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O melhor campeonato carioca do campusca!!

 

O melhor cariocão do Campusca

    O campeonato carioca de futebol é considerado o mais “charmoso” dos estaduais do Brasil. Com início datando o começo do século XX, o estadual do Rio possui muitas histórias, recordes de público, grandes decisões, entre outros atributos. Clubes como América e Bangu já foram grandes protagonistas, conquistando títulos, inclusive, além do simpático São Cristóvão e o extinto Paysandu também erguendo troféu de campeão.
    Numa história recente, alguns considerados pequenos chegaram perto do título, como o Americano de Campos, em 2002, o Volta Redonda, em 2005, e o Madureira, em 2006, ambos ficando com o vice-campeonato. Atualmente, praticamente só os considerados “grandes” é que revezam conquistas locais.
    Já o Galo da Zona Oeste nunca chegou à uma decisão de carioca. O clube que se orgulha do título da Taça de Prata de 1982 obteve sua melhor campanha no cariocão de 1991. Nesse ano, o clube contou com jogadores experientes e famosos como Elói, Claudio Adão, Roberto Dinamite, além do goleiro Paulo Cesar, o PC Gusmão, hoje técnico de futebol.

Roberto Dinamite com a camisa do Campo Grande, em 1991.
Foto. Fonte: Face Campusca Cgac

    O clube estreou perdendo para o Vasco da Gama, no dia 04 de agosto. Porém, com o desenrolar do campeonato, o Campo Grande obteve bons resultados, incluindo empates com Botafogo, Fluminense e Flamengo (que seria o campeão), todos por 1×1; uma vitória contra o Bangu, por 2×0, no antigo “clássico rural”, de muita rivalidade; e uma vitória sobre o Vasco, no segundo turno, por 1×0.
    O Galo da Zona Oeste terminou os dois turnos (Taça Guanabara e Taça Rio) em 5º lugar, sempre atrás apenas dos quatro grandes, ficando também com esta colocação geral do campeonato, atrás apenas também de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.
    Abaixo todos os resultados do clube em sua melhor participação no campeonato carioca
    PRIMEIRO TURNO
    04/08/1991 – Campo Grande 0x1 Vasco da Gama
    07/08/1991 – Campo Grande 1×1 Americano
    14/08/1991 – Campo Grande 2×2 Volta Redonda
    18/08/1991 – Campo Grande 1×1 Bangu
    24/08/1991 – Campo Grande 1×3 Fluminense
    01/09/1991 – Campo Grande 1×1 América-RJ
    04/09/1991 – Campo Grande 1×1 Botafogo
    08/09/1991 – Campo Grande 2×1 América de Três Rios
    15/09/1991 – Campo Grande 2×1 Portuguesa-RJ
    22/09/1991 – Campo Grande 1×1 Flamengo
    29/09/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna
    SEGUNDO TURNO
    07/10/1991 – Campo Grande 1×0 Vasco da Gama
    17/10/1991 – Campo Grande 2×3 Botafogo
    20/10/1991 – Campo Grande 3×2 Americano
    27/10/1991 – Campo Grande 2×1 Goytacaz
    30/10/1991 – Campo Grande 2×0 Bangu
    04/11/1991 – Campo Grande 1×1 Fluminense
    10/11/1991 – Campo Grande 2×4 América-RJ
    17/11/1991 – Campo Grande 1×1 América de Três Rios
    24/11/1991 – Campo Grande 2×3 São Cristóvão
    02/12/1991 – Campo Grande 0x1 Flamengo
    07/12/1991 – Campo Grande 1×0 Itaperuna

Foto. Fonte: Almanaque histórico do Campo Grande Atlético Clube

Fontes consultadas: Blog do Marcão
Almanaque histórico e estatístico do Campo Grande Atlético Clube, de Julio Bovi Diogo e Raymundo Quadros.

Menina morta a tiros é sepultada vestida de Branca de Neve

 

A menina Alice da Silva Almeida, de apenas 3 anos, que morreu ao ser atingida por tiros no bairro Dom João Batista, em Vila Velha, Espírito Santo,  na noite do último domingo (9), foi sepultada na tarde desta segunda-feira (10), às 16h, vestida com roupa da Branca de Neve. A informação foi confirmada pelo primo de Alice à reportagem de A Gazeta, que esteve no velório da menina.

