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IDENTIFICADAS AS VITIMAS DE EXECUÇÃO A CAMINHO DO TRABALHO NA AVENIDA BRASIL

 

 

 

Na manhã desta segunda-feira (23), uma cena de horror chocou motoristas e moradores que trafegavam pela Avenida Brasil, na pista lateral, na altura de Bangu. Três trabalhadores foram alvejados dentro de um carro que seguia rumo ao Ceasa, em Irajá. Duas das vítimas morreram no local. A terceira segue internada em estado grave. Segundo investigações preliminares, eles teriam sido confundidos com milicianos.

As vítimas fatais foram identificadas como Davi da Silva Castelo, de 45 anos, e Yago Lopes, de 31 anos. Ambos moravam no bairro do Catiri, na Zona Oeste do Rio, e eram trabalhadores conhecidos por colegas e vizinhos. Davi era gerente de uma loja no Ceasa e dirigia o veículo no momento do ataque. Yago, por sua vez, morreu segurando as quentinhas que levaria para os colegas de trabalho — um detalhe que revoltou a comunidade e familiares.

De acordo com testemunhas, os disparos vieram de criminosos fortemente armados que interceptaram o veículo na altura de Bangu. A linha de investigação aponta para um caso de confusão por parte de criminosos que teriam acreditado se tratar de integrantes de uma milícia rival. No entanto, as três vítimas não possuíam qualquer ligação com o crime organizado.

O terceiro ocupante do veículo, identificado como Charles Queiroz, foi baleado e socorrido com vida. Ele está internado no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Charles trabalhava como porteiro no Centro do Rio e, segundo testemunhas, desceria na estação de metrô Coelho Neto para seguir ao trabalho. Seu estado de saúde é considerado grave, mas estável.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) esteve no local realizando perícia e recolhendo imagens de câmeras de segurança da região. Familiares e colegas das vítimas também prestaram depoimento. Um parente de Davi declarou, emocionado: “Eles só queriam trabalhar. Saíam cedo, enfrentavam ônibus lotado, trânsito… e agora isso. Uma covardia sem tamanho”.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o veículo crivado de balas e os corpos das vítimas ainda dentro do carro. O caso gerou grande comoção e revolta entre moradores do Catiri e trabalhadores do Ceasa, que prestaram homenagens nas redes sociais.

A principal linha de investigação considera que o ataque tenha sido motivado por guerra entre facções criminosas na região. A polícia ainda não confirma oficialmente essa hipótese, mas trabalha com informações que indicam um possível erro de reconhecimento por parte dos criminosos.

A Secretaria de Segurança Pública informou que reforçará o policiamento nas vias expressas da Zona Oeste e que está empenhada na identificação dos autores do crime.

Enquanto isso, famílias choram a perda de trabalhadores inocentes, vítimas de uma guerra que transforma cidadãos comuns em alvos. A cidade, mais uma vez, amanheceu com sangue de inocentes derramado no asfalto.

URGENTE!! PUXADOR DE GUERRAS É PRESO PELA POLÍCIA NO RIO

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nas primeiras horas desta segunda-feira (23), o traficante conhecido como “Pulgão”, um ex-policial civil acusado de liderar ações criminosas do Comando Vermelho (CV) na região de Jardim Bangu, na Zona Oeste da capital. A prisão representa um importante golpe contra os planos da facção de expandir sua atuação no território.

Segundo informações obtidas pela investigação, Pulgão vinha aterrorizando os moradores locais com ameaças, extorsões e ações armadas nas comunidades. O principal objetivo do criminoso seria tomar o controle das áreas do Catiri e Jardim Bangu, regiões estratégicas para o tráfico de drogas, com o intuito de estabelecer domínio absoluto e explorar financeiramente o território.

As investigações apontam que, apesar de ter sido expulso da Polícia Civil, Pulgão utilizava sua experiência na corporação para agir com inteligência, evitando operações policiais e orientando comparsas sobre os melhores horários e rotas de fuga. Ele também teria atuado como elo entre criminosos locais e lideranças do Comando Vermelho fora do estado.

A prisão aconteceu após semanas de monitoramento da movimentação do criminoso, que vinha sendo procurado há meses. Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) contaram com apoio do setor de inteligência da Polícia Civil para localizar o esconderijo de Pulgão, que não ofereceu resistência no momento da abordagem.

