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Falta d’água em muitos bairros da região!! Moradores revoltados

 

CEDAE está realizando reparo emergencial em vazamento de água, em Seropédica. O serviço foi iniciado cerca das 22 horas da noite de ontem (14/02) e está previsto para ser concluído em até 24 horas. Para realizar o serviço foi necessário interromper o abastecimento em Seropédica e reduzir parcialmente o fornecimento em Nova Iguaçu e nos bairros Engenho da Rainha, Del Castilho, Higienópolis, Bonsucesso, Ilha do Governador, Centro, Leopoldina, Caju, Rocha, Benfica, Riachuelo, Sampaio Corrêa, São Francisco Xavier, Triagem e Manguinhos, e na Zona Oeste, exceto Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio, no município do Rio.

O fornecimento de água será retomado imediatamente após a conclusão das intervenções, mas o abastecimento pode levar até 24 horas para ser restabelecido por completo em alguns locais, como ruas altas e finais de linha. Moradores de imóveis que dispõem de sistema de reservação (caixas d’água e/ou cisterna) não devem sofrer desabastecimento. Mesmo assim, a Companhia pede que os clientes usem água de forma equilibrada, e adiem tarefas que exijam grande consumo de água.

POLICIAL É BALEADO NUM CONFRONTO COM TRAFICANTES NA ZONA OESTE

 

POLICIAL É BALEADO NA VILA KENNEDY

Policiais do 14°BPM em operação na Vila Kennedy, foram alvo de disparos por parte de traficantes, onde os agentes revidaram a injusta agressão. Na ação, apreenderam 1 FUZIL e 1 rádio transmissor.

Posteriormente, a guarnição se encaminhou ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde reconheceram um indivíduo que havia sido ferido no abdômen como sendo um dos marginais que atiraram contra os agentes, dando voz de prisão ao mesmo.

Na operação, o Cabo Alves foi atingido por disparo no rosto, tendo sido atendido no mesmo hospital, mas já se encontra lúcido e teve alta.

Cerca de 400 pessoas foram imunizadas contra o sarampo no Chega Mais

 

Por Ascom da SEDSODH

Cerca de 400 pessoas foram imunizadas contra o sarampo no Chega Mais Queimados, uma ação social promovida, neste sábado (15/02), pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Prefeitura de Queimados. Coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, a iniciativa aconteceu na Escola Municipal Scintilla Exel, no bairro Belmonte, e contou com a participação de diversos órgãos públicos e instituições, como a Secretaria de Estado de Saúde, o Detran, a Defensoria Pública, o INSS, a Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj e a SuperVia.

 

Na ação, a Secretaria de Saúde deu dicas para a redução da propagação das arboviroses (dengue, zica, chikungunya e febre amarela).

 

– Todos precisam se vacinar para não deixar que o sarampo se torne uma epidemia. Isso é válido não apenas para as crianças. Os adultos que não foram vacinados ou não têm certeza que tomaram a vacina na infância devem procurar o posto mais próximo e garantir sua imunidade – afirmou a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Fernanda Titonel, que tomou a vacina.

 

Procura também por documentação

 

Ao todo, aproximadamente 12 mil atendimentos foram registrados no Chega Mais. Entre os mais procurados pela população (30%) foram os serviços de emissão da documentação básica – identidade e certidões de nascimento e casamento.

 

Roberta da Silva Antonio, moradora do Jardim Alzira, em Queimados, foi uma das pessoas que saíram satisfeitas levando em mãos os documentos que buscavam. Ela conseguiu a segunda via da certidão de nascimento e a identidade de sua filha, que tem 11 anos.

 

– Foi tudo muito rápido. Foi ótimo trazerem uma ação como está para a nossa cidade. Facilita muito a nossa vida – disse Roberta.

 

Além do serviço de gratuidade para a emissão da segunda via de documentos, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos levou ao evento o seu Ônibus Lilás, com ações de prevenção e atendimento às mulheres em situação de violência. A pasta também prestou atendimento e acolhimento à população LGBT e a vítimas de intolerância religiosa e informou como se prevenir no caso de desaparecimento de pessoas.

