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explosão em residência deixa um morto e feridos no RJ

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Uma explosão em uma casa no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, deixou uma pessoa morta e 12 feridos, na noite desta terça-feira, segundo números da Polícia Militar.

A vítima fatal foi identificada como Fábio Daniel Diomedes Ferreira.

Informações iniciais apontam que o imóvel seria usado por como laboratório por traficantes. Bombeiros foram acionados às 22h e confirmaram apenas um óbito e três feridos socorridos por eles, todos homens com aproximadamente 25 anos, sem identificação.

A direção do Getúlio Vargas confirma quatro internados, três em estado grave: Wallace da Rocha Lourenço, Jânio Pereira da Costa e Clebio Serzedelo Morais de Abreu. Já Murilo Fernandes da Silva encontra-se estável, segundo o hospital.As outras nove pessoas que ficaram feridas teriam sido socorridas por meios próprios para outras unidades de saúde. A ocorrência foi atendida por policiais da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP).

MUNICÍPIO DO RJ RETORNA AO ESTÁGIO DE NORMALIDADE

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MUNICÍPIO RETORNA AO ESTÁGIO DE NORMALIDADE

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informa que a cidade retornou ao Estágio de Normalidade às 10h15 desta quarta-feira, dia 1º de janeiro de 2020, após o término dos eventos do Réveillon 2020, que provocaram intervenções simultâneas em diferentes pontos da cidade para a implantação do esquema operacional de trânsito e de transportes.

AVENIDA ATLÂNTICA | PISTA JUNTO AOS PRÉDIOS LIBERADA
Em Copacabana, apenas a pista junto à orla segue interditada, como área de lazer, com liberação total a partir das 18h. Equipes da Prefeitura do Rio de Janeiro trabalham nas rotinas diárias da cidade.

A cidade estava em Estágio de Mobilização desde as 15h de terça-feira (31/12/19).

➡ Acompanhe as infos em tempo real no twitter.com/operacoesrio

422 PRESOS QUE DEIXARAM OS PRESIDIOS NO SAIDÃO DE NATAL NÃO VOLTARAM.

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422 PRESOS QUE DEIXARAM OS PRESIDIOS NO SAIDÃO DE NATAL NÃO VOLTARAM.

No estado do Rio de Janeiro, 2.582 presos deixaram as unidades prisionais no chamado “saidão” de Natal neste ano, benefício concedido para passar as comemorações natalinas com a família e retornar à cadeia até o dia 30 de dezembro. No entanto, 422 detentos não retornaram. Assim, o índice de evasão deste ano ficou em 16,3% — maior que em 2018, em que 15% dos detentos que foram beneficiados pelo “saidão” não retornaram.

Os internos que conseguem autorização para passar as comemorações em família são aqueles que cumprem pena no regime semiaberto. Essa é uma das cinco saídas de Visita Periódica ao Lar (VPL) concedidas pela Vara de Execuções Penais (VEP) ao longo do ano. A concessão do VPL aos presos do semiaberto não é automática. Após conseguir progressão de regime, é preciso solicitar ao juiz autorização para visitar a família.

O número de beneficiados com o saidão de natal neste ano foi 33,8% maior do que o de 2018, quando 1.930 conseguiram a liberação. Os presos que não retornam às unidades são considerados evadidos e podem até mesmo regredir para o regime fechado após decisão dos juízes da Vara de Execuções Penais.

O direito às saídas temporárias para presos do regime semiaberto é previsto na Lei de Execução Penal. Cada uma pode durar, no máximo, sete dias, e entre cada uma delas é preciso um intervalo de 45 dias. As Visitas Periódicas ao Lar são programadas pela Justiça, em parceria com a Seap, para que todos os detentos deixem os presídios ao mesmo tempo, geralmente em datas comemorativas como Dia das Mães, Páscoa e Natal. Desde 2017, não há mais “saidão” de Ano Novo no Rio.