Moradores da região comemoraram a prisão, muitos relatando que viviam sob constante tensão. “Ele mandava recado, fazia ameaças. Quem não colaborasse com o tráfico era jurado de morte”, contou um morador que preferiu não se identificar.

A Polícia Civil agora investiga outros ex-policiais que possam estar colaborando com o tráfico na Zona Oeste, bem como a estrutura que sustentava as ações de Pulgão em Jardim Bangu. A expectativa é que, com a prisão do ex-agente, a atuação do CV na área sofra um duro enfraquecimento.

O caso segue sob investigação. Mais informações serão divulgadas conforme o avanço das apurações.

NETANYAHU DIZ SABER ONDE ESTÁ URÂNIO ENRIQUECIDO DO IRÃ E ALERTA PARA RISCO NUCLEAR

 

 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma declaração alarmante nesta segunda-feira (23), afirmando que seu governo sabe exatamente onde estão cerca de 400 kg de urânio enriquecido a 60% pertencentes ao Irã. Segundo ele, Israel possui “informações interessantes” e acompanha o paradeiro do material “muito de perto”, mas optou por não divulgar os detalhes por razões de segurança nacional.

A declaração, divulgada pela agência Reuters e repercutida por diversos veículos internacionais, ocorre em meio a um período de crescente tensão no Oriente Médio, com ataques recentes a instalações nucleares iranianas, atribuídos a operações conjuntas de Israel e Estados Unidos no contexto da “Operation Rising Lion”.

O que significa urânio enriquecido a 60%?

Urânio enriquecido a 60% de pureza representa um estágio avançado no caminho para a produção de armas nucleares, já que o nível exigido para uso militar é de 90%. Segundo dados da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA), até maio deste ano o Irã possuía aproximadamente 409 kg desse material, o suficiente — após mais refinamento — para produzir várias ogivas nucleares.

Por que Netanyahu está falando disso agora?

De acordo com o premiê, a revelação busca justificar os recentes ataques contra alvos iranianos e reforçar a necessidade de impedir que Teerã avance rumo à obtenção de armas atômicas. Para Netanyahu, a ameaça é concreta e iminente. A afirmação também fortalece sua narrativa de que Israel atua preventivamente diante do que considera um risco existencial.

“Sabemos onde está. Estamos atentos. E faremos o que for necessário para proteger nosso povo”, declarou.

Consequências internacionais

A afirmação de Netanyahu reacende o debate sobre segurança global, a eficácia dos acordos de não proliferação e o papel das potências ocidentais frente ao programa nuclear iraniano. Embora os EUA tenham manifestado apoio a ações para conter o avanço do Irã, especialistas alertam que ações militares unilaterais podem escalar o conflito na região.

Resumo

  • Declaração confirmada pela imprensa internacional.
  • ⚠️ 400 kg de urânio a 60% é suficiente para múltiplas armas nucleares, com mais enriquecimento.
  • 🔍 Israel afirma saber o paradeiro, mas mantém os detalhes em sigilo.

A tensão no Oriente Médio continua subindo — e com ela, o temor de um novo confronto envolvendo armamentos de destruição em massa.

 

( URGENTE) MINISTRO DO IRÃ VAI À RÚSSIA E PEDE APOIO DE PUTIN CONTRA OS EUA

 

Em um movimento que pode acirrar ainda mais as tensões no cenário internacional, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, chegou a Moscou neste domingo (22) para uma reunião de emergência com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. O objetivo declarado da visita: convencer o Kremlin a se posicionar militarmente ao lado do Irã na guerra contra os Estados Unidos.

A visita ocorre em meio a uma escalada sem precedentes nas hostilidades entre Teerã e Washington, após recentes ataques às instalações nucleares iranianas, atribuídos aos EUA e a Israel. A destruição parcial de um reator nuclear provocou indignação no governo iraniano, que agora busca reforçar alianças estratégicas para responder à ofensiva.

Segundo fontes diplomáticas iranianas, Araghchi levará a Putin um pedido formal de apoio militar, além de propostas de cooperação energética e econômica como forma de estreitar os laços entre os dois países. Fontes próximas ao Kremlin confirmaram que a reunião acontecerá em caráter sigiloso, e que a Rússia está avaliando os impactos políticos e econômicos de um eventual envolvimento direto no conflito.