A cerimônia aconteceu na 1ª Igreja Batista em Aribiri, em Vila Velha. Fabiano Celestino Frassi, autônomo, afirmou que este era o vestido que Alice mais gostava. “Ela era muito brincalhona. Fiquei sabendo que ela tinha sido baleada e que não resistiu. Na hora, ninguém acreditou”, relembrou.

Quem também conversou com a reportagem foi o Edimilson Dalfior, tio do pai da Alice. Ele contou que todos almoçavam em família e que Giovanni (pai), Amanda (mãe) e Alice saíram da casa dele no final da tarde, depois de horas de confraternização e alegria.

“Ela era a única filha deles. Quando aconteceu, o Giovanni (pai da Alice), veio para minha casa falando que mataram a filha dele. Ele começou a dar murros na parede, segurei para que ele não se machucasse. Ninguém acreditou. Minha esposa quase desmaiou”, detalhou Edimilson.

A costureira Lenir Reis também esteve no velório da Alice. A filha dela estuda na mesma escola em que a menina tinha começado a estudar, há uma semana. Segundo familiares, ela estava empolgada e feliz por começar no colégio.



Lenir Reis, costureira; ela tem uma filha matriculada na mesma escola em que Alice estudava. Crédito: Larissa Avilez

“Espero que tomem uma providência. Depois que aconteceu, não adianta mais. Precisa ter mais polícia na rua. Não é a minha filha, mas estuda no mesmo colégio da minha. Poderia ter sido ela. É muita violência.” Lenir Reis – Costureira

Alice foi sepultada no Cemitério Parque da Paz, em Ponta da Fruta, em Vila Velha, às 16 horas.

TIROS E GRITARIA

De acordo com a autônoma Andressa Viguini, tiros e gritaria foram ouvidos durante o crime.

“Depois passou um carro correndo, que achei que era de quem tinha atirado, mas, na verdade, era quem estava socorrendo a Alice. Minha irmã levava ela todo dia para a escola de van. No velório parecia que ela estava dormindo, com a fantasia da Branca de Neve, batom e unha pintada. Ela era muito alegre e falava com todo mundo, era uma menina muito inteligente”, comentou.

Andressa relatou que ela, que frequenta a igreja em que aconteceu o velório, nunca viu o local tão cheio, nem em culto de final de ano. “O crime chocou muito as pessoas aqui do bairro”, finalizou.

AULAS CANCELADAS

Consternados com a morte da menina de 3 anos, professores da UMEI Maria da Glória Rauta, onde Alice estudava, cancelaram as aulas desta segunda-feira (10). Uma funcionária da creche avisou aos pais no portão da escola que os funcionários não teriam condições de trabalhar.

BRANCA DE NEVE

“Branca de Neve e os Sete Anões” é um clássico conto de fadas em que uma jovem princesa, “a mais bela de todas”, em sua inocência, não pode ver qualquer um dos males do mundo. Há dois anos, no dia 9 de janeiro de 2018, a mãe da Alice publicou fotos da menina em um ensaio. Ela aparece com a fantasia da princesa.



 

Pastor faz ‘unção do morcego’ para combater coronavírus

 

Um vídeo que viralizou nas redes sociais, mostra um pastor fazendo uma oração que seria para salvar a humanidade do coronavírus, que já matou, até a última segunda-feira (03), 361 pessoas e infectou mais 17.200 na China. O vídeo é atribuído a um pastor da igreja Assembleia de Deus, de Pedro II, a 195 km ao norte de Teresina.
Nas imagens, o pastor aparece pendurado no galho de uma árvore enquanto uma pessoa filma. “Aperta aonde” pergunta o que parece ser uma mulher. “No vermelho” responde o pastor, enquanto rezava.
Um áudio, que também foi postado na internet e, que seria de outro pastor, o homem pede para terem cuidado com falsos profetas fazendo referência ao pastor Raimundo.
“Olha aí, irmãos! A que ponto chega uma pessoa para tentar chamar a atenção, se utilizando do que é sagrado, do evangelho, da palavra de Deus… Para enganar as pessoas com coisas que não existem […] O pastor está sendo zombado esse negócio da ‘unção do morcego’ aí que ele inventou” diz.

