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INCÊNDIO NO CALÇADÃO DE CAMPO GRANDE!!

Nesse exato momento, uma loja de artigos religiosos,  na rua Augusto de Vasconcelos,  está pegando fogo.

Os bombeiros de campo grande foram acionados e estão no local controlando o incêndio.

Mais informações em instantes em nosso site

ATUALIZANDO AS INFORMAÇÕES  21: 30 HS

Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio não teve feridos

CRIANCA É DEIXADA EM CARRO TRANCADO NO RJ

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CRIANCA É DEIXADA EM CARRO TRANCADO EM MACAÉ

Uma criança aparentando ter menos de 1 ano, foi deixada trancada dentro de um carro na manhã desta terça(27), no bairro Riviera, em Macaé. Pessoas que passavam no local estranharam o fato de não ter ninguém perto e tentar encontrar a mãe, quando estava sendo cogitado a abertura do carro a força depois de mais de 30 minutos, a mãe chegou no local abrindo assim o carro e retirando a criança suada.
*Fotos devidamente desfocadas.

 

ESTUDANTE ENCONTRA BEBÊ COM CORDÃO UMBILICAL ABANDONADO EMBAIXO DE CARRO NO RJ

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ESTUDANTE ENCONTRA BEBÊ COM CORDÃO UMBILICAL ABANDONADO EMBAIXO DE CARRO EM SÃO GONÇALO

Um recém-nascido foi encontrado abandonado embaixo de um carro na Rua Belo Horizonte, no bairro Porto da Madama, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, nesta terça-feira. Um estudante que havia saído de casa ouviu o choro do menino e o encontrou perto de um dos pneus de um Fiat Elba.

Policiais militares do 7º BPM (Alcântara) foram para o local e acionaram o Corpo de Bombeiros e o Samu. A criança — que ainda estava com o cordão umbilical — foi levada para o Pronto-Socorro Infantil de São Gonçalo, onde passou por exames que constataram que ela passa bem.

A Secretaria municipal de Assistência Social do Município acompanha o caso. O recém-nascido pode seguir para um abrigo ou ficar com alguma família que tenha interesse em adotá-lo.

O caso seguiu para ser registrado na 73ª DP (Neves). Os policiais tentarão identificar a pessoa que abandonou o bebê.

 

ACIDENTE GRAVE NA AVENIDA BRASIL (FOTOS )

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#URGENTE | Acidente gravíssimo na Av. Brasil altura de Realengo sentido Centro envolvendo caminhão e carro. Segundo informações iniciais duas pessoas estão presas na ferragens.

#ATUALIZAÇÃO | 14:20| Os bombeiros conseguiram socorrer as vítimas e levaram para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. O ocupante do caminhão em estado crítico e o do carro com ferimentos leves.

DESMANCHEI COM MEU NAMORADO… DESCOBRI QUE ELE É BOLSOMINION

.Quero desabafar sobre algo que aconteceu recentemente, eu terminei meu namoro pq descobri que meu namorado apoiava o Bolsonaro, sim, ele era um BOLSOMINION. O fato de eu ter gostado de um homem que apoia um político burro, machista,racista,e apoia o trabalho infantil, é ridículo.
No início do namoro,era tudo normal, um casal qualquer. Eu até cheguei a comentar um coisa ou outra sobre O Coiso e ele concordou comigo deixando entender q ele tinha o msm pensamento q o meu. Eu descobri pq achei um perfil dele no fb, o perfil era daqueles BOLSOMINION ridículos, chamando O coiso de capitão e etc (até foto ele tinha com aquele verme). Eu conversei com minha psicóloga e minhas amigas, todas elas concordaram comigo e falaram q eu tenho razão sobre o acontecimento. Atualmente eu n quero olhar na do meu ex por nojo. So queria desabafar sobre isso tudo pq é horrível ser traída desse jeito.

 

BOLSONARO QUER DESCULPAS DE MACRON

 

BOLSONARO QUER DESCULPAS DE MACRON

O presidente Jair Bolsonaro recuou e disse nesta terça-feira (27) que ainda pode discutir o recebimento pelo governo brasileiro de US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões) oferecidos pelo G7 para a Amazônia.
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Em entrevista, Bolsonaro ressaltou, no entanto, que só aceita negociar o aporte se Macron pedir desculpas a ele, por tê-lo chamado de “mentiroso”, e retirar declaração sobre a internacionalização da floresta amazônica.
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Na noite de segunda-feira (26), o Palácio do Planalto havia informado que o montante, anunciado pelo presidente francês Emmanuel Macron, seria rejeitado em meio a uma crise diplomática aberta com a França.

