Criminoso monitorado por tornozeleira eletrônica furta automóvel em Deodoro, foge, mas acaba detido pelo #40BPM na fila de abastecimento de um posto de combustível, em Campo Grande.
Graças à ação rápida da
@PMERJ, o veículo foi recuperado.
“Hoje, estava na Clínica da Família Everton de Souza, na Estrada do Moriçaba, em Vasconcelos, e chegou um rapaz dizendo que seu parente estava mal dentro de um carro. Fui ajudar e pra minha surpresa um homem bem conhecido do bairro colocando sangue pelo nariz e boca, olhos sem cor, já não respondendo a estímulos. As funcionárias da tal clínica além de não deixarem o cara sair do carro mandaram levá-lo, pois ali não tinha emergência, nem médico. Ok, Mas não estudam pra isso? Não fazem juramento de salvar o ser humano? Não podiam dar primeiros socorros e chamar uma ambulância? Em caso de infarto, derrame, ou algo do tipo os primeiros socorros podem salvar uma vida. E o amor ao próximo? E o amor a profissão? Será que as pessoas só se compadecem com um cachorro jogado nas ruas? Sinceramente, indignação total. Tomara que aquele homem esteja bem, pois quem omitiu socorro vai pagar um dia nem que seja na eternidade por aquela vida, aquela omissão.”
O cabo da polícia militar TARSSIS Mesquita da Motta Faria, foi covardemente assassinado em uma tentativa de assalto no RJ
Nas redes sociais há uma consternação de amigos familiares
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O Comandante, Oficiais e Praças do 18⁰ Batalhão de Polícia Militar lamentam profundamente o falecimento do nosso herói Cabo PM TARSSIS Mesquita da Motta Faria.
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Que o agir do Espírito Santo de Deus conforte a todos amigos e familiares e conduza o nosso companheiro em paz para a vida eterna.
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#luto
Estudo diz que uma mãe CHATA cria filhos bem sucedidos – Se você se sente culpada por parecer rígida demais com os filhos e teme que eles pensem que você é uma mãe “chata”, saiba que os especialistas estão do seu lado e que, no futuro, seus pequenos vão te agradecer pela forma como a qual foram criados.
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Essex, na Inglaterra, filhos de mães rígidas são mais bem-sucedidos profissionalmente do que as crianças que foram criadas por mães menos insistentes.
Para chegar a esta conclusão, pesquisadores acompanharam durante seis anos a vida de 15.500 meninas entre idades de 13 e 14 e descobriram que as meninas com as mães que estabeleceram padrões elevados na educação dos filhos tinham maiores chances de frequentar uma faculdade e ganhar salários mais altos.
Outro benefício de se ter uma “mãe chata”, de acordo com o estudo, é de que as mesmas meninas analisadas eram menos propensas a engravidar na adolescência. Portanto, se manter a ordem e criar regras em casa parece algo difícil e pouco popular, tenha em mente de que, no futuro, seus filhos se tornarão adultos conscientes e independentes.
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Estudo diz que uma mãe CHATA cria filhos bem sucedidos
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Uma imagem feita pelo Globocop simboliza o desespero de quem estava dentro do Hospital Badim na noite de quinta-feira (12), quando o incêndio começou – ao menos 11 pessoas morreram na tragédia. Lençóis amarrados um no outro aparecem saindo pela janela do terceiro andar do prédio, em uma aparente tentativa de escapar do fogo ou da fumaça.
Uma das pessoas que tentou usar a “teresa” – como é popularmente chamada essa corda improvisada – foi Gigiane dos Santos, que estava como acompanhante de uma paciente. Logo após a queda, ela mandou um áudio desesperado para a família pedindo socorro. Segundo o marido, ela e outros pacientes não estavam conseguindo sair por corredores e escadas e a mulher acabou caindo da janela do terceiro andar ao tentar escapar.
“O hospital que eu estava tomando conta de uma senhora está pegando fogo, eu tentei pular do terceiro andar, estou toda quebrada no chão, no Badim, aqui no Maracanã, pelo amor de Deus, me ajuda”, disse a vítima no áudio, como mostrou o Bom Dia Rio.
Gigiane teve fraturas nos dois tornozelos, está lúcida e vai passar por uma cirurgia.
A paciente que ela acompanhava, uma idosa identificada como Maria Alice Teixeira da Costa, era procurada por familiares na manhã desta sexta-feira.
Rio – O número de mortos no incêndio do Hospital Badin chegou a 11, durante a madrugada desta sexta-feira. Até então, com os trabalhos iniciais na unidade de saúde que fica no Maracanã, na Zona Norte do Rio, apenas uma morte estava confirmada. Os corpos das vítimas fatais foram levados ao Instituto Médico Legal (IML), em São Cristóvão, e ainda não há informações sobre a identificação delas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro militares da secretaria precisaram ser socorridos no Hospital Central Aristarcho Pessoa, no Rio Comprido. O trabalho de outros bombeiros no local continuam nesta manhã. Eles fazem o rescaldo da estrutura e, até por volta das 7h, ainda faziam a varredura no prédio, procurando por possíveis novas vítimas.