 

Seis construções irregulares são demolidas em ação de ordenamento em Campo Grande

 

A Prefeitura do Rio demoliu na manhã desta sexta-feira seis construções irregulares que obstruíam totalmente a calçada da Rua Carobinha, próximo à Avenida Brasil, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade. A ação conjunta foi coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), que integrou diversos órgãos municipais, Light e Polícia Militar para o trabalho. Os imóveis eram destinados à atividade comercial sem autorização.

A operação contou com agentes da subsecretaria de Operações (Subop) da Seop; da Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), ligada à Secretaria Municipal de Fazenda; da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação; e da Comlurb.

 

Cachorros são sequestrados em Campo Grande!! Familia pede ajuda

Recebemos uma informação de um internauta e seguidor do antigo Campo Grande,  nz verdade,  uma denúncia grave , veja o relato abaixo:

****** !!! ATENÇÃO!!! ******
Hoje pela manhã por volta das 9 horas chegando para trabalhar aqui na nossa loja Doctor Pet que fica no bairro Campo Grande na Rua Major Solon Ribeiro, o nosso funcionário Paulo foi assaltado junto com o nosso carro da loja e dentro do nosso carro estavam os nossos clientes Max e Nina. São um casal de cachorros da raça yorkshire.
Nós estamos a procura deles e a princípio os policiais disseram que os assaltantes levaram o carro para a Vila Kennedy.. Quem puder nos ajudar compartilhando e divulgando para que possamos encontrar os nossos clientes Max e a Nina o mais rápido possível, ficaremos muito gratos!!!

Qualquer informação e notícias podem estar entrando em contato com a gente por aqui ou pelos números:
3292-1708
3402-5853

Engenhos e escravidão em Campo Grande

 