TENHO H.I.V E AGORA VIVO FELIZ

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“TENHO #HIV DESCOBRI ALGUNS TEMPOS 🏥

hoje resolvi falar sobre minha história pra vocês, leia com atenção por favor. ☹
Não tenho vergonha de falar oque um dia eu fui ou oque fiz no passado a anos a trás, mais de uma coisa eu tenho certeza valeu apena sofre cada humilhação, passei fome,fui das drogas por influência de amizades, chegando ao ponto de ser um prostituto a qual minha vida não tinha sentido pra nada, Abandonado quando nasci pela minha mãe, abusado dentro de casa aos 8 anos de idade até os meus 14 anos, dormindo nas causadas da praças sem destino, sem rumo, sem uma moradia pra mora.
Escravo da minha família a qual me pisaram me humilharam até aonde eles n poderiam mais.
Hoje não guardo magoa no meu coração porque tenho um Deus que me deu a vida é descanso pra repousar o meu sofrimento… então antes de me julgar conheça pelomenos a minha história
E quase passei 1 mês doente em cima de um colchão aonde fui para em 3 hospital a qual fiquei na beira da morte mais Deus n deixa morre quem ele tem propósito
Descobri que tenho hiv a pouco tempo, fui perseguido, humilhado, defamado, mais olha hoje eu qui me erguendo todos os dias fazendo meu tratamento direitinho contando minha história pra vc a qual eu tinha tudo pra ser um fracasso
Mais eu não desisti e nem vou desistir do propósito de Deus na minha vida de Salva almas pra Cristo.
Acredite vc vai vencer como eu venci. 😢😭💊💉

GARI ENCONTRA 700 REAIS NA ZONA OESTE E DEVOLVE A DONA

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GARI ENCONTRA 700 REAIS EM REALENGO E DEVOLVE A DONA

Hoje Deus me mostrou que ainda existem pessoas honestas nesse mundo. Eu deitada ouvir minha vó falando 2 vezes não acredito não acredito levantei logo…. perguntei o que aconteceu vó, ela falou: perdir 700.00…. 😲😭

O gari estava juntando o lixo na travessa na rua D, minha vó estava com o dinheiro na mão na Travessa Piraquara, já indo pra Nogueira, em Realengo pagar o aluguel da minha tia, quando botou a mão no bolso e se deu conta que o dinheiro não estava no bolso, a blusa tampou o bolso e o dinheiro caiu.. mais um pouquinho a frente ela deu falta e desceu correndo pra ver se deixou aqui no armário…. Quando ele “GARI” achou ele perguntou um vizinho, o senhor está com algum dinheiro no bolso ele falou: não, aí ele lembrou da minha vó viu ela correndo e veio até aqui no portão dela. Chamou ela aqui no portão e perguntou a senhora perdeu alguma coisa? ela falou: perdi 700.00 aí ele aqui o dinheiro da senhora😭😭😭

Veio entregar os 700.00 da minha vó que era um dinheiro de compromisso. gente tirei até uma foto dele que eu vou parabenizar ele.

👏🏽👏🏽 Deus é bom a todo tempo 🙌🏾🙏🏽

Parabéns *Leandro de carvalho* pela sua honestidade vc é um exemplo de pessoa que Deus te abençoe sempre. 🙌 obrigada 😘

Amar também é resistir: sobre a morte e outras coisas

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Mamãe, eu nunca doí tanto. Foi assim que Estela começou seu texto em homenagem a mãe Fernanda Young, que nos deixou de forma avassaladora no final de semana. Me doeu também a morte de Fernanda. Me doeu a dor de Estela. Assim como muitas coisas têm me doído recentemente.

Morreu Fernanda Young e meu telefone e computador começaram a notificar. Que coisa triste, pensei. Morreu Fernanda. E ela virou uma notificação insistente em milhões de telefones mundo afora. Morre a escritora, roteirista, atriz, apresentadora, a louca. Morreu também a mãe de Estela e seus irmãos. A esposa do Alexandre. A vizinha de sei lá quem. Morreu também qualquer coisa naquele mesmo instante.

