Na noite dessa quinta feira (10) , bandidos estavam em fuga, no bairro de Vila Nova em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Os meliantes estavam com carro roubado, quando policiais deram ordem de parada, os assaltantes não obedeceram a ordem policial, além de não pararem, eles atiraram durante a fuga
O cerco policial só parou na rua peregrina com Antonio Chagas, quando um dos bandidos teve o CPF cancelado, os outros dois assaltantes se renderam e estão algemados, a ocorrência ainda está em andamento
PRESO EM MEGAOPERAÇÃO NA BAIXADA FAZIA ROUBOS EM SÉRIE, DIZ POLÍCIA
➡️ Suspeito, conhecido como Coringa, mantinha os cabelos tingidos de verde e chegou à Cidade da Polícia rindo.
A operação conjunta das delegacias da Baixada Fluminense prendeu, entre os 56 detidos com mandados de prisão por roubo, João Vitor Nóbrega Tavares, conhecido em Nova Iguaçu como Coringa.
Conhecido na região da 58ª DP (Posse), ele mantinha o cabelo com a cor verde, assim como o personagem, e era conhecido dos policiais da delegacia.
Apenas na última quarta-feira (9), pelo menos três pessoas procuraram a delegacia afirmando terem sido roubadas por ele.
“A cada roubador retirado das ruas, são menos oito roubos por mês”, estimou o delegado Felipe Cury, que coordenou a ação.
Coringa chegou à Cidade da Polícia rindo.
ROUBOU VIZINHA
Em Itaguaí, também na Baixada, outro caso chamou a atenção dos policiais. Lucas Vidal tinha 10 indiciamentos por roubo. Entre os crimes que praticou, um deles chamou a atenção: ele roubou uma vizinha.
Lucas teria chamado um motorista de aplicativo, com o objetivo de assaltar o motorista. Ao chegar lá, a motorista do veículo era uma vizinha, que o reconheceu. Ainda assim, ele a assaltou.
Um pai da Argentina agrediu violentamente com técnicas do Dragonball Z um professor acusado de repetidamente assediar sua filha de 15 anos. O professor, de iniciais J.C, trabalha numa escola feminina da Argentina. O pai e a mãe da menina alegam terem achado no celular dela mensagens obscenas do professor.
A escola marcou uma reunião com o pai pra tratarem do assunto, mas chegando lá, o professor cruzou com o pai e a filha em um corredor. E pra esse professor, isso foi um baita azar. Uma câmera de segurança da escola filmou o caminho dos dois se cruzando, e imediatamente o pai da menina perdeu o controle.
Ele deu 22 socos nos 15 segundos, aproximadamente, em que bateu no professor, que ficou com cortes no rosto e no braço. Ele foi tratado por enfermeiros antes de ir pra delegacia prestar queixa contra o pai. Agora a polícia investiga os dois casos, mas o professor já foi suspenso da escola.
O ex-vigilante Robson Aparecido Barbosa, 42 anos, trabalhou por oito longos anos na área de segurança, tendo sido diagnosticado com depressão nesse meio-tempo. Após largar o emprego, abraçou a profissão de manicuro, que virou uma ferramenta poderosa no combate à doença e que alegra seu dia a dia.
Hoje, Robson passa os dias embelezando as unhas de clientes no Boqueirão, em Curitiba (PR).
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Vanessa Maceno, 37 anos, esposa do ex-vigilante, montou um pequeno salão especializado em unhas postiças de acrílico, gel e fibra de vidro na garagem de casa.
Desde 2016, Robson trabalha ao lado da mulher. O casal chega a atender 16 clientes em um único dia quando a agenda lota. O serviço de implantação de unhas postiças tem preço que varia entre R$ 70 a R$ 100, dependendo do modelo.
De início, ele confessa que carregava consigo um certo estigma. “Eu tinha um preconceitozinho em dizer que fazia unha, pensava que esse trabalho não era para homem – mas isso é pura bobagem”, comentou.
Após uma tentativa de suicídio no ápice da depressão, uma psicóloga o orientou a fazer algum tipo de trabalho manual, algo que ocupasse a cabeça. “Para não ficar sozinho em casa, eu comecei a ajudar a minha esposa com as clientes. Tirava o esmalte de uma, lixava a unha da outra. Foi assim, aos poucos, que eu fui aprendendo a fazer unhas”, revelou.
Manicuro preferido das clientes
Seu trabalho caprichoso e dedicado fez com que Barbosa se tornasse o preferido das clientes. “Tem meninas que atravessam a cidade, vêm do Batel, de Fazenda Rio Grande, até aqui para fazer as unhas comigo”, contou o profissional. Muitas delas fazem a colocação e manutenção da unha postiça só com Robson.
O salão de beleza é muito mais do que apenas fazer as unhas, mas um espaço de desabafo e divã para muitas clientes. Para o manicuro, as conversas informais e muitas vezes íntimas são terapêuticas para ele.
“Como vigilante não tinha muita conversa, no máximo, eu conversava com o supervisor. Serviço era sempre à noite, ficava quieto, fazia cara de mau”, explicou.
Aos poucos Robson aprendeu a sorrir no novo trabalho, vencendo a batalha contra a depressão. E hoje, mesmo que tente fazer cara de bravo, suas clientes logo lhe arrancam um sorriso largo no rosto.
Tentativa de assalto
Faltando menos de uma semana para o Réveillon do ano passado, Robson e Vanessa sofreram uma tentativa de assalto no portão de casa. “No dia 27 de dezembro, minha esposa foi deixar uma cliente no portão e um homem veio e abordou as duas. Eu acabei reagindo e levei um tiro no abdome – a bala saiu do outro lado, na cintura”, lembra o manicuro.
