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Idosos do programa Empregabilidade começam a trabalhar em eventos do Carnaval Rio 2020

Quinze idosos que se cadastraram no programa Empregabilidade, da Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos, trabalharam em dois eventos este fim de semana na orla carioca, um na Praia de Ipanema e outro no Leblon. Eles ficaram responsáveis por atender o público antes, durante e depois dos shows. Dona Ana Lucia Gonçalves, de 67 anos, terminou o domingo com a sensação de realização pessoal.

– Quando me cadastrei no programa da Prefeitura, não imaginava que seria chamada tão rápido. Foi um fim de semana maravilhoso, como há muito tempo não tinha – contou.

Até o carnaval, cem idosos que se inscreveram no Empregabilidade vão trabalhar, temporariamente, em eventos pela cidade e também no Sambódromo.

O secretário Felipe Michel esteve no evento de Ipanema e acompanhou a felicidade dos idosos.

– Ver esses idosos trabalharem me emocionou. Isso tem que ser muito divulgado, é o Rio de Janeiro valorizando a terceira idade, trazendo esse pessoal de volta para o mercado de trabalho. Isso é único – disse o secretário.

Ana Maria Braga está com câncer no pulmão

Na manhã desta segunda-feira, 26, Ana Maria Braga anunciou durante o “Mais você” que foi diagnosticada com um câncer no pulmão. Ela contou ainda que começou um tratamento de quimioterapia e imunoterpia no último dia 24.

Ana Maria explicou sua decisão de dividir com o público a notícia:

“Nestes 20 anos de Globo os diretores e vocês me permitiram ser a Ana Maria que sou, me permitiram ser quem sou na frente de todo mundo. E se é importante para mim, é importante para vocês também”.

A apresentadora já enfrentou a doença outras duas vezes, mas conseguiu se tratar com cirurgia e radioterapia. Dessa vez, nenhuma dessas opções era compatível com o tipo de turmor. Por isso, Ana Maria terá que passar um tratamento mais agressivo.

Em fevereiro, Ana Maria e Louro José irão tirar férias, que já estavam previstas, e retornarão depois do Carnaval.

Fátima Bernardes aproveitou o início do “Encontro”, exibido na sequência, para desejar sorte a amiga:

“Nós temos certeza de que você vai vencer esta etapa (…) Todo o tratamento vai resultar em algo muito positivo (…) Você é realmente uma inspiração pela verdade, pela coragem, pela franqueza com que trata o seu público”.

 

Alunos do CAp-Uerj são selecionados para universidade no Japão

Por Carolina Perez

Três alunos do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp-Uerj) foram selecionados para cursar a graduação na Universidade de Estudos Estrangeiros de Tóquio (Tokyo University of Foreign Studies – TUFS), a partir de abril deste ano. Após passarem por um rigoroso processo seletivo, Ariadne Jourdan Fayão, Matheus Motta de Moura e Aline de Carvalho Rego Monteiro foram aceitos na instituição asiática. Embora os estudantes tenham uma bolsa integral do governo japonês para o custeio durante os quatro anos da graduação, as altas despesas para a instalação no país eram uma preocupação dos pais. Por isso, o Governo do Estado, representado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), concederá, a cada um dos três alunos, uma bolsa-auxílio no valor de R$ 7 mil.

– Nossa participação nesse processo foi o pontapé inicial para que os jovens possam voar sozinhos e conquistar o que almejam. Parabenizo os alunos por essa conquista, que só demonstra a qualidade do ensino do CAp-Uerj, e o quanto eles são qualificados. Estamos na torcida para que tenham no Japão uma incrível experiência acadêmico-profissional – disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Rodrigues.

A parceria entre a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a TUFS tem cerca de 20 anos de existência. Inicialmente, apenas os graduandos de Letras / Português-Japonês eram beneficiados com o chamado intercâmbio “sanduíche”, quando o aluno tem a possibilidade de cursar algumas disciplinas no exterior. Desde 2015, o projeto foi estendido aos estudantes do terceiro ano no Ensino Médio do CAp-Uerj. Eles podem se candidatar ao vestibular especial para admissão à Tokyo University of Foreign Studies, que é voltada para estrangeiros. Com estes três estudantes admitidos recentemente, são dez o total de alunos brasileiros que foram do CAp-Uerj.