 

ASSALTO E COVARDIA NA NOITE DA VIRADA EM CAMPO GRANDE

Por volta das 22:30 já, da última noite de 2019 , houve um assalto na estrada do cachamorra, na altura do numero 1209 em Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro

Dois bandidos abordaram um rapaz , que estava parado em frente à um condomínio,  quando anunciaram o assalto , a vítima identificado como Daniel,  entregou seus pertences e quando já havia acabado de entregar tudo, houve o pior

Por pura maldade, os bandidos atiraram na vítima,  efetuaram dois disparos em sua perna e fugiram

A vítima foi socorrida  em seguida por motoristas que vinham logo atrás , segundo testemunhas,  ele perdeu muito sangue e o levaram para o hospital Rocha Faria em Campo Grande

Em breve atualizaremos as informações sobre o estado de saúde da vítima

Infelizmente nem na noite de réveillon temos sossego em nossa região

Saiba quem são as seis crianças mortas pela violência no Rio de Janeiro em 2019

Jenifer, Kauan, Kauã, Kauê, Ágatha e Kethellen. Os seis nomes se juntaram em 2019 aos outros 62 que já estavam estampados em placas pretas num dos principais pontos turísticos cariocas, a Lagoa. Trata-se de todas as crianças baleadas e mortas na região metropolitana do Rio de Janeiro desde 2007.

Com idades entre 5 e 12 anos, essas crianças têm em comum a infelicidade de terem estado no local errado na hora errada. Mas não só. A maioria morava em comunidade, era negra, tinha mãe solteira, foi atingida na presença da PM. As investigações das mortes não foram concluídas.

Jenifer, Kauan, Kauã, Kauê, Ágatha e Kethellen, as seis crianças mortas pela violência no Rio em 2019

A versão da corporação também é parecida em quase todos os casos: agentes que foram atacados por criminosos e, após o conflito, acharam as crianças já mortas ou feridas. Em alguns dos casos, a versão oficial sofreu alterações após relatos de parentes ou reportagens.

Procurada, a secretaria estadual de Vitimização, criada na gestão do governador Wilson Witzel (PSC), ressalta que oferece atendimento psicológico, jurídico e serviços de sepultamento a vítimas de violência e a seus familiares.

Os números são da ONG Rio de Paz, que contabiliza apenas as mortes noticiadas pela imprensa e considera a idade de até 14 anos. Deixa de fora, portanto, os adolescentes. Uma média de 31 meninos e meninas de 10 a 19 anos foram mortos no país a cada dia em 2015, segundo a Unicef.

‘MÃE, O TIRO PEGOU EM MIM’

Naquele 14 de fevereiro, Jenifer Cilene Gomes, 11, não foi para a escola porque ficou com medo de passar pelo túnel frequentado por usuários de drogas. Ela voltou mais cedo para o barraco onde morava com dois de seus 15 irmãos e a mãe.

Katia Cilene, 43, fazia feijoada e Jenifer estava sentada na porta conversando com colegas quando policiais à paisana, segundo moradores, entraram atirando na estreita viela principal da favela Vila Nova Jerusalém, embaixo de uma estação de metrô na zona norte carioca.

Jenifer Cilene Gomes, morta aos 11 na favela Vila Nova Jerusalém, no Rio

“Mãe, o tiro pegou em mim” foi o que disse quando viu o sangue em seu peito. “Tá vendo aí como a gente está te ajudando” foi o que disse um dos policiais enquanto as levava para o hospital na viatura. Em certo momento, a menina parou de abrir os olhos quando a mãe a chamava.

Foi tarde para realizar o sonho de comprar uma casa com piscina para a família ou se inscrever nas aulas de basquete.

Também não deu tempo de superar as dificuldades com a leitura nem de encher novamente o quarto de amigas para brincar com sua boneca Baby Alive preferida.

Katia, hoje com a pressão descontrolada e sem poder trabalhar no seu mercadinho, nunca recebeu notícias da investigação, há dez meses sem conclusão.

A PM afirma que os agentes acharam a menina já baleada quando foram checar uma ocorrência de roubo de carga e que ninguém efetuou disparos. Mais um homem morreu e outro ficou ferido durante a ação.

‘NÃO VOU CORRER, NÃO SOU BANDIDO’

Kauan Peixoto, 12, achava tão bonita a farda dos policiais militares que quando crescesse queria ser um deles. Talvez por isso, quando os viu vindo pela rua no caminho da lanchonete, respondeu ao amigo que o alertou: “Eu não vou correr, não sou bandido”.