Mas somos incapazes de parar. Não paramos, porque o tempo não para, poeta, e nem tem certeza da continuidade. Fernanda publicou há três dias um desabafo que terminou de sua forma bem Young: Tenho 50 anos, sonhei alto, realizei muito e estou longe de encerrar minha jornada nesta orbe, ou coisa que o valha. Dois dias depois, encerrou. Ou não.

Gilberto Gil canta sobre a morte já há alguns anos. Não tem medo da morte, mas medo de morrer, sim. A morte é depois, morrer ainda é aqui. Como será isso? pensei aqui. Como será isso de morrer? E tenho pensado no que morre, em quem morre, em quem fica, o que é que fica? O que é que vai?

Na falta do que dizer claramente, sentei para escrever qualquer coisa que fosse. Viva São João, Viva qualquer coisa! Também canta Gil. A cafonice do ódio tem tomado conta do Brasil. E brasileiro que sou, afetado por essa potência da inexistência da consciência da alteridade (ufa!), me diminuo a um mamãe, nunca me doí tanto.

A dor é sintoma, mas também síntese.

A dor é a reação cabível ao que transcende o medo. A dor não é a morte, a dor é morrer. Quem fica morre um pouco. Vamos morrendo aos poucos até chegar o momento derradeiro. Eu morro um pouco quando vejo o horror se naturalizando. Eu morro um pouco quando Fernanda morre. Eu morro um pouco quando o amor passa a ser um substrato, inegável sedimento, ignorado em sua potência.

Deus parece estar morto, em chamas e pouca gente se importa. Talvez pouquíssimas realmente se importam. Aí, eu morro de novo.

Eu morro quando querem me matar, eu morro quando matam, eu morro quando a ignorância prevalece e o bom senso desaparece, c’est fini. Morro quando tenho medo, porque medo atrapalha, medo retrocede. Morro quando não escrevo, morro também quando escrevo.

Morro terrivelmente quando vejo as pessoas adoentadas, sem rumo. Todos os dias postando sem parar sobre o que nos mata, numa cadeia triste de lamentos chorosos que nos conduzem à loucura. Prisões isoladas têm se tornado as pessoas. Cada tanto no seu canto a procurar vazões, procurar amores, gozos, felicidades clandestinas.

Não aguento mais ver tanta notícia ruim, é um desabafo. Não aguento mais estar acorrentado. Não aguento mais a rotina que levamos. Não aguento mais o país em que vivemos. É uma tristeza. E dói, porque machuca mesmo. Qualquer coisa que escreva não será em vão, porque escrever cura e é libertador. Mas será em vão, porque escrever não cura e aprisiona na solidão.

Aí pensei que queria também escrever sobre o amor. As risadas que Fernanda já nos proporcionou. As raivas também. Liguei para algumas pessoas, falamos tanto sobre a vida, sobre isso ou aquilo que vale a pena. Uma me contou dos artesanatos que pretende fazer, dos livros que quer escrever e da força que pensa ter o amor.

Outra me lembrou de tempos outros em que sonhávamos coisas que hoje fazemos, que caminhos visitamos e me vi novamente sonhando, deslumbrado com a possibilidade do que pode vir a ser, do que virá. E nessa palavra insistente, o amor, vem a outra chatinha chamada resistência. Ordem indiscreta, impositiva e animosa. Ordem que nem sei muito bem o que significa, mas sei que vivo a resistir. Talvez seja resistir à morte todos os dias.

Com amor, com uma volta na rua, uma compra no supermercado, uma receita que deu certo. Tem, claro, os idiotas poderosos e seus prazeres torturantes, mas temos aqui uma caminhada que pode ser a de uma noite dançante, a de um livro lido, de uma peça de teatro que nos arremate.

Tem quem não tenha nada disso e tem a nossa luta para que tenham. E aí a gente morre de novo um pouquinho. Mas tem a luta. Tem a luz. Tem o caminho. Dia desses eu critiquei quem receitava poesia em tempos de cólera, e me peguei rindo nessa intolerância irônica: lembrei novamente do amor, para mim sempre atrelado aos tempos de cólera. O amor é poesia, nada romântico, ele é quântico.