– O processo seletivo é composto por três entrevistas em inglês. Além disso, os alunos precisam ter notas altas ao longo do Ensino Médio e, ainda, redigir uma carta de intenções, também em inglês, dizendo quais foram as motivações que os levaram a querer estudar na TUFS. O próprio CAp-Uerj também emite uma carta de recomendação e, por fim, os estudantes precisam ter um certificado de proficiência na língua inglesa – explicou a coordenadora do Vestibular Especial e professora do setor de Japonês do Instituto de Letras da Uerj, Elisa Figueira de Souza Corrêa, que completou:

– Com esta graduação no Japão, os alunos se tornarão profissionais e, ao voltarem ao Brasil, terão uma formação internacional e, portanto, podem ter boas oportunidades de atuação no mercado de trabalho. Outro ponto que merece destaque é que os estudantes estão levando o nome do Brasil e do Rio de Janeiro para fora. Isso mostra que eles tiveram uma educação de excelência, uma vez que foram aprovados no processo seletivo – ressaltou Elisa.

Grandes expectativas com o Oriente

Morador do Complexo da Maré, Matheus de Moura, de 18 anos, conta que está bastante ansioso e acredita que a vivência de uma cultura diferente será uma oportunidade única.

– Soube da iniciativa através dos outros alunos do CAp que foram para o Japão nos anos anteriores. Isso despertou ainda mais o meu interesse porque eu já pretendia estudar algo ligado à área de humanas. Na TUFS, eu terei a chance de cursar essas disciplinas. Exatamente por morar em uma favela, a gente acha que não seria possível conseguir este tipo de coisa. Se seria difícil entrar em uma universidade no Brasil, que dirá no exterior? Por isso, estou muito feliz no sentido de ser uma conquista pessoal e, além disso, por saber que eu tive uma oportunidade, principalmente, de estudar no CAp, reconhecido por ter uma qualidade de ensino, que é público e plural – falou o jovem.

Quando recebeu a notícia de que havia sido selecionada para a graduação na TUFS, Aline Monteiro não acreditou. Surpresa com o próprio resultado, a estudante vai conseguir realizar o sonho de estudar fora do país.

– Sempre quis fazer algo voltado para a área de Relações Internacionais, mas sei que no Brasil é um mercado de trabalho um pouco difícil. Com isso, sempre quis estudar no exterior e vi neste projeto uma chance para colocar em prática meu desejo. Mas, ainda sim, me inscrevi de forma despretensiosa, com receio de não passar e por ter uma dificuldade em inglês. Sempre fui tentando, embora estivesse com medo – contou Aline, que tem 19 anos da idade.

Antes mesmo de ir para o Japão, o país já estava na vida de Ariadne Jourdan, de 18 anos, que começou a estudar o idioma sozinha. E, por conta disso, desde o nono ano do Ensino Fundamental, ela já estava focada em participar do processo seletivo para a universidade japonesa.

– Acho que esse período será bem interessante e já sei que quero trabalhar na área de línguas e literatura. Gosto muito da arte japonesa e ter esse contato bem de perto será incrível. No Japão há muitos museus e a arte é algo muito valorizado por eles – finalizou a jovem.

Obras no Museu Nacional começam em abril

Por Cristina Indio do Brasil 

As obras de restauração e reabilitação do conjunto paisagístico do Paço de São Cristóvão, onde, antes do incêndio em setembro de 2018, estava instalada a sede do Museu Nacional, vão começar em abril. Na primeira etapa será feita a recuperação dos ornatos, nas salas nobres do prédio histórico, antiga residência da família imperial. Ainda nessa etapa, serão restauradas as estátuas das musas, que ficam no alto do prédio.

A historiadora do Museu Nacional, Regina Dantas, disse à Agência Brasil que algumas delas já eram vistas desde a época de dom João VI, que pretendia imitar a construção do Palácio da Ajuda, em Portugal, com musas nos torreões. Depois o Paço recebeu mais algumas com dom Pedro I. Entretanto, foi com dom Pedro II, ao espalhar mais musas de ponta a ponta no alto do Paço, que a construção ficou com a configuração de hoje.

Ornatos da sala nobre do prédio do Museu Nacional – Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

“Elas têm uma representação de inspirar a criação artística e científica. Esse é o papel delas, por isso estão ali. Há deusas da história, da música, da comédia, da dança, da astronomia”, informou Regina Dantas.