“A República Islâmica entende que a agressão dos Estados Unidos ultrapassou todos os limites do direito internacional. Esperamos que a Rússia, como potência responsável e aliada histórica, reconheça a gravidade do momento”, disse Araghchi, ao desembarcar no Aeroporto Internacional Sheremetyevo, em Moscou.

O Irã já conta com o apoio de grupos armados no Iraque, no Líbano e no Iêmen, mas a entrada da Rússia no conflito representaria uma mudança radical na balança geopolítica do Oriente Médio — com potencial de desencadear uma guerra de grandes proporções, envolvendo potências nucleares.

Especialistas internacionais alertam que qualquer apoio militar formal da Rússia ao Irã poderá levar o mundo a um confronto direto entre as superpotências, relembrando os piores momentos da Guerra Fria. A OTAN também monitora de perto os desdobramentos da viagem de Araghchi, temendo que o envolvimento russo possa provocar reações em cadeia entre os países-membros da aliança.

Até o momento, o Kremlin não emitiu nota oficial sobre o encontro. A comunidade internacional aguarda com expectativa e apreensão os resultados dessa reunião, que pode definir os rumos de uma guerra com impacto global.

A escalada diplomática continua. O mundo observa. E a paz, mais uma vez, parece estar por um fio.

 

( Urgente) Buscas por Brasileira Desaparecida em Vulcão na Indonésia São Suspensas

 

 

As buscas pela brasileira Juliana Marins, que desapareceu após cair durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, foram oficialmente suspensas neste domingo (22). A triste notícia foi divulgada por Mariana Marins, irmã da jovem, que acompanha toda a mobilização diretamente do Brasil.

Juliana, uma amante da natureza e de esportes radicais, fazia uma trilha no Monte Rinjani — um dos destinos mais procurados por aventureiros na Ásia — quando, segundo informações iniciais, sofreu uma queda em uma região de difícil acesso, cercada por mata densa e rochas íngremes. O acidente ocorreu no início da semana, e desde então autoridades locais, com apoio de voluntários, estavam empenhadas nas buscas.

No entanto, fortes chuvas, neblina intensa e risco de novos deslizamentos obrigaram as equipes a interromperem as operações de resgate. “Infelizmente, fomos informados que as buscas estão suspensas por causa das condições climáticas. Estamos devastados”, escreveu Mariana nas redes sociais.

O caso mobilizou internautas e grupos de apoio no Brasil e no exterior, com campanhas pedindo reforço nas buscas e apoio do governo brasileiro. Segundo familiares, o Itamaraty tem acompanhado o caso, mas até o momento não houve envio de equipe especializada para auxiliar nas operações locais.

O vulcão Rinjani, localizado na ilha de Lombok, é o segundo mais alto da Indonésia, com mais de 3.700 metros de altitude. Apesar de sua beleza natural, o local é conhecido pelos riscos envolvidos em suas trilhas, principalmente durante a temporada de chuvas, que vai de novembro a março — embora o clima instável também afete outras épocas do ano.

Juliana estava em viagem pela Ásia há dois meses e compartilhava suas aventuras nas redes sociais, onde acumulava milhares de seguidores. Seu desaparecimento gerou comoção entre amigos, familiares e desconhecidos, que ainda nutrem a esperança de um desfecho positivo.

“Não vamos perder a fé. Enquanto houver esperança, vamos lutar por ela”, escreveu um amigo próximo em uma publicação de apoio.

Até o momento, não há previsão de retomada das buscas. A família aguarda novos posicionamentos das autoridades locais e segue apelando por ajuda internacional para continuar a procurar por Juliana.

A história da jovem brasileira desaparecida no coração de um dos cenários mais deslumbrantes da Indonésia serve como alerta sobre os riscos de aventuras em locais remotos — e sobre a importância de um suporte internacional rápido em casos de emergência.

 

Traficantes do TCP entram em confronto com eles mesmo em comunidades do Rio

 

 

Em um episódio que expõe as tensões internas da facção Terceiro Comando Puro (TCP), criminosos das comunidades do Dendê e do Boogie Woogie (também conhecida como BW), ambas localizadas na Ilha do Governador, entraram em confronto armado na noite deste sábado (21).

Segundo relatos de moradores, o intenso tiroteio assustou toda a região e expôs uma crise dentro da própria facção, que até então mantinha domínio unificado sobre as duas comunidades. O tiroteio seria reflexo direto do clima de tensão entre dois dos principais chefes do TCP na Ilha: Neves, também conhecido como Dançarino, responsável pelo controle do Dendê, e Neguinho, também chamado de Sistema, liderança do Boogie Woogie.

