda. Aí o Razões criou uma vaquinha para ajudá-los a custear o tratamento.
BBB20: Gizelly fica aos prantos durante festa, após beijo de Daniel e Marcela
A maioria dos brothers se divertiu muito, mas Gizelly ficou chorando.
A festa desta última sexta-feira (14), no BBB20 foi pra lá de animada, os confinados se divertiram muito e durante a madrugada algumas confusões acabaram agitando as redes sociais, pois muitos internautas estavam acompanhando tudo ao vivo.
Marcela e Daniel começaram a festa bem próximos e após vários flertes acabaram se beijando.
Quem torce para que o casal fique junto no Big Brother Brasil comemorou nas redes sociais, porém, muitos internautas alegam que o brother está querendo é se dar bem no jogo, pois ele ficou na Casa de Vidro e sabe que a loira está em alta entre os fãs do reality.
Quem também não gostou de ver Marcela e Daniel aos beijos foi Gizelly, a sister ficou realmente mal, foi para um canto a casa e começou a chorar. Quando Marcela viu o que estava acontecendo, foi até a amiga e pediu para que não ficasse daquele jeito.
“Eu quero ficar sozinha”, avisou Gizelly aos prantos. Marcela insistiu em uma conversa, disse que a amizade delas sempre seria prioridade, mas não adiantou. Mais uma vez a capixaba disse que queria ficar sozinha.
A médica acabou desistindo e deixou a sister lá, chorando sem parar. Mais tarde Daniel tentou amenizar a situação, se aproximou de Gizelly para abraçá-la, mas ela foi fria com o brother. Os demais confinados ficaram só observando o climão, sem se intrometerem.
Tirando o choro de Gizelly, a festa o BBB20 foi bem animada e teve até casamento falso.
Rafa chamou Guilherme e Gabi para a cerimônia improvisada e explicou ao casal: “Eu pergunto para você, Guilherme, filho de Thelma Regina. Você aceita Gabriela Martins? Diretamente de Belo Horizonte, como sua legítima e única loira maravilhosa esposa?”.
O modelo entrou na brincadeira, beijou a mão da cantora e ficou pensando na resposta, mas depois disse que ‘sim’.
Antes de você pensar que isso acorreu por esses dias, esse texto vai contar do primeiro incêndio na igreja no século passado no bairro de Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro.
Viaje um pouco da história do nosso bairro
O ano era 1882. O local, atual centro de Campo Grande. O fato, um incêndio que praticamente destruiu o atual símbolo histórico do bairro, a Igreja de Nossa Senhora do Desterro. A grande questão é que, construído em 1938 no comando do Coronel Aristarcho Pessôa Cavalcanti de Albuquerque, o atual 13° Gbm – Corpo de bombeiros, localizado na Avenida Cesário de Melo, fica localizado a alguns metros da igreja. Porém, à época do ocorrido, como ainda não havia a coorporação em Campo Grande, houve a necessidade de chamar os bombeiros da Corte, trazidos por um trem especial, levando 40 minutos para chegar ao local. Se esse fato tivesse ocorrido nos dias atuais, em poucos minutos a igreja estaria sendo “socorrida”.
Mas, por ironia do destino, o fato ocorreu antes da existência do corpo de bombeiros no bairro, sobrando poucas coisas da igreja. Sorte é que, com esforço de fazendeiros, ajuda do governo e outras pessoas do bairro, e principalmente do padre Belisário dos Santos, a igreja foi reconstruída e segue imponente no núcleo de Campo Grande. Agora, bem próxima de um Corpo de Bombeiros.
Abaixo, foto histórica da igreja Nossa Senhora do Desterro, em sua fachada original desde 1882.
No Dia Internacional do Câncer na Infância, lembrado hoje (15), o alerta do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é para os sinais e sintomas persistentes em crianças e adolescentes, mesmo aqueles que indicam para doenças comuns. De acordo com a chefe da Seção de Oncologia Pediátrica do Inca, Sima Ferman, alguns estudos indicam que mais de três idas ao médico com o mesmo sintoma é uma situação que merece atenção especial.
Os sinais do câncer pediátrico, muitas vezes, são parecidos com os de doenças comuns entre crianças e adolescentes, por isso o diagnóstico é um grande desafio, segundo a especialista. “Não significa que qualquer sinal e sintoma é câncer, mas toda criança precisa ser acompanhada pelo pediatra regularmente, toda queixa da criança precisa ser valorizada tanto pelos pais quanto pelos profissionais de saúde”, explicou.