Jardim das Princesas

Além disso, será feita a proteção dos elementos do Jardim das Princesas, como fontes de gnaisse e guirlandas em alto-relevo, bancos e tronos, mosaicos de conchas e fragmentos de louças. Era naquele lugar, ao lado do Paço, que crianças da corte imperial costumavam brincar e até estudar. O valor histórico do espaço é contado também pelas visitas de importantes pesquisadores, como Einstein, que chegou a plantar uma muda de pau-brasil no local. “Era um espaço privativo da família. Esse jardinzinho era da família, porque o jardim mesmo da família era a Quinta da Boa Vista inteira, que ia além do [estádio] Maracanã atual. Era muito grande”, destacou.

“As louças imperiais eram quebradas e as crianças quebravam mais ainda e colavam, usando a técnica italiana de mosaico para decorar sofá, poltroninhas todas enfeitadas com caquinhos de louças do Império. Dom Pedro II brincava lá quando pequeno e tinha um espaço como um caramanchão, onde estudava e as irmãs brincavam. Depois quando ele cresceu fez um troninho. Isso está preservado porque está afastado do Paço. O que está gasto é pela questão do tempo e sem uma restauração devida”, acrescentou.

Paço

A recuperação do prédio do Paço de São Cristóvão será a etapa seguinte. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, disse que houve atraso no projeto, mas estimou que as obras comecem até o fim do primeiro semestre. “Se a gente conseguir o dinheiro. Se houver verba. [Essa é] uma coisa que a gente está preocupado”, afirmou Kellner.

Laboratórios

Outra frente de obras do museu é para a construção de seis pavilhões, onde vão funcionar laboratórios, em um terreno de 44 mil m², vizinho à Quinta da Boa Vista, que abriga o museu. O terreno foi cedido pelo governo federal à Universidade Federal do Rio de Janeiro, que conseguiu, com o apoio da bancada do estado no Congresso, a aprovação de uma emenda de R$ 55 milhões para garantir recursos necessários à infraestrutura da área, obras que já começaram. A previsão é de que, nos próximos meses, a administração do museu possa se mudar para as novas instalações. “Os laboratórios ainda não estarão concluídos, mas estamos atuando para que haja o processo licitatório e tudo aconteça. Tem um rito que é demorado, dentro desse contexto a gente espera, ainda este ano, estar lá”.

Salão interno do prédio da sede do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista – Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

No local vão funcionar todos os laboratórios do museu e os espaços destinados às novas coleções de acervo. “São seis pavilhões, com mais de 20 laboratórios. O material de resgate que está sendo trabalhado em um anexo ao prédio do museu vai ser levado para lá. O Museu Nacional são três pontos: o ensino, a pesquisa e a extensão vinculada a ele. Vamos poder voltar a fazer pesquisa de forma condizente assim que tivermos esses laboratórios”, informou.

“A gente vai voltar à normalidade institucional, onde vai ter tranquilidade para fazer as nossas pesquisas, que são imprescindíveis ao país. Lembre-se que, entre outras coisas, a gente atua em diversidade, em questões de extinção, etnográficas, vários assuntos que hoje a gente está fazendo de forma precária”.

Kellnner disse ainda que a instituição recebeu várias promessas de doações para compor o acervo, mas que ainda não foram entregues porque não tem lugar para guardar. “Assim que tiver condição vamos receber. São peças da cultura africana, biológicas, de paleontologia e etnográficas de instituições do Brasil”,

O diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner – Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

Para o bioarqueólogo do Museu Nacional, Murilo Bastos, após o incêndio a construção desses laboratórios vai ser fundamental para a continuidade do trabalho de pesquisas da instituição. “Com a reconfiguração do museu e pesando que teve o incêndio, ele vai ser fundamental para toda a pesquisa e a parte de salas de aula,, porque o museu também é aula, educação e pesquisa. Esse outro prédio vai ser fundamental para que a gente possa, de fato, trabalhar em uma parte que não é tão conhecida pelo público”, afirmou Bastos..