 

A primeira edição do Chega Mais ofereceu serviços de cidadania, saúde, orientação jurídica, defesa do consumidor, além de cultura e lazer para os moradores da Baixada Fluminense.

 

Viaduto de ligação da Ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha é inaugurado

 

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, participou, neste sábado (15/02), ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro, da inauguração da alça de ligação da Ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha, que tem 2,5 km de extensão em trecho elevado e duas faixas de rolamento.

A alça deve melhorar o fluxo da Ponte na chegada ao Rio, pois se estima que cerca de 15 mil veículos vão trafegar pelo viaduto diariamente, sem precisar passar pelo início da Avenida Brasil em direção à Zona Oeste e à Baixada Fluminense.

– Há quase 50 anos, o Rio de Janeiro se encheu de orgulho, quando na época o ministro dos Transportes, (Mário) Andreazza, veio aqui e inaugurou essa obra, um monumento à pujança, criatividade e inteligência da engenharia nacional. Quis Deus que, quase 50 anos depois, Vossa Excelència (dirigindo-se a Bolsonaro) viesse aqui para fazer a inauguração da maior obra, depois da inauguração da Ponte, que é esse acesso à Linha Vermelha. Tenho certeza que depois Vossa Excelência estará conosco também para inaugurar a Avenida Portuária – disse Crivella, referindo-se à via expressa de 700 metros, exclusiva para veículos de carga, que ligará Manguinhos, na Avenida Brasil, com o portão 32 do Cais do Porto, no Caju.

A Avenida Portuária está com 75% da obra concluída e será entregue em agosto deste ano.

O custo total das duas obras é de R$ 450 milhões, a cargo da Ecoponte, concessionária que administra a Ponte, como obrigação contratual da concessão.

– Essa Ponte foi inaugurada no governo Médici (em março de 1974) e, obviamente, o trânsito era muito menor naquela época. Hoje, com o contrato assinado de concessão, foi possível fazer essa alça com dinheiro privado. Parabéns aos empreendedores e, em especial, aos engenheiros e operários que trabalharam nessa obra – afirmou Bolsonaro em seu discurso.

A alça terá gabarito mínimo de 5,5 metros de altura, ou seja, somente veículos menores do que essa medida conseguirão passar. Além disso, cada faixa de rolamento terá 3,5 metros de largura.

Construção com impacto social mínimo

Inauguração da Alça de Ligação da Ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha – Fotos: Marcos de Paula/ Prefeitura do Rio

Inicialmente, conforme previsto no edital de concessão da Ponte, o trajeto da alça passaria pelo Cemitério do Caju (São Francisco Xavier), prevendo a remoção de diversos túmulos e a desapropriação de 300 imóveis. A concessionária Ecoponte realizou novos estudos, promoveu ajustes e desenvolveu novo traçado, em parceria com a Prefeitura do Rio, Governo do Estado do Rio e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O novo caminho provocou impacto social mínimo, pois reduziu substancialmente o número de desapropriações de imóveis particulares e não precisou mais passar pelo cemitério.

Às vésperas do carnaval, Heineken anuncia recall de garrafas long neck

 

O Grupo Heineken anunciou nesta sexta-feira o recall voluntário de lotes de garrafas long neck de 330ml. Segundo a empresa, a medida é “preventiva”, pois foi identificada uma falha que faz com que uma “pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura, o que poderá ocasionar lesões ou ingestão acidental”.

O recall acontece a uma semana do carnaval, período de grande consumo de cerveja. Os lotes atingidos são identificados pelas letras “CH” em alto-relevo, na parte inferior da garrafa.

“Se você encontrar essas letras, abra a garrafa com cuidado, girando a tampa, como recomenda a embalagem”, diz a companhia. “Caso alguma alteração no bocal seja identificada, o produto não deve ser consumido, para evitar que você se machuque”, acrescentou.

A Heineken informa que o problema foi identificado em menos de 0,3% das garrafas desses lotes e já foi corrigido. Não há impacto na qualidade da bebida.