Saiu de lá para o hospital com dois tiros, um nas costas e outro no rosto, e não resistiu. Depois disso, seus dois irmãos adolescentes, que também aspiravam ser PMs, não querem nem ouvir falar de serem convocados para o serviço obrigatório do Exército.

Kauan Peixoto, morto aos 12 em Mesquita, na Baixada Fluminense

Kauan era conhecido no bairro onde morava, em Nilópolis (região metropolitana do Rio), por jogar futebol toda tarde depois da escola, na quadra da praça. No ano anterior, tinha parado de dar trabalho e escapulir da escola enquanto a mãe ficava no hospital com a irmã mais nova, que tem o fígado transplantado.

Ele fantasiava com o dia em que os pais, separados, voltariam a morar juntos. “É só uma fase”, dizia. Foi em uma ida à casa do pai, em Mesquita, que tudo aconteceu, em 16 de março.

A mãe, Luciana Pimenta, 33, voltou ao local na mesma madrugada e diz ter achado uma luva hospitalar e nenhuma cápsula. A PM sustenta que uma patrulha foi atacada por criminosos e que, na retaguarda do confronto, encontrou o menino baleado.

O Ministério Público devolveu o inquérito à Polícia Civil para mais diligências e a investigação está em aberto. Luciana criou uma ONG que oferece cursos para evitar que crianças e adolescentes fiquem na rua.

‘OBEDECE, RESPEITA A MAMÃE’

Um dia antes de ser baleado, Kauã Rozário, 11, fez uma espécie de despedida. “Obedece a mamãe, respeita a mamãe”, disse enquanto beijava e abraçava sem parar o irmão caçula no caminho de volta da escola, emendando depois um “eu te amo, mãe”, conta Simone Nunes, 33.

Foi no mesmo trajeto que ele foi atingido por tiros em 10 de maio, andando de bicicleta. Segundo moradores, policiais à paisana teriam perseguido e atirado em dois homens numa moto, mas acertaram também o menino e um mototaxista, que não resistiram. Kauã ficou seis dias na UTI antes de morrer.

Kauã Rozário, baleado aos 11 na Vila Aliança, no Rio

Ele “não era muito de escola”, diz Simone, mas gostava de matemática, adorava jogar bola e estava aprendendo a lutar jiu-jítsu num projeto social onde morava, na favela Vila Aliança, em Bangu, zona oeste do Rio.

Queria entrar na aula de bateria para tocar na igreja evangélica que frequentava, mas não deu tempo.

Bastante religiosa, a mãe acredita em outro tipo de Justiça. “Se não pagaram na terra, o Senhor vai cobrar. A Justiça do Brasil é falha, mas a de Deus não é”.

Depois de depor no hospital, ela diz nunca mais ter sido procurada pela polícia, que ainda investiga o crime.

A Polícia Militar informou inicialmente que os baleados eram criminosos e que armas haviam sido apreendidas.

Depois, afirmou que policiais faziam um patrulhamento quando foram atacados por bandidos de moto. Teriam encontrado o mototaxista já morto e Kauã e um outro homem feridos.

‘NÃO QUERO MORRER COMO BANDIDO’

Aos 11 anos, Kauê Ribeiro dos Santos comprou sua primeira caixa de balas para vender na rua. O dinheiro pagaria a chuteira e o uniforme para que continuasse jogando futebol todo dia na escolinha, até virar profissional e conseguir tirar sua mãe do morro.

O morro é o Complexo do Chapadão, na zona norte carioca, onde ele dormia com seus sete irmãos num mesmo cômodo, sem portas nem janelas. O aluguel, de R$ 200, quem paga é uma amiga da família Nadia Santos, 42, hoje desempregada, que também perdeu um filho baleado.

Kauê Ribeiro dos Santos, morto aos 12 no Complexo do Chapadão, no Rio

Kauê frequentou a escola até o meio do ano, mas teve um problema para renovar a matrícula. Era tranquilo e tratava a todos com respeito. “Nunca vou me envolver com o tráfico, não quero morrer como bandido”, disse a Nadia na última conversa que tiveram.

Morreu baleado na cabeça, aos 12 anos. No dia 8 de setembro, ele subia a rua de casa com um amigo depois de vender suas balas quando, segundo moradores, deu de cara com policiais que desciam a favela atirando. O amigo teria sido ameaçado e obrigado a carregar o corpo até o “caveirão”. Está quieto até hoje.