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DESCANSE EM PAZ… PRA SEMPRE KOBE BRYANT!! R.I.P

Por Rodrigo Mello

Kobe e o basquete
Pra minha sorte, comecei a me encantar pelo esporte da cesta bem jovem. No colégio havia um joguinho, o “Basquetinho”, que imitava o original. Estamos falando na primeira metade de década de 80.
Logo entrei para uma escolinha. Ao mesmo tempo, fazia futebol e vôlei.
Com o gênio Luciano do Vale, em 1988 veio a NBA. Ai, amigo.. ferrou.
Vi os monstros, Magic Johnson, Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird, Michael Jordan, Isiah Thomas, Kevin McHale, Hakeem Olajuwon, Karl Malone, Clyde Drexler….
Ia sozinho para uma quadra, igual um débil mental, ficar arremessando bolas.
Após a aposentadoria da grande maioria dos meus primeiros ídolos, veio a geração Shaquille O’Neal e também a de Kobe Bryant.
Não sou um especialista em basquete. Apenas um ardoroso fã. Entendo um pouquinho. Falo nesta condição: Kobe foi o que mais se aproximou de Jordan. Com um diferencial. Ele tinha o sorriso e o carisma de Magic.
No seu último jogo, com um time de novatos do Lakers, e jogando solto, fez simplesmente 60 pontos. Bati palmas de pé, numa madrugada emocionante, na sala da minha casa.
Cheguei a escrever aqui, parece um pesadelo.
O basquete ficou muito mais triste neste domingo (26).
Rip Kobe

Como se cadastrar no alerta da Defesa Civil

Enchentes, deslizamentos, desabamento de grandes estruturas, grandes incêndios, tremores de terra e furacões podem, em questão de instantes, afetar grandes áreas. Esses desastres geralmente causam muita destruição, mortes e possibilidade de doenças, já que influenciam na qualidade da água, na estrutura de saneamento básico e no acesso a itens essenciais de cuidado pessoal, remédios e alimentos. A Defesa Civil Nacional, subordinada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), criou um sistema de alerta que funciona via SMS – as mensagens de texto que recebemos por celular que não necessitam de conexão à internet – que é acionado sempre que há possibilidade de desastre.

A iniciativa foi inspirada em um sistema similar criado pelo Japão em 2007. Diferente do Brasil, o Japão é afetado constamentente por desastres naturais, como terremotos, furacões e tsunamis. No Brasil, o projeto-piloto havia sido implementado em 20 municípios do estado de Santa Catarina, onde cerca de 500 mil pessoas testaram a novidade.

De acordo com a secretaria Nacional de Defesa Civil, mais de 6 milhões de brasileiros já fizeram o cadastro. Mas você sabe como participar dessa rede de proteção oferecida pela Defesa Civil? A Agência Brasil explica.

O cadastro

Fazer parte da rede de avisos da Defesa Nacional é bem simples. Veja:

O serviço é totalmente gratuito, e cada número de celular pode cadastrar diversos CEPs para receber alertas no mesmo aparelho. Sair do sistema é bem simples: basta mandar uma mensagem com o CEP para o mesmo número do cadastro (40199).

Como agir em situações de desastres

Caso a Defesa Civil considere que há risco iminente para a região, você receberá uma mensagem de alerta sobre o que pode ocorrer. A Defesa Civil adota um protocolo diferente para cada situação de risco. “O alerta permite ações antecipadas de autoproteção, de proteção da comunidade e para que o poder público se posicione oportunamente para o socorro”, afirma Alexandre Lucas, secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil.

As orientações básicas de como lidar com a situação de risco também são informadas via SMS. Em alguns estados, como Santa Catarina, o serviço da Defesa Civil também informa a situação das marés – no caso de cidades litorâneas – e a previsão da intensidade das chuvas.

O secretário também destacou que é importante espalhar a mensagem adiante, para que a informação chegue ao maior número de pessoas no menor tempo possível. “As pessoas recebem por SMS, mas podem replicar nas redes sociais. A gente precisa que toda a população saiba, no tempo mais oportuno, o que está acontecendo”.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Pulseira de identificação garante segurança a crianças (e pais) na praia

Protetor solar, guarda-sol, cadeira, toalha e… pulseirinha de identificação: um item indispensável para quem costuma levar crianças para o banho de mar. Na orla carioca, o Grupamento Especial de Praia e Marítimo (GPM) da Guarda Municipal – que está completando 20 anos – é o responsável pela distribuição do acessório durante o ano inteiro. Mas é nas férias de verão que aumenta a procura pelo serviço.