A direção do Hospital Badim disponibilizou um número de WhatsApp e um e-mail para que os familiares dos pacientes que estavam internados na unidade busquem por informações; são eles:
. (21) 97101-3961
. suportefamiliares@badim.com.br
Várias ambulâncias deram apoio no resgate das vítimasGilvan de Souza / Agência O Dia
De acordo com a unidade particular, no momento do incêndio, havia 103 pessoas internadas. Cerca de 90 foram transferidas para diversos hospitais públicos e particulares da região; confira alguns deles:
. Hospital Israelita Albert Sabin (Maracanã)
. Hospital São Vicente de Paula (Tijuca)
. Hospital Municipal Souza Aguiar (Centro)
. Hospital Copa D’Or (Copacabana)
. Hospital Quinta D’Or (São Cristóvão)
. Hospital Norte D’Or (Cascadura)
. Hospital Caxias D’Or (Duque de Caxias)
Incêndio aconteceu na noite desta quintaGilvan de Souza / Agência O Dia
CURTO-CIRCUITO
O incêndio no hospital, que faz parte da Rede D’Or São Luiz, começou por volta das 17h30 e, de acordo com a unidade, foi causado por causa de um curto-circuito no gerador do prédio 1 do hospital, que fica no subsolo do imóvel. A fumaça rapidamente se espalhou pelos outros andares. As chamas foram totalmente controladas por volta das 21h30.
Agentes de quatro quartéis (Vila Isabel, Tijuca, Méier, Central) do Corpo de Bombeiros participaram do combate ao incêndio e socorro às vítimas. Eles contaram com o apoio dos grupamentos de Busca e Salvamento (GBS-Barra) e Técnico de Suprimento de Água para Incêndio (GTSAI).
Dez ambulâncias do Corpo de Bombeiros ficaram à disposição para a remoção das vítimas. O transporte dos pacientes também foi feito com veículos de diversas outras instituições.
Colchonetes foram colocados no meio da rua para receber os primeiros resgatadosCelso Pupo/Foto Arena/Estadão Conteúdo
Houve muita correria e tensão durante o resgate. Funcionários do hospital colocaram Colchonetes no meio da rua na frente da unidade para os primeiros pacientes que foram retirados do prédio. Dois prédios e uma creche da região abriram as portas para recebê-los antes da chegada das ambulâncias.
No início desta manhã, a direção do hospital informou que continuava acompanhando o trabalho do Corpo de Bombeiros no local. Eles disseram ainda que vão se pronunciar após a inspeção do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil no prédio atingido pelo incêndio.
“Os familiares dos pacientes e funcionários envolvidos no episódio receberam atendimento pelo comitê de apoio do hospital, inclusive de uma assistente social. Todas as providências estão sendo tomadas para acolher as famílias”, a assessoria do Hospital Badim avisou.
As investigações sobre a tragédia serão feitas pela 18ª DP (Praça da Bandeira). “Foi instaurado inquérito para apurar as circunstâncias do incêndio. A perícia está sendo realizada no local e diligências estão em andamento”, a Polícia Civil disse, em nota.
Bombeiros socorrem pacienteGilvan de Souza / Agencia O Dia
Um paciente de maca teve que ser retirado do prédio com a ajuda de uma escada do Corpo de BombeirosGilvan de Souza / Agência O Dia
Nesta sexta-feira (13/09), a passagem de uma frente fria no oceano deixará o tempo instável no Rio de Janeiro, segundo o Alerta Rio. Assim, haverá aumento de nebulosidade com o céu passando de parcialmente nublado a nublado e há previsão de chuva fraca a moderada isolada a partir da manhã.
RELATO DE UM MÉDICO:
O DIA EM QUE ME ROUBARAM DE MIM
Ontem, em mais um plantão de rotina na Maternidade de Campina Grande PB, fui roubado de mim.
E quando eu consegui perceber isso, fiquei perplexo.
Cheguei na maternidade as 18:35 e dei início a mais um plantão que tinha tudo pra ser iguais aos outros, se não fosse por tamanho roubo. Fiquei encarregado de fazer a evolução de Fernanda grávida em situação sócio-econômica bem complicada.
Apresentei-me pra ela e disse que naquela noite eu a acompanharia. As horas passavam como um trem bala.
O hospital estava cheio!
Porém, nessa rápida passagem das horas, eu pude conhecer um pouco mais da história de Fernanda e, posteriormente, fiquei perplexo, mas sentindo uma felicidade plena, jamais sentida.
Fernanda teria seu primeiro filho naquela madrugada, e no meio da nossa longa conversa tive o privilégio de conhecê-la.
Seria mãe aos 23 anos, solteira, e que TODA sua renda vinha do campo, da plantação de frutas.
É agricultura na sua “terrinha” que cultivou atrás da sua própria casa.
Estava em trabalho de parto há cerca de 6 horas e, a medida que a hora passava, ficava um pouco assustada, pois as dores aumentavam e a insegurança também.
Fiquei ao seu lado nesses momentos e pude vivenciar uma das coisas mais maravilhosas que vivi nessa vida de meu Deus.
Eu pude ouvir a seguinte frase:
“Doutor, você me faz um favor, eu tô com muito medo e queria que o senhor ficasse aqui até Ivy nascer e eu PROMETO trazer um caixote de JACAS pra sua família amanhã logo cedo, não é muito, MAS É TUDO QUE EU TENHO.”
Aquela mulher me roubou de mim. Naquele instante eu me senti anestesiado, não sentia meus pés. As minhas mãos, segurando as dela, ficaram trêmulas e pude sentir a minha própria saliva indo embora, boca seca.
Entrei num processo de auto análise e me deparei com a escuridão.
Com a escuridão do egoismo, da auto satisfação, da não divisão com o semelhante, de ser insuficiente.
Eu, naquele momento, não fui mais o mesmo, eu fui roubado de mim.
Meu plantão acabou, fui para minha casa e pensei: “Em que eu tenho dado TUDO que tenho?.”
Cheguei a conclusão que darei TUDO que tenho a muitas “fernandas” que precisam de mim.