“Não teve tanta repercussão. Botaram ele como bandido e ninguém quis saber”, diz Nadia. A PM afirmou que agentes foram atacados por criminosos ao checarem um roubo de carga. Cinco pessoas ficaram feridas e foram levados ao hospital –um deles seria Kauê. A Polícia Civil disse que concluiu o inquérito, mas o Ministério Público ainda não o recebeu.

‘MÃE, EU VOU SER VETERINÁRIA’

“Mataram uma inocente, uma garota inteligente, estudiosa, de futuro. Fala inglês, tem aula de balé, aula de tudo.” O desabafo do avô Airton Félix diante das câmeras, aos prantos, resume quem era Ágatha Vitória Sales Félix, 8, a quinta criança morta no Rio em 2019.

Balé, inglês, xadrez e matemática estavam entre as atividades da menina, que também se esbaldava com massinha, tinta guache e lápis de cor. “Mãe, eu vou ser veterinária”, dizia ela até mudar de ideia e querer ser jardineira. Também andava ansiosa pela apresentação de fim de ano da dança.

Ágatha, vestida de palhacinha, no aulão de Carnaval de sua escola de dança, no Rio

Sua foto ficou estampada no palco durante o show para relembrar quem ela era antes daquela noite de 20 de setembro. Ágatha foi baleada nas costas dentro de uma kombi, no Complexo do Alemão (zona norte do Rio), quando voltava de um passeio com a mãe.

Herdou de Vanessa Sales, 32, o sorriso largo e os cachos definidos que a fizeram ser aprovada em um teste de fotos para modelos mirins. Perfeita é a descrição mais usada pela mãe, que diz que suas redações eram de cair o queixo e que suas conversas eram sempre olho no olho. “Não tinha malícia”, descreve a secretária.

Sua morte foi a que causou a maior repercussão no ano, obrigando autoridades a darem respostas. Em 8 de dezembro, o PM Rodrigo José Soares virou réu por homicídio doloso. As investigações concluíram que ele atirou em direção a uma moto que achou suspeita e errou, num momento em que não havia confronto.

‘NÃO BRIGA COMIGO, NÃO, VOVÓ’

Desde que Kethellen Umbelino de Oliveira Gomes, 5, se foi, há um vazio na casa, lamenta a tia-avó Daisy Costa, 60. Sapeca, a menina corria por todo lado e era a mais bagunceira dos vários primos que moram nas três construções conjugadas da família, separadas por um quintal.

As crianças ainda acordam e perguntam: “cadê a Keké?”. Ela também era chamada de formiguinha pelo corpo miúdo, apelido que lhe causava risos. Depois de “pintar o sete”, se virava com o rosto doce e dizia: “Não briga comigo, não, vovó”

Kethellen Umbelino de Oliveira Gomes, morta aos 5 em Realengo, no Rio

Apesar de pequena, já estava decidida na profissão. Ia estudar muito para ser massagista, técnica que ela usava para acalmar as pessoas de quem gostava. “Ela perguntava por que eu estava triste e dizia: então você toma seu banho, vai se deitar, que eu vou te fazer uma massagem”, relembra Daisy.

Kethellen frequentava o primeiro ano em uma escola municipal em Realengo, zona oeste do Rio. Foi no caminho até lá que ela foi atingida na perna, no dia 12 de novembro, quando criminosos atiraram em Davi Gabriel do Nascimento, 17, que morreu no local.

“Mamãe, não chora”, ela teria dito já baleada no colo da mãe, Jessica. Chegou a ser operada, mas perdeu muito sangue e se foi na terceira parada cardíaca.

No mesmo dia, a Polícia Civil prendeu Thiago Porto, que é conhecido como Thiago Cabeça e faria parte de uma milícia da região, sob suspeita de ter participado do assassinato. As investigações, porém, ainda não terminaram.

 

As melhores simpatias para atrair amor, felicidade e riqueza em 2020

Pular ondinhas, guardar sementes de romã na carteira, usar roupas de uma cor específica… São poucas as pessoas que recusam algum ritual no réveillon para começar o ano-novo com o pé direito.