Em sua história, o Brasil passou por alguns chamados “ciclos” econômicos, baseados em produções e/ou extrações de um determinado produto, praticamente centralizando a base econômica do país. Boa parte dos historiadores costumam considerar  três grandes “ciclos” econômicos nacionais: cana-de-açúcar, mineração e café.
    A cana-de-açúcar foi o primeiro grande ciclo (por mais que alguns considerem a exploração do Pau-Brasil como pioneiro), centrada numa produção denominada plantation, possuindo as seguintes características: monocultura (cultivo baseado em um só produto), produção feita em latifúndios, voltada para o mercado externo e utilização de mão de obra escrava.
    Na região do Campo Grande, que se estendia além dos atuais limites do bairro, a produção de cana-de-açúcar também teve seu destaque. Com o desenvolvimento da lavoura canavieira na localidade, aproximadamente entre a segunda metade do século XVII e princípio do século XVIII, houve o crescimento e surgimento de fazendas e engenhos, com a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande chegando a apresentar, nesse período, 14 engenhos de açúcar, sendo o maior nos limites atuais do bairro.
    No ano de 1797, a composição espacial e populacional do bairro era a seguinte:
    Bairro de Campo Grande, ano 1797 – 14 engenhos; 357 fogos; população: 3.566; população livre: 1.562; população escrava: 2.004. Do total de escravos, 873 pertenciam a grandes proprietários. Com relação ao assunto, em Campo Grande viveu um poderoso Senhor de escravos e grande produtor de açúcar e aguardente, o Sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha, sendo o primeiro proprietário da Fazenda do Mendanha.
    É bom observar que fogos, como está citado acima, era o mesmo que família, domicílio, núcleo conjugal, casas de residência, vizinhança ou algo parecido.
    Já no ano de 1824, a estatística das pessoas residentes na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande era de 530 fogos e 5.200 pessoas. (Fonte: Livro da desobriga, livro n° 15 – Visitador Presbítero Secular Luiz Pereira Duarte; Padre Antônio Roiz do Valle).
   A seguir, uma lista de engenhos/fazendas na localidade de Campo Grande e adjacências.
 Engenho do Viegas
        ||          do Mendanha
        ||          da Mata da Paciência
        ||          do Cabuçu
        ||          do Lamarão
        ||          da Piraquara
        ||          de Bangu
        ||          do Retiro
        ||          de Juary
        ||          de Inhoaíba
        ||          das Capoeiras
        ||          dos Coqueiros
        ||          do Rio da Prata
        ||          do Guandu
        ||          de Palmares
        ||          do Campinho
        ||          do Tingui
    Nessa época, existia uma relação entre o Senhor de Engenho e o lavrador, conhecido como partidista. O partidista possuía uma obrigação de levar as canas para o engenho do Senhor, a “fábrica de açúcar”.  As famílias partidistas em Campo Grande representavam um número expressivo na população da região, ajudando em muito nas produções e exportações de açúcar, aguardente, feijão, arroz, café, entre outros. Segundo dados, habitavam na região do Campo Grande, à época, cerca de 210 famílias partidistas, com algumas  possuindo escravos, com cerca de 71,43% destas produzindo cana com até 3 escravos.
    É essencial lembrar que o termo “exportação” mencionado refere-se às vendas para outras freguesias, e não necessariamente para outros países.
    O partidista tinha uma relação talvez não tão distante dos meeiros e arrendatários no meio rural brasileiro atual, no qual o primeiro firma um acordo com o dono da terra, em que metade da produção fica com o proprietário, e outra metade com o tal meeiro, parceiro; já o arrendatário é aquele que paga uma espécie de aluguel para produzir em terras de outros proprietários.
    O número de escravos em cada engenho na região do Campo Grande variava, com alguns proprietários de terras possuindo 1 escravo, como Francisco de Almeida e sua mulher Francisca Tereza, no Engenho de Piraquara, enquanto Mariano Carneiro, proprietário do Engenho/Fazenda de Inhoaíba, possuindo 154 escravos. Alguns engenhos também se destacavam com número alto de escravos, como o do Rio da Prata, com 91; o do Cabuçu, com 112, e das Capoeiras, com 88. Além de escravos, esses engenhos/fazendas também eram compostos de pequenos proprietários, agregados, entre outros.
    Alguns ex-escravos tornaram-se proprietários de terra na região, com seus descendentes vindo a ser, consequentemente, proprietários de sítios e fazendas. Abaixo um registro sobre o assunto:
    Livro n°1 do Juiz de Paz de Campo Grande – Arquivo da cidade do Rio de Janeiro, Códice 45.3.4, página 208 v:
    “Doação que faz Pedro de Azevedo, preto forro de Nação e sua mulher Izabel Roza, preta forra de Nação, a Filizardo Alves Pinto – preto, de terras arrendadas na Fazenda do Guandu, no lugar chamado Quitungo, etc…”
    Observa-se ser destacada a questão da cor da pele das pessoas, somente quando eram negras, não ocorrendo quando eram brancas. Também fazia-se referência à condição de ex-escravo.
    No bairro de Inhoaíba, vizinho aos limites atuais do bairro de Campo Grande, existe um monumento a Preto Velho, inaugurado no aniversário dos 70 anos da libertação dos escravos, em 1958. Criado por Miguel Pastor, é considerado o primeiro monumento/homenagem em reconhecimento à simbologia da religião afro-brasileira, feito em espaço público.
     Foto. Fonte: Carlos Eduardo de Souza
Foto. Fonte: site As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro.
    A imagem homenageia Paizinho Quincas, Joaquim Manuel da Silva, escravo muito popular na região, devido a sua moral e conduta. Segundo fontes, viveu 109 anos, falecendo em 1963. O bairro de Campo Grande também possui um posto de gasolina, localizado na Estrada do Campinho, conhecido como Posto Preto Velho.
Fontes consultadas:
FRÓES, José Nazareth, GELABERT, Odaléa Ranauro. Rumo ao Campo Grande por trolhas e caminhos. Rio de Janeiro. 2004.
Revista do arquivo geral da cidade do RJ – A Zona Oeste colonial e os mapas de população de 1797.