“Os consumidores que desejarem realizar a substituição ou reembolso, devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumido”, diz a empresa, acrescentando que o consumidor deve guardar a garrafa, que será recolhida para análise.

Fonte: Extra

Sem água? Adutora da Cedae estoura em Seropédica

 

 

Previsão de retorno de água para quem mora próximo a Rio São Paulo será por volta das 22 horas, moradores mais distantes por volta da 6 horas do dia 16.

A muito tempo a população de Seropédica vem reclamando do perigo que é transitar próximo a adutora da CEDAE devido à falta de manutenção preventiva.

A Empresa está prestes a ser privatizada, mas até o momento não foi discutido a substituição das duas linhas da Adutora da Cedae que passa por baixo do comercio no Centro de Seropédica. A população receia que aconteça um acidente grave com estouro da Adutora na frente dos Bancos, ou por baixo do comercio, podendo matar moradores que circulam pelo local.

Adutora de Ribeirão das Lajes tem início na Calha de Fontes, no município de Piraí, percorrendo uma distância de 76 quilômetros. A tubulação, que tem uma vazão média de 2,5 mil litros por segundo, chega em alguns trechos a ter um diâmetro de 1.750 milímetros. A Segunda Adutora de Ribeirão das Lajes é responsável por 100% do abastecimento do município de Seropédica.

A primeira linha abastece uma parte da cidade do Rio de Janeiro e também municípios da baixada.

História da construção da Adutora da CEDAE

Quando a Prefeitura do Distrito Federal assumiu o serviço de águas e esgotos, a cidade do Rio de Janeiro recebia em média 510 milhões de litros de água por dia e ainda sofria com um déficit no abastecimento da ordem de 20%.

Os primeiros movimentos do Departamento de Águas e Esgotos a fim de cobrir o déficit foram a adução das águas do rio Iguaçu, em Duque de Caxias, e a construção elevatória do Juramento, em Vicente de Carvalho, também chamado de ‘booster’ do Juramento, que permitia elevar o volume de águas trazido de Lajes.

O contrato para a construção da segunda adutora de Ribeirão das Lajes foi assinado em 20 de novembro de 1946 com a Sociedade Industrial Tetracap Ltda., mas as obras iniciaram um ano depois, devido a problemas no fornecimento de material, importado dos Estados Unidos.

A primeira parte da adutora estava terminada em 29 de outubro de 1948, mas a inauguração oficial só se deu em 31 de janeiro de 1949, com ao reservatório do Pedregulho, proporcionando um reforço para a cidade de 220 milhões de litros diários à cidade.

No mesmo ano da inauguração da segunda adutora de Lajes, foi construído o reservatório de Quintino e, no ano seguinte, os de Honório Gurgel e da Mãe d’Água, na Ilha do Governador. Também em 1950 foram entregues à cidade as elevatórias da rua Bartolomeu Mitre, no Leblon, e da Ponte dos Marinheiros, na Praça da Bandeira, e iniciadas as obras da estação de tratamento de Santa Cruz, que recebia a água do canal de Ita, próximo à Ponte dos Jesuítas.

 

Com leucemia, Enzo tem 30 dias para conseguir medicamento de R$ 160 mil

 

FONTE: Tribuna Jundiaí — O pequeno Enzo, de 5 anos, enfrenta mais uma batalha contra a leucemia. Recentemente, o Tribuna de Jundiaí contou sobre a conquista do tratamento do garoto, mas infelizmente o quadro clínico se agravou.

Após contrair uma infecção e aguardar mais que o esperado pelo medicamento importado, a doença do menino apresenta resistência e será necessário fazer dois ciclos do medicamento blinatumomab, que custa R$ 160 mil.

“Esse remédio é imprescindível para garantir o sucesso do transplante. Ele precisa marcar 17% da doença, mas nos últimos exames marcaram 27%”, lamenta a mãe, Rosana Nunes, moradora de Várzea Paulista (SP).

O remédio, que teve reajuste neste ano, está fora do orçamento da família e não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Não tenho dinheiro para comprar a medicação. Vou entrar com uma liminar para conseguir o medicamento, mas dessa vez são 30 dias e não pode passar deste prazo”, explica a mãe.