Talvez o que falte é pegar esse caminho que é o do amor. Amor ao que a gente ama. Amor ao que nos falta, amor ao que temos, amor ao nosso corpo, amor ao que se vive. Na involuntária tentativa de abrandar a morte, ou a dor, só o amor salva. O amor-poesia. O amor-rua. O amor-resistir. O amor-luta. O amor-teatro. O amor-música. O amor-sexo. O amor-mar. O amor-você. O amor-outro.

E dentre tudo o que queria escrever, sem saber como começar, dar meio e sequer um fim, me lembrei do que me atordoa sempre, que é a face ordinária que temos numa poeira cósmica irrelevante num sistema solar dentro de um universo incrivelmente grande, poderoso e desconhecido. A empáfia.

Nas janelinhas que vejo, vejo sempre, vejo pessoas com seus amores, desamores, afetos, fazendo café, masturbando-se na solidão, uma luz colorida que pisca, um cachorro que late e abana o rabo. E eu, eu que devo ser só mais um ordinário em mais uma janela sendo observado por alguém enquanto observo. Talvez até encontre na rua, já travestido, já funcional de algo, agente de uma consciência coletiva.

No sorriso a quem me cruza o caminho, na raiva de quem me corta a palavra, na dúvida que me lança no medo, na morte que me lança na dúvida. Há, nisso tudo, o amor. Na coleira que guia o bicho, no pote que o alimenta, na chuva que cai e te lembra uma viagem. Nas fotos que nunca revisitamos, na mãe que nos ama, no amor que nos chega.

E aí, no meio disso tudo, só mais uma, mas uma fantástica unidade, Fernanda morreu. Uma função vital deixou de funcionar. Algo ali em algum instante não reagiu como devia, outro algo deixou de executar e do lado de fora o desespero a levou. O morrer e a morte. Fernanda se foi. Sua obra fica, sua imagem fica, seus filhos aí estão, mas ela não. E isso dói, com amor, mas dói.

Dói porque dor também ressonância. Dor nos lembra de dor. E dor é reação em cadeia. Por isso dizem que chorar faz bem, porque desagua a dor, desagua a pressão, ajuda a não morrer. Sentir saudade é amor com uma ponta de dor.

Com amor, somente com ele, podemos ceder ao medo, ceder à dor e nos libertarmos dessa prisão atordoada e solitária que temos nos tornado. Viver enquanto se vive só é possível se amarmos. Então, olhe para o mar, para o céu, uma folha que seja balançando insistentemente. Sorria com o nada, leia um livro, faça o que quiseres, seja o próximo, seja você dentro do outro. Vá sim ao teatro, tenha a ousadia de ser feliz enquanto tentam te destruir. Amar também é resisitr.

Texto dedicado a Fernanda Young: escritora, roteirista, atriz, apresentadora, mãe, brasileira. Uma incrível mulher de humor anárquico e ácido, de amor e ódio, de genialidade e lucidez. Para sempre em nossa orbe, longe de deixar de existir. Fernanda morreu aos 49 anos em 25 de agosto de 2019.

Guto Alves é jornalista e produtor.

 

Policia prende um dos maiores estelionatários da zona oeste

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DHC prende um dos maiores estelionatários das regiões Barra, Recreio e Jacarepaguá

A Sepol, através da DH-Capital, em ação coordenada pelo delegado Daniel Rosa, prendeu, hoje, 26/08/19, na Barra da Tijuca, o foragido da justiça *JOSÉ CABRAL DURE*, 50 anos, por possuir 3 (três) mandados de prisão preventiva pelos crimes de *ESTELIONATO* e *PARCELAMENTO ILEGAL* DO SOLO URBANO.

O estelionatário JOSÉ CABRAL foi preso por policiais civis da DHC enquanto almoçava, hoje, em um restaurante de luxo na Barra da Tijuca.

Há quase 20 registros de ocorrência em desfavor de JOSÉ CABRAL, em sua maioria, decorrentes de falsas promessas de venda de imóveis e terrenos nas regiões da Barra e Recreio dos Bandeirantes.

A informação que levou que levou à localização do foragido JOSÉ CABRAL veio através do cruzamento de dados de inteligência da DHC.