Alguns sintomas são palidez, manchas roxas, dor na perna, caroços e inchaços indolores, perda de peso inexplicável, inchaço da barriga, alterações nos olhos, dor de cabeça, fadiga, tontura e sonolência. A previsão do Inca, é que em 2020 sejam registrados mais de 8,4 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes.
Diagnosticar precocemente é importante pois não é possível prevenir o câncer infantojuvenil. A especialista explicou à Agência Brasil que, na maioria das vezes, a doença em crianças e adolescente tem causa desconhecida. “No adulto, por exemplo, a pessoa que fuma pode desenvolver câncer de pulmão, então são fatores ambientais e de estilo de vida que muitas vezes são associados ao aparecimento do câncer. Na criança, são fatores intrínsecos do seu próprio corpo. O que nós temos, então, que fazer, para conseguir a maior chance de cura, é um diagnóstico precoce”, disse.
Tratamento especializado
O Dia Internacional do Câncer na Infância, criado em 2002 pela Childhood Cancer International, simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o câncer infantil e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias. O foco, em 2020, é a redução de fronteiras e o aumento do acesso aos cuidados e à cura.
De acordo com Sima, além da identificação precoce da doença, a grande preocupação é para onde encaminhar os pacientes, já que a maior parte dos centros especializados em oncologia pediátrica estão no Sudeste do Brasil. Existem, atualmente, 317 unidades e centros de assistência habilitados no tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas nem todos com atendimento especializado para crianças e adolescentes.
Os tipos mais comuns de câncer infantil são leucemias (câncer dos tecidos produtores de sangue) e tumores no sistema nervoso e linfomas (câncer do sistema linfático). E o tratamento da criança é todo diferenciado. Segundo a médica do Inca, há um esforço tanto do governo quanto de organizações não governamentais de ampliar a rede de centros especializados pelo país para que o paciente não precise migrar para fazer o tratamento, que pode levar de seis meses a dois anos. “Mas isso ainda é perspectiva para o futuro”, disse.
Cura
Em todo o mundo, o câncer representa a primeira causa de morte, 8% do total, por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade. Mas com o diagnóstico precoce e o tratamento especializado, o câncer pediátrico é potencialmente curável.
Nos países de alta renda, a cura chega a 80% dos casos. “No Brasil e outros países de baixa e média rendas existe ainda uma lacuna em relação a esse percentual, principalmente porque, ainda, muitas crianças chegam ao centro de tratamento com a doença avançada”, explicou Sima Ferman. No Brasil a taxa de cura é de 65%.
Segundo ela, há muitas questões socioeconômicas que interferem no resultado do tratamento, pois impedem que o paciente cumpra as idas necessárias ao hospital. “Por essa razão, sempre pensamos que, aqui no nosso país, não é só tratar a doença em si, mas temos que dar condições para os pacientes chegarem ao hospital”, disse, citando entidades que oferecem casas de apoio como o Instituto Ronald McDonald. A assistência social também é fundamental para que o paciente consiga as ajudas possíveis por meio do governo.
A médica do Inca destaca ainda que os pais precisam estar conscientes da importância do tratamento ser feito na totalidade e precisam manter a esperança que o seu filho vai ficar bem. “O câncer hoje em dia não é uma doença que a gente deve temer, mas sim é uma doença que é uma sinônimo de luta pela vida”, disse.
“As crianças são surpreendentes. Muitas vezes os pais querem proteger seus filhos, quando, na verdade, eles dão muita força para seus pais”.
O Governo do Rio de Janeiro intensifica a campanha de vacinação contra o sarampo e faz um alerta à população fluminense sobre a importância da imunização para pessoas entre seis meses e 59 anos. A vacina é a única forma de evitar o contágio pelo sarampo, que pode deixar sequelas neurológicas e já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no país. A campanha da Secretaria de Estado de Saúde, iniciada em janeiro, segue até o dia 13 de março, mas ainda será possível se imunizar depois da data nas unidades básicas de saúde dentro do calendário do Ministério da Saúde.