Rosana explica que o prazo de 30 dias é devido ao ciclo anterior que foi iniciado na última segunda-feira (6) e disponibilizado pela Prefeitura de Várzea Paulista. “O ciclo é de 28 dias, mais dois de exames para tentar o transplante”, acrescenta.

O doador de Enzo é seu irmão gêmeo, Pedro. “Eles são 100% compatíveis”, afirma a mãe, que conta os dias para conseguir o medicamento para “controlar” a doença.

Anteriormente, Rosana fez uma vaquinha, onde arrecadou cerca de R$ 30 mil, que está sendo usado na compra de outros medicamentos para Enzo, como antifungos no valor de R$ 3 mil.

Para arrecadar o valor novamente, Rosana fez uma vaquinha online e disponibilizou o número da sua conta bancária. Confira a seguir:

BANCO: SANTANDER

Agência: 0701

C/C: 60012659-5

CPF: 250225378-00

Titular: Rosana Nunes da Silva

LINK DA VAQUINHA: HTTP://VAKA.ME/853018

 

Grafitti em mural de escola na Zona Oeste gera polêmica na região

 

Um mural de grafitti desenhado na parede de uma escola em Bangu, zona oeste do Rio, tem rendido polêmica nas redes sociais. A arte, iniciada no dia 3 deste mês, tem mais de 200 metros quadrados e ocupa toda a extensão do prédio em um show de cores e traços. O projeto, denominado “O amor é a base da vida”, que acabou virando ponto cultural do bairro após a polêmica instalada, é do muralista e artista plástico Léo Shun e está localizado na Escola Estadual Collecchio. “A obra expressa o amor como base e isso se encaixa perfeitamente em um colégio onde o amor aos alunos, ao ensino e à educação são fundamentais para um ambiente onde o aprendizado está ligado à felicidade. Além disso, o amor é fundamental numa escola por ser um local onde as pessoas se relacionam em amizade, carinho, respeito e aprendizado”, disse Shun.

No último dia 8, o artista foi surpreendido com uma postagem de uma pessoa na página do bairro no facebook chamada “Eu Moro em Bangu” criticando o seu trabalho e a iniciativa da Collecchio em apoiar e incentivar a arte do graffiti. Na postagem, a página expõe a foto do trabalho incompleto, junto com o seguinte texto: “Escola nenhuma deveria ter qualquer tipo de grafitti nas suas dependências”, o que gerou polêmica, inúmeros comentários e compartilhamentos. A postagem original foi apagada posteriormente.

“É lamentável o que os responsáveis por essa página fizeram: julgaram minha arte sem nem ao menos estar finalizada e nem se deram ao trabalho de buscar saber do que se tratava. Quando faço minha arte, gosto que as pessoas interajam com ela e tenham suas próprias percepções, porém para se ter qualquer percepção sobre uma obra é necessário que pelo menos ela esteja finalizada, aí sim pode-se ter alguma opinião sobre ela. O que eles fizeram foi um ato de extrema ignorância, desvalorizando o graffiti, censurando a arte urbana nas escolas e sendo preconceituosos, pois criaram um conceito sobre minha arte sem nenhuma base, conhecimento ou pesquisa”, afirmou Shun.

Segundo o artista, ele busca valorizar o bairro em que nasceu e se criou. “Por isso os meus maiores projetos são voltados pra cá. Ao longo da minha trajetória já realizei centenas de atividades em diversas escolas de diferentes partes do Rio de Janeiro e posso dizer que a Collecchio é uma das escolas mais fantásticas que já conheci, vi amor e cuidado com os alunos, vi pessoas que usam a arte como uma ferramenta de vida e transformação, vi profissionais sérios que proporcionam aos alunos um aprendizado de qualidade, lúdico e enriquecedor”, disse o autor do grafite.