 

Mais um, sogro mata genro e arranca mão por bater na filha

 

 

Mais um! O empresário Faisal Ibrahim Abdulrahman Younes de 49 anos, foi morto a golpes de facão pelo sogro, após ser flagrado batendo na mulher. Segundo as informações policiais, o suspeito, que ainda não foi localizado, ainda decepou a mão do agressor de mulheres.

O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira, (12), em Matupá, distante 696 km de Cuiabá. O homem teria discutido com a esposa que pediu para o pai ir buscá-la. Ela contou aos policiais que teve um desentimento com o marido após ir buscar o filho em casa, que estava com o empresário. Assim que chegaram, ele começou a agredir a filha na frente do pai, momento que ele pegou um facão e decepou a mão direita do genro, além de ter dado outros golpes na região da cabeça. A Polícia Civil investiga o crime.

Fonte: aonca

Neymar revela motivo de estar solteiro e fãs afirmam que foi indireta para Bruna Marquezine

 

Neymar revela motivo de estar solteiro e fãs afirmam que foi indireta para Bruna Marquezine

Foi só o atacante do PSG fazer uma declaração para os internautas logo desconfiarem dele.

Neymar fez uma postagem nesta sexta-feira (14), que acabou tendo grande repercussão, pois os fãs logo desconfiaram que ele estaria mandando uma indireta para Bruna Marquezine, com quem já namorou.

Apesar de já ter um bom tempo que terminaram, muitos internautas ainda seguem na torcida para que eles se acertem e voltem com o romance.

O jogador usou seu Stories no Instagram para confessar o motivo de ainda estar solteiro e até compartilhou um vídeo com a seguinte legenda: “Por que eu não namoro?”.

A resposta para este questionamento do craque foi uma música do Mumuzinho, na interpretação de Péricles, onde diz: “Mas deixa eu chorar, eu posso me virar sozinho. Eu sobrevivo sem carinho pra ninguém me machucar. Eu ando desacreditado, o amor passou e fez estrago. E o melhor é me fechar”.

O romance entre Neymar e Bruna Marquezine foi bastante conturbado, com idas e vindas, cobranças, rumores e a mídia de olho em cada passo do casal. Cada vez que se separavam, logo acabavam se tornando o assunto mais comentados nas redes sociais e isso repetia quando reatavam o romance.

Após Neymar compartilhar esta música, muitos internautas desconfiaram que ele prefere ficar sozinho para não se machucar porque gosta é da atriz. Um outro fã comentou: “Entendi! Ele que fez estrago na vida da Bruna”.

Teve outro internauta que ainda ironizou o jogador do PSG: “Tadinho do menino Ney… solitário em Paris”. E muitos deixaram mensagens dizendo que só mesmo a Bruna Marquezine para resolver este caso.

A vida do atleta também está complicada dentro de campo, ele ficou fora dos três últimos jogos do PSG, sentindo dores na costela. O técnico ainda não sabe se poderá escalar o jogador brasileiro para a partida contra o Dortmund.

O craque segue participando dos treinos, mesmo não sabendo se poderá entrar em campo na próxima terça-feira, dia 25, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões.

 

Idosa desaparecida em Campo Grande ê encontrada morta

Desde da quinta feira( 13) , a família da D. Regina estava em desespero a procura do seu paradeiro

Segundo familiares D. Regina desapareceu na estrada do campinho,  quando foi encontrar uma amiga

A sua foto foi postado nas redes sociais para ajudar a encontra-la

Porém,  na tarde dessa sexta feira, recebemos a informação de parentes e amigos que D. Regina foi encontrada morta

A familia abalada não quis entrar em detalhes,  mas agradeceu por ajudarem a compartilhar o sumiço da vítima

Mais detalhes em instantes em nosso site

Deus conforte a família e amigos de D. Regina

Morte de bebê de 8 meses por sarampo é a primeira no Rio em 20 anos

A primeira morte por sarampo confirmada no estado do Rio de Janeiro, em 20 anos, ocorreu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, região que registra o maior número de casos no estado. A vítima foi o bebê de 8 meses David Gabriel dos Santos, que vivia no abrigo Santa Bárbara, local que recebe crianças acauteladas em situação de vulnerabilidade social.