Deniza Gurgel, por exemplo, é uma das que não abre mão das roupas brancas. E não é por mera modinha não. A moradora de Brasília acredita tanto no poder das cores que se tornou analista de coloração pessoal.

“Eu acredito muito na energia das cores e nas mensagens que elas passam. Uma vez eu fiz uma festa de aniversário (em maio) com o tema ano-novo e usei branco e pedi para todos irem de branco também”, lembra Deniza, que católica, também não se esquece de rezar uma Ave, Maria e um Pai nosso na hora da virada.

 

A importância dos rituais

Já a taróloga e astróloga Mestra Atena, do grupo Mestres do Esoterismo, lembra que rituais estão presentes em todas as fases da vida. E a virada do ano não poderia ser diferente.

“Eles marcam determinado tempo cronológico e até mesmo não cronológico, como quando uma mulher muda radicalmente sua aparência após o rompimento de uma relação. Mesmo sem perceber, ela está fazendo um ritual de passagem”, afirma. “Os

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rituais nos lembram que a vida é cíclica, e isso é maravilhoso! Na virada do ano, eles representam o fechamento de um ciclo e a entrada em outro, por isso a tradição nessa época”, explica.

 

Para os que desejam manter a tradição, mas não querem fazer nada muito elaborado, Atena recomenda um exercício muito simples. “Crie uma lista de intenções para 2020, com tudo que deseja sentir de bom. Como o fluxo de energia cósmica estará abundante, na virada do ano você deve aproveitar para passar com pessoas que ama, permitindo-se ser feliz”.

Já para aqueles que querem aumentar as chances de alcançar um objetivo específico, como melhorar de condição financeira, progredir na carreira ou encontrar um novo amor, Mestra Atena sugere algumas. Veja abaixo e escolha a sua!

Simpatias para alcançar metas em 2020:

(foto: Reprodução)

Para atrair dinheiro: na virada do ano ou no dia 1º, assoprar canela de fora para dentro de casa, repetindo: “Quando esta canela entrar, a prosperidade e a abundância entrarão para ficar”. Repetir por três vezes.
Para atrair dinheiro: entre o ano com uma nota de R$ 100 na carteira. Na virada, agradeça por toda abundância, prosperidade e fartura e diga: “Estou comprometido a ser abundante e próspero a partir de 2020”. Mantenha uma nota de R$ 100 todos os dias do ano na carteira para olhá-la e atrair mais dinheiro.

 

(foto: Ricardo Borba/CB/D.A Press)

 

Para o amor: sinta que existe uma magia do amor disponível para todas as pessoas. Tome um banho com rosas-vermelhas do pescoço para baixo no dia 31. Agradeça por viver a magia do amor. Escreva em um papel tudo que você deseja em um relacionamento e na vida amorosa. Atenção: as rosas-vermelhas não devem ser fervidas. Coloque a água para ferver, desligue o fogo e depois coloque as pétalas e abafe com a tampa.

Compre um quartzo rosa, faça a limpeza dele de um dia para o outro com sal grosso, deixe ele no sol energizando no dia seguinte e use esse cristal na virada de ano. Depois, você vai deixar o quartzo junto com o seu relato de relacionamento ideal na cabeceira da cama, visualizando esse relacionamento todos os dias e sentindo que ele é real.

Lista de simpatias do site Astrocentro para 2020:

Para atrair dinheiro: você precisa apenas de uma folha de louro seca (um símbolo de prosperidade) e uma caneta. Pegue a folha de louro seca e escreva nela o número 2020 e seu nome. Enquanto executa essa ação, faça seus pedidos para que não lhe falte dinheiro e para que você prospere na carreira. Guarde essa folha de louro em sua carteira durante todo o ano. No dia 31 de dezembro de 2020, deposite essa folha na natureza.

 

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Para casar: se você está desejando ter um casamento feliz, pegue uma imagem de Santo Antônio e a leve até uma igreja. Se possível, peça para que um padre benza essa imagem. Em seguida, volte

para casa com a imagem de Santo Antônio e a coloque de “castigo”, em um canto da casa, virada para a parede. Depois, escreva uma carta de amor para o seu namorado ou noivo e a coloque perto da imagem do santo. Quando seu namorado te pedir em casamento ou seu noivo começar a agilizar as coisas, desvire a imagem de Santo Antônio. Agradeça a ele por estar caminhando para o altar e peça para que ele agilize o seu casamento.