Ao Portal Eu, Rio!, o administrador da página “Eu Moro em Bangu”, que preferiu não se identificar, deu sua versão sobre o episodio. “Simplesmente compartilhamos um post de um seguidor com o questionamento dele. No compartilhamento, coloquei aquela minha opinião pessoal (‘Escola nenhuma deveria ter qualquer tipo de grafite nas suas dependências’). Fizeram um estardalhaço, como se eu tivesse preconceito com o grafite. Parece que as pessoas só querem entender aquilo que satisfaz suas ideias. Infelizmente, o criador da postagem apagou. Não estamos aqui para criar divergências no bairro, portanto que fiquem com o grafite na escola, o qual respeito, e eu com minha opinião”, contou.

Fonte: Portal Eu, Rio!

 

MAIS UMA VÍTIMA DE UMA “BRINCADEIRA” QUE JÁ  TERMINOU  EM TRAGÉDIA 

 

 

MAIS UMA VÍTIMA DE UMA “BRINCADEIRA” QUE JÁ  TERMINOU  EM TRAGÉDIA

Menino é socorrido após ser vítima de “desafio da rasteira”

Um menino de 11 anos teve de receber atendimento médico após ser vítima do “desafio da rasteira”, em Jandira, na região metropolitana de São Paulo. O garoto foi socorrido pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levada a uma UPA (Unidade Pronto Atendimento), onde foi atendido.

Em entrevista a Record TV, o garoto afirmou desconhecer a “brincadeira” e que depois do episódio ainda sente dores nas costas quando caminha, apesar de que, segundo laudo médico, foi constatado traumatismo craniano e fraturas nas costas. O garoto recebeu alta médica e se recupera na casa da tia.

 

Jovem de 18 anos adota bebê deficiente para impedir que ela fosse maltratada pela mãe biológica

 

Bruna Felix tem apenas 18 anos e por mais que ela já fosse casada, nunca pensou que fosse se tornar mãe tão cedo. Mas a conexão dela com Ester foi maior do que qualquer outra coisa e quando ela descobriu que a menina estava sendo maltratada pela mãe biológica, ela decidiu que precisava fazer alguma coisa para mudar aquela situação.

A jovem era vizinha de Ester e conseguia ver como a genitora destratava da bebê, que precisa de cuidados 24 horas por dia. A bebê tem paralisia cerebral e epilepsia, por conta disso ela se alimenta sonda na barriga. Mas o descuido com ela era tão grande que ela chegou a ser internada e desacreditada pelos médicos.

O portal Razões Para Acreditar conversou com Bruna sobre toda essa histórias. “Passava horas e até dias sem se alimentar, não tomava banho, chegou a ter mau cheiro, tinha uma desnutrição muito grave. Com apenas um ano, ela só pesava 3 quilos e 200 gramas”, começa.

Bruna criou um instinto de proteção assim que viu o que acontecia com a menina (Foto: reprodução/Razões para Acreditar)

Bruna nem tinha a guarda da bebê ainda, mas mesmo assim já cuidava dela. “Levava Ester para minha casa, cuidava e no final do dia, tinha que devolver para genitora com o coração partido. Ester chegou a ficar internada e a genitora começou maltratá-la dentro do hospital. Foi então que ela perdeu a guarda de Ester e ninguém da família queria ficar. Ela iria para um abrigo”.

Como era muito nova na época, Bruna não conseguia brigar pela guarda de Ester e precisou contar com a ajuda da sogra. Quando fez 18 anos, conseguiu levar a bebê para casa. “Hoje, ela vive bem e até sorri, vim morar com minha sogra para ela me ajudar com a Ester junto com meu marido”.

A primeira foto mostra Ester antes de ser adotada e a segunda mostra a menina já com a nova família (Foto: reprodução/Razões para Acreditar)

Os cuidados 

Bruna precisa ficar o tempo todo em casa ao lado da menina e por isso não consegue trabalhar. O marido dela de 20 anos, está trabalhando com mototáxi e a sogra, com limpeza. Mas o tratamento da menina é muito caro e agora eles precisam de ajuda. Aí o Razões criou uma vaquinha para ajudá-los a custear o tratamento.

Para acessar e fazer sua doação é só clicar aqui.