Testemunhas relataram que os disparos começaram por volta das 22h e duraram cerca de 20 minutos. “Foi tiro pra tudo que é lado. Parecia guerra. E o pior é que é tudo gente da mesma facção brigando entre si”, contou um morador que preferiu não se identificar por medo de represálias.

Apesar de pertencerem ao mesmo grupo criminoso, os dois líderes locais estariam se desentendendo há semanas. Fontes ligadas à segurança pública apontam que a disputa gira em torno de controle de pontos de venda de drogas, repasses de lucros e desobediência de ordens superiores. Há também suspeitas de traição interna e movimentações para tentar tomar territórios rivais.

O confronto entre grupos da mesma facção chama atenção até mesmo das autoridades. “Quando uma facção entra em conflito interno, a situação se torna ainda mais imprevisível. Isso tende a gerar mais violência e colocar em risco ainda maior os moradores dessas áreas”, disse um agente da Polícia Civil sob anonimato.

Apesar da intensa troca de tiros, até o momento não há registro oficial de feridos ou mortos. A PM realizou patrulhamento na região durante a madrugada, mas, como é comum nesse tipo de situação, os criminosos já haviam se dispersado antes da chegada das viaturas.

Moradores relatam que o clima segue tenso nas duas comunidades e temem novos confrontos. “A gente não sabe o que pode acontecer a qualquer momento. Eles são do mesmo grupo e estão se matando. Imagina se fossem de facções diferentes?”, disse uma moradora do Dendê.

Enquanto a guerra interna se intensifica, a população da Ilha do Governador vive mais uma vez o terror causado pela guerra do tráfico — agora, travada entre aliados que se tornaram inimigos.

 

GOVERNO FEDERAL CONDENA COM VEEMÊNCIA ATAQUES DE EUA E ISRAEL AO IRÃ: “GRAVE VIOLAÇÃO INTERNACIONAL”

 

Neste domingo, 22 de junho de 2025, o governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), divulgou uma nota oficial condenando com veemência os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra instalações nucleares iranianas. A nota classifica a ofensiva como uma flagrante violação da soberania do Irã e do direito internacional, mencionando inclusive a Carta das Nações Unidas e as normas estabelecidas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

A posição do Brasil surge em meio à crescente tensão no Oriente Médio, após o bombardeio de locais estratégicos iranianos — incluindo as usinas nucleares de Natanz, Fordow e Isfahan — em uma ação anunciada na noite anterior pelos EUA. A resposta brasileira reforça o compromisso histórico do país com o uso exclusivamente pacífico da energia nuclear.

“O governo brasileiro expressa grave preocupação com a escalada militar no Oriente Médio e alerta para os riscos de um conflito ainda mais amplo na região”, diz a nota, publicada no site oficial do Itamaraty e repercutida por diversos veículos de imprensa (fonte: cnnbrasil.com.br).

Outro ponto de destaque na nota é o alerta sobre o risco de contaminação radioativa que ataques a instalações nucleares podem causar, ameaçando diretamente a vida de milhares de civis no entorno das regiões atingidas, além de impactar o meio ambiente regional e global (fonte: terra.com.br).

O Itamaraty também rechaçou firmemente qualquer forma de proliferação nuclear, reforçando o posicionamento histórico do Brasil em defesa do regime internacional de não proliferação e reiterando que não há solução militar para conflitos dessa natureza. O documento encerra cobrando uma saída diplomática imediata, advertindo que a continuidade da violência pode comprometer seriamente a paz e a estabilidade internacional.

Em paralelo, o ministro da Agricultura, Paulo Teixeira, também se manifestou publicamente contra a ofensiva. Segundo ele, o ataque “feriu claramente o direito internacional” e foi realizado sem o aval do Congresso norte-americano, o que amplia a gravidade da situação do ponto de vista legal e institucional (fonte: cnnbrasil.com.br).

RESUMO GERAL:

Data Ato Envolvidos Posição do Brasil
21 jun 2025 Ataque às instalações nucleares no Irã EUA e Israel Condenado “com veemência”; violação da soberania e do direito internacional
22 jun 2025 Nota do Itamaraty Governo brasileiro Preocupação, repúdio ao ataque, defesa da diplomacia e do uso pacífico do nuclear

A crise segue em curso, com possíveis repercussões diplomáticas e econômicas em escala global.