 

Para engravidar: para ser abençoada com uma gravidez, no último dia de 2019 ou nos primeiros dias de 2020, coloque uma clara de ovo em um copo descartável. Deixe esse copo descoberto no

quintal ou em uma janela aberta para que receba a luz da Lua. Deixe-o nesse local durante toda a noite. Na manhã seguinte, ore para seu santo de devoção e peça para ele te ajudar a engravidar o mais rápido possível. Depois disso, você pode jogar o copo com a clara no lixo.

 

Para atrair amor: em 31 de dezembro, pegue três pedras de quartzo cor-de-rosa e espalhe-as por locais estratégicos: ao pé de uma árvore bonita e frondosa; próxima a uma rosa vermelha e saudável em um jardim; em sua gaveta de peças íntimas. Para a noite de réveillon, escolha uma peça de roupa rosa, se você deseja atrair um amor, ou vermelha, para atrair uma paixão. Exatamente à meia-noite, bata sete vezes com o pé no chão, repetindo para si o nome da pessoa amada. Se não tiver ninguém em vista, peça para que um novo amor chegue à sua vida. Quando os primeiros fogos de

artifício começarem a explodir no céu, beije uma pessoa do sexo oposto — pode ser no rosto.

Outras dicas simples de rituais para 2020:

Faça:

  • Se está solteiro e quer atrair um amor, a primeira pessoa que deve saudar na virada deve ser alguém do sexo oposto;
  • Para fazer muitas viagens no próximo ano, ande pela casa com uma mala nas primeiras horas do ano-novo;
  • Para atrair dinheiro, na virada do ano, coloque uma nota de R$ 10 e uma de R$ 20 dentro dos dois sapatos. Depois, mantenha essas notas na carteira durante todo o ano. Só as use no último dia de 2020;
  • Para impulsionar sua carreira, na hora da contagem regressiva, suba numa cadeira ou em um banco e desça com o pé direito quando terminar a contagem;
  • Para ter fartura, coma uma colher de lentilha;
  • Para ter prosperidade, coma nozes, avelãs e castanhas;
  • Para não passar aperto no próximo ano, use roupas mais folgadas na noite de réveillon;
  • Se quer fazer pedidos para 2020 e está na praia, pule sete ondas à meia-noite;
  • Para afastar as energias negativas, faça muito barulho! Cante, grite, toque buzina, estoure fogos, apite.

Evite: 

  • Passar a noite de réveillon sem dinheiro no bolso ou na carteira;
  • Fazer a primeira compra do ano fiado;
  • Ficar ao lado de gente chata, para não ter um ano chato;
  • Reclamar ou ficar ao lado de pessoas que só reclamam na hora da virada.

Conheça cinco simpatias muito comuns:

 Ver galeria . 5 Fotos
Chupar sete sementes de romã na virada do ano e guarda-las na carteira para atrair prosperidade(foto: Aragur.hu/CB/Reprodução/D.A Press )

Veja 3 dicas para ajudar a proteger os bebês do barulho dos fogos de artifício

O fim de ano é cheio de festividades e com elas os tradicionais fogos de artificio. Para as mamães com bebês em casa o momento é cheio de preocupação.

Apesar de ser algo lindo, os fogos de artificio fazem barulhos que podem prejudicar as crianças e os bebês. Isso porque os pequenos são bem mais sensíveis aos ruídos, principalmente os que têm menos de seis meses de vida.

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Além dos pequenos se assustarem com o barulho, existe riscos reais para o ouvido das crianças. . “O barulho dos fogos em si não causa mal desde que esteja a uma distância segura do ponto de origem e que o tempo de exposição não seja prolongado. A recomendação é que a exposição ao som alto não ultrapasse 85 dB por 8 horas diárias, e o barulho de fogos de artifício pode atingir 120 dB. Dependendo do caso, podendo levar a perda auditiva”, explicou a pediatra Flavia Oliveira.

Por esse motivo, as pessoas que tem crianças com menos de um ano e meio de idade tem que ter mais atenção. Esse artigo vai mostrar algumas dicas para ajudar a proteger os pequenos desse barulho que pode ser muito incomodo.