Levado às pressas para o Hospital do Trabalhador, ele ficou internado por um mês. Após uma série de cirurgias, Robson perdeu parte do intestino grosso, recebeu 47 pontos no abdome e, no período de quatro meses, emagreceu 30 quilos.
“Hoje eu não posso ficar muito tempo sentado e ficar com a coluna reta por causa das operações. Consigo atender no máximo quatro clientes por dia”, explicou o profissional. Agora o casal tenta refazer a antiga clientela.”
Fortalecimento da união
No final das contas, o casal saiu fortalecido da tentativa de assalto e a crise de depressão. “Há uma confiança muito grande, outra pessoa não ficaria do lado por tanto tempo”, afirmou Vanessa.
A esposa do ex-vigilante afirma não sentir ciúmes do marido atender a clientela feminina. “Eu nunca cheguei a chamar atenção dele, até porque ele me passa segurança. Já aconteceu de uma ou outra chegar com graça, mas ele sempre foi muito profissional diante das meninas”, contou.
Contato
Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho de Robson, pode acessar a conta dele no Instagram clicando aqui. Para marcar horário com o casal, o contato deve ser feito pelo WhatsApp: (4
Ana Carolina Jatobá e Suzane Richtofen são beneficiadas com “saidão” de Dia das Crianças
Elize Matsunaga, condenada por matar o então dono da Yoki, esquartejar e colocar o corpo numa mala, sai da cadeia pela primeira vez desde 2012
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4 horas atrásem
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Da redação
redacao@grupojbr.com
Condenadas por assassinatos que marcaram o noticiário brasileiro à época, Ana Carolina Jatobá, Elize Matsunaga e Suzane von Richtofen ganharam o dinheiro de passar o Dia das Crianças com a família. As três foram liberadas na manhã desta quinta-feira (10).
Suzane foi condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richtofen. Ela, o namorado, Daniel Cravinhos, e o primo dele, Christian Cravinhos, mataram as vítimas com marretadas na cabeça. A intenção de Suzane era caracterizar um latrocínio, passando despercebida a articulação dos três para matá-los e ficar com a herança.
Elize Araújo Kitano Matsunaga foi condenada em 2016 por dar um tiro no marido, Marcos Kitano Matsunaga. Em seguida, ela esquartejou o homem, presidente da companhia de alimentos Yoki, e guardou o corpo numa mala. Justificou-se afirmando que sofria constantes agressões do companheiro.
Ana Carolina Jatobá foi condenada por arremessar de uma altura de seis andares a filha de Alexandre Nardoni, Isabella Nardoni, na zona norte de São Paulo. Antes de jogar a criança, ambos a asfixiaram e a deixaram inconsciente.
Durante a liberdade provisória, as criminosas não podem ficar na rua entre 20h e 6h da manhã e nem consumir bebida alcoólica, sob pena de regressar ao regime fechado. Após o feriado, elas voltam à prisão.
‘CHEGUEI A DORMIR COM SETE HOMENS EM UM ÚNICO DIA’, DIZ ANDRESSA URACH
Andressa Urach deu uma entrevista a rádio programa “Pânico”, da rádio Jovem Pan, para divulgar seu novo livro, “Desejos da Alma”, que será lançado no dia 17 de outubro. Ao falar sobre sua vida antes de ficar internada por conta de procedimentos estéticos, Andressa classificou o período como vergonhoso.
“Eu não tinha princípios. Eu era uma vergonha. Aquela época foi vergonhosa. Cheguei a dormir com sete homens em um único dia. Eu cheirava de manhã, de tarde e de noite. E se Deus não tivesse me resgatado eu teria me jogado do sétimo andar do meu prédio. Então o problema com o hidrogel foi a pior e a melhor coisa que me aconteceu… Porque se meu filho tem mãe hoje foi graças a isso”, afirmou a ex-modelo.
A Lívia Oliveira, provavelmente acordou cedo como todos os outros brasileiros. Pronta para mais um dia de trabalho, pegando o trem da SuperVia. Lívia teve sorte, conseguiu pegar o Expresso Santa Cruz x Central do Brasil. Só que algo chamou bastante atenção da Lívia, e advinha o quê? Uma ‘plaquinha’. Ela publicou no Facebook dela:
Bom, não sabemos se de fato a ‘plaquinha’ procede… Lívia, se esta mensagem chegar até você, por favor, entre em contato com a gente através do redacao@santacruznews.rio.br.
Perseguição policial termina em acidente em Campo Grande. Carro em fuga se chocou com uma árvore na Cesário de Mello após o Rocha Faria Nessa manhã de quinta feira ( 10), os bandidos foram presos e ninguém se feriu no acidente
Recebemos um relato de uma seguidora da página antigo Campo Grande vejam o desabafo abaixo
ASSALTO COM PEDAÇO DE MADEIRA,
Por rafaella rosa : Gente minha mãe e minha irmã chegando agora em casa, na Avenida Cesário de Melo acabaram de presenciar um assalto na rua Oscar Guimarães ( Rua do Vidal doces). O fdp assaltou a menina com um pedaço de madeira. Isso mesmo com uma madeiraaaaaaaa. E fugiu para o Vilar Carioca (como sempre), meninas sério,evitem de sair sozinhas tá demais, não tem segurança em lugar nenhum. O celular é o de menos,eles atiram,dão facada,dão madeirada mesmo,eles não tem nada a perder. É andar acompanhada e pedir muita proteção pra Deus quando fomos sair.