Em 2019, foram 158 casos de crianças perdidas com pais localizados na orla. De acordo com o comandante do GPM da Zona Sul, inspetor Jorge Luiz Guedes, quando elas estão com pulseirinha, é mais fácil encontrar os responsáveis:

– O pai que se preocupa em colocar a pulseira no filho geralmente é mais atento. E, se a criança se perde, o tempo de localização da família é menor, de 20 a 30 minutos. Se o responsável não é encontrado, a criança é levada para registro em delegacia e, depois, para o Conselho Tutelar.

Acessório tem o nome e o telefone de contato dos responsáveis

A pulseira, que nos últimos anos foi aperfeiçoada e resiste a muitos mergulhos, traz o nome e a idade da criança, além do nome e do telefone dos responsáveis. Durante todo o ano, ela fica disponível nas tendas operacionais da Guarda na orla e, no verdão, as patrulhas que apoiam a operação na praia também oferecem o serviço.

– Enquanto a criança recebe a pulseira, os guardas orientam os pais. Caso ela fique perdida, vão saber onde buscar ajuda – diz Guedes.

Criada em 2000 como Grupamento Especial de Praia, para atuar na orla da Zona Sul, a unidade estendeu suas atividades para a orla da Zona Oeste, em 2011. O antigo GEP foi rebatizado como Grupamento Especial de Praia e Marítimo devido à ampliação de suas atividades, passando a integrar também operações costeiras, que acontecem desde 2019 numa parceria entre a Prefeitura do Rio e a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro.

Atendente, Eletrotécnico – R$ 2.386,54 – Disponibilidade para escala 6×1, ser proativo – Rio de Janeiro

Atendente: Benefícios: Vale Transporte Refeição no Local Cesta Básica Seguro de Vida em Grupo Horário de Expediente: Disponibilidade para trabalhar de segunda à sábado. Horário irá combinar na loja , trabalha somente 6 horas por dia Salário: R$ 900,00 Informações Adicionais: necessário ter o laudo médico dizendo a deficiência e o número do E-mail para currículos: vagasandreacompan@gmail.com (somente corpo do e-mail), COLOCAR NO ASSUNTO: VAGA PCD

SUPERMERCADOS UNIDOS P/ VAGAS REPOSITOR, AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, AJUDANTE DE AÇOUGUE, CAIXA, LOCUTOR – COM E SEM EXPERIÊNCIA – RIO DE JANEIRO

O Supermercados Unidos tem 15 associados e 34 lojas espalhadas pelo estado do Rio de Janeiro! “De mãos dadas por você!” A REDE UNIDOS “SUPERMERCADOS UNIDOS”, nasceu em 2003, fruto da união de quatro grandes amigos, empreendedores, eficientes, dinâmicos, alicerçados por uma estrutura profissional competente. Logo, não tardaram a vivenciar o sabor das primeiras vitórias, já contando com os novos parceiros. Supermercados Unidos está aceitando curriculos para os seguintes cargos: repositor, ajudante de

açougue, Operadora de Caixa, Op de loja, locutor. Requisitos: ensino médio completo. Local: Rio de Janeiro, RJ. Os interessados em trabalhar nos Supermercados Unidos devem enviar curriculo para: selecao@belot.com.br e  rhsantana@supermercadosunidos.com.br  ou entregar curriculo pessoalmente no supermercado ou candidatar-se aqui

Mulher é encontrada morta em terreno baldio com 55 facadas

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Uma mulher foi encontrada morta com 55 lesões de faca em um terreno baldio em Candeias, Jaboatão dos Guararapes, nesta quarta-feira (22). Identificada como Leia Heloisa Martins Silva de Andrade, 18 anos, ela foi encontrada em um local de difícil acesso, junto a uma bolsa e uma camisa manchada de sangue.

Segundo o Instituto de Criminalística (IC), as lesões podem ter sido provocadas por uma faca pequena, como uma faca de cozinha, e estavam muito próximas, o que pode indicar que o agressor realizou movmentos repetitivos. Os cortes atingiram várias partes do corpo.
Ainda não se sabe o que pode ter motivado o crime. De acordo com a polícia, Leia Heloisa era usuária de drogas, mas não há um indicativo de que a morte tenha relação com isso. Dentro da bolsa que estava ao lado do cadáver, foram encontrados alguns pertences dela. Tanto a bolsa quanto a camisa passarão por perícia.
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