Entre os dias 18 e 20 de fevereiro, postos fixos e móveis da Secretaria de Saúde estarão nas ruas para aplicar a vacina. Ao todo, serão sete postos fixos, que funcionam das 8h às 14h: Central do Brasil, Metrô Cinelândia, Estação das barcas (Praça XV), Aeroporto Santos Dumont, Rodoviária Novo Rio, Hemorio e Iaserj Maracanã. Já as unidades móveis estarão em três cidades fluminenses: Cabo Frio (17 a 20 de fevereiro, das 8h às 17h), Maricá (17 a 20 de fevereiro, das 8h às 17h) e Japeri (18 a 20 de fevereiro, das 8h às 14h), além do bairro de Jacarepaguá, na capital (18 a 20 de fevereiro, das 8h às 14h).
Tire as suas dúvidas
Quem deve se vacinar contra o sarampo?
Todas as pessoas entre seis meses e 59 anos.
Quem não pode tomar a vacina?
A imunização só é contra-indicada para indivíduos com suspeita da doença, imunocomprometidos, gestantes e crianças com menos de seis meses.
Quem já tomou a vacina deve se imunizar novamente durante a nova campanha?
É recomendado ir com a caderneta de vacinação à unidade básica de saúde mais próxima para a avaliação dos profissionais.
Quem já teve sarampo precisa se vacinar?
Quem tem certeza que teve a doença não precisa tomar a vacina.
Quem não se lembra se foi vacinado ou se já teve a doença, precisa se imunizar?
Tome a vacina! Vá à uma unidade básica de saúde, de preferência com a caderneta de vacinação.
Sobre o sarampo
Transmissão
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, sendo transmitida por meio da fala, tosse e espirro.
Sintomas
Mal-estar geral, febre, manchas vermelhas que aparecem no rosto e vão descendo por todo o corpo, tosse, coriza e conjuntivite.
O que fazer em caso de sintomas parecidos com os do sarampo?
É muito importante procurar uma unidade de saúde. Não se deve usar medicamentos por conta própria.
Um pouco da história do botânico Freire Alemão, que viveu na Serra do Mendanha no século XIX e teve seu monumento, em Campo Grande, roubado em 2017.
FREIRE ALEMÃO, O BOTÂNICO DO MENDANHA
Francisco Freire Alemão nasceu em 24 de julho de 1797 na Fazenda do Mendanha, filho de lavradores. Seu padrinho foi o próprio dono da fazenda, o padre Antônio Couto da Fonseca, que passou a lhe dar aulas. Em 1817, ele entraria para a Escola Eclesiástica como aluno gratuito, onde iria se aperfeiçoar em diversas disciplinas, aprendendo vários idiomas, inclusive o grego. Acabou saindo do seminário em 1821 (um ano depois da morte do seu protetor, o padre Couto), por acreditar que não tinha vocação para o sacerdócio. Seu grande interesse, como iria se verificar, era mesmo a ciência.
Freire Alemão recebe proteção do irmão mais velho, Antônio, enfermeiro da Santa Casa de Misericórida, e passa a dar aulas de latim. Em 1822, ano da independência, resolve estudar medicina na Escola Médico-Cirúrgica. Pede uma pensão para estudar e consegue. Nesse período, também aproveita para fazer o curso de Química na Escola Militar. Forma-se médico em 1827 e, ajudado pelo irmão e por amigos, realizou o seu grande sonho de viajar a Paris em 1829, onde fez vários cursos, tornando-se Doutor em Medicina pela faculdade de Paris. Volta ao Rio de Janeiro em 1832 e, dois anos depois, Freire Alemão começa a dar aulas de Botânica e Zoologia na Faculdade de Medicina, no Colégio dos Jesuítas, que ficava no antigo morro do Castelo.
Na década seguinte, em 1841, socorre o imperador D. Pedro II, que sofrera uma ligeira congestão cerebral, e assume o cargo de médico da Imperial Câmara, podendo freqüentar a biblioteca do imperador, fundamental para seus estudos. De D. Pedro II, receberia a Ordem de Cristo e a Comenda da Imperial Ordem da Rosa, além de ser convidado e participar da comitiva que trouxe ao Brasil a nova imperatriz, D. Teresa Cristina, da Itália, em 1843. Durante todo esse tempo, Freire Alemão publicaria diversos trabalhos, com reconhecimento internacional. Descobriu diversas espécies de plantas brasileiras em suas pesquisas, que pôde fazer com mais profundidade quando se desligou do magistério, em 1853, aos 56 anos. É o que conta João Francisco de Sousa: “Logo que se viu desembaraçado do magistério, deliberou Freire Alemão entregar-se exclusivamente aos estudos e pesquisas de puro naturalista. Mudou-se, sem perda de tempo, para o seu adorado Mendanha, indo morar com sua velha tia, d. Antônia”. Ele moraria quatro anos com a tia, período em que escreveu para o IHGB importante trabalho sobre o açúcar, o café e o chá. Prossegue o autor: “Resolvido, então, a manter-se definitivamente afastado do burburinho da sociedade humana, para melhor gozar os segredos da natureza, adquiriu um pequeno sítio nas vizinhanças da residência de sua tia, e aí mandou construir uma casinha para sua vivenda”.