URGENTE: IRÃ APROVA FECHAMENTO DO ESTREITO DE ORMUZ E AMEAÇA O ABASTECIMENTO MUNDIAL DE PETRÓLEO

 

Em uma decisão que promete estremecer os pilares do comércio global, o Parlamento do Irã aprovou nesta manhã uma medida radical e histórica: o fechamento do Estreito de Ormuz, um dos corredores marítimos mais estratégicos do planeta. Essa movimentação representa um duro golpe para a economia mundial, especialmente no que se refere ao fornecimento de petróleo e gás natural.

O Estreito de Ormuz é uma faixa de mar com aproximadamente 50 km de largura, situada entre o Irã e Omã, que serve como passagem obrigatória para cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo. Diariamente, mais de 20 milhões de barris de petróleo passam por ali, provenientes principalmente da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Iraque e do próprio Irã.

A medida do governo iraniano, aprovada por ampla maioria no parlamento, é considerada uma resposta direta às recentes sanções impostas por países ocidentais, especialmente os Estados Unidos, além da escalada de tensões militares na região do Golfo Pérsico. O Irã alega estar se defendendo de agressões econômicas e militares e afirma que o fechamento do estreito é um ato de soberania e legítima defesa.

Impactos globais imediatos

A decisão iraniana provocou uma reação instantânea nos mercados internacionais. O preço do barril de petróleo disparou, com o tipo Brent ultrapassando os US$ 110 nas primeiras horas após o anúncio. Bolsas de valores em Tóquio, Londres e Nova York também registraram quedas expressivas, com o setor de transporte, aviação e logística sendo duramente afetado.

Especialistas alertam que, se a interrupção se mantiver por mais de 72 horas, o impacto será sentido nos postos de combustíveis de diversos países, incluindo o Brasil. O risco de desabastecimento pode levar ao racionamento e aumento nos preços dos combustíveis e da energia, além de influenciar diretamente os custos do transporte e alimentos.

Ameaça ao capitalismo?

Mais do que uma crise energética, analistas apontam que o fechamento do Estreito de Ormuz pode desencadear uma crise sistêmica no modelo capitalista global, baseado na circulação constante de energia, mercadorias e capitais. Países dependentes do petróleo do Oriente Médio, como Japão, Coreia do Sul, Índia e a maioria da Europa, já estudam planos de contingência.

Enquanto isso, os EUA e aliados ocidentais se reúnem de forma emergencial na OTAN para discutir possíveis respostas diplomáticas — e até militares — à decisão iraniana. Fontes de Washington indicam que ações militares para garantir a reabertura da passagem não estão descartadas.

A situação é extremamente delicada e pode ser o início de um conflito regional com repercussões globais, afetando diretamente o equilíbrio político e econômico do século XXI.

Acompanhe nossa cobertura em tempo real para mais atualizações sobre esse evento que pode mudar o rumo da história.

IDENTIFICADOS TRAFICANTES MORTOS EM GUARATIBA NUMA OPERAÇÃO DO BOPE

 Após uma intensa operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE)  neste sábado no Largo do Correia em Guaratiba, que resultou na morte de três criminosos envolvidos em uma tentativa de invasão ao Largo do Correia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Foram identificados três dos mortos como Dilan, que na foto está com a camisa do Vasco da Gama, e Kauan ( em preto e branco na foto) ambos oriundos da comunidade das Casinhas, no bairro do Tinguí, em Campo Grande. Segundo informações, os dois deixaram o Tinguí há algum tempo e se aliaram ao grupo criminoso liderado por RD, ex-miliciano que atualmente comanda uma das frentes do tráfico na Zona Oeste do Rio de Janeiro

 

O objetivo dos criminosos era tomar o controle do Largo do Correia, atualmente sob domínio de rivais. A ação criminosa teve início na manhã de sábado (21), quando um grupo armado invadiu a comunidade em confronto direto com facções adversárias. No entanto, a tentativa de ocupação foi frustrada com a chegada do BOPE, que já monitorava os movimentos do grupo.

Durante o confronto com as forças especiais, Dilan e Kauan foram abatidos. Ambos estavam fortemente armados e resistiram à prisão. A operação seguiu pela madrugada com varreduras em diversos pontos do Largo do Correia e comunidades vizinhas.