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Ficar longe

O principal cuidado que os pais devem ter é manter os pequenos distantes de barulho. Por isso, deixe as crianças o mais longe possível no momento em que os fogos disparam. Os pais devem ficar com os pequenos em locais mais tranquilos durante a virada. Dependendo da situação, o barulho intenso pode causar problemas na audição.

Proteger os ouvidos

Se a criança tiver muita sensibilidade aos ruídos, faça uso de protetores. Existem no mercado, modelos em silicones, porém o ideal é pedir a orientação de um profissional da área antes de usar.

Procure manter a calma

Na maior parte das vezes os bebês estão dormindo na passagem do ano e dependendo nem se assustam com os barulhos dos fogos. Contudo, se não for o caos, a solução é tentar manter os pequenos calmos. Segure o bebê no colo, pois a presença carinhosa dos pais ajuda bastante neste momento.

História do reveillon de Copacabana

Uma das maiores festas de ano novo o mundo acontece na cidade do Rio de Janeiro, conheça um pouco mais sobre a história do Réveillon de Copacabana.

O início dessa grande festa foi nos anos 1970. Em proporções bem menores, umbandistas, nos anos 1970, iam para a Praia de Copacabana, vestidos de branco, para saudar Iemanjá com oferendas levadas ao mar antes da meia-noite.

 

Era bonito ver a orla ocupada pelos terreiros e a noite iluminada por velas. O furdunço não excluía ninguém. Conheço ateus, católicas, crentes, budistas, flamenguistas, tricolores, bacalhaus e botafoguenses que, por via das dúvidas, garantiam ano bom recebendo passes de caboclos e pretas velhas nas areias, com direito a cocares, charutos e sidra de macieira”, escreveu o historiador Luiz Antônio Simas.

Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis – a empresa que resolve contribui para a valorização da cultura carioca

Na década seguinte, em meados de 1980, também de forma discreta, começou a famosa queima de fogos. No extinto hotel Meridien, do alto dos 39 andares, uma cascata de fogos de artifício era lançada e descia pelo arranha-céu. Outros hotéis, vendo que essa ideia aumentava o movimento do turismo, passaram a adotar a prática. Com o passar do tempo, a festa só cresceu.

Tim Maia e Jorge Ben

No início dos anos 1990, a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, que à época era comandada por Cesar Maia, passou a dar uma organização maior à festa e fez a mesma ficar ainda mais imponente, instalando palcos para shows nas areias de Copa. O show de estreia, em 1993, contou com Jorge Ben e Tim Maia. O objetivo dos shows era evitar que todos saíssem ao mesmo tempo da praia, causando gargalos nas vias.

O sucesso foi duplo: a saída se deu de forma espaçada por 2 horas, sem o tumulto de antes. As críticas foram muitas, de que com isso o réveillon se descaracterizava, pois devia ser uma festa religiosa junto ao mar e de queima de fogos e nada mais. Os nomes dos críticos estavam entre os mais midiáticos intelectuais.

Rod Stewart em Copacabana

No ano seguinte o show de Rod Stewart bateu recordes de público e espaçou ainda mais a saída do réveillon por 3 horas. Finalmente, o Tributo a Tom Jobim -com Gal, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Paulinho da Viola…- consolidou o réveillon com shows. Mas havia a necessidade de transformar a queima de fogos num espetáculo da mesma qualidade. A queima de fogos foi criada pelos empresários Ricardo Amaral e Mariu’s e, ao lado, a cascata do Méridien.

Fogos eram feitos da areia

Dos 8 a 10 minutos anteriores, o tempo foi dobrado para 20 minutos e a qualidade e diversidade dos fogos também. Um problema técnico na queima de fogos de 2000, gerando uma morte e vários feridos, terminou por exigir o uso de balsas, o que passou a ocorrer no réveillon 2001-2002. Finalmente ocorreu o previsto: o réveillon passou a concorrer com o carnaval na ocupação da rede hoteleira e passou a ser um atrativo turístico, o que não era até 1992.

Em 2015, o tema foi o centenário do samba e os jogos Olímpicos Rio-2016. Seu Jorge e Zeca Pagodinho foram as principais atrações.

Nos anos que seguiram, a festa continuou sendo um dos principais eventos da cidade do Rio de Janeiro. E 2019 promete!