Depois Freire Alemão fundaria a Sociedade Velosiana, “dedicada aos estudos das ciências naturais e inspirada em Frei José Mariano da Conceição Veloso, o autor da ‘Flora Fluminense”, cuja leitura o absorvia tanto que às vezes era visto dominado por ela até na sacolejante diligência do Pedroso, que cobrava 500 réis para levar até Campo Grande os passageiros do trem da Central quando seu ponto final era em Sapopemba…”, conforme conta Brasil Gerson (“História das ruas do Rio”). Sapopemba ficava onde é hoje a estação ferroviária de Deodoro.
Depois, Freire Alemão presidiria a comissão científica que fez a exploração das regiões Norte e Nordeste entre 1859 e 1861. Esse trabalho resultou na coleta e estudo de 20 mil amostras de plantas, principalmente do Ceará, que foram doadas ao Museu Nacional.
Freire Alemão ainda seria diretor do Museu Nacional, em 1866, onde organizaria o rico acervo da instituição, boa parte doado por ele. Casou-se em 1864, aos 67 anos, com sua sobrinha, Maria Angélica, e, segundo seus biográfos José Saldanha da Gama e José de Melo Morais, que conviveram com ele, o casamento foi muito mais uma relação de afeto, amizade e admiração, que era o que Freire Alemão mais precisava. Ele morreu em 11 de novembro de 1874, aos 77 anos e Saldanha da Gama escreveu, na biografia publicada na revista do IHGB, tomo 38, que “ninguém se aproximou deste vulto simples que o não ficasse amando e respeitando”.
A casa de Freire Alemão foi demolida na década de 1990 e o curioso é que na serra que ele tanto amou, Alberto Lamego descobriria, em 1936, os vestígios de um vulcão extinto há 80 milhões de ano.
– Texto do livro O Velho Oeste Carioca, volume 1, de André Luis Mansur.
5 alimentos que você jamais deve dar para o seu cachorro
Os cães não podem ingerir os mesmos alimentos que nós, é preciso tomar cuidado.
Quando estamos comendo alguma coisa e vemos um cachorro com aquela cara de ‘pidão’, é quase impossível resistir, por isso muitas pessoas compartilham com seus cães aquilo que estão ingerindo, mas isto é um grande erro.
Muitos alimentos que são tolerados por nosso organismo podem fazer muito mal para os cachorros, causando diarreia, náusea, pancreatite, entre outros problemas. Sem contar que existe o problema do sobrepeso, por isso os cães devem ter uma alimentação diferenciada, própria para eles.
Conheça 5 alimentos que jamais devem ser dados aos cachorros:
Refeições gordurosas: nunca dê para o seu pet alimentos gordurosos, como frituras, pois isto pode causar pancreatite neles. Se estiver comendo um frango frito, batata frita, ou outro alimento deste tipo, fique longe do cão.
Chocolate: este é um alimento muito apreciado por praticamente todas as pessoas, mas para os cães o chocolate é extremamente prejudicial, pois possuiu uma substância que é tóxica para eles. O cachorro pode até vir a ter uma intoxicação dependendo da quantidade de chocolate que ingerir. Nenhum doce deve ser dado aos animais, mesmo que eles fiquem olhando com vontade, neste caso dê ração ao seu amigo de quatro patas.
Massas: você pode até apreciar bolos, macarrão, pizza, pães e outros alimentos que tenham fermento em seu preparo, mas jamais ofereça para seu cachorro. O fermento pode expandir o estômago do animal e ele sofrerá com gases e até cólicas.
Frutas: há determinadas frutas que não podem ser dadas aos cachorros, por exemplo, o abacate. Esta fruta é ótima para os humanos, mas perigosa para os cães, pois contém uma substância chamada percina, que nos pets acaba causando problemas intestinais e até mesmo vômitos.
Café: o brasileiro adora tomar um cafezinho, mas a cafeína é extremamente perigosa para o cachorro, mesmo em pequenas porções. É que o café atua diretamente no sistema nervoso do cão e pode gerar até tremores no corpo.