Outro morto na operação foi identificado como Douglas, conhecido pelo apelido de “DG”. Ex-morador do próprio Largo do Correia, DG teria desempenhado papel estratégico na invasão. De acordo com fontes da segurança pública, ele liderava a frente do grupo armado devido ao seu conhecimento profundo da comunidade.

DG já havia sido preso anteriormente e expulso da região por milicianos, o que não o impediu de retornar agora como integrante do grupo do ex-miliciano RD. “Ele foi o cabeça da invasão, sabia cada beco e rua, facilitando a movimentação dos bandidos”, disse uma fonte ligada à segurança da área.

Moradores relataram momentos de terror com rajadas de tiros durante toda a madrugada. “Parecia uma guerra. O helicóptero sobrevoando, o BOPE entrando com caveirão, e a gente no chão com medo de ser atingido”, contou uma moradora que pediu anonimato.

A Polícia Militar confirmou que a operação foi deflagrada após denúncias de movimentações suspeitas e tentativas de retomada do território por facções criminosas. Com os três mortos, foram apreendidos fuzis, pistolas e rádios comunicadores.

A região permanece ocupada por forças policiais e o clima ainda é de tensão. As investigações seguem para identificar outros envolvidos na tentativa de invasão. O Largo do Correia e comunidades adjacentes seguem com reforço policial para evitar novas investidas.

⚠️ Moradores devem evitar transitar na área enquanto as operações continuam. A polícia reforça a importância das denúncias anônimas através do Disque-Denúncia (2253-1177).

 

ONU É OMISSA ENQUANTO OS EUA DOMINAM O MUNDO: QUEM FREIA O IMPÉRIO?

 

 

Em meio a conflitos armados, interferências políticas e crises humanitárias que se espalham pelo planeta, uma pergunta ganha força entre especialistas, ativistas e cidadãos comuns: qual é o real papel da ONU no mundo de hoje?

Criada em 1945 com o objetivo de manter a paz, promover os direitos humanos e garantir o respeito ao direito internacional, a Organização das Nações Unidas parece, na prática, cada vez mais impotente diante das ações de superpotências como os Estados Unidos, que agem livremente, com ou sem aprovação internacional.

Ao longo das últimas décadas, os EUA participaram diretamente ou financiaram intervenções militares, mudanças de regime e operações clandestinas em dezenas de países – do Iraque à Líbia, do Afeganistão à Síria, da América Central à África. Os pretextos variam: combate ao terrorismo, defesa da democracia, armas de destruição em massa… Mas o resultado costuma ser o mesmo: destruição em massa, instabilidade regional e milhares de mortes civis.

E onde está a ONU nesse cenário? Muitas vezes, em silêncio ou com reações simbólicas e inócuas, incapaz de punir, intervir ou sequer impedir esses avanços. O motivo é claro: os Estados Unidos não são apenas um membro da ONU – são um dos cinco países com poder de veto no Conselho de Segurança, ao lado de China, Rússia, Reino Unido e França. Isso significa que, mesmo que o resto do mundo condene suas ações, Washington pode simplesmente bloquear qualquer resolução contra seus interesses.

A ONU, portanto, acaba sendo usada como uma plataforma diplomática, com belas palavras e pouca ação concreta. Missões de paz são barradas, investigações são limitadas e sanções, muitas vezes, são impostas apenas aos inimigos dos EUA ou de seus aliados.

A crítica ganha ainda mais peso em tempos recentes, quando Washington continua expandindo sua influência global, financiando guerras por procuração, fornecendo armamento a regimes aliados mesmo diante de acusações de violação de direitos humanos, e mantendo bases militares em mais de 70 países.

Diante disso, cresce o sentimento de que a ONU se tornou um órgão simbólico, esvaziado de poder real, especialmente quando se trata de conter ações das grandes potências. Enquanto isso, milhões de vidas continuam sendo afetadas por decisões tomadas a portas fechadas em Washington, sem consequências internacionais de peso.

É preciso repensar profundamente o sistema internacional. A impunidade das grandes potências, sobretudo dos Estados Unidos, mina a credibilidade da ONU e ameaça a segurança global. Se nada for feito, o mundo continuará sendo palco de abusos travestidos de “libertação”, e a ONU seguirá como espectadora silenciosa de um caos que ela mesma foi criada para evitar.