 

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), ele deu entrada no Hospital Geral de Nova Iguaçu no dia 22 de dezembro, com quadro de pneumonia, e faleceu no dia 6 de janeiro. A confirmação da doença foi feita em duas análises de amostras do sangue de David e divulgada na noite de ontem (13) pela SES.

De acordo com o secretário, Edmar Santos, este foi o primeiro óbito por sarampo no estado desde o ano 2000 e também a primeira morte do ano no Brasil: “Isso traz para a gente uma situação de bastante perplexidade, uma vez que é uma doença que tem como ser evitada. Basta que haja a vacinação, que está disponível em todos os postos. Há 20 anos a gente não tinha uma morte por sarampo no estado do Rio de Janeiro.”

A subsecretária de Vigilância em Saúde, Claudia Maria Braga de Melo, explicou que o bebê não foi vacinado: “À época, quando foi feita a vacinação de rotina nesse abrigo, a criança tinha menos de 6 meses de idade. Por isso ela não foi vacinada. Teve mais duas crianças e uma cuidadora que pegaram sarampo, mas já estão curadas.”

A secretaria está atuando no local e fará a vacinação de quem eventualmente não tenha sido imunizado.

Importância da vacinação contra o Sarampo

Edmar Santos fez um apelo para que toda a população compareça aos postos de vacinação para se imunizar contra a doença.

“A população de menor idade é justamente a mais vulnerável às complicações graves por sarampo e ao risco de vir a falecer pelo sarampo. Se todos forem se vacinar, a gente consegue criar uma rede de proteção para minimizar a circulação do vírus e proteger inclusive aqueles que eventualmente não podem se vacinar por alguma contra indicação.”

Ele também fez um apelo os pais e responsáveis para que não caiam na “armadilha das fake news sobre os riscos da vacina”. Segundo ele, se a população não for imunizada, o estado pode registrar 10 mil casos da doença este ano.

“O sarampo estava banido do estado. Em 2016 e 2017 não tivemos casos de sarampo. Éramos um país, um estado livre do sarampo. E o crescimento que a gente vem observando de 2018 até o início de 2020, já tivemos 189 casos só nos primeiros dois meses de 2020, mostra uma curva de subida que aponta que nós podemos ter no Rio de Janeiro este ano mais de 10 mil casos e, infelizmente, com outros óbitos que podem vir com esses 10 mil casos, a exemplo do que aconteceu com São Paulo.”

Em 2018 o Rio de Janeiro registrou 20 casos de sarampo e em 2019 foram 333. A campanha de vacinação contra o sarampo no estado começou no dia 13 de janeiro e vai até 13 de março, mas o secretário destaca que as doses estão disponíveis sempre nos postos. A meta é imunizar 3 milhões de pessoas, mas até o momento apenas 200 mil tomaram a vacina. Amanhã (15), os postos estarão abertos para acompanhar o Dia D da Campanha Nacional do Ministério da Saúde.

Público-alvo

Devem procurar os postos de vacinação todas as pessoas entre 6 meses e 59 anos que não tiverem sido imunizadas ou não tenham tido sarampo anteriormente. Para maiores de 29 anos, é necessária apenas uma dose. Crianças e jovens até 29 anos devem tomar duas doses. Caso a caderneta de vacinação da criança ou do adolescente não tenha o registro de duas vacinas para sarampo ou tríplice viral, a pessoa deve procurar o posto.

Não devem tomar a vacina quem estiver com suspeita de sarampo, tiver alguma doença que comprometa o sistema imunológico, gestantes e crianças com menos de seis meses.

Quem tiver alergia a proteínas do leite de vaca deve informar o profissional de saúde para receber uma dose feita sem esse componente.

Segundo o secretário, o calendário de vacina tradicional previa a imunização contra sarampo aos 12 meses, com reforço aos 15 meses. Porém, com o aumento do número de casos em bebês mais novos, a idade foi antecipada para 6 meses.

Santos confirmou também que está em investigação pela secretaria o relato de casos suspeitos de sarampo em uma creche em Botafogo, na zona sul do Rio.